o conceito de polifonia é um dos mais importantes daqueles formulados por batim para entender o melhor era importante que nós possamos olhar com cuidado para o livro problemas da poética de Dostoiévski que nós estamos vendo e entender todos os elementos que compõem esse conceito no vídeo de hoje nós continuamos no capítulo 2 a personagem Seu enfoque pelo autor na obra de Dostoiévski nós vamos olhar a parte final desse Capítulo nesse capítulo para quem está acompanhando com a leitura do livro eu prato da página da minha edição 65 do seguinte parágrafo a autoconsciência como dominante artístico
na construção do modelo do Herói pressupõe ainda uma nova posição radical do autor em relação ao indivíduo representado que nova é posição radical do autor é essa é uma posição como nós já estamos falando nos outros vídeos em que o autor passa a trazer o mundo através da auto consciência da personagem então o mundo objetivo o mundo exterior o mundo que nos é apresentado ele é dado a partir da Visão da personagem da auto consciência da personagem do modo como ela viu o mundo como ela vê o outro e claro como ela se vê nessa
nova posição do autor em que o mundo é dado a partir da auto consciência do outro o autor não mais concluirá a personagem o autor não vai girar quem a personagem é ele não é se sentirá autorizado a fazer da personagem um objeto morto que sobre o qual seja possível dizer o que ele é de uma vez por todas aí prosseguindo na sua discussão novamente o batim retoma a novela A Gente Pobre do Dostoiévski nessa novela Um dos personagens principais uma cardíaco ele se revolta com a leitura que ele faz da obra O capote do
Google porque Porque nessa obra do Globo o personagem principal que também é um funcionário público assim como uma cardio no Google o personagem principal é o ataque AK aqui ele digamos vive como se espera de um funcionário público e morre como se espera de um funcionário público a vida dele já vem toda pré-determinada e o macai de rosquinha vai se revoltar com isso porque pré-determinar o homem é matá-lo em vida é não respeitar a possibilidade do ser humano mudar é não olhar de fato para que a questão de que os homens estão sempre mudança que
os homens podem sempre mudar que eles são sempre inconcluídos e do ponto de vista do autor inconclusíveis ninguém pode dar a última palavra dizer como uma personagem ou como uma pessoa é então o que nos conhece que pretende mostrar a partir dessa nova posição do autor que não mais focaliza o personagem de fora mas traz auto consciência da personagem a partir da qual mundo é dado o quer mostrar a inconclusividade do homem se nessa novela A Gente Pobre uma cardiovas Chiquinho se revolta com a leitura de uma obra literária que é o capote em outras
obras os heróis vão se revoltar com outro com definições de outros sujeitos com palavras que pretendem terminar os com palavras que pretendem concluir com palavras que pretendem dizer o que eles são de uma vez por todas de outros personagens ou até de correntes ideológicas do pensamento nesse sentido vai dizer o atchim enquanto o homem está vivo ele vive pelo fato de ainda não ter arrematado nem dito a sua última palavra ou seja enquanto nós permanecemos vivos nós podemos sempre mudar também a personagem nesse mundo do romance do piscando ela sempre pode mudar a ninguém é
dada a autoridade de dar a última palavra a essa personagem de impor a última palavra essa personagem de dizer de uma vez por todas quem ela é isso requer um novo modo de representação em que o autor não mais trará essa última palavra mas ele focalizará o mundo a partir da autoconsciência das personagens continuando nas suas discussões o batim novamente retoma é o memória subsolo um livro que ele já havia comentado do tiebs em que o homem do subsolo esse personagem principal que alguns críticos também vão chamar de paradoxalista esse homem subsolo por exemplo pontua
aqui nesse capítulo tinha ele polemiza como socialistas porque ele poliniza com o socialistas porque existem algumas teorias do campo do socialismo que pretendem usar o homem como uma medida fixa a partir do qual a partir da qual seja possível fazer projeções fazer cálculos e predizer o futuro como se o homem fosse uma unidade fixa fazer isso com um homem pré-determina-lo dizer o que ele é de uma vez por todas contar com um homem como algo acabado estático Com certeza não é olhar o homem do ponto de vista que o dostoippus que está olhando pelo menos
assim entende não é olhar a inconclusividade do homem então também o homem do subsolo na medida em que ele se revolta em que ele poliniza com o socialistas ele está polinizando com essa ideia de acabar o homem de concluí-lo de dizer de uma vez por todas o que o homem é vai dizer o battin o homem nunca coincide consigo mesmo porque porque o tempo todo nós podemos mudar e estamos mudando então é tirar uma team a verdade sobre o homem na boca dos outros é sempre uma mentira que umilha e o murtifica porque veja nós
falamos do Chiquinho que polemiza como a obra literária nós falamos O Homem do subsolo que polemiza como a corrente do pensamento com alguns uma certa vertente aí do socialismo mas Nos romances muitas vezes as personagens elas polemizam com outras personagens personagens querem pré-determina-las então o batismo vai trazer exemplos de outros de outras obras dos outros textos que em que às vezes um personagem que é predizer o que o outro vai fazer a da próxima vez que acontecer tal situação aquela pessoa vai agir desse modo pré-determinar o outro é procurar olhar para dentro da consciência do
homem imaginar que nós sejamos capazes de dizer o que o outro pensa de dizer o que o outro é e de dizer como o outro vai agir no futuro é algo que nas palavras aí batim humilha o homem o mortifica o torna morto né é uma mentira porque a verdade é que o homem é sempre inclusive então eu como pessoa a personagem ninguém pode dizer o que o outro é de uma vez por todas e imaginar que você pode entrar dentro seja capaz de ter habilidade de entrar dentro da cabeça do outro e para determinar
o que ele pensa e como ele agirá no futuro Por isso mesmo o batim vai entender que o drives que ele de alguma maneira crítica e criticava a época a psicologia da sua época porque seria uma psicologia que coisa e fica a o homem a Alma do Homem haveria uma coisificação da Alma do Homem o próprio batim lembra que que o drives que mesmo não usa a palavra coisificação mas entender do battin é a palavra que melhor designa essa crítica dostoievski a psicologia da época é uma certa psicologia que psicologia é essa aquela psicologia que
como esses personagens imagina se capaz de entrar na consciência do outro e dizer o que o outro é e dizendo que o outro é olhando esse outro como alguém estável alguém que não muda pré-determinar como o outro agiu ou agirá então essa psicologia que se sente capaz de explicar os comportamentos humanos como se os homens fossem estáveis ela é criticada pelo Doutor ética assim entende o vale para não incorrer nesse tipo de Psicologia que mortifica o homem de personagens que tentam também predizer o que o outro vai dizer de correntes do pensamento ideológico que toma
um homem como coisa morta de obras literárias que pré-definem e que dizem de uma vez por todas o que o personagem é ou seja contra todas essas manifestações de correntes do pensamento e de comportamentos individuais que pretendem coisificar o homem acabar com o homem mortifrá-lo fazendo coisa morta acabada e fixa eu doc vai buscar uma nova posição uma nova posição que autor em que entenda o outro como inconclusivo como inconcluído como em eterno processo de formação e de mudança e para entender o outro desse modo Vai ser necessário uma nova posição que é uma posição
dialógica em que o dia logo com o outro para que o outro vai me dizendo como ele é e como ele está e como ele vai mudando e não que eu de um ponto de vista distanciado longe do outro diga o que o outro é e predefina esse outro como alguém que não muda vai dizer uma TIM então portanto para o autor o herói não é um ele sobre quem eu falo mas um tu com quem eu falo esse é o grande diálogo do romance um romance em que as consciências dialogam pede igualdade então nenhuma
personagem pode dar conclusão ao outro assim como o próprio autor que também é um participante do Diálogo não vai concluir a consciência de uma determinada personagem vai respeitar a inconclusividade de princípio do ser humano o fato de que o ser humano sempre está em constante mudança então o essa personagem dos twebs que né é uma personagem em que é necessário o autor respeitá-la como um outro como um tu Como qual eu falo como Qual o autor fala e isso tirava a ti faz parte do plano artístico do Dostoiévski então outros foi hebes que no entender
ele cria um novo tipo de romance em que o autor não fala mais sobre o personagem mas com um personagem ele muda o modo de representação de um autor que está fora falando sobre o personagens Para um autor que vem ao lado das personagens dialogar com elas e respeitar algo consciência dessas personagens respeitar a inconclusividade do homem isso gerar o batim é um plano artístico é uma vontade artística do Dr hevski diferente de outros romances monológicos diria o batim em que o autor está distante e dizendo sobre a personagem falando sobre ela aqui o autor
fala com ela veja portanto que existem algumas características o respeito à inconclusividade do homem essa nova posição do autor que está ao lado da personagem que vão nos trazendo pontos para que nós possamos falar em polifonia pelo menos do modo como te entendeu inicialmente no romance de dois se você depois quiser fazer uma pesquisa em que você vai expandir esse conceito Ok mas é interessante que você compreenda inicialmente quais são as bases a partir das quais um formula essa ideia de polifonia um diálogo de consciências de várias consciências impede igualdade entre as quais está o
autor também pede igualdade mas que se dá na visão do bartime nesse nessa tese digamos Inicial dele dentro de um gênero específico que é o romance e que tem características específicas entre as quais o fato de que existe um autor que é sim o criador das outras consciências mas que não faz essas consciências coisas e no seu plano artístico pretende dialogar com elas essa é uma questão aí polêmica Então vamos ver o que diz o vacchin a palavra do Herói é criada pelo autor mas criada de tal modo que ela possa desenvolver até o fim
a sua lógica interna e a sua autonomia enquanto palavra do outro enquanto a palavra do próprio herói ou seja Será que é possível falar em polifonia porque existem críticos literários já Desde da época em que o batim escrevi depois outros críticos literários que inclusive é cujas as análises inclusive implicaram o modo como batim foi recepcionado no acidente que vão confrontar essa ideia de polifonia do bati em vão dizer que não é possível falar em polifonia Porque o autor ele não é só mais uma das consciências ele é a consciência criadora das outras e o Martin
vai dizer sim o autor é a consciência criadora das outras mas Diferentemente do romance monológico que eu creio consciências para fazer delas coisa Falar sobre elas até permitir algum desenvolvimento das suas ideologias mas para no fim colocar a minha ideologia como a vencedora aqui no plano artístico do Dr eves Existem várias consciências que são equitentes equivalentes estão impede igualdade podem dialogar o autor vai permitir que elas desenvolvam ao máximo as suas próprias características as suas próprias ideias as suas próprias ideologias inclusive isso vai reverberar naquilo que nós já vimos em outros vídeos que é o
fato de que a crítica às vezes se pede procurando Identificar qual é a ideologia do Dostoiévski que está expressa por um determinado personagem enquanto na verdade entender algo que teen que o nostaedes que mesmo ele não está ali representado Ou pelo menos não diretamente representado mas permitindo que cada personagem traga e desenvolva suas próprias e ideologias a partir da sua própria consciência Então embora haja sim um autor que é diferenciado porque ele cria e organiza as outras vozes não entender isso não corrompe a ideia de polifonia Porque nessa polifonia um criador de organizador das vozes
essas vozes todas são respeitadas na medida em que eu não faço da consciência dos outros coisa então Essa é uma das características fundamentais quando se pretende falar de polifonia Será que existe o respeito a consciência dos outros a inconclusividade da nossa consciência informação e será que eu enquanto pesquisador estou olhando para o fato de que o batim discute isso dentro de um gênero específico que é o romance e ele discute isso e nesse gênero em que existe um autor criador que cria essas consciências porque às vezes nós vamos orar para outros gêneros discursivos em que
não existe o autor criador então quando nós vamos falar de polifonia ali se for possível falar é necessário eu entendo nós olharmos para essa discussão do batim vemos quanto ou se é possível levarmos essa questão da polifonia para outros gêneros discursivos pois será que existe um autor criador será que esse autor criador é alguém que vem ao plano das personagens para dialogar com ela será que todas as consciências representadas elas estão sendo respeitadas no seu desenvolvimento enquanto uma consciência sem que o autor ou outra personagem faça delas coisas impõe a elas uma palavra final bom
na sequência uma team faz uma espécie de pausa aí como se fosse iniciar uma nova sessão mas sem título no texto e ele começa a falar de um livro do vinagre que é a linguagem da literatura de ficção e nesse texto do vinógrafo o vinagre comenta sobre o projeto do tichêvice descrever um romance que seria Pérola da criação bom nessa Pérola criação a ideia do autor é que não haveriam vestígios dessas próprias simpatias pessoais e que cada personagem falaria por si mesmo de alguma maneira próxima a ideia de polifonia que está sendo desenvolvida no dostoevsky
conforme o entende o latim embora na polifonia cada personagem fale por si mesma que eu respeito a autonomia dessas personagens o desenvolvimento ideológico dessas personagens nessa concepção aí né da Pérola da criação é haveria uma ausência de posição do autor não haveria né um autor e vai entender o batim que é impossível uma obra sem imposição de autor Então veja inclusive existe isso Às vezes as pessoas acreditam que polifonia é uma ausência de posição do autor Mas não é isso que a gente tá dizendo Ele tá dizendo existe uma posição do autor é uma nova
posição uma posição em que o autor não fala sobre a personagem mas com a personagem ou seja o autor dialoga com a personagem o autor estabelece uma interação dialógica com a personagem então geralmente não se trata da ausência mas da nova posição do autor uma posição do autor em que as personagens se revelam sem a avaliação conclusiva do autor como nós vimos no vídeo passado o autor vai procurar procedimentos que provoquem a personagem a dizer quem ela é ao invés do autor dizer quem a personagem é trazer um Conjunto de características a partir das quais
seja possível dizer quem a personagem é o autor vai provocar através de procedimentos artísticos essa personagem é dizer quem ela é a nova posição do autor seria no entender do batting negativa né é uma ausência de autor mas no romance polifônico não no romance polifônico não existe ausência existe uma nova posição do autor e essa posição de irá Alba tinha ela é positiva ela existe ela é Ativa é uma atividade dialógica do autor então o autor se coloca como um participante do grande de algo as personagens nesse romance foi fômico não estarão desculpa estarão ao
lado do autor e serão tão inacabadas quanto ele então o autor mesmo se reconhece como uma consciência inacabada e também as personagens como consciências inacadas e se permite de alugar com essas personagens inacabadas portanto Diferentemente desse projeto de chernes chevisk de criar um romance sem posição de autor o que tá dizendo batim no romance existe uma posição do autor uma posição dialógica uma posição em que o autor se coloca em diálogo em interação com as personagens reconhecendo a inconclusividade delas mas também a inconclusividade dele do autor bom como conseguirá Isso tirar o vatim para tanto
dos turavis que precisou ampliar a sua consciência para abranger as consciências dos outros personagens das demais personagens nessa consciência abrangente do autor que permite existirem outras consciências e dialogar com essas outras consciências haverá uma nova uma nova forma de interação uma comunicação dialógica especial em que o autor procurará trazer as profundezas inconclusivas do homem aquilo que nós já falamos reiteradas vezes o autor vai procurar mostrar essa inconclusividade do ser humano através de métodos artísticos que levem essa personagem a se revelar é uma um novo tipo de comunicação dialógica porque como eu já disse algumas vezes
o autor não fala mais sobre a personagem Mas fala com a personagem Então não é uma ausência de posição de autor é uma posição nova e ativa em que o autor dialoga com as personagens na sequência o battin passa a fazer uma espécie de Nova sessão novamente Não marcada aí por algum título mas ele dá um espaço no texto em que ele começa a comentar a respeito do texto 3 mortes do toston no mundo aí há três planos nesse livro três mortes três planos que se ignoram da Senhora do cocheira e da árvore Então você
tem uma história em que um cochilo está levando uma senhora enferma mas esse cocheiro diga como se ele pega a as botas de um outro pocheiro que estava morrendo quando esse outro cocheiro que estava morrendo morre esse cocheiro que leva a velha senhora vai lá e corta uma árvore para fazer uma cruz para Esse colchão que morreu então eu tenho três mortes a da senhora a do cocheiro né desse primeiro cochilo aí cujas botas são utilizadas pelo cocheiro que leva a velha senhora e a árvore Então eu tenho três mortes bom tem três planos de
representação poderia haver uma interação dialógica mas entendeu do batting não há esses três planos são unidos pela consciência una do autor que possui um excedente campo de visão quem conhece as três vidas quem conhece as três mortes quem conhece como ela se relacionam o autor as três personagens não se conhecem a velha senhora nada sabe da árvore o cocheiro que morreu nada sabe da árvore nada sabe da senhora ou seja não existem interações dialógicas entre elas dirá então entre as personagens não existem relações geológicas os seus mundos são mundos que se ignoram também o autor
num dialoga com elas veja o autor está distante tão distante que ele sabe sobre a senhora sobre o cocheiro sobre a árvore e sabe mais do que todas elas porque elas se ignoram mutuamente mas o único que conhece os três é o autor que fala deles portanto de distância ele não está no plano delas conversando com elas também o autor não dialoga com elas a posição delas não pode consultar o autor e veja que no romance polifônico as posições dos personagens elas podem ser inclusive contrária essa posição do autor elas podem confrontar o autor o
autor vai permitir esse desenvolvimento sem nunca dar a Palavra Final que remate o diálogo não há portanto grande diálogo Porque o autor não está em pé de igualdade com as personagens as próprias personagens não dialogam veja a consciência de uma não entra no campo de consciência da outra elas não se conhecem as ideias delas as ideologias delas não são partilhadas pelo diálogos por exemplo se essa velha senhora tem uma ideia a respeito do mundo se o cocheiro que morreu tem uma ideia respeito do mundo essas diferentes ideias nunca são confrontadas por eles em algum diálogo
que permitisse que a partir desse diálogo o que eles conversaram ali no composicionalmente Expresso adentrar-se a consciência deles fosse a consciência deles pensada relaborada refletida e pudesse voltar inclusive em outros diálogos com posicionalmente expressos com os mesmos personagens ou com outros então não existe uma interação dialógica que vá sendo feita e refeita formulário reformulada várias vezes ao longo do romance mostrando aí o desenvolvimento dialógico do grande diálogo do romance bom como aí faz o gatinho uma espécie de exercício né como seria o livro três mortes né Se fosse escrito pelo do CS no mundo dos
cada personagem precisaria tomar consciência da outra personagem precisaria dialogar o grande digamos assim diferencial ponto crucial dos romances polifônicos é essa possibilidade do Diálogo é o fato de que essa consciência se confrontam pelos diálogos que elas dialoguem que as ideias delas possam estar em confronto e vejamos aqui que nesse livro especificamente do Toy Story não existe isso né obviamente próprio da TIM faz é salvo ele já esse esse livro justamente porque ele é exemplar daquilo que não é o dostoiévsk né ele não está dizendo que não possa não possam existir outras relações geológicas nos livros
está pegando esse aqui para mostrar que existem três planos três personagens que não interagem dialogicamente Além disso diria gerar o vacim o autor não teria nenhum excedente essencial de visão ou seja o autor não pode saber mais que a personagem nós vamos dizer que Nos romances polifônicos o autor ele está junto com a personagem ele não tem uma excedência ele não vê personagem de longe no tempo ele não vê sabendo que ela não sabe do passado do futuro ele não vê a personagem de longe em termos espaciais ele está junto com a personagem Então também
não sabe aquilo que a personagem não sabe inclusive em termos valor ativos ele não se distancia da personagem para valorar para dizer se ela é boa se ela é uma ele acompanha a personagem bom se fosse um romance do nosso hebesque não entender do diabo bom além disso vai dizer o latim todosteds que não retrataria a morte Mas a vida porque é na vida que eu tenho a consciência inacabada o que interessa como ponto de representação para o drives asalto consciências as consciências da informação o modo como eu na minha consciência me vejo vejo o
outro vejo o mundo cada uma dessas Auto consciências dessas consciências dos outros em formação é que são interessantes no romance dialógico no romance polifônico bom então a morte em si como ela não mais mostra a inconclusividade humana ela não tem grande interesse nos é Nos romances polifônicos porque ali eu já não tenho mais a representação nessa vida informação dessa consciência informação Claro que podem aparecer e aparecem mortes Nos romances polifônicos mas essas mortes muitas vezes elas servem para suscitarem reflexões na autoconsciência dos personagens discussões debates interações geológicas que mostrem essa vida informação essa é a
nossa continua formação da nossa consciência bom Portanto a morte não tem grande interesse na representação Nos romances polifônicos porque ela não permite ver essa a autoconsciência informação o que que o personagem precisa conhecer precisa conhecer todas as vozes todas as ideias todas as ideologias com as quais eles se confronta as quais possam atingir vou fazer com que ele Mude o seu modo de ver a si de virar o outro viver ao mundo então na vida consciência está inacabada e todas as ideias todas as vozes importantes atingem a personagem veja lá em três mods se o
cocheiro tinha uma ideia de vida e a senhora tinha uma ideia a respeito do mundo que era uma ideias diferentes conflitantes elas não se conheciam isso não permite que elas debatam que as ideias diferentes delas adentrem autoconsciências delas e lá sejam reformulado sejam pensados e vai dizer no romance não todas as ideias importantes todas as ideologias importantes todas as vozes que trazem essas ideias que trazem essas ideologias e que sejam importantes para o Herói O Herói precisa conhecer o personagem precisa conhecer então traz um trecho de crime castigo que já Logo no início de crimin
castigo o rascunho qualquer personagem principal do crime castigo ele vai dialogar inteiramente na sua autoconsciência como a série de vozes como a série de ideias como a série de tecnologias todas elas já estão presentes ali no diálogo interior do rascunho e ele o que ele está debatendo aí nesse trecho que o Martin traz uma das cores é um jovem pobre enfim e uma das soluções digamos para a vida dele né que a mãe está propondo é que a irmã do rascunho qual se case com um homem que tem dinheiro mas com essa irmã dele não
gosta não tem nenhuma afetividade com esse homem e porque ela se casando com esse homem e eles poderiam ter uma vida melhor inclusive fornecer uma vida melhor com rascunho Mas faça um unicórnio ele se revolta com isso ele não quer digamos penalizar a irmã por isso bom E aí ele vai trazendo no seu diálogo interior na representação do seu diálogo interior do autor traz o raciocínio Coffee pensando nessas vozes então por exemplo tem um trecho ali de crime castigo né que é assim inox que tem ainda ródio magnífico rodia o primogênito é o rascuro trazendo
uma representação da voz da mãe dele como a mãe dele falaria né Olha ainda tem o rodia que é o rascunho O Magnífico ródio primogênio nós temos que pensar nele agora o que que acontece essa voz embora seja uma voz aspas da mãe que o rascunho copo que está simulando dentro do seu diálogo interior nessa nessa voz dela que já entrego o seu micro diálogo existem pelo menos duas vozes a voz afetiva da mãe pensando no filho e a voz de revolta ou de amargura do rascuro que não quer aceitar aquilo por isso vai dizer
o batim existe aqui já é um micro de água as palavras já são bivocais porque porque eu tenho duas vozes 2 acentos duas orientações duas emtonações tem inflamação de amor e ternura da mãe mas tem internação de ironia amarga e de indignação mas quando ocorre ele não quer sacrificar a irmã para que ele consiga algo na vida Então veja e é existem outras ideias em debate nesse nessa representação do Diálogo interior do rascunho o que tá dizendo McQueen todas as ideias todas as vozes importantes todas as ideologias que atinjam o personagem Elas têm que chegar
a esse personagem Elas têm que ser conhecidas do personagem para que eu possa ver como é a sua autoconsciência informação bom dirá o batim Portanto o romance desse modo ele se apresenta como um diálogo de verdade a verdade do Rastro no Coffee em luta com a verdade da sua mãe com a verdade da sua irmã diferentes verdades que se encontram que se embatem sejam nos diálogos exteriores sejam no diálogo interior dos personagens e por meio desses embates né muita gente acredita inclusive que a polifonia esse resume a uma um confronto de ideias né polêmicas não
é necessariamente ou somente isso é nós já vimos algumas questões eu estou olhando para um gênero específico que é o romance nesse gênero específico existe uma nova posição do autor uma posição que permito o desenvolvimento das personagens e um ponto fundamental essa ideia da auto consciência informação então eu tô pensando em polifonia eu tô pensando alto consciência informação mas pensando que essa autoconsciência ela se forma no diálogo Aí sim a questão da pandemia no diálogo com outras várias vozes que também estão em formação Então eu tenho um grande diálogo diálogo de muitas vozes que representam
a formação de diferentes auto consciências para isso para que eu tenho essa representação eu vou precisar de uma nova posição do autor em que ele é um participante do grande diálogo e estará em pé de igualdade com as personagens sem imputar as personagens uma palavra final porque trazer a Palavra Final para os personagens dizer quem elas são de uma vez por todas é objetificá-las é torná-las mortas é justamente o contrário dessa ideia da Vida em constante formação da auto consciência em constante formação então encerrando aqui essa questão do personagem nós vemos que para representar essa
autoconsciência informação o autor precisa virar o plano da personagem dialogar com ela sem nunca impor a Palavra Final a essa personagem sem nunca dizer de uma vez por todas quem ela é bom Espero que vocês estejam gostando dos vídeos deixem seus comentários por favor deixem o like curtir isso é importante porque aí YouTube vai entendendo que esse vídeo é relevante para as outras pessoas muito obrigado por me acompanhar até aqui Um grande abraço e até o próximo vídeo