Olá boa noite Eita Deixa eu só resolver um de áudio aqui um minutinho Já um F Boa noite eu liguei um tablet aqui do lado para ver vocês porque na hora que eu compartilho não dá para ver só que eu tenho que ligar um fone e não ficar dando é é só um minutinho pessoal um minuto eu já volto Agora deu certo o que que acontece eu eu na hora que eu compartilho eu paro de ver vocês aí eu ponho um tablet aqui do lado e se eu não colocar um fone nele ele fica dando
Eco que atrapalha a nossa aula bom muito bom nós vamos começar a disciplina aí eu vou passar cinco aulas se eu não me engano com vocês eh essa disciplina eu adoro essa disciplina habilidade básica é um conteúdo que eu trabalho já há algum tempo vou contar um pouquinho para vocês né e Eh nós teremos aí então cinco aulas para aprender a ensinar habilidades básicas né Vocês já estão aí no curso há algum tempo já tem algumas disciplinas uma base boa sobre autismo sobre análise do comportamento e a gente vai falar bastante sobre procedimento né Eh
eu vou compartilhar a minha tela alguém tem alguma dúvida alguma coisa sobre a disciplina que queira perguntar nesse momento não então eu vou só e falar de algumas Não quem quiser perguntar pode perguntar eu acabei Boa noite eu posso fazer a apresentação da senhora Eu sou o monitor da turma Ah pode por favor mar Obrigada vamos lá professora Camila Graciela graduando em psicologia pela PUC de Minas mestre e Doutora Educação Especial inclusiva pela Federal de São Carlos pós-graduado em psicologia pela Universidade Federal de São Carlos Analista do comportamento credenciada pela abpmc membro do Instituto Nacional
de Ciência e Tecnologia sobre comportamento cognição e ensino atua nas áreas de análise do comportamento aplicada e educação Principalmente nos seguintes temas no âmbito de autismo aprendizagem intervenção comportamental intensiva intervenção precoce capacitação de cuidadores escolarização inclusiva viva ensino de habilidades básicas leitura e Matemática cculo aí vasto E ó é isso mesmo nós vamos falar sobre esse livro é isso mesmo eh Marcos agradeço a apresentação eu tô tão à vontade aqui nessa nessa pos que eu já cheguei já querendo dar aula né Eh eu gosto muito desse curso acho a estrutura desse curso incrível e eu
tô muito feliz de est aqui mais uma vez eh tendo a oportunidade dessa disciplina que eu adoro né Eh vou falar um pouquinho da da estrutura né Igual eu falei com vocês que a gente nós Teremos aí cinco encontros nossa aula começa 6:30 eu sempre dou 10 minutinhos né para pras pessoas se organizarem então a gente vai começar sempre assim mas 6:30 eu já tô aqui na sala eh a gente vai até 10:30 aí a gente vai fazer um intervalinho lá para 8:30 não é muito rígido não a gente vai fazer um intervalinho de uns
20 25 minutos dependendo de como a gente caminhar aqui e às 10:30 eu encerro com vocês então todas as aulas serão assim só uma aula Que que de deu um choque de horário numa terça-feira que eu vou começar com vocês às 19 mas aí eu aviso para vocês e e vou passar uma tarefinha até eu chegar porque eu dou aula na graduação aqui em BH e e que coincidiu da aula de vocês com uma aula que eu tenho eh presencial Então até eu chegar em casa para dar aula para vocês Pode ser que eu atrasa
um pouquinho mas aí eu vou vou deixar tudo planejador problema tá certo eh Vou Compartilhar aqui a minha tela a a o objetivo da aula essa aula tem um conteúdo teórico e prático assim muito extenso vocês podem perguntar a hora que vocês quiserem então vocês podem me interromper eu não não me importo de de me interromperem e eh eu vou compartilhar a tela e vou acompanhando vocês aqui pelo pelo tablet tá então deixa eu começar compartilhando E aí eu vou contar um pouquinho da da minha formação vou falar um pouco da Habilidade básica deixa eu
compartilhar aqui vamos lá ver ótimo bom então a minha tela tá aparecendo aí né Eh então como o Marcos falou na na apresentação o eh o tema né dessa aula é ensino de habilidades básicas para pessoas com autismo ensino de habilidade básica é um conteúdo básico do básico né que é o inicial para paraa intervenção Então nós Vamos falar um pouco sobre isso eh eu trabalho com autismo há 24 anos então eu trabalho com essa população já há algum tempo né pra a minha carreira inteira né com pessoas com autismo eh como o Marcos falou
Eu Sou psicóloga eu eu sou de Belo Horizonte eu estou em Belo Horizonte nesse momento eu fiz psicologia graduação em psicologia aqui na PUC de Belo Horizonte e depois Eu segui carreira acadêmica lá na geral de São Carlos então fiz o mestrado de Doutorado em educação especial pós-doutorado em psicologia né sou Analista do comportamento como o Marcos falou pela abpmc ou seja né eu tenho acreditação eh em análise do comportamento e eh atualmente eu atuo em dois lugares aqui em Belo Horizonte né Eu Sou professora de graduação da Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais
eh eu sou professora de análise do comportamento então eu dou as disciplinas de análise experimental de Comportamento terapia comportamental e estágios eh tem um estágio específico com capacitação de pais e cuidadores de crianças com autismo eu estou nas Ciências Médicas há quase 14 anos antes das ciências médicas eu era professora da PUC aí acabei me mudando para paraas ciências médicas as Ciências Médicas é uma faculdade bem direcionada paraa área da saúde Então a gente tem psicologia medicina fisioterapia e Odonto como os Cursos lá então eu tô aqui na graduação como professora de análise do comportamento
e eu coordeno sei que é essa logomarca aí que vocês estão vendo do lado sei é um é uma é uma clínica aqui em Belo Horizonte mas também é um Instituto de Pesquisa e a nossa especialidade é o trabalho com pessoas com autismo e outros transtornos do desenvolvimento a gente atende desde os pequenininhos na intervenção precoce e a gente atende dos pequenos aos adultos né Então a gente tem uma uma equipe grande aqui são 20 profissionais e a gente Atua em vários âmbitos aí do autismo e a a área de habilidade básica é uma das
áreas que a gente atua aqui em Belo Horizonte né então Eh eu vou falar para vocês de coisas que eu conheço bem eu vou falar de autismo que é um conteúdo que eu eu eu costumo brincar que eu durmo e acordo pensando em autismo há 24 anos porque eu trabalho só com essa população há 24 anos quando o autismo Nem eh eh era considerado um transtorno tão frequente né porque há 20 anos atrás autismo era considerado um transtorno Raro eh não a gente não tinha essa essa frequência toda né de de pessoas com autismo como
a gente tem hoje essa prevalência toda de pessoas com autismo e E aí eu na época que eu trabalhava com autismo que eu comecei a trabalhando com autismo a gente não tinha muita literatura a gente não tinha muitos profissionais trabalhando com essa População no Brasil e hoje a gente tem uma realidade muito diferente né a gente tem muita demanda muitas pessoas com autismo né os cursos de especialização como esse eram muito a a eu estou em Belo Horizonte só para vocês terem uma ideia né Eh a minha formação é foi toda em Belo Horizonte de
graduação eu sou de Belo Horizonte eu estou em Belo Horizonte e eu tive que sair de Belo Horizonte para São Paulo para fazer mestrado e doutorado na área de análise Do comportamento no âmbito do autismo porque aqui em Belo Horizonte não tinha nada então por isso que eu fui parar em São Carlos para fazer o mestrado e o doutorado lá em São Carlos Então hoje a gente vive uma realidade muito diferente da que eu vivi quando eu estava em formação né não tinha especialização na minha época mestrado doutorado tudo muito difícil e hoje a gente
tem muita demanda né para essa área e muita oferta também de de de intervenções O que é uma Coisa muito boa né e pessoas interessadas nessa área eh Então nós vamos falar um pouco sobre isso né Eu vou tem bastante coisa aí pra gente caminhar eh que vai ser base da nossa aula vai ser o livro de habilidade básica né o livro de habilidade eu vou contar um pouquinho a história desse livro Só para vocês entenderem porque que ele vai ser usado como base nessa aula e e porque que a habilidade básica é tão importante
Quando a gente faz intervenção com pessoas com a Time eh esse livro ele foi produto do meu pós-doutorado eu trabalho com capacitação de pais e cuidadores desde 2008 E aí eh esse livro ele é produto dessa prática de capacitação de pais e cuidadores para um ensino de habilidade para pessoas com atiso então Eh quando eu tava no pós-doutorado eu montei um currículo para ensinar habilidade básica que é o início da intervenção Então a Primeira edição desse livro foi essa aqui que saiu em 2016 vocês verem que que o livro já tem uma uma história longa
né quando foi em 2022 a gente lançou a segunda edição do livro que é essa carinha aqui mas é o mesmo livro A a qual que é a diferença a diferença que esse de 202 a gente deu a gente corrigiu algumas coisas que estavam erradas em 2016 e a gente entrou com três programas de ensino novos mas assim a estrutura do livro é muito Parecida Então se por acaso na turma alguém tiver o livro antigo é a mesma coisa muda muito pouco né O que muda eu vou vou explicar aqui depois mas assim não altera
tanto Então esse livro foi relançado em 2022 então ele tem uma uma história longa né Nós estamos aí com 8 anos de de livro eh e esse livro livro ele deu base para algumas pesquisas científicas que eh entram no material que eu que que tá disponível acho que já tá Vou ver com a Fran depois mas eu acho que tá disponível para vocês que é o material de base para para essa disciplina né então a gente tem alguns artigos científicos que foram decorrentes de Pesquisas realizadas eh com o uso do livro então assim a gente
fez o livro mas a gente fez pesquisa baseada no livro então eh o nosso artigo mais importante é esse aqui de 2019 que ele mostra a gente fez uma Pesquisa de delineamento de grupo que é quando eu pego um grupo de crianças e desse grupo eu eu divido em dois grupos um grupo faz a intervenção baseada no livro e o outro grupo não faz a intervenção e a gente compara E aí a gente vê a diferença do desempenho das Crianças Então esse foi o primeiro estudo assim robusto nosso científico uma revista eh científica boa né
Essa revista é uma revista quales A1 de valor Internacional e a gente usou o livro Para fazer a intervenção que tá nesse estudo então esse estudo mostra que o livro ele se bem aplicado ele funciona aí tem um outro artigo que a gente analisou os dados do uso desse livro com as crianças pequenas abaixo de 3 anos abaixo de 3 anos a gente chama de intervenção precoce e e a gente usou esse livro eh para analisar os dados das crianas entre 1 e 3 anos né que fizeram eh terapia intensiva baseada no livro também os
dados são muito relevantes Muito bonitinhos nós temos um estudo de caso também de do uso que uma parte foi o uso desse livro que eh a gente analisou 5 anos de terapia comportamental intensiva com uma criança com autismo esse esse artigo É bem bonitinho porque a gente tem lá as avaliações anuais os programas de ensino que foram ensinados foram trabalhados para criança então é um artigo assim que eu que eu tenho muito apreço por ele Esse foi eh publicado na revista Brasileira de Educação Especial esse também na revista brasileira de Educação Especial que são duas
revistas quales a um ou seja duas revistas científicas boas eh um pouquinho antes da pandemia a gente mandou esse artigo paraa publicação que é um artigo eh com uso das atividades do livro Por teleatendimento Aí eh a gente mandou um pouquinho antes aí entrou pandemia E aí a gente usou teleatendimento até na Pandemia né mas a gente já usava teleatendimento aqui no sei desde 2013 bem antes da pandemia e esse estudo ele é baseado nas crianças atendidas por teleatendimento antes da pandemia ainda né então também com base no livro e esse artigo foi publicado acho
que na revista brasileira de Educação Especial também se eu não me engano eh o último artigo que saiu é um xodó nosso que é o uso desse livro em prenção via SUS a gente fez nós tivem uma experiência de Capacitação de pais e cuidadores na pai de Campo Grande que é uma intervenção é uma instituição que atendia credenciada ao SUS e a gente ensinou os profissionais a usarem um livro para capacitar pais e cuidadores os resultados são bem bonitinhos Então esse foi o nosso último artigo publicado que foi Acho que em 2022 na eh psicologia
teoria e prática que é uma revista qualis A2 se eu não me engano que é uma revista boa também e Agora a gente teve o aceite de uma revista da da revista brasileira de terapia cognitiva comportamental com outro estudo também eh em intervenção via SUS Então esse livro Ele carrega assim um monte de história né por isso que eu queria contar um pouco a história do livro para vocês eh em Julho de 2022 esse livro tava como o livro mais isso isso antes da do lançamento da segunda edição ele tava como primeiro mais vendido na
área de livro livro Técnico pela Amazon e quando foi Eh aí por isso né ele ganhou um selinho aqui na segunda edição de Best Seller quando foi em maio desse ano ele tava como décimo mais vendido da área de educação especial pela Amazon eh e aí agora a gente ganhou né por causa disso também uma edição especial que vai sair Eh agora já tá até divulgado lá na Amazon é uma edição de capa dura que vem com um anexo Zinho Sobre capacitação de pais cuidadores estratégias para capacitar pais cuidadores e eh isso deixou a gente
bem feliz porque essa edição é a 32ª edição do livro então o livro tem uma uma história assim bem robusta eh na área da Educação Especial isso deixa a gente bem feliz e aí esse material que eu vou usar para dar aula para vocês por que que eu tô contando a história toda para para mostrar para para vocês que o material que a gente vai trabalhar aqui nessa Disciplina é um material muito robusto para ensinar habilidade básica né Ou seja é um material que funciona tem evidência científica tem artigo baseado tem revisão né Tem um
monte de edição Então nós vamos falar sobre um produto bastante efetivo para ensinar habilidade então contada a história do livro né Vocês já já sabem ah Camila mas precisa ter o livro para fazer a disciplina não precisa ter o livro para fazer a disciplina o livro que claro que o livro Ajuda porque você vai ter eh tudo em papel aí a materialização do que eu vou contar aqui na aula mas como eu vou repassar o livro todo aqui na aula e esses artigos todos estão disponíveis para vocês e tem os vídeos também que estão disponíveis
de grça que serão eh tarefas para vocês né Eh Porque tem uma parte avaliativa dessa disciplina né que eu vou contar no final da aula eh não necessariamente Vocês precisam comprar o livro não dá para acompanhar a aula com A tranquilidade sem o livro né mas eu eu eu queria mostrar para vocês que o que a aula toda ela vem eh estruturada nesse livro né então o livro é é a base do que eu vou contar para vocês mas não necessariamente Vocês precisam ter um livro dá para acompanhar aula sem o livro sem o menor
problema eu não vou ficar falando assim ah é na página tal tem tal coisa nada disso eu vou falar com vocês das habilidades básicas como que a gente ensina como que vocês podem Eh pensar em estratégias de intervenção para o ensino de habilidade básica é sobre isso que que essa aula se trata né eh qual que é o conteúdo da nossa disciplina o que que nós vamos falar aqui nós vamos falar de autismo E aí eu vou falar de coisas muito básicas paraa gente pensar na intervenção Eu sei que vocês já T uma caminhada aí
na área do autismo mas eu acho importante retomar alguns aspectos alguns aspectos fundamentais paraa gente pensar no Ensino de habilidade então eu vou eu vou retomar algumas coisas importantes a respeito do autismo eh vou falar sobre terapia aba intensiva a gente tá no momento de muita demanda de terapia aba né todos os pais querem terapia aba os profissionais querem aprender sobre terapia aba mas não é qualquer terapia aba que tem os mesmos efeitos né quando a gente fala que terapia aba é o melhor recurso pro tratamento do autismo a gente eh nós não estamos falando
de Qualquer intervenção né Nós estamos falando de terapia AB intensiva que é quando a gente faz muita estimulação quando a gente olha paraa criança como um todo então nós vamos falar sobre isso né sobre terapia AB intensiva eh nós vamos falar um pouco do modelo do sei que é a instituição que eu coordeno aqui em Belo Horizonte de terapia aba né como que a gente faz terapia aba aqui no sei ensinando habilidade básica e capacitando pais cuidadores Então na Verdade assim essa disciplina sobre habilidade básica é mas nós vamos falar também do ensino via cuidadores
via pais cuidadores ats profissionais nós vamos colocar qualquer pessoa para ensinar habilidade básica né então eu vou falar um pouco sobre esse modelo de terapia que a gente tem aqui eh vou falar do ensino de habilidade básica que é o o tema central dessa disciplina e esses são os temas que vão nortear a nossa aula né então Eh hoje a Gente vai falar bem dos três primeiros temas e nas nas próximas aulas a gente vai falar só do ensino de habilidade básica eh Então vamos lá então vamos começar do básico tem alguma dúvida gente alguma
coisa como eu disse para vocês Vocês podem me interromper a hora que vocês quiserem tá É só abrir o microfone e e falar Não não atrapalha minha aula nem nada bom então vamos Seguindo aqui eh Quem começa a trabalhar com autismo ou Tem contato com pessoas com autismo né então às vezes eh o profissional nunca trabalhou com autismo mas aí é muito comum né isso às vezes o profissional já já trabalha na área da saúde é muito tempo e nunca recebe um paciente com autismo eh mas aí começou a receber mais pessoas com autismo Porque
hoje a gente tem uma demanda de pacientes com autismo no serviço de saúde gigante né então é é muito comum algumas pessoas eh começarem a ter contato com autismo muito Recentemente ou por outros aspectos né filho com autismo eh com incido com autismo e quando a gente começa a ter contado contato com autismo é muito comum que o profissional busque informação sobre autismo e fique especialista em informações sobre autismo mas para quem vai trabalhar com autismo tem um conteúdo que é muito muito básico que é importante que a gente saiba e que a gente domine
que é o quê Desenvolvimento Infantil Então nós Vamos falar um pouquinho e e isso ter uma relação Direta com o ensino de habilidade básica para quem tá trabalhando com autismo quem vai começar a trabalhar com autismo além do conteúdo relacionado a autismo e análise do comportamento um conteúdo muito importante para atuar nessa área é saber saber sobre Desenvolvimento Infantil por quê Porque o autismo é um transtorno que afeta o desenvolvimento infantil Ou seja a base do autismo está na alteração do Desenvolvimento Infantil E se eu não sei sobre Desenvolvimento Infantil eu vou cometer dois erros
um é não identificar eh se aquela criança está com desenvolvimento adequado ou não então por exemplo se eu perguntar para você eu tenho uma criança de 12 de 11 meses né Não fez um ano ainda nós temos com uma criança de 11 meses eu chamo pelo nome ela me olha ela explora bem os brinquedos mas ela não dá Tchau e não aponta e não manda beijo tem algum sinal de alerta tem um sinal de alerta Qual é o sinal de alerta gestos sociais por com 11 meses a gente espera que a criança a ponte de
Mande beijo ah mas Camila isso por que que isso é importante porque isso é requisito de linguagem então se eu tem uma criança que não eh dá tchau não aponta não manda beijo eu preciso investigar se essa criança não tem alguma questão no Desenvolvimento que tá deixando o desenvolvimento dela atrasado pode ser autismo pode mas pode ser outra coisa também né então Eh quando a gente não sabe sobre Desenvolvimento Infantil a gente vai errar em fazer fazer eh diagnóstico correto e isso significa que a gente atrasa o desenvolvimento da criança porque em autismo é assim
quanto mais cedo você começa a intervenção maior a chance dessa criança ter um bom desenvolvimento maior a chance dela ter Vida nor né mais próxima do normal do típico no futuro né então Eh quando você não sabe sobre Desenvolvimento Infantil você acaba errando em avaliar o desenvolvimento da criança que chega para você então pode acontecer por exemplo e as mães escutam muito isso uma criança de 2 anos 2 anos as crianças falam as crianças falam e é comum e é muito comum vou contar para vocês que que é muito comum chegar criança de 2 anos
aqui na clínica sem falar nada e a Mãe ter passado por profissionais especializados né psicólogo pediatra enfim profissionais especializados diversos e o profissional falar com a mãe assim tá tudo bem cada criança tem seu tempo de fato cada criança tem seu tempo mas com 2 anos as crianças já falam né então a gente só sabe identificar que o desenvolvimento tá alterado quando a gente sabe sobre Desenvolvimento Infantil e tem um negócio que chama Marcos do Desenvolvimento Ou seja é aquilo que eu espero pra criança a à medida que ela vai se desenvolvendo que ela vai
ficando mais velha eu vou esperando habilidades Esse é um ponto Outro ponto que eu vejo muito é o erro de intervenção quando a o profissional não SA sabe sobre Desenvolvimento Infantil ele começa a planejar intervenção errada e acontece o seguinte coisa que eu vejo com muita frequência vamos imaginar que vocês tenham uma criança com autismo que Fala cinco palavras a a criança tá sei lá com 4 anos e ela só fala cinco palavras Então ela fala por exemplo água mamãe e biscoito sair e tchau só isso que ela fala né Fala cinco palavras o que
que o profissional faz ele coloca frase paraa criança começa a ensinar a criança a falar eu quero aí o profissional Fala com a criança ó fala Eu quero aí a criança Repete eu quero aí o profissional fala Você quer o quê aí a criança fala eu quero e fica nesse negócio eu quero eu quero eu quero e a criança não fala o que ela quer aí o profissional fala assim ah esse menino com autismo ele tem ecolalia não é que ele tem ecolalia Por que que a criança tá repetindo eu quero eu quero eu quero
e não consegue falar o que ela quer Sabe por que que ela não consegue falar o que ela quer porque ela não sabe o básico que é o quê saber o nome das coisas a gente só consegue Falar eu quero biscoito eu quero pão Eu quero eh arroz eu quero macarrão se eu souber o nome das coisas e não faz o menor sentido ensinar frase Antes de ensinar palavra certo e por que que o profissional ensina frase Antes de de palavra é porque o profissional sabe pouco sobre Desenvolvimento Infantil então é muito importante que nas
leituras de vocês vocês agreguem conteúdos sobre Desenvolvimento Infantil até porque o conteúdo dessa aula é sobre Habilidade básica habilidade básica é o início da caminhada no desenvolvimento da criança então se eu não sei como o desenvolvimento infantil acontece eu vou derrapar no planejamento também de habilidade básica eh vou mostrar uma figurinha aqui para vocês que é uma figura que eu acho muito bonitinha essa figura tá disponível na internet se eu não me engano ela tá disponível no site do Conselho de fonodiologia e aqui é só um exemplo para vocês entenderem como é Que o desenvolvimento
infantil ele acontece e que o desenvolvimento infantil ele tem uma lógica ele não é aleatório então aqui é o seguinte deixa eu ver se dá para arriscar aqui essa eu eu não sei muito mexer no Tins Deixa eu ver se eu tenho recursos para riscar acho que eu vou ter recursos só aqui vamos tentar aqui que que acontece ó eh esse essa essa figurinha ela é representativa do desenvolvimento da linguagem Lembrando que o Desenvolvimento da criança ele tem outras áreas né desenvolvimento motor social cognitivo então aqui é o desenvolvimento da linguagem Então vamos pensar como
é que o desenvolvimento da criança acontece quando eu tenho uma criança que acabou de nascer né nos três primeiros meses eu costumo falar que o bebê nos três primeiros meses é meio chato Por que que o bebê é meio chato porque quando três primeiros meses o bebê faz Quase nada ele basicamente dorme mama chora faz cocô né então Eh e assim o que que a gente vê de comunicação num bebê de 3S meses quase nada é é basicamente o que tá escrito aqui ó ele se acalma com a voz da mãe ele chora ele dá
ele faz alguns sonzinhos ele tá gargalhado mas é muito muito pouco o bebê começa a ficar interessante é de 3 meses para cima então aqui ó de qu a 6 meses a gente já vê um bebê mais esperto né que ele procura de onde vem o Som faz os gritinhos faz alguns sons como se estivesse conversando então o bebê ele fica muito mais interessante né E aí emita a voz então aqui é é é um período que o bebê fica mais reativo aos estímulos do ambiente quando o bebê eh Por que que a gente coloca
de qu a 6 meses porque tem uma tolerância tem criança que vai fazer esses comportamentos com 4 meses e tem crianças que vão fazer com se meses e tá tudo bem é uma faixa de tolerancia Porque o desenvolvimento infantil ele não é exato Não é matemática né é aproximado quando a gente tem uma criança de 7 a 11 meses é uma maravilha porque a criança começa a ter coisas sociais comportamentos sociais e de linguagem muito interessantes o bebê começa a ficar esperto né ele começa a achar de onde vem o som ele faz som ele
começa a repetir palavrinha E aí aos gestos sociais bater palma apontar o que quer e dar tchau né então o tchau Apontar o bater palma ele aparece antes do aniversário de um ano quando a gente tem a criança aos 12 meses o que que a gente espera no aniversário de um ano A criança precisa estar falando algumas palavrinhas mamãe papai água pronúncia não precisa ser correta né o bebê pode falar papá para papai mamá para mamãe não tem problema imitação de outras pessoas e os gestos sociais já são lá apontar bater palma dar tchau mandar
beijo então no Aniversário de um ano tem que ter gesto social se por acaso né você vai você vai num aniversário de um bebê de 12 meses e o bebê não bate palma não aponta não atende pelo nome não produz sozinho não fala algumas palavrinhas a gente precisa ficar de olho né não é para não precisa avisar no aniversário né mas é bom ficar de olho porque pode ter alguma algum atraso no desenvolvimento pulando de 1 ano para 2 anos 2 anos é espetacular porque com 2 Anos a criança já está falando e falando muito
mais ou menos umas 200 palavras há uma diferença entre meninos e meninas as meninas tendem a falar mais do que os meninos elas tendem a falar mais cedo e a falar mais porque as meninas são muito mais espertas né um parêntese aqui eh só eu tô brincando tá gente mas isso é tipo das meninas né as meninas elas elas falam mais né e eu tenho dois sobrinhos o Gabriel e a Júlia o Gabriel agora eles estão maiorzinhos né O Gabriel tá com 10 A Júlia tá com oito Gabriel quando ele tinha do anos ele falava
bastante mas a Júlia falava o dobro que o Gabriel então assim tem uma diferença entre meninos e meninas as meninas tender a falar mais mas com 2 anos de idade as crianças falam e falam muito quando a gente pul Então esse negócio né de chegou uma criança de 2 anos e aí o médico pediatra né psiquiatra infantil Psicólogo enfim qualquer profissional da saúde ou da educação falar que ah não não tem problema cada criança tem seu tempo ele não tá falando mas ele vai falar isso é muito perigoso porque com 2 anos a criança tem
que tá falando uma criança que com 2 anos que não fala é sinal de atraso no desenvolvimento Ah mas Camila pode ser que ela se desenvolva sozinha pode mas assim pode ser um transtorno de desenvolvimento pode então Eh com 2 anos se você tem Contato com uma criança que não Fala ou fala pouco precisa encaminhar para uma avaliação adequada pulando de 2 anos para quatro a gente já tem uma fala super refinada a criança já começa a inventar história ela compreende regras de jogos simp 4 anos ela tá assim falando muito contando coisas né e
e quando a gente pula para 6 anos repertório de linguagem super refinado e a criança já tá prontinha para aprender a ler escrever né Então tá Vendo E por que que eu tô mostrando essa figura para vocês pra gente entender duas coisas primeiro que o desenvolvimento infantil ele não é aleatório ele ele segue uma lógica e qual que é a lógica ele começa do mais fácil pro mais difícil tá vendo Então o desenvolvimento infantil ele sempre começa do mais fácil para mais difícil o que que é mais fácil gritar fazer algum som ou falar 200
palavras gritar e fazer som é mais fácil do que falar 200 Palavras o que que é mais fácil falar 200 palavras ou formar frase e falar corretamente formar frase é mais difícil então gente o desenvolvimento infantil ele não acontece do nada né ele tem uma lógica do mais fácil pro mais difícil Então esse é um aspecto o segundo aspecto que eu que eu queria ressaltar com vocês é que o desenvolvimento infantil A a gente não tem jeito pular etapas se a criança não passar pelo básico e aí entra no Conteúdo da nossa aula a gente
só consegue habilidade complexa porque ó ler e escrever tá no Alto Da minha escada é uma habilidade complexa Eu só consigo aprender a ler e escrever se eu tiver a etapa anterior e essa etapa depende dessa essa etapa depende dessa Ou seja eu só tenho habilidade complexa se eu tiver habilidade básica primeiro tem jeito da criança falar igual aqui como eu disse para vocês mais cedo tem jeito de Formar Frases completas sem falar palavra não tem jeito Tá certo então a habilidade básica o conteúdo de habilidade básica é o seguinte seriam esses primeiros degraus aqui
ó pra gente chegar em habilidade complexa O que que a gente quer paraas pessoas com autismo que a gente acompanha paraas crianças com autismo a gente quer que elas falem a gente quer que elas aprendam a ler a gente quer que elas aprendam a escrever que elas tenham amigos que elas possam Ir a qualquer lugar que na idade adulta Elas têm Independência e autonomia mas isso tudo que eu falei para vocês é habilidade complexa e a gente não consegue chegar em habilidade complexa se eu não tiver habilidade básica se a gente fizer um paralelo com
o desenvolvimento motor seria o seguinte não dá para correr se eu não aprender a andar primeiro Tá certo então assim tem jeito de eu de eu andar de eu correr se eu andar não tem jeito e tem jeito de Andar se não aprender assentar primeiro sem sustentar o tronco sem sustentar o pescoço não tem jeito é a mesma coisa então habilidade básica gente é são os primeiros degraus aqui ó pra gente chegar lá em cima no desenvolvimento das crianças com altiva Tá certo rabisquei a tela toda agora quero ver como é que apaga esse negócio
Ah agora deu certo aprendi muito bom deixa eu tirar aqui agora não sei voltar é com o mouse Mas enfim vamos usando a bolinha aqui mesmo Dá certo então Eh vamos falar um pouco sobre autismo né definição de autismo então falamos um pouco sobre importância do Desenvolvimento Infantil e agora vamos falar um pouquinho sobre autismo eh autismo se a gente for definir de uma maneira muito muito simples autismo é um transtorno do Desenvolvimento Infantil né ou o termo técnico transtorno do neurodesenvolvimento né então autismo a gente fala que autismo é um transtorno Do desenvolvimento mas
autismo não é um transtorno do desenvolvimento simples ele é um transtorno complexo por isso que vocês T uma especialização inteira precisa aprender sobre autismo porque autismo é dos transtornos do desenvolvimento mais complexos por quê Porque autismo tem duas coisas importantes autismo acomete a sequência e a qualidade do Desenvolvimento Infantil o que que é sequência vocês viram que a linguagem Começa do mais fácil pro mais difícil e que primeiro eu falo palavra para depois falar frase para depois contar história né ou seja o desenvolvimento infantil ele tem uma sequência no desenvolvimento tem uma lógica só que
o desenvolvimento infantil ele tem áreas diferentes eu mostrei para vocês o desenvolvimento da linguagem mas a gente tem linguagem cognição motor autocuidado então a gente pode fatiar o desenvolvimento da Criança em eh áreas Diferentes o autismo ele afeta a sequência do desenvolvimento sabe O que que significa eh quando a gente fala que afeta a sequência significa que eu posso ter uma área que tá lá em cima e outra área que tá lá embaixo certo então Eh o que que costuma tá lá em cima em autismo costuma tá lá em cima em autismo é a parte
motora então às vezes a gente tem uma criança com autismo que não fala não atende pelo nome contato visual ruim mas a mãe fala assim na hora que eu pisco Ele tá em cima da geladeira ou seja a parte motora da criança com autio tá lá em cima mas a parte eh que é básica como contato visual contato visual a gente vê nos bebês típicos desde sempre né o bebê acabou de nascer se você colocar ele virado para você você vocês estão me vendo deixa eu ver aqui vocês estão conseguindo me ver ou não a
minha câmera tá fechada então Ah beleza eu tô não não tô conseguindo me ver aqui então acho que tá Ah tá agora acertei cê Então o que que acontece porque eu tô dando aula aqui tô dando fazendo um monte de gesto eu falei Vixe será que ninguém tá me vendo e aí eu tô aqui explicando fazendo gesto e ninguém me vê vai d certo então o que que acontece ó sequência como eu tava falando a se pode est alterado em autio aí eu tava falando do contato visual contato visual é uma habilidade muito básica E
o bebê quando ele nasce se você pegar um bebê que acabou de nascer e você colocar ele De frente para você né você põe ele de frente para você ele vai ele vai mirar seu rosto primeira semana de vida o bebê já mira seu rosto ou seja o contato visual é uma habilidade básica da básica e às vezes a gente tem uma criança com autismo de 1 ano e meio 2 anos que você chama e ela não te olha ou ela tá perto de você ela não mantém contato visual mas na hora que você pisca
o menino escalou o guarda-roupa tá lá em cima do guarda-roupa Ou seja a parte motora tá Lá em cima a parte de al ação social linguagem tá lá embaixo então é muito comum a gente ver a alteração da sequência do desenvolvimento das crianças com autismo a gente às vezes vê coisas muito impressionantes igual agora nós Recebemos um menininho de 4 anos a interação dele é pobre contato visual dele é pobre recurso para brincadeira é muito pobre mas ele faz contas de cabeça que é uma coisa absurda aquelas contas assim muito difíceis ele consegue fazer De
cabeça então então assim a gente vê uma criança com desenvolvimento cognitivo paraa matemática lá em cima mas coisas muito básicas como atender pelo nome lá embaixo então isso acontece muito em autismo esse desequilíbrio no desenvolvimento outra coisa que a gente vê em autismo é a dificuldade na qualidade do desenvolvimento alteração na qualidade do desenvolvimento O que que significa isso às vezes a criança com autismo tem Habilidade então por exemplo Às vezes a criança com autismo fala mas a essa fala que a criança tem não serve para con para conversação Ou seja a criança fala mas
não conversa vamos pensar por exemplo na ecolalia ecolalia é habilidade da criança de repetir aquilo que ela escuta então às vezes você tem uma criança com autismo que fala mas é uma fala ecolálico ou seja você pergunta para ela qual o seu nome ela te responde qual o seu nome ela Repete o que você fala ou seja essa criança fala ela fala mas a gente tem um problema na qualidade dessa fala ela fala mas ela não conversa então em autismo a gente vê muito disso alteração na sequência do desenvolvimento e a qualidade do Desenvolvimento Infantil
e quando a gente fala que autismo é um transtorno do Desenvolvimento Infantil o autismo ele afeta dois aspectos autismo é caracterizado por alterações sociais e de comunicação ou Seja todas as pessoas com autismo terão dificuldades nas interações sociais e na comunicação todas elas terão ah Camila tem pessoa com autismo que não tem alteração na comunicação não tem porque esse é critério de Diagnóstico Ah tem eu conheço uma pessoa com autista tem alteração na comunicação mas não tem dificuldade social não existe todas as pessoas com autismo terão alterações sociais de comunicação E além disso o autismo
é caracterizado pela presença de Interesses restritos fixos intensos e comportamentos repetitivos que a gente conhece muito como hiper focos e estereotipias né comportamentos eh repetitivos são as estereotipias então por exemplo que que é estereotipia estereotipia é um movimento motor repetitivo que a criança faz quando ela tá feliz quando ela tá aflita quando ela tá angustiada então às vezes a criança tá feliz ela balança né ela balança é o faping por exemplo que é muito comum que É o bater de asas né a criança faz movimento com a mão com os braços e interesses fixos restritos
intensos são aquilo os hiper focos né a criança gosta de dinossauro gosta só de dinossauro a criança gosta de eh placa de carro ela gosta de placa de carro a criança gosta de números igual esse menininho né que chegou aqui pra gente gosta só de números então isso tudo aqui caracteriza o autismo então de maneira resumida autismo se a gente for definir o autismo Né assim o que que é o autismo autismo é um transtorno do desenvolvimento ou seja um transtorno do neurodesenvolvimento um transtorno do Desenvolvimento Infantil que acomete a sequência e a qualidade do
desenvolvimento provocando alterações sociais e de comunicação e é caracterizado pela presença de interesses restritos fixos intensos e comportamentos repetitivos Então essa é a definição de autismo então todas as pessoas com autismo que vocês receberão Para atendimento terão essas características em comum em graus variados de intensidade nós vamos falar sobre isso agora só pra gente entender um pouco como é que eh os sintomas de de autismo afeta o desenvolvimento da criança eu vou mostrar para vocês esse gráfico aí que é um eu adoro essa figura toda vez que eu vou dar aula sobre habilidade básica sobre
autismo sobre aspectos do autismo Eu uso essa figura porque eu acho que ela é muito eh ela mostra de maneira muito Evidente o efeito do autismo no desenvolvimento da criança essa figura é o resultado de um teste que a gente usava antigamente para avaliar desenvolvimento de criança com autismo que chama PPR esse teste é um teste que a gente usava até um pouco antes da pandemia e a gente parou de usar a gente contando aqui não sei né a gente parou de usar porque o teste foi ficando Defasado e eh e aí saíram outros testes
depois eu vou falar sobre isso com vocês daqui a pouco sobre avaliação do desenvolvimento saíam outros testes mais Eh mais novos atualizados e a gente abandonou o PPR mas a figura do ppr ela muito boa para dar aula então eu mantive ela aqui o PPR é assim aqui em cima aonde tem esse Ret ulo roxo Tem as áreas do desenvolvimento tá vendo Então aqui tem imitação percepção coordenação motora fina coordenação motora grossa Integração ol mão que é olhar que tá fazendo desenvolvimento cognitivo cognitivo verbal que é a linguagem e a pontuação do desenvolvimento Total cada
linha dessa tá vendo ó isso aqui cada linha é uma área do desenvolvimento Então essa é a linha da imitação e assim sucessivamente cada bolinha dessas é uma atividade idade que a gente faz com a criança no teste Então a gente vai marcando no teste quantas bolinhas a criança fez ou seja quantos itens ela Acertou aqui do lado vocês vão observar que tem uma régua que tá escrito idade aqui em cima essa régua serve pra gente comparar a criança que a gente tá avaliando com uma criança típica ou seja uma criança que não tem autismo
Mas Camila por que que a gente compara criança com uma criança ía por dois motivos um é para eu saber se tem alteração no desenvolvimento da Criança e dois para eu traçar intervenção por quando a criança tem atraso no Desenvolvimento o objetivo da terapia é correr atrás do que tá atrasado ou seja diminuir atraso para que que serve terapia aba terapia aba serve para quê diminuir atraso no desenvolvimento então para eu fazer uma terapia aba de qualidade a primeira coisa que eu preciso fazer é avaliar o desenvolvimento da criança para identificar o que que tá
atrasado o tamanho do atraso para eu planejar o que que eu preciso fazer para correr atrás o Atraso certo então é por isso que a gente faz essa comparação com o que é esperado pra idade tem outros testes que fazem isso tem eu vou mostrar para vocês mais tarde quando a gente falar sobre avaliação do desenvolvimento mas agora eu quero que vocês entendam só a figura então o que que acontece vamos imaginar que eu tenha uma criança de 5 anos e 6 meses se essa criança é uma criança típica ou seja uma criança que não
tem autismo quando eu aplico esse esse teste Sabe o que que vai acontecer o desenvolvimento da criança vai ser uma linha tá vendo mais ou menos né estável e a pontuação da criança vai ficar na altura ó de 5 anos e 6 meses tá vendo que a minha linha termina aqui ó mais ou menos em tno de 5 anos e 6 meses o que que é isso é uma criança sem atraso no desenvolvimento uma criança sem diagnóstico de transtorno do desenvolvimento certo seria uma criança típica Né se eu aplico essa avaliação numa criança que tem
atraso no desenvolvimento mas que não necessariamente tem autismo como por exemplo uma criança com cnom de dalal o que que é que que caracteriza a cnom de dalal a sinom Deal é caracterizada pelo atraso generalizado no desenvolvimento uma criança com cal ela demora a falar Demora a andar a parte motora Vai devagar né ou seja ela caminha mas ela caminha devagar Então eu posso ter uma Criança com sí de dal por exemplo eu aplico um teste desse eu vou ter um desenvolvimento que é assim ó que é uma linha a criança tem 5 anos e
6 meses mas a linha dela tá na altura entre 1 ano e 1 ano e meio e 2 anos ou seja isso aqui é atraso robusto no desenvolvimento mas não necessariamente é autismo pode ter autismo pode mas não necessariamente tem autismo quando a gente fala que autismo é um quadro grave e que afeta o desenvolvimento da criança de uma Maneira muito intensa e eu não sei se vocês sabem mas autismo já teve muitos nomes eh autismo a primeira vez que autismo foi definido ele foi definido em 1943 pelo L kner que é um psiquiatra austríaco
naturalizado norte-americano e inici real m o ker achava que autismo era um problema afetivo muitas pessoas ainda acham isso né que a criança com autismo cria o mundo próprio que ela não gosta de interagir mas o que não é verdade né crianças com auti não criam o Mundo próprio e e e não necessariamente Elas não querem interagir às vezes elas não interagem porque elas não têm repertório não tem habilidade mas inicialmente o O caner achava que as pessoas com autismo tinham questões afetivas E aí o primeiro nome que o autismo teve foi distúrbios autísticos do
contato afetivo Porque achava-se que o problema do autismo era afeto quando foi lá na década de 1980 o autismo mudou de nome porque as Pesquisas foram mostrando que o problema do autismo não é afetivo a questão do autismo é uma alteração no desenvolvimento da Criança e aí em 1980 no dsm 3 o autismo muda de nome então ele passa a ser chamado trans transtorno invasivo do desenvolvimento que antigamente a gente chamava de Tid que é transtorno invasivo do desenvolvimento o transtorno invasivo do desenvolvimento e o termo invasivo ele foi usado para para indicar que os
Sintomas invadiam o desenvolvimento da criança com autismo ou seja porque autismo é muito grave é muito intenso porque os sintomas pegam várias áreas do desenvolvimento então por isso que o termo invasivo foi utilizado aí quando foi em 94 no dsm 4tr mudou o nome de autismo de novo e aí passou a ser chamado transtorno Global do desenvolvimento e o termo Global foi usado também para indicar que os sintomas do autismo afetavam o Desenvolvimento da criança como um todo e aí mais recentemente a gente teve a mudança novamente no termo e o autismo pass a ser
chamado transtorno do espectro do autismo porque a a eh chegou-se a conclusão que a gente não tem um tipo só de autismo mas a gente tem um espectro de de distúrbio né ou seja tem pessoas com autismo muito comprometidas e pessoas com autismo com perfil muito leve com sintomatologia muito leve por que que eu tô contando Essa história para vocês porque os sintomas de autismo eles e eles invadem o desenvolvimento da Criança e a gente tem um desenvolvimento que é irregular e quando a gente aplica uma avaliação como essa a gente pode ter um gra
assim ó desse jeito Isso é cara de autismo alg tá vendo o desenvolvimento a gente fala que é um desenvolvimento idiossincrático que é um desenvolvimento idiossincrático ele segue uma outra lógica eu tenho coisa que tá lá em cima tem coisa que tá Lá embaixo Por isso que autismo Às vezes tem umas coisas muito impressionantes você pode receber uma criança de 2 anos que não fala que não não não responde pergunta simples do tipo qual o seu nome Quantos anos você tem mas se você pergunta para ela assim qual a capital de tal país ela sabe
qual a capital de outro país Ela sabe ela sabe todas as capitais de todos os países como que pode uma criança de 2 anos saber todas as capitais de todos os países e não Saber o próprio nome isso é cara de autismo por isso que a gente não pode ficar muito impressionada com as habilidades que parecem muito especiais que a gente vê nas crianças pequenas Às vezes a mãe fala assim ele não fala nada mas ele faz contas de matemática que é uma beleza porque aí fica parecendo que a crianças com autismo extremamente inteligente que
é out do mito né que a gente tem da da Extrema inteligência das crianças com autius de fato Algumas Crianças com autius têm inteligência eh acima em alguns aspectos Mas isso é minoria então e e eh quando a gente avalia uma criança com autismo é muito comum a gente ter essa figura que é esse desenvolvimento irregular e é por isso que autismo foi chamado de transtorno invasivo transtorno Global do desenvolvimento porque os sintomas de autismo afetam o desenvolvimento com todo por agora vocês entende porque que tem uma especialização só sobre autismo Né olha e entendem
Porque que o símbolo do autismo é um quebra-cabeça Por que que o símbolo do autismo é um quebra-cabeça porque é um desenvolvimento muito irregular e a função da terapia é quase que montar esse quebra-cabeça Ou seja é quase e é olhar para essa avaliação e falar assim como que eu posso equilibrar o desenvolvimento dessa criança então assim eh desenvol quando a gente fala que é Altivo é um transtorno que afeta o Desenvolvimento em relação a sequência é qualidade nós estamos falando disso aqui ó eu posso ter coisas que estão lá em cima igual esse menininho
aqui ó motor Grosso tá ótimo mas uma coisa muito básica que é a imitação que vocês viram que aparece lá nos bebês ó tá baixa eu tenho um desenvolvimento cognitivo baixo mas a linguagem tá alta que é um negócio estranho né O menino fala tem um repertório de linguagem mas a cognição tá baixa Ou seja é um menino que fala Mas com compreensão baixa então autismo desafio de autismo é isso né a gente tem um desenvolvimento que é idiossincrático E aí a terapia aba ela vem para pra gente ajudar a criança a a a organizar
esse desenvolvimento e a função da terapia AB é fazer isso aqui ó a gente precisa subir o desenvolvimento nas áreas que tão que estão afetadas E aí pessoal tem uma coisa muito importante aonde que entra onde que Entra a habilidade básica né nessa nesse planejamento a habilidade básica é o que são são essas bolinhas aqui são as primeiras ó a gente vai trabalhando com as primeiras bolinhas pra gente chegar lá em cima se não tem as primeiras bolinhas aqui ó não chega lá em cima nas habilidades mais complexas então habilidade básica é isso né e
a gente trabalhar com o básico para chegar no complexo deixa eu apagar tudo de novo meu Rabisco tranquilo pessoal alguém tem alguma dúvida sobre isso professora colega Marina perguntou aqui no chat eh qual instrumento é esse por favor acabei perdendo esse trecho Esse é o pepier ele aqui só que que não é um instrumento que que eu recomendo que vocês usem mais não tá porque tá defasado eu vou mostrar outros instrumentos o nome dele é assim ó PEP r o PEP R ele é um instrumento que eu Gostava muito antes da pandemia eh mas aí
como ele foi ele é é um do instrumentos da década de 90 então ele tá defasado tem uma versão mais nova que chama PEP 3 mas o PEP 3 ele ainda não passou para um processo de adequação e validação para população brasileira mas a gente tem instrumentos mais novos que eu vou contar para vocês daqui a pouco V vou antecipar o nome né a gente tem um idade por exemplo que é um instrumento muito bom Nacional atualizado de 2020 Acho 2020 2022 se eu não me engano que é melhor do que o PPR eu mantenho
a figura do ppr para dar aula porque de maneira didática a gente a gente consegue ver muito bem o desenvolvimento da criança com autismo aqui comparando mas é só por isso Tá Mas eh não não precisem não é necessário que vocês busquem o PPR porque é um instrumento tá defasado tô usando aqui só para de de forma didática mesmo tá bom eh o Maros sempre que tiver pergunta no chat você você pode me Avisar porque eu não consigo ver aqui tá obrigada pode deixar eh então a definição atual de autismo é transtorno do spec do
autismo então Eh isso aqui é um ponto muito importante é por isso que tá marcado em preto o termo espectro ele foi utilizado como eu falei com vocês né autismo ele teve vários nomes aí na história né transtorno invasivo transtorno global e mais recentemente transtorno do espectro do Autismo o termo espectro ele foi utilizado para indicar a heterogeneidade da manifestação e do grau de acometimento dos sintomas o que que isso significa heterogeneidade significa que quando a gente fala em autismo nós estamos falando de uma população muito variada então eu posso ter uma pessoa com autismo
num extremo que não fala nada que nunca falou que usa fralda que talvez nunca venha a falar que bate Cabeça na parede difícil eh manejo e eu posso ter num outro extremo uma criança com sintomas tão leves que quem não sabe sobre autismo nem consegue identificar que aquela pessoa tem autismo Então a gente tem que lembrar o seguinte nada em autismo serve para todas as pessoas com autismo igual nós vamos falar sobre habilidade básica habilidade básica serve para todas as pessoas com autismo não habilidade básica serve para as pessoas com autismo Que não tem habilidade
básica quem são as pessoas que não tem habilidade básica não falantes e pouco falantes eu vou voltar nisso depois tá eu vou explicar como mais calma mas as pessoas que falam as crianças com autismo que vocês atendem que falam elas já têm habilidade básica E aí essas crianças não precisam aprender habilidade básica habilidade básica é aquilo que a gente viu no início daquela rota lá da linguagem são para as crianças que não falam ou falam Muito pouco né então toda vez e isso vale pro curso inteiro de vocês tudo que vocês aprenderem sobre o autismo
não necessariamente vai ser utilizado para todas as pessoas com autio certo porque nós estamos falando de um espectro de distúrbios então eu posso ter uma criança com autismo de 4 anos que não fala com a compreensão baixa e aí a habilidade básica vai caber para essa criança e eu posso ter uma criança de 4 anos que fala super bem mas que tem Muito problema de comportamento que a habilidade básica não vai caber para essa criança tá certo então sempre lembrar disso que nós estamos falando de uma população muito variada trabal trabalhando esse tanto de anos
com pessoas com autismo vocês podem imaginar que eu já vi pessoas com autismo de tudo não é jeit né então de criança adolescente adulto com tudo quanto é perfil e e e tem uma uma coisa legal tem uma vantagem como eu trabalho Há 24 anos com essa população vocês podem imaginar que as crianças que eu atendi há 20 anos atrás elas estão adultas agora e isso me dá algumas vantagens porque hoje eh na maturidade né eu consigo saber e ter ter ter bastante eh certeza do que que dá certo e o que que não dá
certo assim eu consigo mais ou menos prever o que que vai acontecer porque como eu tenho a referência do do que eu já vi porque tem tem tem alguns Adultos que eu comecei a atendendo 20 anos atrás que tão no curso superior tão tão com Independência tão com autonomia então esses adultos que que responderam bem à terapia eles me dão modelo daquilo que dá certo na área do autismo né então eh eh intervenção em autismo é muito isso a gente considerar o perfil da pessoa e traçar intervenção de acordo com o que ela precisa e
não tem uma intervenção que vai dar para todas as pessoas com ativo habilidade básica vai Ser muito útil para muitas crianças que vocês acompanham mas para outras crianças ela ele não vai servir como as crianças falantes por exemplo né aí nós vamos detalhar isso daqui a pouco eh seguindo mais um pouquinho aqui apagar o Rabisco sintomas de autismo vocês estão craques né eu vou só relembrar vou passar bem rapidinho sobre os sintomas aqui eh eu vou dividir em três áreas né autismo afeta interação comunicação Aliás comunicação interação e comportamento né Eh na descrição de autismo
comunicação e interação tão juntos como um sintoma só mas eu vou dividir aqui para fins didáticos então em relação à comunicação O que que a gente tem que que a gente pode ter a gente pode ter pessoas com autismo que não falam nunca falaram e talvez nunca venham a falar tem pessoas com autismo que nunca vão falar tem quem são essas pessoas pessoas com autismo que não Fizeram intervenção adequada pessoas com autismo com quadro de apraxia grave pessoas com autismo com deficiência intelectual Severa Então essas pessoas elas provavelmente não vão falar tem aquelas pessoas com
autismo que tem um atraso no aparecimento da fala ou seja São pessoas que falam mas começaram a falar atrasadas e começaram a falar com 3 5 9 12 tem um mito aí que apavora os pais os pais morrem de medo do tal do se não falou até 5 anos não vai falar isso É mito tá não não tem essa e de que ah se não falou até 5 anos não vai falar isso é mito mas é óbvio que quanto mais velha a criança vai ficando menor a chance de fala então assim a chance de fala
numa criança com autismo de intervenção precoce é muito maior do que numa criança que começa a intervenção com 9 10 anos e não e não fala então a chance de fala ela vai diminuindo a medida que a criança vai ficando mais velha e tem aquelas crianças com ativos Que falam mas com alteração na função comunicativa a gente tem crianças qualas que falam que falam super bem mas não consegue conversar de maneira fluida com outras pessoas elas até conversam mas geralmente conversam sobre tópicos do interesse delas igual esse menininho da matemática que chegou aqui né Ele
é super bom na matemática ele tem 4 anos faz contas de cabeça contas muito refinadas mas ele só conversa sobre Matemática ou seja ele fala mas ele tem uma alteração na função comunicativa porque ele não consegue conversar com as pessoas então a gente pode ter esses três um desses três fiz de comunicação em relação à interação social a gente tem um mito de que as pessoas com autismo não gostam de interagir isso muito é muito mais mito do que verdade na maioria das vezes as pessoas com autismo não interagem não é porque elas não querem
é porque elas não Sabem fazer isso e a gente vê três perfis de interação a gente vê pessoas com autismo que são isoladas mesmo então é aquela criança que a escola logo percebe que tem alguma coisa tá todo mundo brincando junto a criança com autismo tá à parte ou seja aquela criança que busca o isolamento né ela sai de perto das pessoas a gente tem aquela criança com autismo que é mais passiva ou seja ela não recusa a interação mas ela também Não busca é aquele menino que chega no seu consultório nunca te viu você
dá a mão para ele fala vamos entrar comigo ele entra com você super bonzinho mas assim ele não inicia a interação mas ele aceita que você se aproxime dele e tem aquelas crianças com autismo com perfil de interação que a gente chama de atípico é aquela criança com autismo que quer muito brincar com o colega mas que não tem repertório aí que que ele faz ele dá um tapa no colega e fica Esperando para ver o que que o colega faz E é aquele menino que você tá atendendo ele pega o copo d'água vira o
copo d'água no chão e fica olend sua cara ou seja é uma tentativa de interação mas é muito inadequado nos adolescentes a gente vê isso também nós estamos com um adolescente aqui que ele tava um temp para atrás ele tava muito apaixonado com a coleguinha tava com na época ele tava com 13 14 anos e ele tava muito apaixonado com a coleguinha E aí Ele chegava perto da coleguinha e soltava um pum e aí ela xingava ele e assim ia acontecendo o romance dos dois ou seja é é um tipo de interação ele tá tentando
interagir só que de maneira muito inadequada né ele conseguia a atenção dela com comportamento inadequado então a gente precisa tomar cuidado quando a gente fala assim ah as pessoas com autis não gostam de interagir pode pode ter pessoas com autismo que não gostam pode mas a Maioria não interage por falta de habilidade mesmo e é comum a gente ter perfis mais isolados mais passivos e mais atípicos lembrando que essa divisão é só didática tá gente não necessariamente é assim separadinho né Eh em relação aos comportamentos a gente vê com muita frequência Mania criança que tem
mania de cheirar as coisas criança dá uma lambidinha nas coisas criança que enfila lera as coisas né muitas Manias para algumas crianças a Gente tinha uma menininha aqui que até estudo de de de de casa do livro de habilidade básica ela tinha muita Mania e ela tinha umas maninhas chatas assim de tinha que calçar sempre a sapato esquerdo antes do direito se calçasse o Direito primeiro era 40 minutos de pirraça na hora que as pessoas estavam comendo na casa dela sabe o barulho quando a gente pega o talher encosta o talher no prato ele faz
um barulhinho que a gente nem percebe né mas essa Menina Ficava muito irritada quando alguém encostava o talher no prato então em casa ficava pai e mãe comendo em câmera lenta para não encostar o talher no prato porque a menina tinha essa mania de ficar de achar ruim toda vez que encostava o talher no prato então o que que é isso isso é mania né Eh eles têm uma tendência a manter rotina forte então Eh passar pelos mesmos lugares fazer as mesmas coisas né dificuldade de flexibilizar Então isso é muito forte Rotina é muito forte
e e essa tendência manter tem rotina tem muito a ver com inflexibilidade muito a ver com dificuldade de entendimento quanto mais baixo o entendimento maior a rigidez também e as estereotipias né estereotipias são esses movimentos motores que a criança faz quando tá feliz quando tá aflita né então estereotipia Eh por exemplo a criança tá eh animada ela ela balança né ou faz movimento atrás da cabeça estereotipia Tem infinitas eh estereotipia não é um problema eh é muito mais social né as famílias se incomodam porque às vezes a criança tá feliz pula todo mundo olha mas
assim pro desenvolvimento não faz muita diferença raramente faz diferença A não ser que seja uma estereotipia a criança se machuque por exemplo né a gente tinha uma um menininho aqui que ele tinha ele tinha um comportamento repetitivo de ficar fazendo eh batendo nas coisas né Então ele batia o dedo nas coisas e aí dava calo E sangrava aí esse esse é um é uma mania uma ipia que a gente eh teve que atuar para parar porque tava se machucando Mas no geral as estereotipias não não trazem nenhum problema não eh e aí quando a gente
fala em espectro do autismo a gente tem que lembrar o seguinte o que que eu posso ter eu posso ter uma criança com autismo que não fala com perfil mais passivo cheio de mania Ah posso ter uma criança que começou a Falar com 5 anos que era mais isolada mas a gente faz intervenção fica com perfil mais passivo Ela tem mania E tem estereotipia também eu posso ter uma criança que fala com um perfil de interação atípico aí mudou a medicação o menino ficou mais isolado aí depois mudou de novo a medicação ele ficou com
perfil mais passivo Aí a gente faz intervenção ele fica mais ativo de novo a interação fica atípica ele tem uma tendência forte a manter rotina e cheio De mania mas não tem muita estereotipia então esses sintomas aqui ó eles vão se misturando nas crianças por isso que a gente tem perfis tão variados de pessoas com autismo tá E lembrando gente que isso tudo que eu mostrei aqui muda com terapia a função da terapia deixa eu apaghar tudo aqui a função da terapia é ajudar a criança a eh a nessas dificuldades né ou seja dá repertório
para que a criança mude o perfil então eu posso ter uma criança que não fala e Começa a falar com terapia uma criança que começou a falar atrasada e a gente vai eh trabalhar para que ela fale melhor uma criança com alteração na função comunicativa que a gente melhora a função a criança que é isolada a gente trabalha para que ela aceite melhor interação então ISO tudo aqui ó a gente melhora com a terapia tá então isso isso não é uma coisa eh estática não certo alguns aspectos gerais aqui do autismo eh os sintomas de
autismo em geral Apresenta-se na criança antes dos 3 anos de idade isso isso é uma coisa muito importante lembra que eu falei com vocês que autismo é um transtorno do desenvolvimento ou seja os sintomas aparecem no desenvolvimento da criança aí a pergunta é Mas Camila fulaninho teve o diagnóstico com 34 anos pode ser autismo pode essa pessoa de 34 anos que teve diagnóstico de autismo ela teve o diagnóstico de autismo porque os Sintomas de autismo apareceram na infância então Eh são duas coisas diferentes sintoma de autismo sempre vai aparecer na infância mas o diagnóstico ele
pode ser realizado a qualquer momento da vida Tá certo então diagnóstico de autismo ele pode ser realizado a qualquer momento da vida mas os sintomas aparecem na infância e sintoma de autismo aparece até os 3 anos de idade sintoma de autismo e ele tipicamente não aparece depois dos 3 Anos de idade ah Camila mas eu tô atendendo um menino que ele teve vida normal E aí com 5 anos apareceu com sintoma de Altivo aí quando você receber uma criança que sintoma de autismo apareceu depois de tr anos você vai encaminhar a família para avaliação genética
porque pode ser outro transtorno sintoma de autismo não aparece e depois dos 3 anos aparece até os 3 anos e tem duas maneiras de sintoma de autismo Aparecer tem criança que já tem sintoma de autismo desde cedo que são aquelas crianças que lembra dos Marcos que eu mostrei para vocês no início da linguagem é a criança que nunca deu tchau a criança que nunca apontou nunca mandou beijo nunca bateu palma ou seja os sintomas estão lá desde bebê é um bebê que era muito irritado bebê com alteração de sono um bebê que não alinhava no
colo Ou seja a família relata sintoma de autismo desde sempre Desde quando o bebê começa a interagir né lá depois dos três meses a família percebe que esse bebê é diferente e então sintoma de autismo pode estar presente desde sempre e tem aquelas crianças que a literatura chama de autismo regressivo que são as que crianças que tiveram um período de desenvolvimento normal ou seja primeiro ano tudo bonitinho deu tchau mandou beijo apontou aniversário bateu palma falava palavrinha E aí entre 12 meses e 36 meses ou seja entre 1 ano e 3 anos a criança perde
habilidades e ela perde o quê habilidades de linguagem e interação era criança que falava e deixou de falar criança que apontava deixa de apontar a criança que atendia pelo nome Deixa de atender pelo nome mas o que que acontece Camila não sabemos né alguma coisa acontece no processo de desenvolvimento neurológico da criança que ela vai que ela perde habilidade faz diferença se autismo Regressivo ou sintomas estarem desde muito cedo faz quando você tem uma criança que tem sintomas de autismo desde muito cedo e a família começa a intervenção muito cedo o prognóstico É melhor então
tem esse ponto quando você tem uma criança com autismo regressivo e que a criança teve um período de desenvolvimento normal e aí ela começa a perder habilidade se a terapia começa na hora que a criança começa a perder habilidade a chance da Gente reverter a perda é maior então se eu tenho uma criança com autismo regressivo que demora muito a intervenção o prognóstico é pior então é tudo em autismo Depende muito da hora que intervenção começa quanto mais cedo a intervenção começa maior a chance da criança ter um desenvolvimento melhor tá certo então o primeiro
ponto em autismo é isso sintomas em geral apresentam-se na criança antes dos 3 anos de idade ou aparece desde cedo ou aparece dessa Forma que a literatura chama de autismo regressivo que é quando a criança vai perdendo habilidades gradativamente né E lembrando que perda em autismo é linguagem e interação social perda motora não é autismo então se a mãe falar com vocês assim ele andava e parou de andar não é autismo encaminha a família para uma avaliação genética Porque deve ser outra coisa tá bom outro ponto importante autismo afeta aproximadamente quatro meninos para cada Menina
vocês vão ver que durante as aulas eu falo muito assim os meninos ô menino por que que eu que a gente fala os meninos autismo porque a gente tem e e o azul né É É uma cor relacionada ao autismo por que que o azul é relacionado porque a gente tem muito mais meninos com autismo do que meninas com autismo por qu variável genética provavelmente mas quando a gente olha os estudos sobre genética em autismo a gente tem dezenas de Gen relacionado ao autismo mas a Gente tem muito mais meninos do que meninas com autismo
tem uma literatura muito recente indicando que e talvez a gente tenha mais meninas com autismo que estão subdiagnosticadas Porque as a sintomatologia de autismo nas meninas pode ser diferente dos meninos porque as meninas socialmente elas são melhores do que os meninos mas as meninas TM mais manias do que os meninos mas essa literatura que fala que talvez a gente Tenha tantas meninas quanto meninos não é consenso O que é consenso na literatura que a maioria dos estudos indica é que a gente tem muito mais meninos com autismo do que meninas com autismo só para vocês
terem uma ideia aqui no sei atualmente a gente deve tá atendendo mais ou menos uns 120 pacientes desses 120 se a gente tiver umas 15 meninas é muito a gente eh nos nossos pacientes são predominantemente meninos então a gente de fato tem muito Mais meninos com autismo do que meninas com autismo eh tinha um outro mito de que as meninas com com autismo eram mais comprometidas do que os meninos mais graves do que os meninos com autismo que não é verdade também a gente tem meninas com autismo de nível de suporte um dois e três
assim como os meninos né a diferença que a gente vê é essa que as meninas socialmente elas são melhores que os meninos com autio elas TM um repertório Melhor outra coisa importante raramente autismo vem sozinho autismo no geral vem acompanhado de outros transtornos e esses transtornos Associados a gente chama de comorbidades comorbidades é autismo com alguma coisa então é muito comum a gente ter autismo e Déficit de Atenção autismo eatividade autismo e epilepsia mas a comobidade mais frequente no autismo é a deficiência intelectual 1/3 praticamente das pessoas com autismo eh de acordo com O CDC
norte--americano que é o centro de de controle de doenças dos Estados Unidos a estimativa deles é que 1/3 da população de pessoas com autismo tem deficiência intelectual associada e eu posso dizer para vocês que no Brasil a gente tem mais pessoas com deficiência intelectual do que 1/3 porque a deficiência intelectual tá muito relacionada também ao tipo de tratamento quando a criança com autismo tem intervenção eh eh intervenção que não Não é adequada e nem intensiva tem uma chance boa de ter deficiência intelectual associada pela estimulação inadequada assim como criança e eh não só as crianças
com auti criança típica também criança típica mal estimulada você vai ter atraso de desenvolvimento de deficiência intelectual né Eh as crianças com autismo elas requerem mais do que as crianças típicas E aí quando elas não têm a assistência adequada a chance de ter deficiência intelectual Associada é muito maior Então a gente tem que lembrar que autismo nunca vem sozinho tá no geral ele vem com com morbidades e a mais frequente é a deficiência intelectual deficiência intelectual é um negócio que gera muita angústia nos familiares nos pais é muito comum os pais as mães me perguntarem
Camila meu filho tem deficiência intelectual aí eu explico pros pais o seguinte deficiência intelectual é só um nome assim como autismo né a deficiência Intelectual ela não é indicador de limitação ela é indicador de dificuldade é só a gente pensar nas pessoas com a síndrome de da a síndrome de dal ela é caracterizada pela deficiência intelectual ou seja todas as pessoas com síndrome de dal tem deficiência intelectual e as pessoas com s deid elas fazem coisas incríveis né Elas muitas pessoas Independentes se casam eh a gente tem atores com síndrome de dal né pessoas professores
com cí de dalal Então assim a deficiência intelectual Ela não é uma limitação Ela ela diz de uma dificuldade então é importante alertar isso pros pais também porque isso gera muita angústia nos pais de crianças com autis então a deficiência intelectual Apesar de muito frequente ela não necessariamente é é um indicador de limitação E aí pergunta né de milhões Que que causa autismo não sabemos a literatura caminha para múltiplas causas e talvez por isso que a gente tenha Perfis tão variados de pessoas com autismo então a gente não sabe exatamente o que causa autismo tem
fator de genético tem porque é comum né numa mesma família você tem quem tem um filho com autismo a chance de ter um segundo filho com autismo é de 30 a 40% maior do que da população em geral Ou seja é muito é relativamente comum na mesma família você tem mais de um filho com autismo ou às vezes a criança tem um diagnóstico com autismo aí depois o pai É diagnosticado com autismo então autismo tem múltiplas causas eh tem fator genético mas quando a gente olha ali literatura sobre genética no autismo tem dezenas de genes
relacionadas ao autismo tem fatores ambientais Com certeza quais um monte de fatores ambientais que a gente não consegue eh determinar Um só né então autismo tem múltiplas causas então a gente não tem muita eh certeza do que que causa autismo e isso é um problema quando a Gente fala em autismo ter múltiplas causas a gente tem um problema para fazer diagnóstico porque o diagnóstico de autismo ele não é um diagnóstico preciso E aí vocês vão ter que ficar muito atentos em relação a isso Por quê Toda vez que a gente recebe um paciente que vem
com diagnóstico de autismo não necessariamente aquele paciente tem autismo por quê o diagnóstico de autismo não é um diagnóstico preciso a gente não tem um Exame que dê autismo Com certeza é um diagnóstico de probabilidade como é que o médico faz o diagnóstico de autismo primeira coisa diagnóstico de autismo é médico né Eh profissional de Psicologia te fono pode auxiliar no diagnóstico pode mas quem fecha o diagnóstico é o médico Porque alguns exames só o médico pode pedir por isso que a gente fala que o diagnóstico de autismo é médio eh o o o diagnóstico
de autismo ele é Feito da seguinte maneira o médico escuta a família observa o desenvolvimento da Criança pode pedir algumas avaliações em rel Ele vê tudo exclui tudo que fica é autismo Ou seja é um diagnóstico feito por exclusão porque a gente não tem um exame que você faça na criança que te dê de maneira objetiva que aquela criança tem autismo é diferente por exemplo com diagnóstico de sindrome de da vocês sabem como é que que a gente que a gente Sabe que a criança tem síndrome de dal como é que é feito o diagnóstico
de síndrome de dal não é olhando a criança pelas características o diagnóstico de c de da é o diagnóstico genético né A criança nasceu você desconfia que ela tem CME de da o médico pede um exame genético e aí se a criança tem alteração no 21 cromossom 21 é síndrome de dal Com certeza você não tem dúvida do diagnóstico mas no autismo não é assim por isso que autismo é um transtorno eh Com diagnóstico muito sujeito a erro e aí começam os mitos de saiu do espectro cura de autismo né o sair do espectro é
muito mais eh erro de Diagnóstico do que eh sair do espectro uma pessoa que tem autismo gente ela vai ter autismo por toda a vida o que acontece é que as terapias elas diminuem a gravidade do quadro então você pode ter uma pessoa com autismo de nível de suporte três na infância e e ela ela faz terapias adequadas por muitos anos e ela chega na Idade adulta de nível de suporte um ou seja mais independente isso pode acontecer pode acontecer mas a cura do autismo ou sair do espectro isso não acontece toda vez que a
gente vê o sair do espectro é muito mais erro de Diagnóstico do que sair do espectro quais diagnósticos que se confundem com autismo transtorno de linguagem Às vezes a criança tinha só um transtorno de linguagem que é muito mais fácil de resolver de melhorar o desenvolvimento Da criança faz as terapias Bonitin começa a falar som sintoma de autismo som porque nunca teve né porque ela tinha na verdade era transtorno de linguagem tem dos aspectos importantes é isso E aí a gente vai agora para falar um pouquinho de prevalência de autismo prevalência prevalência é o número
de casos na população quando a gente olha os estudos os números são controversos e eh controversos no sentido de que cada país às vezes aonde Dependendo de onde o o estudo é realizado a gente tem números maiores ou menores Estados Unidos número de autismo é muito grande a gente tem usado inclusive aqui no Brasil como referência o CDC norte--americano CDC é o centro de controle de doenças norte--americano e no ano passado o CDC indicou um caso de autismo a cada 36 pessoas no Brasil aí eu peguei os dados de IBGE de 2022 a nossa população
é essa Aqui né se a gente pegar a nossa população e fazer porque a gente não tem estudo de prevalência no Brasil nós não temos né a gente não sabe ao certo o número de casos de autismo No Brasil se a gente pegar um caso a cada eh 36 pessoas essa relação do CDC a gente teria no Brasil mais ou menos entre 5 e 6 milhões de pessoas com autismo no Brasil isso é muita gente só para vocês terem uma ideia aqui em Belo Horizonte né Eh a gente tem mais ou menos 2 Milhões e
me de pessoas em Belo Horizonte então seriam duas capitais né duas Belo Horizontes de pessoas com autismo no Brasil é muita gente muita gente então nós estamos falando de uma população eh com muita demanda por isso que vocês estão aqui na na na especialização eu imagino que muitos de vocês não trabalhavam com autismo não tinham essa demanda toda e viram nos últimos tempos a demanda de autismo crescer enormemente Aí a pergunta é a demanda Cresceu mesmo ou é só impressão Nossa a demanda cresceu aí eu vou mostrar para vocês essa tabela tá lá no site
do CDC norte-americano e aqui eh mostra como que a prevalência de autismo e aumentou nos últimos 20 anos eu comecei a trabalhar com autismo em 30 de Agosto de 2000 quando eu comecei a trabalhar com autismo a prevalência era de um caso a cada 150 pessoas certo a medida que os anos foram Passando Ó o que que foi acontecendo ó 2002 um caso a cada 150 um a cada 125 CCO aí os anos os anos passando Ó uma a cada 100 uma a cada 88 uma a cada 68 uma a cada 69 59 54 44
um a cada 36 então o que que a gente tem em 20 anos a gente sai de um caso a cada 150 para um caso a cada 36 pessoas o que é assustador quando eu comecei a trabalhar aqui em 2020 eu contava paraas pessoas que eu trabalhava com autismo ninguém Sabia o que era era muito engraçado assim porque eu ia na minha família falava assim aí eles perguntavam Ah você tá trabalhando com qu Ah eu trabalho com pessoas com autismo aí as pessoas achavam que era síndrome de dal que era a mesma coisa então era
muito comum assim eu lembro na minha família passando férias passava uma criança com cinema de Down na rua aí eles falavam ass ah os meninos que a Camila trabalha aí eu aí eu tinha que explicar a gente Cinema de Down não é a mesma coisa mas aí deixava para lá as pessoas não não conseguiam diferenciar porque elas não não conheciam pessoas com autismo né hoje qualquer lugar que você vai tem uma pessoa com autismo você você entra no elevador você vê uma criança com celular na mão fazendo estereotipia autismo eh Ontem eu fui na casa
de de uma amiga e aí eh Bati a campainha no que eu batia campanha e ouvi o barulhinho da casa do vizinho aqueles barulhinho típico de Autismo mesmo né aqueles I aqueles barulhinho que eles fazem né aí você escuta o barulhinho você pega um Uber Aí você conversa com o motorista Ah tô trabalho com pessoas com autismo Ah eu tenho um filho com autismo eu tenho sobrinho com autismo todos os lugares que você vai tem pessoas com autismo então nós estamos falando de uma demanda muito grande Isso significa que o serviço de saúde eh todo
mundo que trabalha nessa área né com transtorno Desenvolvimento vai receber um paciente com autismo quem trabalha com educação vai ter um aluno com autismo eh as pessoas com autismo elas elas estão em todos os lugares então todo mundo que trabalha na área da saúde educação eh enfim né e e outras áreas áreas de lazer Turismo né os shoppings eh a gente tem demanda às vezes eh de palestra de orientação para para contextos muito variados né assim Shopping Clube nós já tivemos uma uma vez eu dei um palestra Pro pro minas que é é o Minas
Tênis Clube aqui em Belo Horizonte né que é famoso para formação de nadadores no Brasil né lutadores de de judô e tudo eh eu Uma vez dei dei palestra pra equipe do Minas porque eles estavam recebendo né e pessoas atletas com autismo também então Eh nós estamos falando de população muito grande por isso por isso que justifica essa especialização por isso que vocês estão aqui porque a demanda para autismo é muito grande e eh Pelo que a gente observa aqui ó a tendência não é de queda né Nós estamos vendo uma tendência de alta de
casos de autismo O que é um pouco assustador n se me assusta um pouco porque um a cada 36 é muito frequente né é muito eh a chance da gente encontrar com uma pessoa com autismo é muito grande então Eh por isso que que cabe né a gente eh se especializar e atualizar porque é uma demanda que não vai diminuir pelo menos eh por Agora Ah deixa eu ver que aqui ó o site ó depois quem quiser dar uma olhada é o site do CDC norte-americano o site do CDC norte-americano ele é muito legal porque
tem eh números de prevalência né algumas análises muito interessantes sobre autismo nos Estados Unidos e aí a gente acaba fazendo um paralelo aqui paraa população brasileira Então esse é o site eh deixa eu ver aqui que que a gente faz são 88:10 deixa eu ver se a gente para Agora acho que a gente podia dar uma paradinha agora ficou alguma dúvida gente tem alguma dúvida não então vamos fazer o seguinte Eh vamos dar uma parada Agora vou dar uma paradinha de uns 25 minutinhos a a gente volta são 8:10 a gente volta 8:35 eu começo
a falar 8:30 eu começo a organizar 8:35 a gente volta eh não precisa sair da sala né para não ter dificuldade para voltar e a gente já retoma pode ser então tá Então Até já aqui n