Vamos a como gerenciar o colapso socioeconômico atrelado ao desemprego em massa? >> Não é, professor, acho, acho que não tem gerenciamento. A, o projeto é de destruição, >> né?
>> O capitalismo precisa destruir o capital em excesso que eles que eles criaram para lá na frente existir, obviamente, menos pessoas, todas as guerras é isso, tá? É destruição. O capitalismo cria a destruição do próprio capital excedente, né?
o capital fictício excedente. Então, gerenciar esse esse cataclisma socioeconômico aí, eh, ou vai ser uma grande crise financeira global que vai explodir essa bolha aí, ou vai ser a terceira guerra mundial. >> Eles vão ter que destruir todo esse capital em excesso, que não vai ter como realizar ele.
E lá na frente o capital que sobrar vai adquirir os capitais débeis e o mercado vai sair mais concentrado ainda lá na frente. >> Mas o único problema é que uma guerra mundial no século XX, ela tem uma escala muito maior do que qualquer uma das que nós já tivemos. É, se não for, se se for, eu, eu imagino que as guerras, assim como tá se provando, a Rússia é uma potência nuclear, não tá utilizando, né?
>> Obviamente, se alguém utilizar, acabou a humanidade. >> Eu vou te contar um negócio, tá muito perto, viu? >> Tá muito perto.
Veja, >> ah, hoje nós estamos conversando aqui menialmente, amigavelmente, tem uma esquadra criando um cerco no Irã. >> No Irã. >> É, >> o Irã facilmente consegue obstruir o o estreito de Urmus.
de >> se eles fazem o state de bloqueiam eles só afundam os barcos lá fecha o barato lá uma fração bem alta do petróleo do mundo desaparece não vai chegar aqui vai é no escoa vai sair por onde >> né parte da da geopolítica da crise da guerra da Síria é porque existiam projetos de criar gasodutos e oleodutos que passariam pela Síria, mas o pessoal não queria, né? Porque os várias empresas de que controlam o petróleo mundial queriam outro gasoduto, um outro oleoduto que não passasse por um território, né? E o que ninguém para para pensar, ninguém fala, pelo menos eu não vejo aqui na mídia, é que um dos aliados do Irã, ou pelo menos que se declarou aliado, é o Paquistão, que tem armas nucleares, >> né?
E assim, tem muita, não é que tem uma ou duas, tem um arsenal nuclear razoável, entendeu? Então nós falamos, né, dessa expansão alucinada do poderio militar americano para tentar sair da crise, tem uma hora que o caos é incontrolável, né? Pequenas mudanças nas condições iniciais geram um comportamento não linear, não previsível.
>> Efeito borboleta. >> É um efeito borboleta. Exatamente.
>> Os Estados Unidos não e o Donald Trump não voltou atrás no negócio, nas ameaças que tava sendo feito ao Irã à toa, né, do Irã? Porque o Irã tem, na realidade, aquele aquele primeiro ataque dos 12 dias de Israel, depois os Estados Unidos bombardeou as instalações nucleares, >> aquele foi um recado do Irã. Ninguém >> pro Irã ou do Irã?
>> Do Irã, pro Ocidente. Porque o Irã, aquele ataque que ele lançou no Qatar, não sei se você lembra, depois que ele foi atacado, ele falou: "Ps, você precis responder aí, que que você acha que eu responder, eu ligar para você, Vilela, >> vou mandar um míssil aí no seu quintal, evacua aí, tira o pessoal aí que que que era isso? " Era só para ele mostrar que ele tinha, >> eu tenho como retaliar.
É. >> E depois ele bombardeou algumas instalações em Israel. >> Aí o negócio acabou.
>> Mas foi o negócio da Groândia a semana passada, né? A Europa deve ter chegado para ele e falado: "Ó, vamos parar porque senão nós vamos vender os títulos da dívida americana. Nós temos 1 trilhão e meio.
>> Se a gente não dá um mercado com esses títulos, porque o Irã, na realidade, nesse evento ele ele ele provou que, se ele quiser, ele afunda esses porta-aviões dos do que os Estados Unidos mandou, ele afunda esses porta-aviões e bombardeia Israel de novo. >> É, mas o >> E agora com o Paquistão que é o problema é que eles, até onde a gente sabe eles não são a potência nuclear ainda, né? >> Nós provavelmente vamos ser a última geração que testemunhou a construção de porta-aviões.
>> Por quê? >> Porque os porta-aviões ficaram obsoletos. >> Obsoletos.
os mísseis, os mísseis de nova geração, hiersônic >> hipersônicos, >> você pode estar no Mediterrâneo e o nosso querido amigo Putin lá lançar um uma, >> e ele atinge o cara lá no Mediterrâo, filme que >> não tem como ser interceptado, >> não tem, não tem nenhuma bateria, >> casa de dinamite, alguma coisa que vocês vi a Rússia mandou um recado, né? Oresnck, que é o novo versão. É, >> ou seja, o o >> a estratégia de disputa militar mudou dramaticamente >> com drones e com esses míss >> com os drones e com esses mísseis.
Porque hoje em dia eles chamam porta-aviões no sitting duck. É o pato sentado, entendeu? Porque ele é difícil de manobrar.
>> Ele é facilmente incontrável porque ele é gigantesco >> e não voa, né? >> Ele [risadas] não é e ele não sai correndo. >> É.
E enquanto isso vem o míssil hipersônico que você não consegue detectar nem você consegue. >> E não só isso, ele tem múltiplas ogivas >> que podem ser convencionais ou nucleares, tá? Ele e a última vez que eu vi tinha o último desenho que eu vi tinha seis ogivos.
>> Nossa, >> tá? O que eles lançaram na Ucrânia aqui há algumas semanas foram seis. >> Meu, você olha o filme do negócio atingindo lá o >> o gasoduto, né, da Ucrânia.
É impressionante. Parece que você tá assistindo a montagem de a mesmo, porque a imagem das oggivas se separando, entrando e atingindo o alvo é numa rapidez. Você tem que ver o filme em câmera lenta várias vezes para ver o traço da do barato.
Então, esse porta-aviões, por exemplo, que tá lá no Golf Pérsco, se o Paquistão ou o Irã tiverem esses mísseisônicos, acabou. Não, eles não dura, né? >> Acabou, cara.
Olha a movimentação que a gente tá vendo aí no mundo esse ano, né? >> E a primeira parte da pergunta dizia a ver com e no nos sistemas de armamentos, né? Então veja, tem uma proposta nos Estados Unidos dos mesmos malucos de automatizar por a resposta dos Estados Unidos a a um risco de de bombardeio atômico.
>> Imagina. Então aí eu eu fui, eu tava dando uma palestra, não me lembro onde os Estados Unidos uns anos atrás, eu falei: "Bom, imagina os Estados Unidos vai disputar a Copa do Mundo e toma de 7 a 0 do Canadá. O sistema que tá recebendo todas essas notícias de ofensas, de potenciais ameaças aos Estados Unidos, leva isso como uma ameaça, né?
E sem supervisão humana, dispara o Mogiva em direção a Toronto. Porque é isso que os caras propuseram, os mesmos doidos da, né, essas empresas todas. É, >> não, nós vamos ter um sistema que é um filme que o Stanley Kurrick fez, Dr Strang Love, não sei se vocês >> na minha geração, mas >> eu ia falar de outro filme, é Jogos de Guerra.
Jogos de guerra, mas o Strang Love é perfeito, porque um doido de um coronel lá, né, fica maluco e inicia uma guerra nuclear não supervisionada porque os equipamentos eram automatizados, né? Então os caras queriam ter uma defesa nuclear automatizada, sendo que 35% não, 35% desses sistemas alucinam, >> não? E pode entender um comando errado.
>> Isso para entender uma coisa que é trivial como uma ameaça nacional, >> né? E e esse lembrei aqui que dessa pergunta do I, >> comprei uma, tipo, o cara tá na padaria, eu quero quero comprar uma bomba. Olha, tem um cara comprando uma bomba numa padaria.
>> Não xingar a mãe do presidente dos Estados Unidos. >> Esse negócio aí não vai ter, não vai ter acord esse acord de paz da guerra da Ucrânia, não sei se tá vendo isso, se estão fazendo, a Rússia tá tá nem aí para isso aí, né, >> mano? continua atacando tal.
Por quê? Eh, quando o Putin encontrou com o Donald Trump lá na Alaska e eles começaram a falar sobre algum tipo de acordo de paz, enquanto eles estavam conversando, a Ucrânia fez aquele ataque eh contra o Putin onde ele tava e era um complexo nuclear da Rússia e o e onde o Putin tem uma residência e a inteligência achava que ele tava lá e a Ucrânia lançou esse ataque. Só que a Rússia descobriu que os mísseis que chegaram lá e os drones estavam com a tecnologia embarcada dos Estados Unidos, da Palantir.
>> E os russos recuperaram o microprocessador o chip e entregaram >> pro Trump, né? Trump. Tipo, eu sei que foi você, tipo, você tá falando em paz, aí você manda me matar, né?
>> Porque é o Chip é o seguinte, ele e eh que tá falando dessa tecnologia militar, >> os mísseis eles são teleguiados, né? os msis atuais, só que eles podem ser interceptado porque ele tá ligado no GPS, tá ligado no satélite para ele ir teleguiando. O que que a Palantin desenvolveu?
Embarcou a inteligência artificial dentro de um chip que ele vai disparar o míssil agora. Eles carregam todas as informações de relevo, de tempo, de clima, do que vai ter no caminho. Embarca na hora nesse chip com inteligência artificial.
E esse chip com inteligência artificial é que vai guiar o o míssil sem nenhum tipo de conexão com nada. intervenção >> de intervenção e chegou e atingiu. E aí os russos descobriram, pegaram o chip e descobriram que esse chip foi desenvolvido pela Palantir.
>> Aí foi proos Estados Unidos e falou: "Eu sei que foi você". Tá todo mundo falando que foi a Ucrânia, o Zelens que tentou me matar. Eu sei que foi você.
Agora, contraste isso que, né, esse relato com a o relato de um astronauta americano que acabou de voltar da estação espacial, ficou lá sei lá quanto, 200 tantos dias, desceu lá e falou: "Meu, tá tudo errado". Fiquei 200 dias lá olhando pra Terra, não tem fronteira, >> é, >> não tem divisão, o planeta pulsa. O sistema climático se espala pelo pelo mundo inteiro.
Eu vi os movimentos das nuvens, movimentos dos, né, de dos raios da Aurora Boreal, >> Aurora Boreal na tempestade solar que teve. O meu livro tá virando um ensaio jornalístico, tá? >> Era uma ficção científica.
Eu vim aqui com >> Mandiná >> mandiná da neurociência. >> Vou começar a cobrar porque talvez vha a pena. >> Tudo que tá lá tá acontecendo.
Bem, bem, bem. Ele falou: "Vi a Aurora Boreal se espalhando". O Rio >> tá tendo uma atividade absurda, né?
chegando no pico, chegando no pico, né, da atividade solar desse ciclo. Aí ele falou assim: >> "Eu vi o planeta pulsando, eu vi o planeta vivo. >> O planeta é quase um organismo.
É, né? E é geofisicamente falando, meu, tá tudo errado. Nossas prioridades estão totalmente absurdas.
A nossa prioridade devia ser manter este barato vivo, eh, preservar, né, esquecer essas estupidez dessas divisões, dessas, porque na época o cara, o cara vê um rio lá, virou fronteira, o cara vê e o e o planeta não tá nem aí. O planeta não tá absolutamente nem aí para tudo isso que nós criamos. E é tudo fantasia vindo daqui.
Sim, >> né? E esse é um cientista, é um astrofísico, um cara, né? Ele podia chegar ir para casa, mas deve ter sido um impacto tão grande a experiência de todo dia você olhar pela janela e ver >> esse planeta azul, né?
O Calegan que falava, né? >> A ideia de Gaia, né? Do planeta.
>> É, a Gaia tem certos problemas, mas não, não é uma teoria de que tudo tá conectado com tudo, né? Eu semana passada eu falei da conexão do campo magnético da Terra com o Sol. Os caras vão falar que eu defendi astrologia, né?
>> Meu, eu recebi umas 600 mensagens dizendo aquele, [risadas] eu tava defendendo astrologia. Vamos deixar claro o disclaimer aqui. Eu tava falando do cling, do campo magnético do sol com a [risadas] terra.
Fal de energia, né? >> É. Putz, grila meu.
Foi uma minha até minha mãe. >> Você que é escorpiano aí, né? >> É, eu sou peixes.
[risadas] Enfim, mas o que eu achei muito interessante é isso. Esse é um, né, astrofísica sei lá. O cara desce, ficou dois, quase um ano ali em cima e de repente ele teve uma epifania, né?
>> Ele falou: "Meu, não tem nada a ver. >> A gente tá >> esses louco aí, >> esses doidos. " Então aquilo que o aquela famosa foto do pá do ponto azul, né, do calce aqua, né?
Quando a voer tava saindo >> Júpiter da órbita de Júpiter Júpiter, ele falou assim: "Cara, vira o a câmera >> e fot a Terra ia sumir do do da visão dela. A última >> última foto da Terra antes de sumir no espaço profundo. >> E aí tem aquela uma faixa, uma é bonito, né?
pontinho assim pálido azul e fala e fala lá nesse ponto pálido ponto azul tá tudo lá >> não e o mais divertido >> tá tudo todas as pessoas que viveram viveram que já viveram 108 bilhões de seres humanos que já puseram pé aquadores tiveram lá Alexandre Gand não e o e o mais incrível essa nave tá viva tá até hoje. >> E ela tá completando, né, um 5 bilhões de quilômetros e >> ela tá com um monte de informação nossa >> não, não, não, não. Só isso.
Ela transmite ainda. transmite ainda, >> leva. Eu tô, eu acho que ela, ela tá e não é um ano luz nem de perto, ela tá um, e a distância que ela percorreu é >> mais de um ano luz.
>> Não, não é, ainda não é um ano luz, não chega nenhum anos. E aí a gente fica pensando >> essa foto aí, olha lá. >> Isso, essa é a foto do Calse, esse, esses somos nós.
>> É, somos nós >> vistos da, se eu não me engano, da órbita de Júpiter, tá? Ou seja, nada meio do buraco negro, né? >> Não.
E e onde a gente vive é uma casquinha, né? Porque o planeta a gente tá numa casca só. nave está navegando pelo espaço há 50 anos, tá?
E ela ainda ainda não chegou num ano luz.