Gente, vamos lá então. Ó, na semana passada eu cheguei a falar fenômenos e até qual fenômeno eu fui ou nem cheguei a começar a falar fenômenos. Só reflexão. Gente, olha só essa parte de fenômenos ondulatórios no Enim é o que mais vai chover questões para vocês, tá? Eu comentei com vocês que dessa parte introdutória vocês têm uma questão de fenômenos. A gente chega a ter Trestar atirando muito alto assim, uma prova muito aleatória, vocês chegam a ter quatro, tá? Mas claro que não vale a pena lembrar todos, decorar todos, porque tem uns que nunca apareceram.
Vamos lá, então, gente. Primeiro fenômeno onulatório que eu tinha comentado semana passada, gente, era reflexão. O que que é reflexão? É quando uma onda ela encontra um obstáculo, bate nele e volta. Ou seja, é quando uma Onda ela é refletida por um obstáculo. Que que vocês não podem esquecer? Quando a onda bate no obstáculo, ela vai bater, vai voltar mantendo o meio que ela tá se propagando. Então, se ela mantém o meio de propagação, quer dizer que a velocidade permanece constante. A onda ela vai bater e voltar, a fonte não vai tá sendo alterada. Então
quer dizer que a frequência e deixa eu colocar aqui que é uma coisa que eu quero que vocês anotem aí, gente. Olha só, a frequência e o período da onda eles não mudam, tá? Então só complementem na apostila de vocês essa historinha do período ali junto com a frequência, porque período é uma coisa que tem se falado muito. Que que é período? é o tempo gasto para formar onda. E esse período ele depende da fonte. Como a fonte não vai ser mexida na reflexão, então a onda bate e volta Com o mesmo período e com
a mesma frequência, tá gente? Se ninguém modifica, o comprimento de onda também não modifica. Então sempre lembrem disso. Na reflexão, todas as propriedades da onda permanecem constantes, tá gente? Pessoal, reflexão é o fenômeno que mais aparece, é o fenômeno que mais vai cair, tá gente? Inclusive, teve agora questão há pouco tempo falando sobre a densidade do material ser uma superfície Refletora. Se eu tenho, por exemplo, um material muito denso, ele reflete muito mais a onda. Nada dela passa pela barreira. Se eu tenho um material pouco denso, parte da onda volta, mas uma parte pode passar,
tá gente? Mas não esqueçam disso. Quando se falar em reflexão, qualquer onda pode ser refletida. Acontece com o som, acontece com a luz. Quando se fala com som, lembrem sobre o eco, que o eco é uma típica reflexão do som, né, gente? Sempre é bom lembrar isso aí. E ó, gente, aquela decorebinha clássica que o Enem cobrou alguns anos atrás, que a gente tem que tomar cuidado com isso, ó. Quando vocês têm onda em cordas e a corda de vocês for com a extremidade fixa atada, a onda quando bate nessa extremidade, ela vai ser refletida
e a amplitude dela é invertida. Mas ao invés de dizer que ela é refletida com inversão de amplitude, o que que eu comentei com vocês? Ela é refletida com Inversão de fase, tá? Não esqueça de anotar isso, tá gente? Na extremidade fixa, reflexão com inversão de fase. Fechou? E quando a extremidade da corda é solta, ó, quando a extremidade da corda, gente, não for atada, vocês vão ter uma reflexão sem inversão de amplitude ou sem inversão de fase. Um exemplo clássico, gente, dessas reflexões em cordas aqui, ó. Violão. Violão. As a corda ela é presa
nas duas extremidades. Então, quando alguém bate Na corda do violão, que se forma essa onda, quando chegar na extremidade da corda, ó, como ela tá atada no violão, vai ter reflexão com inversão de fase, tá gente? Eles não levaram pra prática, eles só perguntaram o quê? Se ela era invertida ou não por ser fixa ou por ser livre. Bem decoreb assim, tá gente? Então, reflexão, eu falei semana passada. Vamos dar sequência, gente. Próximo fenômeno que vocês têm aí, ó. Deixa eu pular esses vídeos aqui. [roncando] Próximo fenômeno é a refração. Gente, esse fenômeno junto com
a reflexão é um dos que mais aparece, tá? A refração é quando uma onda muda o meio que ela se propaga. Deixa eu dizer para vocês, a refração qu cai quase todos os anos e quando cai refração, cai na parte de ótica. Então vocês marquem aí, gente, ó, que a refração vai cair pra luz, tá? Na UFCM, desde que voltou o vestibular, gente, refração apareceu dois anos Seguidos e tá dois anos sem aparecer, logo logo vai cair de novo, tá gente? A refração, pessoal, é como funciona a nossa visão. A luz quando ela entra para
dentro do olho da gente, ela muda o meio que ela se propaga. Lado de fora do olho da gente é ar. Quando entra para dentro do olho da gente, ela passa por dois meios. Na entrada do olho, gente, tem uma lente natural chamada cristalino. E esse cristalino ele é chamado de humor acuoso, tá? é como se fosse uma Gelatina. E atrás do cristalino, que é a parte interna do olho, tem um eh um líquido chamado de humor vítrio. É transparente como vidro. São duas mudanças de meio, desculpa, são três mudanças de meio. Do ar pro
cristalino, cristalino pra parte interna do olho. Essas três mudanças de velocidade vão formar a nossa visão. Lá na ótica eu vou mostrar isso para vocês. Quando a luz ela muda de meio, essa mudança é tão perceptível que o raio luminoso ele Quebra na superfície que ele muda de meio. ele quebrando acaba entortando e isso dá origem à nossa visão. Quando alguém tem problema de visão, é porque o olho não tá refratando direito os raios. E qual que é a função do óculos? É criar uma outra refração para que junto do olho provoque um desvio e
corrija a nossa visão, tá gente? Então, a refração é o que é o que forma a nossa visão e é o que corrige problemas de visão, tá gente? Na URGs, Pessoal, o ano retrasado caiu refração em cordas. Quando vocês tiverem duas cordas de densidades diferentes, quando vocês baterem numa corda e essa onda passar de uma corda pra outra, isso é uma refração também, tá gente? Então fiquem ligados, refração não é apenas da luz, pode ser quando é gerado onda em cordas de densidades diferentes, tá? Vocês estão vendo aqui, gente, ó, que quando a onda ela
passa da corda mais fina para mais grossa, ó, parte dela Volta, essa parte que volta é chamado de reflexão. É o que acontece no vidro. Quando a luz daqui de dentro passa pelo vidro, lá fora, as pessoas conseguem enxergar essa luz aqui de dentro. E a gente que tá aqui dentro vê que o vidro tá sujo, porque parte da luz passa lá para fora. Por isso que nos que enxerga a luz lá fora. Só que a gente enxerga o vidro sujo porque parte dessa luz voltou. Então fiquem ligados, tá gente? Pode acontecer dois fenômenos juntos,
Pode sem problema nenhum, tá pessoal? Isso aqui tava na URGs do ano retrasado, ó, e foi uma questão tri boas de resolver, mas era para marcar um desenho semelhante a esse aqui, tá, gente? Agora, pessoal, o seguinte, e refração sonora pode acontecer? Claro que pode. Como que seria uma refração sonora? É a gente pensar numa situação do dia a dia onde o som ele passa para um meio para outro. Como que seria isso? Eu tô numa piscina mergulhando e de repente alguém Me chama fora da piscina. E eu dentro da piscina escuto essa pessoa me
chamar, porque esse soma emitiu no ar, parte dele entra para dentro da água, então parte dele refrata. Fechou, gente? Refração vai cair valendo. Com reflexão é o que mais aparece em prova, tá? Então, sempre enxerguem isso. Reflexão é a onda bater e voltar. A refração é ela passar de um meio para outro, não é ela voltar, mas pode parte dela voltar sem problema nenhum. Só que essa parte que Volta aí é reflexão. E o que passou pro outro meio é o que a gente chama de refração, tá gente? Então se liguem nessa diferença. Onda bateu,
voltou, reflexão. E a onda aqui seguiu, ó, pro outro meio. Isso é refração. Fechou, gente? Que que a gente não pode esquecer numa refração, como muda o meio, muda a velocidade. Toda e qualquer onda que mudar de meio sempre vai mudar a velocidade. A mudança de velocidade da luz, gente, é tão Perceptível que provoca essa quebra aqui, ó. Por que que existe essa quebra? Devido à mudança tão acentuada que tem. Quando a luz passa do ar paraa água, no ar ela tá se propagando a uns 300.000 km/s e quando ela vem pro ar, ela passa
para 250.000 km/s mais ou menos. É uma mudança de 50.000 km/s é muito alta. Então essa mudança por ser alta, a gente vai perceber isso na quebra. E lá na ótica vocês vão ter que se ligar nisso, pela Trajetória da luz, enxergar se na mudança de meio ela aumentou ou ela diminuiu a velocidade. Lá na ótica isso vai ser fundamental. Por enquanto não, porque é só definição, tá gente? Então o seguinte, se a velocidade da da onda muda devido à mudança de meio, ela varia obrigatoriamente. Quem é que vai acompanhar a velocidade? O comprimento de
onda. Guardem isso, ó. Quando uma onda mudar de meio e a velocidade muda obrigatoriamente, alguém Tem que acompanhar ela e quem acompanha é o comprimento. A frequência, gente, e o período da onda, eles não mudam. Por que que eles não mudam? Porque frequência e período são propriedades da fonte. Fechou? Então fiquem ligados nisso. Quando uma onda mudar de meio, ela só muda a velocidade. E deixa eu dizer para vocês uma coisa, ó. Aqui periga aparecer uma pegadinha, gente, que é a história Clássica da luz do sol. A luz do sol quando passa, por exemplo, do
cosmos aqui pra Terra, vocês notam nela uma mudança de cor. A luz do sol ela é branca. E a gente aqui na Terra, dependendo da hora do dia, a gente percebe ela amarelada, alaranjada. Quando tem algum pô do sol assim, ó, que tem muito gasto poluente na atmosfera, a gente enxerga a luz com um tom meio avermelhado. Ela tá mudando de cor, não tá? É que Dentro da luz branca existem as cores que formam arco-íris. E como vai ter esse desvio, a cor vai depender de qual delas desvia em direção aos nossos olhos. Então, quando
eu tô vendo a luz do sol com o tom amarelo, é porque no desvio vem mais da minha direção a cor amarela. Por que que o céu é azul? Porque quando acontece a refração, a cor da luz que mais desvia em relação aos olhos da gente é exatamente o azul. Então, fiquem ligados. Cada cor da luz Representa uma frequência. Essa cor que a gente enxerga na aulas do Sol não é mudança de frequência, é aquela cor que vem na nossa direção, tá gente? Fiquem ligados nisso. Depois, quando eu falar em refração da luz, eu sigo
isso aqui de novo. Fechou, gente? Então, refração é bem de boas, né? Por enquanto é mais definição. Lá na ótica a gente aprofunda valendo e aí dá uma analisada um pouquinho maior, tá? Seguimos. Olha aqui, gente. Próximo Fenômeno é a difração. Esse aqui ele tá em terceiro, mas ele não é um dos que mais aparece. Só que esse fenômeno ele é muito comum pra gente, então ele de vez em quando cobra ele, tá? Gente, o que que vem a ser a difração? É quando uma onda contorna um obstáculo ou quando a onda passa por uma
fenda? E complementem aí, tá gente? Coloquem um complemento aí, ó. E quem quiser escrever assim, ó. e Propaga-se, propaga-se Se liguem nisso. É onda passar por fendas ou contornar obstáculo. Lembrei, ó. Sabe o que que o inim cobrou também, gente? Fração. Duas pessoas conversando eh em casas diferentes do lado do muro. Uma na sua casa e a outra no outro lado do muro. Uma pessoa conseguia conversar com a outra. Elas se comunicavam de boas com um som. Por que que existia essa Comunicação? Porque o som podia contornar o muro. Isso é chamado de difração, tá
gente? Foi isso aí que apareceu. Fechou? Vamos seguir na sequência, gente, depois da difração, a gente tem a interferência. Seguinte, ó. Interferência fazia tempo que não caía. Começou a cair nos últimos anos. E se preparem porque tá ficando o que mais aparece em prova, tá gente? Então coloquem um asterisco aí que periga voltar. O ano passado não teve Interferência. O ano passado caiu ã se eu não me engano era o ano passado caiu reflexão e o ano passado caiu duas questões de acústica, tanto que uma foi anulada, tá gente? Foram quatro deondas no total, mas
uma delas eh foi de reflexão, uma duas de acústica. E essas duas de acústica, uma delas foi anulado, tá gente? É normal sempre aparecer isso. Seguinte, o que que é a interferência? Deixa eu dizer para vocês uma linguagem Técnica e traduzir no popular, que isso é fácil de entender. Interferência, tecnicamente falando, é a sobreposição de ondas com frequências iguais. Aí na apostila de vocês, onde tá escrito sobreposição, puxe uma flechinha e escrevam o termo popular, gente, que fica fácil de entender isso aqui. Ao invés do dia a dia da gente usar o termo sobreposição, a
gente pode dizer encontrou. Encontrou. Então, ó, interferência é o encontro de ondas com frequências iguais, tá? Encontro de ondas com frequências iguais. Olha só, gente, sabe onde é que é muito comum hoje em dia vocês perceberem a interferência? estação de rádio, principalmente quando a gente viaja aqui do Sul, por exemplo, em direção Uruguai Ou Argentina, dentro do Rio Grande do Sul, vocês até podem perceber isso, só que é um pouco mais difícil. Olha só, gente, eu tô aqui em Santa Maria e vou lá para livrar. Se fossem bolhas, se vocês pegarem, gente, uma caneta Bic,
tá? Pegar uma água, botar sabão na água, caneta começa a formar uma bolha e à medida que vocês vão enchendo essa bolha, ela vai aumentando o tamanho, tá? Ou então quando era criança, aquelas Coisinhas lá que fazia bolha soprando com anelzinho, é a mesma coisa, tá gente? O que que vai acontecer? Essas ondas vão saindo da rádio Atlântida e vão se propagando. Elas se propagam até uma certa região e somem por depende da energia que ela transporta, tá gente? O problema é que lá no Uruguai, lá em Riveira, lá na Argentina, por exemplo, vai existir
uma estação de rádio que pode ter a mesma frequência da Rádio Atlântica. Os países Não se conversam para isso. No mesmo país se conversam. Existe lá governo lá, Agência Nacional de Telecomunicações, que eles controlam todas as rádios do Brasil. Nenhuma delas pode ter a mesma frequência. Eles fazem esse controle, tá gente? Olha aqui, lá no Uruguai tem uma rádio com a mesma frequência da Atlântida dessa da Maria. Sai ondas dessa rádio e essas ondas elas vão se propagar até uma certa região. Que que vai acontecer? Essas ondas elas podem se encontrar em alguns lugares. Se
eu com meu rádio passar nesse lugar que as duas ondas se encontram, uma onda interfere na outra. Mas o que que vai ser esse interferir? Pode ouvir as duas rádios juntas ou pode nesse lugar aqui, ó, as rádios saírem fora do ar? Isso que pode acontecer. Então, quando eu cruzei aqui, escutei duas rádios, opa, é uma interferência, tá tendo um encontro das Duas rádios. Quem vai daqui para Porto Alegre para 290, vai daqui a São Cepé, São Cepé vai quase até Capava lá e entra 290. Se vocês forem com o Atlânt da Santa Maria eh
sintonizada, quando tá passando lá por trás da cachoeira, pega junto na estrada ali atlante da Santa Maria, atlante da Porto Alegre, porque as duas são na mesma frequência, tá? A gente tem esse problema numa região ali, fechou? E aí tem um detalhe, ó, pode também acontecer das duas saírem do ar. Então, quando eu passo aqui, fica aquele chiado na raiz, tá gente? Antigamente, sabe onde é que acontecia muito essa interferência? Telefonia, telefone, celular. Telefonia de celular, gente, era muito comum antigamente. Eu tava com o meu telefone celular caminhando na rua e ele trocando ondas com
uma antena. O que acontecia? Outro telefone celular também fazendo uma ligação e aí acontecia das ondas os dois telefones se encontrarem. E o que Que era o problema? As quatro pessoas escutavam a ligação, gente, simultaneamente. No passar dos anos, os caras evoluíram a telefonia e isso hoje não existe mais. Então, interferência hoje, gente, é muito difícil acontecer, mas ela existe ainda muito, tá? Existe principalmente estações de rádio. Fechou? Agora, deixa eu dizer para vocês, na verdade, quando as ondas se encontram, Ouvi as duas ou não ouvi nenhuma, isso é culpa de quê? Isso é culpa
do seguinte, ó. Quando as duas ondas se encontrarem naquele lugar que elas estão se encontrando, não esqueçam disso. As ondas vão afetar uma da outra a amplitude. Isso é o que vai acontecer, gente, no lugar que elas se encontram. As ondas mudam suas amplitudes, tá? As ondas mudam suas amplitudes. É só isso que acontece. No ponto de encontro, elas mudam as amplitudes e depois segue a vida como se nada acontecesse, tá? Mas aí, olha só o que eu falei para vocês. Pode acontecer de pegar as duas rádios simultaneamente ou sair fora do ar. Qual que
é a diferença? É isso aqui, gente, ó. A Gente pode ter interferência construtiva ou interferência destrutiva. Interferência construtiva é naquele ponto as ondas tendo amplitude pro mesmo lado. Se as duas amplitudes estão pro mesmo lado, olha ali, gente, as duas amplitudes vão somar os seus efeitos. E aí o que que vai acontecer? Se for na estação de rádio, vocês vão escutar nesse lugar aqui, ó, as duas rádios simultaneamente. Fechou? Se vocês tiverem passando por um lugar e as rádios saírem fora do ar, gente, tá acontecendo isso aqui, ó. interferência destrutiva. As ondas quando se encontram
naquele lugar lá, ó, as amplitudes estão em lados contrários e aí na hora do encontro uma destrói a outra, uma desmancha a outra, uma onda subtrai o efeito da outra. E aí, por isso que vai sair fora do aráo, Mas é só naquele lugar que elas vão se encontrar, depois seguem a vida como se nada acontecesse, tá gente? Qual foi a última questão disso aqui no Enem? Fone de ouvido com cancelamento de ruído. Como é que funciona fone de ouvido com cancelamento de ruído? Tem fones de ouvido que gravam algumas frequências fora da cabeça da
gente, principalmente se forem frequências mais baixas, como motor de ar condicionado, motor de carro, motor de avião. Quando são Frequências mais baixas, o fone do ouvido grava e ele emite o mesmo barulho pro lado de fora da cabeça da gente. E aí ele emite esse barulho de volta com a intenção de cancelar o ruído desses motores e a gente não escutar esse barulho de motor. O barulho da música do fone de ouvindo fica nítido, fica claro, tá gente? Olha só que loucura. Olha tecnologia. Boto fone de ouvido. Quando eu ligo ele, ele grava o som
de fora. Se tiver motor, barulho, frequência baixa, Como motor de ar condicionado, motor de carro, motor de avião, ele emite esse barulho para fora, cancelando esse ruído que tá me atrapalhando de eu usar o fone de ouvido. E a musa e a música, gente, fica nítida. Fechou? Então, se é uma interferência para cancelar ruído, isso é uma interferência destrutiva. Foi a última questão que apareceu, tá gente? Então, lembrem, falar em Interferência destrutiva, fornecamento de ruído, exemplo que eles colocaram, tá, gente? Seguinte, só pra gente não esquecer, ó, quando as amplitudes estão pro mesmo lado, algumas
provas chamam essas amplitudes pro mesmo lado por um nome técnico, tá gente? E como o FSN tá voltando e a banca tá mudando, só coloquem isso aí, só pra gente não ficar eh eh, como é que vou dizer assim, ó, se chegar lá, nunca ouvi isso. Vamos eh eh Como é que eu vou dizer? Vamos absorver mais termos que ajuda a gente para isso, tá gente? Para não ter surpresa. Amplitudes pro mesmo lado. Quem quiser, anotem aí ó. Ou acho que tem escrito isso, concordância de fase. Eu não sei se isso tem escrito na apostila
de vocês. Concordância de fase tem, né? tem escrito no texto ali. Então, gente, só sublinhem lá na interferência construtiva, concordância de fase. Fechou? E lá na interferência destrutiva, ó, ao invés de falar que as amplitudes estão em lados contrários, eles vão dizer oposição de fase. Aí só sublinha na apostila de vocês ali, tá gente? Fechou? Olha só, gente, eu usei como exemplo interferência paraa onda de rádio. Onda, pode ter interferência? Pode, só que é mais difícil da gente perceber. Mas não esqueçam disso. Interferência Também pode acontecer com o som. Eu vou mostrar um vídeo para
vocês bem rapidinho, gente. >> Isso aqui é o seguinte, ó. Isso aqui é um experimento que a gente faz na engenharia chamado cuba de ondas. Hoje em dia não se usa mais isso porque hoje em dia tem o Google lá com de software que ajuda a gente a enxergar, simular propagação de sono no ambiente. Então isso aqui é o seguinte, ó. Cuba de ondas é uma forma que em proporções eu reduzo, Por exemplo, o tamanho da sala e eu faço bater na água uma bolinha como se fosse uma pessoa sendo fonte de som. Então, se
eu quero saber como é que o meu som se propaga aqui na sala, eu vou colocar uma bolinha bem no canto, que é onde eu geralmente fico. E aí vai mostrar na água como é que o som se propaga. Mas como enxergar isso na água? Tem uma lâmpada em cima que faz a luz passar pela água e projeta o desenho da onda de uma tela branca embaixo. Olha só, gente. >> Ó, é isso aqui, ó. Quero simular como é que uma fonte de onda gera som ali dentro, como é que ele se propaga. Tá aqui
semelhando pela luz, ó. A fonte gera onda ali e essas ondas vão se propagar em várias direções, tá gente? Isso aqui geralmente serve para fazer teste para avaliar interferência sonora em casa de show ou então em teatro ou então gente em auditório, tá? Sala tipo essa aqui não precisa, né? Apesar do som ser ruim. Eh, mas Principalmente em lugar que tem um show, que é exclusivo para isso, usa isso aqui para experimento. Olha só, gente. Uma bolinha dessas é uma fonte sonora. Se tiver Putz, travou. Vou voltar aqui só pra gente ver desde o início.
>> Ó, cada bolinha batendo ali, gente, naquele lado, ó, uma bolinha batendo ali, outra batendo aqui, é simulação de como é, por exemplo, show num ginásio. O Palco fica lá naquela região. A galera fica por aqui. Aquela bolinha é como se fosse uma torre de caixa de som. E essa bolinha aqui como se fosse uma torre de caixa de som. As torres de som vão gerar o mesmo som, a mesma frequência. E os caras querem saber no ambiente, olha aqui, existem regiões ali, ó, que a água não tem vibração. Se a gente colocar uma rolha
nessa região aqui, ó, a rolha ela não vibra. O que que isso quer dizer? Quer dizer que no ambiente, quem tiver Nessa região aqui, ó, vai perceber uma interferência destrutiva. O sol naquela região ele não fica nítido. Claro que isso é justamente para lugares que querem essa qualidade, não é que nem, por exemplo, ã, sei lá, quando a gente, quando eu fazia faculdade, bate do DCE embaixo da casa do estudante, né? A gente ia para baixo da casa do estudante, botava uma uma um som tosco lá, uma caixa de abelha fazer som, um monte de
caixa lá cheia, desceva gelada, Apagava a luz e todo mundo ia sem querer que ele tivesse pegando, ele tava no lucro, né? Então tu não tá preocupado com o som, tu quer pegar gente. Agora se vai num lugar, por exemplo, num auditório, tipo Araújo, em Porto Alegre, se vai, por exemplo, numa casa de show ã sei lá, ã, Salão Morumbi, aí os caras querem qualidade, então eles cuidam isso aqui. Aí tem software hoje em dia que preenche esses espaços e qualquer pessoa vai escutar o som de boa qualidade, tá Gente? Mas só para vocês entenderem,
interferência com o som pode acontecer. Eu usei exemplo de onda de rádio porque é o mais comum, tá gente? Mas onda de som também acontece. Fechou gente? Eu vou ficar por aqui pessoal, tá na hora de debater. Amanhã eu volto e aí eu sigo os fenômenos só pra gente começar e terminar tudo isso aqui, tá? Tchauzinho, gente. Até mais. Fecha isso aí. Oi. Não tem outro aqui. Aqui, ó. Não vai aqui. Vamos ver aqui. Ã, downloads aqui. Ah, não, não, pera. Abrir com Não, não é, não, não, não, não. Clica direto. Fecha. Pode fechar. Botão
direito em cima aqui. Abrir com Não, não tem clicar aqui, ó. Aqui. Volta botão direito em cima. Agora abrir com Ah, aqui, ó. Ed. Esse não desregula aqui. Aqui. Tá. Eu tinha passado só ateninas e hã hã não lombriga. Eu expliquei lombriga. Tá perfeito. Vamos lá. Vamos de an. Isso aqui foi não. Essa não. Lembrando, o único local da eclosão dos ovos da lombriga é no intestino do ser humano. O ovo da lombriga não eclode no solo, ok? O ovo da lombriga não eclode no solo. Então, detalhe, são dois vermes de espécies diferentes que vão
causar a mesma doença. Eu posso chamar de ancilostomose, ancilostomíase, necatoriose, necatoríase, amarelão. Tem várias doenças que eu chamo de amarelão. Essa é a amarelão das verminoses. Mal do Jecaat. Lembrando que Jeat é um personagem de Monteiro Lobato, OK? Ele é um caipira que vai trabalhar na roça de pés descalço, OK? Então o ansilostoma do Odenale e o necáter americano, o ovo desses vermes vai eclodir no solo. Perfeito. Os ovos desses vermes eem no solo. Então o vermezinho fica lá no solo. Qual é a forma de contágio? Simplesmente o ser humano vai andar de pé descalso.
Esses viermes vão furar a nossa pele, vão cair na corrente sanguínea, vão dar. Lembra que eu falei que aquela lombriga faz o nosso corpo ontem? Lembra? Que ela que a lombriga vai cai no Sangue, vai até fica dando banda do sangue, vai até o nosso pulmão e lá no pulmão ela fura o pulmão e cai no no tubo respiratório, sobe na laringe, ela vai para trás, no esôfago, desce. O ansilostoma do Adenal faz a mesma coisa, OK? O anclostoma do Adenale, ele fala e o Necat Americanos o mesmo ciclo. Detalhe quem gente são parasitas monóxinos.
A lombriga, áscares lombrigoides, o necátor americanos, o ancilostoma doenal São parasitas monóxinos. Significa que eles precisam somente de um único hospedeiro. E esse único hospedeiro é o ser humano. Qual que é o problema aqui? Os sintomas são mais graves do que ascidíase. Por quê? Esses dois vermezinhos, eles têm na eles na sua boca eles têm como se fossem dentinhos aonde eles furam o nosso intestino. E aí o indivíduo vai ter hemorragia intestinal. Essa hemorragia intestinal vai causar problemas de Anemia, vai causar problemas hepáticos. Qual é o primeiro sinal de problema hepático? Icterícia. O que que
é icterícia? É o acúmulo do pigmento bilirubina na pele e nos olhos. Como é que a pessoa vai ficar? Qual é a cor da pessoa? Amarela. Então, lembrando que várias doenças, várias doenças causam problemas hepáticos. Várias doenças tu vai terícia, várias. Ó, essa é a verminose que causa Ecterícia, que causa o amarelão. Perfeito. O ser humano libera os ovos nas feeses. Então, como é que a gente faz para evitar, prevenir profilaxia? Rede de esgoto tratada, saneamento básico. Perfeito. Higiene pessoal, cagar em um vaso sanitário. Mas vai por mim, vai por mim. O que vai cair
em prova é usar calçado. Perfeito. Eles vão, eles vão, gente, o vestibular, ele tenta te enganar. Qual que é a, a principal Profilaxia que cai em prova de ác? Diz lavar higiene alimentar e pessoal. Isto é, lavar as frutas, verduras, legumes, salada, ferver a água e lavar as mãos. Isso é paraa cariz aqui não. Aqui é andar calçado. OK. Vai por mim. Olha a boquinha que eu falei dos vermezinhos, ó. Ó a boquinha do necator americanos. Olha a boquinha do ancilostoma do denenale começa a furar o nosso intestino. Ó o jacatatu que ia pra roça,
carpide de Pé descalço. Cuida para não confundir. O único local que o ovo da lombriga eclode é no teu intestino. Agora os ovos desses dois vermes, ansilastoma do Adenal, Necátor americanos e reclodem no solo. Por isso que tu vai contrair andando de pé descalço. Doença do bicho geográfico, também conhecida como doença da larva migranscutânea. Quem for fazer medicina veterinária vai estudar isso aqui, porque essa verminose também acomete Cachorro e gato. Como é que o cachorro e o gato pegam caminhando de pé descalço ou alguém bota tênis no teu gato, no teu cachorro? Não, né? Então,
como é que o gato cachorro pegam? Geralmente quando tu leva a passear em praças, sabe aqueles parquinhos onde tem areia nas praças? Geralmente é ali que o teu cachorro e teu gato pega, pega essa verminose. O mesmo amarelão, ó, detalhe, sabe o amarelão que o anscilostoma doenale e o Necáter americanos causam no ser humano? O ansilostoma brasiliense faz isso no gato e no cachorro, ok? A mesma coisa que o anscilostoma do onenal faz no ser humano, o anscilostoma brasilienses faz no gato e no cachorro. Então o cachorro e o gato também vão ter problemas de
sangramentos intestinais, hemorragias intestinais. O teu gato, o teu cachorro vão ter problemas de fígado, vão ficar amarelos. Agora entenda, esse verme no ser humano, Ele não consegue furar o nosso vaso sanguíneo. Então no ser humano, esse verme não consegue completar o ciclo de vida, porque ele não consegue ele, então o que que ele vai fazer, tá? Detalhe, essa verminose tem aumentado muito na última década. Por quê? Quais quais práticas de esportes aumentaram no Brasil? O Bits, o Bits venceu o Bits tênis. Tá? E o fut vôlei. OK. Então tem aumentado isso aí, Tá? OK. Detalhe,
é a mais tranquila das verminoses. Por quê? Tu vai, o verme vai ficar na tua pele. O que que significa migrans cutânea? Larva migrans. Que que é migrans? Que ela migra. Literalmente a larva fica caminhando dentro da nossa pele. Cutânea pele. OK, turma. E aí vai ficar, tu vai ter uma dermatite na pele, vai ficar uma linha vermelha que alguém achou que era uma linha de mapa. Sabe quem é que faz mapa? Bicho geográfico. Aí que vem o nome. Bicho geográfico por Causa das linhas vermelhas. Parece o mapa. E larva migra transcutânea porque ela fica
migrando na pele. Ah, ok. Profilaxia, usar calçado. Praticantes de bits e praticantes de fut vôlei. Acho que tem. Tu pode, tem uma meia especial que tu usa, tá claro? É que geralmente se tu for em quadras particulares que tu paga, geralmente eles não deixam cachorro e gato cagar lá, né? Porque como é que tu vai ter lá? O cachorro e o gato, eles Liberam os ovos desses vermes das fezes. Geralmente é mais em quadra de areia de pública, sabe? De praça que é aberta. Aí o cachorro gato, mas agora espera-se que essas quadras que tem
muito em Santa Maria de futebit tênis que tu paga, o cachorro e o gato não entram de rua, né? Entenderam? Então espera-se que não tenha. Perfeito. Profilaxia, usar calçado. Outra, vermifugar cães e gatos. Principalmente quem leva o o teu Cachorro, se tu leva o teu cachorro, o teu gato passear em praças que tem essa areia, tem que todo ano vermifugar. Olha aqui, ó. Ó como é que fica. Ele vai, se tu não tomar, se tu não passar uma pomada especial, se tu não tomar um medic, um vermífogo especial, ele vai ficar andando na tua pele,
tá? Uma inflamaçãozinha na pele. OK? Tá aí. Essa aqui coloca um asterisco com coração. Essa é a mais cobrada das Verminoses acometidas por vermes nematódeos. Essa é a por quê? Porque tem mosquito, turma, ó. Àscares licóides, necator americanos, ancilostoma doenale, ancilostoma brasiliense. São todos parasitas monóxinos. Todos esses quatro nematoides que eu citei aqui, eles precisam somente do ser humano, né? Ou do gato ou do cachorro. São hospedeiros, eles eles possuem hospedeiros únicos. Detalhe, é a Única verminose causada por um nemateuminto que tu precisa saber que o verme ele é heteróxino. O que significa eu dizer
que a filária, filária é o nome popular do verme? O que significa eu dizer que a filária é um verme heteróxino? Quer dizer que ela precisa de dois hospedeiros diferentes. Ela precisa de quem? Do mosquito e do ser humano. OK? Lembrando que eu posso chamar de filariose porque o nome popular do verme É filária. Eu posso chamar de elefantiase. E por quê? Por causa dos sintomas que ficam nas pernas dos seres humanos. Já vai entender o porquê da elefantise. Contágio. Picada do mosquito, principalmente do gênero clex. Pode ser o anófiles. São dois mosquitos de região
de região tropical. Por isso que ela é considerada uma verminose tropical, OK? picada do mosquito contaminado com a microfilária. Sim, gente, literalmente o Mosquito ele vai ter na sua saliva as microfilárias e quando ele picar ele vai transmitir. Então, o hospedeiro intermediário é o mosquito, o hospedeiro definitivo o ser humano. Gente, vamos lá. Todas as doenças que nós estudamos que envolve mosquito como vetor, OK? Todas, viroses, protozoes, malária, leiose, todas elas. Aonde que o parasita fica no nosso corpo? Hã, dengue, chicongunha, zica, febre amarela. Vocês viram que tem Uma febre nova agora no Brasil? Febre
do Nilo. Morreu já uma pessoa no Brasil. Febre Nilo é uma virose transmitida pelo pernilongo, que é um mosquito maior. Cuida sim, tem uma nova no Brasil, né? Não, né? Tem uma nova. Não basta ter dengue, chicungunha, zica, febre amarela, lobisome, chupacabra. Agora tem a febre do Nilo. OK. Então, aonde aonde que o parasita vai ficar? No nosso sangue, não é isso? Aqui não. Cuida com detalhe, não fica no Sangue. Aonde que o aonde que as filárias adultas vão ficar? No sistema linfático, tá? O que é o sistema linfático? Ele é um sistema formado por
uma rede de vasos linfáticos. parecido com o sistema circulatório que se espalham por todo o nosso corpo. Então, a gente tem vários vasos linfáticos espalhados por todo o nosso corpo. E o e quais são as principais funções do sistema linfático? Esse sistema ele tem como função absorver o Excesso de líquido que fica entre os tecidos. Esse sistema linfá, ele suga, ele evita inchaço, sabe? Hematoma inchaço, ele evita inchaço, tá? Lembrando que o inchaço é um acúmulo de líquido num tecido. Então o sistema linfático ele vai absorver esse líquido e vai transportar pelo corpo. Como é
que é o nome desse líquido? Linfa. Sistema linfático linfa. Esse líquido vai passar pelos linfonódos, os gangngulos linfáticos. E se tiver algum agente Estranho, vai ser destruído, tá? E aí depois ele é lançado no sangue. Esse é o sistema linfático, OK? O macho e a fêmea, eles ficam no sistema linfático. Lá eles vão casar, lá eles vão acasalar e aí eles começam crescer e aí eles começam a causar obstrução dos vasos linfáticos. Essa obstrução geralmente acontece nas pernas pernas. OK? Olha ali. Que que acontece com o passar dos meses e anos? O líquido começa a
acumular. E esse líquido é líquido, água. E começa a inchar, inchar, inchar. E aí o indivíduo fica parecendo como uma perna de elefante. Por isso que é ele fantase. Geralmente isso acontece nas pernas, mas lembrando meninas, a gente também tem vasos linfáticos nas mamas, nos seios. E eles podem ficar nos vasos linfáticos das mamas. E aí com o passar do tempo acumula líquido, líquido, líquido. O que acontece com a teta? Cai certo? Peso, né? líquido cai. Meninos. Que que é Saco? Escrotal. Que que é o saco? Saco é a pele. É a pele. Não é
o testículo que tá lá dentro. Saco escrotal é a pele. Ok. Que que a gente tem nesse saco escrotal? Nessa pele? Vas linfáticos. Pode acumular. Você consegue entender que aquilo ali é um é uma um saco escrotal? Ó o tamanho. Ó o tamanho desse saco escrotal. Claro, isso aqui é um indígena lá da África que nunca foi tratar, tá? Isso aqui é anos e anos e anos. Perfeito. Essa é a elefantice, filariose. Qual que é a profilaxia? Se o contágio é picada de mosquito, qual que é a profilaxia? Combate ao mosquito. Ó, por que que
é uma doença tropical? Porque o mosquito clexulex, onde é que ele vive? E o anófilis, olha aí. Perfeito, turma. Pergunta séria, já tiveram coceira no toba de de noite? Aí, professor, tô perguntando sério. Cira no [ __ ] Por que, professor? Porque essa é a verminose que dá coceira anal. Literalmente o teu toba vai coçar de noite. Porque só de noite? Já até conto porque só de noite. Ela é a verminose da coceira anal. Tu vai entender porque que tu tem coceira no toba de noite. Qual é o nome do verme? Oxiúrios vermiculares. Antigamente era
chamado de enteróbios Vermiculares. Gente, o contágio é muito parecido com o da lombriga. O ser humano vai ter oxirose ingerindo os ovos doxiuros em água ou alimentos contaminados. Perfeito. Água ou alimentos contaminados. O mesmo ciclo que a lombriga faz no nosso corpo, o oxiú vai fazer. Quem quer, lembrando que ele é um parasita monóxino, ele e o hospedeiro Único dele é o ser humano. Agora entenda o porquê da cocerianal. Ã, quando o ser humano, vamos lá, eu sou um ser humano, eu tenho vários oxiúrios no meu intestino. Gente, o vermezinho não passa de poucos centímetros,
tá? Ó, é bem ele é adulto. Lembra que a lombriga adulta 40 cm? O macho da lombriga 25. Aqui não, aqui são vermes branquinhos, bem pequenininhos. OK? O que que acontece? Ã, quando o ser humano para de se movimentar, a fêmea desce Todo o intestino. Quando é que a gente para de se movimentar? Senta num sofá, senta numa cadeira, deita quando? de noite. Então, as fêmeas percebem que que a pessoa parou de se movimentar e aí elas descem, descem, descem e elas elas colocam, elas só irão colocar os seus ovos no nosso anos. Sério? Imagina,
ela desce tudo, ela atravessa o teu toba, tá? Como é que a gente chama ali na mucosa nasal? Na mucosa nasal nós temos dobrinhas de Pele. Sabiam disso, né? Como é que a gente chama essas dobrinhas? Pregas. Aí, professor, sério que eu tenho pregas? Sim. Pregas anais. Que que é uma prega anal? Vocês dão risada, né? Vocês dão risada. Mas é verdade. Por que que a gente diz que tem prega noá lá embaixo? Porque são dobras de pele, então é uma prega anal, tá certo? E aí a fêmea faz o quê? Ela imagina várias vários
vermezinhos mordendo as tuas pregas. Sério? A fêmea ela tem que se fixar, né? Senão ela cai, cai na cueca, cai na calcinha. Então as fêmeas mordem as pregas anais para se grudar. E quando elas mordem dá o quê? Coceira. Entenderam? Ah, vocês acharam que tava mentindo. É verdade. É a doença conhecida pela coceranal. OK. O ser humano libera os ovos nas feeses. Profilaxia, saneamento básico, higiene pessoal alimentar. Se tu coçar o teu toba, não vai passar na cara do teu irmãozinho ou irmãzinha, né? Se tu coçar O teu toba, tu não vai fazer um sanduíche
pro teu namorado, para tua namorada, né? Tu vai lavar as mãos, ok? Beleza? E cuidado aonde tu bota essa tua boca, tá? É, cuidado. OK. Beleza. Higiene pessoal, beleza, né? Ó, se tu encontrar um homem que veio lá do país Grécia, não sai beijando ele, né? Um grego, se tu me entendeu, né? Tá aí. Professor, não fala isso. Tinha uma, eu tinha, eu tinha uma foto que todo Mundo fazia cara feia. Era uma foto literalmente de um toba cheio de vermezinho grudado. Eu tirei porque o pessoal não gostava muito, mas uma cara nojenta. Tá, terminamos
verminoses. Já foi filoporífera. Já tomaram vermífago anual de vocês? A iermectina, a anita tem que tomar, principalmente quem tem cachorro e gato. Vamos lá. Já foi filo porífera, já foi filo quinidária. Eu sei que a anelídio Tá antes, né? Mas não muda nada. Foi filo porífera, filoquinidária, filoplateumintes, filemateumintes. Vamos pra molusca, tá? Lembrando essas classificações que a gente que eu coloco aqui no início, turma, para quem não tá ligado, esses slides estão na plataforma do Rachelo. Esses slides estão no grupo do Whats de vocês, quem quiser acompanhar pelo tablet e pelo celular, tá? OK. Beleza,
Vamos lá. Filo molusco. O que que é um animal metazoário? Lembrando que eu metazo metazoário é a mesma coisa. Beleza? Eh, a partir de quinidário, todo mundo é eu metasuário. Significa que todo mundo vai ter tecidos verdadeiros. A partir de plateuminto, lá no estágio embrionário gástrula, todo mundo vai ter ectoderma, mesoderma e endoderma. A partir de plateuminto, Todo mundo é triblástico. Novidade. Lembrando, o que que é selama? Seloma é uma cavidade formada na no embrião nêula. O seloma é um vai ser é um espaço do embrião que vai servir quando o animal se transformar em
adulto, um espaço pros órgãos. Então, a partir de agora, lembra? Porífero, quinidário, plateominto, acelomados. Não tem selama. Nemateumintes, pseudoelomados. Tem um celoma, mas ele é considerado falso. A partir de agora, todo mundo é eu selomado ou selomado. Quer dizer que tem uma cavidade selomática verdadeira que vai servir de espaço pros órgãos quando adultos. OK? Que que significa protostômios? Um buraquinho do estágio gástula chamado blastópuro vai originar [roncando] a boca. São protostômios. Quinidário, Plateuminto, nemateuminto, molusco. A sua boca foi formada por aquele buraco do da gástula chamado blastóporo. Molúsculo não tem o corpo Molusco não [roncando]
tem o corpo dividido em partes. Animais não metamerizados, eles não possuem o corpo dividido em partes, tá? Molusco ele tem lado direito, lado esquerdo do corpo. São animais bilaterados. Tem barriguinha, a gente chama de ventre, tem costinhas, Que nós chamamos de dorço. São animais bilaterados. [roncando] Qual é a principal característica? Eles têm um corpo mole desenvolvido. Lembrando que esse corpo mole, ele é desenvolvido por causa da musculatura. Corpo mole desenvolvido, tá? Gente, quem é o único é o único animal no reino animalia que produz concha? Molusco? Não tem outro, tá, professor? Mas e o caranguejo
ermitão? Coloca no Google, quem não conhece, caranguejo ermitão, ele é um artrópodo crustácio. Ele ele ele esconde o seu céfalo tórax numa concha. O caranguê ermitão, que é um artrópode, não é ele que forma a concha. Ele ele encontra no mar uma concha, então o molusco morreu e ele e a concha ficou lá no fundo e ele usa a concha de um molusco que morreu. Então gente, a concha só é molusco que produz. A concha ela é formada a partir da epiderme. Tem uma dobra na epiderme Chamada de manto que começa a secretar as substâncias
e formar a concha. Não precisa saber disso, tá? A concha, ela é dividida em três camadas. A mais externa e fina é a camada orgânica, que quando o animal morre ela é decomposta. E aí a camada intermediária é a mais espessa, ela é calcária, é o que ela é a parte mais dura. Então lembrando que esse esse calcário ele demora para sofrer decomposição. Então por isso que a gente encontra conchas de moluscos que Morreram. [roncando] Perfeito. E a camada mais interna também, ela é mineral, ela é dear. É uma camada nacarada. Perfeito. Já viram uma
concha por dentro? Não tem uma cor bonita, sabe? Essa essa cor bonita é o mineral na que é produzido pelo próprio molusco. Detalhe, o que que é que é a pérola? A pérola é um aglomerado de ncar, por isso que é uma pedra preciosa. Perfeito. OK. Detalhe, informação. Quando você vai para uma praia, Não sei se eu já falei isso para vocês, né? E tu pega uma concha e carrega, isso é crime ambiental federal. Não pode tirar as conchas do mar e nem da praia. Claro que dificilmente alguém vai ter multar por isso, mas se
eles querem complicar com a tua vida, entenderam? Ai, mas foi o meu filhinho de 1 ano, 2 anos, quem vai pagar é o pai. Tu transportar conchas que tu encontrou Na praia. Ah, eu fui pro Nordeste, um monte de concha bonita. Isso é crime federal, ambiental. Tá, dificilmente alguém vai ser processado no Brasil, mas vamos lá. Tu tá bêbado, foi praia, a polícia te parou, aí tu começa a loprar. Ah, mas é que eu sou filho de rico, eu não vou ser preso. Aí o policial tá, vai ser preso por desacato. Opa, tem mais um
processo. Entenderam? Mas é que não pode, não Pode, não pode, tá? Tem que ficar na praia. H, o que que seriam? Eu tenho conchas que tem uma peça só. A concha, [roncando] quando ela possui uma peça só, ela é chamada de concha univalve, tá? Concha univalve, ela tem uma única peça. Quem é que tem concha univalve externa? Caracol, caramujo e o nutilos. O que que é uma concha? Sim, gente, a lula ela tem uma concha interna. Perfeito. É uma concha interna. Tá? Quando tu vai, tu vai, quando tu, tu pesca uma lula e tu vai
limpar ela, tu tem que abrir a cabeça da lula e lá de dentro tirar esse parece. Já quebraram janela de vidro? Vocês já quebraram vidro em casa? Sabe quando tu quebra uma janela de vidro? Não, fica um monte de pedaço de vidro assim meio que triangular? Parece a concha da lula parece uma um um pedaço de vidro assim comprido. Ok? E ã Tem moluscos que tem a concha formada por duas peças. Essas duas peças são unidas por um músculo. A gente chama de concha bivalve, OK? Ostra, mexilhão, ã, ã, marisco, OK? Sistema digestório, a partir
deematório, todo mundo tem boca e anos. Como é que a gente chama na zoologia quando o animal tem boca e anos? Sistema digestório completo. Informação. A maioria dos moluscos na sua boca tem uma língua raspadora. Ó, eu chamo de língua raspadora, tá vendo? Parece uma lixa que vai projetar para fora e vai ficar raspando essa lixa, essa língua no alimento e aí vai entrando na boca pedacinhos pequenos de comida. A gente chama de rádula. Quem são os moluscos que não tm rádula? Os bivalves. A ostra ela não tem. A ostra ela é um animal filtrador.
A ostra, a ostra ela tem um sifão inalante por onde a água entra. Aí essa água é filtrada, os alimentos que Entram, né? E o sifão exalante expulsa a água, ok? Então eles não tm rádulos biválves. Sistema escretor, lembra como é que é o nome da célula escretora dos plateumintos? Células flama. Como é que é o nome das células escretoras dos nemateomintes? H. Ok. Célula H. Célula flama é a célula escretora do plateuminto. Célula H do nemateuminto. Como é que é o nome da célula escritora? Metanefrídio, Tá? Os metanefrídios são as células escritoras dos moluscos.
Perfeito. Informação. Lembrando, a partir de plateominto, os neurônios se agrupam, OK? Os neurônios se agrupam. E o agrupamento de neurônios a gente chama de sistema nervoso ganglionar. Informação. O povo, a lula são os invertebrados que tm os maiores cérebros de todos os invertebrados. Informação: o Povo e a lula são os invertebrados mais inteligentes do mundo. Sabiam disso? Para tu ter uma noção, o povo e a Lula, o olho deles anatomicamente é muito parecido com o nosso, inclusive forma imagens. Imagina para tu ter, gente, para tu enxergar, tem formar imagem, tu tem que ter um cérebro
grande. O povo e a lula são os invertebrados mais inteligentes de todos. Olha que loucura. Um oceanário lá nos Estados Unidos, ã, Ele tava desconfiando porque tinha um aquário, sabe que tipo, sabe, um zoológico só que de de peixe, sabe? sabe, tipo, ã, pinguim, tubarão, raia, essas coisas. Nos Estados Unidos aí tinha a criação de peixes internas onde eles criavam, não que ficava mostrando pro pessoal. Ã, tinha em um determinado aquário, cara, todo santo dia, quando o pessoal chegava a trabalhar no manã cedo, tinha um peixe a menos. Aí o pessoal desconfiou que tava, tinha
Alguém que tava, ó, né, roubando. Botaram câmeras, botaram câmeras para em várias salas, aonde eles criavam os bichos ali que não ficava amostra para pr, né, pra população. Sabe o que eles descobriram? Um povo, olha o que o povo fazia. O povo ele saía do seu aquário, ele abria a parte de cima, saía do seu aquário, caminhava no na no chão de piso, ele subia a porta, ele abria a porta. Sério, tem filmagem? abria a porta, ele ia para outra sala onde Ficava os peixes, ele entrava no aquário dos peixes, comiam peixe, saía, voltava, fechava
a porta e entrava no seu aquário. Você tem noção a inteligência do mío para fazer isso? O povo, gente, é o é o invertebrado mais inteligente de todos, porque ele tem um cérebro gigantesco. OK? Sistema respiratório. Agora a gente tem sistema respiratório, até então não existia. A maioria dos molúscos vivem Dentro da água. Qual é o sistema respiratório? Branqueal. Quem vai fazer as trocas gasosas? As branquas. >> [roncando] >> Os terrestres, lesma, caracol, eles têm pulmões. É uma é uma dobra da pele que o manto, tem uma parte do manto que faz isso. E a
gente chama essa parte do manto da pele que faz isso de pulmão. Então os terrestres têm respiração pulmonar e também respiram pela pele Cutânea. Até então não existia sistema circulatório. Até então não existia sistema circulatório. Gente, existem na na fisiologia animal, nós [roncando] temos dois dois sistemas circulatório, o fechado e o aberto. O fechado é mais eficiente no transporte de substâncias. Por quê? Porque o sistema, no sistema circulatório, o sangue barra linfa, ele só vai ser circulado dentro de vasos sanguíneos. Escutaram? No sistema circulatório fechado, o sangue circula somente dentro de vasos sanguíneos. Ele isso
é mais eficiente, tá? Agora, o que que é um sistema circulatório aberto ou lacunar? O sangue ele circula dentro de vasos sanguíneos e vai ter o momento que ele vai ser extravazado sobre lacunas. Esse é menos eficiente. A maioria dos moluscos tem o sistema esculatório aberto lacunar. Agora, quem que qual qual é o nome do Grupo do povo e da Lula? Cefalópodes. Os moluscos cefalópodes, povo e Lula, eles têm sistema circulatório fechado. Eles têm uma distribuição eficiente. Turma. Qual é o maior invertebrado do mundo? Alguém que tá com o celular, bota no Google para mim,
faz favor, tá? Registro da maior lula encontrada por seres humanos. Coloca para mim aí. Se não me engano, de envergadura dá mais de 10 m. Coloca para mim aí na IA. Registro da maior lula Encontrada por um ser humano. Quantos metros? 15, [roncando] gente. 15 m. 15. Olha isso aqui. Isso aqui é real, não é? Iá, gente. 15 m de uma ponta de um do braço até a outra. Vocês tem noção que é isso, gente? Para tu ter um um corpo desse tamanho, tu tem que ter um sistema eficiente no transporte de nutrientes. Então, tá
aí a explicação. Quem que é a maior espécie de povo? Coloca para mim aí. Povo do Pacífico. O povo do Pacífico é a espécie mais é a maior polvo do mundo. Imagina de uma, de um de um braço até o outro dá 2 m. Claro, a lula é bem maior. Gente, essas lulas elas vivem lá no fundo do oceano, tá? Elas são lulas abiçais e quem se alimenta delas é as baleias cachalote. Elas comem essas lulas. Então, como elas vivem lá embaixo, quase não se enxerga aqui, né? Ó, esse é o maior. Olha aqui, olha,
olha a comparação. Para tu ter um corpo desse tamanho, gente, tu tem que ter um sistema fechado. Perfeito. Outro detalhe, por que por que que os o povo e a lula tem os maiores cérebros? Tu tem que ter um sistema circulatório eficiente para levar nutrientes pro cérebro. Entenderam? Por que que o por que o povo e a Lula são grandes? Por que que o povo e a Lula tm os maiores cérebros entre os invertebrados? Porque Eles têm um sistema circulatório eficiente no transporte de substâncias. fala, tem também, mas daí é outra coisa, tá? Mas não
é por isso, é pelo sistema fechado. Beleza? Volta e deixa, pode deixar aberto. Pode deixar aberto que a gente já vai escrever outra coisa aí. Pode voltar lá na aí aqui nos três pontinhos aqui, ó. Aqui, aqui, aqui. Nesse não, Esse. Aí, tela inteira. Perfeito, turma. Molusco gastrópoda. Quem que são os gastrópodas? Estômago ligado aos pés. Lesma, caracol, caramungujo. Eles são moluscos gastrópodas. Quem que são os moluscos bivalves? Os que lembra duas peças. Bivalves ou pelicípodas. Marisco, mexilhão, ostra. Vieira. Coloca aí para mim. Já comeram vieira? O músculo circular da Vieira, bota Vieira molusco. É
alta gastronomia. Dis que é maravilhoso. Eu nunca comi. Ó, ó a Vieira, gente. A Vieira ela é essa aqui que tem a concha bonita, né? Agora coloca a comida. Alimento. Essa é umbivalve, ó. Ó, gente. Aqui, ó. É esse músculo circular aqui, ó. Ó. Isso aqui, ó. É um músculozinho circular. que é maravilhoso. O sabor é descontroço Maravilhoso. Bota para mim ali. Voliole, muito usado na culinária mediterrânea. Os italianos fazem massa com vômul. Olha aí, ó. Olha aí, ó. Massa com vongole, tá? É um bivalve muito usado. Coloca para mim ali lambreta, molusca na Bahia.
Cara, tu tu tu come isso aqui na no bar? Boteco. Eles vendem como se fosse aperitivo de boteco. Lambreta. É. Aqui ó, ó, ó. Isso aqui ó, gente. Isso, Isso aqui é comida de boteco na Bahia. Comida de boteco. Tomar uma coisinha lá, uma highzinha geladinha. Agora vamos ver se alguém vai gostar desse Geoduk. Tem gente que vai gostar desse aqui. G e O D U K. Ele é encontrado no Pacífico. Nunca viam vídeo de asiático? Olha aqui, pode botar essa foto aqui. Ele é, ele tem um sifão inalante. Isso aqui não é Ia, tá
gente? [risadas] Tá. Esse é o G duque, ó. É literalmente Isso aqui. O sifão inalante, exalante dele é caracterizado por, olha aqui, tá? Esse é o guc, é um bivalve. Perfeito. Beleza. Então, esses são os moluscos biválves. Agora, quem que são os molúsculos cfalópodes? Que que é céfalópode? Céfalo cabeça. Pés ligados à cabeça, povo Lula e Nátilos. Coloca para mim no Google Concha da Lula, coloca moluso, senão vai aparecer o companheiro. Aí vou me chamar de Comunista. Professor é comunista. Aqui ó. Isso aqui, ó. Ó. Essa é a concha de uma lula fica dentro da
cabeça dela, tá? Isso aqui é a concha da lula que fica dentro da cabeça. Fechou? Vamos começar agora o filo que mais cai disparado. Mas assim, ó, mas disparado. Inclusive caiu esse ano na UFSM. O que que mais cai de zoologia? Ah, não, desculpa, tem anelitos antes, não é? Achei que era artrópodes. Mora de anelitos. Errei. 2 minutos para ir no banheiro tomar uma água. Filosofia do Romer Simpson. A culpa é minha. Coloco em quem quiser. É anilídios. Ai ai ai. Opa, funcionou. Anelídios são animais a partir de cinário. Todo mundo é metazoário, eu metasuário.
Todo mundo tem tecidos verdadeiros. A partir de pateominto, Todo mundo tem ectomeso e endoderme. Todo mundo é triblástico lá na gástula. Selomados, molúsculo, anelídio, são selomados. E lembrando que eu selomados é a mesma coisa. Selomados ou eu selomados significa a mesma coisa, [roncando] tá? significa que vai ter uma cavidade selomática. O blastóporo vai originar, o blastóporo vai originar a boca. São animais protostômios. Perfeito. [roncando] Detalhe, novidade evolutiva. Primeiro Filo aonde os animais internamente e externamente vão ter o corpo dividido em partes. Vai por mim, gente. É raríssimo. É raríssimo cair anelídeos em prova. Se cair
a 90% de de falar da metameria, tá? É uma novidade evolutiva. Esses animais t o corpo dividido em anéis, OK? Tem lado direito, lado esquerdo do corpo. São animais com simetria bilateral. São animais bilaterados. A principal característica tá no nome. Tem o corpo dividido em anéis, tem o corpo metamerizado em anéis, tem o corpo segmentado em anéis. Sistema digestório, tem boca e tem anos. Sistema digestório completo. Detalhe, as minhocas, elas são animais detritívoros. O gente, cuida, cuida para não confundir. De não é decompositor. Decomposição é tu transformar a matéria orgânica em inorgânica. O que a
minhoca faz? Ela pega um pedaço Grande de matéria orgânica, come, quebra em pedaços menores. Uma parte ela digere, outra parte ela caga. Então o que que a minhoca faz? O húmus, que é o cocozinho dela, tem matéria orgânica em pedaços menores. A minhoca pega um pedaço grande de matéria orgânica e transforma em pedaços menores. Ela acelera o processo de decomposição, não é que ela decompõe, ok? Então, animal detritívoro é o animal que come detritos do solo, matéria orgânica do solo e vai Cagar pedaços menores de matéria orgânica. Então ela acelera o processo de decomposição, não
é que ela decompõe. Sangue suga, o nosso outro anelídeo famoso. A sangue suga é um animal que se alimenta de sangue. A sangue suga é um ectoparas. O que que é um ectoparasita? É um parasita que vive sobre o corpo do hospedeiro, ok? Então ela se alimenta de sangue, é um animal hematófago. Aqui, gente, eu vou ter um par de Metanefrídios por anel. Sim, gente, a minhoca sangue suga tem um par de células escretoras por anel, por segmento, um par de metanefrídios por anel. Sistema respiratório, gente, nós temos um grupo de anerídios que vivem na
água, são aquáticos marinhos, sistema respiratório branqueal. Quem vai fazer as trocas? As branquas. Agora, minhoca, sangue, suga, são anelídeos terrestres. Eles vão respirar pela pele. Como é que A gente chama a respiração feita pela pele? Respiração cutânea. Turma, quando a respiração é feita pela pele, eu preciso manter a minha pele úmida, porque a água na pele vai facilitar as trocas gasosas. E o que que é úmido? Já pegaram minhoca na mão para pescar? Nunca pegaram minhoca na mão? Ela não tem uma golesma? O muco. Então o muco que vai manter a umidade na pele da
minhoca, porque ela tem respiração Cutânea, ela respira pela pele. Todos Todos têm sistema circulatório fechado, ó. Lembra? A maioria dos molúscos tem sistema circulatório aberto, a maioria. OK? >> [roncando] >> O, os molúsculos cefalópides são os únicos que têm o sistema circulatório fechado. Aqui todo mundo tem sistema circulatório fechado. Vocês já viram que vocês sabiam que tem uma espécie de minhoca que chega A quase 1 m, o minhoco sul. Imagina para tu ter um corpo de 1 m de comprimento, ok? Sistema nervoso ganglionar. A partir de plateominto, todo mundo tem um sistema nervoso ganglionar. Os
neurônios se agrupam formando gangnglios nervosos. Tá aí, ó. Minhoca, sangue suga. E esse aqui é o nereis. O nereis ele é um anelídio aquático marinho, tá? Aqui estão os nossos anelídeos. Vai por mim, gente. Se cair anelídeo na prova, vai falar da Metameria, do corpo dele dividido em partes. Aqui, aqui. Agora sim, gente. Mas olha, de o Enem ama artrópedde, a UFCM ama. Os vestibulares amam artrópodes. Vou te explicar o porquê. Vamos lá, [roncando] turma. De todas as espécies de animais catalogadas até hoje, pensa comigo, todas. Todas as espécies de poríferos, quinidários, plateumintos, nemateumintos, molusculos,
anelídeos, artrópodes, equinodermos e cordados, Todos. 80% é o quê? Artrópodo. Imagina você tem, escutaram isso que eu falei? De todas as espécies de animais catalogadas, 80% das espécies fazem parte desse grupo. Você não tem noção a quantidade de espécies diferentes que tem de artrópes. Você não tem noção. Esses animais são cosmopolitas. Alguém sabe me dizer o que que é um animal, o que que é um grupo cosmopolita? Significa que tem artrópode que vive dentro da água, tem artrópode que vive No fundo do oceano, tem artrópod que vive dentro da terra, tem artrópode que vive dentro
do corpo do hospedeiro, tem artrópode que vive voando. Entenderam? Então isso é cosmopolita. Tu encontra tudo que é lugar dentro da água, fora da água, sobre a água, ã, sobre o solo, dentro do solo, sobre o hospedeiro, sobre uma árvore, sobre um animal, entenderam? voando. Então isso isso isso é um grupo cosmopolita, tu encontra em várias, né? Perfeito. Ó, a partir de quinidário, todo mundo é metazoário, metasuário. Todo mundo tem tecidos verdadeiros. A partir de plateominttese, todo mundo é triblástico. Lá na gástrula, vai ter ectomeso e endoderme. [roncando] A molusco, anelídio, artrópode tem uma cavidade
celomática verdadeira. São celomados também chamados de eucelomados, OK? Selomados ou também chamados de Eucelomados. Protostômios quer dizer que a boca do artrópode foi originada a partir daquele orifício chamado de blastóporo. Assim como os anelídeos, Assim como os anelídeos, os artrópodas têm o corpo dividido em segmentos metâmeros. E detalhe, esses segmentos eles vão se agrupar, vão se fundir. Como é que a gente chama a fusão de alguns segmentos dos artrópodes? Tagmas. Tagmas é o nome dado a segmentos fundidos dos artrópodes, tá? Já vou falar um pouquinho daqui a pouco, um pouquinho mais sobre os tagmas. O
que que é o tagma? Cabeça, tórax, abdômen, encéfalo, tórax. OK? Beleza? Eles têm, gente, os artrópodes, eles têm simetria bilateral. Tem lado direito do corpo, lado esquerdo, porção ventral, porção dorsal, cabecinha, porção anterior, né? Porção posterior. São animais bilaterados. O que que significa ártos articulados? O que que é podas? Pés. Vamos melhorar isso. Não é só pés articulados, é pés, patas, antenas, asas, quelíceras. mandíbulas, forcípolas. Então eles são animais que apresentam apêndices articulados. Daqui vem o nome artrópoda. Possuem apêndices articulados. Outra característica importantíssima que o Enem ama, o vestibular ama, são os únicos animais que
possuem exoesqueleto. O que significa eu dizer que esses animais têm esoes esqueleto? Significa que a parte mais externa do corpo desses animais é o seu esqueleto. Perfeito. A parte mais externa do corpo desses animais é o seu esqueleto. Então eles são os únicos animais que a gente estuda que tem exo esqueleto. Eles possuem um exoesqueleto, tá? Precisamos falar mais sobre esse esse exoescretelo. O Enem ama, a FCM ama, tá? Tá? Os vestibulares amam falar dele. Qual é a composição química? Quitina. Quitina é um carboidrato. Quitina é um polissacarídeo que possui função estrutural. Não é queratina.
Queratina é proteína. Aonde a gente encontra também quitina na parede celular dos fungos, tá? Detalhe, o exoesqueleto dos crustácios, da lagosta, do caranguejo, do siri, ele é Mais duro. Por que que ele é mais duro? Porque além da quitina tem calcário, cálcio. Entenderam? Porque que ele é mais rígido, duro. Então cuidado, tem alguns artrópodes que além da quitina tem outra coisa, tem calcário. Por isso que, por isso que a casca do seria é dura, né? Por isso que tu comer, já comeram caranguejo que tu tem que quebrar com martelo? Lagosta. Já viram como se corta
lagosta? Meu pai do céu, bota duro, tá? Quais são as vantagens evolutivas de eu ter um exoesqueleto? Gente, o exêoesqueleto é uma armadura maior proteção. É uma armadura. Outra, essa aqui caiu no Enem 2018, o exoesqueleto, ele evita com que o artrópode transpire demais. Então isso é uma adaptação, gente, em relacionado a armazenar água no corpo. Já perceberam quem que são os principais animais que vivem no deserto? Não tem vários besouros, os escaravelhos? Por que que esses animais Por que que tem várias espécies de artrópodes, principalmente insetos nos no deserto? Porque eles têm um exoesqueleto
que evita a perda de água por transpiração, tá? Evita a dsecação, tá? É dessecação, né? evita a desse que agora tu ter um exoesqueleto traz vantagens, mas também traz desvantagens, OK? Vai trazer desvantagens. Isto é, primeiro, gente, se tu tem uma armadura sendo a parte mais externa do teu corpo, Isso dificulta a locomoção. Já viram uma uma aranha caminhando? Vocês já viram um siri caminhando? Vocês acham que aquilo ali é uma locomoção facilitada? Não, tá? Esse êoesqueleto como desvantagem, ele dificulta a locomoção. E agora o que os vestibulares amam? Esse exoesqueleto ele limita o crescimento.
Isto é, enquanto esse êesqueleto tiver duro, o animal não cresce. O animal não cresce, tá? Enquanto o êesqueleto tiver duro, o animal não cresce. Significa que esse Animal precisa trocar o seu exesqueleto para crescer. Então, o crescimento dos artrópodes é diferente dos outros animais. Entenda, o crescimento dos artrópodes, ele é diferente. É diferente. O que que os artrópodes fazem para crescer? Eles fazem a equidize também chamado de muda. O Enem chama de muda, tá? O vestibular tradicional vai chamar de equidize. O que que acontece? Então, beleza, eu sou um artrópode. O meu Exusescrito tá duro,
eu não consigo crescer. Aí o que que acontece? O animal começa a produzir um hormônio chamado, não precisa quer saber esse, eisona. A eisona em grandes quantidades no corpo do artrópode faz, ó, entre o exoesqueleto antigo e o músculo faz criar uma um exesqueleto novo. Então, começa a formar um exescrito novo. Esse exoescrito novo, ele é mole, ele é maleável. Quando ele tiver, quando o êxo escrito novo tiver pronto, o que que o Animal faz? Ele começa a a contrair o músculo aqui, Ó, ele começa a fazer isso aqui e isso quebra o êxodes escrito
antigo, que literalmente quebra, quebra a armadura antiga e aí o o artrópode sai lá de dentro. Quando ele sai, lembra? Esse esesqueleto tá mole, gente. Isso pode variar de espécie para espécie. Tem espécie que o o êxodescreto ele demora um dia para endurecer. Tem espécies que é uma semana, tem espécies que é um mês, tem espécies que é poucas Horas. Então, enquanto o êxodo escrito tiver mole, após a muda, é que o animal vai crescer. Entenderam? É só nisso. Depois que ele ficou duro, não cresce mais, tá? O animal não cresce mais. Então fala, é
a mesma coisa. >> Sim, alguns muda a coloração. Isso aí em contato com oxigênio começa a endurecer, tá? Olha aqui o gráfico, ó. Ele parece Uma escada. Por que que o animal cresceu rapidamente? Porque nesse nessa fase o exoesqueleto tá mole. O que aconteceu nesse ponto aqui, ó? Ó, exatamente aqui. O êesqueleto endureceu. Por que que eu sei que aqui no meu dedo o êescreleto endureceu? Porque passa o tempo, tempo, passa o tempo e o animal não cresce. Pontinho verde. Que aconteceu aqui? A equiz a muda. Mas por que que eu sei? Porque a partir
desse ponto, o animal cresce rapidamente em pouco tempo. Entenderam que aconteceu aqui? O exescreto se tornou duro. Passa o tempo, o bicho não cresce. Ó, pontinho verde. Por que que eu sei que aqui é muda? Porque depois daqui ele cresce rapidamente. Entenderam? Então o gráfico de crescimento de um artrópode é como se fosse uma escadinha. Ele é diferente do nosso. Agora vem a parte mais decoreba, [roncando] Ó. Isso aqui é o que cai pro ensino médio. Abaixo de filo, nós temos subfilo. Então o filo artrópoda para ensino médio a gente divide em três subfilos. Subfilo
crustása, subfilo onih e subfilo queerata. Não precisamos saber as classes dos crustácios. A gente tem que saber as características gerais dos crustácios. Aqui nós vamos dividir no subfilo unirâmia em três classes. E aí nós temos Que saber separado características da classe insecta, características da classe equilópoda, características da classe diplópoda, OK? E no subfilo que elicerata, nós temos que saber as características da classe araquinida. Quantas patas, quantas antenas, quantas asas, se tem asas, se não tem asas, se voa. Vamos lá. Características dos crustáceos. Quantas patas tem o crustácio? É Variável, mas o crustácio que menos tem
pata é o caranguejo e o ciri. Quantas? 10. Agora camarão passa de 20. Então a gente diz assim, 10 ou mais, tá? É um número, depende da espécie, mas o o crustácio que menos tem é o seria o caranguejo, tá? Quantos tagmas eu encontro num crustácio? Isto é, o corpo do crustácio é dividido em quantos tagmas? Lembra que tagmas é os segmentos fundidos? Dois, céfalo tórax e abdômen. Os crustácios têm o corpo dividido em duas partes: céfalo, tórax e abdômen. Quantas antenas? Lembrando que as antenas são apêndices com função sensorial. As antenas são apêndices com
função sensorial. Quantas antenas tem? Quatro. Gente, os crustácios são os artrópolides que mais têm antenas. Como é que a gente chama? Tetrácero. Tetrácero é a mesma coisa que quatro antenas. Meu Deus, se t me errar isso aqui, professor caiu na prova na UFCM Numa afirmativa dizendo que que que o camarão ele tem dois pares de antenas. Eu marquei que é falso. Tu falou que eram quatro antenas. Gente, dois pares de antenas são quantas antenas? Meu Deus do céu, tu me errar por isso. Eu vou ter trazer alfafa. Dois pares é a mesma coisa que quatro.
Então cuidado. Cuida que tu tá lendo. Quatro antenas é a mesma coisa que dois pares, que é a mesma coisa que Tetrácero. Alguém já viu o camarão voando? Se tu viu, me dá um gole do que tu tá tomando na praia. Lagosta voa? Não. Então quem não tem asas são ápteros. A negação. Pitero, asa. Pteros, OK. Ápteros é quem não tem asas. Sistema escretor: glândulas verdes ou glândulas antenais. O xixi da do camarão sai pelo céfalo tórax. Professor, o camarão faz xixi pela cabeça? Vamos dizer que sim, tá? Porque as glândulas escretoras que fazem o
xixi estão no céfalo tórax. E a cor dessas glândulas é verdes. Por isso que é glândulas verdes ou glândulas antenais, porque o poro tá na na base das antenas. Como é que é o sistema respiratório, gente? A maioria dos crustácios vivem dentro da água. Respiração branqueal. Inclusive os terrestres. Tem crustácios terrestres? Tem. Vou mostrar para vocês. Vocês já devem ter visto mesmo. Até eles têm Respiração branqueal, ok? Olha aí. Esse é o caranguejo ermitão. Essa concha aqui ele pegou no fundo da praia de um molusco que morreu. Não foi ele que produziu essa concha aqui.
Caranguejo aranha. Tem lá no fundo regiões abçais. Ã, caranguejo tradicional do mangue, aqui ó, os dois aqui, ó. Tá? Caranguejo terrestre aqui do mangue. Isso aqui é o cri. O cri ele é um microcrustácio. Copepo de cri são microcrustácios, mas São minúsculos. Ok. Aqui nós temos o siri. Qual que é a diferença entre siri e caranguejo? Os dois tm 10 patas. Sabe qual que é a diferença anatômica? O último par de patas. Como é que é o último par de patas de um caranguejo? Ponte agudo. Ó, ó. Quer dizer que que o caranguejo ele tá
mais adaptado a caminhar na na areia, na terra e no fundo do mar. Agora o último par de patas do Siri é achatado, como se fossem remos. Quer dizer que o Siri tá mais adaptado a nadar. Entenderam? Essa é a diferença. Camarão. Já comeram camarão? Camarão é maravilhoso. Se tu não tem alergia, né? Né? Camarão fritinho, milanesa, macreto. Eh, como é que é? Pastel de siri. Meu pai do céu. Casquinha de siri. Meu Deus do céu. Ó, lagosta. E a lagosta sapateira. A lagosta sapateira, ela não tem asas, não tem as garrinhas. Para nós Brasil,
a mais comum é aqui, ó, Lagosta sapateira. Isso aqui é mais comum lá para pro pro hemisfério norte, tá? OK. Esse aqui, ó, como é que é o nome disso aqui? Ele é um crustácio que vive grudado, ã, nas rochas. Ele vive grudado no fundo de barcos, ele vive grudado na no casco de tartaruga, prejudicando a tartar, pesando a tartaruga, e ele vive no corpo de baleias. Como é que é o nome? Craca. Isso aqui é uma craca, tá gente? É um crustácio. Isso aqui é uma craca. Ok. E Aqui é o tatuzinho de jardim.
Não é tatu bola. Tu encosta nele, ele vira uma bola. Tatu bola é o mamífero, tá? Tatu bola é o mamífero que tem no serrado. Ele foi mascote da copa, é, né? Tá. Isso é tatu bola. Isso aqui é tatuzinho de jardim. Ele é um, ele é um crustácio terrestre, tá? Quem é guri? Quem é guri raiz já brincou, né? Agora tu é de apartamento que só cam só caminhão de pés descalço no tapete de casa, não conhece. Onde é que a gente encontra Isso aqui? Debaixo de tijolo de pedra. Por que que a gente
só encontra debaixo de tijolo e pedra? Porque debaixo de tijolo e pedra é úmido. E lembra que ele respira por branquas, então ele tem que viver num local extremamente úmido, tá? Vamos falar dos insetos, que é o que é o grupo mais diversificado de todos. >> [roncando] >> Quantos tagmas tem os insetos? Três. Cabeça, tórax, abdômen. Três cabeça, tórax, abdômen. Quantas patas? Eu chamo de classe insecta ou hexápoda? Seis patas. Seis patas. Inseto tem seis patas. Quantas antenas? Duas. São díceros ou um par. Lembrando que um par é a mesma coisa que duas antenas, tá,
turma? Nem os únicos, os únicos invertebrados que voam são os insetos, mas nem todas as espécies. Nem todas. Tem inseto que é áptero, a traça. A traça é um inseto que não voa, tá? Tem inseto que tem duas asas, díptero. Tem insetos que tem quatro Asas, tetrápteros, OK? Tem inseto ápto, que não voa, não tem asa. Tem inseto que tem duas asas de que voa. Tem inseto que voa que tem quatro tetrápo. OK? O sistema respiratório é traquial. Cuidado, olha aqui, olha a diferença. O sistema respiratório traquial, ele é muito mais ele é muito mais
eficiente no processo de trocas gasosas. Por quê? Porque ele não envolve sangue. Como é que acontece a respiração Branqueal do crustáceo? O oxigênio passa da água paraa brânia, a brânca manda pro sangue. Todos os artrópodes têm um sistema circulatório aberto lacunar. Todos os artrópodes do sistema circulatório aberto lacunar, o sangue vai levar o oxigênio. O sangue traz o gás carbônico, o gás carbônico passa pra brânia, a brânia manda pra água. Agora, os insetos não envolve sangue, gente. Os insetos tem buracos na lateral do corpo. Pensa como se como a gente buraquinhos. Esses buraquinhos nós chamamos
de espiráculos e literalmente eles têm canos internos, como se fossem canos. Nesses canos, a gente chama de traqueias, o o ar entra direto, o ar atmosférico entra. Então as trocas gasosas acontecem de forma direta entre o ar atmosférico que entra e o dos tecidos, não envolve sangue. Isso é uma vantagem evolutiva. Isso isso eh facilita as trocas gasosas de forma rápida. Entenderam? Ai, professor, por Isso que quando eu faço assim, ó, com inscida na mosca, ela morre na hora. Por que que ela morre na hora? Porque o veneno entra direto no corpo dela. Entenderam? Por
que que a moça quando fala assim, ó, porque o veneno entra direto e atua direto no tecido e ela morre na hora por esse motivo, tá? Sistema escretor. Túbulos de Malpig vão coletar os escretas e vão lançar no intestino. Os túbulos de Malpig vão coletar os escretas do inseto e vão Mandar no intestino. Quer dizer que o inseto ele faz cocô e xixi ao mesmo tempo. Cocô e xixi ao mesmo tempo. Ok, gente? Vamos lá. [limpando a garganta] Quem que são os insetos coleópteros [roncando] besouros? Quem que são os insetos lepidópteros? Lembrando que o estudo
dos insetos a gente chama de entomologia. Entomologia é o estudo dos insetos. Coleópteros são besouros. Lepidópteros, borboleta é maripos. Dípteros, mosca, Mosquito. Tá aí tem vários. Pulga, piolho. Traça caiu na UFCM em janeiro. Traça é um inseto que não voa, tá? libélula voa. OK, gente, temos uma diversidade gigantesca de insetos. Fechou? Tá. Na outra turma eu parei aqui. Ah, tem abelha, né? Ok. Então, Sor Vocês Estão bem? Então tá bom. Muito bem. Vamos lá. Pera aí que eu me me maneiei aqui. Bom, vamos ver onde estamos. Se eu não estou enganada, nós vamos falar das
funções morfosintáticas do Q e do C. Eu acho que é isso, né? Eu preciso acreditar em mim, porque vocês não me ajudam. Na aula passada a gente terminou a a as orações, pelo menos é isso que eu Tenho na minha memória. E aí hoje a gente vai falar das funções morfosintáticas do Q e do C. É, já falamos alguma coisa do qu Então tá, já começamos, tá? Muito obrigada. OK. Deixa eu fazer um resgate mais para minha memória aqui do que para vocês, tá? Eh, então nós começamos pelo Q, né? E aí só me ajuda
aí se tu puder, tá? Eu Normalmente eu digo o seguinte, eu sempre peço pra gente pensar primeiro no pronome relativo, então esse já foi, porque eu começo por ele sempre, né? E aí, só fazendo também, como eu disse, esse resgate, eh, a gente o substitui pelo a qual e as suas eh flexões para saber se ele é um pronome relativo. E aí o pronome relativo, eu não vou retomar, fazer tudo de novo, mas tomem cuidado com ele, porque ele nos dá muitas informações, né? daqui a pouco, o fato De tu simplesmente encontrar um pronome relativo,
te dar o tipo de oração que tu tem hoje, por coincidência, de manhã estávamos fazendo uma prova da prova de 2021 da URGs. E e nessa prova de 2021 tem uma questão que é do texto dois da prova, que eles, a questão ela nos dá três classes gramaticais. parêntese. Número um, pronome relativo. Número dois, conjunção integrante. Número três, pronome interrogativo. E aí tem a frases Qual que lá da linha tal é tal. Daí tu tem que tá o tempo todo voltando pro texto, né? Então, uma questão, a princípio simples, mas que exige da gente reconhecimento
da classe gramatical do quê? Então, o pronome relativo nunca aparece em perguntas, ele não pode estruturar interrogativas, né? Ele introduz as tais das orações subordinadas adjetivas. Na aula passada falamos da questão da regência, a questão do uso das preposições com ele, Enfim, tá? Não vou repetir aqui, mas já foi. O outro que que eu peço que vocês cuidem é justamente a conjunção integrante, né? E aí já vimos também o que que eu peço que cuidem. Muitas vezes a gente internaliza a troca pelo isto, né, para ver se ah, trocou pelo isto. Essa troca pelo isto,
ela não nos garante o que? Conjunção integrante, nos garante o tipo de oração, que é uma oração subordinada substantiva. O que Conjunção integrante, tu vai trocar pelo isto, mas não esqueçam que não pode ser pergunta. Tá? Eh, o que, conjunção integrante, ele não pode estruturar orações interrogativas, não pode. Por quê? Porque quem faz isso é justamente eh os pronomes e interrogativos. Ó, que é justamente o que a prova da URGs pediu, as três classes gramaticais, pronome relativo, conjunção integrante e pronome interrogativo. O pronome Interrogativo, obviamente, ele estrutura interrogativas, né? Eh, estruturas eh sejam orações ou
períodos interrogativos, tá? Bom, esses são os mais importantes, por isso que eu voltei neles. E aí ela me sinalizou que nós chegamos a ir até os advérbios ali, o que enquanto advérbio, tá? O que advérbio, pessoas, ã, ele sempre vai estabelecer a mesma relação, a mesma circunstância, né? Vocês devem lembrar a responsabilidade dos Advérbios. Advérbio é uma classe gramatical responsável por estabelecer circunstância. Quando o que assume o papel de advérbio, a gente consegue substituí-lo por quão. E aí não esqueçam que advérbios não se relacionam com qualquer coisa, né? Os advérbios, eles se relacionam com verbos,
com adjetivos ou com outros advérbios. Então, se eu digo que Belos olhos ele tem, eu vou identificar que este que é um advérbio porque ele está modificando o adjetivo Belos. Isto é de responsabilidade do advérbio. Advérbio de quê? Intensidade sempre, tá? O que ele vai estabelecer esta circunstância aqui, que é a circunstância de intensidade, tá? Que outros qus nós temos? Já falamos do pronome indefinido, já falei dele também, então não vou resgatá-lo aqui, mas quero falar aqui da Partícula espletiva. Partícula espletiva ou partícula de realce. Esse aqui eu sempre peço que seja o último que
a ser pensado, se eu tiver a necessidade de identificar o que ele é morfologicamente, tá? Por quê? Porque como ele é uma partícula espletiva ou uma partícula de realce, tu consegue retirá-lo do contexto e nada vai mudar. Pessoas, quando eu falo em nada mudar é nada mesmo. Não muda a sintasse nem a semântica do contexto. Muitas vezes o que vai vir acompanhado do e formando essa expressão aqui. É que vou trazer para cá o exemplo, tá? Se eu disser que as crianças, eu não sei se não é o exemplo que vocês têm aí, as crianças
é que maltratam os animais. Pessoas, olha só, se eu tirar esse aqui Do meu contexto, eu não poderia apenas dizer que as crianças maltratam os animais? Eu poderia. Crianças continua sendo sujeito. Maltratar continua sendo verbo transitivo direto. Os animais continua sendo objeto direto. Ou seja, nada muda. A ideia deste e aqui é enfatizar. Então, tu pode tirar fora. Nada mudou. Portanto, ele é uma partícula espletiva. Fazemos muito isso na oralidade, quando a quase que cair, ó, quase que caí. Não dá simplesmente para dizer quase caí, tá? Não muda absolutamente nada, nem na minha semântica, nem
na minha sintase. Pronto. Então ele é partículo espletivo. Só peço que vocês cuidem quando t ele tá acompanhado do e. Aí tu tem que tirar o e junto, daí tu tirar a expressão é que tá foi. Ah, sei lá, eu é que ganhei na mega cena, eu ganhei na mega cena. Pronto, eu não preciso desse aqui, tá? E o último que que eu quero falar para Vocês aqui, gente, é o que preposição. Esse aqui tem utilidade nas redações de vocês, né? Nós temos algo que a gente precisa cuidar dentro da na nossa escrita, que é
o qísmo, ou seja, o excesso de q dentro do texto. Aqui para ele é muito útil, porque o que que tu vai fazer? Tu vai trocá-lo pelo D. Ele se equivale ao D. Quando que isso acontece? Quando ele eh vem como antecedente aqui o verbo ter, ó, temos que Estudar mais. Temos que estudar mais. O que que a gente faz? Tira esse Q e coloca um D. Vai dar no mesmo, ó. Temos de estudar mais. Então esse Q aqui morfologicamente é uma preposição, porque ele se equivale ao D. Olha quem veio antes, o verbo ter.
Tá? Agora deixa eu só mostrar para vocês eh coisinhas que eu quero aqui, tá? Eu Queria ir ali na página 19, pessoas. Eu queria só mostrar uma tirinha pra gente visualizar um pouquinho o texto, tá? pra gente enxergar isso em períodos que não sejam esses períodos que surgem na minha mente aqui. Eu queria ir ali no pronome relativo, ou seja, na tirinha. Ah, diz assim: "Este relógio que eu vou desenhar em seu braço é especial. As horas não mudam nunca. Você vai ficar presa no tempo. Presa no tempo. Então, coloca o horário do recreio." Então,
o Que que nós temos lá? Nós temos no primeiro quadrinho o quê? este relógio que eu vou desenhar em seu braço. O que que eu tenho que fazer no primeiro momento para saber o que que ele é? Troca pelo a qual este relógio o qual eu vou desenhar em seu braço. Então, identificamos que ele é um pronome relativo. Virando a página vocês têm assim: "Que bom ver você aqui, ó. Esse Q tá se relacionando com quem? Com o bom. Que bom! Qual é a classe gramatical do Bom? adjetivo, fazendo com que nós identifiquemos ele como
advérbio. Depois, ah, não botei mais nenhum textinho, achei que tinha mais um teste. Temi, mas é o primeiro ali que eu não quero, que é o da interjeição, tá? Tudo que está aqui no quadro neste momento não é sintático, né? É claro que eu comecei na aula passada, mas tudo que está aqui na no quadro, gente, é morfológico. De morfológico. Rciocínio morfológico, Ele é na identificação de classe gramatical. O que que a gente não pode esquecer antes da gente falar do C, tá? Quando nós começamos eh a trabalhar com a sintasse, eu coloquei para vocês
aqui no quadro um quadro, uma tabela em que eu coloquei algumas classes gramaticais e ao lado as suas respectivas funções sintáticas, tá? O que que a gente que é interessante em relação ao quê? Na verdade, em qualquer Classe, né, não exercem função sintática. Nós temos classes que não exercem função sintática, são elas as conjunções, não exerce função sintática, as interjeições, não exerce função sintática e as preposições. Então nós temos aqui conjunção integrante não exerce função sintática. Interjeição. Eu não coloquei aqui no quadro porque eu não vejo necessidade. Tem lá que você por aqui, né? Esse
Q Como conjunção não exerce função sintática. Temos aqui a preposição, não exerce função sintática, mas os pronomes exercem. Seja o pronome relativo, seja o pronome interrogativo, ã seja eh os pronomes adjetivos ou substantivos, eles exercem. O advérbio, cadê o advérbio? Não coloquei aqui. O advérbio também exerce função sintática. A única função sintática possível do advérbio é ele ser um adjunto Adverbial. Por que que eu tô trazendo isso pra memória de vocês? Porque depende da pergunta da questão. Se a questão pede, vamos ver isso numa questão. Não vou fazer exercícios com vocês, mas é só para
vocês visualizarem o que eu estou falando. Deixa eu só ver se eu acho rápido. Eu não separei, mas é só para Não, isso aqui eu tô lá na pontuação nunca que eu vou achar. Pera aí. Por exemplo, na página já achei uma Rapidinho aqui, tá? Deixa eu só ver se é com o C. Aqui é com você. Não quero. Página 22. Primeira questão já de cara. Olha só, pessoas, na primeira questão do ITA pede o seguinte, que o sangue podre das carnificinas, o termo que grifado funciona morfologica e sintaticamente. Aí vocês na letra C e
na letra E vocês já têm que tirar. Por quê? Ah, não, na letra C não, porque ele fala em conectivo subordinativo, que A conjunção é um conectivo, né? Mas isso não é função sintática. Agora, lá na letra E fala em conjunção consecutiva e sujeito. Conjunção não exerce papel de sujeito, né? Então, ter um pouco dessa noção facilita a nossa vida. Vou ter que voltar pro texto, né? Não era a minha ideia fazer, mas vou fazer. Ã, onde é que será que tá isso? Vou ler. Tá no no terceiro na terceira estrofe. Já o verme, este
operário das ruínas, Que o sangue podre das carnificinas come, é a vida em geral declara E a vida em geral declara guerra. Olha só, vou botar aqui. Olha só, não é uma questão tão simples de fazer aquele este operário das ruínas. Gente, eu vou tirar fora aqui porque isso funciona como aposto, né? Está explicando o que que é o verme. Eu vou tirar fora nesse momento porque ele não me interessa. Já o verme que o sangue come, Sangue podre, na verdade, sangue podre das carnificinas. Carnificinas. come. Vou parar aqui porque aqui já é o suficiente.
Tá bom. Primeira coisa a fazer. Ah, eu fechei a apostila, mas daí vocês me digam que a alternativa fica, tá? Ó, eu vou começar por onde eu sempre começo. Eu sempre penso primeiro no pronome relativo e na conjunção integrante. Então, eu vou tentar trocar esse Q por o qual para ver Se dá. Já o verme, o qual o sangue podre come, dá? Dá. Matamos ele morfologicamente. Acabamos de identificar que este que é um pronome relativo. Como ele quer a relação sintática também, não sei se vocês vão lembrar quem estava na aula passada, a minha sugestão
foi a seguinte: passa um traço antes do pronome relativo, tá? pega essa expressão aqui que está sem verbo, vai até o último verbo, que não Vem ao caso agora porque tá depois, eu não escrevi, não fiz a transcrição de todo o período, né? E foca nesta oração aqui, faz a análise sintática desta oração aqui. E pra gente começar a função sintática, a gente começa pelo sujeito, certo? O verbo que eu tenho nesta oração aqui é o verbo comer. A pergunta para achar sujeito é: quem come? Quem come o sangue podre das carnificinas? O verme. Sim,
mas eu não tenho a palavra verme dentro da oração. Eu tenho o pronome relativo que representa o seu antecedente. Pessoas, lembram quando a gente estudou pronomes relativos? Os pronomes relativos, eles sempre representam o seu antecedente. Então aqui, ó, o verme come o sangue podre das carnificinas. Então, este que aqui sintaticamente é um pronome relativo, assumindo a função sintática de sujeito. Tem isso nas Alternativas? Não sei que que alternativa é, por gentileza. Ah, pronto, matou a questão. Tá? Então, se fosse conjunção, tu já tiraria fora, porque conjunção não exerce função sintática, tá? As conjunções são meros
conectores. E aí poderíamos fazer outras, mas eu acho que não vem ao caso aqui agora. Depois a gente pode fazer mais uma ou duas, tudo bem? Tá, bueno? Em relação ao Q é isso. Vamos falar do C agora. O C é mais rápido, né? nós temos Eh menos cs na jogada, mas eu também penso que a gente tem sers que são mais importantes que outros, né? Eh, em relação à possibilidade de aparecer em prova. Eu penso quando eu vou fazer uma questão de de C, o primeiro C que me vem à cabeça, pessoas, é a
partícula apacciivadora ou pronome apacciivador. É um é uma classe gramatical que a gente já viu. Nós já vimos o pronome apciivador ou a partícula apacciivadora. O primeiro Momento em que nós falamos disso foi quando nós estávamos nos verbos trabalhando com vozes verbais. E lá nós vimos que a partícula passivadora, ela acontece quando a gente tem um verbo transitivo direto mais o C. Então aqui é fundamental que a gente lembre ou retome, enfim, a regência do verbo. Não esqueçam, também já vimos na concordância, vou resgatar tudo que a gente já viu sobre a partícula passivadora. Na
concordância, a Partícula passivadora, ela concorda com o, na verdade, não é ela que concorda, né? É o verbo que concorda. Passe a setinha aqui vai ficar errado. O verbo, quando ele tem a partícula passivadora, ele concorda com o sujeito. O que que isso quer dizer? Sujeito no plural, verbo no plural. Sujeito no singular, verbo no singular. Se eu coloco algo do tipo: "Pede-se silêncio". E eu vou colocar aqui aos alunos, pede-se silêncio aos alunos. Eu estou Diante de um verbo aqui. Por quê? Porque a informação que eu estou dando é quem pede pede algo, alguém.
O fato de ele ser bitransitivo não vai interferir, porque antes dele ter o segundo complemento, antes de qualquer coisa, ele é VTD, né? E aí o sujeito nessa estrutura é quem recebe a ação de ser pedido. Quem está recebendo ação de ser pedido aos alunos? Silêncio. Sujeito no singular, verbo no singular. Se eu coloco, Ouvem-se barulhos na sala, mesma coisa, ó. Na sala é lugar, então não vai interferir na regência do verbo. Quem ouve, ouve algo, ouve alguma coisa. Verbo transitivo direto. Barulhos é meu sujeito. Sujeito no plural, verbo no plural. Ponto. Não sendo o
verbo a partícula passivadora, ou seja, não estando ligado ao verbo transitivo direto. O próximo ser que eu peço que Vocês eh lembrem ou pensem nele é o índice de indeterminação do sujeito. O índice de indeterminação do sujeito, ele aparece quando ele também está ligado a verbos, menos no VTD. Então, o índice de indeterminação do sujeito vai estar ligado ao verbo intransitivo mais o ser, o verbo de ligação mais o c ou o verbo transitivo indireto mais o c. E aí o que que acontece? Se ele é índice de indeterminação do sujeito, é porque o sujeito
é indeterminado. Se o sujeito é indeterminado, estes verbos, enquanto concordância precisam ficar sempre no singular. Tudo coisa que nós já vimos no decorrer da das aulas. Ó, vamos colocar aqui. Deixa eu pensar. Precisa-se, sei lá, de quê? Materiais didáticos. Precisa-se de materiais didáticos. Bom, quem precisa precisa de verbo que exige preposição é VTI + C. O Sujeito é indeterminado, está no singular. O que que é materiais didáticos? está no plural, mas não mexe com o verbo porque materiais didáticos é o objeto indireto. A única criatura que tem a capacidade de mexer com verbo é o
sujeito. E não é, então não mexe com verbo. Mora-se longe da cidade, sei lá, né? Quem é que mora longe da Cidade? Não sei o que que é longe. Adjunto adverbial de lugar da cidade, complemento nominal do longe. Então eu estou diante de um verbo intransitivo mais o c. Ponto. Não vai pro plural. E da mesma forma se for com verbo de ligação. Isso a gente já neste momento a gente tá vendo pelo menos pela terceira vez, eu acho. Estes dois sers, tá? Não sempre. Por isso que eu deixo pro por último, vou deixando pro
final porque a gente já viu, né? Então, neste momento, A gente acaba fazendo um resgate. Não sendo partícula passivadora, não sendo índice de indeterminação. Um outro C que vale a pena a gente pensar é no pronome reflexivo e no pronome recíproco, que também nós já vimos. A primeira vez que nós falamos de pronome reflexivo foi quando nós estávamos falando dos pronomes oblíquos. mem comigo, teti contigo, se consigo. E lá naquele momento eu disse para vocês, Gente, não existe a classificação de pronome reflexivo como se fosse uma classe gramatical eh independente. Na verdade, o pronome reflexivo,
ele é o pronome oblíquo, pessoal, oblíquo, que dentro do contexto assume a função de reflexidade. E a mesma pro me, pro t, pro c. Nesse momento estamos falando do c. Mas qualquer um daqueles pronomes pode assumir o papel de pronome reflexivo. Se eu disser, por exemplo, cortou-se Com a tesoura, ó, este C aqui é pronome reflexivo. Só chamar atenção pro seguinte, porque essa pergunta me foi feita esses dias, porque eu vou, eu insisto muito nessa questão de tu olhar se o verbo é VTD ou não, né? E eu sempre eh digo assim, esse precisa ser
o nosso primeiro pensamento. Aí não foi, não foi esse período que eu coloquei, mas eu coloquei agora e lembrei da pergunta. Vou compartilhar com vocês. Qual que é a regência do Verbo cortar aqui, gente, né? Qual, o que que é esse ser sintaticamente? Quem corta, corta alguém, corta algo. O verbo cortar, gente, ele é VTD. Aí a pergunta que me fizeram assim, tá? Mais Gil, se ele é VTD + C, isso aí não tinha que ser a partícula passivadora? Não, pessoas, não pelo seguinte, óbvio que a partícula passivadora, ela precisa ser ligada ao VTD, mas
eu não posso ignorar o fato de que para ter uma partícula passivadora, eu preciso ter a Voz passiva. A voz passiva é quando o sujeito recebe a ação do verbo. Quando eu tenho aqui, pede-se silêncio aos alunos, é a mesma coisa que dizer que silêncio é pedido aos alunos. Por isso tá ali o sujeito paciente recebendo a ação de ser pedido. Agora, quando eu tenho cortou-se com a tesoura, eu não tenho voz passiva, porque o meu sujeito aqui é elíptico, oculto. Ele quando eu digo que alguém se cortou, eu Preciso dentro do contexto compreender que
este ele, que este sujeito oculto, ele praticou a ação de cortar. Só que essa ação de cortar, ela recai sobre ele mesmo. Então, por isso que tu tem a voz reflexiva, né? Eu não posso só simplificar demais o meu raciocínio. Existe a regra, mas eu tenho que ler o contexto. Eu tenho que ler e eu tenho que entender. Então, quando o ser tiver essa ideia de a si mesmo, não pode ser voz passiva, tem que ser pronome Reflexivo. mesma forma, se eu disser o seguinte, ó, mãe e filha querem-se muito. Qual é a regência do
querer? Quando nós lá atrás estudamos a regência, o querer tá lá, foi o primeiro verbo do que a prove. E lá eu mostrei para vocês que o querer ele tem dois sentidos diferentes e, portanto, duas regências diferentes. Eu tenho querer no sentido de almejar como VTD e eu tenho este sentido aqui. Aqui não é no sentido de almejar, é no sentido de estimar. E por regra de regência, ele é VTI, tá? Mas e aí não seria índice de indeterminação do sujeito se ele é vti + c, gente. Se ele é índice de indeterminação do sujeito,
o sujeito tem que ser indeterminado. Olha o nome, índice de indeterminação do sujeito. É aquilo que faz com que o sujeito seja indeterminado. Pergunta aqui pro verbo: quem é que precisa de material didático? Não sei. Quem é que vive longe da cidade? Eu não sei. Agora, mãe e filha querem-se muito? Pergunta aqui quem que se quer muito. Tu tem resposta. A resposta aqui é mãe e filha, portanto aqui está o sujeito. Então não pode ser índice de indeterminação. E quando eu digo que elas se querem muito, esse C aqui me dá a ideia de um
ao outro ou uma a outra aqui, né? Um ao outro. Aí vem a diferença de nós chamarmos o C de Pronome reflexivo e de nós chamarmos o C de pronome recíproco, tá? E a voz verbal nas nos dois períodos é a mesma, voz reflexiva, tá? Então, por favor, peguem aquela ideia, mas não simplifiquem demais, a ponto de não ler o que está sendo dito, a ponto de não entender o que está sendo dito aqui, tá? Cuidado. Bom, a partícula passivadora, me prendendo um pouquinho aqui, gente, a partícula passivadora e o índice de indeterminação do sujeito
não exercem Função sintática, tá? Agora, os pronomes, sim. Então, seguindo aquela mesma linha de raciocínio morfosintático, dizer que isso aqui, classificar este CON reflexivo e este C pronome recíproco é fazer a sua análise morfológica. Agora, se uma questão destaca esses sers e pedem para nós, assim como nós fizemos com a questão ali do ITA, dizer qual é a função, trabalhem com a regência do Verbo. A gente já tem a função aqui. Cabe muito bem o padeiro, gente. Ó, alguém cortou o padeiro. Objeto direto. Mãe e filha querem ao padeiro. objeto indireto. Aqui do querer a
gente tem que cuidar porque daí é decoreba mesmo, né? O querer, tu tem que lembrar que querer no sentido de almejar é VTD e no sentido de estimar é VTI, tá? Então ele assume funções sintáticas. Não é partícula, não é índice, não é pronome reflexivo. Vamos pensar no CONJes, tá? Não faz muito, né, que nós vimos as conjunções. E o C ele pode ser algumas conjunções. Considerando que as conjunções são conectores e que estabelecem relação de sentido, eu não tenho muito o que fazer, a não ser entender contexto, porque eu não tenho como decorar. Mas
a primeira conjunção que nos vem à cabeça, eu acho que é essa Aqui, ó. H, se fizermos o simulado, se fizermos o simulado, entenderemos. Há uma bobagem aqui, tá, gente? Entenderemos a prova. Só um mero exemplo, tá? O que que esse C tá fazendo aqui? Primeiro eu preciso me dar conta de que eu estou diante de duas orações. Eu tenho aqui o verbo fazer, eu tenho ali o verbo entender. O número de verbos Me dá o número de orações na sequência. E quem está estabelecendo relação de sentido é esse C. Nós vamos entender a prova?
Depende, né? Existe uma condição que é fazer o simulado. E aí então nós estamos diante aqui de uma conjunção condicional. Vou aproveitar este momento para lembrar para vocês o seguinte: condição é algo não realizado ainda, tá? Condição é algo que pode não acontecer. Daqui a pouco a gente não vai entender a prova. Por quê? Porque daqui a pouco eu não faço simulado, né? Então isso pode não acontecer e isso pode não acontecer. Por que que isso é importante? Eh, deixa eu ver o que que eu vou colocar aqui. Ah, desculpa, gente. Eu acho que é
o mesmo período que vai, porque ou eu boto o hino ou me veio esse. Acho que esse até já mostrei para vocês. Olha só. Se gosta dela, procureã Esse C. Ele se parece muito com o C de cima, mas ele não é igual. Eu tenho verbo gostar, eu tenho verbo procurar. Então, eu tenho dois verbos, eu tenho duas orações. Qual a relação de sentido desse ser aqui? Ah, é uma condição. Não, porque eu estou dizendo que ele gosta dela. É diferente se fosse se gostasse dela. E aqui o tempo verbal, o modo do verbo ajuda
muito. Se eu colocar aqui, se gostasse dela, procurá-la, ia, eu já sei que é Uma condição, porque talvez ele nem goste. Pode ser que goste, pode ser que não goste. Isso é condicional. Agora tu gosta dela, então procurea. Por que que ele deve procurá-la? Porque ele gosta dela. Este ser aqui, gente, tu consegue trocar por um visto que visto que gosta dela. Já que gosta dela. Procurea. Este ser aqui é uma conjunção causal e não condicional, tá? Quando nós estávamos trabalhando com as conjunções, eu tentei Eh destacar justamente esses dois CS, né? O Condicional e
o Cusal. Mais um pouquinho. Não sei se o vinho é bom. Bom, temos aqui ainda duas orações. Então, portanto, nós temos aqui eh temos dois verbos, portanto, duas orações. Tá aqui a conjunção, que é quem faz a união dessas criaturas. E aí agora, qual a responsabilidade desse ser aqui? Aqui é O momento do isto, né? Não sei isto. Estamos diante aqui de uma conjunção integrante também sendo repetitiva. Comecei a aula retomando a conjunção integrante ali pro Q, para o que, paraa palavra que tu vai trocar pelo isto e observar se não é pergunta. Não pode
ser pergunta pro que ser conjunção integrante. Vocês concordam comigo que essa oração aqui é uma oração interrogativa? Como é que a gente faz para saber se ela é uma oração interrogativa? Ignora a oração principal e vê se não cabe um ponto de interrogação aqui. O vinho é bom? Poderia ser uma pergunta, certo? Isto não interessa. Pro C. Basta a troca pelo isto para ele ser uma conjunção integrante, tá? Não tem, não faz diferença ali. Pode ser outras conjunções, pode, mas aí vai depender do contexto. Vamos para um próximo C. Aqui vamos falar do ser, Parte
integrante do verbo, parte integrante do verbo. Quando estávamos trabalhando com verbos, pessoas, eu sinalizei para vocês que existem os verbos chamados de verbos essencialmente pronominais. Como assim? Essencialmente pronominais. São verbos que precisam necessariamente dos pronomes me, tjugação. Arrepender-se não existe o verbo arrepender, né? Eu não posso arrepender o outro. Ah, vou te arrepender. Não, eu me arrependo. Queixar-se, né? Não tem, eu me queixo, tu teixas, ele se queixa, suicidar-se, referir-se. Ó, tanto que quando tu vai falar o verbo, esse ser tá junto. Só o meu, a minha atenção que eu quero que vocês cuidem é
que existem verbos que vão vir acompanhados da parte integrante do verbo sem eles serem essencialmente Pronominais, tá? Vou colocar aqui primeiro queixar-se, tá? Ó, queixou-se do calor. Isso aqui é um verbo essencialmente pronominal. Agora, se eu disser, por exemplo, que o tronco partiu-se em dois, o verbo partir, ele não é essencialmente pronominal. Eu posso perfeitamente conjugar o partir sem ter pronome. Eu parto, tu partes, ele parte. E pode Tanto ser no sentido de partir e ir embora, né? Eu parti de Santa Maria em 2000 e eu posso usar o partir no sentido de dividir. Eu
parti o bolo em dois, eu parti o bolo em dois, né? Então eu não preciso ter esse pronome. Agora, neste momento, neste exemplo aqui que eu estou usando, posso tirar esse C daqui, pessoas? Não, né? Não, porque ele Ah, mas isso não é pronome reflexivo dele partir ele Mesmo. E aí eu vou ter que cuidar para não confundir com o pronome reflexivo. Por que que ele não é um pronome reflexivo? Porque o tronco é incapaz de praticar essa ação contra ele mesmo. Então, simplesmente para que eu tenha essa ideia da divisão, eu preciso desse ser.
Então, neste contexto, ele é parte integrante do verbo. Isso é um cuidado que a gente precisa ter. Às vezes é bem ruim de identificá-lo, tá? E se eu não esqueci de nenhum C, Pessoas, nós temos o seu pronome, ã, pronome não, perdão, gente, partícula espletiva, partícula expla ou partícula de realce. Ó, mesma coisa que nós vimos pro quê? Tu vai tirá-lo do contexto e nada será alterado. Pessoas, ó, aqui as gramáticas dizem que isso acontece normalmente com verbos que dão a ideia de movimento. Ó, tem aquele verso que diz assim: "Foi-se, Foi-se a primeira pomba.
despertado. Ó, quem é o sujeito dessa frase? Quem é que foi? A primeira pomba despertada. A primeira pomba despertada foi pronto, tirei o C. Não muda nada, não muda semântica, não muda sintasse, tudo igual. Só mais uma. A lagartixa. Lagarticha. Ó, sumiu-se. Poxa, a lagartixa sumiu, né? Ah, não Precisa. Raia-se o tempo todo. Quem ri, ri. R ria o tempo todo, tá? Então, tu consegue tirar sem fazer nenhum tipo de alteração pro nosso contexto. Temos aqui conjunção, já sabemos, não exerce função sintática, parte integrante do verbo não exerce função, partícula espletiva, partícula ã ou de
real, se não exerce função, mas os pronomes sim, tá? E aí os, ah, tem uma função que eu acho que eu separei, vou colocar aqui, que é o sujeito de Infinitivo. Pessoas, olha só, pronomes. Não sei se vocês vão lembrar quando a gente viu os pronomes, aquela divisão dos pronomes de do caso reto pros pronomes do caso oblíquo, eu mostrei para vocês assim: Os pronomes do caso reto, eu, tu, ele, nós, vós, eles, são pronomes que assumem o papel de sujeito. mim comigo, teti contigo, enfim, os oblíquos eles assumem o papel de complemento, mas eles
podem assumir a função Sintática de sujeito de infinitivo. Eles podem assumir o papel de sujeito de verbos no infinitivo. Olha só, viu-se entrar no céu. Eu acho que até vocês têm alguma coisa assim, geniu. Pessoa, se uma prova, uma questão, sublinha esse C aqui, tá? E pergunta para nós o que que ele é morfologicamente, qual é a classe gramatical deste ser? Eu tenho alguém que viu a si mesmo, Certo? Ele viu ou ela viu ela mesma? Este C aqui é um pronome reflexivo, morfologicamente falando. Agora, sintaticamente, muito cuidado para não dizer que ele é o
objeto direto do ver, porque o objeto direto do ver, o que que ele ou ela viu? Tudo isso. O que ele viu foi ele entrar no céu. Ele Viu ele entrar no céu. O objeto, porque o verbo é VTD, o objeto direto do ver é tudo isso aqui. Mas a prova não pediu tudo aquilo ali. A prova ela quer só o que que é o ser. O padeiro cai uma luva aqui. O padeiro viu o padeiro entrar no céu. Quem vai entrar no céu? O padeiro. Então este aqui é o sujeito do verbo que está
no infinitivo. Só pode ter essa estrutura, tá? Ser sujeito de um verbo que está no infinitivo na sequência. Ó, vamos botar Mais uma aqui. Ana deixou-se estar a janela. É a mesma coisa. Ana deixou ela mesma estar a janela. Então, morfologicamente este C é pronome reflexivo. Agora, o que que a Ana deixou? Cadê o objeto direto? Porque quem deixa deixa algo. Ana deixou Ana estar a janela. Então tudo isso aqui é o meu objeto direto. Agora, quem vai estar a janela? A Ana. Então este C aqui também é o Sujeito do infinitivo, tá? De novo,
né, gente? Eu tô falando do C porque é do C que a gente tá falando, mas isso serve para qualquer pronome, tá? Daqui a pouco eu coloco só para curiosidade aqui. Vamos botar aqui. Sendo nada criativo, pegar o mesmo verbo, ó. Deixou o entrar, pegar o mesmo verbo. Deixou entrar na sala, ó. Deixou. Deixou o entrar na sala. O que que ele deixou? Ele entrar na sala. Agora, quem vai entrar na sala? Esse o, esse o aqui é sujeito do infinitivo. Aí basta vocês olharem pro verbo no infinitivo, né? Se vocês forem ver, tem a
mesma estrutura, tá? Antes de nós partirmos para pra pontuação, pessoas, eh, deixa eu ver, eu tinha colocado, deixa eu ver se eh não, não foi na apostila de vocês. Eu tinha colocado essas textinhos e, né? Eu tinha colocado um, acho que foi na outra apostila que eu tinha colocado com erro De propósito. Pessoas, agora, por gentileza, deixa eu ver qual que nós vamos fazer na página 24 a questão 8. Aproveitar que vocês estão descansados hoje. Tô brincando. Questão número oito fala assim: "A partícula C empregada em calou-se pode ser definida como?" Bom, o que que
nós temos como opções? Índice de indeterminação do sujeito, Pronome apassivador, conjunção condicional, conjunção integrante e pronome reflexivo. Tá? Pena que não tenha linha, mas eu vou achar dentro do texto aqui. Pedrinho na varanda li um jornal, de repente parou e disse a Emília que andava rondando por ali. Vá perguntar a vovó o que quer dizer folklore. Vá, dobra sua língua. Eu só faço coisas que me pedem por favor. Pedrinho, que estava com preguiça de se levantar, cedeu a Exigência da ex-boneca. Emilinha do coração disse ele. Faça-me o maravilhoso favor de ir perguntar a vovó que
coisa significa a palavra folclore? Sem teteia. Sim, teteia. Emília foi e voltou com a resposta. Dona Benta disse que folk quer dizer gente, povo e Lore quer dizer sabedoria, ciência. Folclores são as coisas que o povo sabe por boca de um contar para o outro de pais para filhos. Os contos, as histórias, as anedotas, as superstições, as bobagens, a sabedoria Popular e tal. Por que pergunta isso, Pedrinho? O menino calou-se. Tá, tá aqui. Achei. Tá. Pode ser índice da indeterminação do sujeito. Não, porque quem é que se calou? O menino, né? O sujeito está ali,
então não temos um índice de indeterminação. Pode ser um pronome apassivador. Ele tá praticando, recebendo ação, não. Ele praticou ação de calar, certo? E ele calou quem? Ele mesmo. Então a gente já sabe a Resposta, certo? Nós temos aí um pronome reflexivo, calou ele mesmo. Se tivéssemos que trabalhar com a sinta, esse C aí seria o objeto direto. Pedrinho, calou, Pedrinho. Tá, vamos fazer. Não, essa nove é voz passiva. Eu queria uma coisa mais interessante. Vamos ver se a gente acha. Todas são, né, gente? Mas que eu não quero ficar fazendo. Vamos ali pra página
26, a questão 12. Deixa eu ver se a 12 é a 12 dá para ser pra gente poder ir adiante. Se a gente se cansa do mesmo lugar, do mesmo ser, por que não se cansar? Peguei o finalzinho só porque diz assim: "Lei o poema, barã". Eu peguei lá o finalzinho onde tem as coisas que estão sublinhadas, tá? Os termos constituem pronomes somente, conjunção, pronome e pronome, respectivamente, conjunção, pronome, enfim, é, é um raciocínio morfológico também. Se a Gente se cansa do mesmo lugar, do mesmo ser, por que não se cansar, gente? Se a gente
se cansa, talvez a gente não canse, certo, né? Se a gente se cansa, por que não se cansar? Então, nós estamos diante de uma conjunção. Eu falei condicional, mas daqui a pouco a gente vai parar para ver se não é causa, mas é uma conjunção. Se a gente se cansa, se a gente cansa quem? A gente mesmo. Então isso é um pronome reflexivo Do mesmo do mesmo lugar, do mesmo ser. Por que não se cansar? Ou seja, cansar a si mesmo? Então, a gente tem uma conjunção, um pronome e um pronome, respectivamente, letra B. Eu
só queria que vocês me ajudassem, se for do interesse, né? Eh, esse C primeiro ali que é uma conjunção, eu classifico ela como condicional ou como causal? Bom, considerem que no final tem uma pergunta, né? Se a gente se cansa, por que não se cansar? Basicamente é isso, Certo? Se nós temos uma pergunta é porque nós não temos certeza. Não esqueçam que a causa ela tem que gerar uma consequência. Quando a gente tava falando da causa e consequência lá atrás, eu sinalizei isso para vocês. No momento que é feita uma pergunta, eu não tenho certeza.
Então, aí ela é uma condicional, tá bom? Basicamente é isso, nosso último conteúdo gramatical, Pessoas, tá? Deixei de propósito a pontuação pro final. Por quê? por causa das redações, eu sempre troco um pouco de figurinha com os colegas da redação eh sobre ah problemas que costumam aparecer, né? Eh, e aí eu, a meu raciocínio sobre a nossa escrita, acho que eu já comentei isso com vocês, escrever um texto dissertativo, argumentativo, seja ele pro Enem, seja um artigo de opinião, seja uma carta aberta, enfim, escrever. Escrever não é fácil. Escrever é uma é algo difícil, né?
E ainda se tu vai ser avaliado num concurso que tu quer, pior ainda. Então tem tantas complexidades, começa pela estrutura, pelas necessidades do que que tem tem que estar em cada parágrafo, se posicionar, argumentar e blá blá blá blá blá blá, tá? Isso já tem a sua complexidade. Não dá. A gente precisa evitar o máximo que puder de a gente não perder nota por questões gramaticais. Então, por isso Que de certa forma a gente acaba vendo eh o mínimo da gramática pro Enem, né? A gente precisa ter o mínimo eh de conhecimento gramatical, porque a
gente precisa da escrita, certo? E aí, nessa conversa com os colegas são três coisas que normalmente eles me pontuam, tá? a crase, por incrível que pareça, a acentuação e a pontuação, tá? Então assim, por isso que eu deixo por último, que tá mais Perto do do fim, né? Então, algo que possa talvez ajudar vocês na escrita, tá? Normalmente lá na redação, eu tô viajando aqui, né, gente, agora porque eu tô falando meio que por vocês. Eu penso que quando a gente tá escrevendo a gente não fica muito em dúvida no ponto final, a não ser
que tenha problemas de fragmentação de período, que daí é uma outra situação. Mas normalmente a pontuação que a gente Sente receio ou erra é a vírgula. Então o meu foco neste momento vai ser vírgula, tá? Não me interessa neste momento se eu tô escrevendo ou se eu tô fazendo uma questão de prova, tá? Sempre que vocês forem pensar na vírgula, primeira coisa, minha dica é olhem se vocês estão lidando com um período simples ou com um período composto, porque o raciocínio ele não é 100% o mesmo do uso da vírgula para o período simples e
para o período Composto. Aquela teoria, aquele blá blá blá que nos ensina quando a gente é criança de que a vírgula é uma pausa, tá? Não é, não tá errado. É uma pausa, né? Uma coisa muito legal que dizem, eu fico pensando no cérebro de um serzinho. Vírgula é pausa, ponto e vírgula é pausa, ponto é pausa, né? Ponto e vírgula é a pausa maior que a pausa da vírgula e o ponto é maior que o pausa do ponto Jesus. Isso só serve para nós lermos. Por isso Que pedem pra gente ler em voz alta.
Seria ótimo fazer esse treino aqui com vocês. Vamos ler em voz alta. nem falam comigo, imagina ler. Ah, isso é paraa nossa leitura agora na nossa escrita. Ah, tá. Ficou muito grande. Tamanho não é documento, né? Aí, ah, eu não sei. Não, existem regras gramaticais paraa vírgula, tá? Então, eu vou começar por este raciocínio aqui. E aí eu vou começar pelo período simples primeiro, tá? Nós já temos conhecimento que o período simples é aquele que tem apenas uma oração. E aí eu quero que vocês pensem assim: ordem chamada de ordem direta pro período simples. Isso
aqui resolve, gente, muito da nossa vida em relação à vírgula. A ordem direta do período simples é sujeito mais verbo. E aí vocês sabem que eu costumo colocar o mais resto aqui, porque esse resto aqui não interessa. Pode ser advérbio, pode ser os Complementos do verbo, não sei, não interessa. Neste momento a gente já evita dois grandes erros que a vírgula é capaz de cometer. Então eu começo por o que não fazer. Jamais, jamais separar o sujeito do predicado. Por maior que seja, talvez lá na tua redação o problema não seja não ter colocado a
vírgula, seja tu ter criado Um período muito longo, sem necessidade dele ser longo, né? Mas aí é um outro problema. Aí é um problema que a gente tem que resolver olhando o texto, tá? Mas essa teoria de que ficou muito longo, tem que meter vírgula, não adianta. Tu vai achar o sujeito, vai achar o predicado e não vai meter vírgula. Da mesma forma que a gente jamais poderá separar o verbo ou o nome de seu complemento. Do complemento. Que complemento? Quem é que funciona como complemento de verbo? O objeto direto e o objeto indireto. Quem
é que funciona como complemento do nome? O complemento nominal. Essas criaturas não podem ser separadas jamais por vírgula. Então, se, por exemplo, vou criar uma coisa aleatória, vou trazer para cá para ficar maior o meu período, tá? Vamos colocar assim: candidatos Candidatos ao concurso concurso irão participar do simulado no final de semana, tá? É muito simples o meu período, mas eu queria agora vocês vão entender o que que eu vou fazer, tá? Eu achei ele grande, então eu vou ver se eu não tenho que botar vírgula em lugar nenhum. Vou Fazer um raciocínio sintático aqui,
né? Vou começar pelo sujeito. Vai lá no verbo e pergunta pro verbo quem vai participar do simulado. Vai obter como resposta aqui todos os candidatos ao concurso. Pronto, achamos o sujeito. A do sujeito, ó, eu já identifico o verbo. Tá aqui sujeito, tá aqui o verbo. E aí todo o restante aqui é o meu resto. Pronto. Como eu não estou neste momento fazendo análise sintática, não me interessa o que que é aquele resto. Tá Claro, né, gente? Ah, do simulado no final de semana do que eles vão participar. Do simulado é o objeto indireto do
participar e no final de semana um adjunto adverbial de tempo, tá? Mas o que que nesse momento eu identifiquei que meu período está na ordem direta e que eu não vou colocar vírgula em lugar nenhum aqui, tá? Agora eu posso pegar esse no final de semana aqui, que [roncando] é um adjunto adverbial de tempo, e tirá-lo daqui. Porque como o adjunto adverbial ele é um termo acessório, eu posso colocá-lo onde eu quiser e eu vou trazê-lo aqui pra frente. Vou colocar, vou fazer o mesmo período, só vou fazer o seguinte. No final de semana, todos
os candidatos ao concurso, vou me prestar a escrever tudo, irão participar do simulado. Ó, vamos imaginar fosse que Fosse outro período. Acha o bendito do sujeito. Vai lá no verbo, quem vai participar do simulado e tu vai identificar aqui todos os candidatos ao concurso. Neste momento, eu já visualizo que tem alguém antes. Eu tenho alguém que se antecipou aqui. Isso já sinaliza para mim que tem alguém fora do seu lugar. Significa que eu desloquei algum termo. E aí nós temos aqui, já tínhamos visto lá um adjunto Adverbial deslocado. Quando a gente entende, agora vou falar
da regra e já volto ali, tá? O adjunto adverbial deslocado, ele só exige a vírgula se ele for de grande extensão. Se ele for de pequena extensão, a vírgula é opcional, a vírgula é facultativa. Este aqui é de grande extensão. É, pessoas, como é que eu faço para Identificar se ele é grande ou pequeno? Ele só vai ser considerado de pequena extensão se ele for formado por uma palavra só. Vamos botar aqui o a o adjunto adverbial aqui. Olha só. Aqui estuda-se muito. Eu não botei vírgula e tá tudo bem. Mas ele está deslocado porque
o lugar do adjunto adverbial é na rabeira da frase. O lugar dele é no final. Se ele veio pra frente, Agora eu vou olhar o tamanho. Como aqui é uma uma palavra só, a vírgula aqui ela é facultativa. Esta vírgula aqui são 1 2 3 4 palavras. Gente, esse adjunto adverbial é de grande extensão. Então aqui esta vírgula é obrigatória. Só que neste momento eu preciso falar da redação. Agora lá na tua redação, [roncando] tu não vai pensar em nada facultativo. Por quê? Porque alguém vai corrigir tua redação e tu não vai ter com quem
tu trocar. Ah, mas era facultativo. Dane-se, a minha sugestão pra tua redação é, sei lá, usou indubitavelmente, usou um com certeza, usou um no Brasil, virgula, virgula para mostrar pro corretor que tu sabe que tu deslocou o advérbio e que tu sabe que ele tá deslocado e que, portanto, tu está demonstrando que tu sabe que ele tem. Não tá errado não colocar o Corretor, ele não deve fazer essa correção. Mas gente, vamos lá. Eu acho que vocês melhor do que eu sabem que ultimamente tem dado umas coisas interessantes na correção das redações eh do Enem,
infelizmente, né? Então, assim, não deve, mas é só um conselho. Minha mãe disse que se o conselho fosse bom, a gente não dava, a gente vendia, tá? Mas minha dica é deslocou, vírgula, tá? Eu posso ainda, eu não vou reescrever o Período mais uma vez, tá gente? Mas eu ainda posso pegar esse no final de semana e colocar ele em outro lugar. Ó, todos os candidatos ao concurso no final de semana irão participar do simulado. Virgula, tá? Virgula porque ele saiu lá do final, tá? Mais uma função sintática. Só mais um pouquinho, tá gente? Aguenta
só firme aí. Eu sei que vocês estão cansados, mas só mais um pouquinho. Além do adjunto adverbial, pessoas, nós temos uma outra função sintática que quebra Essa sequência aqui, que é o aposto. Quando nós vimos aposto, nós vimos quatro tipos de aposto. Aposto especificativo, aposto explicativo, aposto enumerativo e o aposto resumidor. Estes quatro tipos de aposto, o que exige vírgula é o aposto explicativo. E se nós tivermos que justificar o porquê, a resposta está aqui, ele quebra a ordem direta do período sempre. Sim. Lembram? Eu coloquei alguma coisa para vocês, assim, meus exemplos de sempre,
né? Machado de Assis, vírgula, escritor brasileiro, vírgula, morreu. Não era o exemplo que eu dei para vocês lá, mas agora facilita a nossa vida. Vamos matar o cara que já morreu, tá gente? Vou seguir a linha de raciocínio da ordem direta. Comecem, vão lá até o verbo e achem o sujeito. Quem morreu? Machado de Assis, né? Então o período, a ordem direta é isso aqui, gente, ó. Machado de Assis morreu. E aí, então eu preciso perceber que essa criatura que explica quem é Machado de Assis interrompe essa sequência sintática. Mesmo que eh o aposto não
esteja no meio, pessoas, porque ele pode estar no final. Por exemplo, ó, se eu coloco assim, sempre Leio Machado de Assis, excelente escritor brasileiro. Olha só, eu coloquei, tá, o ponto final lá. Enfim, temos esse sempre, porque se eu começar pelo sujeito para seguir a ideia da ordem direta, quem lê? Eu. Eu leio. Então, eu já identifico esse sempre deslocado aqui. Como ele é um Advérbio, como ele é de pequena extensão, escolha minha colocar ou não, tá? Eu não vou colocar. Desculpa, me afoguei, gente. Só por quê? Eita! Eu não vou colocar a vírgula ali
porque eu não quero dar ênfase para ele. Não é tipo sempre leio, não é? Sempre leio. Eu quero que a a eu quero que haja essa fluidez aqui, então eu não vou colocar, tá? Por que que eu tenho esta vírgula Aqui? Porque meu período é leio Machado de Assis, né? Excelente escritor brasileiro tá fazendo a mesma. Ah, eu botei um excelente, a única coisa de diferente, tá explicando quem é Machado de Assis. Então, ah, mas tem que ter essa vírgula mesmo ele estando no final. Sim. Tá? Todos os termos que são explicativos são retiráveis do
contexto, né? São termos que estão aqui simplesmente como uma explicação. Então, sim, tu pode tirar ele fora, precisa Dessa vírgula aí, tá? E a última função sintática que eu vou mostrar para vocês hoje, que tem a ver com essa sequência aqui, é o vocativo, pessoas. Botar aqui vocativo não precisa muito. Bom, lá na tua redação do Enem, tu não vai usar vocativo, né? O máximo que tu vai usar o vocativo se tu for fazer o FCM pedir em carta aberta ou algum outro vestibular que peçam carta aberta, né? O vocativo ele é um chamamento E
o que justifica ele ser virgulado, gente, é o fato de que ele não faz parte do sujeito, nem do predicado. Vocês devem lembrar que a sintasse divide, né? termos essenciais, termos integrantes, termos acessórios e o vocativo. O vocativo ele é fora disso, ele não tá aqui dentro. Então não me interessa se ele tiver no início, no meio, no fim, sempre virgulado, né? Ã, profe, sei lá, vou botar uma bobagem Aqui. Profe, posso ir ao banheiro? Olha só, posso ir ao banheiro, profe? Posso, profe, ir ao banheiro? F não interessa. Onde eu colocá-lo, eu vou ter
que virgular, tá? Porque o sujeito aqui não é profe, é eu, tá fora, né? Então tá aqui o vocativo, que é o nosso chamamento. Estas funções sintáticas, gente, vocês resolvem olhando a ordem do período. Isso ajuda muito, tanto na tua escrita quanto numa questão de Vestibular, tá? Posso parar aqui? Posso? Meu Deus, gente. Cruzes, tá? Vou parar para depois a gente fica com período composto, tá? Até me surpreendi. Deixa eu ver. 3 6 9 10 12. Tá. 13. Ah, um bom número. 13. Número da sorte. Tinha jogo hoje, gente. Eu criei toda uma expectativa que
eu ia entrar aqui, não ia ter ninguém. Granal. Uma boa noite para vocês. Um bom descanso. Oi. Um bilhetinho. Eu tenho dúvida.