Oi, oi, gente. Sejam muito bem-vindos ao meu canal. Eu sou a Leandra e eu conto relatos para vocês aqui todos os dias de segunda a sexta. Se por um acaso você caiu de para-quedas aqui, eu também conto relatos mais curtos no meu TikTok, no meu Instagram e essas redes sociais estão aqui embaixo na descrição do vídeo. Se por um acaso você tiver aí algum relato para me enviar, os relatos devem ser enviados pro e-mail que já fica aqui embaixo da eh na descrição do vídeo. Bom, gente, como vocês já sabem, eu não gosto de enrolar
na introdução, então já já vamos para o relato de hoje. Mas antes, não se esqueça de se inscrever aqui no canal, caso você ainda não seja um inscrito, de curtir esse vídeo agora no início, porque ajuda muito a divulgar o vídeo aqui na plataforma e hypar o vídeo se tiver aparecendo essa opção para você. Bom, agora sim, gente, recadinhos dados. Vamos ao que interessa, que é o relato. E esse relato se chama Oração ao contrário, que quase levou a vida de um inocente. Vamos lá. Oi, Lilica Repilica, você pode falar o meu nome? Então eu
acho melhor não, porque só por esse título a gente já pode ver que deve ser uma história um pouco pesada, então é melhor chamar você de fulana, tá bom? Não me leve a mal, mas porque parece ser uma história um pouquinho pesada, né, gente? Oração contrária, vida de uma pessoa inocente, então é melhor, né? E vamos lá. Como você está, minha linda? Bom, como eu já disse várias vezes, eu sou sua fã e o meu marido continua não aguentando mais ouvir a sua voz pela casa. Olha, vou confessar que quando eu mesma editava, tinha vez
assim, gente, que eu não aguentava mais ouvir a minha própria voz, porque até eu enjoo, então eu entendo seu marido. Mas vamos lá. É, mas eu estou quase zerando todos os seus áudios do Spotify e logo vou conseguir acompanhar em tempo real pelo canal, que é o que eu quero para poder te dar o enganjamento que você merece. Muito obrigada. Tá bom. E bom, eh, eu sempre enrolo demais e eu já te mandei outros três ou quatro relatos antes desse e sigo ansiosa para que leia eles um dia. Eu vou tentar resumir, mas eu sou
uma matraca, então eu acho que vai ficar um relato longo. E bom, Li, o meu relato dessa vez é de quando a minha genitora, para não falar um nome pior, fez orações ao contrário para acabar com a vida de alguém e quase matou a própria filha, a minha irmã. Pois é, eu já comentei em relatos anteriores que a minha família materna é repleta de maledites, mas a minha genitora é a pior de todas. Para evitar exposições, eu vou chamar a genitora de Maledite e a minha irmã mais nova de Cecília e a minha irmã do
meio de Mila. A avó delas eu vou chamar de dona Célia, pois eu sei que você adora esse nome. Ai, que legal, ela lembrou. Ai, gente, ó, essa daqui tá aqui todos os dias, tá? Essa aí é assído, hein? Mas agora vamos lá. um contexto para você entender como chegamos nesse ponto ali. A minha genitora, ela era garota de programa desde que eu nasci e aí ela me deu, né, paraa minha avó criar e mandava dinheiro e passava os domingos em casa, mas mal falava comigo. Ela preferia dormir o dia todo e quando estava acordada
brincava com a cachorra pitbull dela, me usando como brinquedo. colocava é em uma ponta ali do quintal e a cachorra e ela iam para outra ponta. E esse quintal ele tinha uns 6 m de uma ponta até outra. E aí ela mandava a cachorra correr e me derrubar. Meu Deus. Enfim, a cachorra, coitada, era boazinha. Achava que era uma brincadeira mesmo. Não me mordia nem nada. Só batia com as patas no meu peito e me derrubava. Ela não era de raça pura, mas era uma mistura de pitibu forte e grande. E se ficasse em pé,
ela era maior que eu, que na época tinha 6 anos de idade. E olha, eu vou confessar, eu morria de medo dessa brincadeira delas, pois eu ficava toda roxa. Nessa época eu era assim, eu ainda era muito bobinha, sabe, Li? Eu achava que pelo menos eu estava passando um tempo com ela, então por isso eu não reclamava. Eu até ficava olhando ela dormir e uma vez até dei um beijo nela enquanto ela dormia, mas ela acordou e me bateu por atrapalhar o sono dela. Ai gente, ó, esse tá no início do relato e já tá
me dando vontade de chorar, ó. Eu achava ela muito bonita, sabe? e não entendia o porque ela passava tanto tempo fora. Mas logo eu comecei a ler e entender melhor, né, as coisas, sabe? E a minha avó fez questão de me contar e isso quando eu tinha só 6 anos de idade. E a minha avó, como eu já mencionei, fez questão de contar qual era o trabalho dela e com detalhes bem desnecessários. E sim, Li, caso você leia esse relato depois dos outros, isso tudo que eu estou contando aconteceu na mesma época daqueles sonhos premonitórios
que eu tinha e logo antes da história do Aninho. Eu acredito que eu não tenha lido esses relatos, mas vou procurar, tá, para trazer aqui para vocês, que aí eu procuro pelo nome do e-mail dela. E bom, como sempre, esses fragmentos da minha história são só para vocês entenderem, né, de onde vem a minha raiva por essa mulher, mas também é algo que faz é que faz bastante sentido para o relato. Bom, nessa época, quando eu completei 7 anos, foi quando ela me apresentou ao meu padrasto e me levou para morar com eles. E foi
onde eu passei os 5 anos de um puro inferno morando debaixo do mesmo teto que a maledite. Ela engravidou da minha irmã do meio para obrigar o meu padrasto a se casar com ela. E um tempo depois, quando já estava casada, engravidou da minha irmã mais nova, porque na época ele já estava cheio das merdas que ela fazia e queria se separar. Ela sempre insistia que o problema era eu e o meu padrasto acabou tomando muita raiva de mim. me batia, me humilhava e a família dele me tratava como um lixo. Depois desse tempo, eu
fui morar com a minha avó, pois a maledite já tinha me estragado inteira. Eu havia desenvolvido ansiedade, depressão, compulsão alimentar e bulimia. Com 9 anos, eu pesava 90 kg e sofria muito bullying na escola. Até teve uma professora que chegou a querer me adotar, né, vendo a situação em que eu me encontrava. E aí a Maledite já não aguentava mais tantas, tantas críticas, né, que ela recebia sobre isso e me mandou para ficar com a minha avó materna. Depois que eu saí de lá, ela tentou se fazer de santa e dizer para todos que os
problemas na vida e no casamento dela eram por minha causa, mas logo a máscara caiu. Meu padrasto logo descobriu que era ela quem batia nas minhas irmãs para deixar marcas, que era ela quem salgava a comida de propósito quando estava com raiva, mesmo sabendo que ele tinha pressão alta. Ele descobriu também que era ela quem sujava toda a casa e não limpava nada e que era ela quem inventava mentiras para a família dele para fazer todo mundo brigar e que era ela quem gastava fortunas no cartão de crédito dele com as coisas mais inúteis possíveis.
Além disso, ele também pegou algumas traições virtuais, fotos nuas que ela mandava ali para homens na internet. Ele, um homem bom, apesar de ela ter estragado parte dessa bondade dele, tentou salvar o casamento pelas filhas, é claro. Mas ele não era de ferro, admito. Ele chegou a empurrar ela quando viu ela batendo na minha irmã Mila. E até chegou a um certo ponto onde, em uma situação ali, ele jogou o carro contra um poste, mas só jogou o lado do passageiro, que era onde ela estava. Mas assim, ele aguentou muitas humilhações e muitas traições antes
disso. E eu acredito que já nessa época ela fazia algum tipo de demanda contra ele, pois ele estava cada vez mais perdido. Mas ele não queria que as minhas irmãs crescessem sem mãe, sabe? Então ele tentou fazer de tudo, tentou fazer terapia de casal, contratou uma empregada para arrumar a casa e mandou as minhas irmãs para a escola para ela ter mais tempo para si, como se ela precisasse, né? Pagava cursos e comprava tudo que ela pedia para ela não ficar entediada, sabe? Eli, entenda, ela nunca precisou trabalhar um único dia na vida dela. Ele
tirou ela da prostituição, deu uma família que, no começo, antes de conhecer ela de verdade, a acolheu e deu muito carinho para ela. Mas ela jogou tudo isso fora e ainda começou a acusar ele de dar em cima da psicóloga, dar em cima da empregada e até das professoras das minhas irmãs. Ela falava as maiores atrocidades sobre os irmãos e a cunhada do meu padrasto e constrangia eles na igreja e sempre ameaçava eles, dizendo que ia sumir e levar as minhas irmãs com ela. Meu padrasto já odiava ela nesse ponto, mas para não acabar, não,
perdão, né? Então assim, a esse ponto, a essa altura de tudo isso, ele já estava odiando ela. Mas para não acabar fazendo uma besteira e sabe, né, descontar toda a raiva nela e sei lá, acaba matando ela, ele se afundou no álcool e já não rendia tanto no trabalho. Uma vez, em um curto período que eu voltei a morar com eles, antes de ir morar com a minha tia, que também é uma maledite, eu vi ele chegar em casa tão bêbado que estava todo urinado e tinha um corte na testa de um tombo que tomou
no bar. Eu morri de pena. Sério, eu fiquei com muita pena. Ele era a sombra de um homem que um dia ele já foi. Apesar das surras e humilhações, eu aprendi muito com ele. Ele tentou muito ser um pai para mim. Inclusive, os meus gostos para filmes, livros e jogos são muito inspirados nele. Ele sempre foi um pai incrível para as minhas irmãs e, apesar disso me doer muito, pois eu também queria isso, eu entendia que não era culpa dele. A maledite que sempre envenenou ele contra mim. E um dia eu explico isso com mais
detalhes se quiser, mas é porque não tem nada de sobrenatural nessa parte, então não vou me aprofundar muito aqui. Sei que eu já estou enrolando muito, mas eu quero deixar muito claro para você e seus seguidores, querida, que a Maledite nunca, ela nunca foi uma vítima. Ela teve todas as oportunidades de ser feliz, de ser uma boa mãe e de se e de se arrepender, sabe? E poder consertar as coisas. Mas ela nunca quis. E eu já ouvi isso da boca dela. Por que sim, Li. Eu já perguntei porque ela era assim, tão chata e
malvada. E ela disse que era assim mesmo e que tinha orgulho de ser assim. E eu na minha inocência dizia que não, que ela não devia se orgulhar disso, que isso era ruim. Mas ela só ria da minha cara. Ela fazia questão de provocar e infernizar ele. Ela ela pedia para ele bater nela como e colocava a mão dele, sabe, meio que para cima e batia no próprio rosto, dizendo: "Vai, me bate, seu merda. Eu só preciso de um motivo para matar você de uma vez". Gente, durante todos esses anos, o sobrenatural sempre esteve presente.
Eu via a Maledite fazendo orações estranhas para guejar, amaldiçoar. E algumas vezes eu cheguei a ver ela colocando alguma coisa na comida do meu padrasto. Hoje eu acredito que ela envenenou ele aos poucos e por isso que ele teve hepatite. E foi também nessa época que eu fui assediada pelo espírito que eu acreditava ser o meu anjo da guarda e via coisas estranhas pela casa. E pois bem, vamos adiantar o assunto. Depois de sambar na cara do meu padrasto até enjoar e judiar das minhas irmãs de todas as formas que ela poderia, ela finalmente caiu
no papo de um caminhoneiro que dizia ser rico. E ele postava ali fotos em caminhões enormes, fazendo churrasco ali nas estradas, regados a picanha, cervejas caras. E a idiota, tadinha, achou que ele era o cara perfeito e que, de fato, tinha muito dinheiro e que ia salvar ela, sabe se lá do quê, e que aí ela teria uma vida livre e cheia de emoção. Então, um dia minhas irmãs estavam na escola e o meu padrasto trabalhando. E nessa época eu não morava mais lá, mas as minhas irmãs e a família do meu padrasto me contaram
e a própria Maledite confirmou tudo depois, batendo no peito com bastante orgulho, dizendo que se livrou de um relacionamento abusivo. Mas enfim, ela esperou até estar sozinha, juntou todas as suas coisas, coisas que o meu padrasto tinha comprado para ela e foi embora. simplesmente desapareceu. Minhas irmãs chegaram da escola e ninguém estava lá para receber a a peru escolar. O porteiro teve que receber elas para o transporte poder terminar a rota de entregar as crianças. Nisso ele ligou para o meu padrasto que veio correndo do serviço para pegar elas e levar para a casa da
mãe dele. E eles passaram dias e mais dias procurando a vagabunda. E ela só deu notícia dias e dias depois, dizendo que naquele momento estava viajando com seu novo namorado e que eles receberiam um contato ali de seu advogado em breve. E vocês acredita que ela achou que ainda estava na razão? Ela achou que toda essa atitude dela estava correta. E olha, eu chorei tanto quando eu soube ali, porque sabe, imaginar as minhas irmãzinhas tão pequenas, sozinhas, com medo, se perguntando onde estava a mamãe. Na época elas tinham uma seis e a outra 5 anos
de idade, se eu não me engano, e isso causou traumas irreversíveis nelas. E essa é uma das razões pelas quais eu nunca vou perdoar a Maledite. E talvez eu também nunca me perdoe, pois eu poderia ter insistido para ficar lá e cuidar das minhas irmãs. Mas eu não quis insistir por achar que, sei lá, eu era um estorvo para o meu padrasto e que ele já tinha aguentado demais. E a partir de então se iniciou um espetáculo judicial. Ela apareceu com tal namorado, que podemos chamar carinhosamente de embuste, que estava pagando o advogado, pois o
idiota achava que ele receberia uma pensão gorda ao ficar com a guarda ali das minhas irmãs e um alto valor pela partilha dos bens. Porém, graças aos deuses, a justiça realmente funcionou naquela época. Meu padrasto entrou com o argumento de abandono de lá. conseguiu atestados de médicos confiáveis de que a Maledite era mentalmente instável. O que ela mesma, com os ataques de raiva e as gagueiras que ela tinha, né, quando ficava com raiva, confirmou perante o juiz. E aí o meu padrasto conseguiu a guarda das minhas irmãs e teve apenas que vender o apartamento que
comprou logo após o casamento e dividir a metade com ela. Ela e o embuste ficaram extremamente furiosos, pois tinham certeza que ela ficaria com mais bens e que receberia uma pensão vitalícia por nunca ter trabalhado enquanto estava com ele. Porém, ela mesma admitiu para o juiz que o meu padrasto nunca proibiu ela de trabalhar e que ela não trabalhava porque nunca teve interesse. E eu fiquei aliviada quando soube, pois tudo que eu queria era ver aquela mulher bem longe das minhas bebês. E sabe, Lili, eu me arrependo muito da forma como eu tratei elas quando
eram pequenas. Eu cuidava muito bem delas quando eram bebês, mas conforme a Maledite usava elas para causar intrigas com o meu padrasto e a família dele e fazia questão de dizer que elas eram as filhas queridas e eu era o estorvo da vida dela, eu acabei pegando um pouco de raiva das duas. Eu dava beliscões, tapas e às vezes até puchões de cabelo, mas eu nunca deixei de cuidar. Era eu quem dava banho, cozinhava e brincava, já que a Maledite nunca quis fazer nada disso, sabe? Ou ela só fazia quando estava na frente do meu
padrasto ou então da família dele. E olhe lá, eu tentava proteger elas da maledite, mas ainda assim eu tinha um pouco de raiva por elas terem o amor e eu não. Mas quando eu fui embora morar com a minha avó, eu sempre pensava nelas e sentia muita falta e muito remorço. Eu tinha muito medo delas me odiarem. Depois da decisão da guarda, eu acabei indo morar com a Maledite e o Embuste por um tempo, quando a minha avó me expulsou de casa por eu não ter um emprego para pagar aluguel para ela. E isso eu
estava com 15 anos de idade. Eu tentei eh dizer que ia arrumar, né, um jovem aprendiz, mas ela não quis saber. disse que eu estava moça e logo iria namorar, engravidar e ela não ia criar outro neto porque eu já tinha roubado o resto da juventude dela ali nos últimos 7 anos que ela passou me criando. Então, diante dessa situação, fui morar com a Maledite e nós brigávamos muito. Eu gritava com ela e esfregava na cara dela que ela tinha se colocado naquela situação humilhante e que tinha perdido as minhas irmãs por causa das próprias
burrices dela. Ela me dava tapas na cara e eu imitava a gagueira dela, o que sempre foi um tópico muito sensível para ela. E além disso, eu odiava o namorado dela e odiava ver ela tratando a família dele mal. Ele não era nada daquilo que tinha dito, sabe? era um pobretão, não tinha caminhão nenhum e morava num CDHU, que eu não sei o que que é isso, que ele conseguiu usando o CPF da mãe idosa. Ah, deve ser um conjunto, tipo um conjunto habitacional, deve ser. E que ela, né, a mãe idosa, morava em um
outro apartamento, nesse mesmo prédio, e ainda pegava comida da cesta básica que ela recebia do governo, já que não tinha dinheiro nem para comprar comida e vivia de bicos. A maledite, morando lá também comia dessa comida e a pobre senhora, tadinha ajudava como podia. E a Maledite ainda tinha coragem de falar mal dela e de toda a família dele que morava por perto, fazendo com que todos odiassem ela, inclusive os vizinhos, que já conheciam a família há muito tempo e adoravam eles. Pois sim, apesar do embuste ser um merda, a família era muito gentil. Eu
discutia com o embuste também, até porque ele ficava querendo agir como se fosse alguma coisa minha, sabe? Me dando ordens e fazendo planos para quando as minhas irmãs se mudassem para lá depois da da decisão da guarda. Coitado. Sendo que eu assim que que eu cheguei lá, eu fui correr atrás de fazer até unha, sabe, para ter algum dinheiro e ajudar com as despesas, coisa que a Maledite nunca fez. E assim, gente, eu sei que eu estava na casa dele, mas na minha visão de adolescente eu não tinha, perdão, ele, né, não tinha o direito
de me dar lição de moral, já que era um encostado. Não, com certeza, né? Ela ainda fazia a unha para ajudar, a mãe não fazia nada. Mas enfim, nesse curto período em que eu morei lá, as minhas irmãs foram visitar a Maledite, pois ela tinha esse direito à visitação de vez em quando e ainda lutava com recursos para adquirir a guarda delas. Nessa época elas tinham cerca de 9 e 10 anos. E quando chegamos para buscar elas ali na casa da dona Célia, eu vi de longe que elas estavam tristes. Já dava para ver que
elas não gostavam das visitas. Mas quando elas me viram, um sorriso iluminou seus rostinhos ali na hora, sabe? Elas ficaram felizes. E aí elas correram e me abraçaram. E ali eu vi que elas eram tão puras que elas não me odiavam por eu ter maltratado elas ou abandonado elas com a maledite. Eu me apaixonei por elas de novo e novamente eu jurei proteger as minhas irmãs a partir daquele dia. A maledite me fuzilou com os olhos quando viu elas felizes ali me abraçando e ela causou uma certa confusão durante toda a visita. reclamou que as
minhas irmãs só queriam ficar comigo e que tinham ido visitar ela e não eu, que a mãe era ela e eu só estava lá enquanto ela me aturava. Obrigou a minha irmã mais nova, Cecília, a deixar ela arrumar o seu cabelo. E quando a Cecília se mexeu, ela agarrou pelos ombros e chacoalhou. Eu imediatamente tirei a Cecília das mãos dela e mandei ela sair. Acalmei as minhas irmãs e depois continuamos brincando. Mais tarde foi a vez da Mila, que tinha lindos cabelos cacheados, mas que a Maledite odiava. Ela alisou os cabelos dela com a chapinha
e o secador, apesar de eu ter protestado. Mila, sempre pacificadora, mesmo pequena, disse que tava tudo bem, que podia deixar ela, né, finalizar o que tinha começado. Mais tarde, naquele fim de semana, um embuste chegou bêbado em casa, gritando e cheirando a álcool e derrubando coisas e xingando todo mundo. Minhas irmãs ficaram bem apavoradas, entraram embaixo da cama e choravam desesperadas. E aquilo me doeu tanto li, porque apesar do pai delas ser alcólatra, ele nunca tinha deixado elas verem ele alcoolizado, nem mesmo sentir o cheiro de bebida. Eu gritei tanto com embuste, mas tanto. Eu
xinguei ele de tudo quanto é nome e mandei ele sair e só voltar quando virasse gente. Eu passei vários minutos acalmando as minhas irmãs e aí elas finalmente saíram debaixo da cama e até a Maledite ficou pianinha com o olhar que eu dava para ela. Eu conversei com elas, disse para elas contarem para o pai e para a avó o que tinha acontecido e pedir para não irem mais. que eu daria um jeito de visitar elas. Elas ficaram grudadas em mim o resto do final de semana e o embuste só voltou no dia seguinte para
levar elas para casa. Eu mesma quando fui embora da casa ali da Maledite para morar eh com o meu marido, eu mandei mensagem para a avó delas e não, como? Ah, eu acho que é isso mesmo, para morar com o meu marido. É, eu acho que é isso. Eu mandei mensagem para a avó delas e pedi que elas entrassem com um pedido de guarda total e visitas monitoradas, pois elas estavam correndo perigo. Mas, infelizmente, você sabe como essas coisas, né, elas podem ser bem demoradas. Porém, uma vez a própria Maledite assinou sua sentença. Um dia,
ela foi buscar as minhas irmãs, que a essa altura só iam à força mesmo. E a Maledite não tinha dó, buscava mesmo assim. E dizia que as crianças tinham que ficar com a mãe. Ah, uma completa vaca. Nesse fim de semana, ela simplesmente decidiu que não ia devolver as meninas. Meu padrasto já debilitado, pois os anos com a Maledite fizeram muito mal para sua saúde, que além do alcoolismo acabou fazendo ele perder o direito de assim, além do alcoolismo, né, que acabou fazendo ele perder o direito de dirigir, a dona Célia também já estava idosa,
então não conseguia fazer muita coisa. Então eles ligavam, mandavam mensagem, imploraram para ela, né, trazer as meninas para casa, mas ela não levou. Depois de um mês, o advogado do meu padrasto conseguiu um mandado para eh um mandado, né, por sequestro para poder trazer as meninas de volta para casa. E aí eles foram buscar as minhas bebês com a polícia, porque a polícia teve que ir lá na casa buscar. Gente, pensa o quão traumático isso não é para uma criança. E aí, depois disso, ela perdeu o direito às visitas até a próxima audiência. Bom, ela
ainda ia na casa ali da dona Célia, onde eles moravam com o pai e ficava gritando, fazendo escândalos, xingava a dona Célia, espruejava todo mundo, fazia aquela cena, enviava inúmeras ameaças por telefone e ainda me ameaçava dizendo que a culpa era minha, pois eu alienava as minhas irmãs contra ela. Gente, vê se pode um negócio desse. Isso é ela mesmo que tá escrevendo, tá, gente? E bom, depois disso, as coisas se acalmaram por um tempo. Eu até visitei as minhas irmãs algumas vezes e cheguei a ir em um aniversário da avó das minhas irmãs, a
dona Célia. E nessa época o padrasto já estava com a saúde bem debilitada, pois o estresse e o alcoolismo que ele adquiriu durante o casamento, infelizmente, cobraram seu preço. Ele teve hepatite e um AVC que paralisou parte do seu rosto. Ele estava com a voz pastosa e o olhar cansado. Aparentava ter uns 70 anos, sendo que não tinha nem 50. Apesar disso, ele era um pai maravilhoso. E naquele dia ele me aconselhou, perdão, ele me acolheu, me abraçou e me pediu perdão por tudo. Disse que eu era muito bem-vinda para ver as minhas irmãs sempre
que eu quisesse e me parabenizou por ter escapado da minha mãe e das outras maledites da minha família, já que nessa época eu já morava com o meu namorido, trabalhava e fazia faculdade. Isso aos 17 anos. Minhas irmãs já estavam mais velhas e aí já tinham nesse celular o WhatsApp, mas se recusavam a passar o número delas para a Maledite, o que causou a última e definitiva briga entre eu e ela, pois ela me acusava de manipular as minhas irmãs e querer a guarda delas para mim, pois segundo ela, eu queria pôr as mãos, né,
na pensão delas. Sendo que nessa época eu e o meu marido tínhamos acabado de alugar a nossa primeira casa. E mal conseguimos manter a nossa rotina, sabe? Então, quem dirá cuidar de criança? Ela ficou com muito ódio por eu não passar o número das meninas para ela. Foi até a porta da casa onde moravam a dona Célia, minhas irmãs, o padrasto e seus dois irmãos, que aqui vou chamar de José e de João. O José, ele tinha uma esposa e um filho que também moravam lá. E João namorava uma boa moça e já era formado
em direito. Inclusive ele nessa época era tipo um advogado assistente do caso da guarda. E bom, Maledite foi até lá, espreguejou todos eles e disse que eles pagariam por tirar as suas filhas dela e que não ficaria um de pé. No mesmo dia, ela me falou inúmeras atrocidades e depois eu bloqueei ela. Ela mandou vários áudios xingando o meu marido e me esprajando também, dizendo que o meu marido me abandonaria grávida e que eu teria que implorar por abrigo na porta dela. Detalhe, eu nunca nem engravidei, mas ela já estava declarando que isso aconteceria. E
eu tenho até hoje os áudios das coisas horríveis que ela me disse, mas eu não consigo te mandar, pois são áudios do Messenger e eu não consigo baixar, mas eu gosto de guardar como uma lembrança do porqu ela não faz mais parte da minha vida. Depois disso, Li, tudo começou a desmoronar. Meu padrasto, infelizmente, se afundou ainda mais no alcoolismo e acabou falecendo de cirrose um tempo depois, o que abriu novamente o processo de guarda. No processo, a guarda ficaria com José, tio das meninas, que tinha uma esposa e um filho quase da minha idade.
Porém, José teve problemas com drogas a vida toda. Naquela época, ele até estava sóbrio, né? Já fazia uns anos, mas pouco depois ali da morte do meu padrasto, né, falecer, né, depois dele falecer. Eh, não, calma aí, calma aí, gente. Não, gente, eu que li errado, mas pouco tempo depois da morte do meu padrasto, ele simplesmente faleceu por uma overdose, deixando seu filho adolescente e sua esposa completamente desnorteados. Então aí não tinha mais como eles ficarem com a guarda das meninas, gente, coincidência, né? Enfim, depois disso, dona Célia lutou pela guarda das minhas irmãs com
todas as forças. Ela fazia campanhas de oração, jejum, cultos de libertação e tudo que podia. Nessa época, Maledite fazia visitas para as minhas irmãs quando queria, já que o acordo de guarda estava incerto desde a morte do meu padrasto e de José. João não quis mais se envolver e tudo passou a ser ainda mais difícil. As meninas e a Maledite tiveram entrevistas com uma psicóloga forense e assistentes sociais, o que me deixou esperançosa. Elas já estavam maiores, agora com 13 e 14 anos. e já podiam participar da decisão e fizeram questão de implorar para ficar
o mais longe possível de Maledite. Eu sempre me ofereci para ajudar e testemunhar contra ela, mas dona Célia tinha um pé atrás comigo por não saber se eu acabaria apoiando a Maledite ali na hora H por ela ser minha genitora. Eu sei que parece ingênu e ingênuo, né, Li. Mas ainda nessa época eu tinha esperança. Eu achava que um dia tudo isso ia passar e ela finalmente teria um momento de clareza e se redimir e que um dia poderíamos ser amigas e eu poderia chamar ela de mãe e saber o que é ter uma mãe
de verdade. Porém, foi o contrário. Ela tentava de todas as formas me afastar das meninas e ela proibiu dona Célia de deixar eu ver as minhas irmãs. E eu passava meses até conseguir visitar elas, pois nunca se sabia quando aquela louca ia aparecer. Dona Célia estava cada vez mais doente e cansada e já não aguentava mais lutar contra os ataques de Maledite, então cedia muito as vontades dela. Eu ia ver as meninas escondida e elas vinham na minha casa muito raramente, sempre logo depois da Maledite ter ido, pois geralmente ela ia uma vez por mês.
E aí estávamos evitando riscos, né? Dona Célia tinha vergonha dos vizinhos, pois a Maledite causava muito constrangimento. Ela gritava que a esposa de José era uma exdrogada e [ __ ] e que o primo das meninas era, entre aspas, um [ __ ] Maledite chegou a dizer novamente que orava todos os dias para que dona Célia morresse e ela pudesse finalmente ficar com as meninas, pois aí não teria mais opções. guarda seria definitivamente dela. Exatamente por isso, além de tudo o que já havia acontecido, que eu acredito que ela fazia orações ao contrário. Além disso,
ela não desistia de tentar me prejudicar. E um dia, vasculhando as minhas redes sociais com um perfil novo, pois ela tem vários, ela descobriu que eu tinha me tornado adepta da bruxaria natural. Ela foi até a casa de dona Célia e mostrou os posts que eu compartilhava, dizendo que agora eu era satanista e cultuava ao diabo. E li, eu até comentei isso nos outros relatos, que eu sou sim bruxa natural, mas essa filosofia de vida é inofensiva, como eu já expliquei, eu não cultuo nada, apenas uso as energias da natureza ao meu favor e me
impondero. E eu tenho os meus guias e jogo tarô, mas nada que faça mal a alguém. Sabe, mas é claro que a Maledite soube distorcer muito bem as coisas. Dona Célia, pastor e dona de igreja, ficou muito assustada e cortou o contato das minhas irmãs comigo por algumas semanas. E eu passei mais de um ano sem ver elas pessoalmente. Eu implorei para ela reconsiderar e ela disse que nunca tinha falado sobre religião com as minhas irmãs e que jamais tentaria influenciar a fé delas. Elas não gostavam da igreja evangélica, mas isso não cabia a mim.
Eu conversava sobre o assunto, mas sempre deixando claro que elas deveriam entender, eh, que elas deviam entender o que queriam e decidir conforme conhecesse melhor a vida. Mas a dona Célia ficou um pouco relutante, até que finalmente um dia ela aceitou o meu discurso, mas disse que esperaria mais tempo sem deixar eu pegar elas para passear, para evitar brigas com a Maledite. Uns dois anos depois, a decisão da guarda finalmente saiu e dona Célia havia vencido. Todos nós comemoramos e eu passei a pegar as meninas para passar fim de semana comigo. E aí ficamos muito
amigas. Elas adoravam ficar comigo e com o meu marido e conheceram alguns dos nossos amigos, conheceram a minha sogra, minha cunhada. Estava tudo perfeito. E nessa época, depois da decisão do juiz, a Maledite sumiu. Ela até tinha direito a visita, porém nunca compareceu ali nos dias e ficou quase um ano sem mandar sequer uma mensagem para dona Célia, que era o único jeito que ela tinha de falar com as meninas, já que elas ainda se recusavam a passar os números delas para ela. Porém, como dizem, a alegria de pobre dura pouco. Eu recebi um aviso
dos meus guias de que a Maledite continuava orando pela destruição de dona Célia e que agora estava até mesmo realizando pequenos rituais em casa com bonecos de voodu e outras coisas. E o objetivo dela era matar dona Célia. Porém, dona Célia é uma mulher de muita fé. Sua fé não é a mesma que a minha, mas eu a respeito, né? Eu a respeito todas, a respeito muito e sempre vi nela uma pessoa protegida pelas forças que ela adorava, mas infelizmente isso não foi totalmente bom. As minhas irmãs são muito fragilizadas por conta de tudo o
que passaram, né, nas mãos de Maledite, a perda do pai, do tio e a adolescência por si só, né, que já é uma fase bem difícil, né? Então, com isso, né, oração vai, oração vem, Maledite acabou jogando algo muito forte para a dona Célia, que não pegou nela e, infelizmente, pegou na minha irmã Mila. Ela desenvolveu um caroço no seio com secreção e sangramento ali no mamilo e umas manchas estranhas. Dona Célia levou ela ao médico e o diagnóstico veio, um tumor possivelmente maligno. Quando Mila me contou, eu fiquei desesperada. Eu e Célia choramos muito,
pois nós três éramos muito amigas, mas especialmente Mila e Cecília eram grudadas demais. sempre foi uma pela outra, sabe? Elas se cuidavam e se protegiam quando nem eu podia fazer isso. Porém, eu não ia deixar a Maledite fazer mais nada contra elas. Na mesma noite, eu e meu marido colocamos as minhas irmãs no carro e fomos para a casa do meu cunhado, que é da Quimbanda. Lá elas foram acolhidas e muito bem tratadas. Fizemos uma consulta com Búzios e o meu cunhado viu. Eram intenções malignas que tinham atingido a minha irmãzinha. Ele recebeu as orientações
ali das entidades e saímos para comprar tudo para um ritual de abertura de caminhos de cura e já providenciamos a devolução de tudo aquilo. Compramos velas, recipientes, algumas ervas, dois pombos e duas galinhas. Os rituais foram feitos. Seu Zé Pelin desceu em terra pelo meu cunhado, seu cavalo, e conversou muito conosco sobre como nos proteger. Ele então disse que a minha irmã Mila estava curada, que a Maledite já sabia e também falou que Cecília tinha caminhos na religião, se ela quisesse. Agradecemos e ele foi embora. Algumas horas depois, a dona Célia mandou mensagem para Mila,
perguntando se ela tinha postado alguma coisa sobre as medicações que ela estava tomando. Pois, pasme, a ela, Leandra, adoro essa parte. Pasme. A Maledite tinha mandado mensagem do nada depois de quase um ano sem dar o ar da graça, perguntando se a minha irmã estava doente ou tomando algum remédio e dizendo que queria ver elas. Eu senti tanto ódio na hora, mas tanto ódio, mas eu sabia o que o que que era aquilo. Eu sabia que o que era dela estava guardado. Bom, fomos para casa, passamos um domingo bem agradável entre irmãs e à noite
levamos elas para casa. Na segunda-feira foi feito o exame novamente e sim, o caroço e todos os sintomas haviam simplesmente desaparecido e nem os médicos souberam explicar. e acabaram dizendo que talvez o primeiro exame tinha sido um erro, mas nós sabemos bem o que aconteceu. Infelizmente, semanas depois, o João, o outro tio das e das minhas irmãs, né, das meninas, o último filho vivo de dona Célia, cometeu suicídio em seu apartamento, desestabilizando todos minhas irmãs, dona Célia e inclusive o primo das minhas irmãs, que via o tio como inspiração e, inclusive tinha se formado em
direito por causa dele. No momento está tudo uma bagunça. A dona Célia está regulando as minhas irmãs de virem ficar comigo, porque diz que eu deixo a energia delas meio rebelde e também dizendo que quer manter a família unida o máximo possível nesse momento. Nós havíamos combinado que as meninas passariam um ano novo comigo e ela desmarcou isso também. O primo das meninas está cada vez mais autoritário e inferniza a Mila, principalmente por ela ser homossexual e mais introspectiva. Ele agora é o homem da casa e dona Célia tem um certo favoritismo com o menino
desde pequeno, pois ele foi o primeiro tudo, sabe? Primeiro neto, eh, o único neto menino, aí sabe como é, né? E dona Célia está mais fanática do que nunca ali na religião e sua saúde está bem debilitada. Mas ela está aguentando firme. A maledite sumiu de novo. A única, a a última coisa, né, que soubemos é que a sua vida está uma bagunça. Ela vive traindo o embuste, que eu sinceramente acho que está amarrado, porque mesmo com chifre apanhando e sendo humilhado pela eh pela maledite, né, ele não larga ela. E ela chegou até a
ir para uma cidade próxima da minha para se casar com um homem que conheceu na internet. Porém, ela coloca muitos defeitos, perdão, ela coloca muitos efeitos nas fotos de perfil. E aí o homem, pelo que eu fiquei sabendo, quando viu ela pessoalmente, viu que era muito diferente, não quis mais ela. E aí ela voltou com o rabinho entre as pernas para o embuste e está deprimida e vive pensando em se matar. Eli, podem me julgar à vontade, mas por mim que morra e morra bem longe de mim. Pelo menos assim, ela deixa todos nós em
paz. Ela tentou contato comigo uma vez pelo TikTok, mas eu prefiro mil vezes manter a minha relação com as minhas irmãs do que dar outra chance para ela. Pois quando eu comentei com as minhas irmãs sobre o contato dela, a primeira coisa que fizeram eh a primeira coisa que disseram, né, foi bloqueia, bloqueia, que é o melhor que você faz. E foi o que eu fiz. Eu espero que ela pague muito por tudo o que nos fez e que sofra até o último suspiro de sua vida e que no pós vida ela continue espiando e
se lembrando da dor de morrer sem ninguém e sem amor. Quanto as minhas irmãs, né, eh, elas estão bem na medida do possível, agora estão espiritualmente protegidas e eu faço o que posso para estar por perto e ser uma amiga e confidente e para aliviar um pouco da pressão que elas passam em casa. disse que quando elas forem maior, né, maiores de idade, podem vir morar comigo e elas ficaram muito felizes com a proposta. Até lá eu estarei sempre apostos, né, para ajudar sempre que precisarem. E é isso, Licei que ficou gigantesco, mas foi como
eu disse, eu não sei resumir as coisas, mas espero que você goste que leia em um relato único. Meu sonho é ter um vídeo com um relato meu e mais legal ainda se fosse um exclusivo, sabe? Aí conseguiu, viu? Bom, um beijo, minha linda. Amo muito seu conteúdo e admiro muito a pessoa que você é. Um beijo para o Bruninho, pro Jorginho e a Inquilina e um aperto de mão para o Davi, pois eu não sou talarica. E muito carinho para você. Observação. Quando tiver um tempinho, é dá uma olhada nos comentários do Spotify. Não
sei se tem um motivo para você não olhar se tiver desculpa, mas já vi alguns seguidores bem chateados porque você não responde por lá. Mas também tem muitos comentários, é, tem muitos comentários legais, inclusive os meus. Eh, beijos e muito sucesso. Em breve eu volto com mais histórias, ó. Um beijo, tá? Muito obrigado, menina. Que relato. [ __ ] que pariu, que relato. Olha, eu acho assim que a melhor coisa é é vocês realmente eh se manterem afastadas. E cara, que loucura. Assim, eh, eu tentei entender aqui, caso as meninas, pera aí, vamos por partes,
né? As meninas elas ficam com a família paterna, né? E você foi, é, mais ou menos criada ali pela sua família, é, pela família materna. Eh, eu acho que quando a sua avó lá no iníozinho, né, quando ela quis escancarar para você quem a sua mãe era, eu acho que é muito para lá no futuro, lá na frente, né? Porque talvez a sua avó esperava que isso fosse acontecer para que caso uns anos depois, mas não foi o que ocorreu, né? ela viesse a te procurar querendo pagar de boa mãe e talvez você tivesse se
esquecido como foi, né? Porque é a primeira infância ali, geralmente a gente esquece um pouco. Eu acho que ela queria, por mais que não seja legal isso, mas eu acho que ela queria tipo e não é confirmar a palavra, né? Mas comprovar, tipo isso, acho que ela queria comprovar que você lá na frente não fosse dar chances pra Maledite, mas não foi isso também que aconteceu, porque ela não quis depois se redimir, porque isso acontece muito. Eh, só que aqui eu acho que foi totalmente o contrário, né? E eu acho assim que a melhor coisa
que vocês podem fazer pela vida de vocês, tanto né, você, suas irmãs, eh, você não tem filho ainda, mas futuramente se você vier a ter uma criança e, sei lá, ela querer vir com papo de, ai, eu não pude ser mãe, eu quero ser avó, eu quero ser uma avó presente, ai não deixa, não deixa, porque eu acho assim que tem casos e casos, tem muitas histórias de Maledite que eu conto aqui que no final houve ali um perdão. Eh, houve uma aproximação, mas eu acho que são casos e casos. Eh, e no seu caso
aqui, eu acho que vocês não deveriam, sabe, um dia perdoar. Eu falo isso, gente, porque é é uma história recente, aparentemente, não recente, mas é algo que ainda acontece. Não, assim, não parece que tem muitos e muitos anos que isso aconteceu, sabe? igual eh as meninas ainda não são maiores de idade, então sabe nessa questão da linha do tempo, não tem muito tempo, por exemplo, que a Maledite entrou em contato pela última vez. Isso que eu tô querendo dizer. Então você pode ter certeza que a Maledite ainda a provavelmente ainda deve ser uma mulher nova.
Então uma hora ou outra ela vai aparecer na vida de vocês, na sua vida, na vida das meninas. E eu espero muito que as meninas não esqueçam. E eu acho que até pela forma como elas falaram, né, aqui no final do relato, acho que elas não devem esquecer, né, não vão esquecer. E que seja assim, sabe? Eh, não dá brecha. Eu acho que essa maledite, ela é daquele tipo de que ela vai ser ruim para sempre. Ela é uma pessoa ruim. E sabe onde eu percebi isso? De todas essas atrocidades, de todas as coisas que
ela fez, uma coisa que me chamou muita atenção foi o seguinte. Quando as meninas ficaram na guarda do pai, elas iam ter a chance de poder viver bem, ter uma vida tranquila, uma vida calma, eh poder comer direitinho, ir pra escola, enfim, ter uma vida digna. Só que ela preferia brigar na na justiça pela guarda para ela receber pensão, mesmo sabendo que as meninas iriam viver uma vida medíocre, uma vida ruim. Então, foi nesse ponto que eu percebi o o ser humano ruim que ela é, porque tem mãe, tem maledites que põe no mundo, não
quer criar, tipo, [ __ ] as crianças, mas pelo menos deixa, tipo assim, é uma filha da [ __ ] é é uma ordinária, não quer criar os próprios filhos, mas deixa lá pra avó, para uma pessoa sensata, criar. Ela não, ela além de ser tudo isso, ela queria ainda pegar as meninas para fazer, para fazer raiva, para poder conseguir dinheiro em cima delas, mesmo sabendo que as meninas não iam ter uma vida digna, porque ela se autoconhece, ela sabe que ela é um ser humano ruim e que ela não sabe ser mãe. Então, ela
sabia que com elas as meninas não iam ter uma boa educação, não iam comer direito, não ia ter nada, tipo, ia ser, enfim, iam crescer tendo uma infância extremamente problemática, mais do que já tiveram. Então para ela, tipo, [ __ ] o importante era ganhar a pensão. Então aí você já se tira que ela é uma pessoa ruim, ela é uma pessoa extremamente ruim. E foi aí que eu percebi que ela não merece perdão nenhum. E aqui, só para finalizar, porque assim, é um relato muito grande. Eu acho que eu teria várias coisas para comentar,
mas não vou me estender porque foi um relato muito longo e a minha garganta tá doendo um pouquinho. Mas só respondendo o que você perguntou sobre o Spotify, assim, gente, eu vou ser bem sincera, ele nem fica baixado no meu telefone. É, a mesma pessoa que edita os vídeos e posta, é, aqui no YouTube, é a mesma pessoa que pega, transforma o vídeo em áudio, né, só em áudio e joga lá pro Spotify. Então, o YouTube eu, é, eu vejo tudo direitinho, sou eu que coloco o título e tudo mais agora e sou eu que
coloco a capa também, mas lá no Spotify eu não tenho nem baixado. E por quê, gente? Não é que eu faço pouco caso da plataforma ou dos meus ouvintes por lá, porque eu sei que tem pessoas que só me escutam por lá e provavelmente, né, vai estar me escutando porque o vídeo daqui do YouTube vai lá pro Spotify. Então assim, gente, não é por mal, porque o que que acontece? O Spotify ele é uma plataforma que ele não é for you, né? tipo for you é tipo Instagram, o o aqui no YouTube não é nem
for you, mas é tipo assim, é uma é interativo. Então, por exemplo, quando a gente tá no TikTok, vou dar um exemplo, ou então num reals do Instagram, você olha ali o vídeo e aí você às vezes está assistindo o vídeo, você não fica lendo os comentários. Então, lá no Spotify não é assim. A pessoa ela coloca ali o o conteúdo e ela fica escutando e vai fazendo as suas coisas. ninguém fica tipo assim com o telefone, eh, ou sei lá, o tablet, o iPad, enfim, escutando e olhando, porque não tem nada para olhar, é
só áudio, então não tem por ficar fazendo isso. E aí eu acho que como a aba dos comentários também é algo um pouco mais escondido ali no Spotify, isso meio que dá as pessoas uma certa liberdade delas comentarem o que elas querem. E é aí que tá o problema. Quando eu lia, eu chorava. Eu vou ser bem sincera, eh, eu já li muitas coisas ruins lá, então eu decidi nunca mais ler nada. Meus gatos destruindo a casa. Não, o meu gato, gente, juro, o Bruninho acabou de passar ali no corredor correndo com um laço da
minha árvore de Natal que eu nem terminei de montar e ele já tá destruindo. Mas enfim, e aí desde a última vez que aconteceu esse episódio, isso já tem mais de um mês, eu nunca mais, não, já tem uns dois meses, eu nunca mais entrei lá no Spotify. E assim, gente, é, eu sei que é chato às vezes eu não responder os comentários, não ler, mas é pela minha saúde mental. E a última vez que eu fiz isso, que eu li, foi até um dia que eu que eu, não sei se vocês vão lembrar, eu
até printei e comentei aqui no no YouTube que eu já tava cansada desses comentários, que eu ia entrar em contato com uma advogada, que aquilo, tipo, não ia ficar assim. E aí que era uma menina falando coisas horríveis lá. E aí eu lembro que, tipo, o pessoal não é que ficou do lado dela, mas ainda ai Leandro, acho que você interpretou errado, acho que não foi isso que ela quis dizer. E foi isso sim, gente, porque eu perguntei, eu falei assim: "Pera, eu entendi certo? Você tá realmente querendo dizer isso, isso, isso?" E aí ela
poderia ter falado: "Não, não foi isso que eu quis dizer, mas não, ela foi lá e apagou o comentário." Então lá, gente, eu sei que às vezes as pessoas olham e fica, não, você entendeu errado, porque um ser humano não vai eh tipo assim, não vai querer que você passe por isso, porque o comentário era tipo assim, como se eu, ah, não vou entrar em detalhes, mas foi um comentário muito desagradável, que agora até já esqueci, graças a Deus, mas as pessoas pensam que um outro ser, um outro ser humano não tem capacidade de escrever
algo tão ruim. Só que lá no Spotify as pessoas, né, comentam porque a aba de comentários lá ela é muito, ela fica muito tipo escondida e ninguém e tipo assim, querendo ou não, lá não é perfil, então você cria uma conta, a maioria não tem foto de perfil, às vezes é um nome, tipo, um nomezinho zoado, então não tem, como que eu vou dizer, tipo, não tem como você encontrar um perfil de uma pessoa por lá, entendeu? Você não clica, por exemplo, você tá lá no Instagram, você viu que a pessoa comentou uma merda e
você clica, você tá no perfil, você vê foto dela da família, você sabe a vida toda da pessoa. Não, lá não tem como. Então isso dá uma certa liberdade. Aí visando a minha saúde mental, eu não olho mais por causa disso. E tipo, esse comentário que na época eu printei e postei aqui, gente, é isso aqui perto das coisas que eu tava lendo lá, porque pasme ainda tem uma aba lá que fica oculta para eu eh aprovar ou não. Gente, nessa aba quando eu entrei, sério, sério, gente, eu até pensei no dia em parar de
criar conteúdo e acabar com o canal e tudo. Então, é por causa disso que eu não olho os comentários do Spotify. Aqui no YouTube eu olho pouco também, tá? fica tudo desativado, as minhas redes sociais, os comentários, comentários não, notificação, fica tudo desativado por causa disso. Inclusive, é por isso que quando vocês me marcam, às vezes me mencionam lá no Instagram, nem sempre eu vejo, porque fica tudo desativado e eu só vejo mesmo se eu parar um tempinho e entrar e olhar. E é pela minha saúde mental, tá bom, gente? Espero que entendam. Mas é
isso, eh, ó, um grande beijo, a moça do relato e um beijão também para quem ficou até o final do vídeo. Tchau, tchau.