e os pigmentos Como o próprio nome já dá ideia são substâncias coloridas que são produzidas fora do corpo quer dizer gente tem os pigmentos que são episódios ou os pigmentos que são produzidos ali pelas próprias células que são os pigmentos endógenos exemplos de pigmentos exóticos nós temos aqui o mais comum carbono ou poeira de carvão que a gente vai encontrar por exemplo naquele ar poluído ou não nas carvoarias é a tatuagem também é um exemplo de pigmento a do tipo exógeno é endógeno produzido pelas próximas células nós temos aqui aquele pigmento relacionado ao envelhecimento que
o que nós chamamos e limpo fosse não alguns autores enfatizando aí a questão da senescência também que relacionado também o em o celular a melanina O pigmento que dá coloração a nossa pele nós temos também a hemossiderina onde ele Vado da hemoglobina Então a partir de agora a gente vai falar um pouco sobre esses pigmentos E aí nós vamos começar falando sobre o carbono ou poeira do carvão Já que é O pigmento o exógeno o mais comum encontrado no organismo Então a partir do momento que o indivíduo tem um contato por exemplo e convive Amém
em um ar completamente poluído o que é que acontece as partículas de carbono elas são fagocitados por macrófagos EA gente consegue visualizar no pulmão aqui representado por exemplo uma macroscopia de um pulmão de chimpanzé a gente consegue observar fina ás populações negras escurecidas aqui em todo o parênquima pulmonar E se a gente fizer um corte desse pulmão a gente pode observar esses depósitos esse acúmulo de carbono tanto no interior dos macrófagos alveolares vamos lembrar que os macrófagos alveolares eles ficam ali nos septos interalveolares exatamente para defender o pulmão de qualquer agente externo de qualquer a
gente vazou Então chegou alguma a gente um vaso ali na área de pulmão uma acrofago V online tem essa função de realizar ali A fagocitose tão que a gente pode observar que é uma célula uma crosta forma que a gente tem um núcleo dele bem corados pela hematoxilina e aqui é nesse tom esses grânulos marrons escurecido Aqui nós temos oi haha o depósito acúmulo do carbono com o poeira do carvão então a gente pode encontrar o tanto no meio intracelular como aqui também no meio intersticial quer dizer na matriz extracelular A gente pode observar esses
depósitos esses acúmulos do carbono então a essa situação onde a gente tem aqui os depósitos de carbono que é uma partícula estranha e por ser uma partícula em estranha nessa situação ela é inerte dos enzima para degradar por exemplo o carbono Então ela se mantém alojada aí em áreas de pulmão então sim esse estímulo é por exemplo do ar poluindo ele permanece a lista indivíduo continua frequentando E aí aquele ambiente isso pode gerar uma doença que é o que nós chamamos de antracose pulmonar que a presença ali se acumula aqui em excesso eu tô aqui
mais uma vez demonstrando que a gente acabou de falar esse aqui já é um pulmão humano aqui inicialmente são duas mãos com microscopia se o menor aumento e que o aumento médio observa em que existe aquela sequência que eu falei para vocês no slide anterior de quando a uma inalação da partícula da poeira da inalação do carbono a uma fagocitose desse desse carbono por macrófagos alveolares e em seguida eles migram para os linfonodos broncoalveolares para quê que nos linfonodos estão ali armazenados outras células de defesa para que essas células sejam sensibilizados para que elas vão
para o local para tentar encerrar o carbono só que elas não consegue Esse é um material exógeno é o material que não existe enzima para ele vai se acumular então por isso que área de linfonodo aqui ó broncoalveolar que aqui onde a gente consegue observar é área de ir o mesmo o mão tá é a gente consegue encontrar que nos linfonodos eles completamente a que escurecidas devido ao acúmulo dessas partículas de carbono ó e aqui é a mesma imagem macroscopicamente a gente consegue visualizar os linfonodos bronco bronco pulmonares repletos aqui em do carvão é importante
quanto a parte das partículas de carbono e e vamos outra pigmento que é muito curioso e a gente sempre se pergunta por que a tatuagem ela é permanente porque a tatuagem ela não sai isso vai muito em conta também o que a gente acabou de falar sobre o carbono é triste o enzima que da grade O pigmento que é utilizado para fazer a tatuagem tá então ela é permanente a primeira questão que acontece é que é inclusive eu peguei esse desenho esquemático que ele tá bem didático de um site de um blog de tatuagem tá
onde a gente percebe que o depósito do pigmento da tatuagem acontece na Derme a 10 na região onde não acontece renovação celular região da pele vamos lembrar lá da aula de histologia novamente que acontece o processo de renovação celular Qual é a camada mais superficial a camada que a gente chama de Epi Derme epiderme é um tecido epitelial Derm tecido conjuntivo tão Observe que O pigmento da tatuagem ele é administrado exatamente em área de Derme EA que quando a tinta ela chega aí dessa área vai acontecer também aquela mesma sequência que a gente falou para
nos macrófagos alveolares que acontece no pulmão para o carbono Então você tem macrófagos teciduais que aí a gente chama esses macrófagos de histiócitos eles vão fagocitar essas partículas aí dos seus pigmentos né da tatuagem então uma vez pagou sentado ou esse macrófago ele não consegue encerrar esse pigmento por quê Porque não existe ezimas para agradar bom então esses pigmentos eles ficam aí armazenados nesse macrófago a dia terno no caso de tatuagem de muito tempo Chegam aí também na área Na tentativa de reparo tecidual Na tentativa de cicatrização que é uma aula também que a gente
vai discutir mais à frente fibroblastos então a gente tem esses a como uso pigmento da tatuagem tanto em macrófagos como também dá para as tatuagens mais antigas em fibroblastos tô falando um pouquinho agora sobre os pigmentos endógenos e aqui a gente começa a falar sobre a lipo Sina que é conhecida como um pigmento do desgaste ou pigmento da velhice então a língua fosse mina ela comum em tecidos como consequência do envelhecimento e de atrofia inclusive quando se acumula muita muita lipofuscina em caso de atrofia em casos quando tem uma ampla distribuição distribuição em tecido a
gente começa a chamar essa atrofia de atrofia parda porque porque ali pô pô Sina ele ela parece ela tem essa aparência para gente olha como se fosse enganos nessa cor amarelada É dessa cor meio que Castanha é que fica distribuída é no interior dessas células são ele é constituída ali por oficina tanto que é uma constituição lipídica como também uma constituição proteica tá é e a gente vai encontrar lipofuscina nessa das células que não geram o que são células que não se dividem são células que são senescentes são por isso que elas chamado inclusive de
pigmento da velhice Então a gente vai encontrá-las no coração por exemplo os cardiomiócitos no cérebro nos neurônios e em alguns hepatócitos uma uma questão que é importante a a gente ressaltar que essa constituição lipoprotéica principalmente associada aí é devido o que é ação de radicais livres a presença de lipofuscina é um importante marcador de lesão por Radical Livre aqui essa micrografia Como já mostrei aqui os grânulos de lipofuscina a como a gente pode ver essas pigmentos castanhos amarelados aqui gente não corte decoração que a gente consegue visualizar aqui essas células seriam os cardiomiócitos tá bom
um outro pigmento que talvez esse aqui você você já estejam acostumados não é porque O pigmento que dá cor à pele inclusive é O pigmento que protege contra os raios ultravioletas EA Melanie tá na melanina desculpa a melanina a gente sabe que ela é produzida pelos melanócitos que são células que nós encontramos em área de epiderme mas a gente encontra melanina não só no meu nosso não em gente nós podemos encontrar melanina nos melanócitos mais uma vez que ela é produzida a partir do metabolismo da tirosina enzima tirosinase A gente tem um depósito dessa melanina
em queratinócitos e por vezes alguns macrófagos chego ali foi igual sim então essa melanina então a gente pode encontrar melanina em meu nosso a parte nossos e nós podemos encontrá-las também em macrófagos então a gente sabe que a melanina lá Pensa a pigmentação também que faria uma coloração mais acastanhada é o que dá o que favorece na verdade a pigmentação da pele o outro pigmento bem interessante o que a gente chama de hemossiderina aí hemossiderina é ela é encontrada principalmente quando alguma degradação o metabolismo da hemoglobina então ele também forma esses grânulos que tem essa
coloração castanho amarelada em e que se deposita ali nas células porque a professora a gente tem a formação da hemossiderina a hemossiderina ela aparece é quando a depósitos de ferritina devido a quebra da hemoglobina nos hematomas por exemplo a gente encontra por vezes aquela área arroxeada porque a gente tem ali aquele momento um Mundial que falta de oxigênio uma área que sofreu uma determinada lesão E por vezes a gente tem um o show um amarelado ao redor porque ali na área coração se for uma pancada ou amarelados seria o que da gravação da hemoglobina que
seria a formação ali dos grânulos de hemossiderina Então não é matou uma isso é muito plástico aqui a gente tem por exemplo grânulos Garden os dele nas células hepáticas toque no ar o corte corado com a hematoxilina-eosina então a gente consegue visualizar essa cor mesmo do grânulo que é o castanho Amarelo a água então o castanho Dourado EA que enviei esses depósitos de Ferro da Ferritina que são evidenciados por um processo de uma coloração especial que aqui a reação do azul da Prússia vai parar Exatamente Essa Ferritina então demonstrando que fato aí seriam esses depósitos
em o caminho é bom em relação à calcificação O que é isso Professor uma calcificação patológica então é calcificação patológica seria uma deposição anormal dos sais de cálcio juntamente com pequenas quantidades de Ferro magnésio chumbo e outros minerais nos tecidos então a gente não pode confundir por exemplo processo da calcificação com processo por exemplo da ossificação são processos completamente diferentes aqui é o aparecimento de cálcio onde não deveria existir esse aparecimento Então a gente tem duas variedades de calcificação patológica o que nós chamamos de calcificação distrófica e a calcificação metastática de e na calcificação distrófica
o metabolismo do cálcio aqui ele tá normal mas ele vai começar se acumular tanto em tecido lesionado como tecido morto então se o tecido tá morto outra lesionado por exemplo em casos de necrose você tem a presença de uma calcificação na casa do Nenê necrose caseosa a gente inclusive observa isso muito bem então a gente aí trata refere-se é uma calcificação distrófica Então nesse caso aí ele pode causar disfunção de um órgão já na calcificação existe uma hipercalcemia com deposição de cálcio em tecido que é normal e uma outra coisa próprio nome já diesel metastática
Então pode acontecer em diversos que lindos pode metastatiza quer dizer pode disseminar por todo o corpo isso acontece porque porque existiam a hipercalcemia vamos lembrar lá das aulas de fisiologia então porque pode ter um aumento de paratormônio uma destruição do osso se tem destruição Moço você tem liberação de cálcio para a Corrente sanguínea E aí ele pode se instalasse depositar se acumular em outras partes em outros órgãos nós temos distúrbios também relacionados a vitamina B vamos lembrar que o metabolismo da vitamina D ela está estritamente relacionado como metabolismo do cálcio e da questão também da
insuficiência renal e aqui por exemplo nós temos uma calcificação distrófica onde a gente pode observar a presença olha de cálcio na região valvar causando uma estenose dessas válvulas quer dizer um estreitamento dessas válvulas ó e aqui olha o que a gente falou área de necrose caseosa área de destruição tecidual no caso de uma tuberculose então aqui a gente tem essa área não é completamente destruída não tem Contorno celular é a gente não consegue visualizar contorno de célula então que característica inclusive tá necrose caseosa mas Observe em que a gente consegue observar aqui nessa micrografia o
acúmulo de cálcio nessas áreas alguns patologista as inclusive eles quando relatam essa questão da calcificação em alguns órgãos quando eles fazem autópsia por exemplo e faça um corte no longo que tem a classificação ele sente como se fosse a criou o rangir da faca né porque é como se você tivesse ali cortando um moço tá lembrando novamente a calcificação Eu dei um exemplo fiz analogia mais calcificação e ossificação são processos que são diferentes e aqui a gente fala em calcificação patológica i bom então gente novamente essa foi a nossa aulas referências são as mesmas das
aulas anteriores eu espero que vocês tenham gostado estudem Obrigada pela atenção de vocês em relação à aula e a gente se encontra no próximo conteúdo na próxima Até lá