[Música] Olá eu sou Tânia mi e esse é o forense C quero já agradecer as duas colegas que aceitaram o convite de estar aqui conosco e juntos conversarmos sobre dois temas né de muita relevância e que se eh entrelaçam né na verdade existe aí uma complementação então nós entendemos que seria legal a gente trabalhar os dois temas aqui nesse bate-papo eu estou aqui com a Doutor Mara jeandra Cavalcante Caputo a é cirurgiã dentista mestre Doutora em odontologia legal é docente de graduação de pós--graduação e e está conosco aqui na instituição né IPB J depois né
faculdade de Volp ml há muitos anos né Obrigada Isa Eu que agradeço o convite para participar Eh estamos também com a Cristiana steiger Cristiana é bióloga especialista em ciências forenses aqui pela nossa escola então nossa ex-aluna eh é especialista também em documentoscopia e e grafoscopia e professora também inclusive já ministrando aula aqui também conosco são as ex alunas né que ficam né que passam por aqui que ficam então obrigada Cristiane por estar aqui conosco e eu quem agradece o convite é um prazer imenso participar mais uma vez da difusão das ciências forenses né em conjunto
com a faculdade fpm muito bom a embora bióloga a tem aí uma experiência porque trabalhou né alguns anos em consultório em clínica de odontologia e também ten essa experiência junto à polícia civil de Minas Gerais porque foi estagiária né do Núcleo de Perícias lá A Isa também tem aí uma passagem também de grupo de de pesquisa e de Estudos em antropologia o d logia legal né Eu sei que ela também passou pelas mãos aí de renomados professores né e pesquisadores toda vez que eu olho para você eu lembro do Dr darui Doutor darui um querido
D hoje ainda Nós lembramos né falamos do nome dele falei ele já faleceu o filho dele né ainda tá eh ainda ainda vivo né Trabalhando tudo mas foi a passagem que você fez com eles foi pela Unicamp né pela Unicamp lá pela Faculdade de Odontologia de Piras caba lá pela Unicamp foi quando eu comecei que eu fui fazer faz a especialização em odontologia legal depois Já encaminhei o mestrado e o doutorado eu fiz em eu fiz na verdade pela USP Ribeirão Preto pela Faculdade de Medicina mas em conjunto com a faculdade de PR caba de
novo então eu eu falei que eu nunca larguei a Unicamp vou fazendo junto n tudo num especialização mestrado doutorado sempre tava junto muito bom bom eu já vou pedir para que a Isa eh contextualize um pouquinho para nós dessa dessa importância da odontologia legal né da antropologia forense mas a gente para começar a falar eu toda vez que tô conversando com a ISO a gente vai começar uma aula né que no curso eu sempre falo Isa começa falando que que é reconhecimento né E que que é identificação não é eh eu falo que assim esse
esse meio ele das ciências forens de uma maneira geral ele traz muita curiosidade e as pessoas só vezes confundem muitas coisas né e dentro da odontologia legal uma das áreas que a gente trabalha que é a área de identificação humana a gente sempre tem que deixar muito bem diferenciado isso porque a gente tem a o fato do chamado reconhecimento de um um um cadáver de um uma pessoa né e tem a identificação que são duas coisas totalmente diferentes então quando a gente fala em identificação a gente tá falando em processos científicos né que já estão
muito bem estabelecidos pela literatura e que você pode confirmar com certeza a identidade de uma pessoa já os processos de reconhecimento eles são processos que eles são muito subjetivos em alguns casos então por exemplo um familiar que vai num local de crime que ou vai reconhecer um corpo no IML aquilo é um reconhecimento que seria conhecer de novo reconhecer né então você vai olhar aquilo e vai falar olha eu reconheço essa pessoa então não tem um embasamento científico ele acaba sendo muito subjetivo mas são Ares porque às vezes a partir de um reconhecimento você faz
os exames de identificação os exames científicos e você tem um positivo daquela pessoa então aí a diferença básica entre elas é essa um é um processo científico já reconhecido e o outro é um processo mais empírico mais eh subjetivo é você tá falando subjetivo Eu tô aqui pensando e como é subjetivo né porque você imagina a mãe que tá indo lá para reconhecer um filho que sofreu um acidente Exemplo né morreu tá ali e tal você imagina o estado né psíquico espírito que está essa mãe né e que de repente ela olha e acha que
é mesmo e nem é sim né Mas temm e o oposto acontece contrário também de achar que não é não acredita E aí já começa todo esse entorno da parte psicológica então assim quase que uma é uma negação né negativa is uma negativa a negativa do luto né a Cristiane no no tempo de estágio né no núcleo lá ainda hoje a gente tava conversando quanta coisa triste né que né trágica e triste né que acaba eh presenciando né nesses locais né sim e a gente sabe que realmente o emocional influencia muito aí né é compromete
bastante essa questão do reconhecimento né A questão da identificação pelo julgamento emocional né bom então agora falando em reconhecimento e identificação nós então podemos dizer identificação humana as três ciências é são reconhecidas reconhecidas isso a gente tem três a gente fala grandes áreas TR grandes que você pode com certeza confirmar a identidade de uma pessoa cientificamente falando ISO uma delas é a datiloscopia que é a papiloscopia são as impressões dig as impressões digitais né Eh a outra é a Odontologia a Odontologia forense Então ela tem alguns Ramos dentro da odontologia forense que você comprova cientificamente
a identidade de uma pessoa e o DNA né Então essas três áreas você consegue realmente falar olha é esta pessoa é ela mesmo né porque são características únicas e você sim a gente usa algumas eh alguns itens eu falo né do corpo e que eles são únicos para para cada pessoa então por exemplo a as impressões digitais elas são únicas para cada pessoa mesmo em gêmeos elas são diferentes ah dentro da odontologia cada elemento dental é diferente mesmo a gente tendo uma anatomia básica do dente o o seu dente é diferente do meu é diferente
do da Cris e o que deixa eles mais característicos são os eventos odontológicos que o dentista vai fazer então mesmo que eu faça no mesmo dente se Tânia se o Cris a mesma restauração né ela nunca vai ser igual uhum aí eu já escutei muitas perguntas ai mas e se não tiver restauração como é que você vai ver se aquele dente é igual a gente usar natomia interna anatomia óssea trabeculado ósseo Então a gente tem muitos itens que a gente pode trabalhar dentro da odontologia né não é só o dente a maneira externa dele internamente
também então tudo isso dentro da odontologia também a gente pode trabalhar com os seios da face que são estruturas formadas por câmaras de ar a gente tem na Face então a gente tem os seios frontais seis maxilares né que são os os mais utilizados eles são únicos para cada pessoa também então são mais eu falo assim acessórios pra gente poder chegar numa identificação de uma pessoa de qualquer forma para que isso seja feito tem que ser um método comparativo ou seja tem que ter uma documentação anterior para que o dentista possa comparar com aquilo que
ele encontrou sim Tod ou seja quem nunca fez nenhuma documentação Odontológica Vá fazer já agora vá fazer e guarde em casa deixa guardadinha na gavet panorâmica isso e fala Olha pessoal tá na minha gaveta exatamente Tá ali tá muito bem guardadinha né pensou em viajar corre lá no dentista faz uma panorâmica tá falando assim meio até né levando na brincadeira né eu dig se não fosse eh trágico seria cômico mas faz lembrar eh os grandes acidentes em massa e o a questão quando acontece um acidente eh por exemplo daan da Gol o que que Primeiro
eles pedem né pros familiares venham para cá com documentações médicas médicas e odont odontológicas tudo que você tiver traga né porque vai ser necessário pessoal inclusive faz parte da documentação de pilotos né eles têm que ter esses registros antes de entrar na aeronave né prática e nos casos a gente vê a falta que faz realmente não ter nada dessa documentação é as nas Forças Armadas também eles são obrigados de a cada período né refazer todas as radiografias eles têm que ter todas essas documentações é periódico né é de cada seis meses eles fazem isso já
para constar a documentação para alguma eventualidad né exatamente já pensam no e quando a gente amplia isso daqui um pouco mais falando da antropologia saindo vamos dizer da odontologia e caminhando aí pelo corpo eh a gente vamos lembrar alguém que fez a eh teve uma fratura óssea fez uma cirurgia tem um pino em determinado local fez uma prótese né de de fêmur de de quadril né Caiu da escada quebrou né quebrou o osso precisou então isso tudo são documentações importantes para se guardar não é falar já AC aconteceu meso joga fora guardar né porque a
gente não sabe o que vai acontecer um dia mas isso realmente dá né assim não só indícios mas praticamente fecha uma identificação quando você tem realmente essa documentação até mesmo às vezes né a pessoa pensa Ah é muito antigo para que que eu vou guardar né vou fazer outra futuro não a gente tem a data de Quando aconteceu aquele evento fica muito mais fácil para vincular né e fazer a identificação positiva daqueles remanescentes ósseos que porventura a gente ven a encontrar né isso isso porque naquela estrutura ela vai est ali o tempo né quanto tempo
de de decomposição quanto tempo tem essa cronologia exatamente E como você disse todo método para identificação ele é comparativo ele tem que ter uma comparação Então se fala muito em DNA pessoal né os mais leigos acham que o DNA resolve todos os problemas né e às vezes não a gente sabe que tem as suas limitações também e a gente fala se mesmo com o DNA que resolve muitos problemas eh se você não tem com que comparar é você só tem um laudo uhum daquele DNA daquela pessoa mas você não tem com quem comparar Então você
Continua sem a identificação vai ter só um arquivo Então você é Você vai ter um arquivo ISS E no caso por exemplo da antropologia quando você não tem eh alguma algum relato anterior para comparar é feito um laudo antropológico e você a gente fala guarda até você ter alguma informação que você possa comparar né entrega né eh tanto que com com todo né com toda essa evolução a gente sabe que isso impactou inclusive na questão de doações de corpos de indigentes que eram doados paraas escolas paraas faculdades né E hoje a gente já sabe que
isso não não é mais assim né existe todo um processo um procedimento e fotografa e faz e em terra por quê porque sabe que posteriormente esse corpo pode ser procurado né E isso né Com todas essas documentações e dependendo do que a família trouxer e apresentar vai comprovar que aquele corpo realmente pertence né àquela pessoa e e aquele indigente que antes dificilmente se identificava né Hoje é mais possível né Hoje é possível identificar já tem assim na maioria do dos imls eles têm de prx fazer o livro do cadáver desconhecido né que você Normalmente eles
tiram fotos fazem todo o laudo antropológico né antes de ir no mar eh para poder ter guardado né todo o relato daquele cadaver desconhecido e deixa lá guardado Então se daí de repente lá um ano dois algum familiar vem a procurar o primeiro contato que eles vão ter até para fazer um primeiro reconhecimento né É pelo livro do cadáver eh desconhecido E aí a partir disso Tendo alguns indícios de que realmente Pode ser né aquele familiar que às vezes tá desaparecido aí a partir disso Desse primeiro reconhecimento aí você parte para fazer todos os outros
exames eh científicos né tanto odontológico DNA se for possível porque quando você faz isso que você vai fazer o laudo antropológico você também recolhe amostras de sangue amostras de tecido isso tudo fica guardado para depois de uma possível mais lá para frente poder fazer exames exatamente e a gente falando nisso eh não podemos destacar o fato de que embora Para alguns isso não seja importante a gente sabe que para muitos e Inclusive tem um uma questão religiosa também que envolve toda essa questão identificar né o seu ente querido poder enterrar poder né ter aquele espaço
ali é fundamental né então Eh eu pego o gancho já para dizer que nós passamos por essa experiência 2 anos atrás quando nós acabamos ganhando até né Foi um foi uma licitação que a gente participou e nós fomos aí escolhidos e e fomos atender um caso em Santa Catarina então eu trouxe a Criss aqui porque participou ali né em em em loco mesmo né foi para Campo junto com a colega Ana Paula que hoje não tá aqui conosco na época Isamara não pode ir né acompanhou aqui a distância eu fiquei aqui nos Bastidores também junto
com a Mariana Mariana também trabalhou no caso nós fomos trabalhando aqui à distância mas olha só que situação uma família que reclamava né era uma ação contra uma Prefeitura S porque ela a família descobriu que os ossos da falecida mãe não estavam mais onde deveria estar na Cova lá no né na na Sepultura dela Uhum E aí acabaram descobrindo que tava misturado isso tudo tinha sido colocado num num ossário vamos dizer mas junto com outros mas se ainda fosse junto assim esse saquinho é do indivíduo tal não precisava falar quem era indivíduo Mas tá tudo
aqui dentro isso daqui né mas não eram nove indivíduos né quer dizer nove tudo misturado homem mulher jovem ID como encontrar né essa senhora essa idosa no meio de nove né nove Então tinha quantos femmes quantas crânios quantas né quer dizer tinha tudo de Monte e E aí foi legal a gente até trouxe aqui também foto para mostrar né Cris como é que elas começaram todo esse processo eh sendo adas pelos policiais para poder eh ter segurança manter cadeia de Custódia porque eles né iam tirar um cemitério ia levar para um local foi uma escola
né onde foi cedido um espaço para elas montarem um laboratório né porque tinha que ser Tinha que trabalhar lá e assim foi feito aí nós até pedimos aqui né que a gente vai colocar que a Cris mostra né O que que é na verdade a gente simplificou colocamos a partir só daqui onde começou a curadoria a limpeza de tudo isso né Cris mas eh Lógico que antes disso a gente tem tudo documentado né as fotos no cemitério como é que foi né fazendo todo esse empacotamento e e transporte de tudo isso né Cris sim inicialmente
né o nosso primeiro contato foi com a família porque nós fomos em busca justamente da documentação n para fazer o procedimento comparativo a gente não consegue fazer uma identificação positiva como a Isa falou é sem que haja um confronto entre documentos né antemortem e postmortem né isso então nós fomos até a residência dos familiares em busca dessas documentações né registros médicos odontológicos fotografias né lembranças que a família trazia Dessa senhora e pedir para que eles preparassem enquanto a gente fosse preparar o nosso laboratório improvisado né de fato assim foi um trabalho muito emocionante eh fizemos
com muito carinho e respeito porque a gente não tinha nenhum material lá de prontidão não sei o que a gente levou e fomos improvisando de acordo com o espaço que nos cederam né tomando muito cuidado paraa população não ficar rondando né pra gente não fazer exposição desses remanescentes ósseos né porque Inclusive a gente tinha a cautela para ninguém ir lá e de repente sumir com algum desses remanescentes né evitar a entrada de pessoas evitar que tivessem contato conosco nesse ambiente só que a gente teve um problema muito sério né a família não tinha na residência
nenhum documento então partiram atrás dos hospitais né que supostamente a mãe havia feito uma cirurgia eles não tinham nem a certeza do que tinha acontecido não né tinha filho que falava minha mãe passou por uma cirurgia x ah maravilha a gente já ficava tudo animado aqui né Não então eles vão levar a documentação pron a gente já vai ter uma uma né uma dica ali né aí a outra falava não mas minha mãe nem operou se não me engando eram sete filhos e cada um falava uma coisa então um dia a gente estava feliz porque
fala não alguma coisa vai ter ali PR ajudar nisso aí no outro dia nada até que as meninas Olha gente não tem nada mesmo porque eles não encontraram nada e não chegaram nem ao acordo se essa mãe passou por cirurgia ou não exatamente mas mesmo assim né o processo ele foi feito né Nós tentamos separar todos esses indivíduos e fazer a junta né da maior do maior número possível de conjuntos ósseos Na tentativa de formar esses indivíduos embora o nosso alvo fosse essa senhora em específico né Eh a gente não ia deixar de fazer o
nosso trabalho já que a gente ia montar todos os conjuntos óseos né então todo mundo ia ficar ali tudo separadinho e o processo in né quando já estávamos nesse laboratório improvisado foi esse processo que nós chamamos de curadoria né quando a gente faz o resgate desses remanescentes que estavam todos depositados num ma cov inicialmente né todos misturados em sacos E aí faz o processo da Lavagem com muito cuidado porque já tava num processo eh de esfarelamento mesmo né por conta de estar há muitos anos ali né enterrados E aí depois dessa lavagem a gente deixa
aí nesse processo de secagem e olha para ver como tá tudo misturado né e as peneiras né porque peças pequenininhas que podem se perder né então quando você abre um saco né seria a mesma coisa se tivesse abrindo ali na na hora né uma Sepultura você tem que pegar o máximo que você consegue trazer né e vem terra e vem né enfim E ali a peneira segurar aquilo que são essas importantes né nessa fase aqui a gente já tinha separado eh esse processo Inicial né que às vezes vem um Maranha um escorpiãozinho jun né muita
Pedrinha mas a peneira ela importante justamente pra gente não perder esse elemento tão importante que a Isa tava falando né que são os dentes né falanges e e dente pra gente é fundamental Porque dependendo do tempo e da Preservação do dente a gente consegue inclusive extração de DNA é né então pra gente é uma Peça fundamental além de trazer um histórico muito significativo que permite a identificação do indivíduo né então perder dente pra gente é é algo muito sério e a gente tenta resgatar né a peneira justamente para isso para não perder esses ossículos né
os os ossos que são menores e a dentição que conforme o indivíduo vai decompondo perdendo o tecido mole né a tendência é que ele se solte em especiais os dentes é É isso aí vamos ver a próxima Olha aí já uma organização né com ossos né os os os semelhantes né isso esse aqui ossos longos mand tudo já né as costelinhas aqui mandíbulas né esse era o conjunto que tava dentro de um saco né aí a gente fez a identificação após abertura e fomos organizando né Por estruturas anatômicas para depois ir fazendo o comparativo né
da tafonomia eh a a antropometria né para começar a juntar os conjuntos mesmo ISO lembrando né que vinha junto também sim me lembro de meia de seda sim é eu falo de mulher meia meia calça meia de C Sim eu falo que queera um pessoal que deveria seruit muito rico porque tinha muita roupa preservada lá Inclusive essa meia calça É algumas peças né que a gente trouxe algumas fotos só mas que eu acho que ilustra muito e que é muito bom uma coisa boa foi que tinha bastante meia então a gente conseguiu montar os pés
os pés né porque os ículos ficaram lá dentro das me dentro das me então que normalmente são aqueles pequenininhos que se perde que é a peneirinha ali ajuda né Então aí já começando vamos dizer a montar né ela inclusive com uma das né as a a veste que tava ali né a vestimenta da vestimenta esse a gente conseguiu montar foi praticamente o único indivíduo que a gente montou ele na íntegra né uma pessoa idosa já ele estava inclusive com as vestimentas então a gente conseguiu resgatar toda a coluna vertebral e ali no cantinho né aqui
embaixo dá para ver né lá ó é ele tem a segunda parte que é isso né Ó o pezinho dele todo montado que estava dentro da M lindo né Ele queria de fato ser encontrado devia ser obrigatório todo mundo ser enterrado de mha ai foi lindo esse e luva foi eu acho foi bem legal por favor gente quando for enterrar alguém meias e luvas né esse aqui eram outros conjuntos né Nós fomos identificando né Eh de acordo com os sacos que a gente abria a gente dava uma coloração etiquetamos todos os ossos né todos com
a coloração para depois começar a fazer essa junção então aqui ó a gente vê um exemplo esse aqui que está mais à esquerda né é um ossinho de de Rosa um de laranja outro de azul né um de roxo ou seja cada componente estava dentro de um saco Olha o tanto que esses indivíduos estavam separados né M então a gente foi juntando e foi praticamente uma montagem a gente quebra cabeça mesmo né ainda bem que a gente gosta de quebra cabeça né ainda bem e é muito satisfatório né quando a gente consegue concluir n parece
que você tá começando a ver né A tá se formando né Muito bom né aquele você tá recompondo né aquela aquele indivíduo iso é É uma sensação que a gente não consegue descrever é né E olha para ver como a gente consegue articular tudo direitinho né E nesse caso aqui foram as peças que foram indicadas para o nosso alvo n que é o nosso alvo seria aquela senhora ID isso E aí vão dizer no tapete vermelho foi montado realmente o mas a mulher a a senhora tinha três crânios a né ou seja não eram peças
que eh sugestivas de serem fem daquela senhora feminina da né idosa tal ou seja eh não só ela como talvez mais duas senhoras estavam né ali também misturada aí essa e como nós não tínhamos Né nenhuma documentação para fazer a comparação eh o procedimento de separação de todos esses eh componentes ósseos né que eram indicativos sugestivos de uma estrutura óssea feminina foram separados para possível indicação de um DNA por quê né como a família não nos forneceu nenhum dado seguro né que fosse possível eh fazer a fundamentação científica dessa prova material então nós tivemos que
recorrer para esse outro para essa outra Instância né que fizemos a triagem dentro da antropologia isso né separando todos esses ossos com análises antropométricas né craniométricos Eh todo o processo tafon nómico foi eh estudado e então a gente fez a indicação do que era sugestivo de uma ossada feminina dentro do da faixa etária que a família nos indicou se Dessa senhora ISO isso então assim eh nós eh fomos vamos dizer contratados para fazer Esta etapa do trabalho então fsi e Brasil esteve ali até a finalização dessa dessa etapa né Eh nesse momento eu eu destaco
assim eu acho que aqui é é fundamental a gente relembrar só para fechar né para para costurar vamos dizer essa situação nós estamos falando em nove Então você imagina se se houvesse pedido não tem que fazer DNA de nove na verdade a ideia inicial da família era essa né Na tentativa de resgatar esses remanescentes da mãe Eh os filhos tiveram a a ideia de colocar todo mundo na Sepultura da família é né no no túmulo da família de tanto que eles tinham interesse em resgatar essa mãe e assim uma experiência muito interessante aqui é só
de nós termos ido do prestar esse trabalho Eles se sentiram tão notados tão pertencentes que já deu uma entonação de satisfação para eles da nossa do nosso interesse em tentar ajudá-los a encontrar né e e e foi ficando fácil a situação porque Eles se sentiram acolhidos com o processo do nosso trabalho também não podemos esquecer que não não podemos falar só em questões criminais sabemos de vários casos criminais e ele chama atenção e aí agora eu vou dar uma provocada porque vai sair alguma coisa aqui mas lembrar que é muito usado também nas questões né
de suposto erro né de profissão e a as indenizações que podem vir aí né sendo e essa é uma área muito grande eu falo dentro da odontologia legal né que são os processos cíveis que correm nos fóruns do Brasil todo né por possíveis erros eh insatisfações então a gente fala quando a gente fala em processo sível a gente tá falando em indenizações então Eh é é outro tipo de processo mas que ele existe e muito grande e e a Odontologia legal Às vezes eh as pessoas têm a ideia errada de que a Odontologia legal só
vai trabalhar com gente que já morreu é e eu mesmo já tive essa ideia antes de começar na odontologia legal a minha na minha cabeça era assim a vou só trabalhar com gente que já morreu né E muito pelo contrário porque a gente tem muitas áreas dentro da odontologia legal subáreas então nós podemos trabalhar com a área Cível com a área criminal e a criminal também não é só pra identificação de de pessoas mortas a gente identifica vivos também né então eu posso fazer uma ID ação de idade por exemplo em crianças de orfanato isso
que não tem nem o registro sabe que idade tem para confirmar né se tem aidade idosos eh idosos pra questão de aposentadoria eh pessoas que indivíduos que estão naquela faixa dos 18 anos e que tem tem que saber se é maior de idade ou ainda não então a gente também pode trabalhar com isso mas Além disso da Cívil e da criminal a gente também tem área administrativa trabalhista a gente tem muitas áreas dentro da odontologia trabalha com auditoria então assim o campo da odontologia forense ou Odontologia legal os nomes podem ser qualquer um dos dois
eh eles são tá muito amplo e e hoje em dia a gente sabe e cresceu muito porque há 20 mais de 20 an anos atrás quando eu ainda estava lá na advocacia contenciosa e os carros né os casos né de supostos erros médicos ou odontológicos eh odontológico era vamos dizer muito menos só que aí começou o quê estética sim né quando começou a entrar toda essa parte esses procedimentos estéticos aí começou a ter muito mais erros ou satisfações né porque nem sempre é erro mas já acontecia isso na cirurgia plástica né na medicina já a
gente já tinha isso eh ah é reparadora é uma cirurgia reparadora é uma cirurgia puramente estética tinha né mas na odontologia fez assim uh né a hora que começaram realmente esses procedimentos porque tem sempre aquela expectativa exatamente que não é atingida eu tenho uma expectativa que eu vou ficar igual aquela Atri tal né você trabalhar com a expectativa do outro é muito complicado né porque o olhar né de cada um é um é eu falo assim a sua estética é diferente da minha é sim então o que você acha bonito eu posso não achar então
às vezes você vai fazer um procedimento aos meus olhos tá maravilhoso Aí você olha fala assim não né e o contrário também às vezes o próprio dentista faz alguma coisa que fala assim nossa podia ter melhorado e o e o paciente fala assim Nossa tá maravilhoso tá perfeito então assim a a expectativa das pessoas são diferentes e e trabalhar com isso é muito complicado e às vezes tem às vezes não tem muitos dos processos que é não é por conta de erro não é por conta de insatisfações pelas expectivas Diferentes né exatamente ex as expectativas
diferentes então a gente consegue assim né né eu falo é E aí vem is e veio tudo junto amparado pelas questões de danos morais né que antig era só danos materiais depois vem os danos morais e junto com eles vem o sofrimento né que realmente passei por Sofrimentos porque não atingiu realmente a expectativa então constrangimentos então tem muitas coisas envolvida fal o o direito ele tem suas nuances assim né e a gente Eu nunca imaginei eu como dentista fosse trabalhar né no meio jurídico né de saber todo Tod esse trâmite de saber trâmite de for
né de ir lá conversar com o juiz você fala assim meu Deus que vida essa e às vezes eu chego pros alunos e falo não gente eu trabalho no fórum eu vou no fórum eu converso com né com o cartório né eles ficam assim mas como você não é dentista fala S dentista uma outra né porque ainda hoje né com todas as áreas diferentes da odontologia ainda as pessoas T aquela cabeça e eu falo fechada que Odontologia você vai trabalhar lá no consultório só dentro da boca do paciente e a gente tem um universo muito
maior do que isso isso isso mesmo vamos lá falamos algumas coisas quando a gente estava batendo um papo né hoje à tarde ainda a Cristiane chegou e a gente começou a falar algumas coisas a Cristiane lembrou de um caso né lá que você acompanhou sim né dentro dessa questão de que a gente tá falando aqui de um de um suposto erro odontológico né É nós fomos demos consultoria né na clínica que eu trabalhava eu trabalhei aproximadamente 15 anos em Clínica Odontológica né então eu sou quase uma dentista de tabela né passei por várias sempre como
instrumentadora então assim foi mais que umas três faculdades de Odonto n Nossa bastante é e nós acompanhamos esse caso era uma criança de 11 anos uma odontopediatra fez a extração de uma dentição permanente né um elemento dentário permanente alegando que era eh dentição decidua e quando ela fez a exra de leite né Vamos falar né para quem tá no ouvindo aqui dentinho de leite letinha de leite né ela olhou o raio x aí quando ela tirou que ela viu toda a anatomia mas já né Tem uma boa diferenciação naé Isa de anatomia pra dentição pro
dentinho de leite do Dentinho de leite pro dente permanente e infelizmente ela acabou se confundindo né foi comprovado na perícia né Foi um caso demorado né bastante profissionais envolvidos inclusive profissionais da universidade do Rio de Janeiro nós eh ficamos como Consultores por ser por tratar né a parte da ortodontia né e Ortopedia da Criança e foi constatado que de fato houve esse erro né ela fez uma extração de forma errada e aí acabou tendo lá a sanção né a penalização devida e e ela só reconheceu o erro dela depois que ela já tinha tirado O
dente aí ela tentou fazer o reimplante mas infelizmente n é algo que se perde e a criança mantém o dentinho lá colado com resina até quando ele resolver não ser mais aceito no organismo para para poder fazer o implante né mas são situações que pode acontecer com qualquer um né E quando a gente vem agora pra nossa voltando aqui passando agora pra área criminal eh eu gosto quando a professora Isa vem dar a aula e que ela começa a ensinar os alunos marcas de mordida é ai é lindo dizendo Olha se você fizer alguma coisa
errada Não deixe suas marcas não olha se você comeu o chocolate coma até o fim não come só um pedaço deixe ali não né se você quis a maçã e mordeu come ela até o fim então assim Isa fala um pouquinho porque é interessante isso e depois a gente já faz o link com dois casos né um aqui do nosso do Brasil e um fora que que tem tudo a ver com as marcas de mordida né é o a marca de mordida ela também é é a gente fala ela é única se os elementos T
táis são únicos para cada um a mordida também é então quando a gente vai fazer uma identificação de uma mordida para falar olha foi Fulano que mordeu aqui da mesma forma também é o método comparativo então eu tenho que ter suspeitos para eu poder comparar não adianta eu só ter a marca de mordida ali porque ali eu vou Fal vou ter só um relato da aquela marca forma tamanho distância entre os dentes se tem inclinação se não tem se o dente é torto se tá alinhado se tá faltando dente se não tá se eu tenho
um dente mais comprido outro mais curto tudo isso a marca de mordida me dá de informação se é de criança se não é eh a gente pode confundir com uma mordida de animal então a gente também tem que diferenciar da mesma forma quando a gente fala em an trologia a primeira coisa que a gente tem que saber da de uma alçada que você acha é humana ou não é humana pronto Esse é o primeiro passo né na marca de mordida a mesma coisa é de gente né fala é humana né ou é de bicho né
se for de Bicho Que bicho que é é porque a gente tem muitas informações então a marca de mordida eh ela serve para você às vezes colocar um suspeito em determinado local ou tirar isso excluí-lo né excluí D Você viu o Sorrisão dele você fala não é ele fal assim hum não é você faltou aquele espaçozinho na frente né você vê aquela marca de mordida tá marcado dente tem um faltando aqui aí você o cara sorriu tem todos você fala não não é você né e o contrário também né então a marca de mordida eh
ela deixa essa impressão e normalmente a gente vê muito isso em crimes sexuais em eh crimes contra criança né abuso de criança violência de criança eh é assim na ao meu ver quando a gente fala em criança para mim é muito chocante que eu falo né eu eu falo é uma coisa que me comve que me me deixa angustiada com criança né E então a gente tem casos já literatura e casos que a gente trabalhou e que a gente vê né Eh você falou de casos pra gente comentar aqui então aqui no Brasil a gente
tem o maníaco do parque que foi pego por conta da mordida dele né a mordida né que ele que era cereal então não foi só um né então foram várias mortes né e acho que todo mundo acabou sabendo que né Quem literalmente colocou ele ali no na cena como você falou né conseguiu colocar na cena foi a foi a marca da mordida a marca da mordida dele porque ele ele tinha esse hábito de morder as vítimas dele então quer dizer uma marca que ele deixava e dava para comparar com a própria dentição dele né Tem
um outro caso que esse foi um um amigo meu perito lá de Presidente Prudente que ele fez eu não lembro não sei se vocês conhecem do Vampiro tem o o vampiro de não sei do qu tem um um outro nome era é Não esse daí era um Vampiro lá em em Presidente Prudente e ele mandou fazer uma dentaduras minha com dois caninos gigante Sério E ele saiu mordendo as pessoas na rua mordia ele mordia o pescoço das pessoas olha só que foi um colega meu que fez a perícia porque prenderam ele e as vítimas né
que foram da queixa então foi de mordida em cima da dentadinha que ele mandou fazer dentadura Nossa mas olha gente é tem de tudo tem tudo você não imagina né mas tem um caso famoso também né professora is essas sempre você fala nas sempre a gente fala que um dos casos mais famosos que tem que é do tedy Band que a maioria sabe né né da história del e que foi um cereal Killer que matou muitas mulheres enganava as as mulheres eh porque ele era uma pessoa bonita eh conversava bem então ele ele deav Isso
as moças acabam sendo e nunca tinha prova que era ele todo o contexto levava até ele mas não existiam provas que ele tinha feito nenhum deles e eu falo que as que o anjo da guarda também dá o toque final dele a a última mulher que ele matou ele resolveu morder E aí e por conta disso podia ter comido o chocolate todo né E aí ele foi pego por conta da conseguiram colocar ele naquele locala del na por causa da mordida dele então e foi assim foi um caso muito polêmico né Na época foi televisionado
desses casos bem polêmicos que tem nos Estados Unidos né então el foi um deles e dele tem filme tem seriado tem documentário Então quem quiser conhecer mais da da história do Ted Band É só escrever colocar na internet que tem mu mu cois muita coisa muita coisa até no museu do crime tem o carro dele Olha só o carro que ele usava que era um um Fusca era o Fusca era o Fusca que ele usava legal olha eh tô aqui pensando né estamos falando de uma técnica é bem simples né simples simples no sentido assim
barata né não tecnológica né algo que depende mesmo de um conhecimento ali técnico né do profissional que tá ali trabalhando com isso mas vamos dizer que nós estamos falando da antropologia ainda de uma coisa bem assim eh distante vamos dizer da tecnologia e agora uhum como que nós estamos em relação à tecnologia O que que tá surgindo O que que tá vindo que vai trazer o quê uma certeza maior um um levar um um resultado mais seguro em relação ao odontologia e a antropologia também né Eu acho que as tecnologias elas estão vindo inclusive hoje
com a a inteligência artificial aí que tá né na moda cada dia aparece uma nova eh eu falo que toda essa tecnologia que tá sendo utilizada ela tá sendo utilizada para otimizar o trabalho sim e não desmerecer o trabalho eu falo manual né mas para ajudar para agilizar o processo então por exemplo um exemplo numa marca de mordida que você vai fazer todas as análises que você vai fazer medições queou você fazer moldagens né Você pode hoje transferir isso pra área tecnológica LG você vai fazer escaneamento você vai fazer as comparações no digital uma impressão
3D né para fazer o comparativo sobreposições né exatamente você começa a usar e a a a tecnologia no favor de você otimizar o seu trabalho então uma às vezes uma identificação que poderia demorar eh dias você consegue fazer num tempo infinitamente menor então na na antropologia também a gente tem hoje em dia eh o uso da do chamado da autópsia virtual sim que é feita a partir de escaneamento de tomografia de ressonância né então que você às vezes nem precisa abrir é um um procedimento menos invasivo né que inclusive foi pensado eh na linha eh
respeitando a parte religiosa de alguns indivíduos né Eh algumas religiões não aceitam esses procedimentos né então não autorizam a necropsia E aí a tecnologia nos auxilia inclusive nesse aspecto né que eu acho que é de fundamental importância né todo indivíduo ter sua morte esclarecida né o uso de imagens na antropologia na Odonto é fundamental né tanto a radiografia quanto eh tomografias e ressonâncias né facilitam muito nosso trabalho quem dera a gente pudesse usar em tudo né ia facilitar ia eh eu acho que assim nós estamos caminhando aqui né pro pro nosso final adorei tá aqui
né conversando com vocês Relembrando né situações né que a gente também pode compartilhar a experiência né estar junto mas eu o que o que eu vejo eh em relação assim a à antropologia é que ela deveria ser na verdade assim muito incentivada né incentivada no eu um gan eh em relação a você atender eh a comunidade atender a sociedade atender as necessidades com um custo reduzido Exatamente porque você vê aquilo que como a gente voltando a nosso caso já pesso tivesse que fazer DNA de daqueles de tudo aquilo que tava misturado n antropologia Vem Ela
traz toda essa possibilidade de ex um um custo um gasto menor quando você tem que chegar num final por exemplo procurar por um DNA é e o que às vezes a gente escuta falar é que se passou por cima da antropologia se descartou qualquer possibilidade de fazer análise e né de para já dizer não manda pro DNA manda pro DNA não vai fazer nada mas o DNA altamente um custo alto nós estamos falando de um custo muito alto Alé dação que a gente tem não consegue fazer a extração do DNA então fica inviabilizado extração de
de DNA em osso e dente elas são mais complexas comple não é qualquer osso que a gente resgata né Isa e dependendo do do tempo ali que a ossada tá também não já fica mais complicado e e você falou né nesse caso né fazer DNA de no né na verdade não seria nove vezes quanto nove vezes quantas peças como tava tudo misturado ali é né então você olha ali ó esse fêmur é deste crânio é né esta costela Quantas costelas tem é não foi o que eu falei só do eu não me lembro bem mas
eu não me lembro se foram três que a gente chegou no final ou que sejam quatro femo Se você pegar dois vezes nove indivíduos Olha só o quanto a gente reduziu né nós vamos fazer 18 exam nós vamos fazer três exames né então assim eu sou defensora muito muito né da antropologia acho uma acho assim uma técnica é pois é a gente vai ficar aqui falando né Falando de três que gostam né Lógico nós não temos ninguém aqui para se opor né a nosso meus amigos já me chamam de Bonis brasileiro Ah então Bem lembrado
né que também ficou bastante conhecido por conta da série né é que quem não conhecia né a antropologia acabou com a série eh conhecendo um Pou apaixonando né quem assiste se apaixona né isso isso bom eu só tenho agradecer né a vocês por esse bate-papo a gente vai continuar isso num outro momento vamos falar um pouquinho de arqueologia também né arqueologia forense Si também um um um papo gostoso sim e da minha parte só agradecer realmente tenho certeza que quem tiver aí assistindo vai vai adorar aí o o papo de hoje né e deixo para
is aí fazer um fechamento Cristiane Eu que agradeço o convite de est aqui com a Cris que eu gosto tanto com você foi auna sua né foi orientando foi boa aluna foi foi oranda né orent daara no trabalho de conclusão de curso e agora somos amigas graças a Deus Cole a vida vai trazendo pessoas boas É isso aí a gente não vai se separar mais né E aí temos projetos né de trabalhos para difundir mesmo esse conhecimento né tanto da Odonto quanto da antropologia trabalho também ão da da Cristiane foi muito legal e vai ser
publicado agora né em breve a gente vai revista todos vão poder ver também o trabalho que vocês fizeram assim como será publicado também o artigo né referente a esse trabalho do faai que nós vamos publicar juntamente com a Ana Paula também que participou conosco professora Margarete também né excelente eu só tenho agradecer então mais uma vez agradecer a Cris também por est aqui né E que venha várias vezes isso iremos muitas vezes agradeço sempre né essa oportunidade de tá aqui trabalhando com a instituição né que sempre foi a minha paixão eu falo que foi eu
tive o romance completo né com a fvm né eu comecei na paquera namorei e agora eu casei né então boma né É É Para Sempre né bom obrigada mais uma vez obrigada obrigado [Música] och