E, e, e olha a próxima pauta, vê se não é para nos revoltar. Tem a ver com esse caso. Preos do primeiro comando da capital acionam o Supremo Tribunal Federal e pedem o mesmo direito aplicado a Daniel Vorcar.
Isonomia, a lei não é para todos. Abriram a porteira do inferno, né? É, a lei não é para todos, mas o curioso é que o próprio Departamento Penal Federal chamou a atenção por escrito para esse risco.
Então isso é lamentável o que tá acontecendo, mas era absolutamente previsível. E uma ironia dessa história, meu caro Lucas Saba, o Marcola, autodito aí, líder do PCC, fez o pedido, o os recorrer, ó lá, até o Marcola vai pros amigos do STF, a fim de assegurar o respeito às prerrogativas da advocacia e as garantias fundamentais do do exercício da defesa técnica. Vamos lá, gente, só para explicar algumas passagens a quem nos assiste.
É, quem toma conta, quem cuida, quem investiga o PCC há anos é Lincol Gaquia, a quem eu tenho uma relação próxima e eh de jornalista e fonte, que hoje anda com 10 seguranças, tem sua vida privada, quem prendeu Marcola, quem prendeu o GG do Mang, quem prendeu o Geleião, quem prendeu toda a alta cúpula do primeiro comando da capital e conseguiu destrinchar a hierarquia deles. O que que acontece? já foi flagrado mais de desaparece com 40 a 45.
000 brasileiros por ano. Esse é o estado de extermínio, é o genocídio tupiniquim que ninguém fala dele. E aí tentou jogar a culpa na facção criminosa do andar de baixo.
Não, não. Isso ocorre por culpa da cleptocracia. É a que domina o estado bandido do Brasil.
Quem quer acabar com essa cleptocracia, né? A sociedade brasileira quer conter isso. Não dá, não dá.
A gente olha para fora, vê lá, o Buelinhar o Salvador, cara. O cara deu jeito no país dele. A gente não quer, parece que não quer dar jeito no nosso país.
Aí o Lucas lembrou ainda agora muito bem, cadê o Congresso brasileiro? Cadê os caras na hora ali de assumirem uma posição de defesa Tá deixando um criminoso se reunir com o seu advogado sem monitoramento, sem câmera, sem nada. Eu aqui como outro criminoso sempre tem que tá sendo monitorado quando estou com os meus advogados.
Então eu quero o mesmo direito. Então quando Marcola aponta essa contradição do judiciário, fica evidente para todo mundo que há uma distorção, né? que eh o a decisão no Mendonça, embora tenha sido positivo empreender o Vorcaro, ele deixou um lado do processo penal que é importante, desamparado.
Ele permitiu coisas que para outros criminosos não são permitidas. Por quê? porque é um um bancário grande, porque, enfim, é crime de colarinho branco, porque comprou político, a gente não sabe.
Mas o fato é que quando Marcola expõe essa contradição, fica evidente, fica evidente que a justiça no Brasil tem lado, fica evidente que depende do réu, presos para poder puxar essas decisões pro seu cliente ou não? Então, no direito existe a lei, que é a gente chama de fonte número um da de todas as decisões, deveria ser a lei. E a dois é justamente jurisprudência, que é isso.
São outras decisões aplicadas a outros réusas de argumento para tomada de decisão. E isso é muito mais forte quando se trata do Supremo, do Supremo Tribunal Federal. Então, a jurisprudência de primeiro, segundo grau, mas a a jurisprudência do STF, ela impacta sim no ordenamento jurídico.
Então, é sim função do advogado observar decisões anteriores, né, que são chamadas de precedentes do Supremo. Então, quando a decisão eh errada, né, as decisões tortas do Supremo, que a gente tanto critica aqui, Humilhação histórica. Demétrio esculachou Erica Hilton ao vivo na Globo News e militante da Globo foi destruída em debate.
Errica Hilton, que foi eleita presidente da comissão das mulheres na Câmara, olha a piada. A militante Flávia tentou defender a eleição de Érica criando mimimi, mas Demétrio não deu espaço. Humilhou ela totalmente.
O vídeo está espetacular. É satisfação pura ver alguém detonando a militância. Deixa o like, se inscreve no Direitorando do Brasil e comenta sua opinião.
Vamos ao vídeo. Você pode ser conservador, não, eh, tendo o seu comportamento sem negar o direito de outra pessoa, né? O que a gente tá falando aqui eh é sobre porque uma deputada trans não pode ser eh presidente da comissão da mulher.
Aí tem um tem tem uma uma gama ali de cinzas que é ah tem desde não há não acho que ela representa a totalidade das mulheres. Vamos pensar num num debate. E ela não é uma mulher, entendeu?
Então assim, tem do reacionário ao conservador e você pode ser conservador e não ser intolerante e não pregar a exclusão. Eh, eu acho que o a o debate na sociedade brasileira ele eh vai avançando na direção de excluir grupos, mulheres negras, mulheres trans, homossexuais, pessoas com deficiência e tem um campo político que usa isso e usa até nas redes sociais. A gente tá vendo todo eh o discurso de ódio que vira voto.
O que me chamou muito atenção e que foi o que eu comecei dizendo foi que eu fui alertada deste debate pela esquerda, porque dentro da própria esquerda eles olharam eleitoralmente eles falaram pro lado. Isso é que que a gente vai fazer com Claro, mas esse preconceito também tá na também tá no campo supostamente progressista, tanto que muita gente do campo progressista criticou o movimento negro quando se defendia a indicação de uma mulher preta pro Supremo, porque o o governo progressista não pode, não, não é diferente. É da mesma natureza.
é que eh há uma há uma uma briga por manterem as suas posições, por não eh diversificar. Então, faz uma concessão, eh, deseja-se o voto, faz um agradinho aqui, mas compartilhar o poder ninguém quer. [risadas] É tudo sobre o que eu entendo pela apuração que é diferente é que eu nunca vi ninguém no campo progressista ou num grupo conservador que tem voz dizer que não tem que ter ou que não falta um uma ministra ou um ministro negro no Supremo, diferentemente desse debate.
Ah, mas eu já vi is já fui atacada por isso. Sim, mas eu tô falando publicamente, você tá vendo, eu tô conversando com essas pessoas dentro do governo, dentro do PT, muito preocupados com o efeito eleitoral que pode ter esse caso da deputada Éric. Eu nunca vi alguém no dentro do governo ou dentro do campo progressista me dizer: "Tô preocupado porque eh a gente tá defendendo que tenha um ministro negro no Supremo, uma ministra negra e o presidente não faz.
" Eles defendem. É que o presidente não faz. O presidente não fez.
A gente sabe, a gente discutiu aqui no dia do da consciência negra, mas dentro do campo também acho que é mais relevante o anim, mais relevante o Messias. Eh, naturalizam, por exemplo, o Messias é indicado por ser evangélico. Sim.
Mas não naturalizam uma mulher trans na comissão de da mulher, entende? Então você vai fazendo acenos na direção por razões eleitorais. Eleitorais, né?
O meu ponto é naturalizar tudo isso e não ser relevante. Eh, ser evangélico não devia ser indicado por ser evangélico. Um critério, né?
O não, que você tá falando, não deveria ser o critério. Mas é o critério na direção da hegemonia e não na direção eh da inclusão. É esse meu ponto.
Você eh avaliza exclusão de determinados grupos em benefício de outros, dizendo que você é neutro, que tá que tá tudo bem. Agora, eu acho que quando a Fláv a quando a a Sad fala de pragmatismo, é porque essas pessoas estão preocupadas com voto na urna. E quando se fala de voto na urna, me parece que o presidente, o presidente Lula se alinha ao prefeito de Nova York, que fez ali toda uma campanha em que ele ficou focado em affordability, ele ficou focado em preocupações dos pequenos comerciantes, ou seja, no bem-estar material, uma vez que ele considerou que a pauta identitária não era uma pauta que traria votos para ele.
E uma outra coisa que eu acho também importante para subir a rampa, né? Não, isso é uma outra coisa. Isso é uma outra coisa.
E eu acho que no caso da da deputada Érica em em particular, ela solta uma nota, por exemplo, falando de imbecis e aí com sis em caixa alta e a numa agressividade em relação às pessoas que são si gênero, que é uma parte importante da população. Então um um presidente que tá preocupado com a reeleição e com uma eleição majoritária, me parece que esse tipo de de enfrentamento é algo que acaba causando um desconforto dentro de uma linha um pouco mais pragmática. Vamos ouvir Demetro Manholi, que se junta a nós aqui no estúdio I sobre esse assunto.
Demetriro, boa tarde para você. Boa tarde, Andreia. Boa tarde, nobres comentaristas aí no estúdio.
Eh, boa tarde a você que nos acompanha. Do ponto de vista da democracia, não há nenhum problema nem, e aí eu concordo com a Flávia, não há nenhum problema de Érica Hilton ser presidente da Comissão das Mulheres, assim como poderia ser um gay, poderia ser um homem, não há nenhum problema. Do ponto de vista parlamentar, qualquer parlamentar pode ser presidente de uma comissão.
A ideia de que só uma mulher pode ser presidente da comissão da mulher é uma ideia identitária. No do ponto de vista da democracia, não é assim que funciona. As pessoas foram eleitas e eh portanto podem eh participar de qualquer comissão, ser presidentes de qualquer comissão.
Um homem, sem nenhum problema, pode ser presidente da comissão da mulher. Se houvesse uma comissão dos homens, uma mulher poderia ser presidente da comissão dos homens. Dito isso, Erica Hilton é uma um cabo eleitoral extremamente eficiente de Flávio Bolsonaro, extremamente involuntário, mas extremamente eficiente.
Eh, várias eh mulheres, inclusive que se apresentam como feministas, ginecologistas, eh usaram a frase e que Erica Hilton biologicamente é um homem. Isso é fato, é uma frase factual. Biologicamente é um homem, ela processa.
Ou seja, do ponto de vista dela não há debate, mas ela exige a repressão estatal. A a a quem utilizar essa frase, ela também faz essas eh menções as imbecis, não é? Eh, ela é extremamente autoritária desse ponto de vista.
Eh, e ela é uma uma identitária fanática. Eh, e isso é campanha eleitoral para Flávio Bolsonaro. Não é um fenômeno só brasileiro.
No mundo inteiro, as políticas identitárias, ainda mais quando levadas aos seus extremos, tiram votos da esquerda, dos partidos progressistas, de centro esquerda, etc. , e oferecem votos para partidos conservadores, para partidos de de todo o espectro da direita, nãoé? Desde a direita moderada até a direita mais radical.
Isso é um fenômeno que acontece na Europa, isso é um fenômeno nos Estados Unidos, is é um fenômeno na América Latina. Resultado, partidos de centro esquerda e de esquerda, partidos grandes, importantes, que querem ganhar eleições, abandonaram essa pauta. E é por isso que o governo não apoiará Erica Hilton durante a campanha e não se alinhará com as suas manifestações, especialmente as mais exageradas.
Eh, não é por acaso que o PT não orientou nada sobre esse debate. Preferiu o silêncio eh sobre isso paraa base do governo. Eh, quanto mais Érica Rutton falar, melhor para Flávio Bolsonaro.
E preferiu, eu vou dar para Flávia, mas preferiu o silêncio. E como eu abri aqui nossa discussão, né, métrio, nos bastidores, setores do PT e do governo estão eh super incomodados, preocupados, monitorando, temendo efeito eleitoral, porque são pragmáticos e acham que isso aí pode ser munição como tá sendo para a oposição. Fala, Flá.
Não, meu ponto é que e eu discordo em relação aqui um um supostamente identitado que eu refuto essa identitário que eu refuto essa e esse conceito eh quando ele se se eh abate somente em relação a mulheres negras, a pessoas trans, a as supostas minorias ou maiorias minorizadas, porque acho que em contrapartida, eh, a oposição a isso é também um identitarismo, avessa do homem branco, do xenófobo, do, enfim, tudo isso que a gente vê, por exemplo, no discurso do Trump. Então, eh, eu não acho que é uma coisa é que provoca a outra, né? Eh, a gente vive uma sociedade, sociedades muito tensionadas, muito polarizadas, em que esse esses, na minha, na minha opinião, a meu ver, não debates viram eh debates político-eleitorais e moedas político-eleitorais, porque não não é possível em 2026 a gente ainda ter esse tipo de discussão se Érica pode ou não ser eh presidente da comissão da mulher na Câmara dos dos Deputados eh e ser atacada por isso e ser atacada no nível de alguém dizer que não é mulher, sabe?
É, a gente tem tanta coisa importante para para debater, assim como o Trump dizer que um mexicano ou um venezuelano é traficante, é doente mental, é criminoso, é estuprador. Isso não, isso não poderia caber no debate. Por isso que eu falo que não é um debate sobre exclusão, eh, inclusão ou interdição.
E o que alguns grupos querem é interditar outros para não compartilhar os espaços de poder, que esse esses outros grupos minoritários estão dispostos, mangas arregaçadas para disputar. Alô, Otávio. Então, assim, eu tô mais fazendo minha análise mais na consequência eleitoral de votos disso do que do mérito da da das lutas.
Eh, o que eu entendo é que a esquerda não sabe capturar, vamos chamar pautas identitárias que realmente o cidadão olhe e diga assim: "Pô, isso tem a ver com a minha vida". Como por exemplo, há uma epidemia, há uma epidemia de violência contra mulheres. A direita não tá com essa bandeira e isso que seria uma a bandeira da esquerda, ela também não sabe pegar essa bandeira e dizer que tem uma proposta.
Talvez não tenha proposta mesmo. Então a direita pega essas alegorias dessa luta, se apropria, tira proveito e aí eventualmente também há setores de esquerda que ganham voto com esse embate, eles se retroalimentam. Agora a esquerda sai perdendo porque essas alegorias dessas lutas, que é o banheiro unissex, que é a linguagem neutra, etc, etc, é rejeitado por 90% da da população, o que não significa vai não, desculpa.
O governo sabe tanto disso que você tá falando, que foi que eu abri o debate, que o Lula fez uma vacina e vetou a história da linguagem neutra, que já sabia que ia vir todes na nas eleições. Eu ouvi isso dentro do governo, não vi isso na oposição. Então assim, eles fazem vacina porque, como você bem disse, o Lula também não concorda.
Uhum. Eu acho que se o Lula fosse perguntado sobre isso, ele não vai defender, como disse o Demétrio, no ano de eleição. Eu não sei se fora do ano de eleição, mas o ano de eleição ele não, eu acho, eu desconheço porque eu eu soube, eu não eu nunca vi posicionamento do presidente sobre esse caso, né, da deputada.
Eu não vi se tem, mas eu se eu tiver aqui eu eu atualizo. Não que eu saiba, mas dentro do governo esse debate está sendo tratado como uma armadilha que vai tirar votos se o governo entrar de metro ou manifestar algum tipo de aprovação, de apoio ao presidente na eleição. É esse o debate que eu tava fazendo aqui.
Fala. Eh, na minha opinião, esse debate está tão distorcido, eh, ideologicamente, eh, por anos e anos de políticas identitárias que levaram à direita a criar o seu próprio identitarismo, né? Eh, que o presidente da República, o PT, etc.
, Não falam nem aquilo que deveria ser óbvio. Qualquer deputado tem o mesmo direito, desde que seja eleito pelos seus pares, de ser presidente de qualquer comissão. Eh, o o governo poderia falar isso e se limitar a esse ponto que tem a ver com a democracia, não é?
Agora, eu tenho certeza que Erica Hilton não acha que qualquer deputado, inclusive homem, poderia ser presidente da comissão da mulher. Mas isso é outra questão. Eu também não acho que qualquer deputado, Demet, mas a gente tem que andar.
A militante Flávia tentou criar mimimi, mas a verdade precisa ser dita. E eu quero ouvir você, mulher que acompanha esse canal. Vocês estão confortáveis vendo seu espaço sendo tomado?
A mulher lutou décadas para conquistar esse espaço e agora está sendo perdido assim. Mulher, biologicamente mulher, que tem filhos, que trabalha, que cuida da casa, que luta todo dia. Esse espaço é de vocês.
Foi conquistado com sangue, suor e lágrimas. Quer ser trans? Seja, mas respeite o espaço da mulher.
Não pode simplesmente dizer: "Agora sou mulher" e tomar o que foi conquistado por gerações. A comissão das mulheres é para defender mulheres, mães, trabalhadoras, batalhadoras, não para ser ocupada por quem nasceu homem. A direita precisa se unir para defender a mulher de verdade.
Mulher é mulher, trans, é biologia. E você, mulher, está indignada com isso? Se sente desrespeitada?
Homem, você apoia as mulheres da sua família? comenta: "Olha, eu conto com você nessa defesa. Curte o vídeo, compartilha para acordar mais gente e se inscreve no Direitor Orando Brasil.