que saudade de você momento de maior audiência do rádio 100 mil inscritos 100 mil inscritos agora nossa meta é chegar aos 150 mil e você vai nos ajudar a chegar lá e todas as vezes que você se inscreveram todas as vezes que um parente ou familiar um amigo se inscrever peça para acionar o sininho e não esqueça também de acessar o site clube da amizade ponto ele correia a ponto com um ponto br e conhecer tudo que o clube da amizade faz pelas pessoas mais carentes e na carta que saudade de você no nosso canal
no youtube ele correia oficial água do com sede em quero água conheci você n correia através do youtube e o seu canal ele corria oficial resolvi pesquisar mais sobre suas narrativas sobre as histórias que você leva ao youtube e gostei muito gostei demais gostei bastante quando eu tinha 15 anos aconteceu comigo uma experiência única posso dizer assim até mesmo sobrenatural uma experiência que viria a marcar o resto da minha vida tudo começou quando nós nos mudamos para uma casa localizada na lapa meu pai era caminhoneiro na época hoje ele já está aposentado e não trabalha
mais na profissão mas naquela época meu pai trabalhava ea gente vivia mudando com a época ele estava em uma determinada cidade trabalhando numa empresa no outro tempo estava em outra cidade trabalhando numa outra empresa de transportes e foi difícil difícil mesmo eu terminar a escola mas consegui quando saímos do amazonas para morar aqui em são paulo viemos porque papai havia recebido uma boa proposta uma proposta de uma vida muito melhor na capital de são paulo eu a princípio não gostei primeiro porque os meus estudos foram interrompidos segundo lugar diferente pessoas diferentes e eu confesso que
eu não era uma garota tão sociável assim e fora os amigos porque você mora no lugar você tem seus amigos suas amigas foi difícil me acostumar em são paulo foi difícil me acostumar aqui então quando completei 15 anos lá no amazonas meu pai anunciou que tinha recebido uma proposta para fazer um serviço em são paulo que iria durar mais ou menos um ano mas não viajaria pegando estradas ele pegaria as encomendas e as entregaria nos lugares dentro de são paulo capital ea cada encomenda que ela que ele entregasse cada encomenda dessa empresa que ele levava
até o seu destino ele ganhar ia 1 x reais e podia fazer até três entregas ao dia e ele como sempre foi excelente motorista conseguir realizar essas entregas assim até com facilidade meu pai trabalhava na barra funda e nós morávamos na lapa numa casa um pouco apertada mas tinha garagem para um carro onde meu pai deixava o seu velho chevette e todas as manhãs tirava o carro da garagem o seu chevette ia para o trabalho na barra funda nos dois primeiros meses eu não tinha o costume de me levantar para beber água durante a noite
porém eu levava uma garrafinha para a escola ea deixava na minha mesa para eu não ter que sair da sala pois eu era muito tímida muito acanhada e acabei pegando esse costume estivesse em qualquer lugar que fosse principalmente à noite eu ficava com a minha garrafinha de água sempre do meu lado inclusive na hora de dormir ficava ali no lado da minha cama no criado-mudo nesta casinha que morávamos da lapa eu tinha um quarto só pra mim mas era um quarto pequeno dividido apenas por uma cortina do outro quarto que era o quarto da minha
mãe e do meu pai em uma certa noite passei a perceber que a minha garrafinha de água ficava sempre meio vazia eu acordava para tomar água o acordava para ir ao banheiro eu comecei a desconfiar que a minha mãe era quem bebia minha água mas ao mesmo tempo eu achava estranho pois a minha mãe dormia feito uma pedra e meu pai chegava também cansado à noite e não ficava atrás dormia pesado e como sou filha única achava estranho esse acontecimento meu pai dormindo pesado minha mãe dormindo que nenhuma pedra de madrugada eu ia beber água
a água da minha garrafa sempre pela metade a minha garrafa minha garrafinha de água sempre pela metade como tinha dificuldade em acordar de madrugada para ver quem de fato estava tomando a minha água então eu fiz diferente na aula de educação física eu fiquei dormindo durante a aula que não é uma aula obrigatória ou não era uma aula obrigatória eu fiquei dormindo durante a aula de educação física eu não fiz a educação física fiquei dormindo já que era uma aula livre a gente podia fazer o que quisesse e então preferi dormir quando cheguei em casa
ao meio-dia e meia cheguei da escola eu dormir mais um pouco ea noite com certeza eu não iria ter muito sono e finalmente descobriria quem andava tomando a minha água a mesma garrafinha que o levava para a escola era uma garrafinha que o levava sempre comigo nos lugares nos lugares onde eu estivesse e era mesmo a garrafinha d'água que eu colocava no meu criado mudo na hora de dormir mas nesta noite eu pensei dormir na escola dormiu um pouco à tarde agora não tem jeito eu vou saber quem é que anda tomando a minha água
se o meu pai ou a minha mãe mas como a minha mãe dorme que nenhuma pedra como meu pai dorme muito pesado eu quero ver quem é que anda tomando a minha água e quando por volta das 22 e 30 o meu pai chegou ficou acordado até mais ou menos meia noite a minha mãe já estava dormindo esperei mais ou menos uma hora e o meu sono começou a vir mas assim mesmo eu tentava lutar pra não dormir sabe eu queria saber se era meu pai eu era minha mãe talvez quem sabe sonambulismo sonâmbulo né
de repente uma pessoa tenha essa coisa de ser seu novo acorda domingo faz as coisas sem saber eu não sei eu queria saber quem tomava a minha água e é quando de repente eu tô quase dormindo eu estou me esforçando para não dormir meu pai tá dormindo pesado minha mãe tá dormindo que nenhuma pedra uma mulher baixinha bem velha chico se abaixou e pegou minha garrafinha d'água e começou a tomar tomou até a metade e colocou de volta em cima do criado mudo eu fiquei com tanto medo mas tanto medo que eu soltei um grito
o que acabei acordando os meus pais assustados quando os meus pais acordaram com o meu grito foram correndo para ver o que tinha acontecido comigo que aconteceu o que aconteceu eu não conseguia falar eu fiquei em estado de choque eu fiquei meio que rolando as palavras e apontando pra garrafinha que estava na metade a garrafinha que estava ali ó pela metade metade de água metade de água mamãe sem entender nada sem entender nem meu pai o que está vendo que tem a garrafinha com metade recebeu alta mas não sou eu não bebi col como o
corpo não bebeu se a garrafa estava cheio na metade você bebeu talvez se tivesse dormindo e nem percebeu não não uma velhinha uma galinha ela é igual ela pegou a garrafa de água mamãe fez rapidamente um chá para me acalmar meu pai sem entender o que eu queria dizer sem entender o que estava falando afinal o que aconteceu por que você está tão nervosa que está acontecendo com você foi quando depois de ter tomado o chá que minha mãe preparou que eu fiquei mais calma e comecei a contar o que tinha acontecido que tinha visto
uma mulher bem velhinha como a espécie ed uma roupa preta um véu preto no rosto sabe mas muito velha muito velhinha mesmo baixa estatura baixa e que chegou pegou minha água e bebeu eu disse que não conseguir ver quem era mas era assustadora o meu pai desconversou falando que eu tinha tido um pesadelo minha filha alma se acalma olha você teve na verdade foi um pesadelo o que você está dizendo não é real minha filha não é real olha eu vou pedir pra sua mãe preparar mais uma água com açúcar e foi o que minha
mãe foi na cozinha preparou mais uma água com açúcar agora e e me acalmei de vez e falei pra eles então tá tudo bem eu acho que foi um pesadelo mesmo mas antes de voltar pra cama eu intrigada perguntei pai mas quem bebeu então a minha água a minha garrafinha de água pela metade quem bebeu meu pai desconversou então perguntei pra minha mãe mãe então o que aconteceu se foi um pesadelo se não foi nada disso que eu vi o imã eu imaginei então quem foi que bebeu a minha água a minha mãe pensativa preocupada
comigo disse que no outro dia falaria sobre isso vamos conversar amanhã sobre isso vai descansar deita o teu pai têm que trabalhar amanhã tem também voltar a dormir eu também e de fato no outro dia ela me falou de algo que me deixou assustada que naquela casa embora não se tivesse falado nada havia morrido uma mulher naquela casa morreu uma mulher os vizinhos tinham falado pra mamãe que essa mulher era muito ruim é uma velhinha de fato baixa baixinha incapaz de dar um copo d'água pra quem quer que fosse ela não dava nada pra ninguém
sovina miserável incapaz de dar sequer um copo d'água para alguém que vive se morrendo de medo perguntei então a minha mãe o que fazer e ela disse que eu tivesse calma que embora realmente tivesse morrido sua mulher ali naquela casa mas não quer dizer que ela tivesse aparecido o que talvez sabemos lá uma impressão minha realmente talvez tivesse sido um sonho um pesadelo mas que não tivesse medo rock o dia passou e quando chegou a noite eu resolvi não levar a garrafinha de água pra perto da minha cama nesta noite eu não queria correr o
risco não queria passar pelo medo que eu tinha passado na noite anterior só que antes eu tivesse levado a garrafa de água antes eu tivesse levado e colocado ali no meu criado mudo o fato de eu não ter feito isso acabou por eu ter uma experiência das piores em toda minha vida uma experiência que me traumatizou e até os dias de hoje eu tenho recordações daquela noite demorou para eu pegar no sono preocupada com o que tinha acontecido na noite anterior mas a minha mãe ali do lado da linha a pouco meu pai chegou e
eles ainda acordado aproveitei que eles ainda estavam acordados e o procurei dormir e de fato quando eu dormir eu comecei a sonhar a sonhar com aquela mulher aquela mulher vinha até perto da minha cama se abaixava chegava bem próxima de mim e quando eu olhava bem no seu rosto bem nos seus olhos na verdade nem olhos tinha era uma caveira não tinha olhos eram 12 buracos profundos e ela procurando a água procurando a garrafinha que eu não levei nessa noite eu não quis correr o risco de ter aquele sobressalto não quis correr o risco de
ter aquele que lhe medo aquele susto eu não levei nessa noite a garrafinha d'água mas essa mulher procurava procurava procurava e procurava o haka rafinha de água a grávida que eu não levei eu não levei nessa noite e nesse meu sonho ela procurava procurava quando então ela olha bem para mim e pergunta cada é a minha água [Música] cadê a minha água e começou a me sufocar apertar meu pescoço e eu não consegui acordar então comecei a me bater na cama gritando pedindo por nossa senhora aparecida pedindo por jesus cristo por deus por todos os
santos que me ajudasse que fizessem aquela coisa parar quando de repente aquela velha solta um grito no meu rosto há um barulho estridente que nunca vou me esquecer e saiu como que flutuando de costas sem tirar os olhos de mim fui acordada pelos meus pais e eles falaram que eu ficava que eu estava me debatendo na cama e gritando e o que estava acontecendo dessa vez eu contei o que tinha acontecido o sonho tão real que eu tive meu pai mais uma vez desconversou e disse que eu estava vendo muito desenho estranho na tv muito
filme esquisito é não apropriado para mim e que eu não eu não assisti mais televisão pelo menos por um tempo antes de dormir porque o que eu estava vendo é que estava mexendo com o meu psicológico minha mãe ao contrário acreditou em mim e disse fica tranqüilo da filha eu acredito em você e vamos resolver isso no dia seguinte ao chegar na escola eu estava apertada para ir ao banheiro quando me olho no espelho eu levo um susto tão grande havia marcas de mãos no meu pescoço eu fiquei constrangida e ao mesmo tempo apavorada chamei
uma amiga e contei o que tinha acontecido olha o que é o que ouve o que está aqui olha no meu pescoço ela que tinha um cachecol por sorte na mochila me emprestou para que o cobrisse aquela aquela marca a marca de dedos de mão quando terminou às aulas e eu cheguei em casa a primeira coisa que eu fiz foi mostrar pra minha mãe as marcas do meu pescoço e ela ficou realmente preocupada e disse para irmos ao meu quarto que lá era um lugar onde as coisas realmente estavam acontecendo e no meu quarto começamos
a orar orar muito oramos aquela tarde toda aquela tarde inteira e pedimos para que aquela alma fosse para a luz e prometemos que sempre deixaríamos um copo de água na cozinha durante toda a noite enquanto nós morássemos ali nós deixaremos um copo de água na cozinha não no quarto na cozinha ficamos sabendo dias depois através de uma vizinha da rua das mais antigas do bairro detalhes sobre o que tinha ocorrido naquela casa disse a vizinha que aquela casa era de uma mulher que tinha duas filhas eo marido mas que ela era muito má muito má
tanto com o marido como com as duas filhas batia tanto nas filhas que arrancava sangue e ai do marido se ele se intrometer se ele não podia falar nada que se não também apanhava a mulher diz que era ruim sangue ruim era muito má mesmo um dia foi descoberto um câncer nesta mulher o que a deixou muito debilitada e foi parando de andar foi parando de se movimentar parando até que não conseguia mais se locomover foi quando então marido e as filhas a abandonaram fazendo com que ela passasse sede sede e fome e nunca mais
foram vistos semanas depois a casa começou a exalar um cheiro muito forte um cheiro forte demais ea polícia foi chamada quando a polícia chegou a mulher já estava em estado avançado disse mú de decomposição de putrefação a casa ficou fechada por muito tempo até que a dona decidiu colocá-la para alugar novamente dizem que o pessoal que morou ali via vultos copos eram derrubados do chão muitos não ficavam ali dizendo que a casa era mal assombrada por sorte quando descobrimos essa história meu pai falou que já estava cansado da empresa ali na barra funda e que
ea voltar à antiga profissão dele de caminhoneiro e viajar o brasil fazendo transporte de cargas até porque o antigo chefe dele queria muito que ele voltasse porque sempre foi dito que motorista igual ao meu pai não existia pouco tempo depois já saímos daquela casa e estávamos morando em são carlos interior de são paulo onde estamos até hoje graças a deus aqui estamos muito felizes nossa parte econômica melhorou bastante e desde então eu não deixo de ir à igreja um domingo sequer um legado do medo que passei naquela casa ali no bairro da lapa graças a
deus a minha mãe e graças à oração a fé eu venci quando lembro daquela figura horrível horripilante hoje praticamente não tenho mais medo que o espírito daquela velha e todos os espíritos que não descansam em paz encontrem o caminho da luz e possam descansar na paz do senhor eu regina almeida de são carlos para a sessão que saudade de você [Aplausos] cadê a minha água [Música] cadê a minha água [Música] háháhá mais uma história que a vida ou além escreveu que saudade de você [Música]