Boa noite, eu sou Batata da Marsen e aceitei esse desafio do portal do Dida para enfrentar 20 geração Z, meu amigo. Parece que eu tô aqui, parece que isso aqui tô eu tô no desenho animado. [ __ ] merda. Vamos que vamos, galera. E a primeira afirmativa, enquanto você mora na minha casa, você obedece as minhas regras, mesmo que você não concorde. Quem não discorda, quem discorda senta na mesa. >> Todo mundo concorda com ele. >> [ __ ] galera. Eu não quero ser o primeiro, pelo amor de Deus. Fica à vontade, meu irmão. >>
Todo mundo concorda com ele. Então, >> primeiramente, boa noite. Batata. Boa noite, meu amigo. >> Vim aqui debater com esse PM, com batata, que tem uma visão muito muito quadrada das coisas e me mostrar que essa parada não é assim que funciona. Pedro, >> bem, >> eu não discordo 100% da sua afirmação, >> mas eu acho, mas eu acho, >> já entrei ganhando, >> mas eu acho que existe uma forma certa de lidar com isso, né? Geralmente quando usam esse tipo de afirmação trazem uma hostilidade que eu não acho legal numa relação de pai e
filho. Um exemplo, eh quando você impõe que na sua casa é você quem manda e somente tudo na sua casa é seu, por exemplo, eh você de fato impõe Seu filho uma hierarquia que acaba pondo ele como inferior a você. dando o exemplo do meu pai, como eu fui criado, eh, ele desde sempre pontuou que tudo na minha casa era meu, dele, da minha mãe e eu nunca rebati contra isso ou me senti inferiorizado, por exemplo. Então, eu acho que quando você cita esse tipo de afirmação com essa com essa esse tom de voz, por
exemplo, você acaba pondo o seu filho, sua filha numa posição que não é agradável para ele, sabe? Eu acho que Nesse tipo de coisa tem que haver um respeito, tem que haver uma mutualidade. É óbvio que que meu pai é é superior a minha na hierarquia, mas se isso tem que ser evidenciado a todo momento, eu acho que isso tá errado. >> Quantos anos você tem? >> Tenho 19. >> 19 anos, meu camarada, preste atenção. O senhor da sua casa é o pai, é aquele cara que traz o sustento pra família, é o cara que
hoje é o pai, é, é. está Próximo à mãe, é ele que vai recepcionar todos os seus problemas, é ele que vai aturar tudo que você levar, independente da suas decisões. Então, é mais do que injusto ele receber um problema seu. Se ele você não respeita as regras que são impostas dentro de casa. Dentro da casa as regras são deles. Você tá com 19 anos, o seu pai possivelmente tá com 40. Como que você pode criar regras para que ele te obedeça, para que ele te respeite? Então, as regras são dele. E Se você entende
que é uma hierarquia dentro de uma casa, eu entendo também. Muito obrigado por você aceitar essa parada e te agradeço mais ainda porque você tem que respeitar a regra imposta pelo seu pai porque assim a gente mantém o poder da família ainda vivo. >> Gostei até [ __ ] >> Eu sou um trabalhador jovem. O meu valor que eu consigo fazer meus empregos, eh, trabalhando amplamente pela internet, não é valorizado por essa galera mais Velha e principalmente os policiais pesam isso na na mão com a gente, com a nossa forma de se expressar. Eu tô
vestido desse jeito e eu vou representar o que eu sou. Boa noite. >> Opa, boa noite. Eh, queria fazer uma pergunta antes de começar o debate por si só, mas eu queria que você me esclarecesse. Se você acha que a violência é uma forma de educação, >> o que que você chama de violência? >> O que você quiser acreditar como Violência, empregar força. >> Empregar força. Claro que eu acho, [ __ ] >> que é essa forma. CL o limite ou o limite é o seguinte, meu amigo. As regras são claras, tá fora da pergunta,
mas eu vou te responder por respeito ao debate. Presta atenção, meu irmão. Eu sou o dono da minha casa. Eu sou o senhor da minha casa. Eu sou o pai da minha casa. Eu sou o bastião da minha casa. Se o limite estourar, ou eu tomo uma atitude ou eu não tomo. Ó, perdão, tem interromper, mas eu acredito, eu concordo com o senhor, ela funciona na natureza, ela é uma lei natural. Ela funciona com ratos de laboratório, coelhos, mas não funciona com seres humanos. Ela não é uma razão humanitária, ela pesa porque nós somos muito
mais profundos e e perplexo eh profundos e consciente sobre >> isso é muito bonitinho, saber acumula sentimentos, injúria. Deixa eu te explicar, isso é muito bonitinho, entendeu? Isso é bonitinho. Só que eu queria te explicar que essa [ __ ] não funcionou. Não funcionou. Há muitos anos atrás, quando era usado o chinelo, quando era usado o poder patriarcal, o o filho respeitava mais e não vivia essa balbúrdia que há hoje. É porque você não viveu os anos atrás. O pai respeit o Filho respeitava muito mais o pai e puro filho sempre respeitar muito mais o
pai. Tudo bem? >> Eu acho que muitas vezes quando as pessoas estão muito intituladas ou elas querem muito provar um ponto, talvez isso fale sobre alguma ferida delas, sabe? Mas eu acredito em escutar todo mundo. >> Boa noite, tudo bem? >> Então, eh, eu sou psicoterapeuta e o senhor é ex-policial, correto? >> Não, sou policial da policial. Aham. Então, toda essa essa essa criminalidade que você vê na rua, toda essa violência, o que que você acha que causa isso? O que causa isso é a violência. Eu já atendi mais de talvez 1000 pacientes. >> Desculpa,
desculpa, nós estamos fora do tema, mas eu vou te responder com terminei de falar. >> Não é que a gente tá fora da da da pauta que que foi colocada. Eu tô chegando no seu ponto. >> Ah, tá bom. Perfeito. >> É que você tava falando sobre chinelada, né? Sobre bater no filho. Sim. >> Você bate nos seus amigos policiais? >> Oi. >> Você bate nos seus amigos policiais? >> Não. >> Não. Bate em cachorro na rua >> não. >> Aí tu vai bater numa criança que você gerou para educar ela com base científica no
quê? Isso educa uma Criança >> com base científica no que educa uma criança? >> Eu vou te explicar uma coisa. É, é muito bonito que se fala hoje, o que se distorce a respeito da famosa chinelada, aonde os o o onde eu mais uma vez eu vou explicar, aonde hoje vocês buscam uma discussão, uma liberdade que se tornou a verdade >> liberdade de uma violência. Porque eu perguntei com base científica onde a Violência educa uma criança. >> Se se virou a verdadeira libertinagem. >> A verdadeira libertinagem quer >> você tem uma base científica posicionada que
você chama de base científica, você faz uma uma alegação aonde a violência primeiro vocês aleegam chamam como uma chinelada, uma correção ao seu filho como violência. Mas foi o que eu perguntei. Quando um colega te desrespeita, você dá uma chinelada? >> Ele é preso? Não existe. >> Não, não. Um colega policial, ele é preso. >> Preso, preso. >> Quando ele te diz respeito, quando ele se opõe a você, >> respeito, ele é preso. Hierarquia, disciplina. >> Todo mundo que vai contra você é preso. >> Preso. >> Entendi. >> No quartel não existe essa brincadeira que
você acha como existe em casa. Ah, Eu não gostei. Vamos discutir. É preso. >> Boa noite. >> Boa noite. Tudo bom? Tranquilão. >> Cara, vou provar aí que, pô, é tudo diferente. Não é que nem tão achando que é não, mano. Nós não é vagabundo não. Nós sabe se virar, nós é gente também, pô. Boa noite. Que que acontece? Eu sou uma pessoa que eu sofri muito de violência doméstica. >> Certo. Que que você chama de violência doméstica? >> Violência doméstica nível e conselho tutelar, tipo pescoço roxo daqui até aqui, tá com tomate jolado, essas
porras. >> É, então é isso aí. Quer dizer que o cara que te virentou um animal. Exatamente. Tem sim, porque você falou sobre essa questão da educação. Minha família sempre foi muito visada no ah, vamos educar no Não quer respeitar, bate da hora. Eu fui procurar refúgio. Aonde? Eu Fui procurar onde eu via alguém que me abraçasse, onde eu via um carinha >> no tráfego. O que >> fui? [ __ ] [ __ ] >> Não, eu perguntei por curiosidade, [ __ ] >> Curiosidade, [ __ ] >> Chegou esse ponto. Chegou, mas >> não,
tudo bem. Vai toca o teu bar. >> Que que acontece? gerou tanto incômodo dentro de casa, tanto desconforto, um lugar tão colorido, ah, tem de tudo, Você tem uma TV, você tem uma cama, você tem roupa lavada, mas você vê tudo incolor. Que que eu fui fazer? Eu fui procurar amizade na rua. As pessoas que realmente eu achava que me abraçavam, que dava aquele mínimo de afeto que eu tinha. Minha família é bem desconstruída. É uma família meio caótica, confesso, entendeu? Não é um cenário em geral, mas eu não acho que essa parada de você
chegar e agredir com violência verbalmente dá problema, tá Ligado? te explicar uma coisa. >> Porque eu cheguei na rua, eu encontrei conforto aonde? Em amigos. Aí eu comecei a confundir quais eram os valores de verdade, porque a família ela é para ensinar, tá ligado? >> A família é para ensinar. Me ensinaram, não, eles decidiram dar porrada. Fui aprender aonde? Na rua, terminei fazendo o quê? Quase fumando craque, tá ligado? Quase debaixo lá daquela linha amarela na cidade de Deus. >> Qual o seu nome? Felipe, >> Felipe, olha só, Felipe, o que você tá me esprelando
como cenário não tem nada a ver com o que vocês estão confundindo. Uma chinelada, uma correção de um pai. Isso não tem nada a ver. Eu nunca bati nas costas do meu filho. Eu nunca peguei a não ser um chinelo para dar na bunda, a não ser um chinelo para dar na bunda do meu filho, pô. E preste atenção. E preste atenção. Eu tenho um menino que eu criei como meu Filho. Meu afiliado tá até aqui. Ele nunca usou craque, não. Nem usou uma coisa, foi procurar outro lugar. E hoje ele tá com 30 anos.
É meu amigo para caraca, pô. Ele tá com 30 anos. É meu amigo. Me tem como respeito e e me tem como imagem representativa para ele. O que você chama de violência? Como é que eu vou enforcar meu filho até o pescoço dele ficar roxo? [ __ ] existe uma coisa, isso aí não tem nada a ver uma coisa com a outra. >> Foi bom, parceiro, depois eu te respondo. >> Senhor cabeça de batata. >> Boa noite, meu camarado. >> Boa noite. >> Boa noite. >> Fala, rapaziada. Dantas na voz aqui. Vim diretamente da zona
norte para começar esse debate aqui com esse tal de batata, servidor público, mas a única coisa que ele vai servir aqui hoje vai ser um purezinho de conservador. >> Eu sou o Dantas. Eh, o sociólogo Emilo Durquen, ele disse há algum tempo atrás que a sociedade molda o indivíduo >> e caso ele se opõe à sociedade, caso ocorra algum problema, é responsabilidade da sociedade. Então, a partir do momento em que a gente insere uma criança num lar disfuncional, onde existe esse lance de bater, de dar chinelada, de aplicar castigo físico, isso não vai gerar mais
Respeito, vai gerar um ódio naquela criança. E quando ela crescer, ela tende a reproduzir aquele comportamento com o filho dele, ou seja quem for. Isso se o comportamento não evoluir para alguma coisa mais séria, porque ele pode estar agredindo ali o filho dele, daqui a pouco ele tá com alguém na rua, agredindo alguém desconhecido na rua, agredindo uma mulher, agredindo um animal. Então isso enraíza muito forte. Não é uma parada simples que você pode Dizer: "Ah, é só um castigo". Não, nunca é só um castigo. >> Não. O que você tá falando, meu amigo, a
respeito de você dá uma chinelada. Voltamos. A famosa chanelada na bunda. Olha bem, gente, presta atenção mais uma vez. O que você faz? Você faz uma construção de um local, de um ambiente violento. Cara, não, não é isso que um pai constrói para casa, não. O pai constrói uma casa com saúde, com felicidade, com respeito. Porém, porém A chinelada não corresponde ao grau de violência que você tá alegando. a correção com o seu filho não vai não vai dizer para ele: "Cara, sabe o que que eu vejo hoje? >> Hum? >> Eu tô cansado de
ver criança com 11 anos de com fuzil pendurado no pescoço. E você sabe o que que o pai diz? A mãe diz baseado no que você fala, porque ele não pode dar uma chinelada, ele não pode segurar o braço do garoto, [ __ ] >> Hum. Não pode. Você sabe que ele diz, >> hum, >> que ele não suporta mais ele 11 anos aquela criança tem, [ __ ] Ai, >> vamos lá, psicóloga. >> Vamos lá. É, eu sou psicoterapeuta. >> Psicoterapeuta. >> Sabe o que eu também vejo? >> Não é uma não é uma
área da psicologia. >> A psicoterapia é um pouquinho diferente da psicologia, mas tá ali parecido. >> É, é. Eu pensava que a B, vamos lá. A psicologia tá tá com a >> Então, sabe o que eu também vejo? Eu também vejo criança de 11 anos vendendo bala no sinal. A gente não pode. Também eu vendi. Eu vendi. >> Vendeu. >> Vendi. Vendi. E não era demérito nenhum. Não. >> Não. Máximo respeito. Isso que eu tô falando. A nossa sociedade, especialmente, né? O Brasil ele é um País que tá com economia quebrada. Então, >> tem muita
população pobre, tem muita violência e tal. Mas o que eu acho que ele tava trazendo era que quando a gente, quando você fala assim, não, a chinelada é uma coisa, mas o pai vai criar um ambiente tranquilo, com respeito, com felicidade, com educação. É um pouco contraditório você falar: "É minha casa, minhas regras, mesmo que você não concorde, até onde isso vai? Até onde é só uma chinelada? Até onde você tá oprimindo uma criança, tirando a voz dela, sendo violento, falando coisas que vão realmente internalizar nela. Porque quando a gente olha, é isso que eu
tava falando, a quantidade de pessoas psicóticas usando droga, violentas, perdidas na vida, são pessoas traumatizadas. >> É, é até onde vai o seu trauma. O problema é esse, cara. Até onde vai? Isso tudo foi dito muitas vezes. Isso Tudo foi muito defendido. Inclusive a chinelada foi muito defendido legalmente, pô. Criaram-se uma lei, a lei da palmada, porque não podia mais bater nos filhos. E aconteceu. >> Mas qual que é o tesão de bater nos filhos? Não é tesão de bater nos filhos, não é tesão. É, existe o seguinte, >> eu te perguntei da outra vez,
>> uma criança de 9 anos, >> hum, >> ou de 8 anos, >> você vai chegar a um limite. Eu já vi criança de 10 anos mandando a mãe tomar no cu, pô, e metendo a porrada em mãe e pai. E aí eu te pergunto, >> tão batendo, tão metendo a porrada nos professores, >> metendo a porrada de uma criança de 9 anos. >> De 9 anos estão dando porrada professor, dando cadeirada. [ __ ] mas deixou o professor morto essa criança de 9 anos, hein? >> E eu te mostro diversos vídeos. [ __ ]
se o professor tomou uma cadeirada e não ficou morto, ele pode tomar uma pomada que a gente a gente não tá falando de crença. >> Só para falar. >> É que minha mãe é professora. Vai ser maneiro agora. Eu gosto do papo del >> minha mãe vai ser professora. Que que acontece? Só eu queria falar outro assunto, só que você focou nessa parada aí da professora. Minha mãe é Professora de escola pública, ela já diversas vezes tomou cadeirada de aluno. E aí vamos entrar num problema. Isso tudo vem acaba vindo da criação. Você focou muito
na parada também. Ah, criança de 11 anos com fuzil. Querendo ou não, o que a gente vê dentro de casa, a gente normaliza, a gente troca critérios, a gente olha e fala: "Caralho, isso aqui é normal". Tá ligado? Eu vou te dar um exemplo. Sei lá, eu gosto muito de música, então vou Dar um exemplo de música, uma música até que bem famosa de bombep. O cara ele chega, pô, uma PJL, ele chega, ele cita, cansou de tomar tapa na cara da mãe cheirada. Qual que foi a ideia do cara? Foi pro crime, ideia errada,
mas o cara normalizou aquilo. A criança que dá uma cadeirada na [ __ ] da minha mãe na escola eu não gosto. Minha mãe também não gosta. Mas fazer o quê? Ela chega lá e tenta educar, tenta fazer o que os pais não fizeram, tá ligado? O erro da Criação do filho, os atos do filho, querendo ou não, vem dos pais, tá ligado? Tudo que eu aprendi hoje em dia, eu vi dos meus pais. que o garoto pode ter dado uma cadeirada no no no professor e por influência da família. Possa, pode até ser. Eu
não tô dizendo para você que não seja, não. O que eu quero dizer para você é o seguinte, que não tem nada a ver igual, por exemplo, a o rap lá falou: "Cansei de tomar a tapa na cara da minha mãe Cheirada". E o que nós estamos falando aqui da estrutura familiar que eu venho defendendo aqui é uma estrutura familiar do poder patriarcal que tenha sido perdido. Agora quando eu falo de estrutura familiar que tenha sido brigado, que está sendo brigado aqui, que tá sendo defendido aqui, não é, [ __ ] a minha mulher cheirar
e meter a porrada no meu filho, não, [ __ ] Segunda afirmativa, filho e homem só vira homem depois que Trabalha e sustenta uma casa. Prazer. Boa noite. Tudo bem? Boa noite. >> Boa noite. >> Quando você tá lidando com uma pessoa, existe uma diferença muito grande entre o que é fato e o que é opinião, porque já existem diversos estudos que provam o contrário. >> Olha, eh, existem vários casos assim de pessoas que só chegaram onde chegaram porque tiveram pais que apoiaram elas. enquanto elas continuavam com os pais Para que elas pudessem focar nas
suas carreiras, no seu estudo. Eu digo no sentido de que hoje em dia várias pessoas vivem uma situação tão difícil que se você sair de casa, a sua vida vai ser focada só na subsistência, ou seja, em ficar vivo, em ter o que comer. Você não vai ter tempo para investir na sua carreira, você não vai ter tempo para estudar. Então, tem vários exemplos, por exemplo, eh, cientistas, o Newton, o Galileu, eram pessoas que tinham alguém Ali apoiando para que eles pudessem se dedicar a esses estudos. Então, você não acredita que para alguns casos de
carreira também esportistas, é importante que o filho possa ficar ali próximo dos pais para ter esse apoio paterno, fraterno? Acredito. Eu só não acredito que ele se torne totalmente homem, sendo que o pai sustente a vida dele, que o pai dega tudo para ele, para que ele seja Subsidiado ao caminho. Se ele está em caminho para o futuro dele, ele é o quê? Ele é filho. Ele é protegido pelo pai. Qual é o sexto de proteção que esse homem tem para proteger uma família? Qual é a capacidade que ele tem para gerir uma família? Gerir
um filho, porque o filho, uma família, ela não tá só pautada em grana, não, tá? Mas quando você entende a dificuldade de estar à frente de uma casa e mantém uma casa, aí meu parceiro, o mundo muda de figura. >> OK. Fala aí, Band. Suave. >> Boa noite. >> Tudo bem, meu camarada? Pô, essa rapaziada mais velha aí tá cheio de argumento passado. Eles parece que tão presos dentro de um museu. Parece que para eles o mundo não andou. Eles querem me viver só na mesmice deles, achando que as coisas não se atualizaram e que
vai ficar assim pro resto da vida. Eles têm que entender que o deles já passaram E que o nosso é o agora e deixa a gente viver o nosso mundo, pô. Eles já viveram deles agora, pô. Vai aproveitar tua velice, pô. >> É, então essa tua afirmativa de que o filho, homem só vira homem quando ele sai de casa. Cara, para mim não acarreta em nada, porque eu acho que muito mais importante do que você >> trabalho sustenta a casa. >> Então, tudo bem, trabalho e sustenta a casa, eu acho que muito mais importante Do
que tu falar isso dele, que tem que trabalhar e sustentar a casa, eh, é você falar também sobre valores que o pai como homem tem que passar pro filho para que ele possa se tornar um homem de respeito e devido o valor que um homem tem que ter. Eh, então eu não acredito que o valor de homem, a ombrididade de homem, a verilidade de homem seja só no trabalhar e sustentar. Ele tá muito mais sobre como ele é ensinado, sobre o que ele Aprende, como ele vai ser criado ali pel aquele ambiente familiar qual ele
>> é porque você vive num mundial muito pequeno. Na sociedade, presta atenção, >> na sociedade, meu camarada, >> se uma mulher não trabalhar, ela não deu sorte. Se você não trabalhar é vagabundo, [ __ ] Essa é a realidade. >> Você precisa ter sustento da sua casa. Você precisa ser o gestor da sua casa. Isso tá acabando. Porque sabe o que que tá acabando? Porque pensamentos que acha que você não precisa ser o responsável da sua casa faz com que um porrilhão de filhos sejam jogados aí na rua todos os dias, porque o filho deixou
de ser responsabilidade do pai, do homem que gera uma casa para eles empurrarem em cima da sociedade. A culpa é da sociedade. Eles são, eles são eles são culpa de uma sociedade que não analisa [ __ ] nenhuma. É o pai que não tem o é o é a família que não tem um pai Dentro de casa com regras, cabid de homem e deixa a coisa correr frouxa. E quando a criança tá com 10 anos de idade, sabe o que que ele faz? >> Ele vai pra rua porque ele acha que se manda. >> Mas
ô batata, vamos lá. Para quem não foi, tem que dar >> eu e a minha namorada estamos aqui para acabar com esses pensamentos retrógrados da da geração antiga, tipos como esse ex-policial ou policial influencer aí, Tão degradando completamente, meu irmão, o pensamento que os jovens têm das pessoas mais antigas, entende? E hoje eu tô aqui para mostrar que jovem é consciente, jovem sabe mais, muito mais do que alguns velhos por aí que são traumatizados e tentam passar o trauma deles pros filhos, senão pros netos. Eu e minha namorada, Sabrina Carpenter. >> Boa noite aí, meu
irmão, queria falar primeiro um bagulho para tu. Então, tipo assim, você Diz que o cara que ele chega e ele tem, tipo assim, não tem um homem ali dentro de casa de verdade que não vai ensinar os valores para ele, ele é um merda. Tipo assim, o cara não vai criar legal, né? >> Se você não for dono, homem da sua casa, >> incapaz de ensinar os valores para os seus filhos, incapaz de transmitir os valores hoje que a sociedade abandonou há tempos, se você não tem capacidade para isso, que que você é, cara? Tu
não É nada. >> Então fala para mim como que minha mãe conseguiu criar sozinha uma mulher que tava 20 anos, mano. >> Porque a sua mãe foi homem também. A sua mãe, o fato dela ser sexo, o sexo feminino, não quer dizer que ela não foi, ela não teve o poder patriarcal dentro de casa dela. >> Minha mãe não é transis não, mano. >> Tem nada a ver uma coisa com ela ela é cisma. Ela é sisma, >> menino. Não tem nada a ver uma coisa com a outra. >> Garoto. Garoto. Um poder. Não tem
nada a ver com sexo, menino. Não tem nada a ver. Eu também fui criado pela minha. >> Então o que que é homem? O que que é homem que tu tá falando, [ __ ] Homem carro, homem cachorro. Tô olhando tudo aqui que é homem. >> Isso aqui também é homem, rapaz. É homem, é homem. Minha namorada aqui, meu irmão, que tu não conhece, sou Sustentado por ela. Sustentado. Bato no peito para falar que minha mulher Sabrina, ela é [ __ ] Minha mulher é [ __ ] Tá lançando três músicas ano que vem, rapaz.
Não pode ser >> sustentado por ela. >> Sou sustentado com orgulho por mulher. Eu sou com orgulho. Bato no peito. Fala: "Minha mulher é minha vida". Aí, aí você é incapaz de sustentar você mesmo. O que que você é? Um homem que é incapaz De se sustentar? Ele não é nada, rapaz. >> É [ __ ] nenhuma batata, pô. Olha você aí, meu irmão. Policial com 700.000 seguidor. Se essa [ __ ] mano, se essa [ __ ] de policial fosse um bagulho sério, não fosse sem influência, agora quero ser policial também, mano. É só
passar no curso, fazer uns vídeos, vagabundo. Tem mais que morrer porque eu sou polícia. É o BOP, é o [ __ ] Que isso, rapaz? Não, >> não. Só >> você sabe por que eu tô aqui na internet? >> Cara de quê? Por causa de quê? >> Sabe por eu tô aqui na internet? >> Eu tenho 25 anos de trabalho de guerra. Eu tenho mais de 2.000 aprisões. >> E a Sabrina Carter tem mais de 80 milhões de no Spotify. >> Aí você tá discutindo. Tá falando besteira. Não é besteira, rapaz. O bagulho é na
moral. Ela tá falando besteira, garotão. Eu não vou discutir Contigo. Eu vou sair. >> Vamos lá. Meu Deus do céu. Tá educando. >> Opa, tudo bem? Boa noite. Olha, eu acho sinceramente que esse povo é antigo, esses boomers, pai raiz, tá tudo ultrapassado, entendeu? Eles não sabem o que falam e se falam falam besteira. Eu tô aqui para corrigir esse cara. >> É, vou confessar, eu tava com o argumento pronto, mas aí teve essa linda espetáculo da Sabrina Capital. >> Tu gostou, mano? Cara, >> eu achei incrível, na verdade. >> Achei um desastre essa [
__ ] >> Rapidinho. Eh, vamos, vamos. Eh, pelo que eu entendi, então, do que você tá dizendo, a ideia de homem da casa advém, de certa forma, do seu sustento financeiro, pelo menos um dos motivos, certo? Você diz que um homem que não sustenta sua casa não tem eh não tem, não pode se chamar de homem. E aí eu te pergunto, eh eu tenho um tio >> Uhum. Ele trabalhava até os 28 anos, ele ficou cego e cadeirante por causa de um acidente. Ele não é homem. Hoje em dia quem sustenta a casa é a
mulher dele. >> Porque parece que tem. >> Porque a questão aqui não é essa. Calma, deixa terminar. >> Essa sopa de letrinha de letr beber. Essa besteira >> não é bebê. Não é bebê. Então me responde. Ele não é homem. >> Ele não é homem. >> Você não vai ser homem. Por quê? Porque você é um cara perfeito, com seu braço e perna e vive, quer viver sustentado por uma mulher. >> Sustentado. >> Eu tenho uma empresa de fotografia e vídeo. Eu sou ator, eu trabalho. Como é que eu não tô sustentando ninguém? Eu ajudo
meu pai, ajudo minha mãe quando eu posso. Como é que eu não sou homem? >> Eu disse a você, se você sustenta sua Casa, >> se você sustenta sua casa com capacidade de sustentar a tua família, >> hã, >> com certeza. Se você tem condição de ser seu provedor, você sujeita um homem. Sim. Agora, o fato de você bater nos seus pés, dizer que você é o homem da sua casa, se você não pode nem prover o seu alimento, [ __ ] que homem que você vai ser? Que pai você vai ser, pô? >> Com
certeza. Mas a questão é que eu não sou pai. Eu não sou pai. Isso não tem nada a ver. Homem não tem nada a ver. Homem é gênero, sexo. Não sei exatamente o que seria homem. A questão é >> para você. >> Você disse daqu é mais a mulher, a a mãe do cara que é uma mulher é mais homem por sustentar. Você tá definindo? >> Não, não. Eu disse para ela, eu disse para ele que o fato dela ter se tornado pai e mãe, >> ela foi muito mais hom do que muito calça frouxa
que eu vejo aí todo dia, [ __ ] Assim como a minha foi. >> Mas você não vê a minha e a minha irmã, >> você não vê a problematização de você definir homem como isso? sendo a definição de homem ou mulher não tá no sexo, não tá não tá na genitária não, [ __ ] >> Obviamente que não. E por isso mesmo, >> atitude, [ __ ] >> Boa noite. >> Bem, boa noite, meu amigão. >> Eu vim mostrar para esse pr cara que tá chegando aqui agora, que não é só porque ele é
mais velho, que ele tem práticas, que aprendeu no tempo dele, que as práticas dele serem pra gente agora. O tempo muda, sempre mudou e sempre vai continuar mudando. A hora de ele mudar o pensamento dele e mostrar para ele que o tempo não para. É, primeiramente, eu acho que você tá falando muito do sentido de ser homem. Você já trelou ele a sustentar a casa, ser pai. Eu acho que isso não tem nada a ver com alguma coisa que a gente tá debatendo aqui. A partir do momento que você fala que esse homem tem que
sustentar a casa, você tá falando então que o cara tem que se matar numa jornada trabalhista exploratória, no mínimo para poder prover sustento dentro de casa. E aí ele não consegue ser o pai que você falou que tá atrelado a isso, ele não consegue prover a educação do que tá Atrelado a isso e você não consegue nem ser figura paterna que você tá falando de poder. A tantos que você não tá conseguindo provar, porque você não consegue estar presente em casa, você não consegue ser um bom marido, você não consegue ser um bom pai. Eu
acho que todas essas figuras, todas essas figuras que a gente tá falando, tá trilade. O teu sustento, o teu videogame é pago, parceiro, com muito sangue suó de trabalho de muitos homens que tão sabe o Quê, parceiro? perdendo a jornada de trabalho, como você tá falando, perdendo suor, derramando sangue, lágrima em cima. Sabe para qu, parceiro? Para ver você chegar aqui e dizer que essa [ __ ] não vale a pena. >> Primeiramente, não disse que não vale a pena, até porque o próprio videogame que você falou, sustenta quem trazendo de casa, quem traz sou
eu, porque eu não tive a experiência de um pai, porque ele teve que se matar. Aí justamente sou eu. Quem traz esse sustento seu que tem que trabalhar tanto? >> Você sustenta sua casa? Felizmente sustento. >> Então se você sustenta sua casa, você tá sendo provedor da sua família. >> Mas aí você já falou no conceito de ser homem, de ser pai, de ser isso tudo. Foi você que falou. Eu tô reproduzindo que você falou misturando. Você estão misturando. A ombridade, a ombridade socialmente, Ela foi abandonada. O homem não tem razão de ser. O homem
perdeu a a O homem perdeu o o o homem perdeu >> o amor de bater no pé e dizer: "Eu sou homem, sou provedor da minha casa. Homem não tem nada a ver com isso, batata. Perdeu. Tem sim. >> Você se homem aproveitar a casa. O que você faz? Você tá sustentando casa homem. A hombridade envolve moral, entendeu? O homem perdeu a condição de moral. Tem tanto, >> batata. Primeiramente, caô cagão. Tu tá, tu tá colando as placas aí, falando a pampa, já tá todo desconexo, o negócio não tá muito certo pro teu lado. >>
É. >> E outra, tu tá falando aí a Pampa que ah, não sei o que esse homem, o cara tem que sustentar, tem que trabalhar, tem que isso, tem que vou falar sério. Se eu tô desconecto, me bota na conexão, não Fala não sei o que, nem tipo assim, >> não. Aí tá falando de de pô tem que sustentar. Ai, pá, que não sei o que, suave, pá, >> não sei o quê. É [ __ ] nenhuma. >> É, é tudo, pô. Eu falo assim, pô. Não cola as placa não. >> Não cola as placa
não, batata. Ou >> tu se pronuncia direito >> aí. Vamos lá. Não, vamos para ficar um bagulho maneiro pá pra gente aqui. Vamos. Vou dar um exemplo. Naquela época Lá daquele vírus meio doido, tal, não sei o quê. Meu pai, né? >> Não sei. Calma aí, calma aí. Você, se você não explicar as coisas, eu não vou te entender. Você tá falando dialeto para você. Tipo assim, vamos lá. Eu entendi 2002 já era vivo? >> Não, 2002 não. >> Então, pois o que que você quer falar? >> Vamos lá. Naquela época lá daquele vírus, >>
que vírus? >> Coronavírus que foi prejudicial pro mundo todo. >> Eu na época era 2020, 21 ali >> ele não sabe a data. Ele falou 2002, pô. >> E você que escutou 2002, >> fala. >> E aí, vamos lá. Eu, um jovem mancebo, recém concursado da da Fetec, eh, tava no meu segundo ano de ensino médio, meu pai, que na época trabalhava como Uber, que é o homem que me que me criou, é um homem que além de coisa com preço me Passou valores, me ensinou a respeitar, me ensinou me ensinou tudo que eu sei
como homem. E antes mesmo disso, eu já me via, claro, como um jovem, mas que já tinha pensamentos de homem. E nesse período no qual meu pai ficou desempregado, o qual a fome chegou a alcançar a gente, eu como um bom, um bom jovem saí da escola e comecei a trabalhar como garçom, né? Mesmo que não pudesse abrir, tinha umas coisas que funcionava. Então comecei a trabalhar Como garçom e foi o que eu consegui ajudar meu pai no sustento de casa. Isso não foi vergonha pro meu pai, não foi um super mérito para mim, ao
meu ver, e não fez o meu pai menos homem, porque em um momento da nossa vida, ele ele não teve condições de sustentar a casa, de levar o sustento para dentro de casa. Rapaz, olha o que você tá falando. Você acha que o fato >> o fato >> do do de um de de um pai que sempre Sustentou a família dele é um sujeito honrado, infelizmente, >> sujeito homem honrado, mas infelizmente por acontecer um problema, um intercalço durante a vida dele, ele vai deixar de ser uma homem, seu homem não tá só atrelado a sustentar
a casa tá sendo hipócrita. O que você é que pariu? Você comeu casa tá tilando não tá certo batata. Dá Seu teu papo na moral batata >> não. Você tá falando merda você. Você comeu com seu pai [ __ ] >> Terceira afirmativa. Aquele que tá cansado demais para trabalhar nunca será ninguém na vida. >> Caraca. [ __ ] veio o Xmen, mano. Bat >> batata não sabe de nada. Hoje eu vou dar com taco na cara dele. >> Eu esperei esse momento para essa afirmativa sua. Eu, o meu TCC da faculdade, ele envolve doenças
mentais, Certo? >> E no caso do sua afirmativa que trabalhar sobre cansaço e etc, eu queria te perguntar: Você gostaria que o seu filho com 15 anos em trabalhasse com 8 horas no supermercado? trabalhasse todo dia uma escala 6 por um, gerando cansaço para ele, fadiga e tudo mais. >> Não, ele não precisa trabalhar 8 horas no mercado, não, mas que ele vai fazer alguma coisa, ele vai, pô. >> Tá bom. 6 horas, menor aprendiz. >> Vai, pô. Seria ótimo, é saudade. >> Gerando fadiga e cansaço para ele. >> Sim. responsabilidade, porque você vê só,
tu só enxerga fadiga e cansaço. Atrás do trabalho tem a responsabilidade do comprimento de horário. >> Com acúmulo de fadiga e cansaço, a pessoa gera uma doença, um burnout. Se o seu filho com 17 anos tivesse um burnout e cometesse suicídio dentro da sua casa, você carregaria o peso de ter colocado Todo esse peso em cima dele, dele ter que trabalhar desde da adolescência, você carregaria a morte dele? >> Claro que não, [ __ ] Eu trabalho desde os 11 e não me matei dentro de casa. Se ele se matar, ele que se dane, [
__ ] >> Ah, então seu filho tá nem aí. Se ele morrer, >> não. Ele tem que entender o seguinte. O sujeito homem, presta atenção, ele precisa trabalhar. Ele precisa trabalhar. O ser humano tem que Trabalhar. Se o cara tem que trabalhar, ele vai se matar por causa de esforço, [ __ ] Ele que se mate, [ __ ] >> Parabéns, você é um ótimo p >> trabalha comigo, minha filha. Relaxa, relaxa, trabalha comigo, relaxa. Beleza. Não trabalhar por falta de cansaço. >> Não, >> preste atenção. Eu foi uma minha adicção é meio ruim. Ironicamente
eu faço música. Vai entender. Eh, Cansaço, trabalho. Repete a pergunta de novo, por favor. Ron, [ __ ] >> Minha adicção me trava, cara. É [ __ ] Não, relaxa. Espera. Quem está cansado demais para trabalhar nunca vai vencer na vida, [ __ ] Beleza. Que que tem difícil nessa [ __ ] dessa afirmativa? >> Vou começar com um ponto que nem você. Eu comecei a trabalhar com 11 anos de idade. >> Ótimo. >> Dá para olhar pra minha cara que tteca aqui já não é muito normal. Já >> sei você tá dizendo. >> Não,
não sei. Jeito de dizer minha mania. >> Tá bom. >> Sempre trabalhei. O >> problema é chega uma hora que eu justamente dei um burnout. >> Sempre trabalhei. Eu já vendi paçoca no BRT. Eu já fui ajudante mecânico, sou Ajudante eletricista. Já rodei no iFood. tá ligado? Fazia 100 conto de bicicleta no iFood. Sempre gostei muito de trabalhar, >> só que essa é a parada. Às vezes a pessoa não tem psicológico. Trabalho não é só ah, o cansaço do trabalho. Querendo ou não, a gente tem muita questão de saúde mental. Eu, pessoalmente, eu tenho os
meus síos diagnosticados, trato eles, tudo de boa. Só que chegou um ponto que eu literalmente vai me matar. Eu Trabalhava com ferramenta pesada. >> [ __ ] irmão, vai chegar uma hora que eu ia pegar uma pistola de gesso. Ia fazer o quê? Pistola de gesso, sabe? Sei que dar aquele tranco. >> Sei, sei. >> Tá ligado? Eu tive anos, muitos tempos e anos e meses travados em depressão na cama. Eu já tentei me matar diversas vezes, tá ligado? E essa é a parada. Chegou um cansaço. Eu não conseguia levantar para ir trabalhar. Desculpa, Felipe.
>> Felipe, Felipe, você queria se matar porque você ficou cansado de trabalhar? Não, eu já queria me matar antes. O problema é, eu não conseguia mais me mover na cama, nem para ir trabalhar. Não, não, não. O problema não é o trabalho. >> O problema não é o trabalho. Você tinha um problema. >> O problema veio ao decorrer do trabalho e os problemas da vida, porque também Uma pessoa não vai querer se matar só por causa de trabalho. Conv. >> Então, obrigado. É essa afirmativa que tá. >> Ah, [ __ ] [ __ ] >>
Vamos lá. >> Vamos lá. Então, é muito fácil a gente olhar e falar: "Ai, só tem vagabundo hoje em dia, a galera não quer trabalhar". Só que na época, por exemplo, dos nossos avós, né, no pós-guerra, a economia era completamente Diferente. Com cinco salários mínimos, talvez você conseguisse comprar um terreno. Hoje em dia o que acontece é que a nossa economia tá extremamente quebrada. aconteceu um processo de financeirização extrema, onde o nosso dinheiro hoje em dia é extremamente taxado. 51% da nossa liquidez ela é, entendeu, né? Roubada >> nessa taxação absurda. Então o que acontece?
>> As famílias não têm renda, né? E tá tudo Quebrando. As empresas às vezes nem tm demanda, >> eh, e nem tem dinheiro para pagar funcionário. Então, a economia tá toda quebrada. E aí quando a gente vai trabalhar, por exemplo, um trabalho de CLT, ela a pessoa ela vai trabalhar, por exemplo, 6 por um, 8 horas por dia, para as vezes não conseguir nem pagar um aluguel. >> Sim. >> Então, quando a gente fala, ai é Vagabundo, não quer trabalhar, >> talvez a nossa geração só não queira ser extremamente explorada, >> porque antigamente era completamente
diferente. Hoje em dia comprar uma casa é quase que um sonho inating doutor, eu quero dizer o seguinte, que ele não tá conseguindo comprar isso justifica ele não trabalhar? Não justifica, porque a partir do momento que eu me esforço para conseguir conquistar algo, ok, concordo completo. Concordo completamente. A Gente quer conquistar algo, vamos trabalhar. >> A gente tem que trabalhar. >> Concordo. Mas o que eu tô te falando é que hoje em dia, Calma, >> Afirmativa é essa. >> Mas o que eu tô te falando é que hoje em dia o que que adianta você
se matar de trabalhar se você não vai conquistar nada porque a economia está quebrada? >> Presta atenção. Se você pensar que você vai trabalhar e nunca vai conquistar Nada. Não, eu não tô falando disso. Eu não penso isso. Eu acho que a gente tem que correr atrás do que a gente quer. Mas o que eu tô falando é a maioria da população que é uma população pobre e que trabalha, por exemplo, e de CLT para outras pessoas, são pessoas que não têm essa esperança. Por quê? Porque estão sendo exploradas. Então não é que a galera
é vagabunda e não quer trabalhar, é que a nossa economia tá quebrada. É uma economia de exploração e a renda tá Sendo cada vez mais concentrada e a galera que é pobre tá ficando cada vez mais pobre. 50 anos e tô vivendo num país sempre quebrado. Essa [ __ ] nunca foi à frente. >> E eu cresci na vida, melhorei na vida trabalhando feito animal. >> Mas a sua época, da sua economia era completamente diferente da minha hoje. >> Com certeza. >> Porque como você diz com certeza. [ __ ] você tem 10 anos, [
__ ] >> Ganhou. >> Meu Deus. >> Ela tem 15 anos, [ __ ] Ela fala: "Com certeza". >> Opa. Olha, batata. Eh, >> vendo o que você tá falando, >> hum, >> eu acho muito feio você romantizar uma realidade onde o povo brasileiro não trabalha, ele sobrevive, entendeu? Eu acho que você romantizar um sistema onde Torna o trabalho que deveria ser uma forma de viver numa sobrevivência e uma sobrevivência ruim, onde pessoas trabalham 12 horas por dia, conheço, já conheci pessoas que trabalham 100 horas semanais, 90 e poucas horas semanais. Eu acho que você
passar esse pensamento adiante e não só isso, você falar que por você ter trabalhado muito, os outros devem trabalhar igual você, que teoricamente, como você diz, sofreu, sofreu muito, é Um pensamento completamente eh antigo do passado. >> É que as pessoas não deve trabalhar. >> Eu tô dizendo isso. Eu tô dizendo que você confunde trabalho com sobrevivência, >> não é? As pessoas têm que trabalhar. As pessoas têm que trabalhar. Mas o trabalho não deveria ser o que é nesse sistema de hoje. Fato, olha só, cara. O fato de o trabalho não ser como você quer,
>> não é como eu quero. O fato de o mundo não ter um laço vermelho em volta da cabeça, isso não quer dizer que você não tem que ir para cima, não. [ __ ] >> mas as pessoas vão para cima. Você vê vários ônibus lotados, as pessoas vão para cima. O problema é não é as pessoas irem para cima, é as pessoas irem para cima, darem o seu sangue, o seu suor e não ganharem nada em troca e continuarem morando na mesma comunidade de sempre, trabalharem 12 horas e ganhar um salário Mínimo. Esse é
o problema. Entendeu? >> E aí, cara? >> E aí? O quê? >> Você tem que parar de trabalhar? >> Não tem que, não tô falando que tem que parar. Eu estou discutindo a questão do trabalho. A pessoa tem que trabalhar trabalho. Você não vai à frente. Não existe outra forma. Ou você rouba ou você trabalha, parceiro. Caro batatinha, vamos lá. Na sua geração era um motivo muito grande de orgulho você pegar, ralar, trabalhar. Na geração do teu pai também era assim. Hoje em dia é muito complicado porque isso não suga só a sua saúde física,
isso suga sua saúde mental, como todo mundo aqui fala. Pessoa suga agora. >> Sempre sugou, só que hoje em dia a gente dá mais visão para isso, porque nossa geração se importa mais com isso do que a geração passada. >> [ __ ] merda. >> Eu já trabalhei como fiscal de loja na escala 6, 10 horas por dia, >> certo? E era bem longe da minha casa e eu tava num início de depressão, pô, complexo. Eu fui indo, fui trabalhando, peguei, não, vou pegar esse dinheiro, vou investir na minha saúde mental, tal. Cada dia que
passava do mês, eu piorava cada vez mais. Quando eu cheguei em casa, com aquele salário na minha conta, R$. Você acha que aquilo ia dar para bancar aluguel, comida, estudo, remédio? É muito complicado, cara. Não dá para você alegar isso tudo como se a realidade sua fosse sua. >> É você deve você, você achou melhor o quê? Ser vagabundo. >> Não, lutar por direitos melhores. >> Isso é afirmativa. Tem que trabalhar. >> Não, a afirmativa é que trabalho não importa. >> Não, não. A afirmativa é que sem trabalho você não chega a lugar nenhum. É
essa afirmativa. >> Eu tô esperando você botar que eu quero. >> Prazer. >> Prazer. Tudo bem? Eu venho que mostrar minha ideologia para as pessoas que tm a mente mais fechada, porque eu acho tanto quanto as pessoas que são mais velhas, tanto quanto as pessoas que são mais novas, as duas têm o que ensinar uma paraa outra. Então, Eh, eu acho, calma aí, eu acho que, tipo assim, ã, tem várias pessoas que, que realmente tentam trabalhar, tentam receber um salário bom, só que, tipo, elas se matam de trabalhar, não tem tempo para estudo, não tem
tempo para fazer nada na vida dele, na vida delas. >> Verdade. Verdade. >> Verdade. E isso é justamente que que a psicóloga tinha falado que o a economia está tá quebrada. Sim. >> Então, tipo, ã, tu acha também se Economia, tipo, também ela conseguisse ser melhor, tu acha que que a criminalidade não é diminuir? Porque pensa um um tipo assim, eu não apoio o roubo, eu sou sou um controubo. Só que tu não acha que ã as pessoas optam o o roubo para conseguir o dinheiro justamente para sustentar, porque já que já que elas não
conseguem trabalhar, ã, elas conseguem ganhar mais dinheiro com isso, tipo, mesmo preferem isso, mesmo tendo o correndo o risco de ser preso. E E é isso. >> O dinheiro, o dinheiro do roubo, o dinheiro do tráfego é mais fácil. >> Uhum. Fácil. >> É fácil. >> E o que é mais fácil não é o melhor pra sociedade. Roubar você e eu alegar para você por eu ser pobre. Talvez eu seja muito mais pobre do que você. Concordo. >> E não justifica. >> Isso. Não justifica. >> O que que acontece se você não buscar o trabalho?
afirmativa. Não existe outra solução. Queira você ou não, uma hora você vai ter que trabalhar, >> você vai ter que gerar o teu sustento. Se você decidir cruzar os braços, você não vai a [ __ ] nenhuma, porque aquele que te sustenta hoje >> tem alguém por trás de você trabalhando para manter você aqui sentado, se vestindo do jeito que você quer, botando o brinco que você deseja para você tá Aqui. Alguém tá se [ __ ] alguém tá se tá se estrupando no dia a dia e talvez ele não pode fazer como você faz,
com você usa a sua imagem que você deseja, que você tem vontade e ele tá atrás de uma empresa que exige. >> Não, ó, mesmo mesmo não parecendo, eu já fui metalúrgico, já fui, já trabalhei muito, já me fodi muito. Eu vii a base de energético, fodindo minha saúde, porque simplesmente era um trabalho Extremamente pesado. ficava tipo 10 horas, 9 horas por dia trabalhando. >> Mas saúde, mas trabalho fora da saúde, eu e eu não conseguia, tipo, ter tempo para estudar, não conseguia ter tempo para fazer nada. Mas então como é que eu ia evoluir?
Mas como é que eu ia evoluir na minha vida? Como é que eu ia ficar a minha vida inteira nesse nesse emprego [ __ ] E esse salário e esse salário que eu recebia não ia ter como sustentar ninguém. Eu não ia conseguir não Conseguia nem me sustentar direito, tipo, com esse salário, entendeu? Então, tipo, como eu vou conseguir evoluir sem ter tempo para estudar? É, Artur. >> Artur, 90% da população estuda e trabalha nesse mesmo batido que você tá aí para comprar arroz e feijão e evolui e evolui a porcentagem da população que evolui
só estudando porque tá com problema psicológico. >> Mas só estudando. Mas para estudar precisa o quê? Precisa ter grana. 1% >> para estudar precisa ter grana. tempo. >> É, eu queria saber que que dados são esses que 90% da população estudo trabalha. 90% da população, olha só, a maior parte da população não é nem pessoas que estão na são tem crianças e idosos. >> Não, deixa eu te contar. 60% da população vive com 60%, eu vou fechar. Calma aí. 60% da população vive com R$00. >> 60%. E são dados do Instituto Hoje da Fi Cruz.
60%. >> Mas o prefere que se chama de o senhor ou de ou de batata? >> De qual jeito que você quiser, tá? >> 60% 60% vive com R$. 98% da população vive com menos de R$ 3.500. 98%. Somente 2%. Você sabe qual o tamanho da nossa população hoje? Sabe, doutora? 213 milhões, bilhões de pessoas. 213 213 nós temos sabe o quê? Um panteão de pessoas famintas que enche hoje mais de de de 5000 pessoas faz o trânsito já pereri todo dia para ganhar R$00. Então, exatamente. Primeiramente, vamos falar baixo. Olha só, eh, você tinha
falado que 90% da população brasileira estuda e trabalha. 98% da população brasileira, incluindo criança, incluindo idoso. Entendi. >> Sim. Ganha menos de R 3.500. Tem que trabalhar por lá. >> Não, o que eu tô te falando é então, olha só, o quando você fala de trabalho, você tá falando do quê? Da mecânica de se desenvolver. É evidente que se você não fizer nada, você não vai ter nenhum resultado. Mas a gente não tá falando disso. A gente tá falando do mercado de trabalho atual, que é extremamente exploratório. >> Se eu sofri na minha época, você
também tem que sofrer, pô. Oi, batata. Vim para mostrar para ele Que é diferente a vida e que a gente não precisa ser tão triste, as coisas não precisam ser tão sérias, porque a gente pode ser mais feliz e focar em crescer pensando em felicidade, não em disciplina e coisas do tipo. Porque sendo bem sincera, pelas coisas que eu li do debate, ele não parece ser uma pessoa muito com a vida. Eu gostaria de começar assim falando que eu já acho o mundo um lugar muito horrível. Eu tava conversando sobre isso com a minha Psicóloga
essa semana, que eu acho que o mundo ele é um lugar muito triste, mas que a gente procura as felicidades nas coisas e isso que é o normal, que a gente vai se agarrando as coisas para poder viver. Então eu acho que não tem necessidade da gente sofrer, por mais que algumas coisas gerem caráter quando é necessário, tipo assim, eu super concordo que você tem que se [ __ ] quando você é escroto com alguém. Só que se você não foi, não tem Necessidade. Eu sofri muito bully minha infância inteira. Eu acho que isso não
me trouxe nada de bom, só receios e resguardos para mim mesma. Então eu não acho que faz sentido a gente ter que sofrer para poder evoluir como pessoa. >> O sofrimento que a gente tá falando aqui, a gente tá falando de trabalho, de esforço, >> mas mesmo assim, >> de esforço, de trabalho, é o é o garoto levantar cedo, porque ele precisa ser Cumpridor de um horário. É aprender saber que ele precisa trabalhar, ele precisa ter responsabilidades. Isso é dado, isso é um sofrimento. Isso gera um sofrimento, óbvio, como gerou para mim. Agora, quando você
fica fazendo com que a criança não sofra nada, que a criança seja extremamente, viva numa bolha, sem qualquer tipo de reflexo, você faz uma criança frágil, fica uma criança frágil. Os homens hoje estão criando homens frágil, fraco. São Homens que hoje por qualquer gritinho, por qualquer babaquice, eles acabam no psicólogo. Eles acabam com hoje tudo temh hoje todas as crianças tem desvio mental. Isso na minha época não existia, não existia psicólogo. >> 60%. >> Mas o prefere que se chama de o senhor ou de ou de batata? Tá. >> 60% 60% vive com R$. 98%
da população vive Com menos de R$ 3.500. 98%. Somente 2%. Você sabe qual o tamanho da nossa população hoje? Sabe, doutora? 213 milhões, bilhões de pessoas. 213. 213. Nós temos sabe o quê? Um panteão de pessoas famintas. que enche hoje mais de de de 5000 pessoas, faz o trânsito do Japeri todo dia para ganhar R$.00. >> Exatamente. Primeiramente, vamos falar baixo. Olha só, eh você tinha falado que 90% da população brasileira estuda e trabalha. >> 98 >> da população brasileira, incluindo criança, incluindo idoso. Entendi. >> Sim. Ganha menos de R 3.500. Tem que trabalhar por
lá. >> Não, o que eu tô te falando é então, olha só, o quando você fala de trabalho, você tá falando do quê? da mecânica de se desenvolver. É evidente que se você não fizer nada, você não vai ter nenhum resultado. Mas a gente não tá falando disso. A gente tá falando do mercado de Trabalho atual, que é extremamente exploratório. >> Eu acho que pai e filho pode ter uma relação saudável em questão de confiança num ou outro, porque a autoridade não demonstra confiança. >> Muito prazer, batata. Eu sou a Lua. É bom. >> Qual
o seu nome? >> Meu nome é Luana, mas eu gosto que me chamem de Lua. >> Lua. Hã, eu tenho autismo em grau dois. Não parece porque eu sou uma pessoa muito comunicativa, mas eu tenho autismo grau dois. E ã eu queria te perguntar também algumas coisas. Ã, qual é a afirmação mesmo? Que eu tô nervosa? >> É que se eu sofri na minha época, você também tem que sofrer. >> Se você sofreu na sua época, você também tem que sofrer. >> Mas o o que quesito basicamente de sofrer significa como uma criança em relação
a você? Então, quando eu disse o Sofrer, as pessoas podem ter a conotação diferenciada. Não quer dizer que a criança precisa sofrer bullying, a criança precisa sofrer ser espancada, não tem nada a ver uma coisa com a outra. Agora eu digo como forma de responsabilidade, de trabalho, a criança ter tem ter que acordar cedo, tem que aprender a fazer tarefa pequeno, desde pequeno para que isso é um tipo de sofrimento, porque uma coisa é criança acordar 10 horas da manhã, Meio-dia, tu chega lá, como eu tô cansado de ver um cara com 18 anos, uma
baba desse tamanho dentro de casa, faz [ __ ] nenhuma para ninguém. Beleza, mas o que maravilhosa. >> OK. Obrigado. >> Você vai ouvir de novo, hein, batatinha. Vamos embora. >> Quando eu tava falando de sofrimento, eu não tava falando de uma coisa muito momentânea, eu tô falando de como isso se estende pra vida adulta. Porque eu Sou uma mulher transa, eu tava sofrendo justamente porque queriam que eu fosse homem, que nem você falou. E não, não sou um homem, nunca fui, e nunca você. Só que isso não gerou nada em mim. Eu não aprendi
[ __ ] nenhuma com tudo que eu escutei minha vida inteira, com apanhar, com ouvir merda na escola, tudo is trabalho. Só você trabalha? >> Não, ainda não. Faço faculdade. >> Faz faculdade, né? Agora presta atenção. O que que tem a ver? Não me interessa o Fato com quem você se deite na cama. Isso aí não interessa se você é trans, você é gay. Se você me interessa o fato, isso não te faz. Não é essa a questão. >> Houve aqui. >> Tão levantando o braço. >> Pera aí, pera um minutinho só. Calma, calma. Minutinho
só. Presta atenção. O fato de você ser trans, isso não influencia no que eu tô te dizendo. Isso nunca vai te impedir de ser, nunca vai te impedir do que eu tô falando, da Ombridade que eu tô falando. Eu conheço amigos meus são gays desde a infância e são trabalhadores para cará que são responsáveis demais. São lutadores e cresceram, são profissionais. Isso não tem nada a ver uma coisa com a outra. >> Sim, sim. >> Vim aqui para defender a moralidade direção Z. Bataton, recado para você. Hoje vai virar porem, meu parceiro. >> Muito boa
noite, Batata. Para quem não Me conhece, me chamo Guilherme Rotúlio. O vulgo teto, a partir de agora o Vulgo é pai do Batata. Vamos lá, >> Batata. Eu >> que moral >> Batata. Eu gostei que você fez uma relação entre, viu? Entre sofrimento com trabalho. Eu acho que você confundiu quando você trelou o sofrimento ao horário. Não incomoda a gente da geração Z, qualquer outra geração chegar no horário certo? Não é o sofrimento chegar No horário certo. Sofrimento você vai levar as [ __ ] à toa. Sofrimento é você trabalhar o mês todo para não
ter [ __ ] nenhuma. Sofrimento é você não ser reconhecido pel aquilo que você faz. Sofrimento não é você seguir ordem. Isso é isso é a vida, tá? Isso é o mundo. >> Depois desse debate aqui, depois desse debate aqui, >> eu depois d sua mente vou pagar uma Itaipar para você. Mas só uma só. >> É só uma só. É uma só. >> Deixa eu só te falar uma coisinha. >> Po, falar, >> cara. Bem-vindo ao mundo. Cara, eu trabalho há 25 anos na polícia trocando tiro, arriscando minha vida. Fui balhado na cabeça. Sabe
qual o valor que eu ganho? Nenhum. >> Nenhum. Muitos de vocês aqui ainda falam, sabe o quê, pô? ter polícia. O outro me chamou de influência. Os 25 anos que eu passei no morro trocando tiro, quase morri. [ __ ] >> agora eu te pergunto, o que tem a ver com que o que tem a ver com que eu falei? Nada. Eu falei, eu falei que horário, eu falei que horário não é sofrimento. Eu falei que trabalhar não é sofrimento. Sofrimento é não ser reconhecido. Sofrimento é ganhar mal, trabalhando para [ __ ] [ __
] >> acho >> batata. Vamos lá então. Xman. Vamos. Volverine. É o Volverine. Qual é? Qual é a >> pega aqui no meu taco, >> [ __ ] Não vou. A >> essa geração, ô geração, [ __ ] >> Tá, vamos lá. Então, >> você costuma para deixar os homens pegar no seu taco? >> Eu não, ó. Sai fora, >> [ __ ] E você acha que eu sou que tu me ofereceu o taco agora? >> Vamos lá, então. Você então tá Defendendo que o seu filho tem que sofrer assim como você sofreu, né? Então,
beleza. Você falou que o homem tem que sustentar a casa e tudo mais. Ótimo. Perfeito. Então você trabalhou para [ __ ] né? >> Muito. Trabalho até hoje. >> E mesmo assim você não conseguiu dar uma vida digna pro seu filho não ter que passar pelo que você passou na infância? >> Eu não disse para você que ele tem que passar o que eu passei. Você acabou de Falar que o seu filho tem que sofrer. Tem que sofrer. Tem que sofr. >> E você trabalhou 25 anos como policial e não conseguiu dar uma vida digna
pro seu filho não ter que passar pelo que você passou? >> Não. É aí que você se engana, Gatinho. Que a vida digna ela é sofrida. É isso que você se engana. >> Então você quer que seu filho sofra. >> Ele precisa sofrer. Ele precisa criar a casca. Sabe para quê? Porque senão ele Vai ser um cara fraco, um cara merda. >> Eu acho o seguinte, se você não conseguiu dar uma vida digna pro seu filho, então acho que você não é o homem da casa. >> A dignidade. A dignidade. É aí que você se
engana. É aí que você se engana. A dignidade tá muito longe do conforto que você pensa. >> Pastor, >> pastor, mano >> tão abençoado que tá no me tá precisando De uma bção, viu, rapaz? Vou deixar essa [ __ ] dessa flor aí também, porque agora esse bagulho, esse bagulho de polícia, gueriro, vai guerir, >> vamos lá, meu irmão, ó. Vamos lá. Vamos lá. Se tu sofrer, o teu filho tem que sofrer por causa de quê? Fala para mim. Ele tem que sofrer por quê? Ah, porque eu sou fruto quer jogar no sofrimento do meu
filho. Essa [ __ ] desse filho também sofrimento. Que é isso, rapaz? Teu filho é um rapaz que tu criou, rapaz. sangue Do teu sangue às vezes não. Mas [ __ ] como é que tu quer infringir o sofrimento que tu sofreu pro teu filho se fosse assim? >> Para ele ser homem o bastante, aprender que ele é obrigado a prover o seu sustento e não ser sustentado por mulher, entendeu? >> Aí, meu irmão, vou falar um bagulho. Ser sustentado por mulher é bom para [ __ ] porque minha mulher faz comida gostosa, é linda,
canta e ainda faz essa [ __ ] Meu irmão, eu vou te falar de um bagulho agora para poder vou falar aqui para tu, meu irmão. Se sofrimento funcionasse, a ditadura militar tinha feito um monte de cidadão exemplar. [ __ ] >> Aonde teve ditadura? >> Pera aí, como é que é a história? >> Aonde teve ditadura? >> Não teve não. >> Não vai estudar, parceiro. >> Já era. >> Primeiramente, aproveitando tua última afirmativa, como é que você quer explicar que o golpe de 7 64 não existiu? Essa é primeiro ponto. Não vamos falar sobre
Não vamos falar sobre isso porque você já tá errado e a gente não vai entrar nesse assunto porque isso é história. Isso é hisória. Você não sabe que tá falando não. >> Se você tem 50 anos e você não conseguiu pelo menos pegar no livro para saber o que aconteceu com a história do seu País, perdão, você não é nemum primeiro, um homem e nem um cidadão. Já começa por aí. >> Já começa por aí. E segundo, vamos voltar pro tema. Vamos voltar pro tema. Vamosada, >> vamos voltar pro tema. Eu não quero um corte.
Eu tô te explicando um pouco da história que a gente tem explicou. Não explico que você não sabe. >> Eu com 19 anos estou sabendo mais do que teu país do que tu viveu 50. Mas suave Problema tem 19 anos é você achar que sabe. >> Suave. Vamos, vamos falar do tema. Não é você que quer falar do tema. Vamos falar do tema. Então, primeiro você falou em outros cortes que você ser o fato de você ser mulher, você pode ser adquirir tanto o termo de fraternidade, ombridade. Você acabou de falar. E agora se a
mulher não conseguir ter um marido decente, ela não, ele não pode sustentar o lar? Você acabou de se desmentir Agora. Você acabou de descompactuar do que você falou. É o primeiro tópico. Segundo, não tem porque você sofreu que o seu filho tem que sofrer. Isso é um conceito de animal, com todo respeito. Você acha, pronto, você levou um tiro, teu filho tem que levar um tiro também. >> O fato de você ter escolhido trabalhar e ser policial foi escolha sua. Não tem como você colocar isso no âmbito geral, porque foi a sua escolha. Não é
porque você sofreu que eu tenho que sofrer, Porque o que eu quero é diferente do que você quer. Embora ambos queiramos crescer, você quer esquecer dessa forma. E ó, parabéns, você tá fazendo o teu trabalho e é isso. Eu quero fazer o meu e vai ficar por isso. Eu não tenho que sofrer da maneira que você quis sofrer. Esperar eu te responder >> o que você quis sofrer para eu sofrer também, porque justamente somos pessoas, somos seres, cada um tem o seu discernimento. >> Qual seu nome? >> Gabriel. Ô, Gabriel, preste atenção. Caráter de sofrimento
não tem nada a ver o que você tá falando com tiro. Você se mostra uma pessoa não falei com tiro. >> Aí você mistura tanta coisa, uma boboquice do [ __ ] Presta atenção. O sofrimento do homem, o sofrimento do homem que eu disse aqui, se você é uma pessoa que se diz e se posiciona tão inteligente, analisa, analisa, >> analisa o que você tá falando. >> Tô pensando junto contigo. >> Preste atenção. Tô junto contigo. Tô junto contigo. Pode falar. >> O que que é o sofrimento que é a criança e que você ou
qualquer um deve se expor? É você saber que você precisa trabalhar, você precisa gerir, você precisa sustentar tua família. O fato que você tá falando, você mistura o tópico do cara, tá trabalhando, eu tô trabalhando, eu perdi o emprego, eu tô com a minha Mulher, a minha mulher não posso, não posso compactuar. Se ela tá recebendo, a gente não pode. Tem nada a ver uma coisa com a outra, [ __ ] Em nenhum momento eu disse isso. Eu disse que a partir do momento que ela não conseguir trabalhar, que o cara não conseguir trabalhar, ela
pode sustentar. E se você não é capaz de sofrer, ser capaz de ser menos capaz, tu tá deixando eu falar e o cara é boa quando tu tava falando. >> Mas essa questão tá colocando coisa na Boca, primeiramente lá ele lá ele lá ele. Tu tá colocando coisa na minha boca lá ele lá ele lá. Tá assim lá ele lá eleá ele. >> Pô, para ele, man. Deixa só você falar. Você não deixou responder, [ __ ] Eu tô falando? >> Você não deixou responder. Vai falar de novo. >> Responda com o que eu te
falei. Só teu. >> Responde o que eu te falei. Tu tá falando abobrinha? >> Não. Você que disse aqui. >> Você disse aqui. >> Reproduz o que eu falei, depois responda sobre isso. Você entendeu mesmo que eu falei. >> Uma hora na tua gravação. Você falou que eu disse que porque eu levei um tiro na cabeça, porque eu sou policial sofro. O meu filho não tem que sofrer a mesma coisa. >> Se tu levou um headshot, a culpa é tua. Não é do teu filho, pô. Caraca. B Discussão idiota. Trabalha trabalho desde os 11. Deixa
>> sou eu. >> Então batata. Tudo bem? Não pode falar pega visão. Não pode falar carro de que contigo que tu fica molhado. >> Não pode falar meu amigo. Então suave pega a visão. Pega visão. >> Já tô aprendendo. Eu tô pegando a visão. >> Ó vamos lá. >> Peguei a visão >> lá lá atrás você falou que o homem para Ser homem ele tem que sustentar, ele tem que trazer as coisas para dentro de casa. Você tem que trazer isso, tem que trazer aquilo. Coisa na qual, como você mesmo afirmou que trabalha, não sei
quantos anos de vocês, do homem trabalhar, sustentar casa, não entendo. >> Então, calma, eu vou voltar aqui no negócio. Eu trabalho desde os 11 anos de idade. >> Parabéns. >> Trabalhei, estudei, corre atrás das Minhas coisas. Mesmo que hoje em dia com salário de R$ 15.00, como você diz, dá para viver? Não dá. A gente sobrevive, a gente não vive. Porque eu não consegui comprar um sucriles, porque tá R$ 30 um sucril e eu recebo só R$. E o meu aluguel ultrapassa não sei quantos por c do meu salário. Eh, então não tá dentro da
parte de vivência, sobrevive. >> É, faz parte da faz parte de 60% da população. >> Aí eu como trabalho desde os 11 anos, Você acha que eu correndo atrás hoje em dia com 21 anos e vou continuar correndo atrás durante um longo período da minha vida ainda que tempo pela frente ou não? Você acha que eu vou querer que meu filho passe por tudo que eu passei? Que meu filho veja os amigos indo jogar bola, mas ele não vai porque ele tá trabalhando? Isso é sofrimento. Você quer que eu veja meu filho lá com 14
anos, os filhos saindo para uma fest os amigos saindo para uma festinha? Pô, não Vou não. Tô trabalhando de garçom, tenho que levar dinheiro para dentro de casa. Você acha que eu vou querer tudo isso do meu filho? Você pode falar: "Ah, isso formou caráter". Pode ser que sim, pode ser que não. Mas >> pode ser que sim, >> mas calma, deixa eu falar, por favor. Você falou, você falou de educação e você não tá sendo educado. Você não tá sendo educado. >> Eu não vou conseguir responder. >> Eu não. >> Pode ser que sim,
pode ser que não vou responder. >> Sai do muro. >> Não, dá o papo reto. Ô, ô, batata. Se tu fala para mim que anos é, foi o que o amigo falou: "Pô, cara, você trabalhou 25 anos, você se fodeu, você subiu em morro, você fez isso, você foi aquilo, você perdeu é festas, você perdeu um monte de coisa que com certeza fazem falta para você, que gerou um trauma. Aqui e o que eu tô falando também me incluir porque me gerou um trauma eu ter perdido esse tanto de coisa. Eu não quero isso meu
filho porque aí sim quantos anos >> tenho 21 anos. >> Já tá com trauma? >> Sim. Trabalho desde os 11 anos. 11 anos de idade. Cresci durante uma parte da minha vida. Minha mãe é ausente, meu pai não teve condições de me dar tudo que eu queria. Eu tive que trabalhar desde os Meus 11 anos já para conseguir minha Me deu um trauma assim, sabe? Por causa de quê? >> Se você quer total privacidade, saia da minha casa. Bom, eu creio que o desejo de privacidade seja uma coisa eh inata da natureza humana a partir
do momento que você tem um segredo, alguma coisa sobre você que você não quer que o outro saiba. Agora, se a criança esconde isso de você, será que isso não acontece Porque eh não houve uma devida conversa para que algo que para ela é tabu não seja tabu entre vocês? Ou seja, se ela tá escondendo algo de você, não é porque ela tem medo da sua reação. Pode ser, pô. Pode ser. A questão é o seguinte, a discussão aqui é o seguinte. Se você quer total privacidade, você não tem que estar na minha casa, pô.
A minha casa é minhas regras. O pai da casa tem que ter suas regras. E outra coisa, se é uma criança, se é uma criança, ela tem que Ser fiscalizada, pô. Isso é natural. E é mais do que seguro. >> OK, tudo bem. Mas sobre a questão das regras, como que você impõe essas regras se a criança for contra? Porque se for o seu filho a partir de uma certa idade, acho que a partir de 11, 12 anos, você acredita que essas regras, ao invés de serem impostas ou outorgadas, podem ser comunicadas a partir do
diálogo de forma que a própria criança concorde e aí não seja uma regra, mas sim uma preferência Dela? que a própria criança confia em você a ponto de querer que você saiba da vida dela mais. >> Qual, qual o seu nome, né? >> É Anderson. Anderson, deixa eu te falar, Anderson, eu sempre tive diálogo com meu filho. Sempre tive diálogo com meu filho. Sempre expliquei a ele o máximo das coisas que eu posso explicar sempre, até o meu alcance, meu conhecimento. Faz com que o meu filho seja meu amigo. Porém, o meu filho não tem
uma área privada dentro da casa, minha casa, que ele tenha e disse o seguinte: "Isso aqui é só meu, só eu que vejo e você não tem nenhum tipo de fiscalização, nenhum tipo de gerência sobre isso." Isso na minha casa e na minha concepção, isso não existe. Ele esconde alguma coisa? Ele te esconde alguma coisa atualmente? >> Não, >> não. Então, no caso, nem virou regra. Acaba que ele próprio eh concordou com isso. >> Sim, sim. Há uma compreensão para parte dele que não há possibilidade, porém a fiscalização é maciça. Hoje eu fcalizo muito mais
o meu filho do que os pais anteriores que tinha que tinha que fiscalizar os filhos. Sabe por quê? Porque o acesso à das crianças e dos filhos são muito maiores hoje. >> OK. Se isso dá certo, se ele concorda, eu acho que não há o que seja falado. Se Você acha que funciona e tá funcionando, só resta parabenizar. E você acha >> bomia? Vamos deixar tudo bem. >> Senta aí, doutora. Senta aí, senta aí. A doutora já deu 10 corridas aqui, [ __ ] Ela deu 10 corridas. Senta aí, doutora. taca fogo. >> Eh, você
não acredita que a pessoa que mora na sua casa mereça ter nenhum tipo de privacidade? >> O que que você chama de privacidade? >> É que você falou assim: "É quem mora na minha casa não vai ter nenhuma área privada, onde a pessoa vai bater uma punheta?" >> No banheiro, [ __ ] >> Então, uma área privada. >> Não, e eu sei que ele tá batendo a [ __ ] >> Não. Então você concorda comigo que a pessoa pode ter uma área privada? Ele tá se masturbando. Qual o problema? Não, mas você falou que existe
uma Fiscalização maciça. >> O fato de eu o fato de eu saber o que ele tá fazendo lá dentro, eu não preciso estar junto com ele. Não, >> eu não falei que tá, eu não falei que precisa estar junto, eu falei que o que você tá falando é que você é contra a privacidade. Se existe um espaço privado onde o seu filho faz algo sem fiscalização, ele tem privacidade. Então você concorda comigo? >> Aonde que ele teve o fato? >> No banheiro. >> No banheiro ele não tá sendo fiscalizado por mim? Eu sei que ele
tá lá dentro. Gente, não vamos ser burro. Pô, >> brincando. >> Não vamos ser burro. O a fiscalização, basta eu saber aonde ele tá e o que ele está fazendo lá dentro. Eu não preciso estar com ele. Ele pode estar se masturbando. A área privada não. Simplesmente ele não tá no meu olhar. >> Privada. O o banheiro é uma área Privada. O que eu falei foi absurdo só para demonstrar que esse que esse discurso pode ser um pouco não pode ser um pouco extremo. O que eu tô falando é absurdo só para demonstrar como esse
discurso pode ser um pouco extremo. Toda pessoa precisa do mínimo de privacidade. >> O que você tá dizendo? privacidade. O fato dele estar sozinho, sem qualquer vigilância sobre aquilo que ele tá fazendo. >> Privaidade. Então você concorda comigo. >> Isso. Isso é uma liberdade. Isso é uma liberdade que você acha que não tá sobre vigilância. >> Ele no banheiro está sobre vigilância. >> Claro. Ele tá num quadrado que eu fiz, que eu sei. Eu sei até onde ele vai. Mas isso, isso não tem a ver com isso não tem a ver com privacidade. Privacidade é
ter um espaço privado onde você pode estar com você mesmo de forma livre. Mesmo sendo um quadrado, ele tá ali sozinho. >> O espaço só é privado quando ele é privado. Se você pode limitar privativamente só para você, se o espaço é controlado, ele não é totalmente privado. >> Mas se ele está dentro do banheiro da sua casa fazendo as necessidad. Como assim controlado? Bate ó, hein? 10 minutos de [ __ ] Mete o pé >> também. Também, também. Ó, tá exagerando, hein? Tá exagerando também. Tu não tem filho não? Mas tu vai ter, tu
Vai saber. Se você não de um toque neles, você, se você não deu um toque neles, já vou te ensinar. Se você não der um toque neles, eles ficam lá dentro, ó. >> Mas então, ó, o meu ponto era, o meu ponto era o filho precisa do mínimo de privacidade e o seu filho tem o mínimo de privacidade. Então, você concorda comigo? Não. >> Então você tá dentro do banheiro com ele enquanto ele tá lá ou ele tá na Privacidade? >> Não, estar com ele não quer dizer que ele tá tendo total privacidade. Eu tô
falando o seguinte, ele está dentro do banheiro, ele está num local controlado e num tempo controlado, num ambiente controlado por mim. E eu sei o que ele está fazendo no banheiro. >> Cocô, xixi, [ __ ] Cocô, xixi, [ __ ] >> [ __ ] Ó, eu gostaria de esclarecer quanto às limitações da privacidade, >> porque geralmente o senhor assume: "Saia da minha casa porque eu sou o provedor e e isso não é totalmente possível na nossa realidade com a grande inflação, a [ __ ] os imóveis 100% caros. Então a gente tem que criar
medidas e novas coisas >> submetido à mesma vigilância." Por exemplo, eu eu assim particularmente, história minha, eu tranquei o meu armário, eu criei uma tranca por fora e na minha casa quebraram a minha tranca Para usar o meu armário. >> Isso foi um absurdo para mim, uma falta de respeito, a pôra que tirou meu chão. O que eu deveria fazer com essa situação? >> Não tem um armário trancado dentro da tua casa, pô. Tu não é o dono da tua casa. Mas isso é minha privacidade. Tu dentro da tua casa, [ __ ] Tu não
sustenta, tu não é o dono da tua casa, o seu pai tem que te fiscalizar ou sua mãe. Por quê? Porque ela tem que saber. Porque se você botar qualquer coisa dentro da sua casa, >> a responsabilidade é dele, não é sua. >> Se você não pode, se submete às regras dele, [ __ ] >> E se eu sair de casa e acontecer uma coisa pior comigo, >> problema é seu. >> Problema é meu. >> Ué, [ __ ] Olha, batata, eu eu vou tentar falar rápido, Tudo bem. Eh, eu vejo em você >> uma
um ideal de proteger o seu filho acima de tudo, na essência, porque afinal você é pai. >> Mas a questão aqui, batata, é que não é a privacidade que ameaça uma relação. >> O que é uma O que ameaça uma relação é você confundir proteção com controle, entendeu? A questão é que quando você controla o seu filho nesse ponto, até você falou da masturbação, existe uma questão de que você vai criar ou tende a Criar um filho com algumas eh não traumas, porque eu não quero usar essa palavra forte, mas questões com você. Porque, por
exemplo, imagina que a gente usou aqui exemplo do celular. Ah, vou ver aqui o celular do meu filho. >> Eu vejo >> tá tudo bem, tá tudo bem. Você disse que o seu filho deixa normalmente. >> Não, se ele não deixar, a regra é minha. Quem manda sou eu, pô. >> E se ele não deixar, a culpa, a culpa é Sua de ser um pai e babaca. Entendeu? Porque se você cria uma relação boa com o seu filho, de conversa, de comunicação, eu tenho certeza que ele vai entender, entendeu? Se ele >> se não entender,
eu tomo. >> E aí que tá o problema. Você controla o seu filho ao extremo, você não dá privacidade para ele, você não dá proteção, você tá controlando ele. Isso vai criar consequências psicológicas para ele >> complicadas, entendeu? Eu não entendo você especificamente, ah, não, temos que eh não podemos >> por causa é por causa da exigência dessa liberdade. Qual o seu nome? >> Rian. >> Rian. É por causa da exigência dessa liberdade se tornou essa liberdade, essa libertinagem, essa balbúja que tá hoje. Você não sabe o que hoje está acontecendo com jovens e garotos,
porque talvez você não saia do seu mundinho. Fa, eu tenho certeza que todas essas esses jovens libertinos que você fala quando estavam na casa dos pais eram totalmente controlados por eles. A conse eles eles forem como eles são. como eles são, é consequência do controle de vocês. Se fosse controlado totalmente, eles não seria o que são hoje. >> Não é assim que funciona? >> É >> porque é uma pessoa. >> Senta, mas senta rápido, mas senta rápido. O tempo tá correndo. >> Tá, tá bom. >> Três, joelho. >> Dois. >> Bom, batata, eu acho que
eu sou o exemplo perfeito disso, porque eu tenho uma mãe super protetora em casa, que ela também muitas vezes tem o mesmo mindset que você. E assim, ela é uma mãe super protetora, mas ao mesmo tempo ela é uma mãe super carinhosa, então ela pensa Muitas das coisas em dar, tipo assim, para mim, celular, tablet, tipo assim, ver jogame e etc, etc, etc. Mas quando ela se estressa, por exemplo, ela literalmente ameaça quebrar as minhas coisas que ela mesmo deu. >> Sim. E então eu queria saber, >> queria mandar um beijo pra sua mãe. Fica
aí, por favor, fica gravado, ó. Beijar essa parada mesmo. Bota fogo. Se não é assim. Alô, dona Sandra. Essa parada mesmo. Saiu fora da linha. >> Calma, calma, calma, calma, gente. Enfim. Bom, basicamente eu queria saber se você acha realmente certo nesse quesito, porque privacidade também envolve bens materiais. você ameaçar esse tipo de coisa, sendo que você mesmo deu como um presente, sabe? Tipo, >> sim. >> Acha certo? >> Claro. >> Então eu também posso quebrar essas coisas. >> Não, você não me deu nada. >> Ah, não te dei nada. Seu, por exemplo, te dei
um relógio de presente, eu também posso quebrar o seu relógio. Se você, por acaso, me deu um PS5. >> Sim, pô. Presta atenção. Deixa eu te falar. Você deu o relógio com quê? Você trabalha? >> Eu não trabalho, mas >> então você não deu nada. Trabalho sim. Eu trabalho. >> Você transferiu valores. Não, transfer Valores não. Eu trabalho sim. E eu justamente já dei um presente de um relógio de presente pra minha mãe, tipo um Samsung Watch, tipo um Apple Watch. >> Deixa ele ir. >> Oi, Passada. Tudo bem? >> Tudo bem. >> Você, você
é solteiro? >> Não. >> Não. Você é casado? >> Sim. >> E o seu relacionamento com a sua esposa, Você fiscaliza tudo dela? Você quer controlar tudo que ela faz? esposa não é minha filha. Pô, >> mas por que precisa existir respeito dentro de uma relação entre você e a sua mulher, mas não precisa existir respeitos ou é minha filha. >> Mas a pergunta é por que não precisa existir respeito na sua relação com seus filhos? >> Porque eles são meus filhos, não são minha esposa. >> O que eu tô perguntando é lá. Vamos lá.
Você >> quem é filho é filho e você é pai. O problema é esse, isso é confusão. O filho acha hoje que tem que mandar em casa porque ele é, não é não, ele é filho e o pai tem que ser pai. Desde momento que ele deixou de ser pai, vira essa zona que tá hoje. >> Uma questão, ninguém tá falando que o filho quer levantar, dar um tapa na cara do pai e falar o que ele fazer muito >> e eu já vi muito também filhos sendo agredidos pelos pais. O que a gente tá
falando não é isso. O que a gente tá falando é se uma relação entre você e a sua esposa, onde você controla tudo e fiscaliza tudo é tóxico, por é aceitável você ter uma relação tóxica com o seu filho? Por que não construir um ambiente harmônico onde você pode educar e dialogar e respeitar os limites humanos do seu filho? >> Sabe qual é a harmonia que a gente com o Pai tem que ter com o filho? Ele tem, o filho tem que respeitar o pai e acabou. Você já falou que tem que fazer isso e
acabou várias vezes. Eu quero argumento. Eu não tô argumentando. Cadê os seus argumentos? O que você tá falando é tem que obedecer. Tem que seguir obedecer porque argumente. >> A argument a argumentação é o seguinte, você tá vivendo uma vida. Hoje eu vi a geração que você alega da argumentação viver e eu vi a outra geração. Você sabe Qual dava certo? Aqui não tinha argumento, dava muito muito certo. >> Então, se o filho, se tu impõe que o filho não, não pode ter privacidade, então tu não acha que isso vai fazer com que a cabeça
dele queira cada vez esconder mais coisa, mais coisa e o diálogo cada vez vai ficar mais distante entre o filho e o pai? Então, os dois ã acaba que tu não vai conseguir o que realmente seu filho vai est fazendo Porque vai querer mais esconder mais que tu. Então, acho que às vezes, em vez de tu impor esse esse isso de eh privacidade, às vezes ele vai te falar mais ainda se tu se tu não ficar impondo isso de privacidade. >> Deixa eu te falar. Eh eh cara, todo mundo, vocês confundem muito. O problema é
que hoje há a confusão misericordiosa de novo da liberdade misturada com libertinagem. confundem o fato de você ter Privacidade, que você pode entrar para dentro do teu quarto, levantar, levar tua namorada lá para dentro. Você deve transar com sua namorada dentro da sua casa. Cada um impõe as suas regras. >> Cada um, cada pai coloca suas regras. >> Eu eu não aceito, [ __ ] >> Mas aceito. E dentro da minha casa todo o espaço é controlado por mim. Se ele tiver no banheiro, eu sei que ele tá no banheiro. Se ele tá no quarto
dele, eu sei que ele tá no quarto dele. Eu não preciso deitar na cama dele, não. Eu não preciso estar deitado na cama dele. Eu não preciso entrar dentro da do do do banheiro do meu filho para tirar a privacidade dele, porque isso é tirar privacidade. Não, ele tá num ambiente controlado. Quando eu digo para você, mas tu acha que isso aí também a pessoa vai, a pessoa não vai querer, tipo, tu vai fazer com que ele apenas obedeça as pessoas. Então tu tu acha que isso é um preparo pra vida que lá fora ele
não ele Vai sempre só receber ordem, nunca vai conseguir impor as coisas porque ele só vai >> se ele saber respeitar ordens. Se ele saber respeitar, se ele saber respeitar ordens, como eu aprendi a respeitar, ele vai ser um bom homem. >> Rapaziada, último tempinho, último espaço, agora tema livre, galera. Vamos que vamos. Suave, paizão. Mais uma vez a gente aqui De novo. Vamos >> embora. >> Tipo assim, com todo respeito, só queria falar uma coisa. Primeiro, tu é um fiscal de [ __ ] do [ __ ] literalmente. >> E uma coisa que eu
queria, só um, uma coisa que eu queria falar aqui que é 21. Entendi. >> Uma coisa que eu queria falar aqui só o básico é que se você respeita mais dentro de casa ali, a sua esposa, que é Uma mulher que você conheceu em algum momento da sua vida e que em algum momento da sua vida pode simplesmente acordar para você e falar que não quer mais nada com você e acabou. >> Uhum. >> Você respeita essa mulher mais do que você respeita o seu filho, que vai ser seu filho pro resto da vida, que
você fez ali tudo certinho. Você é um pai de merda. Porque não existe, pelo menos da forma Que eu fui criado. >> Não, você não sabe, né? Você nem foi criado ainda. >> Eu fui criado sim, >> moro sozinho, pago o aluguel, então acho que eu fui criado sim, tenho o meu trabalho. >> Sabe nada o que você tá falando? >> Não tenho 100% de certeza do que eu tô falando, porque eu vi meu pai, cerza >> eu vi meu pai, eu vi meu pai me colocar como prioridade, me dar mais respeito do Que a
uma, do que a uma mulher que ele teve na vida dele. Por quê? Mulher não, a esposa dele, sua mãe. >> Uma mulher. Não, tô falando da minha mãe, tô falando de outra mulher. Não estou falando da minha mãe. >> Mul. Ô, tu tá confundindo as coisas. >> Qual parte da conversa? Esqueceu que minha mãe ainda durante um tempinho. Foi meio ausente. >> E outra coisa, meu amigo, presta atenção. >> Você é uma criança dentro de uma casa. Se você botar uma mulher, homem, vai, >> você falou, você falou que eu sou um homem, eu
pago minhas contas, tenho meu salário, eu sou um homem. >> Só você vai ficar falar. Eu sou homem >> negativo. Quando você você bota uma mulher dentro da tua casa, tu tem que ser homem. Vai ficar de palhaçada, [ __ ] Tá não. >> Não vai ficar de palhaçada. Quando você botar uma mulher do teu lado e saber Respeitar ela >> perto de uma criança, honrar ela, aí você vai ser um homem. Porque capacidade para [ __ ] nenhuma tu tem. Você tem 21 anos, rapaz. Você foi muito claro. Você foi muito claro quando falou
que respeita mais sua esposa do que seu filho. >> Minha esposa tem que ser muito mais respeitada. >> Ela educa meu filho, [ __ ] >> Pai de merda. >> Merda, [ __ ] >> [ __ ] >> eu confio em você, né? >> Opa, boa noite. >> Boa noite, meu amigo. Tudo bem? >> Fala, rapaziada. Cara, vim diretamente de terras asiáticas para provar que esse maluco tá errado, mano. Esse tal de batata aí que só vi falando besteira. Então, acompanha aí que vocês vão ver que eu vou esculachar esse maluco, mano. Bom, eu queria
falar um pouco sobre a Questão de o controle dos pais, voltar um pouco nisso, sabe? Na questão de sair, na questão de fazer certas coisas assim e na no constante controle, porque eu fui uma pessoa que cresceu muito com isso e de certa forma afetou, não tipo me deu problemas, mas afetou bastante ao longo. >> Te afetou em quê? A questão de, por exemplo, vida social na escola, hoje em dia eu não ligo tanto, mas na época me afetava. Às vezes eu queria poder, sabe, Eh, ir para alguns certos eventos. Nada demais, assim, na minha
visão. E acabava que lá em casa não tinha essa parada. >> É, não tinha. Deixa eu te falar uma parada. Eu até hoje quero, tenho vontade de ir a alguns eventos, não posso também, cara. E vou te falar uma parada, o mundo é isso mesmo, rapaz. Você tem que aprender a ouvir não. A geração nova não quer saber de ouvir não. Eles não podem ouvir não. Ah, não pode no evento. Ai, >> vai me causar problema. Ai, pô, meu irmão, a vida diz não. >> A vida diz não. E é assim mesmo. Sabe o que
que fizeram? Preparar pra vida. >> Tema livre. Eu queria situar. Eu vou meio que ligar alguns pontos, >> tá? Você falou da parada da privacidade, do controle em geral, >> certo? >> Eu tenho dois lados da família. Os dois lados da família são muito distintos. A minha mãe sempre foi uma pessoa muito Controladora, sempre foi uma pessoa que eu sempre tentei esconder as coisas, sempre foi uma pessoa que impôs regras sem sentido, entendeu? >> Não fazia sentido para você, >> não. Não fazia sentido pro mundo em geral. E isso é um um acordo, até eles
conhecem, tem a ideia de como é minha mãe. Eles minha mãe não, mas é um amor de pessoa. Amo minha mãe, mas tem umas regras meio sem noção. Então eu sempre Acabei fazendo >> uma regra sem noção dela. >> Ai vamos ver. Não pinte o cabelo de rosa porque senão você vai começar a dar o cu. É, a relação do cabelo com o cu é longe. >> Exato. >> É, mas o fato dela dizer para você, se você tá morando na casa dela e ela acha que você não deve pintar o cabelo, porque é uma
postura que ela impõe a você, ela tá certa. Tô falando do morar. Eu não tô falando do morar, eu tô falando das coisas que impõe. É, >> eu tô falando mais da questão da criação, entendeu? Da de poder ter liberdade de conversar com as pessoas. a pessoa que eu por ironicamente eu menos tive contato com o meu pai na infância, eu comecei a ter mais contato quando ele teve o divórcio deles e tudo mais. O meu pai sempre foi uma pessoa de eu chegar, ele dar a liberdade, >> ele souber dialogar E acabou que ele
sempre sabia mais das coisas, ao ponto de que eu tive meus problemas com drogas, hoje em dia eu tô limpo, da hora, não tenho nenhum problema com isso, tive um passado muito merda com isso. Minha mãe chegou ao ponto de eu conseguir esconder tanto as coisas dela, de ser uma pessoa tão problemática, tão histérica, na hora de resolver as situações, que ela só descobriu que eu cheirava R$ 6.000 R$ 1.000 em pó e vendia droga. Quando eu Fui parar na clínica, tá ligado? O meu pai foi a primeira pessoa que eu fui pedir ajuda. O
meu pai era uma pessoa, o meu pai é tipo você, ele é um cara rígido, ele é um cara mais zogrão, tudo mais. Ele zoa falando que é isso, é um cara de 2 m de altura, parrudão, tá ligado? Baba de Vick, é aquele jeito mais grosseiro. Tu tá ligado como que é. Uhum. >> Mas sempre foi um cara que independente do que eu fizesse, eu chegava, eu tinha Confiança de falar com ele, porque eu sabia que ia ter um diálogo. Eu sabia que não ia ser aquela parada histérica, não ia ofender nas palavras, entendeu?
É um ponto que eu acho muito crucial em geral nisso, na criação, entendeu? na parte o fato de eu ter o fato de eu de eu colocar a privacidade do meu filho, de eu impedir que ele ele ele faça o que queira e o que não queira dentro de casa, isso não quer dizer que eu não tenho diálogo com o meu filho, Não. >> Concordo. >> Isso não tem nada uma coisa a ver com a outra. >> Sem mistura. >> O fato de eu impor as minhas regras, porque eu tenho regras. Eu não posso deixar
uma criança que é o qual eu tô criando. Eu tenho conhecimento de vida. Porque que que acontece? A a maioria aqui tem 18, 19, 20 anos. O que que vocês sabem da vida, >> gente? Vocês não sabem nada. Vocês estão começando agora. >> Concordo. >> Começando a vida agora. Eu tô com 50 anos ainda. Tô aprendendo. >> Posso só citar uma coisa? Eu concordo nesse quesito. O que eu tô falando é é porque na minha visão de todo mundo que veio sentar aqui até então sobre esse assunto, pensou num tema muito tipo, ai não, que
é a privacidade, cara, convenhamos, pais precisam ter um certo Controle, entendeu? Eu já vi muita merda em internet, eu já vi muita merda em geral, eu já vi desgraça de tudo que é tipo você com certeza também, pô, você é policial, pelo amor de Deus, você já viu muita merda. Eu concordo nessa parada. O problema são quando deixa de ser a privacidade e vira um controle, como algumas pessoas realmente pontuaram. Eu só queria meio que deixar isso claro e sei lá, dar um exemplo, tá ligado? Dar um papo mais de visão sem ser aquela Parada
de discussão. >> Não, eu entendo. Só que que que acontece? Acaba você tendo que controlar. >> E quando você tiver o teu filho, isso vai acontecer. Eu tenho fé em Deus que aconteça pela sua cambalhota de vida que você teve. E e que acontece, cara? Você vai perceber que você vai ter que controlar, até porque você vai ser, você tem o risco de ser muito mais controlador de que qualquer um deles. Sabe por quê? Pela tua experiência, por onde você passou, você talvez seja muito mais controlador do que a sua mãe. >> Só que aí
eu vou te falar uma parada que aí eu volto naquele outro tópico que eu queria falar. Eu não tive oportunidade de sentar na cadeira que você disse: "Ah, que você, a gente sofreu no passado, tem que sofrer hoje em dia." Minha mãe tem essa mesma opinião. O meu pai tem uma opinião diferente. Qual a opinião do meu pai? Eu sofri no passado. Aprende com o meu sofrimento. O sábio aprende com erro dos outros. >> Eu tenho essa essa esse pensamento. Não querendo ofender, mas fazendo uma piada. >> É, >> na minha lógica, seu pensamento é
burro para [ __ ] tá ligado? Deixa eu só fechar, >> deixa eu só fechar uma coisa aqui. >> O que que é sofrer na sua concepção? >> Eu digo sofrer em geral. O ato, o ato, sofrer em geral é muito amplo. >> Sofrer em geral, eu digo sofrimento de verdade. Que nem ele disse ali de, ah, eu de sofrer com o trabalhar por 11 anos. [ __ ] Eu trabalho desde os 11 anos, sofrer por isso. >> Isso é isso que Mas é isso que então é isso. >> Agora eu passei fome, [ __
] Eu vou tirar a comida do meu filho. >> Exatamente. >> Isso é isso é estupidez. >> Eu sei o que eu tô querendo dizer. Eu Não comia muita coisa. Meu filho come do bom do melhor. >> Isso não tem nada a ver uma coisa com a outra. >> Batata da bção. >> Voltei. >> Vamos lá. Quando você fala controle e privacidade, ou melhor, quando você fala privacidade, >> o tema é livre, tá? Você puxando aqui do amigo Gancho, você tá confundindo com falta de respeito. Não é porque o seu Filho está com namorada no
quarto que ele está faltando com respeito, que ele tá fazendo do quarto um bordel, porque quanto maior sua confiança, maior o tombo. Isso é fato. Você quer enganar sua mente dizendo que eu sei onde meu filho tá, eu sei o que ele faz. Você acha que isso é controlar o que o que ele faz, sendo que não é a melhor forma do teu filho te enganar, ele botar na sua cabeça que você controla ele. Porque quando ele coloca na sua cabeça que você Controla ele, ele tem na mão. Por que você tá se preocupar com
ele se na sua cabeça você controla ele? É muito fácil você chegar para mim e falar assim: "Ó, Guilherme, >> tem 22". Quem disse para você, Guilherme, que o fato de você com 22 anos vai controlar a mimico 50? Quem te contou essa mentira? >> Não, quem te contou essa mentira? >> É porque você acha que eu nasci com 50 anos? >> A verdade que te pergunto, vivei quem te contou essa mentira? Eu já vivi os seus 22 anos, já vivi eles de novo e tô quase vivendo outra vez, [ __ ] >> E mesmo
assim me chama de pai. Ô Guilherme, >> é o que eu te falei. >> Ô Guilherme, >> é o que eu te falei. >> Ô Guilherme, você é um bebê na brincadeira. >> Oi, Betata, tudo bem? >> Tudo bem. >> Então, eu já ouvi bastante do que você pensa, né, toda essa alinhadura aí. E assim, eu particularmente penso completamente diferente. Não para te agredir, não para discordar, mas é simplesmente a forma espontânea que eu penso, >> né? Eu super acredito assim num diálogo super tranquilo. Eu super acredito no meu filho poder se expressar da forma
que ele quer. E eu super acredito que Uma pessoa pode se esforçar para caramba, que ela pode ã ultrapassar as próprias barreiras, que ela pode ser uma pessoa batalhadora e ela não precisa sofrer, né, tomar danos no caminho. Eu estaria mentindo se eu falasse para você que eu não entendo porque a sua geração pensa assim, porque como psicoterapeuta eu realmente entendo, a geração de vocês sofreu para caramba, né, com todas essas imposições e vocês acham que o mundo é assim. Só que eu acho que o que a nossa Geração tenta trazer é o mundo não
precisa ser assim. O mundo pode ser mais de boa, o mundo pode ter mais diálogo, o mundo pode eh ser uma coisa mais negociável. O respeito, por que você precisa chegar no seu filho e impor algo e acabou, sendo que você pode construir uma relação com ele onde ele vai querer te respeitar. >> Qual seu nome mesmo? Desculpa, eu esqueço. >> Hã? Camille. Ah, exterior. >> Camille. Camille. Olha só, eu não queria dizer isso para você, mas eu falo, eu eu trabalho com internet, trabalho até com público. Eu deveria falar as coisas que são legais,
que todo mundo poderia gostar para caraca, sabe? Mas eu não sou populista, eu tô pouco cagando e me lixando se eu vai ter gente me seguindo mais ou não. Então eu quero que se dane. Então posso te falar uma parada? Essa essa liberdade que você tá buscando, que tá falando, que essa Comunicação, esse liberalismo todo, fodeu o mundo. >> Não, não fodeu o mundo. Eu at dizer isso. >> Eu te digo isso com base em dado. Você, qual são os, quais são os países mais bem desenvolvidos hoje, >> Carolina? Quantos anos você tem? >> Então,
o que que eles têm em comum? Uma educa, o que que eles têm em comum? Uma educação de qualidade. O que que isso interessa na nossa discussão? O que Interessa a tua experiência de vida? Você não viveu outro, eu não tô falando, eu não tô falando da minha experiência. >> Você só viu agora, você só tá vivendo agora. E uma sopa de letrinha de números que isso uma questão de sopa de letrinha de números. É um debate. Eu tô trazendo dados lógicos. Eu não tô trazendo achismo. Porque não posso eu te falar uma coisa? Os
países mais bem desenvolvidos hoje em dia tem a educação de qualidade. Quando eu era criança, um Garoto não chegava numa boca de fumo, [ __ ] >> não chegava. >> Chegava. Então eu te falo que a nossa geração consome menos droga do que a sua. A tua geração. Eles estão de fuzil pendurado no pescoço com 3 anos. Você vive num mundo que você conhece. Abrir qualquer pesquisa, a nossa geração não avança o muro que você não conhece. >> Tá fugindo do ponto que eu tô falando. O Senhor tá fugindo do ponto que eu tô falando.
Para de gritar. Eu tô tentando falar que eu >> batata. Eu eh aproveitando um pouco do que ela falou, pelo menos um tema específico, eu não entendo você, vocês dessa geração falarem: "Ai, no meu tempo era melhor". Mas batata melhor para quem? >> Entendeu? pras mulheres, para as mulheres que não tinham direito nenhum, direito nem ao próprio corpo, não tinham Autonomia financeira suficiente pro povo LGBT, transsexuais, homossexuais, que até 30 anos atrás viviam com medo, mais medo do que hoje ainda do que hoje em dia, que hoje começam agora a fazer suas passeatas e terem
o orgulho de serem quem são. Pros negros, há menos de há mais de um pouquinho mais de 100 anos, esse país era escravocrata. >> Calma aí, calma aí, calma aí. >> Entendeu? >> A questão é melhor para quem, batata? Calma, deixa eu terminar. Melhor para quem? A sua geração, a sua geração é ausente de direitos básicos. Calma, não, não tô vendo a sua geração. >> [ __ ] você não. Tudo bem, eu tô falando, o que eu quero dizer é o seguinte. >> Eu tô falando que na sua época existiam direitos que não tem hoje
em dia. A evolução social é algo comum. E você falou ali: "Ah, não, na minha época não Iam fugir para psicólogo". Claro que não. Na sua época era visto como coisa de maluco. Hoje em dia começam aos poucos por causa da nossa gente a verem a coisa boa disso. Tá vendo resultado, vários resultados de de criações ridículas, de pessoas que estão dando as suas histórias aqui por conta de >> criações, entendeu? >> Fala aí, meu guerreiro. >> Batata, vou te falar >> sem frescura. Fala o bagulho direito. >> Sem frescura, meu irmão. >> Vamos lá.
Taca fogo, >> meu irmão. Vou falar para tu gosto muito de KFC, tá ligado? bagulho, meu irmão. É que você vem, vem. Mas, mano, Rio de Janeiro, aqui não tem otário. Não gosto de mulher, sou carta fora do baralho não. Mas agora batata, papo de que a gente nossa geração usa muito essa parada do relaxamento, da brincadeira para tentar falar sério mesmo. Vai caçar um peitinho para tu mamar, vai. >> Mas o que é isso, mulher? Ô, rapaz, eu sei o bagulho da minha mulher, mas agora batata, vou falar contigo. Olha pro meu cara. Olha
pro meu olho, rapaz. Olha pro meu olho. Olha para mim, >> [ __ ] Vamos embora, guerreiro. Vamos embora. >> Olha para mim. Olha para mim, meu irmão. Você aqui, eu sei que você pode estar menor presando, tá cheio, nossa, bagulho. Fui lá no bagulho cheio de jovem, vou sair rindo. Mas aqui em volta De você tão as pessoas que vão carregar o Brasil nas costas. >> Esse é meu medo. >> É a galera que vai pagar a tua. >> Galera, muito obrigado por todos vocês. Obrigado. O vídeo foi, ficou ótimo. Valeu mesmo, galera. Curte
e compartilha aí. Porradeira. Ficou bom demais. Grande abraço, galera. Jo.