o olá pessoal eu sou doutor júlio marçal e sejam muito bem-vindos ao meu canal eu sou médico clínico geral e cardiologista nesse vídeo a gente vai continuar com aquela sequência de eletrocardiogramas importantes na emergência médica mas antes de começar esse vídeo eu peço para que vocês me sigam nas redes sociais deixa o like nesse vídeo e se inscreve no canal então vamos lá e esse aqui é o eletrocardiograma de hoje como sempre a gente vai ter que ver identificação desse o padrão é n e se a velocidade de 25 milímetros por segundo nesse caso todos
esses parentes estão tudo aqui e já olhei o exame aqui por cima a gente já consegue notar o seguinte esse paciente está no ataque cardíaco isso porque a distância entre as ondas r é menor do que 3 quadrados vamos então olhar para honda p e olhando aqui de um de dois a veste a gente não consegue identificar um tapete partimos então para a próxima etapa que olhar o complexo qrs oqrs aqui tá estreito ele é menor do que três quadradinhos e a distância entre um r e outro a gente consegue ver aqui no de dois
longos que é claramente irregular ou seja a gente está diante aqui de uma taquicardia que a gente não consegue identificar onda p o qrs estreito e rr irregular isso até que prove o contrário a gente está diante de uma fibrilação atrial agora vamos pro próximo passo aqui também importantíssimo que é ver a frequência cardíaca nesses casos quando a frequência é muito alta é sempre bem interessante a gente monitorizar o paciente e v a frequência no mundo e por cardíaco outra opção também é você auscultar o paciente fazer a contagem em um minuto e no eletrocardiograma
o que a gente pode fazer para contar essa frequência cardíaca a gente pode olhar aqui no de dois longo e ver que a cada cinco quadrados eu tenho um e lembrando que a velocidade aqui é de 25 milímetros por segundo então cinco padrões é igual a um segundo e 30 quadradões = 6 segundos é nesse intervalo de seis segundos eu posso contar o número de qrss que tem aqui nesse intervalo e depois multiplicar por 10 para ter a frequência em 60 segundos eu falo isso porque nesse caso a fórmula da frequência cardíaca ela não vai
dar certo porque a distância entre um r outro numa regular nesse caso aqui ela é irregular e continuando análise do exame vamos dar uma olhadinha aqui no segmento st bom nesse caso aqui a gente vê que não tem nada que chame muita atenção não conseguimos notar nenhum supra nenhum infradesnivelamento do segmento st e nesse caso aqui a gente vê uma inversão de um da tem d1 e avl que é uma alteração de repolarização ventricular secundário mesmo arritmia bom gente nesse caso aqui a gente vai continuar análise porque uma coisa interessante aconteceu e esse próximo eletro
é do mesmo paciente e é um de dois longos feito durante a infusão de adenosina ou seja aqui no caso colega ficou em dúvida se podia ser uma taquicardia por reentrada nodal e resolveu fazer então adenosina com uma manobra diagnóstica e terapêutica mas vamos precisar muito bem uma coisa na taquicardia por reentrada nodal a gente vai ter o qrs estreito com rr irregular o que não é esse caso aqui o rr irregular corrente no caso protestante dúvida alguma outra questão colega resolveu fazer adenosina ou uma manobra terapêutica e aí a gente vai conseguir aqui acompanhar
uma coisa bem interessante que aconteceu aqui é o traçado de dois longo a gente pode ver claramente arritmia acontecendo e neste momento adenosina fazendo sua ação que é lente ficar à condução no nó atrioventricular daí os estímulos do átrio para o ventrículo são lentificados e aí vai acontecer isso aqui ó o traçado ele vai se abrir a gente vai conseguir tentar olhar um pouquinho melhor para atividade a ó e aqui no caso o que que a gente nota a gente consegue ver uma linha hidrelétrica e às vezes com algumas irregularidades e isso é compatível com
a fibrilação atrial lembrando que na fibrilação atrial o que vai está acontecendo quatro ele vai dar com uma atividade elétrica para ótica e isso se traduz no eletrocardiograma com uma linha isoelétrica às vezes com algumas irregularidades associadas que é o que a gente consegue observar claramente nesse exemplo e logo em sequência aqui adenosina perde seu efeito e aí atividade ventricular volta a todo vapor então nesse caso aqui o uso da adenosina serviu para nos mostrar claramente que o paciente está em fibrilação atrial então nesse caso que aconteceu uma coisa bem interessante e o uso da
adenosina só reforçou a ideia de que o paciente está numa fibrilação atrial e lembrando que na fibrilação atrial uso da adenosina não vai acabar com arritmia ela só vai lente ficar quando são ventricular no tempo de efeito e logo depois arritmia vai voltar a todo vapor que é o que a gente está observando claramente aqui olá pessoal espero que vocês tenham gostado desse vídeo não se esqueçam de acompanhar os outros vídeos falando de eletrocardiogramas na emergência médica deixe suas críticas e comentários e até a próxima