[Música] nem mesmo a quem fala a vocês é o guilherme cavalli ao clube jô nós vamos concluir a nossa série comentando sobre o livro a era da informação do manuel castells então deixa que é só clicar em curtir e se inscreva para acompanhar o nosso conteúdo é bem pessoal nos vídeos anteriores mas comentou sobre a tese da sociedade em rede do manuel manuel castells como uma nova forma de sociedade foi criada mediante tecnologia da informação e influenciou desde relações pessoais relações econômicas políticas e no segundo vídeo em que falou sobre como fica o contexto de
identidade da sociedade mediante essa nova ótica de uma sociedade em rede no terceiro livro do dessa série era informação é efetuado fim do milênio e nele a gente tem análise isso empíricas feitos pelo manuel castells sobre diversos países sobre diversas situações que sob a ótica dessa nova tecnologia da comunicação e como isso afeta desde a sociedade ea política e principalmente no caso que analisa dentro da economia então vamos falar um pouco sobre o que ele nos coloca nesse livro a primeira análise que ele faz é com relação à união soviética o argumento que ele coloca
que a união soviética na sua durante a guerra fria e na sua disputa de hegemonia com os estados unidos ela ficou para trás no âmbito das tecnologias da comunicação então a partir do alto desenvolvimento dessas tecnologias na década de 70 e 80 surgiu um novo modelo econômico ao longo do mundo ea união soviética ficou para trás ela tinha um modelo bastante engessado de gestão modelo basta engessado de política de centralização baixo iniciativa e isso fez com que a união soviética não pudesse acompanhar o restante do mundo e se essa diferença então foi fatal para a
economia do nosso que ética fez com que ela ficasse para trás e ao longo do tempo e isso culminaria em um processo de rompimento que elevaria a um fim à separação dos países que a compunham a outra parte que nos para com relação ao crime organizado numa escala global com a gente comentou nos dias anteriores o manuel castells nos fala que a economia mundial funciona o fluxus os fluxos de inferência diferentes pontos do planeta que quer a gente se um país produzir uma matéria prima o país produz tecnologia outro país tem fábricas então é inserido
numa cadeia do fluxo de produção que resultaria em produtos finais para o consumidor e assim reduziria o poder de 1 101 de um pólo onde tudo isso ocorreria e uma nota céu nos fala que isso acontece com relação ao crime organizado o crime organizado numa escala global principalmente é financiado pelo tráfico de drogas um exemplo por exemplo a folha da coca plantada na bolívia no peru processada em laboratórios colombianos transportada pela américa latina chega ao méxico pelo méxico entra nos estados unidos e nos estados unidos a partir ia à europa eo japão ea histeria redes
criminais diversas desde os cartéis colombianos aqui há os grupos de máfia no méxico e nos estados unidos no japão na europa e até mesmo o grupo de criminosos em jeri anos então o grupo os criminosos em escala global atuando influxo e fazendo com que a economia do crime funciona então a gente tem um modelo de uma economia ilegal de uma prática ilegal e que consegue se sustentar é com maior força através dessas dessas redes nessa sociedade eles é um outro ponto que ele analisa são os chamados tigres asiáticos cingapura coréia do sul hong kong taiwan
e ele nos fala como os quatro países cada um ao seu modo com modelos políticos bem parecidos mas também cada um com suas características peculiares né e coréia do sul com um modelo mais ditatorial investimento do estado um pouco mais pesado cingapura com o euro bem centralizador mais contando mais com investimentos externos mas sus dentro de uma lógica de uma participação ativa do estado é dentro da economia e da conexão desses países com uma com essa rede global de como de economia e ele nos fala sobre como os países entraram dentro de todo uma rede
de prosseguir o processo de industrialização e equipamentos de alta tecnologia como forma de chips processadores a gente pode imaginar empresas por exemplo a samsung que estão aí entre as maiores na área de tecnologia da informação ou seja aaa a força econômica que os tigres asiáticos conquistaram na segunda metade do século 20 e estaria também atrelada à toda essa rede de fluxos que move ea sociedade redes e ele também analisa a china aí ele fala sobre a relação da china com com essa nova realidade ele e a gente tem que entender que esse livro foi escrito
no final da década de 1990 então nesse período curto bastante coisa se passou e falava justamente se a china se isso sentaria com seu modelo comunista dori aos economia que estava tentando se abrir para o modelo capitalista pés do deng xiao ping foi o líder da nação do neste final de ano cedendo mao tsé tung ea gente talvez isso possa serviço conjunto a forma como a ter a palavra que era deixar em aberto em 1999 sobre o que seria da china um só regime fechado dentro de uma lógica de globalização da sociedade em redes em
que ela tentava se conectar e por último ele nos fala sobre a união européia e também fala na época onde ainda estava sendo introduzido o euro onde se começar a falar em um banco central europeu da época em que ele escreveu para os tempos atuais muita coisa já mudou esse tempo por exemplo o caso do presidente que é o primeiro rompimento de maior grau dentro da união europeia mas ele ao retratar a união européia é lógica da época que eu escrevi e falava que seria a primeira nação em rede o primeiro está doente porque a
união européia ela foi planejada para criar uma série de uma espécie de estado assim um dos estados que seria a união europeia e em vários pontos ou a união européia ultrapassaria o estado nacional ou seja a união européia algo acima portugal aproxima de frança acima da holanda e isso aí seria visto ou através por exemplo de a do banco central europeu através de uma moeda única através de ações militares é ela a união europeia como por exemplo através do botão seja extinto uma instituição supranacional para cuidar de questões de defesa você é é ser um
estado em rede serão vários países com seus fluxos de rede conectados for formando algo maior e ele ainda nos fala show como isso geraria um impacto porque você teria por um lado é essa esse processo de globalização ou seja um estado nação perdeu um pouco de seu poder para construir uma entidade supranacional e por outro lado o conflito com o poder de identidade e é algo que a gente pode ver nos centros atuais com a questão da imigração com um caso de xenofobia a gente ficar de importação na itália algumas imagens até forte de imigrantes
possuem uma espécie de campo de concentração em pleno inverno sem abrigo e então o a ha ha o poder da globalização entra em choque com esse poder de identidade ele nos fala isso com relação à europa porque no geral a europa é uma região que recebe muito mais fluxo de migrantes então a questão de identidade um pouco mais delicada porque justamente por receber uma quantidade maior mesmo tempo serve para a gente pensar de uma forma até um pouco mais geral até qual ponto os países às nações sociedades são dispostas a se conectarem à rede de
globalização em sociedades - homogêneas a terem a perda de um certo espaço de hegemonia em prol de uma rede globalizada e até qual ponto os grupos e de identidade não ser tão fortes assim como se manifestar tanto como se fazer valer pra que possam consolidar esses estados então o pessoal com isso a gente encerra a essa série comentando sobre essa obra do manuel castells espero que vocês tenham gostado e é o nosso próximo encontro