Olá, pessoal, tudo bem? Nesse videozinho, eu dividi ele em partes, eu dividi esse videozinho especificamente para falar ele sobre o intestino. Então, nós vamos falar sobre o intestino dos animais, né, que tem diferenças gritantes entre os animais, como você já devem ter visto, por causa da dieta desses animais, mas de uma forma básica eles têm as mesmas divisões. Então, vamos lá. Primeira coisa aqui que eu Preciso que vocês entendam, existem dois intestinos, o intestino delgado e o intestino grosso. O próprio nome indica a diferença, apesar de não ser 100% via de regra, o próprio nome
indica a diferença. O intestino delgado, como o próprio nome indica, ele costuma ser mais fino. E o intestino grosso, ele costuma ser mais largo. Mas gente, não vá por isso, porque dependendo da região pode ter uma exceção ou outra, mas geralmente o intestino delgado ele é Mais fino, o intestino grosso ele é mais é largo, literalmente falando. Quem surge primeiro? Quem sai do estômago é o intestino delgado. Isso não muda. Sempre saindo do estômago tem o intestino delgado. E depois do intestino delgado, quando acaba todo o intestino delgado, aí vem o intestino grosso. E é
o intestino grosso que vai finalizar lá no anos do animal. Então nós temos primeiro o intestino delgado e depois o intestino grosso. Cada um desses intestinos, eles Vão ser divididos em três partes básicas. pela sequência, o intestino delgado, a primeira parte do intestino delgado a gente chama de duodeno. Então, duodeno é a primeira parte do intestino delgado, que é que sai do estômago. Então, é o que quando sai ali do pilórico, começa o doeno. O doeno vocês vão ver que ele tem uma parte e tudo mais que a gente consegue reconhecer. E aí depois do
do odeno vem o que a gente chama de jejuno, Que é uma, podemos dizer em questão de comprimento, costuma ser a parte mais comprida de todo o intestino. E o jejuno, como ele é muito comprido, ele é fácil de reconhecer porque ele dá voltas, voltas e voltas. E além de ser muito comprido, como ele é muito comprido, ele tem que ser sustentado por uma cerosa, uma cerosa que a gente chama de mesério. O mesentério ele sustenta o jejuno e além do jejuno, né, ele pode Sustentar dependendo um pouquinho do hío. Mas então é fácil de
reconhecer o jejuno. Por quê? Porque o jejuno, ele é preso pelo mesério, por uma cerosa gigante que segura ele no abdômen. O do odeno não é preso pelo mesério. Depois do jejuno, vem uma parte bem pequenininha, uma parte bem menor do estômago, do intestino delgado, que a gente chama de que vocês vão ver por que a gente vai Diferenciar o ilho de outra parte. Willam é uma porçãozinha mais e podemos dizer a região mais final ali do intestino delgado, que é onde quando acaba o ilho começa o intestino grosso. Aí ele larga. Depois eu vou
falar um pouquinho mais sobre o ilho para vocês entenderem a diferença do il. Então começa o intestino grosso. A primeira parte do intestino grosso, que é a parte que realmente Ajuda vocês a reconhecerem o intestino grosso, porque ela é fácil de ser observada, é o seco. Por que que o seco é fácil de ser observado? Porque o seco é uma como se fosse uma sacola. Ele tem um fundo, ele é uma estrutura sacular. Como assim, professora? O alimento entra e sai pelo século. O se ele não continua do outro lado. O se ele só tem
uma região de entrada e saída. Então o seco ele é fácil de ser identificado porque é uma Saculação. Aí depois do seco vai vir então a parte que realmente continua do intestino e tudo mais, que é uma parte um pouco mais comprida, que a gente chama de colon. A gente vai reconhecer o colon e depois do colon, o colon ele está no abdômen. Por que que eu tô falando isso? que quando o colon atravessa ali e entra na pel, ele entra dentro do osso cochal, ele não é chamado mais de colon, ele Muda de nome
porque agora ele não está no abdômen, ele está na pele. O nome desta região do intestino que entra dentro da pelve é chamado de reto. Então colon e reto, gente, não vai ter uma diferença muito gritante. A diferença vai ser a localização. Colon tá no abdômen, o reto tá na pelv. E aí o reto vai passar, o reto é um tubo simples que passa pela pelve e acaba lá na região do esfíncter que tem lá na região mais periférica do animal, que é O anos. Então nós vamos entender sobre a anatomia desses órgãos. a gente
vai entender sobre a anatomia desse intestino. Então vamos entender aqui no animalzinho pra gente reconhecer isso melhor, para que vocês entendam melhor esse intestino. Então ó, peguei um cão, tô mostrando o intestino aqui do cão. Então, ó, primeira coisa, eu quero começar, quero achar o início do intestino. O que que vocês vão ter que Fazer? Vocês vão ter que achar o pilórico. Que que é osteopilórico mesmo, professora? Aquela transição entre estômago e intestino. Então, o ósteopilórico tá aqui. Então, o ósteopilórico tá aqui, ó. sai um tubo dopilórico, esse tubo em amarelo, que é a primeira
parte do intestino delgado, que é a que é o duodeno. Aqui o duodeno. Aí depois do duodeno, ó, vocês vão ver que ele vai começa a dar voltas, voltas, voltas, Voltas e voltas preso por uma cerosa. Olha, mesentério. Então, quem é esse intestino aqui, professora? Esse intestino é o jejuno. Olha o jejuno. Mesa interério ou acerosa. Jejuno é o intestino. Jejuna é o intestino preso pelo mesério. E aí lá tem essa porçãozinha amarelinha ali, ó, que é o finalzinho do intestino delgado. É finalzinho onde ainda tá fino, que aquela região ali é o Ilho. Então
o intestino delgado é tudo isso que a gente mostrou, ó. Primeiro vem o doeno, aí depois vem o jejuno e depois vem o hío. Aí na minha mãozinha ali, ó, é a transição entre o intestino delgado e intestino grosso. Intestino grosso é isso aqui, ó. Tudo em verde é intestino grosso. Aí o intestino grosso que me chama atenção é aquele saquinho ali, ó. é uma estrutura de fundinho ou as estruturas que entram por aqui vão sair Por aqui. Então, só aquele aquele verdinho mais forte ali, aquilo ali é o seco. Do século então começa esse
tubo que é o colon. Aí o colon vem da da região do século até aqui. Por que que eu sei que vai até aqui? Porque aqui entra no na pel. Se entra na pel isso não é mais colum, isso é reto. Então tudo isso aqui é intestino grosso que acaba no anos. Então nós temos todas essas regiões do intestino dos animais. Então Nós temos ela iniciando desde osteopilórico, começando pelo intestino delgado, a ilha em jejun e do adeno jejunho, perdão, do adeno jejúo. Aí depois do ilho começa o intestino grosso, então vem cco colon e
reto e o reto finaliza no anos. Então isso, gente, é uma divisão básica que eu preciso que vocês entendam que todos os animais têm. Então, só para vocês terem uma estimativa do comprimento disso, eu Gosto de trazer essa figurinha só para vocês entenderem mais ou menos o tamanho dessas estruturas que nós estamos falando. Então, isso aqui é um esqueminha, gente, uma estimativa de qual é o comprimento de todo esse intestino de acordo com as espécies e com a região que nós temos do intestino. Então, gente, isso é uma estimativa. Por quê? Porque ninguém nunca pegou
um animal vivo para medir especificamente o intestino no animal vivo, né? Isso é Totalmente contra eh essas questões genéticas. Então isso essa estimativa é no animal morto. Então isso já teve um relaxamento. Então né, isso aqui é uma estimativa de como é que acontece. Então por exemplo, no cão, só para vocês terem uma ideia, ó, o cão ele pode ter de 2 m a 5 m, 700, podendo chegar a 7 m de intestino no total. Mas olha, e no intestino eh delgado é a maior parte. A, o intestino delgado, ele pode chegar a quase 5
m, mas e o grosso? Ele é menor. Então, vocês entendam isso. O intestino delgado, ele é bem mais descomprido do que o intestino grosso. E aí, então vamos lá, vamos ver outras espécies aqui. Então, por exemplo, porco. O porco, o intestino delgado dele pode ser 16 a 21 m, sendo que o jejun e o ilho, ó, pode ser 20 m. O doeno mesmo é só 1 m. E é o intestino, o intestino eh grosso, ele pode chegar de 3,5 a 6 m. Então, geralmente o seco é pequeno e o cumon Ali com reto é maior.
E professora, qual animal ali que tem um intestino grosso maior? Geralmente os cavalos. Mas também os equinos, na verdade, os equíos, não, perdão, os fumirantes, na verdade são compridos, mas o equin ele é largo, bem mais largo do que os outros animais. Vocês vão ver. Então, o intestino eh grosso dos dos equíos, ele é muito largo, ele ocupa muito o abdômen do animal. Então, a gente vai por etapas ainda. Então, isso aqui é só uma Estimativa. Depois vocês pegam essa tabelinha aqui, dá uma uma visualizada só para vocês entenderem que olha o tanto de intestino.
Então, ó, um ruminante, ele pode chegar a 63 m de intestino. Então, olha o tanto de coisa que a gente tem lá dentro, tá? Então, vamos lá. Vamos para essas partes então pra gente reconhecer. Então, qual é a parte boa? Podemos dizer assim, a parte boa do intestino é que o intestino delgado é igual para todo mundo. Não Muda intestino delgado de acordo com a espécie. Todos os animais têm as mesmas estruturas do intestino delgado. Então quero apresentar para vocês as regiões do intestino delgado um pouco mais específica, principalmente o duodeno, porque o duodeno ele
vai se dividir em partes. Jejuno, ilho, não tem partes, mas o duodeno ele vai ter umas partes que eu preciso que vocês entendam. Então vão lembrar o duodeno, onde que o duodeno inicia. do odeno, ele Inicia logo depois do pilórico, quando acaba o estômago. Então, quando acaba o estômago, vem toda essa região em amarelo. Toda essa região em amarelo é o que a gente chama de duodeno. Só que aí o duodeno ele vai ter algumas partes. Vamos lá, vamos tentar entender então primeiro que parte que nós temos. Nesse animal, essa parte é pequena, mas depende
do animal, essa parte pode ser maior. Assim que sai o doeno do Estômago, assim que sai do piló, vem uma parte pequenininha doeno que geralmente vai mais como se fosse mais pra lateral do animal. Essa pequena parte do do odeno, que é a primeira partezinha, a gente chama de parte cranial do dodeno. Por que parte cranial do dodeno, o próprio nome indica a região do dodeno, que está na região mais cranial. Então, parte cranial do dodena é a parte que sai do pilórico e vai pra lateral. Na parte cranial do dodeno, eu Vou ter uma
curva. Vocês vão ver que quando a gente tiver curvas no intestino, eu vou chamar isso de flexuras. Então tem uma flexura aí no dodeno, uma flexura que tá na região cranial do dodeno. Então essa é a flexura cranial do dodeno. Então primeiro vem a parte cranial, a parte mais reta, depois vem uma curva, a flexura cranial do dodeno. E que que o duodeno faz? O duodeno ele Vai descer pra região próxima da pélvia. Então ele sai da região cranial e ele vai descer para próximo da pelv, ele vai lá pra região caudal do abdômen. Por
que que eu gosto de falar tanto descembrarem o nome disso, porque essa parte do duodeno que sai da flexura cranial e desce pro região da pelv, a gente vai chamar isso de duodeno descendente ou parte descendente do duodeno. Então ele vai descer a parte descendente do do odeno e aí ele vai ter uma outra curva. Como é que a gente chama curva mesmo, professora? Ó, uma flexura, uma flexura que não tá na região mais cranial. Essa flexura agora tá na região caudal. Então, olha a flexura caudal do doeno e o doeno então acaba subindo, voltando
para a região cranial do abdômen. Então do odeno, gente, ele meio que parece um u com uma porção inicial Aqui e depois ele parece um u. E aí essa parte do duodeno que sobe de volta para a região cranial, vem da região caudal para cranial, eu vou chamar esse duodeno de duodeno ascendente. Todos os animais têm essa porção do dodeno. Todos os animais, então, tem a parte cranial do dodeno, flexura cranial do do dodeno, duodeno, descendente ou parte descendente do dodeno, flexura caudal do dodeno e dodeno ascendente ou Parte ascendente do dodeno. E aqui ele
acaba. Ah, professora, mas como é que eu vou saber exatamente que ele acaba? Você pode achar uma prega, uma prega, na verdade, uma cerosa que liga-se doeno com parte do colon. Não vou entrar em mérito nessa cerosea, mas ela chamaria e eh prega doeno cólica. Então, acabou a prega, acabou o dodeno. Não vou entrar em méro nisso, não cobro isso de vocês, só para vocês entendem isso. Mas tem uma outra coisa Que fica mais fácil. Por quê? Porque quando acaba isso aqui começa a dar voltas. O intestino começa a dar voltas, voltas e voltas. Se
ele começa a dar voltas e voltas e voltas, ele é o jejuno. Porque o dodeno ele não dá voltas voltas, o dodeno só faz um. Aí quando ele acaba e su e ele começa assim a dar voltas e voltas e voltas, ele não é mais lodeo, ele é jejuno. E para ter certeza que é jejuno, você vai ver isso aqui, ó. Você vai ver essa cerosa, você Vai ver o mesério segurando o jejum. Para finalizarmos, então, o intestino delgado, o intestino delgado depois do jejuno. E jejúo é só jejuno, não tem mais nada. Jejuno, nós
temos o finalzinho do jejuno, que na verdade acaba o jejuno, e começa esta porção em amarelo. E essa porção em amarelo, ela é o ilho. Professora, mas como é que eu vou saber que é ilho? Como é que eu não vou Saber mais que é jejuno? Como é que eu vou saber que aquilo se transformou em ilho? Porque o jejuno ele tem o o ilho tem uma característica. Qual característica que o ío tem? O ilho é a porção final do intestino delgado que tem uma cerosa que vai se ligar ele com outra parte do intestino,
mas parte do intestino grosso. Professora, que parte do intestino grosso é aquela mesmo? Ó o seco ali. Então o seco tá ali. Se o seco tá ali, tem uma prega que conecta ilho com seco. Então se eu ouvir essa prega e isso vem do jejuno, isso só pode ser ilho. Porque o ilho ele não é preso por essa prega que se liga ao século. Ele não é presa por essa cerosa que se liga ao século. Mas o ilho é o ilho, ele é preso por essa prega, mas o jejuno não é. Professora, como é que
eu vou gerar essa cerosa aí? Essa película que une ilho com seco e a prega ilho Secal. Prega ilho secal que vai definir vocês acharem o ilho. Porque se tiver prega ilho secal e tiver vindo do jejuno, é ilho. Então tudo isso aqui em amarelo é ilho. Dependendo do ilho, gente. O ilho é bem pequeno, dependendo do animal. a prega for desse tamanho aqui, o ío vai ser desse tamanho aqui. Então, tem animais que o ilho é minúsculo, mas tem o nos animais. Como é que eu defino o pela pregacal? Foi por isso que eu
tô Dando tanta refor eh ênfase à preg, porque sem ela vocês não identificam ele. Então, gente, todos os animais têm essas estruturas no intestino delgado. Então, olha que interessante, a gente pediu o trajeto aí. Então, olha o trajeto do alimento intestino. Então, reforçando o intestino delgado, vamos lá de novo. Então, ó, começa no pilórico. No os pilórico, vem pela parte cranial do dodeno. Aí Vem flexura cranial do dodeno. Aí vem dodeno, descendente. Flexura caudal do dodeno e doeno ascendente. É, descendente tá descendo. acenderend e tá subindo. Aí depois vem jejuno. Ô, desculpa, não tô mostrando
a seta. Ai, gente, desculpa, eu achei que tava mostrando a seta. Aí vem o jejuno. O jejuno, acaba o mesentério, começa a prega, o olho secal, então começa o então todos os animais têm isso Aí. Então, vamos ver umas fotos para vocês entenderem. Deixa eu mostrar esse esqueminha aqui antes, depois vocês verem a realidade. Isso aqui tudo a gente já falou, gente. Só que respeito, ó. Então, isso aqui é um cão, um cãozinho lá pra gente identificar as coisas no intestino do cão. Então, esse essa figurinha ela tá bem didática. Por quê? Porque o estômago
tá ali, ó. O estômago tá ali. Então, saiu o intestino bem no estômago, mas não tá mostrando no Início do intestino. Então, não tá mostrando a parte cranial do dodeno e não tá mostrando a flexura cranial do dodeno, mas estaria ali na minha mão. Então, o dodeno ele desce, ó. Ó, o dodeno descendo. Então, olha o dodeno descendente aqui. O dodeno ele desce e aí olha a flexura caudal do duodeno e o doeno ascendente. Então, só para vocês identificarem o doeno que todos os animais elas fazem isso. Sai da região Cranial, desce, faz a curva
e sobe de volta, tá? Então, todos os animais têm ess isso aí. Então, se a gente fosse pegar uma necrópsia lá, um animal fresquinho, vocês iam conseguir ver isso, né? Vocês iam conseguir, ó, professora, cadê isso? Aqui, ó, o estômago do cão tá aqui. Então, olha, a parte cranial do odeno, que no cão é muito pequeno, dependendo do animal, a parte cranial do odeno é um pouco maior, mas o cão é muito pequeno a parte Cranial do dodeno. Aí vem a flexura cranial do dodeno. Aí, óleo do odeno descendente, flexura caudal do dodeno e do
odeno ascendente. Então, todos os animais são assim, não muda. Todo mundo tem essas partes aí. Ah, estava esquecendo pra gente finalizar o intestino delgado. Que que tem mais aí? Desculpa, gente. O intestino delgado tem mais uma coisa que eu preciso que vocês entendam. O quê? Lá próximo da flexura cranial do dodeno, na mucosa do intestino, vão ter aberturas. Vão ter duas aberturas lá. Vão ter dois buraquinhos, um buraquinho que é um pouco maior e um buraquinho que é um pouco menor. Por que, professora, que vão ter buraquinhos lá na região do duodeno, lá próximo da
flexura cranial do duodeno, porque esses buraquinhos vão sair substâncias para ajudarem na na digestão, não, né, na quebra ali do do conteúdo que está no intestino. O que Que sai por ali, professora? Sai por ali duas coisas. ou saem as enzimas pancreáticas. Então o pâncreas ele se iriga liberando as suas enzimas para quebra ali de estruturas no no bolo alimentar ali. Então as enzimas pancreáticas vão sair pelo duodeno. E além das enzimas pancreáticas, vocês já devem ter ouvido falar, por exemplo, que o fígado produz bile. A bilo fígado, ela vai sair pelo duodeno. Então, essas
duas substâncias que o coco Produz para adiar lá com o alimento e tudo mais, a bil e as enzimas pancreáticas, bil produzida pelo fígado e enzimas pancreáticas produzidas pelo pâncreas, elas se abrem nessa região no início do adeno, tá? Então, eh, essas duas aberturas que nós podemos ver, a gente chama de papilas doenais. Papilas do Oddenais são duas. Existe a papila do odenal maior e existe a papila do odenal menor. Por que, professora, que uma maior e outra menor? Por que que não era uma pancreática e outra hepática? Por quê? Porque na papila do adenal
maior saem duas coisas. Na papila do adenal maior, que é essa abertura maior aqui, ó, sai enzimas pancreáticas e sai bil. Sai duas coisas pela aquela mesma abertura. Mas na enzima pancreática menor, aí só sai eh as estruturas produzidas pelo pâncreas. Então existe as papilas odenaides maiores e menores, que são essas aberturas tanto do fígado como do Pâncreas na região de nós temos do intestino, tá? Então isso aqui, ó, mostrando para vocês um esqueminha no caso aqui de humano, ó, da papila do adenal maior. Opa, pera que eu tenho levantar, né? Pera aí, deixa eu
levantar o slide aqui. AC, acho que tem um gifzinho. Mostra o gifzinho. Ah, parei, aumentei aqui para o giifzinho. Então, ó, sai a bil por essa papila do adenal maior e sai as enzimas pancreáticas por essa papila do adenal maior. Então, né, Vocês vão ver aqui quando sair do kifinho aí, ó. Ah, mostrando para vocês que essas estruturas elas saem por essas papilas que são aberturas que se caem caem ali na região do dodeno, próximo ali a flexura cranial do dodeiro, tá? Dependendo do animal, pode ser o iniciozinho do dodo, descendente. Isso depende um pouquinho
do animal, mas não vou entrar num tanto mérito assim, ok? Então, já falamos disso aqui, já falamos Eh do jejuno, já falamos do hírio, já falamos da pregue, isso aqui nós já falamos. Então, com isso, estamos na transição, na transição do intestino delgado para o intestino grosso. Então, existe um ósto, existe uma abertura que vai conectar intestino delgado especificamente vai conectar o o hí com parte do intestino delgado. Essa abertura entre o hílio e o intestino grosso, perdão, eu acho que eu Falei errado, né? Essa abertura entre o ilho e o intestino grosso, ó, junto
o ilho com o intestino grosso, essa abertura, como é do ilho, eu vou chamar essa abertura de ósseo ile? Cadê o ósseo ilal aqui, professora? Então, eu consigo ver aqui o ilertura aqui, ó, do ilho para o intestino grosso, eu vou chamar de ósseo ile mas, professora, onde abre? Umnge que o ile se abre. Ele abre no século, ele abre no colon, ele abre Entre os dois. Depende da espécie. Nos equinos, oo ileal se abre direto no século, equina direto no século. Nos carnívoros, o ileal abre no início do colo e nos suminantes e nos
suínos da transição entre seco e colo. Então existe essa diferença de região do óso ile ooal nos equinos se abre no século, nos suminantes no insuínos nos entre o Século e colon e nos carnívoros no início do colo. Mas gente, eh por que que contar uma uma um asterisco aí no carnívoro? Porque tem livro que fala que o carnívoro é é muito próximo. O carnívoro ele abre muito próximo entre o sec e colon. Então, como é muito próximo entre seco e colo, tem alguns livros que falam que os carnívoros ele se abrem entre o seco
e colo, mas geralmente os livros falam que os carnívoros eles abrem no início do Colo, não já é mais século. Então é só uma característica, uma diferenciação que a gente tem entre esses animais, tá? Então por isso que vocês podem ouvir falar, não cobro isso, tá? Já cobrei, mas não cobro mais. Por isso que vocês podem ouvir falar, por exemplo, que o equino ele não tem o leal, ele tem o ilho secal. Por quê? que ele abse direto no cola. Os carnívoros vocês podem falar como óo ilha cólico e no caso dos fuminantes e dos
Suínos vocês podem ouvir falar como ólio cicocólico. Gente, tudo é ósteile, tudo é a mesma coisa, o ósteo. Então vamos cobrar ósteo leal, tá tudo certo. Só preciso que vocês entendam que dependendo do animal pode se abrir uma região diferente um pouco da outra. Então, óoal é a transição entre o ilho e intestino grosso. Então, beleza, com isso saímos então do ilho, passamos pelo óseo ile chegamos no intestino Grosso. E aí, qual é o problema do intestino grosso? Problema do intestino grosso é isso aqui. O problema do intestino grosso é a diferença entre as espécies.
Por que, professora, que é tão diferente assim? Porque eh muda bastante essa questão da alimentação dos animais. Dependendo do animal, o intestino grosso dele, ele ajuda a fermentar e a quebra do alimento. Mas dependendo do animal, Ele só precisa de um intestino bem comprido mesmo para absorver estruturas. Dependendo do animal, mas é cheiro mais simples. Mas todos eles, independente de qual seja o animal, tem seco, tem colo e tem reto. Isso não muda. Mas o que muda são as subdivisões de alguns. Então, o mais simples de todos, o mais bonitinho, aquele mais fácil, mais didático
que eu ensino para vocês, geralmente são os canívoros. Então, vou mostrar primeiro os carnívoros. Vou Mostrar para vocês os carnívoros que tem o intestino mais grosso, mais fácil de todos. Ó aqui o carro. Depois eu vou mostrar para vocês o intestino do suíno e do ruminante, porque são intestinos um pouco diferenciados, mas não são tão gritantes, diferentes do cão. Mas o equino é o trauma de vocês, porque o equino intestino grosso dele muda muito, muda muito mesmo. E eu preciso que vocês entendam, porque quem for mexer com Clínica de equinos precisa saber isso, de cor
sortear, de cabeça para baixo virado. Então, por quê? Porque não dá muito problema nesse intestino grosso dele. Então, eu vou ter que entrar em mérito nisso, tá? Se a gente conseguir falar isso na prática, eu cobro. Se não conseguir, a gente vê que que a gente faz, tá? Mas eu preciso mostrar para vocês isso aí. Então, vou começar pelo básico. Eu vou começar pelos Canívoros, vou começar a mostrar para vocês o est o perdão, desculpa, o intestino mais simples de todos. Mas para mostrar o intestino mais simples de todos, eu preciso que vocês lembram o
que que é o seco, porque é o seco que vai começar o intestino grosso. O seco é aquele fundinho que o animal tem no intestino. E esse fundinho que é uma estrutura que entra e sai pelo mesmo buraco, é o seco. Vocês já devem ter ouvido falar, Como é que em humano, vocês já devem ter ouvido falar de apêndicino já? Apendicite. Que que acontece? de humano, o seco dele praticamente regrediu, sumiu e ficou só um fiozinho. Esse fiozinho é que a gente chama de apêndice. Animal não tem apêndice. Por que que animal não tem apênice?
Porque o sco é evoluído. Então não venho com apêndice em cão. Cão não tem apendicite porque ele não tem o apêndice, mas ele tem um seco, ele tem uma estrutura desenvolvida que era o Seco na gente, né? Então muito cuidado com isso aí. Então o seco, gente, é uma estrutura de fundo de saco cego, que dependendo do animal é bem fácil de reconhecer. Nos carnívoros mesmo é bem fácil de reconhecer, porque ele parece um rabinho de porco, ele parece uma estrutura bem enroladinha assim, que tem um fundinho. O seco ele sempre vai se conectar ao
colon. Isso não muda de espécie para espéco. O seco sempre vai Ter uma abertura pro colon. Então essa abertura entre seco e colon, eu chamo essa abertura de ósteo secocólico. Então o ósteo secocólico é abertura entre o seco e o colo. E outra coisa, onde o seco fica? Cco sempre fica na região caudal do abdômen. Então, a gente sempre tá na região caudal do abdômen. Não tá na pele, mas tá na região caudal do abdômen. Dependendo do animal do lado direito e dependendo do animal pro lado Esquerdo. A maior parte dos animais tem o seco
do lado direito. Então, a maior parte dos animais do seco fica na região caudal e direita do abdômen. Mas os suínos não, os suínos o seco deles foi pro lado esquerdo. Então nos suínos, se você quiser achar o seco do suinho, você vai ter que ir pro lado esquerdo, esquerdo e caudal do abdômen. Então lembre-se dessa posição. Se sempre fica na região caudal. Vocês Vão ver que o coequío tem uma diferenciação aí, mas de uma forma geral o seco sempre fica na região caudal, que no caso dos carnívoros suminantes equinos do lado direito e nos
suinos do lado esquerdo. Beleza? Então vamos reconhecer o século. E aí o que que eu falei para vocês? Que o equino tem uma diferenciação. E não só o equino, o suíno também pode ter essa diferenciação. Por quê? Porque se a gente for pegar o seco, ó, de um cão e o seco de um ruminante, ele é um seco que ele não é enrugado, ele é um século literalmente mais liso. Apesar que o o carnívoro ele meio que espiralou, ele é meio liso, mas não. Os séculos dos suínos e os séculos dos equinos tá um pouco
diferente. Tá vendo que ele parece que tá enrugado e literalmente parece isso. Ele parece que ele tem saculações, não parece. Ele Tem saculações. Então, outra coisa que ajuda vocês a diferenciarem o século ver essas saculações, essas elevações na eh na parede, podemos dizer assim, no século. Essas saculações, essas elevações do século, elas têm um nome, elas são chamadas de austros. Era isso que tinha aparecido aqui, ó. Austros. Austros são todas esses saquinhos aqui, ó, presentes no seco e parte do Colo dos suínos e dos equinos. Então, eu vejo os austros, que que são austros? saculações
no século do suíno e no século do equíno. Além do século, parte do colum do suíno e parte do colum do equíno, né? Então existem esses austros que é fácil da gente ver. Mas professora, por que que existe esses áustros? Pensa comigo, como se fosse a sua blusa. Sua blusa desfiou. Pegou um um fiozinho da sua blusa e desfiou. Quando você puxa aquele fio, a blusa não fica toda lá, como é que eles falam? Esqueci, engrenhada, esqueci a palavrinha, né? Que ela não fica toda enrugadona. Isso é o que aconteceu com sacro com colo. Por
quê? Porque esse fiozinho que eu tô explicando para vocês é a musculatura lisa do intestino. A musculatura lisa do intestino, do suíno e do equíino na região do seco e do colon, ela juntou, ela juntou toda a musculatura e formou Essas faixas de músculo liso. Como eu juntei toda a musculatura de músculo liso, o século e o colon enrugou. Então o século e o colon ficaram com esses austros. Então, austros são essas elevações, essas saculações. Mas, professora, como é que eu vou chamar essas faixas de músculo liso? Essa faixa de músculos lisos é que a
gente chama de tênas, as tênas do animal, certo? Então, austros são as Elevações e tênas são as faixas de músculo liso, OK? Então, eh, quem tem austros e tênneas são suínos e equínos no século e em parte do colo. Então, isso é uma coisa que dá para você diferenciar na anatomia, por exemplo, diferenciar os suminantes e os carnívoros. Suminantes os carnívoros não tem isto. Ominantes carnívoros não tem ástros e não tem tênis. Mas uma outra diferença é o quê? O equino, o seco dele é Gigantesco, que é o que eu tô mostrando para vocês aqui.
Esse seco do equino, gente, ele tem, ele é muito comprido. Ele sai da região caudal do abdômen, como eu tinha falado para vocês, e ele vai lá pra região do externo, ele praticamente toca o diafragma. Então o seco do Equin, ele é gigantesco. Ele é tão gigantesco que a gente vai dividir ele em três partes. A gente vai dividir essa ponta, Que é o ápice. Além do ápice, nós temos essa região que é o corpo. E nós temos a base. É a base do seco que recebe o ilho e que sai o colon. é na
base do seco que recebe que entram e saem as estruturas. Então o seco do equino ele é fácil ser diferenciado porque ele tem essa ponta, essa ponta que a gente chama de ápse. Professora, me me explica melhor essa figura. Que figura é essa? Peguei um Equino, coloquei o abdômen dele voltado para cima, se fosse para cima da mesa, e abri a região ventral do abdômen. Então, abri toda a região ventral do abdômen, veja a região do externo ali, ó, o processo tifoide, a cartilagem tifoide, não sei se vocês aprenderam, diafragma vai est para lá. E
aí, ó, a base do século, ela fica lá na região mais caudal do animal e aí vem o corpo e o ápice vem pra região cranial. Então o ápice ele sempre fica na região cranial. Mas professora, em que altura mais ou menos? Vamos lembrar primeiro que eu tinha falado para vocês o quê? Que o seco do equino ele sempre começa na região direita do animal. Então, professor, eu quero achar a base do século do equino. Para onde eu vou? A base do século do equino vocês sempre vão pra região caudal. direita e dorsal. Então, põe
a mão como se fosse próximo Ali do seu bumbum, na região mais dorsal ali do seu abdômen, na região do lado direito. Nessa região é onde ficaria a base do século do equino. A base do século do equino fica nessa região. Aí, saindo da base do século do equino vem o corpo e o ápice, ele vai pra região cranial e ventral do abdômen. Então, olha o tamanho de todo este século do equino. Então isso aqui fica na região mais caudal, direita e dorsal. Isso aqui fica Na região próximo do externo do animal, na região ventral.
Então, deu para vocês terem uma noção que isso aí tem metros de comprimento, né, que é uma estrutura bem grande. Então, gente, só isso só acontece no equino. Por que que isso só acontece no equino? Porque só o equino que aumentou o seu intestino por causa da sua alimentação, porque o estômago dele é simples. O estômago dele, simples que eu falo em em em questão de tamanho, Essas coisas assim, na verdade ele não é simples, né? composto, por isso que eu tô falando isso. Eh, mas o estômago do equino ele não é muito grande, mas
em compensação o intestino grosso do equino é gigantesco. Então, por isso o intestino do equino é tão grande e por isso que o que o cavalo ele tem tantos problemas no intestino. Qualquer dor que o animal sem sinta, né, na região gastrointestinal, a gente fala que ele tá com cólica. Então, por isso que o Animal tem tanta cólica, assim, podemos dizer. Então isso aqui é para vocês identificarem, certo? Então seco é isso. Então se eu for pegar seco de cão, não tem astros, não tem tênos, parece um rabinho de porco. Se eu for pegar o
seco de um ruminante, é um saquinho lisinho, tem nada demais. Se eu for pegar o seco de um suino, ele tem os austros, ele tem as tênas, mas é uma coisa mais reta. E se eu for pegar o seco do equío, é Aquele seco gigantesco que a gente viu com a base, com corpo e come. OK? Com isso, saímos do século e vamos pro colum. Então vamos lá. Vamos pro colon. Então o colon, gente, ele parece muito o doeno. Por quê? Porque o colon tem esse formato de U e o colon ele eh na maioria,
na maior parte dos animais ele é bem simples. Então o colon ele sempre começa após o século lá no seco cólico. E aí o colum Ele vai ter três porções. A primeira parte do colum e aí a gente tem que lembrar que o século sempre fica na região caudal, né? A base do século nos ecunos fica na região caudal ou dependente do animal sempre fica na região caudal. Então o colon ele sempre vem da região caudal para a região cranial. Opa, tô apontando ali, não tá aparecendo. Então o seco sempre fica, né, o colon sempre
vem da região caudal para Cranial. Aí lá na região cranial o colon ele meio que atravessa o abdômen, porque dependo, né? Mas aí ele atravessa o abdômen e aí o cumon ele desce o abdômen. Então o colon ele sem ele vai ter três partes independente da espécie. Então o colon tem a primeira parte que é o colon que sobe. Opa, já tô dando a dica como é que isso chama. Então, se ele sobe, olha o colon ascendente aqui. Aí o c ele atravessa, olha o c Transverso. E o cum ele desce direto pra região da
péve. Então, olha o colon descendente. Então, o colon sempre tem essas três partes, independente da espécie. Ele tem o colon ascendente, colon transverso, colon descendente. E aí ele entra na pele. Se ele entra na pel, ele não é mais colon, ele é hat. E aí o head é um tubo só que chega e finaliza no anos. Então, independente da espécie, o colon sempre tem essas três espaços. Colam ascendente, colam transverso, colam descendente. Então, ascendente ele sobe, transverso ele travessa e descendente ele desce. Então, todos os animais são assim. Cão é exatamente isso. É a figura.
Figura é um cão, assim como gato. Carnívoros são exatamente assim. Mas, professor, e os outros? Os outros mudaram o colon ascendente, o que sobe. Eles mudaram alguma coisa. Eles Resolveram dar voltas do colo ascendente. Para quê? Ou para aumentar a quantidade do intestino ou para fazer aquela fermentação, aquilo tudo lá que o cavalo adora. Então, colon ascendente muda de acordo com as espécies. Transverso. Nossa, tô falando ascendente. É, tá certo? Ascendente isso. Mas o transverso e o descendente não muda. Isso já foi, já acabou. Não Tem mais nada de novidade. Então, a o restante do
vídeo que a gente vai falar sobre o colon ascendente, o que sobe, porque ele vai mudar. Então, vamos ver algumas coisinhas aqui para vocês entenderem isso aí. Então, olhem esta figura. Professora, que figura é essa? Pelo amor de Deus, essa figura, só de olhar vocês devem saber a espécie. Por que, professora, que eu vou saber espécie? Porque a gente, primeiro que chama atenção é isso aqui, ó. uma estrutura de fundo de saco cego no intestino que tem um fundo que não vai lugar nenhum, um fundo que é liso, que é reto, sem elevações, sem eh
sem musculatura lisa, uma coisa só. Opa, que que é isso? Vamos ver se vocês pegaram. Isso aí é o seco porque é uma estrutura de fundo de um ruminante. Por que que ruminante? Porque É lisão, retão, não tem mais nada. Então, só de olhar o seco, eu já falo para vocês é o culminante. Mas, professora, que mais? Que que é o nove aqui, ó? O nove, vamos tentar entender, ó. O nove, deixa eu aumentar aqui, pera aí. O nove, ele tava vindo lá do jejuno. Ó o jejumo lá, ó. Ó o jejuno. Pera aí, cadê
meu mouse? Ó o jejuno. Então, acabou o jejuno aqui, porque acabou aquelas curvas presas pelo mesério, ó. Acabou o jejuno aqui, Começou um tubo preso pela prega ilho secal. Então, olha o nove aqui. Olha o ilho. Então, olha o ilegal aqui. Então, no caso do ruminante, não sei se vocês lembram, o ileal ele fica entre o sec e o colon. Então o colon está ali. Deixa eu opa, deixa eu subir aqui meu negocinho. Eh, e aí o que que acontece? Que que eu quero que vocês percebam? Que o cumon que sai do século não é
o colon ascendente. O colon ascendente saiu do Século e ele resolveu sair do seco e fazer curvas. Ele resolveu fazer o que a gente chama de giros. Ele faz giros. Ele sai da região do seco e faz um giro ao sentido ao centro. Aí tem uma curvinha aqui, uma flexura, e ele desfaz esses giros. Então, o que é interessante que vocês entendam nos suminantes, que os suminantes na região do colon ascendente tem giros. giros, que geralmente eu ensino para Vocês chamados de giros centrípetos e centrífagos. Não vou entrar nesse mérito, mas são giros que saem
do seco em direção ao centro. Lá no centro elas fazem uma flexura. Essa flexura é interessante que vocês saibam, uma flexura central, porque tá bem no centro de todos aqueles giros e ele desfaz os giros. Então, uma coisa que muda em ruminante é isso. Mas não é só ruminante que tem esses giros. Quem mais que tem esses Giros, professora? O suíno. O suíno também muda os giros. Eles faz os giros. Mas professora, por que que não pode ser um suino, a figura? Quem lembra por que não pode ser um suino, a figura? Já que ele
também faz esses giros no colon ascendente? Porque o suino ele vai ter aquelas saculações e ele vai ter as faixas de músculo liso. Então isso aqui tá muito lisinho, não é um suino. Vou mostrar um suíno daqui a pouco para vocês. O suíno Ele tem os austros e as tênas. Ele tem os que são saculações e as tênias. Então a única diferença do intestino, no caso dos suminantes e dos suínos é que os suínos têm ácidos e tênis. Os suminantes não têm, porque os suínos também t giros. Os também t um século um pouquinho maior,
mas não muda mais nada. Na verdade, tem uma estrutura que muda, mas eu não vou entrar em mérito para vocês, tá? Porque tá vendo essa Curvinha aqui? Essa curvinha no colon descendente, essa curvinha no colon descendente, alguns autores dão um nome para ela. Essa curvinha é chamada de flexura sigmoide. Flexura, essa esse colon sigmoide, flexura sigmoide. Isso é só irruminante, tá? Não vou entrar nesse mérito com vocês, não, dessa flexura. Mas é uma diferença que vocês poderiam me falar também, porque o suino não tem suino é o colon descendente dele mais Reto. Então, lembra da
flexura central, isso aqui que eu não sei se vocês lembram. E lembra que o que faz, o que acontece com os suminées do suíno são geros. Então, vamos ver um suíno para vocês verem. Ó a diferença do suío, suío, esqueminha, para vocês entenderem, né? Então, ó, o ilho tá aqui. Então, o ilal tá aqui. Aí o seco para cá e depois o colon com seus giros. Olhar os coluns com giros. Aí faz a flexura central e desfaz os giros. Então, por que que eu Sei que é um suíno? Porque ele tem os austros, eles têm
essas elevações, eles têm as faixas de músculo liso, eles têm as tênas. Isso não acontece em ruminante. Ruminante não tem álster e não tem tênis. Com isso, última coisa que eu preciso falar para vocês são os equínos, porque os equinos tem uma diferença. Então, os equinos eles são diferentes. Por quê? Porque os equinos resolveram dar uma volta maior com colon Ascendente. Então vamos tentar entender essa figura aqui, já que isso aqui é um um equino. Vamos tentar entender. Então, ó, primeira coisa que me chama a atenção é isso aqui. Opa, deixa eu p o mouse
e isso aqui. Porque tudo isso aqui é o que a gente chama de seco. Por que que eu sei que é o seco, professora? Porque é uma estrutura com uma ponta, uma ponta que não vai pro lugar nenhum. E aí, lembra que o seco do equin ele tem três partes. Ele tem o ápice, ele tem o corpo e ele tem a base. Base que é onde recebe o ilho e base que é onde sai o colon. Aí professora, isso aqui tudo é colon. Isso tudo aqui é colon ascendente. Olha lá o colon ascendente. Tudo isso
marrom é o colon ascendente. Aí o colon ascendente depois vem, ó, colon transverso. E depois o colon transverso, esse aqui dando voltas, indo lá pro pro pra pel, é o colon descendente. Aí vem o reto e vem a O. Então para finalizarmos, o que que a gente precisa entender? esse intestino, esse con ascendente do equino. Professora, por que que eu preciso entender esse colon ascendente do equino? Porque o equino, como eu disse para vocês, ele tem muita cólica. E quando o animal ele tem cólica, é muito comum acontecer o quê? Alguma movimentação nesse intestino. Se
esse intestino ele se movimenta, eu tenho que saber a anatomia normal para saber se Aquilo está alterado. Por quê? Porque nas cirurgias de cólica que vocês vão fazer lá para fazer e, né, fazer com que o animal se recupere, nas cirurgias de cólica, geralmente vocês abrem o intestino para tirar o que tá fazendo mal pro animal lá dentro. Mas além de tirar o que tá fazendo mal pro animal, vocês tm que posicionar o intestino na posição correta. E para posicionar o intestino na posição correta, você precisa entender como é que fica esse Intestino. Como eu
não sei quem vai mexer com o intestino de equino, eu preciso mostrar isso para vocês. Então preciso mostrar para vocês quem são essas porções, quem são essas partes do intestino dequino. Porque se você for mexer uma cirurgia lá com cólica do animal, você saiba posicionar esse intestino no final. Você sabe identificar onde fica o quê. Mas professora, como é que eu vou identificar? Vocês sempre vão Identificar lembrando onde se inicia o século, porque o século sempre inicia aqui na região da base. E aí vocês precisam lembrar onde fica a base. Então, gente, eu vou levantar
um pouquinho aqui agora porque eu gosto de mostrar isso para vocês para ver se vocês entendem melhor essa posição, né? É como se fosse com a minha posição aqui para vocês entenderem. Então, o que que eu tô falando? A base do século sempre fica Aqui, ó. A base do século sempre é caudal, sempre é do lado direito e dorsal, porque lembra que a base é aqui porque o ápice do seco ele vai parar aqui na região do externo. Então tudo isso aqui é seco no equínio. Ó o tamanho do seco do equíno. Mas e o
colon, professor? O colon ascendente, o colon ascendente sai da base do século. Então o colon ascendente sai daqui. Aí o colo Ascendente, gente, pensa no animal de quatro, né? né? Não vou ficar de quatro aqui porque não dá. Então pensa no animal. A base do século tá aqui. Aí o colon as acidente vai sair, o colon vem pra região ventral. Aí o colon vem pra região ventral. Aí ele vem, dá a volta no diafragma e volta pra região caudal. Então ó o que que o colon ascendente fez. Ele saiu daqui, deu a volta no diafragma
e voltou pra região Caudal. Mas ainda não acaba o colon ascendidente, porque o colocente ele faz uma curva na pelve e ele volta sobre a região dorsal. Aí ele volta sobre a região dorsal, sobe o abdômen, faz a curva no diafragma e volta pro lado direito. Então, se vocês estão entendendo, gente, ele faz como se fosse dois us. Ele sai daqui, faz um u. Aí ele dobra por cima dele e faz Outro u. Então tudo isso é colum ascendente. Olha lá, o primeiro U tá aqui e o segundo U tá aqui. Então eu preciso que
vocês entendam quem é isso, quem são essas regiões do colon ascendente. Então eu quero mostrar isso para vocês, para que vocês entendam, né? Para que a gente possa ver isso lá na anatomia. Se tiver peça do laboratório, ótimo, né? E claro, se der tempo da gente falar isso, eu Mostro isso para vocês direitinho, mas a gente vai tentar visualizar o máximo isso aí, porque quem for mexer com equino precisa posicionar todas as estruturas quando o animal tiver lá na mesa da cirurgia. E por isso que eu falo que quem precisa, quem for mexer com equino
precisa saber isso de cor, sorteado, de cabeça para baixo e virado. Por que que eu falo isso? Porque lá na mesa cirúrgica é assim que o animal vai Estar. O animal vai est com o intestino lá todo eh, como posso dizer, eh, na posição errada e ainda com abdômen por cima, tá? Então, vamos lá, vamos treinar isso aqui, então, pra gente entender isso um pouquinho melhor. Ah, isso aqui eu não vou entrar em mérito nisso não, gente. Então, bora lá. Então vamos entender primeiro quem é este esse primeiro U. O que sai da base do
século, vem pra região ventral, aí vai lá próximo do externo e volta pra região Caudal. Então gente, ó, repetindo, ele sai daqui, aí ele sobe pela região ventral do abdômen do animal e ele vem para cá. Então, toda essa região aqui, se vocês perceberem, todo esse U que a gente fez, ele tá na região ventral do animal. Então, todo este colon que fica na região ventral, a parte do colon ascendente que fica na região ventral, a gente vai chamar de colon ventral. Então, colon ventral é todo esse uzinho Aí, ó. Por lá na região da
pelva ele dobra. Lá na região da pelva ele dobra e aí ele volta pela região dorsal. Então, todo este U é o colon dorsal. Então, repetindo, aqui é o c ventral e aqui é o c dorsal. Beleza? Os dois fazem parte do colon ascendente. A gente não tá saindo ascendente. Tudo isso tá no ascendente. Aí vamos lá. Vamos tentar Entender um pouquinho, então. Mas o cumon ventral, ele tá com a parte do lado direito, ele tá com a parte do lado esquerdo. Então a gente vai dividir. Professora, como assim? A primeira parte do colon ascendente
que sai da base do século e vem pra região ventral, ele não está no lado direito, porque a gente não viu que a base do século ela não começa pelo lado direito. Então, olha o colon dorsal direito aqui. Dorsal não, perdão. Ah, desculpa. Olha o cum ventral direito aqui. Aí o cumon ventral direito faz uma curva próximo do externo e volta como colon ventral esquerdo. Por isso que eu falo que vocês precisam posicionar a base do século, porque se vocês entenderem que a base do século tá do lado direito, vocês entendam que a primeira parte
do con vai ser o cum ventral direito, que aí ela faz uma curva e volta com o con ventral Esquerdo, que faz uma curva e volta como colon dorsal esquerdo, que faz uma curva e volta Volta como colon ventral direito. Ventral não, perdão, dorsal direito. Ai, gente, eu tô precisando dormir. Vamos lá, vamos recapitular mais uma vez. Então, vamos repetir isso aqui, ó. Começo com colon ventral direito. Começo saindo lá da região caudal do animal, vindo pra região Ventral do lado direito. Então, olha o colon ventral direito. Faço uma curva próximo do externo. Aí eu
volto como colon ventral esquerdo. Faço uma curva lá na pelve. Volto como colon dorsal esquerdo e faço uma curva próximo do diafragma e volto como colon dorsal direito. Então o colon ascendente ele tem quatro partes no equíno. Então por isso que eu fico girando na câmera para vocês pegarem a Posição, para vocês lembrarem da posição. Então, ó, repetindo mais uma vez aqui, deixa eu aumentar aqui minha cadeira, tá? Eh, vamos lá, deixa eu aumentar aqui para vocês verem direitinho aqui, ó. Então, ó, base do século tá aqui, região caudal, direita, eh, e dorsal do animal.
Aí o colon sai, o colon sai com a primeira parte do colon na região ventral. Então vem o cum ventral direito. Cólon Ventral direito faz uma curva próximo do externo e aí ele volta como colon ventral esquerdo. Isso tô pensando para não falar errado, né? Então, col ventral esquiro. Aí ele desce e faz uma curva na pele. Aí ele volta como colon dorsal esqu. Aí ele faz uma curva próximo do diafragma e aí ele volta do outro lado como colon dorsal direito. Então, lembra, colon ventral direito, colon ventral esquerdo, colon Dorsal esquerdo, colon dorsal direito.
Essas são as sequências do alimento lá na região do colon ascendente do equin. Para finalizarmos, perceberam que a gente fez três curvas? Perceberam que a gente fez três flexuras? Então, essas flexuras elas são importantes para quem vai mexer com equino para posicionar bem, para fazer a curva. Então, eu já dei o nome das flexuras. Não sei se vocês perceberam que eu ficava dando dicas, porque são três flexuras. São três curvas. Professora, cadê essas curvas mesmo? Me lembra? Então, vamos lá, ó. Sai da base do século. Aí vem a primeira parte do colon. Primeira parte do
colo não é o c ventral direito. Aí ele faz uma flexura aqui, ó. Uma flexura que eu falei várias vezes, tá? próximo do externo, porque realmente passa pelo externo, passa ali bem Grudado no externo. Então essa flexura, a gente costuma chamar ela de flexura external. A flexura external fica entre o colo ventral direito e entre o colo ventral esquerdo. Olha a flexura external aqui. Aí beleza, vamos lá. Vamos trajeto aí vem pro colon ventral esquerdo. Colon ventral esquerdo vai fazer uma curva, uma curva lá na pelve. Então, olha a flexura pélvica. E aí ela sobe,
o cão sobe como cão dorsal esquerdo. Então a flexura pélvica fica entre o colon ventral esquerdo e o colon dorsal esquerdo. A flexura pélvica tá aqui. Aí ele sobe de volta, colum dorsal esquerdo vai subir. E aí não sei se vocês atentaram que eu falei que essa curva fica próxima da região do diafragma. Por quê? Porque essa curva eu vou chamar de flexura diafragmática que vai Finalizar como colon dorsal direito. Professora do céu, preciso saber isso? Se você quer mexer com Requeino, com certeza. Opa, pera aí que eu tô tentando diminuir minha câmera, mas tô
diminuindo foi o slide. Então gente, não sei quem vai me queen, não sei quem vai, então preciso todos saibam, tá? Vamos ver se isso vai dar tempo de dar na prática. Provavelmente vai dar tempo. Se tiver tempo de dar na Prática, a gente vai cobrar isso normalmente, tá? Mas eu preciso mostrar isso. Eu preciso mostrar isso porque eu não sei quem vai mexer comino. E eu preciso que vocês entendam toda essa sequência de estruturas. Por quê? Olha o trajeto legal de se pedir. Deu para visualizar que por todo o trajeto teve diferenças entre as espécies
e foi um trajeto bem comprido. Treinem, treinem trajeto. Eu falo para vocês, gente, eu cobro Trajeto. Treina trajeto de gestório, que a chance dele est na prova é gigantesca. E além de estar na prova uma chance gigantesca, se não tiver trajeto vai ter a diferença. Então vocês precisam treinar isso, tá? Digestória é uma coisa muito, muito importante que vocês entendam. Então pra gente finalizar, eu vou só mostrar fotos para vocês visualizarem isso um pouco melhor, para tentar ficar um pouco mais lúcido isso Para vocês, para que a gente possa então finalizar esse conteúdo de intestino.
Então ó, vamos lá. Peguei um cavalo, estou vendo a região direita do cavalo. Então, se eu estou vendo o lado direito e isso aqui, ó, é a caudda do animal e tudo mais, então isso aqui é a base do século. Isso é a base do século aqui é o corpo e o ápice tá indo lá pro externo. Aí não tá dando para ver porque o ápice ele fica mais medial, ele fica entre essas regiões do colo. Então o ápice vai Est para cá. Então tudo isso aqui é seco, mas lembra que saindo do século a
gente vai ter o colon e a primeira parte do colon ascendente ela sempre sai pra região ventral e direita. Então olha a primeira parte do cumon aqui, ó. Olha o cumon ventral direito. Então o cumon ventral direito, ele vai fazer uma curva lá próxima do externo. Olha a flexura external. E aí ele vai pro outro lado. Então vamos virar já. Vamos virar aqui para vocês Verem o outro lado. Aí eu virei pro outro lado do equino. Aí como eu virei o outro lado do equino, eu consigo ver a continuação do colon ventral esquerdo. Olha a
continuação do colon ventral esquerdo. Aí olha ele na flexura pélvica. Lembra que lá na pélvale para vocês, ele faz uma curva e aí ele volta, ele volta como colon dorsal esquerdo. Por isso que um é ventral e outra é dorsal. Literalmente um vem em cima do outro. O dorsal vem literalmente em cima Do ventral, por isso que é colon ventral e por isso que é colon dorsal. Aí o colon dorsal esquerdo continua lá próximo do diafragma. Ele faz a flexura diafragmática e aí ele vai voltar pelo outro lado direito através do colonal direito. Isso que
eu tô falando é colon ascendente, porque ainda depois vem um cão transverso, depois ainda vem o cão descendente e aí por fim o reto e o Anos. Tá dando para entender a importância desse intestino proequino? Tá dando para ver o tamanho só do colon e do seco do equino? Gente, preciso que vocês entendam isso, porque o cavalo quando ele tiver cólica, ele vai fermentar estruturas que estranhas, isso vai gerar gás, isso vai movimentar o intestino, vai tirar ele da posição. Então vocês vão ter que posicionar esses cirurgias, como eu falei isso. Então gosto de reforçar
Isso, vocês entenderam a importância de entender isso aqui, que eu não sei que vai mexer com equino. Então a importância não só para para quem vai mexer com equino, como também lembro vocês precisam saber disso, porque eu posso cobrar isso aqui com vocês. Então treine, treinem bastante esse intestino que eu sei que o intestino de Queen é o trauma de vocês e a realidade do laboratório tá aqui, ó. Professora do céu, como é que eu vou Achar isso? Gente, quando vocês forem mexer com o intestino de equina, a primeira coisa, qualquer intestino, qualquer intestino vocês
forem mexer, acha o seco, porque o seco ajuda muito a vocês. Como é que é o seco, professor? Estrutura de fundo de saco cego. Ela tem um fundinho, ó. Então, no caso do seco do equino é fácil de achar porque ele tem um ápice, ele tem um corpo e tem a base. Então, tudo isso aqui é o seco, ó, porque tem um fundo, acabou ali, ó. Então, uma ponta. Então, se isso aqui é o século e ele tá cheio de tênas, olha as tênas aí, ó, as faixas de músculo liso e as saculações, ele tem
uns austros. O restante aqui, ó, dando volta, é o colocante. Aí você vai ter que ver o que que saiu da base do século. A primeira coisa que sai da base do século é o colonral direito. Aí vem a flexura external que alguns poucos autores trazem como diafragmática ventral. Geralmente eu vejo como external, então cobra mais como external. Depois vem colon ventral esquerdo, flexura pélvica, colon dorsal esquerdo, flexura diafragmática e colon dsal direito. Geralmente isso aqui tá esticado lá na anatomia, então a gente tem que dar uma dobradinha nessa região do colon, né? Porque a
única flexura que não desfaz é a flexura pélvica. Essa aí não desfaz porque o colon dorsal sempre vai estar na região dorsal do colon Ventral. Então essa aqui nunca se desfaz. Mas isso aqui, dependendo do jeito que estiver, estiver esticado, a gente tem que fazer uma curvinha ali para vocês posicionarem melhor. Ah, uma outra dica que eu posso ajudar vocês, dependendo para vocês verem a mão, que geralmente o colon dorsal ele tem menos austros do que o colon ventral. O colon dsal geralmente ele é mais liso, o colon ventral geralmente ele é mais enrugado, como
tá Dando para ver aqui, ó. O colon dsal geralmente ele é mais iso, o colon ventral ele é mais enrugado. Então é uma coisa que também dá para ajudar vocês a diferenciarem colon dorsal do colon ventral. Então, gente, é treinar, infelizmente é treinar, treinar, treinar para vocês entenderem todo esse esse trajeto e finalizarem lá no reto, que tá lá na cavidade pélvica e no anos, OK? Então, de intestino é isso. Treinem muito isso aqui, pratiquem bastante pra gente visualizar isso lá na prática. Fechou? Tem mais. M.