Mais um dia, mais um dia sobre olhar sanguinário do vigia. Eu quero chamar vocês para uma conversa sobre descanso, certo? Deixa eu posicionar vocês em algum lugar aqui melhor.
Fala meu povo bonito do YouTube. Esse sou eu. Depois de passar 11 dias em Portugal, pregar, sei lá, pregar, não, preguei quantas vezes?
Se foram 17 comunicações, incluindo pregações, palestras, quiene 17 falas em 11 dias em Portugal, rodando norte e a sul de Portugal. Cheguei em casa, fiquei um pouco mais de 24 horas levando crianças para hospital, gravei vídeos, tive um tempo com a família e peguei um avião de volta para Portugal. Não fim, peguei um avião para São Paulo por um evento da galera do PhD aqui do Fuller Seminary.
E eu tô fui pra academia e assim eu quero eu quero falar com você sobre cansaço. Que tal falar sobre cansaço? Juro que esse vídeo tem uma mensagem importante, não só um Meu Deus, estou cansado.
Porque vocês estão todos cansados, não estamos? Estamos todos cansados. Acho que é natural da vida do do ser humano médio estar cansado.
Mas eu quero falar sobre cuidar de si mesmo no meio do cansaço. Você me permitir esse tempo de reflexão com você, quero recompensá-lo aí. Eu e é o seguinte, eu estou nestes momentos, que horas são aqui?
São 3:40 da tarde, 7 horas tem que estar no evento. E aí eu parei um pouquinho nessa pausa aqui da tarde em que eu estou me perguntando se eu vou tirar um cochilo ou se eu vou correr na rua, porque eu sou um idiota e eu deveria só tirar um cochilo, mas correr na rua tem suas vantagens também, porque ajuda a cabecinha, né? E aí eu vou gravar esse vídeo e vou decidir se vou dormir ou correr na rua.
Dos das duas coisas que eu fizer, eu tô fazendo a mesma coisa. seja correr na rua, quer me cansar, seja tirar um cochilo, quer descansar, eu tô de alguma forma cuidando de mim mesmo. Estou cuidando do meu próprio corpo, seja cuidando do meu corpo por meio de mantê-lo ativo, seja cuidar do meu corpo por meio de descansá-lo.
E as duas coisas são extremamente importantes para mim. Cheguei ontem de viagem e aí cheguei morto, estourado, fui pro hotel, pra academia do hotel, treinar. E você sabe, na academia de hotel não tem nada.
E fiz o treininho, feri o treininho de costa, fiz um pouco de bíceps, tríceps, ombro, acordei 6 de manhã, 6:30 da manhã para fazer um treino de perna, leg day, depois de viajar, ficar sem dormir direito vários dias. E aí? E eu tava pensando num livro, certo?
Mas vou falar já desse livro para você. Antes de falar do livro, eu quero falar de uma frase do cara chamado Robert Muray Mchanin, um teólogo e ministro do Evangelho do século XIX. Devido a alguns problemas de saúde, o Mchanu cedo aos 29 anos.
A ele é atribuída a uma citação muito conhecida. Deus me deu um cavalo e uma mensagem. Eu matei o cavalo e agora não posso mais levar a mensagem.
O cavalo, né, no caso é o corpo que Deus havia lhe dado. Se ele matou o corpo dele trabalhando demais, como é que ele ia conseguir continuar pregando o evangelho, não é? E aí, meu irmão, eu penso numa frase para eu lembrar muito.
Nessa rotina louca que eu vivo de youtuber, pastor, pregador, acadêmico, anab, sei lá, viajando, feito maluco, eu eu fico cansado, né? Eu tenho certeza que você fica cansado também na sua vida aí. E às vezes eu tenho que lembrar sempre isso, a falta de saúde trouxe uma morte prematura para um pregador do evangelho que se arrependeu, né, do exagero, né, no serviço às coisas.
Por outro lado, a gente, cara, é chamado para se desgastar o reino mesmo, pô. Pensa, pensa em Paulo, pensa no, no modo como os, os primeiros cristãos se dedicaram à pregação do evangelho. Pô, não dá pra gente viver a vida querendo se guardar.
Um monte de gente aí tá sofrendo, se lascando simplesmente para poder ter o que comer no dia a dia. Aí eu vou ficar agora com frescurinha de não posso pregar demais, não posso fazer demais as coisas, não. E aí aquela coisa, né?
A gente tem que achar o meio do caminho aí. E eu acho que isso vem de ter um relacionamento saudável com o nosso corpito e conseguir cuidar do nosso corpo de uma forma que realmente glorifica o nome de Deus. A gente pensa tanto no lado espiritual da palavra que sem perceber a gente pode viver numa espécie de gnosticismo, ignorando o aspecto físico da nossa criação.
E dessa forma eu acho que o MC Shain nos lembra no seu leito de morte algo que é realmente muito útil. Se você morrer por descuido com a sua saúde, você não vai ter mais como levar a mensagem da salvação para mais ninguém. Então a gente às vezes se desgasta muito para levar a mensagem da salvação, mas a gente tá gastando aquilo que a gente poderia usar para levar mais e por mais tempo a mensagem da salvação.
E é aí que o Daniel Guanais escreveu um livro chamado Cuidar de Si. O título talvez traga para aqueles que gostam de julgar obras pela capa um pensamento de, ah, lá e vai, lá vai, mais um livro de autoajuda, mas não é não. Bom, em certo sentido, o livro te ajuda, mas não é autoajuda humanista centrada em nós mesmos que leva o ser humano pro pináculo da existência, teologia coach, esse negócio, não.
O que Daniel faz é nos ajudar a ter uma percepção da importância de cuidar de si mesmo para que a gente possa amar, servir e viver como cristãos mais maduros e mais ativos em o mundo que Deus nos deu com o corpo e a alma que Deus nos deu. O Daniel, que é pastor e psicólogo clínico, traz nesse livro experiências de gabinete e de consultório que nos ajudam a perceber a importância do cuidado de si mesmo de uma forma que não é simplesmente egoísta. Para isso, ele traz seis áreas que a gente tem que cuidar.
E eu acho que o livro do Ganais me ajuda muito a perceber se eu tô exagerando no processo de servir, de trabalhar, de cuidar das coisas do reino e tudo mais. As áreas que trai são relacionamentos, trabalho, lazer, saúde, espiritualidade e planejamento. Inspirado pela frase do Agostinho: "Conhece-te, aceita-te e supera-te", o Daniel traz apontamentos para que a gente possa avaliar a nossa busca de superação de entraves, até mesmo de pecados, que são consequência não das coisas que vêm sobre nós, que a gente não tem controle, mas consequência das escolhas que a gente faz, da forma como nós pensamos e das ações que nós tomamos.
Tem um trecho do livro muito bom. Ele diz o seguinte que há sofrimentos que são inevitáveis porque são inerentes à existência. Entretanto, muitos podem ser evitados caso nós cuidemos de nós mesmos com um pouco mais de intencionalidade.
Isso me lembra muito um trecho que eu gosto muito de um livro do Jordan Peterson, onde ele vai dizer: "Cuide mesmo com você e cuidaria de alguém sob a sua responsabilidade". Eu acho que tem frases que valem um livro, né? O John Piper dizia que não são livros que mudam as pessoas.
que muda as pessoas são parágrafos, às vezes frases. E eu acho que tem títulos de livro e títulos de capítulos que que valem o preço do livro. Cuidar de si mesmo, como eu cuidaria de alguém sobre a minha responsabilidade, é uma ideia que nos ajuda muito a levar a sério o fato de que Deus nos deu uma vida.
Uma vida para desgastarmos, mas desgastarmos não de forma negligente, mas com responsabilidade, cuidado. Para fazer isso, as seis áreas que o Ganais traz no livro dele, no Cuidar de si, são muito úteis para você se avaliar. Então ele abre a discussão dele mostrando que uma forma de cuidar de si é nutrir bons relacionamentos com o cônjuge, bons relacionamentos com a família, bons relacionamentos com os amigos.
Analisando cada uma dessas instâncias de vida, ele mostra como não somos somente seres que vivem juntos uns dos outros, mas também que fomos criados para criar laços, traçar planos juntos e vivermos juntos em construção de significado para as nossas vidas. Ao começar o primeiro capítulo, ele já mostra que não cuidamos de nós mesmos de forma individualista, mas cuidamos de nós mesmos quando estabelecemos relacionamentos. Ou seja, intencionalmente, ele já mostra que a forma de cuidar de si não é se isolando, nem olhando pro próprio umbigo, mas olhando pro outro, olhando pro nosso casamento, se a gente tiver na relação conjugal, olhando pra nossa família, pai, mãe, filhos, parentes e também pros nossos amigos, que é a famosa família que a gente escolhe, né?
Ele vai dizer que nós vivemos melhor quando valorizamos os relacionamentos que temos. Esses três núcleos de relacionamentos ajudam a gente a compreender as nossas identidades. Eles nos moldam, né?
E neles temos experiências positivas e negativas que nos levam à tomadas de decisões que se guiadas biblicamente são uma forma de cuidado de si. Quando nós temos experiências positivas, elas nos ajudam a superar dificuldades. Quando nós temos experiências negativas, nós devemos buscar ajuda externa.
E assim, ao melhorar aquele relacionamento, cuidamos de nós mesmos e, por que não, dos outros também. No segundo capítulo, o Daniel vai falar da importância de nós termos a correta perspectiva sobre o trabalho pra gente poder viver melhor. É aqui que eu sempre tomo um pouco de cuidado.
Para isso, ele foca em três pontos importantes: a performance, o descanso e o aprimoramento. É bem evidente que cada vez mais nós temos definido o nosso valor pelo nosso desempenho. E se isso não é evidente para você, talvez você tenha que reavaliar o modo conselhído com o seu trabalho.
Mas o que ele fala de performance é como nós temos vivido a nossa vida na expectativa de que a nossa produtividade é determinante para definir quem somos no núcleo mais fundamental da nossa pessoa. O grande problema com isso é que se nós ficarmos desempregados ou se nos pegarmos nos perguntando o porquê de termos investido tanto tempo no trabalho que exercemos, nós podemos ficar sem chão ao não encontrar boas respostas para isso, porque a gente para de falar de trabalho para falar do núcleo formador da existência. Ele mostra que na fase adulta nós assumimos mais responsabilidades, mas que nós somos inclinados a supervalorizar nosso desempenho no que exercitamos.
Consequentemente, nós passamos a medir o nosso valor a partir desse desempenho e se não correspondermos às expectativas impostas ou às nossas próprias expectativas, nós sentimos que falhamos ou que somos menos humanos. Em contrapartida, o descanso é visto como algo a ser evitado, mas ele vai lembrar a gente que nós não somos máquinas. Por isso, se produzir é um estímulo humano, ele vai escrever: "Descansar é uma necessidade humana.
Pensar que nós somos máquinas tá duplamente errado, porque Deus instituiu o descanso para desfrutarmos da criação e glorificarmos o nome dele. E porque máquinas também precisam de descanso para não superaquecer os seus sistemas". Assim, ele nos mostra que descansar é bom para o nosso trabalho e para nós mesmos.
O terceiro aspecto desse capítulo é o aprimoramento. Para buscar o aprimoramento, nós precisamos gerir bem o nosso tempo, porque nós precisaremos estudar mais e ter tempo para isso. Muitas vezes é difícil, mas quando é feito, traz confiança.
Nós percebemos avanço no que a gente faz, nós paramos de nos sentir estagnados. O aprimoramento é uma forma de cuidar de si mesmo, porque nós passamos a olhar para nós e percebemos pontos que podem ou que precisam ser melhorados e a gente sente um senso maior de progresso. Quando realizamos isso, a gente ganha confiança na nossa capacidade de desenvolvimento e assim nós estamos dispostos a tomar decisões que antes nós não tomaríamos porque nós não éramos capazes.
Consequentemente, isso nos ajuda num processo de desenvolvimento humano mais integral, mais amplo, né, em tudo aquilo que a gente tá desenvolvendo nessa vida. O terceiro capítulo do livro é destinado ao lazer. Diferente do descanso, que é tirar uma pausa do trabalho, o lazer é fazer atividades que melhorem o nosso bem-estar.
Esportes, viagens, espetáculos, filmes, qualquer coisa que seja agradável, seja prazível para você. Momentos de lazer nos fazem desfrutar da criação de Deus. O Daniel nos mostra que a diversão não é algo só para crianças.
Isso é bem interessante, porque quando nós olhamos para uma criança, nós parecemos associar que se divertia a obrigação dela. Tanto que a expressão ser criança ou deixa de ser criança tá associada a momentos ou práticas de diversão. Quando nos tornamos adultos, a nossa obrigação passa a ser a seriedade.
Mas veja, tem a sua verdade aí, mas isso não é inteiramente correto. Embora a gente amadureça em nossa visão de mundo, a diversão ainda faz parte do que significa ser um ser humano. Embora a gente tenha boleto para pagar, a gente pode ainda se divertir de modo adulto para trazer bem-estar para nós mesmos.
Essa capacidade de reinventar formas de se divertir é algo que mostra a nossa capacidade criativa e amplia nossas fronteiras da vida. E assim a gente passa a lidar melhor com as responsabilidades da vida adulta, porque a gente vai saber que nós temos que equilibrar com momentos divertidos os nossos momentos de seriedade. Momentos esses que podem ser muito bem vividos com o cônjuge, com a família, com os amigos, reforçando mais ainda o nosso relacionamento com os outros, que é o primeiro ponto aqui do livro dele.
O quarto capítulo lida com a questão da saúde. O Daniel nos lembra o óbvio que a gente frequentemente esquece ou que a gente tem medo de admitir. A gente tem que cuidar do corpo, cuidar do nosso corpo.
O nosso corpo tem a tendência à morte. Não sei se alguém te contou, tá? Problemas de saúde vão acontecer e a gente tem que cuidar desse corpo para diminuir os efeitos do tempo nele, praticar esportes, atividades físicas, excelente para poder te ajudar a durar mais tempo.
Usar o cupom Jesus na Grofa Suplementos te ajuda nisso, tá? E você ainda ajuda a gente a manter esse trabalho aqui funcionando. Vai lá, vê só, a gente não pode parar de fazer exame, checar pressão, sabe?
olhar como é que tá o coração, fazer rastreio de coisa aí que for tendência genética da sua família, ir para uma academia, fazer uma corrida, cuidar da alimentação. Parece que a gente quer evitar a existência de um problema de saúde ao não ir pro médico, né? Já viu?
É assim, se se eu não for no médico, se eu não for no médico, eu não descubro nada. Ou então a galera que se recusa a fazer um exercício, pô, a sabe, segurar um pouco a alimentação e se mexer um pouquinho como se fosse uma coisa inferior. Eu caí nessa nessa balela, sabe?
Eu acreditava que se exercitar aqui pra academia era coisa de gente que não era tão estudada, que não era tão inteligente, que crentemente tem que tá orando e estudando e tal. Ele até brinca no livro, né, o Daniel dizendo que se atividade física é um assunto que divide as pessoas entre o amor e o ódio, o acompanhamento médico as separa entre o medo e a coragem. O medo paralisante da descoberta de um problema de saúde se mostra tão irracional e fazendo com que a gente não queira investigar algo que pode nos matar, que se a gente descobrir logo, talvez a gente possa sobreviver.
Poxa, é como se o medo da morte nos cegasse pra morte iminente que a gente poderia evitar, né? Ele também relata como isso é evidente na área em que ele trabalha, a área da saúde mental. As pessoas simplesmente negligenciam que cuidar do psicológico também é uma coisa importante.
Ó, sua cabecinha tem que est cuidada também, meu querido. Ele vai ressaltar no livro dele que a psicoterapia ajuda pessoas a terem uma visão mais holística da saúde e desenvolver um senso de autoercepção melhor. A mente também é parte do que nós somos e cuidar da mente também é cuidar de si.
No quinto capítulo, ele vai falar sobre espiritualidade. Esse é um capítulo interessante porque ele diferencia espiritualidade de religião. Ele fala que as pessoas que não professam a religião podem ter algum tipo de espiritualidade, porque esse fator é traduzido na busca de significado proposto paraa existência.
No âmbito religioso cristão, isso se mostra nos louvores que nós cantamos, nas disciplinas espirituais que nós vivemos, na comunhão no corpo de Cristo e os outros elementos de fé que fazem parte da gente. Tudo isso nos faz bem como indivíduos cristãos. No âmbito geral, para aqueles que não são cristãos, isso se mostra nas buscas por propósito para si, um porquê de existir e coisas assim.
O Daniel vai desenvolver a ideia de Eclesiastes 3:11 a 12 para falar que somos seres temporais com aspirações para a eternidade e que por isso, a espiritualidade se mostra quando deixamos de olhar para nós mesmos para olhar para algo além da gente. A espiritualidade é bem vivida quando o indivíduo se autranscende, ou seja, olha para si de fora no meio do contexto que tá inserido. É bem a ideia de Victor Franco estabelecido aqui, a autotranscendência dele.
É muito legal ver que esse autor que eu vivo citando aqui, o Víctor Franco, né? sempre cito ele aqui no livro, seja influente aqui no livro, por mais que ele não cite por nome claramente as ideias do Frankl. Esse senso de transcendência não é apenas perceber a nossa pequenez no universo, mas é perceber como toda essa imensidão aponta para Deus que nos criou e nos leva a pensar sobre o nosso propósito na criação dele.
Ele mostra como o senso está expresso no Salmo 19, quando o salmista pondera sobre a criação de Deus e a sua lei. Ao se ver como parte dessa imensidão maravilhosa da criação e da santidade da palavra, ele glorifica a Deus por ser parte disso tudo. E aí a gente chega no sexto capítulo, que é o capítulo em que ele fala sobre planejamentos.
Ele evoca o que o livro de Provérbio nos ensina quando diz que o homem traça os seus planos do seu coração, mas que é Deus quem lhe dirige os passos. E ele mostra que nós não podemos nem viver a moda do Zeca Pagodinho, né? Palavras minhas não dele no deixa a vida me levar, a vida leva eu.
Não é nem por outro lado. A gente pode levar a vida como se nós fôssemos senhores do nosso destino através dos planos que nós traçamos. Nós vivemos entre fazer planos e confiar que Deus é soberano.
E isso traz tanto um senso de responsabilidade quanto um senso de tranquilidade diante daquilo que é imprevisto. Os planos que nós fazemos revelam nossos desejos, vontades e expectativas. Por isso que a gente precisa, por exemplo, ter planejamento financeiro para não ficar afundado nas crises.
Se a gente quer ter momento de lazer com a família, a gente tem que planejar tempo para isso. Quando é que isso vai acontecer? Conciliando isso com o trabalho.
O que mostra que os seis pontos que ele estabelece no livro se conectam muito bem. fazer, relacionamentos, trabalho, planejamento, percepção de tempo, tudo isso anda junto. Planejamentos que caminham ao lado da confiança em Deus evidenciam o senso de responsabilidade e de controle daquilo que está realmente nas nossas mãos.
O planejamento é uma forma de lidar com o futuro, sem ignorá-lo e sem tentar trazê-lo integralmente pro presente, porque a gente claramente não consegue viver esse nível de ansiedade. Uma coisa legal do livro é que ao final de cada capítulo, o Daniel traz perguntas com o propósito de nos fazer refletir sobre o que ele tratou ali para que a gente possa pessoal temas que ele lidou nos capítulos e aplicar na nossa vida, o que também é útil para ambiente de pequeno grupo, escola bíblico dominical e tal. É um livro simples, mas que tem o poder de nos acordar para aquilo que a gente negligencia muitas vezes.
Problemas que podem estar tirando o seu sono, podem ter uma origem em algumas dessas áreas e talvez seja importante você repensar cada uma delas. Eu tenho feito isso na minha vida, pensado nessas áreas, procurado as zonas de conflito para tentar melhorá-los. É um livro breve, mas que tem conselhos como uma conversa que pode mudar a sua vida e fazer com que você se desenvolva mais como pessoa.
Por isso fica aqui minha indicação de cuidar de si, de Daniel Guanais, para que você possa também cuidar de você mesmo, de modo a ser mais útil pro reino de Deus. Não mate o seu cavalo. Link para comprar o livro do Guanis vai est aí na descrição e você pode aproveitar para já avaliar a sua vida de acordo com esses princípios.
E você gosta quando a gente fala de livro aqui? Eu sempre gosto de pelo menos uma vez no mês, umas duas vezes no mês, trazer algum vídeo em que eu compartilho com vocês algumas das leituras que eu tenho feito ao longo do mês. Esse é um livrinho simples, breve, mas eu acho que pode ser muito útil para todos vocês.
Como não foi útil para mim, eu sempre tento ler materiais sobre isso, questão de lidar com a rotina, com o tempo, com a loucura, né? E eu acho que eu acho que eu vou correr, acho que eu não vou dormir, vou colocar ah, vou colocar a roupa de corrida. Então, ó, sabe o que fazer?
Não deixa de se inscrever no canal e assinar as notificações para ficar sabendo sempre que de novo. Olha só, tá vendo? Ó, tô gravando com o celular aqui, ó.
Você tá vendo aqui que eu estou gravando com celular? com o celular, porque tô no meio da viagem. No meio de viagem, o que sobra é isso, é gravar com celular, tá?