Eu acredito que a gente é um dos criadores do YouTube brasileiro que mais fatura. Estamos aqui, cara, para entregar todo o ouro. >> Cara, eu acho que de conteúdo empresarial de YouTube, vocês são 01 agora. Muita gente não conhece meu conteúdo, mas nós temos mais visualização que o Flow e que o PP. >> Eu acho que isso é uma coisa interessante que a galera não sabe que YouTube pode ser um negócio. E aí, uma dúvida que eu tenho, sou empresário, eu quero começar um canal no YouTube para minha empresa. Qual caminho que vocês seguiriam, velho?
>> Eu acho que toda empresa pode e consegue criar um canal do YouTube. Agora, toda empresa deve criar um canal do YouTube. Eu já não acho. >> Hoje eu tenho um negócio que ele me paga mais ou menos R$ 100.000 por mês, que eu não faço nada. simplesmente distribu dos Caras. >> Juro pr você que eu tô tendo uma perspectiva bem diferente aqui já nesses 10 minutos de podcast. >> Que que vocês acham que fez o canal ir tão bem? Por que que vocês acham que vocês pegam [música] tanto view, centenas de milhares de view
num conteúdo de nicho de certa maneira, né? Poucas pessoas entendem que existe storytell num vídeo de entrevista. Pouquíssimas pessoas entendem isso. >> Hoy Hunters Hunters, o podcast de marketing growth da [música] V4 Company. >> V4 Company. Hum. Estamos começando mais um Roy Runters e hoje eu tenho um episódio que ele é feito para mim. Você vai ter a honra de escutar. Na verdade, eu queria era tomar um café com eles e eu falei: "Ah, como que eu vou fazer para esses caras me ouvirem?" Ah, eu lembrei que eu tenho um podcast com 50.000 inscritos e
que tem mais ou menos 10.000 views por episódio. Falei: "Cara, Tem uma oportunidade aqui. Então, se eu interromper, se eu arrumar alguma confusão aqui, problema meu. Se você comentar, eu vou deletar seu comentário, mas você tá convidado a escutar aí e ver e aprender um pouco sobre YouTube. Nós vamos trocar uma ideia sobre YouTube. É uma coisa que eu tô muito curioso recentemente. Eu já tô aí chegando a meus 500.000 inscritos no YouTube e eu quero investir cada vez mais nisso. E, pô, eu quero ver como que a gente pode Fazer disso um negócio, uma
empresa de fato, principalmente em era de founder LED growth, né? Por isso estamos com João Curry e André Pessoa, que são dois caras que, cara, acho que de conteúdo empresarial de YouTube vocês são 0 agora, talvez em termos de views. >> Em termos de alcance, sim. É, é, é um prazer táar aqui inclusive. Fernando, obrigado pelo convite. Eh, acredito que a gente vai conseguir entregar um conteúdo muito interessante e estamos Aqui, cara, para entregar todo o ouro >> animal. Ó, gostei. Já começamos, começamos bem. >> E, cara, sem entrar muito em história e tal, porque
eu acho que isso já tem bastante até no Flow, né? Você fez o episódio lá do Flow, que curiosamente você teve uma coisa que eu falo que é >> muito raro, tem muito cliente de consultoria de conteúdo, eu falo: "Cara, você nunca vai viralizar no primeiro vídeo, mas tá tudo bem, você viralizou No primeiro". >> Cara, eu viralizei >> abençoado, né, cara? >> Isso é, mas assim, em partes, né? Porque se eu falar que eu viralizei no primeiro vídeo é até injusto, porque antes daquele primeiro vídeo eu já tinha trabalhado criação de conteúdo, já tinha
vendido curso. Então eu criei é conteúdo para outros outros nichos por muito tempo ali. Foi antes de eu soltar o primeiro vídeo viral, eu já tinha Postado mais de 50 vídeos no YouTube. Só que >> Tu é filho do Érico também, né? >> É sim. Érico Rocha. É, >> eu também sou filho do Érico. É, >> é 2018, 2017, 2018. Então, >> foi entrei também. >> É. E aí capaz de da mesma turma. >> É total. [risadas] >> Aí eu comecei a vender curso e >> Mas diferente que eu era lançador CLT. Como assim? >>
Eu era lançador da XP Investimentos. Eu tava, eu era CLT, tipo assim, eu era um lançador da XP Investimentos, aí virei lançador do Infomânia, aí virei lançador da Exame. Tipo, eu sempre fui um lançador CLT. Pensou tua agência >> ganhava comissão, ganhava comissão, mas era CLT, entendeu? Tipo CLT mesmo, não é? Tipo qualquer tinha carteirinha assinada lá com salário e tal e aí o eu ganhava um percentual dos lançamentos, juntava tudo no final do ano, eles me Pagavam uma bolada. Eu enriqueci com lançamentos, mas foi na CLT. Tanto é que eu falo que eu fiquei
milionário com CLT. Curiosamente, que a galera fala que é impossível, né? >> É porque geralmente o o tem o produtor e tem o o expert, então geralmente é uma sociedade ali, né? Tipo assim, >> então o é como se o expert fosse a a exame. Não, mas a minha comissão era bem menorzinha, mas exame fazia centena de milhão. >> Sim, melhor. >> Legal. Mas é isso daí eu tive, desculpa, mas eu tive essa >> desculpa interromper lembro. [risadas] Falei para vocês que ia ser o episódio, ia ser assim hoje. >> Não, só vou te terminar
de responder porque algumas pessoas pode ter essa impressão errada que eu veralizei no primeiro vídeo, mas de fato não foi o primeiro vídeo, eu só o primeiro vídeo daquele canal naquele formato. Ponto. >> Tá, vamos começar a entrar nas paradas aqui que é o seguinte, cara. Eu queria entender um pouco qual que é a lógica do seu YouTube hoje, que que vocês estão fazendo. Então, principalmente modelo de negócio. Eu acho que isso é uma coisa interessante, que a galera não sabe que YouTube pode ser um negócio. Tudo bem que o Mr. Beast agora começou a
popularizar que é possível ficar rico produzindo conteúdo. Acho que a galera tinha muita cabeça do influenciador que Vem de puble e não do empresarial. Mas eu queria fazer meio que o case do negócio de vocês. Então, hoje vocês têm um canal no YouTube, que mais que vocês têm, como que vocês monetizam? Qual que é a estratégia por trás do canal? Eu queria meio que decupar o queijo de vocês. Perfeito. >> Perfeito. Eh, eu vou começar depois. Continua >> nosso modelo de negócio hoje vamos falar do currimia que engloba o canal. É, >> esse é o
nome mesmo, CRIA. >> Curídia é o nome da nome da empresa. >> Legal. Bom, bom nome, bom nome. >> E então falando ali do canal, hoje nossos nossos nossos braços que a gente consegue gerar receita é publicidade, >> que é o patrocínio, que é o principal, infelizmente. A gente quer mudar isso esse ano, inclusive quer trazer produtos próprios. Eh, a gente já tem produto próprio que é outro braço, só que é muito que é o produto próprio >> a gente tem uma, eu, eu tinha um curso que era de networking, que eu parei de vender,
mas recentemente a gente tem uma mentoria que a gente dá para alguns players, só que é muito seleto, não é uma coisa que a gente sai oferecendo. Então, alguns empresários que a gente vai entrevistar, eles demonstram interesse e a gente vende uma mentoria um a um para eles. >> Legal. E além disso, a gente também fez uma masterclass recentemente. E é algo Que a gente, mais uma vez, a gente quer voltar, a gente quer voltar, não, esse ano a gente quer mudar essa balança, então a gente quer diminuir a receita gerada por publicidade e aumentar
de produto próprio. >> Por quê? >> Porque dependendo de publicidade você deve saber, não é algo legal. >> Eu gosto. >> Você gosta? >> É, eu sou o contrário disso aí. Eu tô Querendo cada vez mais dinheiro de publicidade. >> Olha que curioso, >> cara. Porque eu sinto que do meu lado a produção da audiência é a parte do trabalho que eu gosto mais. Então construir audiência faz parte o trabalho que eu gosto mais. Publicidade é um dinheiro com uma margem absurdamente alta e muito limpo e que se você fizer bons deus de publicidade você
consegue construir um negócio muito bom Disso aí. Então hoje a a o maior dinheiro que existe no mundo inteiro é venda de publicidade, né? O negócio de mídia é de 1 trilhão de dólares. Então pensa, o Google vende o quê? Publicidade. O Facebook vende o quê? publicidade. Ah, o iFood vende publicidade. Se você for pensar, o iFood ele vende >> eBalls, né? Então é o dinheiro mais limpo que tem. O negócio todo é que eu quero que a minha publicidade seja cada Vez mais proprietária. No sentido de quê? Eu não quero depender do YouTube e
do Facebook. Eu quero ter meus canais próprios, eu quero ter o WhatsApp do cara, eu quero ter o e-mail do cara, eu quero ter mais possibilidade de ter um eBall próprio e os dios de publicidade serem cada vez menos dinheiro fixo e cada vez mais no resultado. Então, por exemplo, em vez de vender, cara, me dê R$ 20.000, R$ 1000, eu faço um real seu. Faz o seguinte, me dá 50% de tudo que eu Vou vender e aí eu quero no LTV. Então, se eu ganhar no LTV, eu posso ficar com esse cara para sempre
e eu não preciso de ficar tocando n produtos. Eu consigo rentabilizar minha audiência, que é mais de 1 milhão de pessoas, que tem gente que tem interesse de tudo. Por exemplo, eu vendi mais de R milhão deais de camiseta básica. Cara, eu vou abrir uma empresa de camiseta básica? >> Não, né? Sim. >> Então, eu quero ir muito mais nesse Sentido. E o Cariani que mudou minha cabeça nisso aí. O Carian tava sentado aqui onde você tá sentado agora. E e cara, o Carian ele faz papo de dezenas de milhões de reais com margem de
90% só em publicidade. >> Eu acho que agora tu que vai mudar minha cabeça. >> Pode ser que eu mude sua cabeça, porque eu acho que nós somos um negócio de mídia. Ser um negócio de mídia, >> rentabilizar via a publicidade é Maravilhoso, contanto que a publicidade seja comissionada. >> Sim, sim. É, exatamente. Exatamente. As publicidade que a gente tem hoje. E não é nem por culpa da das empresas, é mais por culpa minha. >> Eu prefiro muito mais hoje um fixo >> e e um variável. Eu gosto do fixo mais variável. >> Mais variável.
Ex. Exatamente. Então assim, a gente tem hoje contratos muito bons. É, até nós, do tamanho que nós, Que é o nosso canal, que vai bater 1 milhão agora, eu acredito que a gente é um dos criadores do YouTube brasileiro que mais fatura. >> Proporcionalmente. >> Proporcionalmente ao tamanho. >> Pode abrir a casa decimal, pelo menos. >> Não, não precisa de abrir o valor. Mas tipo assim, é mais de R 10 milhões deais. >> Não, não, não, não é não, não, não, não é milidade, não, não chega 10 milhões de Publicidade. É menos de 10 milhões.
Menos de 10 milhões. Mas passa, vamos dizer, passa de 1 milhão. OK. Obviamente. Eh, então assim, a gente é já proporcionalmente ao nosso tamanho. Então não necessariamente eu quero parar de fazer publicidade, óbvio que não, mas eu queria sim eh nivelar, porque hoje 80% é publicidade. 80%. Então eu queria pelo menos, pô, deixa ali, sei lá, 60% da publicidade, >> sabe? E eu acho, eu acho que a gente vai Conseguir até o final do ano essa, esse, esse nosso desafio aí que é usado, que é tá é invertendo. Só que para isso a gente vai
conseguir, vai ter que testar outros produtos. A gente vai ter que precisar porque os produtos que a gente tem hoje em dia, >> a gente não conseguiu acertar ainda ofertou. Uhum. >> Então assim, respondendo ali, o nosso modelo de negócio hoje, >> eu discordo. Eu acho que você tem um Produto que você acertou muito bem a oferta. >> Qual? >> Seu conteúdo. É que se você não olha para ele como um produto, mas ele é um produto. É um produto com todas as características de um grande produto. Ele é extremamente viral. As pessoas recomendam e
voltam, ou seja, ele já é um produto. >> Você não acertou o modelo de monetização e aí é diferente. >> Então uma coisa é você tem um produto incrível que é o seu conteúdo e aí você não descobriu como monetizar. Mas se eu te falar que o mais difícil é acertar o produto, a monetização vai vir depois, entendeu? >> Sim. Mas agora eu tenho uma dúvida. Por exemplo, o nosso produto ele é gratuito atualmente, porque tá no YouTube, >> o do Facebook também é. Eles faturam 100 bilhões. >> Aham. >> Entendeu? >> Aham. >> É
isso que tô te falando. Vocês não acertaram a monetização ainda. >> E agora eu quero saber, Fernando, você [risadas] que assiste nosso canal, o que que você vê que que a gente não aceita? >> Cara, assim, >> imagino que você deve ter aí, >> tô invertendo o podcast aqui, né? Mas assim, eh, eu vejo pelo meu negócio, meu Negócio já tá na casa de dezenas de milhões, né? Mas e ele é muito baseado também na na nossa audiência. Só que a grande sacada, que é o que eu caminho cada vez mais, é de encontrar produtos
muito muito validados. E eu simplesmente fala: "Irmão, posso vender seu produto? O que que você quer? Eu quero tanto, tanto, tanto, tanto, tanto. Eu quero tantos por e tal". E os caras topam porque eles não tm canal de distribuição. Canal de distribuição é Mais valioso do que produto em termos de valor de mercado mesmo. Então vou dar um exemplo quando era, E aí eu porque eu venho do mercado de mídia, por isso que eu tenho essa autoridade para falar. Quando eu era CO do Infomoney, eu cheguei para XP e falei: "Ô, XP, quanto que você
custa abrir uma conta?" A XP: "Ah, R$ 500". Falei: "Você me paga R$ 500 para abrir uma conta?" XP: "Pago, só que eu abri a conta 70% mais barato que a XP. Então, toda vez que eu abri uma Conta, eu ganhava um spread de quase R$ 300 por conta aberta. E eu abria 3.000 contas para XP por mês. Então ele fazia 5 milhões por mês só de abertura de conta da XP. Então você vai pegando essa malícia que você vai vendo. E a exame é a mesma coisa. A exame quando eu cheguei lá ela não
tinha MBA. Depois que eles foram comprar uma faculdade no começo eu vendi MBA do BMC. Sabe quanto que era minha comissão? Queria 70% do BMC. Fal eu quero 70% quando eu vendo MBA. Aí tá Bom. A eles não tem canal de distribuição, vão ter me pagar, entendeu? E aí cada vez mais, cara, eu era o cara que tava pegando a maior pedaço do bolo, entendeu? Então hoje eu procuro muito mais. Se inclusive se você tá me ouvindo e tem um produto excelente que você acha que pode ter conexão com a minha audiência, me manda lá
no inbox do Instagram, >> por favor. Se você também manda >> não, mas é porque é isso. Às vezes eu Consigo, cara, hoje eu tenho um negócio que ele me paga mais ou menos R$ 100.000 por mês, que eu não faço nada, simplesmente distribuo o trabal o produto dos caras e LTV. E o produto dos caras tem uma retenção absurda, tem recompra e tudo mais. E produto é o mais importante, mas é o mais difícil de acertar. Então é mais fácil a gente construir muita audiência, porque a gente é bom nisso, e a gente encontrar
o produto e a gente abençoa os produtos e, Ó, pega uma parte deles. Pensa na V4. A V4 tem 1000 vendedores e fatura meio bilhão. Cara, se eu pego um desses ferramentas de A para distribuir aí eu transformo ela na maior do Brasil. Então eu chego um cara desse fala: "Cara, me dá 50% que eu distribuo essa ferramenta ali, tá bom?" Então eu acho que vocês acharam uma coisa muito mais valiosa, que é o canal e estão tentando acertar outra coisa que já tem um monte de gente que acertou, que não acertou mais Valioso, que
é o canal. Então é mais fácil ir lá e pegar o o seu canal muito poderoso e distribuir esse cara. Só tô dando uma dica aí. >> Não, mas é uma dica muito muito valiosa. Inverte um pouco a lógica, né? >> Vou levar em consideração. Já me deu algumas ideias aqui. >> Eu sempre eu até tenho aqui no meu celular, ó, o meu meu celular tem audiência, prestígio, caixa and make shit people want. Entendeu? Tipo que é Minhas prioridades. Primeiro a audiência, depois o prestígio, depois o caixa e fazer coisa que as pessoas queiram comprar.
>> Juro para você que eu tô tendo uma perspectiva bem diferente aqui já nesses 10 minutos de tá vendo? É porque eu tô, eu, eu queria trocar essa ideia com vocês, porque nós estamos mais ou menos na mesma jornada aqui. Eu mais no Instagram, vocês mais no YouTube. Eu imagino que você também quer crescer no Instagram, eu quero crescer no YouTube. E é muito interessante ver também, porque eu acho que ninguém ainda tá muito bom de monetização da audiência no Brasil ainda, sendo sincero, a não ser os grandes grupos de mídia, >> acho que entre
os influenciadores, principalmente nós que somos influenciadores de negócio, a galera ainda tá patinando, sabe? Muito, muito potinado, né? >> Muito, tem sim, tem muito amadorismo. Muito, muito amadorismo. >> Eu tenho uma dúvida do lado do episódio de vocês do YouTube, do episódio de vocês, do canal de vocês do YouTube hoje, que que vocês acham? Duas coisas que eu queria saber. Que que vocês acham que fez o o canal ir tão bem? Por que que vocês acham que vocês pegam tanto view, centenas de milhares de view num conteúdo de nicho de certa maneira, né? Porque querendo
ou não, vocês falam de Grandes empresários, que é legal, mas não é uma coisa que todo brasileiro, não é como se tivesse fazendo a rotina do Neymar. né? >> E e o que que vocês otimizam? Quais são as métricas que vocês otimizam hoje? Entendeu? >> Tá, vamos lá. Ah, o nosso foco central é mostrar a rotina e conversar com pessoas de sucesso, independentemente se é um empresário, se é um atleta, se é um Criador de conteúdo, alguém que se destacou em algum âmbito da vida profissionalmente. >> Ou seja, o a linha central é sucesso. >>
Sucesso. Essa é a palavra chave, >> tá? >> Sucesso ele vem de diferentes maneiras, né? Então a gente mostra o Bitelo, por exemplo, que era um pedreiro e se tornou um grande criador do >> Fizemos Bitelo. >> A gente mostra eh um grande empresário Da do lado financeiro, a gente mostra >> um cara que ele é um ex-lutador do FC. Então assim, tem diferentes formas de sucesso e a gente, o objetivo central do nosso canal é mostrar como essas pessoas alcançaram o sucesso. Então, tanto o sacrifício que eles tiveram que fazer para alcançar, quanto as
coisas que eles fizeram certas. Uhum. >> para chegar ao topo. Então, nosso objetivo é que a pessoa assista o nosso canal, ela consiga eh ter um quase que Um mapa ali do que aquela pessoa fez para alcançar o sucesso, que ela tome uma nota mental do que que ela pode aplicar na vida dela e ao mesmo tempo que ela se se sinta inspirada a seguir os sonhos dela. Então esse é o nosso objetivo central. >> É tipo um Team Fairies com anabolizante assim, porque o Team Ferri ele trazia os caras e tentava criar o Two
of Titans, né, que que o cara fazia e tal, só que ele não ia atrás do cara, ele botava o Cara no podcast, não. Você vai atrás da rotina do cara de fato, né? Exatamente. Não. E aí, por que que a gente faz isso? Por que que a gente mostra a rotina? Porque isso torna eh primeiro elementos visuais, né? Dá dá uma retenção muito maior do que um podcast em si, no sentido de a as pessoas hoje em dia elas estão com a mente consumida por TikTok, por Instagram, por reals. Então é muito mais difícil
o cara focar em somente duas pessoas sentadas uma do lado da Outra e conversando. >> Ele vai escutar, mas não vai ver. >> Exatamente. A gente além de conversar com a pessoa, fazer perguntas, a gente mostra coisas e a gente vive coisas. Então, por exemplo, se o cara é um lutador do FC, a gente vai treinar com ele, a gente vai tomar a porrada dele. Isso torna muito mais interessante, é muito mais divertido. Tem uma história. O podcast ele vê de regra, ele não tem uma história, certo? Podcast é um é um Bate-papo entre duas
pessoas, só que ele não tem um início, meio e fim, não tem um momento que dá uma adrenalina, que que o coração acelera e que a pessoa fica com uma expectativa absurda para saber o final. A gente traz isso pros nossos vídeos. E e como é que a gente faz isso? Primeiro, co primeiro ponto é a ideia central do vídeo. A gente pensa assim, quem que a gente quer gravar? Quem que a gente pode gravar? Não é qualquer pessoa. Não adianta o cara ter Sucesso. Não é só ter sucesso. Sucesso é um dos requisitos. A
gente tem que pensar uma maneira. Antes da gente gravar com o cara, a gente pensa: "O que que esse cara tem de único que quase todo mundo gostaria de assistir ou que as pessoas ficariam curiosas para saber." >> E não é só e não é audiência, viu? Isso é um ponto importante. Não é porque o cara tem uma audiência gigante que a gente vai gravar. Não é >> exatamente? Tem pessoas com milhares de seguidores, 40 milhões de seguidores que a gente não enxerga um ângulo para gravar com o cara e a gente não grava. Legal.
>> Enquanto a gente não enxergar um ângulo, a gente não grava. Não adianta o cara oferecer R 1 milhão deais pra gente falar: "Faça sua mágica aí, faz o vídeo viralizar". Se a gente não enxergar um ângulo? Então não adianta, não vai ser bom nem pra gente, nem pro cara. >> O que que o que que é o ângulo? O que que vocês procuram que vocês acham que tem mais um tipo DNA viral assim? >> Algo que surpreenda. Primeiro ponto tem que ser algo diferente, algo que quando você tá scrollando pelo YouTube vai clicar e
você fala: "Cara, isso daqui é diferente. Isso aqui é é fora do normal, porque faturamento todo tem milhares e milhares de pessoas com mais de 500 milhões de faturamento, mais de 600 milhões, a não ser que seja um caso, pô, 60 bilhões de faturamento, né? Aí é uma coisa fora do comum, mas números >> e em relação a a quanto o cara ganha não faz diferença. Agora, como que o cara ganha esse dinheiro? pode fazer diferença. Se o cara ganhar, eu faço eh eu sou e eu eu tenho uma agência de marketing só, só isso.
Tem várias agências de marketing que faturam X. Agora, como que você faz para faturar? Vamos supor, eu vendo peixe, é uma coisa diferente. É uma coisa, não é, Não é todo mundo que vende peixe e fatura bilhão. >> Total. >> Eh, vamos botar aí. Eu sou ã o cara que é um lutador do FC, ele ganha dinheiro tomando porrada, certo? Tem 600 lutadores do FC atualmente. Não é com qualquer lutador do FC que a gente vai gravar que vai dar certo. >> Cara, isso é tão legal porque faz muito sentido. Por um dos meus vídeos
mais virais é: esse cara fatura 4 bilhões por Ano vendendo ovo. >> Perfeito. >> A galera what the fuck, velho? Aí eu chamo é o rei do ovo. Nasceu no Brasil eu chamo ele de rei do Ninguém chama ele de rei do ovo. Eu que inventei essa parada. E aí pegou 4 milhões e meio de views só no Instagram, mais 4 milhões no YouTube e tal, porque eu falei que ele era o rei do ovo, entendeu? Então as coisas interessantes diferente, não é normal, porque a gente mais vê as Pessoas falando: "Ah, faturei tanto no
mercado digital". >> Tá saturado isso daí não é mais único. Isso daí não é único. A gente quer histórias originais, >> cara. Isso é muito, cara. Me deu um puto insite. Já tá pago aí ins Vou dar um exemplo. O o João Pixal, não sei se você conhece >> não, mas eu já ouvi esse nome, mas não lembro. >> Ele é dono da maior empresa gamer da América Latina. Eles vendem computador, >> ok? >> Ah, se a gente só fizesse, >> qual nome da empresa? >> Pxal. Pxal. >> Pichl informática. >> Se a gente só
gravasse um vídeo com ele e colocasse o título lá, por exemplo, eh, vivendo a rotina do maior do dono da maior empresa gamer da América Latina, que é literalmente o que ele é, certo? >> Não ia funcionar porque é genérico. A Pessoa não quer saber da sobre a empresa dele em si. Ele ela ela quer uma uma história que conecta. Aí, por exemplo, o ângulo que eu usei foi: "Vivendo a rotina do bilionário mais humilde do Brasil". Então, o cara é bilionário, agora você quer saber como é que é essa humildade dele aí? Aonde que
ela se reflete. >> Ele só come no Rubaiel uma vez por semana, >> pô. Ele anda de bike, o cara anda vai de Jeg pro trabalho, o cara fica curioso para saber, entendeu? Então é diferente de um bilionário normal só chegar lá e mostrar o carrão do cara, mostrar a casa dele, o jato dele. Isso é, isso é o padrão. Isso que todo mundo já espera que vai acontecer nas redes sociais. Então a gente mostra um ângulo diferente. Então toda vez que a gente vai gravar com alguém, a gente pensa: "Qual que é esse ângulo
único que a gente pode dar essa pimentada no vídeo?" E óbvio, a gente usa muitas palavras, muitas hipérboles, né? Para exagerar um pouco. Ele é o mais não sei o quê. >> É lá. Mas isso aí é Mr. B. Você não pode falar tipo assim: "Eu comi uma banana excelente". Não, você é a melhor banana do universo. >> Exatamente. Exatamente. Então, a gente sempre pensa isso. A gente nunca prova um vídeo sem ter um ângulo. Já aconteceram algumas vezes, né, da gente, pô, a pessoa é muito [ __ ] vamos gravar Com ela porque é
um bom networking pra gente. Só que aí é muito mais difícil de de editar o vídeo. A gente precisa de ter um ângulo central principal, né? Quando a gente chega para gravar com o cara, a gente precisa saber o que que a gente quer que as pessoas, por exemplo, quando a gente foi gravar com Thales Gomes. >> Aham. que acho que foi o empresário mais polêmico do Brasil. >> Exatamente. Se fosse só ah, o fundador do G4. >> G4 muita gente conhece, mas é muito nichado. Não é todo mundo que vai querer assistir. Não, o
meu pai não vai querer assistir. Agora o empresário mais polêmico e a gente vai e coloca uma polêmica na cara. >> Botou uma cara dele putaço assim, né? >> Exatamente. Não, aqui não contrato esquerdista. >> Então você fala assim: "Caralho, como é Que é isso? Eu quero entender como é que esse cara construiu uma empresa sendo extremamente polêmico. >> É diferente. Então você tem sempre tem que pensar num num molho fr. >> Cara, é muito engraçado que é muito parecido com o que eu faço. Por exemplo, quando eu fui fazer o episódio da China Link
lá, que eu fui fazer a história do Lincoln Fracari, eu falei assim: "Esse cara ficou milionário trazendo brasileiro pra China. [ __ ] ele é Contrabandista de pessoas, o que que ele faz e tal." E aí foi super bem porque era contra Twitch f como e eu fiz na eu fiz na muralha da China, né? O Hul. Uhum. >> Então tava, eu falar assim, esse brasileiro ficou milionário trazendo brasileiro pra China. Aí ele vem andando de trás e fala assim, e foi assim que eu fiz isso, porque era muito contraintuitivo, entendeu? Parecia que ele era
um, sei lá, acho que a galera Começou a assistir no vídeo achando que ele tava contando contrabandeiando gente e aí depois a história era muito boa. Mas é muito interessante porque é muito parecido. E como é que vocês fazem a questão de tamb e título? O que que vocês procuram quando vocês estão fazendo uma tamb e um título? Eu eu imagino que é na mesma linha, mas >> que que vocês testam, assim por diante. >> Sim. Então, ah, toda vez que a gente vai gravar um vídeo, via de regra, a gente Tem que ter um
tema centralum >> que a gente >> vai guiando as perguntas para validar. >> Que seria um tema central para me dar, me dar um exemplo aí de três vídeos. >> Central? É, não, pode falar, mas é o que ela acabou de falar assim, é, é o, o que que tem de interessante, por exemplo, o Alfredo Soares, pô, ele ganha milhões sendo gente boa. Então, o o gente boa é o nosso tema. Esse é, essa é a parada do Alfredo, do jeito boa. Como é que a Gente vai diferenciar ele pelo faturamento, não é? Falando sério,
[risadas] >> não sei. Achei engraçado porque eu achei muito bom a sacada, entendeu? >> Entendeu? Então, tipo assim, é, mas pode pode continuar >> sim, mas o Thales, por exemplo, por que que ele é mais conhecido, né? Como que ele se diferencia dos outros empresários? Óbvio que tem várias coisas. Exatamente. Ele é um excelente Empresário, ele vem, ele ele é muito organizado, ele é um ótimo líder e bá bá. Mas isso não é não gera curiosidade. Agora, parte do polêmico, sim. Então, beleza, quando a gente foi para gravar com ele, a gente fez várias perguntas
relacionadas a isso para validar esse packaging. Então, lá na introdução, >> entendi. >> Lá na introdução do vídeo, a gente usa essas perguntas que eu pensei antes de sair para gravar o vídeo que que vão Validar esse do empresário mais polêmico, certo? Então, já começa o vídeo, o cara clica no título, no na na tamb e no título, tá lá, vivendo a rotina do empresário mais polêmico, ele fala: "Aqui não é um contrato esquerdista". É a primeira cena do do vídeo. Eu não eu não lembro se é a primeira cena, mas é tipo assim, aqui
não é uma democracia, aqui é uma monarquia. Tá tá tá validando, sabe? Tá validando. Aí tem uma hora que ele tá lá Lutando Gil Gitso com o João, >> aí ele bota, ele prende o João e fala assim: "Ah, um esquerdista quer pegar sua mulher, não sei o quê". Tipo, valida exatamente o o que a pessoa entrou para assistir, tá sendo validado ali no início, >> certo? Então, já gera uma expectativa da pessoa querer assistir o resto do vídeo para ver como que vai ser essa cena fora de contexto ali que a gente que a
gente deu, certo? Mas o ponto é, na hora que a Gente vai pensar no título e no packaging, a gente tem que eh pensar assim, como é que eu transformo esse vídeo, tudo isso que eu gravei, em algo que faça a pessoa querer clicar. Esse é o primeiro ponto. >> Sim. Não adianta você sair para gravar um vídeo no improviso para e depois ver ah, como é que vai ser o título, como é que vai ser. >> Exatamente. A grande questão que eu Discuto que galera do High Hunters é que vai falar assim: "Pô, sabe
quem que seria top a gente chamar? Sei lá, tal pessoa. Aí eu falo assim: "Qual que vai ser a TAMB e? Qual que vai ser o título?" >> No caso de vocês, eu não fiz porque eu tava curioso só e [ __ ] >> mas depois eu quero que vocês bolem para mim o título e a TAM nós vamos fazer ao vivo para ver o processo ao vivo. Beleza? Mas continua aí. >> Eu acho que é uma boa aí. Eh, a gente faz isso, né? Se se tem uma ideia que a gente acha boa, por
exemplo, o João chega para mim e fala: "Ah, vamos gravar tal coisa". Eu falo assim: "Cara, vamos pensar aqui se dá pra gente eh transformar isso num vídeo num vídeo legal". Eu vou dar um exemplo com um canal que é um amigo que é um canal de um amigo nosso. Será que você acha que pode falar >> do canal foco? >> Ah, pode >> tá. Canal foco. O os donos são amigos nossos, caras são excelentes. >> Dono, afinal de contas >> tem o o Eagle, o Daniel Lev e o Maraca. Não, tem o Maraca e
tem o I também. tiveram alguma famosa ou o Iag é o Iagle ele tem um canal, ele tinha um canal do YouTube com o primo dele que tem acho que 19 milhões de inscritos. >> Que de ganhar gamer, >> não era vlog >> 19 milhões. Eu sempre acho que é game, porque tipo, >> ele fez game também, mas mas é vlog. E ele fundou um banco que chama NGash também. >> Ah, tô ligado. Na NG Cash eu conheço, conheço mais NGash que ele. >> Ex. Ele é muito [ __ ] Muito [ __ ] >>
Porrada, hein? Car. Eles eles fizeram os vídeos 1 versus 30, que são os que viralizaram. tem que trazer aqui, tipo, o aí eu vou botar assim, ele ficou Milionário falando com a geração Z, tipo uma quad assim, >> não, ele é muito [ __ ] Só que aí eles fizeram um quadro de que chama o e os caras do Pix, >> que é é uma mistura de Shark Tank com aqueles caras. >> A princípio parece ser excelente. E a gente tava lá no dia da gravação porque a gente tava acompanhando a rotina de uma pessoa
que participou desse >> desse vídeo. >> E aí eu virei pro João e falei: "Cara, muito [ __ ] aqui esse esse sistema aqui que eles fizeram. A história ficou legal, o vídeo ficou legal, assim, as perguntas, a forma como eles bolaram o vídeo, mas eu virei pro João e falei: "Cara, não enxergo um packaging, não, não acho que tem uma maneira simples, clara, direta e curiosa de transformar isso num num título e numa tamb que qualquer pessoa consegue entender que o cara vai ficar curioso, porque 1 versus 30 é muito simples. >> Um ateu
versus 30 pastor evangélico. >> Exatamente. É um ateu contra 30 evangélicos. É muito fácil assim. você não precisa de pensar e você visualmente você vê lá uma pessoa contra 30. É muito simples. >> É porque porque uma das coisas que mais dá resultado, uma da assim algo que a gente foca muito é tentar simplificar o máximo. Então que nem você falou, ele ficou milionário trazendo pessoas, como É que é? >> É trazendo brasileiro pra China. >> Trazendo brasileiro pra China. Pô, [ __ ] que tá sem contexto. >> É, o cara entende, o cara entende,
pô. Ele traz, pô, de alguma forma ele traz, é contra o vídeo que eu viralizei ontem foi um assim, o WhatsApp [limpando a garganta] só existe por causa do Bolsa Família. Os cara, what the fuck, velho? E aí foi super bem. >> Curiosidade, >> é. E aí, pô, eu explico lá, lógico, mas eu vou explicar lá no final, entendeu? Por que o WhatsApp foi criado por causa dos bolsos família. Mas total, eu sempre tento fazer isso aí mesmo. >> Então isso ele que a gente tava falando, isso ele dificultou porque por mais que o programa
foi excelente, a gente tava lá, a gente até brincou, falou: "Pô, independente de como editar isso aqui vai ser legal". O packaging não é que falou, pô, tipo, acho >> não, comparativamente, >> comparativamente é é ínfimo a o o resultado que teve em comparação ao versus 30, por exemplo. >> Eu quando eu vi o cara, os caras do Pix, a única coisa que eu pensei aí olhando do meu lado foi que eu achei é mais do mesmo. A sensação que eu tive foi mais do mesmo, porque já tem um monte de programa de empresário rico
dando dinheiro pra startup. A sensação que eu tive, tá? Sim. >> Mas eu gostei dos personagens. Eu gostava de personagens. Então isso que eu achei legal. Eu comecei a ver, acabei que não, não me reteve. Já o seu, o formato de vocês, o que mais meve, vou até te contar onde que vocês me pegaram pela primeira vez lá, ele 1 vezes foi no vídeo do Imangatzi, >> esse último. >> Qual deles? Tem dois. >> Tem dois. >> É o que a gente foi em Dubai. >> Eu vi vocês em Dubai que eu falei, [ __
] um brasileiro conseguiu conectar com o Imanat e gravaram um vídeo, tipo assim, eu tenho que ver essa [ __ ] entendeu? Foi muito curioso porque o Imanates, para quem estuda marketing, é um dos primeiros nomes que aparece. E eu falei: "Cara, isso é muito curioso". E aí eu comecei a ver vários, então aí eu vi você no flow e assim por diante e tal. Eu já tinha visto coisa sua porque você gravou uma vez com Denner. >> Uhum. E eu tinha visto lá e tal, mas o vídeo do Imangats foi o que eu falei:
"Caraca, esse cara é diferente mesmo". E aí vem a coisa do diferente. >> Você assistiu ele dublado ou legendado normal. Mas você chegou, quando você clicou, ele ele chegou a rodar o vou lembrar, mas eu falo inglês fluente. Então o meu meu Instagram, meu YouTube, eu vejo 99% inglês. Não, >> eu imaginei porque quando você clica, às Vezes ele vai direto pro áudio dublado. Aí eu ia te pedir uma opinião se você chegou a assistir o comecinho. >> Não, não cheguei a ver, mas e meu meu YouTube praticamente é se der bobeira, meu YouTube éem
inglês até. >> Uhum. E tem porque teve algumas pessoas também que não sabiam que tinha a versão original, que viram a versão dublada sem saber que poderia ir na configuração. Tipo, eu olhei aqui 80% das pessoas assistiram dublado. >> Dublado >> dublado 80% dublado. >> 80%. >> Pô, virou, né? É, eu tô falando isso agora porque quando a gente adicionou a faixa de áudio, o vídeo estava com >> tá com quantos milhões de views? >> 1.3.3. >> E você? E é uma E aí uma coisa que eu quando eu olhei o vídeo, olha que curiosidade,
eu olhei assim: "Vai flopar por quê que ninguém conhece o Mangat no Brasil". Falei: "Foda-se". >> Mas aí que tá. Exato. Pessoas assistem o vídeo. [ __ ] quem é? >> Exato. Exato. Isso que eu pensei depois. >> 99% das pessoas que entraram não entraram por causa do Imangadzi. Elas entraram por causa do título. >> Qual que foi o título Yatamb desse aí? >> Então, eu testei milhares, né? Isso é isso é um ponto muito importante. >> Você Eu, dificilmente eu sugeriria pra pessoa dar um a win, sabe? No caso do Tales, eu dei um
a win, >> tá? >> Eu gravei focado nesse ângulo. Eu já sabia que ia dar certo, tinha um feeling muito grande, mas a gente pode se enganar. Então, o ideal é você não apostar todas as fichas num ú num num único título, né? Por isso que no dia no dia que a gente foi gravar com o Imangados, a gente pensou assim: "Porra, Iangads, cara, é muito [ __ ] do marketing e tal, só que como é que a gente vai Fazer para para fazer esse vídeo de uma maneira única que qualquer pessoa vai querer assistir
mesmo que ela não conheça o Imanats?" Porque tem, porque tem um detalhe importante que a gente soltou o primeiro vídeo em Nova York e esse vídeo para nós ele não é que ele flopou, mas pro conteúdo ali, pro investimento que a gente fez é um flop. Ele tava com quase meio milhão de views. Então a gente já tinha um conteúdo desse, então a gente Não podia nem ir para esse lado que a gente já explora aqui, que é é mostrando ali mais ou menos a rotina. A gente não tinha feito na casa dele, mas mesmo
assim a gente tava bem limitado. >> Exatamente. Quando o João foi para Nova York gravar com ele, a gente foi sem pensar num packaging, a gente foi, vamos fazer o networking, vamos fazer um networking. >> E aí depois a gente se ferrou com isso porque eh não tinha um ângulo muito Claro no vídeo, um motivo para todo mundo querer assistir que deixasse todo mundo curioso. Era um vídeo mais feito para quem realmente conhecia o Iman Gads. >> Aham. E aí a gente falou assim: "Cara, agora a gente tem uma segunda chance de fazer esse negócio
dar certo". E a gente chegou lá para gravar com ele em Dubai. Eh, e a gente tinha três opções que eu pensei majoritárias. Um é pensar no ângulo do bilho, porque ele é bilionário Em reais. Aham. >> É, em dólar ele não é bilionário, mas ele é bilionário em reais com valuation das empresas e tudo mais. A gente pensou assim, cara, vamos, já que a gente vai fazer várias coisas interessantes com ele, tipo a Ban que é aquela sauna russa, a gente vai fazer algumas coisas diferentes com ele. Vamos, vamos focar nesse ângulo de bilionário,
mostrar um mundo único dos bilionários de um bilionário em Dubai, >> que até os vídeos dele vai muito trans, né? Como é o dia de um bilionário em Dubai, como é o dia de um bilionário em Nova York, como é o dia de um bilionário em em Londres. Ex. Ele tem um canal secundário que às vezes ele coloca como é a vida de um trilionário. Eu já vi. Exato. Ele fica zoando isso. >> Mas é isso, esse foi o primeiro ângulo. Então, pensar como é que vai ser a rotina, como é que é a rotina
de um bilionário? Aí, um outro ângulo seria e Mostrando a rotina de um bilionário estranho, porque ele não é um bilionário convencional. Então, ele faz essa sauna e ele anda num carrinho pequenininho lá que parece o carrinho do Mr. Bean. >> Então, esse ângulo de não ser um bilionário normal, ser um bilionário estranho, excêntrico. Exatamente. >> Eh, e o outro ângulo era era da gente ficar amigo dele. >> Uhum. Então, como é que tentei ficar amigo de um bilionário? >> Uhum. >> Certo. Então, a gente até testou esse packaging, tipo, como se fosse o João
batendo na porta da casa dele, falando: "Não posso ficar seu amigo". Algo assim. Então, a gente tinha essas três visões. Então, ao longo do vídeo, a gente tentou de fato ficar amigo dele. A gente tentou mostrar um pouco de como é que é a rotina de um bilionário. Eh, e a gente tentou mostrar esse lado estranho. Mas além disso, de mostrar, só mostrar a Rotina de bilionário, qualquer pessoa pode chegar e e passar o dia ali com João Adib. >> Uhum. >> É um milionário, passar o dia com o Ben Mall. muito [ __ ]
muito legal. Só passar o dia com bilionário. Tem vários bilionários aí. Agora o o a gente mostrou o lado oculto da vida de um bilionário, o lado oculto da riqueza. Então, é algo que tá para além do jato, >> né? O jato é o que o que as pessoas vêm, O jato, as reuniões de negócios, de terninho e tal, o que que a pessoa posta na rede social. A gente foi lá mostrar a parte, a raiz do bilionário, a o mindset dele e obviamente os sacrifícios que ele fez e como é que é, tipo, de
como é de fato ser um bilionário. Tem um lado ruim de ter dinheiro. Eh, então a gente mostrou isso, a gente fez quase que uma um trabalho investigativo nesse vídeo. E aí, obviamente, na capa coloc e acab o que acabou, o ângulo que acabou Ganhando, título que acabou ganhando foi: "Passei 24 horas com um bilionário para entender a riqueza". Não é só passar 24 horas com bilionário só para se divertir. A gente tinha um propósito maior que era entender a riqueza. E lá na capa, por exemplo, não tenho amigos. >> Não, não que ele não
tenha amigos, obviamente ele tem amigos. >> Eu já vi usando várias vezes esse negócio de não tem amigos, né, cara? Não é primeira vez, não. >> Examente. Exatamente. No nesse vídeo do que que você falou que o Denner apareceu que era entrevistando CEOs de empresas bilis, >> eu lembro, tinha o Denner falando assim: "Não tenho amigos". Eu tirei um print, mandei para ele e falei: "Vai a merda". Então >> eu literalmente [risadas] fiz isso. >> Sério? >> Aham. Ele falou: "Mas eu nunca falei isso". Falei: "Carca, >> não." Então, mas aí que tá, a gente
eh nem sempre coloca uma citação literal >> Sim, lógico. E a gente também não faz aqui, não. >> Exatamente. Algo aproximado ali, tipo, Den foi inclusive da fala do Denner, né, que ele falou assim: "Ah, pô, eu perdi contato com quase todos os meus amigos e familiares, tipo assim, depois que eu cresci". Aham. >> Então a gente vai mastiga isso para uma pessoa burra entender. >> Uma pessoa burra, tipo assim, o cara que, tipo assim, ele você não pode colocar muito complexo, >> não pode. Eu até tô ligado. A gente sabe como é que é
isso aqui. >> Então, então foi foi isso, essa parte da amizade. E as pessoas têm essa esse medo, né? Eh, é um é uma é um receio das pessoas de tipo, pô, quando eu ficar rico, as pessoas vão ser meus amigos por interesse e tal. Então, a gente meio que gera essa dúvida. As pessoas querem Saber se realmente é assim. Um bilionário ele sacrificou tudo. Sacrificou. >> Você chegou a testar quantas tambs e títulos? Vixe. >> Ah, >> vio. É tipo o qu? 70 ou tipo 1000? Não, não, não. 15. 15. Só que a gente
é só que a gente testa. >> Não, eu sei porque eu sei que o Mr. Beast testa mais de uma centena de de >> É porque ele >> só de né? Porque ele tem ele tem uma divisão dentro da empresa dele que é só de tamb. Ele tem sei lá umas 10 pessoas que são só maior do mundo também. Ele tem bilhões para investir essa [ __ ] Mas só tô falando que é tipo assim, eu sei que chega na no nível de centena quando você tá ali no nível do Mr. Beast. >> Sim. Não,
eu é porque tem uma lógica no nos testes de thumbs que eu fiz. Eu primeiro começo com cinco, aí depois eu Vou, eu vou reduzindo, eu vou afunilando, sabe? Afunilando até chegar na melhor versão da capa. Hum, entendi. >> E aí eu testo a mesma frase com um cenário diferente. >> Ah, e dá muita diferença às vezes a mesma frase com cenário diferente ou é tipo um micro ganho? >> Dá, dá. Todas essas coisas elas elas têm uma influência muito grande na assim para você chegar no combo perfeito. >> Certo? Mas agora o que realmente
Influencia os dois pontos chaves da tamb é obviamente o eh do packaging, né? É o título e a frase. A frase, se a frase validar o título, não importa muito o que tá lá no cenário. >> Uhum. >> Certo? Mas o ideal é que tudo conversa. Então, no caso do imã, né, que é um bilionário, a gente colocou um cenário como se fosse um restaurante estrela michelã de luxo, o João e ele de terno, né? Então, já valida. O ambiente é um Ambiente bilionário. >> E aí a frase, "Não tenho amigos" com o título o
lado e passei 24 horas para entender com bilionário para entender a riqueza. Então tá tudo conversando. Esse é o cenário ideal, >> cara. Genial, velho. E aí logo no começo do vídeo você já confirmam a suspeita do cara para poder manter o cara ali dentro. >> Exato. E é um pouco mais complexo porque às vezes a gente tem múltiplos Packagings, então a gente tem múltiplas ideias. No vamosar o exemplo do do Alfredo, ele é gente boa. Aí vamos pegar aqui um outro, pô. Ele também é um empresário muito [ __ ] >> então a gente
tem múltiplos packs. Então é muito importante quando a gente vai fazer o roteiro, pô, vou entregar o ouro aqui, hein, André? >> A gente já pensar nesses múltiplos packagings pra gente conseguir validar, porque que nem o André falou, às vezes a Gente tem um instinto, a gente acha que aquele aquele packaging específico vai funcionar e não funciona. Então a gente precisa nos precaver e ter outros para testar. >> Inclusive, curiosamente, eu não era inscrito no seu canal, velho. >> É, não, eu >> eu já eu já vi vários vídeos, eu não era inscrito. Olha só.
Eu eu não fico >> c qu dizer que o nosso CTA tá ruim. >> Tá ruim. Exatamente. >> A pessoa vai assiste, gosta, esquece de se inscrever. >> Convidei pro podcast e não inscrevi. >> E aí eu tô vendo aqui, ó, por exemplo, os melhores que vocês já postaram. [ __ ] olha que [ __ ] A entrevista mais sincera de Richard Rasmusen. Segredos nunca revelados. E aí a tamb a galera não vai conseguir enxergar. Tenta aproximar aí a produção. É, fumo maconha. Cara, é óbvio que é curioso, entendeu? E aí logo depois pedindo para
Fazer um churrasco na casa de milionários. Você é cara muito bom. Cara, é é genial no sentido que o que eu sinto, a minha sensação é que vocês decodificaram muito bem, porque como eu assisto muito YouTube gringo e eu vejo muito Mr. Beast, porque cara, eu ten eu penso na seguinte maneira, eu tô jogando um jogo que tem um cara que é o leaderboard, o leaderboard é dele, então vou assistir o que ele faz. É tipo, cara, se jogador de futebol, vou ver o Jogo do Cristiano Ronaldo, do Messi, para ver como é que os
caras jogam. E se parece, o modelo de vocês parece um pouco mais o modelo americano, entendeu? de tamb, de título, de ideia, de conceito, que ainda a galera, os brasileiros são muito ruim de fazer YouTube, cara. Muito ruim. >> É que geralmente os brasileiros eles se inspiram em outros brasileiros que estão se inspirando as pessoas de fora. >> Exato. E aí fica fica paia, entendeu? Você vê vários empresários me procuram para fazer YouTube. Eu não sou muito bom de vídeo longo, mas os vídeos pegam tipo >> 70, 100.000. >> Eh, é, eu sou melhor de
vídeo curto, né? Claramente eu sou um cara de vídeo curto ainda. Ainda, >> mas eu vejo a galera, a galera tá pegando 300 views, 200 views, 400 views e aí eu vejo, cara, é impossível alguém achar isso legal. Não tem como alguém achar isso legal. O vídeo é uma bosta Aqui. Até mesmo dentro da V4, quando você pega o canal da V4, os vídeos pega 500 views, 600 views, porque é muito packaging horrível. >> É porque fazer por fazer não adianta. >> Exatamente. Cara, vocês vocês assistem o Colen Samia? Sim, a gente dia 28 a
gente tá indo lá no no evento que eles vão fazer o press em LA. >> É mesmo? Que massa, cara. [limpando a garganta] Inclusive convite se você quiser ir com a gente. Legal. Quando que vocês vão? >> Dia 28 de maio. 28 de maio. >> [ __ ] fica em cima, hein, [ __ ] Mas vamos olhar mesmo. Às vezes >> vai ter muito criador [ __ ] lá, cara. >> Muito, cara. Muito. >> Cara, me coloca nesses rolê que eu sou totalmente alheio dessas paradas e me convida no rolê. >> Inclusive, quem vai junto
com a gente é o dono do canal Falco também, o Igor. Animal, talvez a gente vai junto. E aí, Por que que eu tô falando isso? Porque o Colen eles falam muito disso, que a maior parte das empresas transforma o YouTube num repositório corporativo. >> O cara solta todos os vídeos que ele acha legal lá para ele e pro time dele, mas não legal pra audiência. >> Cara, vou te falar um, vou dar um exemplo, >> uma bosta. Isso aí >> prático disso. Eu fiz pós-graduação em marketing na FGV lá em BH. >> Eh, quando
eu tava no meu primeiro semestre, primeiro semestre não, né, na primeira matéria, eu olhei o canal do YouTube dele e falei: "Caralho, que bosta. Eu já trabalhava com o João". >> Uhum. Eh, aí eu falei, aí eu cheguei na coordenação, na diretoria e falei assim: "Olha, eh, eu posso ajudar vocês aqui a melhorar o YouTube, porque me dá uma angústia saber que tem várias coisas interessantes rolando dentro da da faculdade. E o o é um depositório de Coisas institucionais e e formalismo. É quase que um um uma coisa um ego, um ego, né? >> Aham.
Ah, vamos postar aqui no nosso canal do YouTube. Mas eh não adianta, eles não é nem um pouco youtubizado o que eles fazem. >> Aí a resposta da da coordenação foi: "Não, a gente não tem interesse não, tá tranquilo do jeito que tá e tal". Extremamente burocrático lá dentro. Por quê que eu acho que eles deveriam Fazer um um conteúdo? Você já viu o canal do Harvard Business School? >> Não, eu já vi coisas lá, mas eu nunca olhei o canal para fazer. >> Sim, atualmente não é tão bom porque eles não se dedicam, mas
tem diversas aulas lá. masterclasses, coisas tipo com professor muito [ __ ] >> É, eu eu vi um o último vídeo que eu vi dele tinha 4 milhões de views, >> dinâmica de alunos lá, coisas que dá para fazer relacionadas à educação, que Vai vender a o produto deles. O produto deles é ou graduação ou pós-graduação, ou mestrado e tudo mais. Porque quem assistir >> uma aula, eles só só deles disponibilizarem uma aula que é dada de um jeito diferente, já teria gente que ia assistir e a pessoa ia falar: "Porra, agora eu sei como
é que é uma uma". uma [ __ ] marca também, né? >> Não, exatamente. Só que aí se a gente já teve, eu falo isso por a gente teve Diversas dinâmicas dentro de sala de aula que o resultado foi muito muito único, muito muito interessante mesmo. Uhum. >> E eu tenho certeza que muita gente conseguiria aprender com isso e ao mesmo tempo ia ser entretenimento porque foi divertido, foi foi interessante de fazer. >> E aí a FGV prefere postar um podcast de um especialista com a câmera toda ferrada e falando devagarzinho e tal, Não sei
o quê. um um podcast com 26 views. Se você entrar agora no no YouTube da FGV, você vai ver 90% do conteúdo lá tem 30 views. >> É, é um desperdício de dinheiro absurdo. E aí, por isso que eu acho que coisas como G4 que tem o Tales vestido igual o James Bond lá na Suíça, vai muito melhor, entendeu? Diário de um CEO na Suíça, sabe? É muito mais legal do que ver essas paradas. Mas até o próprio Tales tem tem chão aí no >> Não, não tem chão, mas o canal do YouTube do Tales,
eu tô gostando, eu tô achando que tá fazendo um bom trabalho. Até entrando nisso aí agora vamos falar menos minha curiosidade. Vamos agora alimentar a audiência também. >> Hum. Agora do do Tales, tava melhor antes. >> Eu só queria te falar um ponto ali que você mencionou que seu YouTube é 9 99% inglês, né? Que você os conteúdos que você consume. >> O que eu consumo, sim. >> Perfeito. Eu e o André também. Isso é uma das coisas que que mais funcionou quando a gente entrou e teve ess >> treina seu cérebro, né? Porque todas
minhas referências são de fora. Todas as referências do André de fora. Eu eu moro ainda tem residência nos Estados Unidos. Eh, então os canais que me incentivaram a começar no YouTube são canais que incentivaram o André e um deles, inclusive, o André até trabalhou. >> Qual que é >> o Yes Theory? >> Eh, >> é teoria do Sim. É, é, é um dos primeiros canais a fazer viagens document. É tipo um Discovery Channel misturado com MTV. >> Deixa eu ver. Tá, >> é um canal, tem quase 10 milhões de inscritos. Caraca, >> os caras são
excelente em storytory legal. Excelente. >> E aí a minha função lá, qual que era? Eu era produtor criativo. Então a minha função era literalmente achar ideias virais, boas que eles podiam executar que dariam certo no YouTube. Eu ficava o dia inteiro pensando ideia. Foi aí que eu aprendi. >> Que é o que você faz hoje também. >> Exatamente. Eu coordeno todo o processo criativo do canal. Faz muito mais. >> Tu é o artista >> também? Não, eu eu também. O André Também é. Agora ele é coro, então agora ele é >> vocês dois são artistas.
Então >> são. Agora a gente tá virando. Mas o André ele é mais, eu sou comercial. O André é mais a parte criativa. >> Legal. >> Fala Roy Hunter. Seu marketing tá gerando mais prejuízo do que lucro e você não sabe onde tá o problema. Se a sua empresa fatura acima de R$ 100.000 por mês e você quer sair desse ciclo Frustrante de gastar dinheiro sem ver resultado, eu tenho um presente para você. Eu vou te dar um diagnóstico gratuito. Você vai escanear o QR code que tá aqui na tela, ou clicar no link aqui
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gringa. Para mim é uma bosta porque eu Só vejo vídeo flopado. Você acredita? O que eu gosto de consumir no YouTube é eu Why Y Combinator, Startup School, vídeo de faculdade, é uma bosta. Os vídeos tipo >> 100 views, 500 views e tal. É o que eu gosto de consumir e eu me forço a consumir conteúdos extremamente verais para aprender. Então tipo Mister Be tem que ser intencional, porque >> tem que ser intencional, mas eu assisto já pensando no que que eu tô vendo, Entendeu? >> Mas mas é que tá, você tem que você tem
que achar outros conteúdos além do Mr. Beast que são mais semelhantes, que se assemelham mais a esses que estão flopados. Vou dar um exemplo. Já viu isso? Já viu o a, que é a aquela plataforma digital parecida com ai, que tem muito mais funções, >> que é a do Mangat. >> Isso, exatamente. Eh, a OP tem um canal e o canal deles não é flopado. O canal Deles bate, pô, 700, 1 milhão de por episódio, né? E é um conteúdo parecido com o nosso. Então, se tu não entrou no o YouTube deles ainda entrar, >>
eu recomendo, >> tá? E aí é uma dúvid, >> é um estilo diferente, mas >> OK, eu sou um empresário, eu quero começar a produzir, ó. Legal mesmo. Deixa eu me escrever. Eu sou um empresário e eu quero, é bem parecido, We got access in the Jason the Winds in Streaming Empire. >> E, eles fazem muito teste também. >> E aí, uma dúvida que eu tenho, sou empresário, eu quero começar um canal no YouTube pra minha empresa. Cara, que que você foi? Esses dois foram contratados, você se em energético high lowc hightv. Qual o caminho
que vocês seguiriam, velho? Botar vocês na sacanagem. >> Primeiro ponto é >> dá para fazer conteúdo viral, conteúdo Bom que fura bolha. com quase qualquer tópico. >> Eu também acho. >> Quase qualquer nicho. Eu não vou dizer qualquer nicho porque sempre tem alguma coisa aí que, [ __ ] é praticamente impossível. >> Qual que foi a mentoria que que a gente deu que era de como é que era o o segmento lá? >> Ah, eu dei uma mentoria para um cara em relação ao YouTube e de logística. Ele Faz, ele faz conteúdo de galpão de
logística ensinando as empresas a fazer coisa de logística. >> Mas o, eu, eu vou, eu vou falar, eu vou dar esse exemplo daqui a pouco, mas o, o ponto é, dá para fazer com tudo viral sobre qualquer coisa. Você consegue encontrar um canal no YouTube sobre artesanato, sobre cara cortando grama, sobre limpador de piscina, sobre cara que testa produto, sobre café, literal cabelo, o que for, qualquer coisa que Você imaginar, dá para fazer um canal viral e tem lá, vai ter algum canal sobre isso. >> Ah, o ponto é, as pessoas elas muitas vezes elas
querem ser muito técnicos no YouTube e é difícil. você só um canal que vai dar certo relacionado à técnica, técnica assim que eu digo, por exemplo, eh, vou te ensinar a reparar e a consertar o motor do seu carro, por exemplo, ele só vai dar certo no SEO. >> Aham. >> O cara que que tem esse problema, então tem que ser um problema generalizado, um problema que todo mundo tem. Aí você vai lá e fala assim: "Como, sei lá, descadastrado Igov?" Todo mundo, todo brasileiro vai ter que, sei lá, como entrar no Igov, recuperar a
senha do IGOV. >> Todo mundo tem, tem esse problema, certo? Então esse é o único jeito, por exemplo, de você fazer um um vídeo relacionado a a >> tutorial >> tutorial, né? Mas agora vamos falar de vídeos que que podem furar a bolha porque são vídeos bons. Você precisa de ter um entretenimento. Não adianta você focar 100% na técnica, porque as pessoas quando elas estão no YouTube existem dois tipos de consumidores. É esse do SEO, que o cara tem uma dúvida, ele usa o YouTube como se fosse um chat GPT. >> Ah, como fazer tal
coisa? Ele usa ou o Google chattou o YouTube, só que o YouTube mostra visualmente. Então esse é um caminho. E agora a grande maioria das pessoas, 95% das pessoas que estão no YouTube, eles estão para entretenimento, eles estão para se divertir, para pegar algum conteúdo que vai capturar a atenção deles. >> O cara não tá lá necessariamente para revolucionar a vida dele. >> Tem tem alguns que sim, mas a maioria das pessoas estão por entretenimento. Então você tem que ter em mente que 99% Das vezes você você precisa de de adicionar uma camada de entretenimento
no seu vídeo. Não adianta você simplesmente falar da técnica, ficar mostrando que você é bom, entendec. Você precisa de achar um jeito de tornar aquilo agradável pra pessoa, certo? Então vou dar um exemplo. Nesse caso da logística, o problema do canal dele é que ele fazia vídeos visitando empresas e mostrando a parte de logística. E ele é um cara muito técnico, ele entende Muito sobre logística. Mas convenhamos, quem de fato quer assistir um vídeo so logística que vai clicar, o cara vai chegar em casa, vai fazer uma pipoquinha, vai falar: "Agora vou assistir um vídeo
de logística". Não, não, não tem. Deve ter 5.000 pessoas. Uhum. >> Certo? Ele vai ter lá os 5.000 fiéis seguidores dele. Sim. >> Mas agora, pro cara de fato construir um canal que que vai furar bolha, que vai Dar certo, ele precisa de adicionar o entretenimento. E como que eu sugeri, por exemplo, dele dele adicionar um entretenimento? Teve um vídeo que ele foi pra Amazônia, eh, que porque tinha um cara lá que tinha uma log, uma empresa de de alimentos na Amazônia e ele foi lá mostrar a parte técnica do da da logística ali dentro
da empresa. Ele perdeu uma [ __ ] oportunidade, porque eh o que ele me contou foi que essa empresa tem uma dificuldade absurda de suprir a Demanda de alimentos lá, eh, porque é é praticamente uma ilha Manaus, >> então você tem que chegar de barco ou de avião. Então é, é complicado para caramba. E aí o vídeo dele pegou 2000 2.000 visualizações. E eu falei para ele assim: "Cara, você tinha que ter contado, tinha que ter um storytelling ali, você tinha que ter começado assim: "Eu estou aqui agora em Manaus, cidade cercada por pela floresta
amazônica, onde é muito difícil chegar com com Produtos, tipo assim, tem que chegar de barco, chega de canoa." Então ele ele mostrando isso, criando uma história. Por enquanto ele não tá falando nada da empresa que ele foi lá visitar, não tá falando nada de logística. Ele tá contando um problema que tem lá em Manaus. que é muito difícil de de chegar às coisas, sei lá, eu eu não sei como é que é de fato, mas os lugares ficam desabastecidos é muito caro, é muito difícil empreender aqui em Manaus porque Eh todos os produtos ficam caros
e as pessoas não querem comprar. Pá, pá, pá. Então, esse é o lugar mais difícil do, dar um exemplo, esse é o lugar mais difícil do Brasil para empreender. E hoje eu vou mostrar a empresa do cara aqui que empreende Manaus. E aí eu falei para ele, durante o seu vídeo, enquanto você tá mostrando essa empresa, aproveita e mostra um pouco do seu conhecimento de logística. fala um pouquinho, dá algumas sugestões pro Cara, como melhorar a logística lá da empresa dele. Eh, então isso tem que tem que ser o eh o mínimo do vídeo, não
é? O vídeo não pode ser focado em logística, >> senão ninguém vai querer assistir. >> Sim. >> E aí durante esse período que você mostrar sobre logística, você faz a menção do seu produto, que é uma consultoria de logística. Pá, pá, pá. Eh, mas até aí diversas pessoas que que não tm nada a ver com logística, que não Queriam assistir nada de logística, já assistiram seu vídeo. E aí ao invés de você ter uma uma piscina de pessoas que estão te assistindo, que são 2.000 pessoas que estão te assistindo, ou seja, tem 2.000 pessoas que
são possíveis compradoras do seu produto. Agora, se esse vídeo tivesse dado certo, tivesse pegado 400.000 1000 views, a chance de ter mais do que 2000 possíveis compradores, pessoas que realmente t interesse, é muito maior. >> É o que eu falo que a diferença que hoje a maior parte da galera que faz conteúdo tenta matar de sniper. O cara quer jogar só nos empresários que são da minha cidade, que tem falei: "Não, cara, joga uma bomba atômica que no meio vai est contido também a galera que você quer atingir", entendeu? Não, exatamente. E aí eu falei
para ele, tenta focar um pouco mais no no entretenimento. Legal. >> Então é isso. Mas agora vamos lá. Pensando no num empresário que não tem condição de viajar para Manaus, ele tem que pensar como que eu vou transformar isso em >> o que eu tenho aqui disponível em entretenimento, >> tá? >> Vamos supor, eh, tipo assim, a a um excelente exemplo, na verdade, para mim, é a CMED. >> Uhum. >> Simed é uma farmacêutica. >> Sim. Ora, o que que tem de que é quem que quer acompanhar uma farmacêutica, certo? Difícil. 5 anos atrás ninguém
ia querer acompanhar uma farmacêutica. Agora eles transformaram as pessoas da empresa deles em personagens. Virou quase que uma série, tipo um Theofice, >> né? >> Aí eles botaram Toguro ainda por cima. Mas vamos desconsiderar o elemento Toguro. Eles já estavam nesse nesse processo de eh de criar um reality show Ali da dentro da da Simed, de ter gente engraçada, ter eh pegadinha um com o outro. Então, tornando um ambiente corporativo engraçado, interessante. Óbvio que, por exemplo, em alguns dos episódios do canal do João Adib, ele fala algumas coisas de business. Então, tem insites de business,
ele vai se validando como um empresário [ __ ] como um grande gestor, mas eh tem um entretenimento ali envolvido. Então, a pessoa tem que pensar o que que tem de Único aqui. Ah, eu tenho um funcionário aqui que é super engraçado e poderia ser tipo eh, o host aqui dá para aplicar numa empresa, em qualquer empresa, não precisa ser uma eh pode ser uma empresa de de peixe, uma empresa de eh de marketing, não importa. Dá para você transformar aquilo em algo interessante para as pessoas. Entendeu? Então, pensar o que que tem de único
aqui que eu poderia transformar num reality ou capturar e ser divertido. Vamos, vamos tentar pensar em mais algum exemplo aqui. Pensa num nicho muito, muito zoado assim, que seria muito difícil de fazer um um conteúdo da Principe. >> Funário. Funerária. >> Não, funerário é fácil, pô. >> Fácil, >> pô. Funerário é fazer um monte de conteúdo do tipo assim, cara, acabei de enterrar um milionário, como foi o funeral? Tipo, umas coisas da razão. >> Eu já pensei sobre isso. >> Um detetive. Um detetive. Então, detetive, [ __ ] é [ __ ] >> É detetive,
é [ __ ] porque >> você teria que borrar a pessoa e falar, tipo assim, tentando descobrir se tal mulher é infiel, entendeu? Me contrataram para achar. Pô, dá para veralizar. >> Os mais difíceis para mim são coisas que são boring business. Tipo assim, cara, o cara tem uma loja de material de Construção, essa é difícil, velho. Aí porque não tem nada de interessante naturalmente. Porque funerária já é uma coisa normalmente curiosa, >> né? Tanto é que tem séries de TV que são rotina de funerária, também tem várias curiosidade. Eu não assisto nada que tem
a ver assim com Mas tem a ver. Agora, cara, loja de material de consum já é um pouco mais de fit que ser um pouco mais de office, entendeu? Aí que também é um bom formato. Theo office é um bom Formato para qualquer empresa, né? você ter os personagens e tal e assim dá um trabalho. >> Eu iria para um caminho mais fácil, por exemplo, que nem a questão do energético, eu iria para um conteúdo onde eu trouxesse outras pessoas que não necessariamente são pessoas que fazem parte da empresa, mas que geraria conteúdo infinito. Pessoas
é conteú >> eh aqui, né? Não é energéticético. Energétic >> que ele comentou antes, ele deu o exemplo, ele falou: "Ah, imagina que que o dono aqui quer >> quer começar no YouTube". Então, pensando no YouTube, eu iria para um formato fácil que é de pessoas, então interagindo com elas. Aí eu ia eu ia eu acho que ia fazer uma pesquisa no YouTube para ver quais são os criadores que estão criando conteúdos semelhantes ao que eu quero fazer. Então v dar um exemplo aqui que tá tá indo lá na rua e Tá entrando as pessoas.
O cara viu que eu faço isso e e vou imaginar que o meu canal é pequeno ainda. Eu tentaria comprar o canal desse cara e colocar ele na empresa. Eu tentaria e eu tentaria pegar alguém que já tem experiência, sabe? ia tentar pegar uma pessoa crua e aí ia pegar a pessoa com experiência e o formato validado. Então formato validado, o o que eu fiz lá quando comecei >> salários de baunar camburil, se alguém For lá em bambuil fazer isso hoje vai dar view, fazer certo. Fazer certo com pack de incerto, né? Ah, talvez não
vai dar tanta view quanto o meu, já tá mais explorado, mas vai dar, vai dar certo. Então imagina o um empresário, né? Ele pega uma pessoa para apresentar, aí ele pega esse energético aqui, aí ele fica avaliando quais são os conteúdos que estão funcionando. Aí ele vê que tem um que é que a pessoa fala: "Ah, se tu se tu fizer eh 10 flexão, eu vou te dar Tanto dinheiro". É um exemplo, tá? Mas aí é para vídeo curto. >> Não, não, não. Vídeo longo. Tô pensando em vídeo longo, >> de flexão. >> Flexão também
dá, dá para fazer, cara. Dá para fazer. Dá para fazer flexão. >> Sei, sei, sei, tem, tem. Já vi, já vi. Tem >> ex. Dá para fazer. Daí não precisa ser reflexão, pode ser quiz, por exemplo. >> Vamos, vamos usar o quiz aqui do Perguntando o salário. Se eu adivo, né? >> Se eu adivinhar teu salário, se eu não adivinhar, você ganha isso aqui. Se você, entendeu? >> São coisas fáceis. >> Podia fazer até tipo umas coisas meio Mr. Beast, quem tomar mais lat energético ganha 1.000. >> Perfeito. Perfeito. >> Quem virar quem virar energético
primeiro é assim que ganhar dinético você vai matar alguém, né? >> É porque o [risadas] problema do energético é que >> não virar o copo, entendeu? É, tem tem um cara que fez esse conteúdo com cerveja nos Estados Unidos, até eu não vi mais ele, mas ele botava, ele ele ia nos estádi uma barraquinha, cerveja e o conteúdo dele era: "Vire mais rápido que a cerveja". >> É, tem, tem várias coisas que você poderia fazer. Pode fazer tipo assim, quem encontrar meu energético numa loja Primeiro, eu soltei duas pessoas no centro da cidade, quem encontrar
meu energético primeiro ganha R$ 10.000. >> Tipo assim, também só que eu eu acho que é mais isso daí é mais para vídeo curto. O que eu tô pensando, o que o ponto é o conteúdo sobre o sobre o energético em si é muito difícil de fazer. Tem tem coisas limites que tem tem um limite natural aí do que você consegue fazer de conteúdo sobre um energético que vai ser um canal que vai ser alimentado >> eh ao longo do tempo. Não tem como. É praticamente impossível. Você pode um dia lá mostrar como é que
é a fábrica falando da ciência por trás do energético, pá pá pá, fazendo experimentos relacionados ao energético, mas tem um limite. Agora, se o se for o que você falou, o energético for apenas um adjacente, >> tipo o Mr. Beast faz com chocolate. >> Exatamente. Exatamente. Exatamente. Isso. >> Às vezes ele ele no durante o vídeo ele dá o chocolate pr as pessoas testarem e tal, mas isso que você falou de o energético ser um prêmio >> é uma boa é uma uma boa alternativa de de ele ser uma moeda de troca. Então você tem
um um canal, faz um umas uns desafios fitness, por exemplo, e as pessoas ganham energético e tudo mais, mas obviamente Red Bull é o melhor exemplo. Não tem quase nada no canal dela que é sobre energético. >> Simum >> 99% é aventura. Eu até vi o vídeo do cara que é o estrategista de conteúdo deles lá no Camir que tipo, cara, >> é literalmente ele ele é um o rei do YouTube. Ele chegou lá, ah, vou fazer o primeiro, o primeiro vídeo que ele fez foi drone mais rápido do mundo contra carro de Fórmula 1.
[ __ ] muito bom, velho. É óbvio que é bom. E aí o carro de Fórmula 1 era o carro da Red Bull. >> Então, tipo, cara, obviamente que o Vídeo pegou, acho que pegou 25 milhões de visualizações. >> Então, porque é novamente interessante, entendeu? O que que é mais rápido, um drone e uma carro de fórmula? Não, exatamente. Mas aí voltando pra funerária, por exemplo, uma coisa que dava para fazer tranquilamente é é fazer um vídeo mais ou menos no estilo de entrevista que a gente faz com a família, >> eles contando, Mas é
mas vira uma coisa póstuma, tipo assim, uma eles contando a história da pessoa que se foi, como é que foi a vida dela, tipo assim, >> aí eu acho delicado. >> Ah, eu acho que dá, >> porque tem questão de privacidade e tal, >> é, não se garia. Bom, mas anyway, entendeu a lógica. Aí, uma outra coisa que eu queria falar, até uma curiosidade, porque mudou muito para mim e eu queria ouvir de vocês. Cara, tem Quanto tempo que vocês começaram a produzir conteúdo do jeito certo que deu certo? >> E meio, >> é mais
ou menos o tempo que tem também. >> Sim, é, desde o começo deu certo, mas que a gente eh organizou os formatos que tá tudo, sabe, fluindo >> um ano e um ano e quro meses por aí, que foi quando a gente começou a fazer o primeiro vídeo de rotina de pessoas de sucesso. >> Além de grana, que que mudou na vida de vocês? Acesso, >> explica. >> Acesso através de networking. Por exemplo, eu tô aqui agora. Uhum. >> Tô tendo acesso a você. >> Você consegue ter mais telefones para ligar? >> Muito, muito. Assim,
para mim, pô, acesso networking. Eh, e assim, pessoas são portas, né? Então, são é muitas Oportunidades. Você vai conhecendo, pô, a gente conheceu os donos da Grove esses dias. >> Uhum. >> Eu já tô conversando com eles. A gente já tá marcando um fazer alguma coisa daqui daqui umas semanas, quando depois sair vídeo. >> Eh, pô, amanhã eu vou ter um evento na minha casa. Esse evento da minha casa é um cara que eu conheci através de um vídeo que é um uma pessoa que é muito Bem financeiramente. A gente tem uma amizade, inclusive esse
cara conectou a gente com os donos da Grove. Foi um cara que conectou a gente com outras pessoas quando a gente estava em Dubai. A gente encontrou ele Dubai. Então assim, para mim é o acesso e essas amizades que eu criei assim o até onde elas me levam. Acho >> que vocês conseguiram virar amigo do Imangat no final das contas ou >> cara? Eu tenho o WhatsApp dele, eu Mandei mensagem para ele dois dias atrás. >> Ele respondeu >> sim, pô. Ele eu >> a gente não é amigo íntimo. É meu brotherão, tipo assim, mas
a gente a gente criou uma camaradagem com ele. Criou um good whel, até porque o vídeo foi bem também, isso ajuda, né? Se tivesse flopado, a gente se encontrou em Nova York, eu acompanhei toda a rotina dele em Nova York, depois a gente foi na Casa dele em Dubai, >> ele deve ficar tipo assim, [ __ ] esses brasileiros pegaram 1 milhão de v, >> ele tá impressionado, ele vai vir pro Brasil, ele vai vir pro Brasil, a gente já falou ele agora, ele, ele fez a ponte agora com a gente com uma outra pessoa.
Eu posso falar depois. >> Por que que eu tô falando isso? Porque eu li um artigo recentemente do Paul Graham. que é o fundador da Y Combinator e ele fala que o objetivo do capitalismo Não é dinheiro e eu concordo muito com isso. O objetivo do capitalismo é riqueza. E riqueza é muito diferente de dinheiro. Em que sentido? E olha a filosofia, porque a filosofia é boa. Se você tava distraído, presta atenção de novo, que é o seguinte, o dinheiro é uma forma de você conseguir coisas que valem dinheiro, bens e serviços. Então, eu troco
dinheiro por cobertora, eu troco dinheiro por comida, eu troco dinheiro por serviço, eu troco por uma empregada, Eu troco por limpeza, por várias coisas. Só que outras coisas também podem ser trocadas por isso. Por exemplo, se eu produzo um livro, eu posso ir lá e trocar meu livro por comida, se alguém topar trocar. Só que como é raro isso acontecer, as pessoas criaram um meio de troca que chama dinheiro. Eu troco meu livro por dinheiro, depois eu pego o dinheiro e troco para uma outra parada. E cara, sabe uma coisa que eu reparei? O meu
Instagram é riqueza. Em que sentido? Eu consigo trocar publicidade por coisas. Então, por exemplo, eu quero viajar. Se eu falar com uma agência de viagem hoje, cara, eu falo sobre o lugar e eu quero de graça. Eu consigo. Se eu quero comida, eu consigo comer de graça. Se eu quero roupa, eu consigo roupa de graça. Se eu quero ir num lugar, eu consigo de graça. Se eu quero acessar alguém, eu consigo acessar de graça. Se eu quero ir num evento de mastermind, eu vou de graça, por causa do meu Instagram. Então, para mim, o maior
efeito que eu senti na pessoa física foi que eu tenho um novo meio de troca, que não é dinheiro. Olha que coisa louca. Tipo, antigamente eu tinha que pagar as coisas com dinheiro, hoje em dia eu pago com publicidade. >> Mas você chega a utilizar assim para viagens, para pr comida? Comida também. >> Comida eu usei pouco, mas eu gousei, tipo assim, eu queria fazer a festa de aniversário do meu filho e eu mandei Mensagem para uma uma empresa que faço festa de aniversário e falei: "Cara, troca". Você falou: "Troco". E foi isso. Então, tipo
assim, >> isso é que eu tô curioso porque a gente já tentou, por exemplo, principalmente com agência de viagem, que a gente compra muita passagem, muita passagem. >> A única coisa que eu não consigo é passagem, porque aí grandes companhias aéreas não topam, >> mas uma viagem específica X, >> entendi. >> Eu consigo, tipo assim, por exemplo, se eu quiser ir pros Estados Unidos e conseguir quase tudo no arro, eu consigo >> dia 28, por favor. >> É, então, por exemplo, mas aí seria uma parada, então, por exemplo, uma coisa que eu poderia conseguir, sei
lá, vou dar um exemplo aqui de uma coisa que eu fiz permuta, roupa com certeza mais fácil. H viagem também é razoavelmente fácil. E Cara, vou dar um exemplo aqui que é loucura. Esse aqui eu se eu quero ir para um lugar, eu arrumo um evento para palestrar lá. Aí o cara me paga minha palestra. >> Humum. >> E ele me paga minha hospedagem e eu falo assim: "Eu quero ficar mais três dias com a minha esposa." Ele: "Tá bom". Eu >> entendeu? Então, tipo assim, é uma coisa que eu tô falando, por quê? Porque
parece que é menos legal, mas é igual tu Dinheiro, só que não é dinheiro, entendeu? Porque você também consegue trocar por coisas que você quer. Exemplo, eu queria um iPhone novo. Eu mandei mensagem para uma empresa e falei: "Me manda um iPhone que eu faça um vídeo sobre vocês". Tá bom? Tipo, tão simples quanto isso, entendeu? >> Então, e aí para mim eu sinto um pouco de dificuldade nisso. >> Mas é porque você o seu formato de vídeo, imagina, eu posso postar três Vídeos por dia. >> Hum. Perfeito. >> Então, a grande vantagem do meu
formato é que eu consigo falar sobre você, falar um case publicitário e consigo falar do copo tudo num dia só, entendeu? >> Essa é a vantagem do Instagram, né? O YouTube é um pouco especialmente, >> não? E nos stories, então posso falar de 20 coisas cois o que especialmente o que a gente faz, que é um vídeo de muita alta qualidade, >> é difícil de de grande. >> Eu não faço isso com o meu vídeo longo. Meu vídeo longo não faço porque meu vídeo longo é tipo assim, o premium, é como se fosse o meu
conteúdo premium, >> entendeu? >> Ah, exatamente. Aí, >> mas você acha que a publicidade atrapalharia teu conteúdo premium? É, >> a não ser que fosse uma coisa muito boa. Então, por exemplo, eu fiz um vídeo publicidade que é o da China Link, que Mais ou menos publicidade, é só uma, tipo, ele meu brother, ele a gente foi pra China junto, eu fiz um vídeo falando de China e eu faço um CTA para ele e esse vídeo foi super bem, foi acima da média do meu canal. Por quê? Porque a história era boa. Então eu contei
a história da Huawei e eu boto um CTA para ele. Aí afetou zero, entendeu? Agora >> se fosse uma parada assim, eu vou contar uma história bosta porque o cara me pagou. Não vai bem, não vai bem. >> Entendi. >> E eu já tentei fazer vídeo 100% publicitário no meu canal. Foi horrível. Foi horrível. Foi péssimo mesmo. Entendeu? >> Por isso que eu tenho esse cuidado agora com as pessoas que você traz, mesmo que tenha um incentivo ali financeiro. >> No meu canal de vídeo longo, ele é só é só case, né? Não, não digo
o que eu te perguntei lá no começo do do >> Hunter. É, o High Hunters é o caraost, Então não, ele não afeta a qualidade doal da editorial da parada. >> Ah, é muito mais uma coisa de acesso, de visibilidade e tal. Eh, eu acho que o maior problema para mim, no caso, é no vídeo longo, porque o vídeo longo do meu canal, o risco de eu perder a confiança da audiência é muito grande. >> Agora, o risco de eu perder a confiança da audiência de vídeo curto é muito pequena, porque 90% 90% das pessoas
que assistem meus vídeos não são meus Seguidores. Então, o cara tá me vendo pela primeira vez, >> então o cara fala: "Ah, ok, então tipo, beleza, legal essa história". E normalmente vai bem um uma publimin minha, se um vídeo meu pega em média 250.000 views, uma publimin minha pega 100.000, 120.000. Não é que é um vídeo ruim, >> só é uma história menos famosa. Porque, por exemplo, se eu conto a história da Kaiser, vai pegar 3 milhões de views. Foi o que pegou. Se eu conto a história da Asa Open Mall, vai pegar 100.000 views.
Mas, cara, 100.000 views, dependendo da história, pro cara, tipo assim, o cara nunca viu tanta gente falando dele, entendeu? >> Então, depende da do caso ali também. Acho que é isso. >> Uhum. Mas voltando para aquilo que você falou de o que mudou mais, eu acho que na que na minha experiência foi a nossa capacidade de ter experiências que Ninguém conseguiria comprar. >> Eu e João a gente já viveu tanta coisa, cara. Tanta coisa, tanta aventura, tanta experiência [ __ ] até mesmo fora das câmeras, né? Porque o que aparece nos nossos vídeos é 10%
do que de fato aconteceu. Às vezes a gente tem 7 horas de arquivo bruto e e o vídeo é 40 minutos. >> Sim. Então, a gente passa um dia com a pessoa, não é somente um podcast, sabe? Porque, por exemplo, você, o Renato Cariani, vira aqui e conversar com você, você vai aprender muito. >> Sim. >> Mas a gente passa o dia de 6 da manhã até 10 da noite com o cara. Então, a gente vê coisas que não é só ele tentando ensinar lições, a gente vê de fato o exemplo, a gente vê a
as ações, como ele trata as pessoas, ele dá conselhos pra gente, eh, e cria essa essa camaradagem igual aconteceu com o Iman Gads. Então, além de ter esses Acessos a experiências tanto financeiras, né, eh, quanto experiências de contato com pessoas que a gente não conseguiria ter só eh se fosse só nós mesmos, >> eh a gente tem esse >> nem com dinheiro, vai lá e paga o mangado, você não consegue com ele, >> não consegue, não consegue. Mas além disso, além dessa desse aspecto da experiência de viver algo muito legal e e memorável que pessoas
sonham em viver, A gente é é como se a gente tivesse lendo um livro por dia que a gente passa um dia inteiro com o cara, então a gente aprende muito. É uma mentoria de um dia. >> Legal. É legal isso aí. >> Ninguém praticamente no Brasil tem isso. >> Isso é uma coisa tão forte, porque hoje uma das coisas que eu mais gosto do meu conteúdo é que eu gosto do meu conteúdo. E eu sempre que a galera eu vou fazer uma consultoria e tal, eu falo pro cara, cara, qual conteúdo você gostaria De
ler sobre? Porque aí você vai ter muito mais tranquilidade de fazer, porque muitas vezes a galera, por exemplo, o Denner, que era eh eh era era não, ele ainda é CEO da V4, mas ele não produz mais conteúdo, como ele não tem mais uma rotina de produção de conteúdo, cara. Ele odiava, drenava ele fazer conteúdo. Eu falei: "Para com essa merda". Eu fui um dos primeiros a chegar para ele. Para com essa merda. Se fosse uma coisa que você adora, eu adoro fazer Conteúdo. Adoro trocar ideia com vocês. Eu adoro gravar um vídeo, eu adoro
saber a história da Kaiser. Não sabia a história da Kaiser. Achei super maneira e tal. Eu gosto dessa parada, entendeu? Eu odeio gravar coisas que eu não gosto, aí eu acho ruim, mas as coisas normalmente que eu gosto de gravar e então por isso que eu sou tão regular. Eu tô 800 vídeos postando, né? Tem 800 vídeos postados, >> cara. Eu gravo tranquilo. Se for um por Dia, então, velho, [ __ ] hoje de manhã eu gravei a história do Sucang. Achei é legal para [ __ ] a história do Sucang, entendeu? >> Eu tenho
uma opinião popular. Eu acredito que não existe pessoas que não gostam de criar conteúdo. Eu acho que a pessoa não achou o conteúdo certo para ela. >> Eu acho que porque todo mundo gosta de compartilhar. É do ser humano, >> mas eu acho que tem gente que não tem Talento. Isso eu concordo. >> Ah, não, com certeza. >> Tem cara que eu eu olho pro cara, falo assim: "Cara, vai fazer outra coisa. Não que eu acho que é impossível, eu só acho que o a custo benefício, >> não só isso, eu sou muito a favor
de você ter vantagem injusta com outra pessoa. >> É uma vantagem competitiva. Tem gente que são >> tem gente que é bom comunicador e além de tudo tem um perfil de conteúdo, além de tudo, é carismático e aí ele vai lá e dá acerta no formato. Esse cara vai dar um pau no cara que ele não é carismático, não fala bem, não é bom de conteúdo naturalmente e às vezes o cara é um [ __ ] médico e aí ele acha que ele tem que gravar conteúdo para ser bom. não se associa um cara bom
de conteúdo e vai ser um [ __ ] médico. Cara, teve um episódio inteiro que eu fiz sobre contra Porque que todo empresário quer gravar conteúdo. Eu sou muito contra essa parada. Tipo assim, agora porque que parece agora que todo empres tem que gravar conteúo. Não tem. Eu sou muito contra isso. A não ser que seja uma coisa que seja naturalmente ou que você queira fazer. >> Perfeito. Agora vamos voltar para um assunto que você falou. >> Uhum. >> Você perguntou todo mundo, toda empresa Pode criar um canal do YouTube? Eu acho que toda empresa
pode e consegue criar um canal do YouTube. Agora, toda empresa deve criar um canal do YouTube? >> Eu já não acho. >> Eu também acho que não. >> Várias pessoas já me perguntaram, eh, colegas meus de pós-graduação já chegaram para mim, eh, eu já vi várias pessoas falando: "Ah, você acha que eu devo criar um canal do YouTube?" Falou: "Cara, te conhecendo, conhecendo o que Você faz?" Não, por quê? Para você fazer bem feito o YouTube, primeiro você precisa de alguém que entenda. >> Uhum. Não adianta eh você tentar fazer mais ou menos, porque não
vai dar certo. Então você precisa de ter alguém que entenda. Se não for você, você vai ter que contratar alguém. É muito difícil contratar alguém porque o processo de aprendizado do YouTube, ele é desafiador. Ele ele demanda tempo muito mais do que Instagram. A barreira de Entrada do YouTube para você fazer um vídeo bom é muito maior do que o o Instagram. Então, esse é o primeiro ponto. Agora, o segundo ponto é para você fazer dar certo e e conseguir visualização e conseguir vender com seu YouTube, você tem que ter uma constância muito grande. Uhum.
>> Muito muito grande. Você precisa de estar sempre se reinventando. Então, muitas vezes, >> para dar certo, a pessoa vai ter que Tirar o foco do lugar de potência dela. Igual você falou, às vezes o cara é um [ __ ] médico, mas se ele ficar perdendo muito tempo criando conteúdo, gastando muito tempo criando conteúdo, às vezes ele vai deixar de focar naquilo que ele é realmente bom. que é a medicina, que é o atendimento, né? Então, muitas vezes não vale a pena, não vale mesmo. Acho que só pessoas que realmente têm uma uma propensão
ou realmente conhecem claramente o o preço Que é necessário pagar para conseguir ser um youtuber, vamos dizer. >> Uma outra dúvida que eu tenho e aí já encaminhando razoavelmente pro fim é o seguinte: que vocês acham desses canais de TV de YouTube, tipo canal Foco, tipo, não sei se tem outro grande referência que eu tô lembrando agora. Vocês acham que é uma parada que tende a crescer no Brasil, outros aparecerem ou o negócio é a pessoa física, o creator, a marca pessoal ser Mais poderosa? Tipo assim, eu queria ouvir de vocês essa visão entre canal
empresa ou canal pessoa física. >> Eu acho que, desculpa, qual foi a pergunta? A pergunta é a seguinte, olha só, você vai ter tipo uns canal foco cresceu para caramba e tal, que ninguém sabe quem é o dono. Ele não é necessário para ele aparecer, o formato é bom e pronto. >> Mas a pergunta é, é melhor parecer o rosto? Não, >> não. Você acha que isso é uma tendência? Mais canais desse tipo aparecendo ou não? A tendência é continuar youtubers sendo o 01. Entendeu? Porque no caso de você, você, apesar de sairem vocês dois,
você se posicionam no seu nome, não é? >> Sim. Sim. >> Então você é como se fosse um youtuber, né? >> Mas inclusive isso daí é uma coisa que a gente tá tentando. >> Então isso que eu queria saber. Isso que eu tô pensando, porque por o Mr. Beast é o Mr. Beast >> e ele tem outros personagens. >> Mas isso que é o bom é que o Mr. Beast ele é o nome Mr. Beh, não é Jimmy. Se fosse Jimmy, Jimmy da Donaldson seria diferente. Agora Mr. Beh, que você consegue ver até com uma
incorporador, com uma uma empresa, >> Sim, até que chama Beast Industries, mas assim, mas tem o personagem, o Mr. Beast, é o Mr. Beast, entendeu? Então a Minha dúvida é se vocês estão indo pro modelo Mr. Beast ou pro modelo Canal Foco. >> A gente tá indo pro intermediário. >> Mistura é uma mistura, >> porque o canal foco ele é despersonalizado. Não existe um rosto, não existe um apresentador e não existe uma sequência entre os vídeos. Então cada vídeo é um vídeo 100% único. Eh, não é como se fosse assim: "Ah, agora o o próximo
episódio a gente vai fazer tal Coisa, vai vai tendo uma evolução." Não existe isso. TV. Exatamente. Agora, quando é uma coisa personalíssima, né, quando tem um rosto, a pessoa vai, tem uma jornada ali, né, uma jornada do herói ou então eh você se conectando com a sua audiência e a cada vídeo você vai se conectando mais com a sua audiência. Eu acho que, eh, não existe necessariamente uma tendência para um ou pro outro. os dois tem tem todo o potencial de dar certo. Agora, uma coisa Que é muito importante da gente ter em mente e
isso se aplica também para vídeos curtos é a cada vez mais as pessoas sentem necessidade e carência da conexão humana. >> Uhum. >> É muito importante. >> Eh, então vai porque cada vez mais vai aumentar vídeo com IA. Tem muita coisa de >> Verdade. >> Então o o que a >> E a slop, >> exatamente. O que a gente faz aqui é é trazer conexão humana para nos nossos vídeos. Eu acho que isso nunca vai se perder. É uma, eu acho que não é necessariamente uma tendência, mas isso daqui, isso, esse lugar que a gente
tem aqui de trazer a conexão humana, erros, acertos e fragilidade, isso sempre vai ter no YouTube. É uma coisa que as pessoas buscam no YouTube. Mas eu também acho que eh existe espaço aí pro para Canais Facceless, né, que não tenha necessariamente um rosto específico, >> tipo foco, >> crescer. >> É, >> é totalmente dependente da qualidade do conteúdo. >> Sim. é é menos da da tendência global, mas mais da qualidade do conteúdo, eu acho. >> E aí uma dúvida que eu tenho até para finalizar, que é a seguinte: para onde Vai o canal de
vocês em termos de conteúdo editorial? A ideia é continuar nesse modelo de rotina das pessoas de sucesso. Eh, eu sei que vocês têm outros formatos também, tipo, fui tentei cozinhar na casa das pessoas e tal. >> Qual que é o futuro editorial de vocês? sem revelar algo muito estratégico, mas assim, vocês vão continuar nessa parada, vão mudar agora a ideia aí mais pra internacionalização, o que que vocês estão pensando em fazer? >> Perfeito, a gente vai continuar com esse formato que é o nosso principal, mas o nosso plano é daqui 5 anos tá entrevistando LeBron
James e Justin Bieber nesse mesmo formato, então é escalar. Só que a gente entende que o YouTube tá em constante movimento, então a gente não pretende ficar engessado num formato. Se a gente se a gente perceber que tá vindo alguma coisa que faz sentido pra gente, a gente vai testar. Legal. >> Uma coisa que eu e André temos, que eu acredito que é muito positiva, é que nenhum de nós dois somos engessado. A gente sempre tá aberto para aprender e testar. A gente não tem esse medo porque muita gente cresce e fica preso num num
nicho, num formato de conteúdo. Isso aconteceu comigo inclusive quando eu criava conteúdo de sushi. Por isso que eu vi que naquela época eu cheguei a parar de criar conteúdo, porque eu achava que criação de conteúdo não era Para mim. >> Uhum. >> Só que não era o conteúdo errado que eu criava. Então, é o que eu é o que eu >> eu acho que o o o foco central do nosso canal sempre vai ser o mesmo. Isso não vai se não vai se perder. O formato pode ser que que mude. Então o nosso foco continua
sendo proporcionar acesso para as pessoas a algo que elas não conseguiriam ter conta própria. Então acesso à vida dessas pessoas, às Informações que ninguém pergunta para pras pessoas de sucesso. Ou seja, a gente vai continuar tentando ajudar as pessoas nas próprias vidas delas, seja vida pessoal ou vida profissional, por meio dos nossos conteúdos, que sempre vão ser entrevistas, né? entrevistas de de sucesso relacionadas a sucesso. >> Sim. >> Eh, só que o formato pode ser que mude, pode ser que futuramente a gente acabe fazendo um podcast, pode ser que eh Daqui para frente a gente
vai eh focar mais nos vídeos de aventura, igual esse foi o do esse vídeo do IMAN. Não foi um vídeo só de entrevista, foi um vídeo de uma jornada pessoal nossa também. Legal. >> Então a gente vai a gente vai moldando aí, alterando de acordo com a gente tem um canal inglês também. A gente tem canal inglês, pode ser que a gente foque no canal inglês também. >> Pode ser, pode ser, mas o ponto central é trazer entrevistas relevantes que Agregam na vida das pessoas que elas não conseguiriam ter acesso em outro canal. O nosso
canal traz algo diferente. Então é isso que a gente sempre vai fazer >> com objetivo de ajudar as pessoas. Isso nunca vai mudar. >> Porque eu não tenho apelido do inglês, nunca me pegou. >> Não, >> não sei porquê. Eu nunca quis ser internacional. >> Eu fiquei um tempão assim no começo do Canal. >> É, você fal tipo uma coisa que nunca me pegou. Eu acho que, tipo assim, em última instância, eu preferia muito mais crescer para [ __ ] no Brasil, ao ponto que eu sou um presidenciável de tão famoso que eu sou, do
que, tipo, assim, eu olho muito mais pro Silvio Santos do que para, sei lá, fala um brasileiro famoso internacionalmente, o Wagner Moura, entendeu? Eu tô muito mais para Silvio Santos que Wagner Moura. Eu preferia ser o 01 do Brasil do que o número 30 do mundo. >> Perfeitoum. e que e ser o número 30 do mundo é muito maior do que o 01 do Brasil, porque o número 30 do mundo você vai ter, sei lá, o o David 54, que é italiano, tem acho que 30 milhões de de inscritos. No Brasil seria impossível um cara
de guitarra ter 30 milhões de inscritos, né? H, sendo que, cara, eu vejo que eu eu preferia muito mais ter, sei lá, 10 milhões no Brasil do que ter 10 milhões internacional, porque eu sinto que a, sei lá, só só ach, >> mas eu acho que vai saturar. Por exemplo, penso assim, a partir do momento em que a gente fizer entrevista com Windson Nunes, Anita, eh, >> não, não, eu acho que você tem que entrevistar pessoas gringas pro público brasileiro. Se fosse eu, se fosse eu. >> Não, mas vocês também tm uma ambição internacional mesmo,
ser uma marca global, né? >> Sim. Mas a gente quer suprir os dois. Esse que é o ponto. Então, >> não, ótimo. Mas eu digo assim, vocês têm esse modelo, querer ser uma marca global. Eu quero também ter acesso global, mas trazer pro Brasil. Entendi, entendi. >> Minha, minha, eu acho que o meu futuro, e aí eu tô chutando aqui, ninguém me perguntou, mas [ __ ] o podcast é meu. Eu acho que o meu futuro é muito mais, cara, viajando na maionese e sendo Extremamente arrogante, se tudo der certo, o que é improvável, mas
se tudo der certo, é ser muito mais Roberto Justos e muito menos Philip Cottler, entendeu? que é o que eu comecei mirando aqui, pelo que eu tô vendo que tá acontecendo naturalmente. Eu tô virando um cara meio marketing entretenimento e bem menos um professor acadêmico de marketing, que é o que eu achei que vai virar. >> É que isso é muito comum também quando a Gente começa a criar conteúdo, a gente vai, a gente seta um lado, só que daí a gente começa a se acostumar, começa a ver o que dá resultado, onde a gente
sente melhor e vai adaptando. Por isso que eu disse antes que não é muito importante você ter essa mabilidade, você não ser engessado, porque senão você não vai conseguir ter sucesso como criador. E tem uma coisa que a gente se diferencia bastante, que a gente conversou pouco, mas é storytelling. E Poucas pessoas entendem que existe storytelling no vídeo de entrevista. Pouquíssimas pessoas entendem isso e existe um storytell em tudo que a gente faz tem um porquê, tem uma sequência, tem na nossa cabeça faz sentido. As pessoas acham que as pessoas acham que é aleatório e
ali não tem nada aleatório, nada, nada, nada. Então o storytelling, isso é um insite muito poderoso. >> O storytelling, ele não é só para vídeos de história ou filmes, ele é também para Entrevistas. >> Legal. >> Início, meio e fim. É, exatamente. >> Mas aí sobre o que você tava falando de internacionalização, eu acho que uma boa comparação é como se a gente fosse um livro, certo? como fazer amigos influenciar pessoas. Algum livro do Napoleon Hill. Livro foi escrito na língua mãe. Então, a princípio, >> mesmo que ele tenha conteúdo internacional, né? Mesmo que ele
esteja Trazendo coisas, experiências de fora para dentro do país, ele vai ser traduzido para outra língua. O nosso, o nosso conteúdo é basicamente isso. O nosso canal em inglês, o objetivo é que pessoas de outros países também consigam eh assistir o nosso conteúdo, mas o nosso foco sempre vai ser o Brasil. >> Entendi. >> A gente quer ser o 01 do Brasil. Se a gente for 30 do mundo, tá bom, sabe? Já já é o suficiente. >> Se sobrar um tempo, depois dá uma olhada no nosso vídeo com iman, a versão dublada, porque a gente
contratou dubladores profissionais para fazer isso. >> Ah, eu achei que você tinha usado a dublação. >> Não, não. Dublador profissional. E a gente vai fazer de novo, acho que vai fazer, nem conversando com o não, mas com o Don, Tony D, que é o recente, é que a gente vai fazer, que é o Tony D, Que vai vai ser um spoiler, um dos próximos vídeos. Ele é o segundo jogador de poker mais rico do mundo. E a gente foi em Dubai, TR Dubai. >> Pô, isso é legal, >> cara. É [ __ ] >> Além
das viagens top que vocês estão fazendo, hein, cara? [ __ ] >> isso é legal. E aí uma coisa final aqui é vamos fazer o contrário. Fizemos errado, mas não tem problema. Título e tamb desse episódio. O que que vocês Botariam? me dá, eu vou, meu time vai criar duas tambs, aí a gente vê qual que vai ganhar e vocês criam uma e o título do episódio. >> A gente tem que tentar sintetizar o que a gente falou de mais interessante aqui, que gera uma controvérsia, alguma gera uma emoção. >> Eh, e uma coisa importante
também que acaba não falando, não falando antes quanto o André pensa, questão de packaging, por mais que O Denner nunca tenha falado eh não tenha amigos, >> Aham. >> No vídeo tem algum momento ali que faz sentido aquela fala ter saído, que nem ele falou de uma outra forma. >> Sim. Então, as pessoas que estão assistindo, não é só você ir lá e botar um negócio absurdo que não aconteceu no vídeo, >> porque daí vai ser um tiro no pé, >> tem que ter um nexo. >> É, tem que fazer sentido. Tem que fazer sentido
e tem que e estar na história de alguma forma, porque senão isso aí não tem. Você pode até conseguir o clique, mas você não vai conseguir a a retenção da pessoa, a pessoa não vai voltar depois, ela não vai mais acreditar no seu clickbait. Então assim, só funciona, isso é muito importante, só funciona porque tem nexo, faz sentido com a história e foi falado de alguma de algum jeito. Não, talvez não com aquelas Palavras, mas deu a entender. >> Vou te dar as melhores thumbs da história. E aí para te ajudar a pensar. Melhor tamb
história. Quem não deve não tem alavancagem para empresas. Correria é coisa de pobre com Marcos Paulo. Vendemos 1 milhão em 30 dias no TikTok. E esse é o melhor podcast que eu já fui. E aí é o Ducariano já tá em quarto lugar aqui com vendo 20 milhões, vendo 20 milhões por mês na Grove. >> Então vou te levar na minha linha de Raciocínio, >> tá? >> Primeira coisa que eu analiso é qual foi o tópico central da nossa conversa. Acho que teve dois, >> né? Primeiro deles é YouTube. Então, a gente falou bastante aqui
sobre criação de conteúdo, no geral sobre YouTube. Então, testar algum packaging nesse sentido, porque se a gente testar isso, a pessoa clicar no vídeo, ela vai encontrar esse tipo de conteúdo. Então, >> o maior youtuber de negócio do Brasil, por exemplo. >> Não, eu diria mais relacionado a tipo como se fosse um ângulo mais tipo >> masterclass de YouTube, sabe? algo mais nesse sentido de tipo a pessoa que assistir esse vídeo vai aprender muito sobre YouTube. >> Ou ou ou também não é referência, tipo assim, ele é o Mr. Beast do conteúdo empresarial, mas não
isso, isso é ruim. >> Aí agora o outro ângulo é o fato da Gente entrevistar pessoas de sucesso, então essas experiências que a gente já viveu, eh, entrevistando bilionários, entrevistando eh milionários. Então esse é um outro ângulo que dá para que que dá para abordar, que não tem necessariamente a ver com o YouTube. Então poderia ser algo do tipo, eh, ele ficou milionário entrevistando milionários milionários. Cara, eu ia falar, eu juro por Deus que entrevistando milionários. É, ele ficou, Ele ficou milionário entrevistando bilionários. >> Legal. Go. Já anota aí, produção. Eu pensei exatamente, André, tava
terminando de falar. Ele ficou milionário entrevistando bilionários. Gostei. >> Aí a agora tipo um um outro ângulo poderia ser eh tipo aqueles aqueles vídeos de masterclass, sabe? Que o cara fala 30 anos é 30 years of marketing. >> É, mas eu vou botar no título, entendeu? >> Hum. >> Como assim? >> No título >> não, porque olha assim, ó, tem a tamb que vai ser assim: ele ficou milionário entrevistando milionários. >> E tô pensando no título. Eu penso no título primeiro e depois eu penso uma tamb que vai valendar esse título. >> Ah, eu achei
que era, essa era tamb. Então esse é o título. >> O título. O título é é a primeira coisa. Não que ele é mais importante do que a tamb, mas ele é ele é o pontapé inicial. Você precisa de uma tamb que valide o título. Não necessariamente um título que valide uma T. >> Eu achei que a pessoa olhava primeiro pra tamb e depois do título. >> Ela olha primeiro pra tamb. Mas ela olha pra tamb. A tamb é para chamar atenção. >> Sim. >> O título é o que vai dar contexto pra Pessoa >>
que ela vai entender. Tipo, isso é um é um vídeo de rotina, é um podcast, é um >> eh é um documentário. Você vai ter uma noção ali do do que que é. Então isso que a gente tá pensando é o é o título. Ele ficou milionário entrevistando bilionários, >> tá? >> Aí eh, por exemplo, agora de de frase de de thumbnail, uma coisa assim, eh, a a por exemplo, Nenhum dinheiro no dinheiro nenhum dinheiro do mundo compra o acesso que eu tenho, sei lá, algo nesse legal. Gostei disso aí. Ou então, tipo, >> ou
tipo assim, YouTube não dá dinheiro, só YouTube não dá dinheiro. Tipo, é, >> ou então tipo, eh, então, por exemplo, algo relacionado àquilo que eu falei de tipo, eh, >> vou te contar porque você não deveria fazer YouTube. Tipo, porque >> é porque eu acho que pra minha audiência Esse negócio de, tipo assim, isso aqui o dinheiro não compra >> Uhum. >> é uma coisa que pega mais, entendeu? Minha audiência é uma audiência de alta renda. Então, tipo, eu fico pensando, pô, como assim que não vou comprar? Eu fico pensando muito nas coisas, por exemplo,
quando eu criei essas thumbs aqui, que foram as as mais as melhores, ã, eu fui muito na linha do, por exemplo, esse quem não deve não tem do Lázaro, foi muito que, tipo assim, pô, dívida é uma coisa ruim e aí o cara fala que deveria pegar dívida. É uma coisa contrainttuitiva. >> A gente vai muito nessa linha assim, por exemplo, esse que eu fiz aqui do Pedro Sobral que eu botei tráfego pago vai acabar e o o Sobral falando tráfego pago vai acabar. P >> forte, é controverso >> ex. Tô pensando numa coisa dessa,
entendeu? Tipo, cara, >> ele ficou milionário entrevistando bilionários e ele falando, tipo assim, >> o que eu consegui dinheiro não compra, sabe? Tipo, >> porque aí, pô, >> fica meio contrainttuitivo. Eu fico pensando nessa parada, sabe? >> Uhum. Eu eu vou te mandar umas opções depois mando para você, mas mas aí mas esse é o ponto central. Então, testa dois ângulos para ver qual que é o ângulo que a audiência tá mais Interessada. Se nesse caso as pessoas vão estar mais interessadas no fato da gente produzir conteúdo em que a gente entrevista milionários e bilionários
e no acesso que a gente tem, por exemplo, esse papo ali que a gente teve sobre o iman, sobre como é que foi ficar amigo do imã e tal, ou se as pessoas vão estar mais interessadas nas informações que são eh de conteúdo técnico do YouTube, entendeu? Então, tipo, uma 30 anos de, sei lá, 10 anos de YouTube em uma hora, Sabe? Uma coisa assim, 10 anos de conhecimento de YouTube em hora. Eu acho que o do Cari, o do Carie é esse o o título. O título ficou, quer ver, 20 anos de marketing em
uma hora e o a TAMB ficou vendo 20 milhões por mês na Grof. >> Pode ser também 10 anos. >> Daí, por exemplo, uma Vamos, vamos falar a frase aqui da TAMB, já bot já pode botar aí. Eh, fala assim, eh, vamos vamos supor, tá, >> que parte da sua audiência não conhece a gente, >> tá bom? ou a maioria, não sei. Mas eh fala aí agora. >> Ninguém me conhece. Ninguém me conhece, mas eu eu eh mas meu e mas eu tenho mais views que Flow e pode par. Fala alguma coisa assim. >> Ah,
tô falar pr >> É pra câmera. >> É, eu vou colocar logo no comecinho, porque no começo a gente faz uns cortes Com as coisas mais polentas, >> porque de fato a gente não é tão conhecido, todo mundo sabe quem é Pop e Flow, nem todo mundo sabe quem é a gente. E a gente tem uma média de views infinitamente maior que Flow e PP. >> Fala aí, fala aí. Então >> tá. É, muita gente não conhece meu conteúdo, mas nós temos mais visualização que o Flow e que o PODP. >> Pronto, >> fechado. Foi,
foi, né? >> Não foi, já tá valendo. Já vou cortar. >> Ess daí, esso daí já vale pro pro packaging >> do YouTube, >> entendeu? Pro do pro do entrevistando bilion e bilionários. Não, essa essa essa capa não, essa frase não, >> tem que fazer esse matchmak, né? >> Exatamente. Tem que tem que analisar o que que faz sentido ali. >> Animal. Ó, se você gostou desse episódio, lembrando que se tiver 50 Comentários, eu mando o resumo lá no grupo do WhatsApp. Entra no grupo do WhatsApp clicando aqui na descrição ou no comentário fixado. E
espero que vocês tenham gostado do papo que eu queria fazer e que vocês tiveram a o privilégio de ouvir. Eu deveria cobrar vocês para ouvir isso aqui, vocês estão vendo de graça. Então o que eu vou te pedir de pagamento? Você vai se inscrever no canal e deixar o gostinha, que aí a gente sabe que você gosta de conteúdos Como esse. Se você não deixa o gostinha, eu acho que você não gosta de conteúdo como esse. Eu não faço mais, nem faço mais podcast. Fechado. Querem mandar mensagem final aí? A galera quer conectar com vocês?
Onde que acha? >> Show. É João Curre no YouTube. É no Instagram é Curre João. Nos ajudem, nos ajudem a bater a meta de 1 milhão de inscritos. Estamos quase. E André, André que pessoa? Fala aí, André, por favor. >> Queria agradecer a nossa equipe, né? Obviamente eu e João somos os cabeças, mas a gente só consegue fazer o que a gente faz tendo profissionais capacitados, que é muito difícil de achar no meio. >> Animal. Opa. >> Editores qualificados, roteiristas. É muito complexo. Então, agradecer ao Antônio, ao Rafa, ao Gabriel, ao Jonathan, [risadas] >> ao
Evandro. Tem mais? >> Tem mais alguém que a gente esqueceu? >> O risco de fazer isso é que você vai esquecer alguém. >> Vai, vai. Esse que é, esse é [ __ ] Sei que foi esquecido, me perdoe. Exato. >> Mas assim, agradecer de coração a nossa equipe, porque de fato se a gente tem esse resultado, é porque a gente tem uma equipe forte. >> Quantos pess tem na equipe hoje? >> Sete. Contando com a gente. >> É bem enxuto se for pensar. >> Bem, bem enxuto. Inxuto cara, muito Enxuto. E a gente quer manter
assim pro máximo. >> Eu acho que essa é a melhor ideia que vocês têm. A gente não quer tanto. Valeu pessoal, até a próxima. Eu vejo vocês semana que vem. Ciao [música]