[Música] que eu queria era marcar esse cara ali, criar sua marca nele. >> Criar minha marca nele. Posicionamento seu na mente dele. Posicionamento é você ter >> a marca na mente de quem importa. >> De quem importa. >> Acima das nuvens as ideias fluem mais. Mais um jetcast, meu sócio. >> Muito bom. >> Hoje a pessoa que a gente vai entrevistar, >> a figura icônica. >> E você conhece um pouquinho, né? que nós temos o privilégio de conhecer, de conviver com ele. Eu tenho o privilégio já de conhecê-lo há mais de 30 anos, há 33,
34 anos e não só conhecendo como disfrutar da amizade dele. uma pessoa que não obstante a um lugar muito especial, de muito destaque conquistou, que construiu, mantém princípios e valores que com certeza vão lhe permitir chegar ainda muito mais longe e nós vamos ter o privilégio de estar com ele aí. Muito bom. >> Vem comigo para mais um jetcast, aonde as ideias fluem mais acima das nuvens. Acima das nuvens, as ideias fluem muito mais, as ideias acontecem e hoje no Jetcast nós temos um convidado super especial. Obrigado, Flávio, por ter aceitado o nosso convite. >>
Obrigado, Flávio. Privilio estar contigo. >> Um prazer. Prazer e ser convidado e bem-vindos ao negão também. Isso. O nosso convidado ainda nos trouxe no seu próprio avião. Muito bom. Flávio, você construiu grandes marcas. Quando foi que você entendeu que você também era uma marca? Olha, eu entendi que eu também era uma marca no dia que eu estava sendo promovido a gerente aos meus 19 anos de idade. >> Uau! >> Em que o meu chefe me levou numa boate. >> É. Uhum. assim numa boate no Rio de Janeiro chamada Hipopótamo. E toda a equipe tava lá
para comemorar a minha gerência e ele falou para mim: "Olha, você pode pedir o que você quiser. Hoje é teu dia e a empresa vai pagar. Você pode pedir o que você quiser. Pede a bebida que você quiser." Aí eu falei: "Qualquer uma?" Ele qualquer uma, bota a mais cara, o que você quiser. E eu falei para ele assim: "Então tá, eu quero um copo de leite". E o copo de leite, aquilo ali ficou falado em toda a empresa que o cara pediu um copo de leite numa boate. E esse assunto é um assunto que
se fala até hoje. Eu penso que de alguma maneira aquilo ali era parte da constrição de uma marca que eu tava deixando. Uma marca, não é? Uma coisa inusitada, uma coisa que uma coisa que >> original. original, uma coisa que eu fui lembrado por muitas vezes. E aí começou uma construção de marc. >> Eu penso que aí começou uma construção de mar. E a partir daí, ainda naquele no ano seguinte, meu mesmo chefe me convidou para ir em Porto Alegre, me pegou no aeroporto num carrão importado esportivo, me hospedou na casa dele e ele falou:
"Vai precisar melhorar tua roupa". me levou numa numa loja de roupa top lá de Porto Alegre e comprou um terno amarelo para mim. Amarelo. >> Amarelo. Ovo. >> Que quem era esse chefe? >> É um cara ousado, né? >> É >> um cara ousado. Um cara que, pô, vestia uma roupa amarela, você tinha que ter personalidade. Era parte de uma construção de marca também. E ele era um cara que o dia que eu conheci, ele chegou assim a postura meio de mafioso, entendeu? >> É. >> Aham. Vestindo suspensoles. Eu falei: "Caraca, meu, um suspens >>
que combinava com a gravata". >> Combinava com a gravata e com um lencinho. Tinha um lenço aqui no bolso que combinava com suspensó também. Foi o dia que eu conheci esse cara. Então, só na dúvida aí, só abre um pouquinho. Deixa eu ver se tem alguma tem alguma coisa. Opa. Hoje eu vim a caratter. >> Op. A caratter. Carata. >> Op. >> Para fazer o jeque o Flávio Augusto tinha que vir a carata. >> Olha aí. Então o meu o cara que eh a empresa dele eu trabalhei foi o Mário por 4 anos na empresa
dele. Mas eu penso que aí começou um pouco dessa essa coisa de criar a tua própria identidade, né? de você marcar, de você ser lembrado, eh, enfim, de você, eh, óbvio que exigia existia ali alguns exageros, né, de um, um jovem de 23 anos, 24, 25, não é, e, e um terno amarelo, acho que hoje eu não teria coragem de usar, mas aquele momento foi parte, né, dessa desse processo de uma construção de marca pessoal. >> Muito bem. E você vê que interessante é que a visão da construção de marca, ela da marca pessoal, né?
Ela existe muito antes na internet. Sim, né? De repente a gente não imaginava que o mundo ia se transformar no que se transformou. Imaginava que o poder de uma marca pessoal pudesse agregar tanto valor aos negócios, né, à liderança. Mas eu corroboro completamente com o que o Fábio disse e tive a oportunidade, né, de presenciar tudo isso, né, de perto, né, fazer mais, né, Mário, pouquinho mais. Você tá sendo modesto, né? Você não só teve a oportunidade de de presenciar, você teve a oportunidade de me ensinar. Eu aprendi marca pessoal com você. Eu entendia que
a tua roupa formava minha opinião sobre você. Eu entendia que o seu relógio formava minha opinião sobre você. Eu entendia que o teu posicionamento, o teu linguagem e principalmente os seus valores, como você era um cara de palavra, >> ó. Marca pessoal também é valor, >> não é? É só é valor. >> Branding é são os valores, né? Só valor. Os bens eles só >> procuram evidenciar esses valores. Eles não são o valor. >> O valor não tá no bem, não tá no relógio, não tá no carro, não tá em nada disso. O valor não
tá aí. O valor tá no seu, nos seus valores. >> Agora você pode utilizar qualquer linguagem para potencializar esses valores. Eu aprendi isso, né? Eu eu vi isso. >> E aí numa empresa para você liderar sendo jovem, para você passar credibilidade sendo jovem, para você ser respeitado sendo jovem, não tem nada que gere mais impacto do que os seus resultados, os resultados do seu negócio, o sucesso que você tem, as vendas que você faz. Isso é o que realmente e eh mostra pro mercado que você não vê a passeio, né? Dentro do que eu escrevi
sobre posicionamento, eu escrevi que o um posicionamento começa com origem, depois bagagem e aí então mensagem, que é a capacidade intelectual de se extrair ensinamentos da sua origem e da sua bagagem. E o design, que é o retrato, que é a imagem pessoal, está a serviço dessa história, a serviço dessa origem. E você sempre contou histórias incríveis. É um é um bom contador, um excelente contador de história. Quando foi que tu começou a a construção de narrativa do jeito que você fala hoje? Ela ela precisava acontecer desde dos primórdios, porque a atividade de vendas e
de principalmente a de formação de time de vendas, ela passa pela construção das histórias que inspiram, porque um novo vendedor, ele ele sofre uma pancadaria. no mercado, no dia a dia, a quantidade de não que ele leva. O o cara para poder ser bem-sucedido em vendas, ele precisa ter uma resiliência muito grande. Então, histórias inspiradoras, elas são uma boa forma de você trazer assuntos complexos com muita simplicidade. A história, ela faz você compreender conceitos muito profundos através de uma simples história. Não, não por acaso. Jesus era um grande contador de história. >> Belísimo. as famosas
parápolas que ele contava, ele trazia com muito mais entendimento, muito mais simplicidade a a mensagem que ele queria transmitir. >> Você falou de Jesus agora e eu me lembro que uma vez mais, você lembra que você pediu para eu dar carona pro Flávio para o aeroporto? >> É, você foi um um privilegiado. Você deu uma carona pro Flávio. Isso. Lá em Campinas. Campinas. >> Em Campinas. Isso não >> e aí então a gente conversou e me conectei muito depois daquela daquela nossa conversa em virtude do histórico de fé que você tem de casa, de família.
>> Uhum. >> Conta pra gente um pouco sobre essa herança de fé que você herdou de seus pais. >> É, a fé, a fé ela ela é a certeza daquilo que você não vê. Então, até mesmo o ateu, a pessoa que não acredita que Deus exista, até para ele cvar essa convicção dele é uma decisão de fé. Ele precisa ter a fé de que Deus não existe. Então, a fé, porque ninguém tem, pode afirmar categoricamente, a não ser quem tem fé. Então, para dizer, para falar sobre a existência de Deus ou para falar sobre a
ausência da existência de Deus, ambos precisam ser homens de fé. Sim. >> Então, empreender, ela ela ela também é uma atividade que exige fé, porque o empreendedor ele bota um dinheiro que tem numa ideia que ele teve em busca de um resultado que ele não vê ainda, >> às vezes até um dinheiro que ele não tem. >> E às vezes o dinheiro que ele não tem, porque ele pegou emprestado >> ou do cheque especial >> ou do cheque especial. >> Eu conheço um cara que usou o cheque especial. >> Tem louco para tudo nesse mundo.
>> Em troca de algo que ele acredita que um dia ele vai ter de retorno. Cara, esse cara tem que ter fé. E não basta só ter fé para começar o negócio. Ele precisa sustentar a sua fé durante a caminhada, porque ele pode desistir no meio do caminho. Então, a minha família é uma família de fé, a minha avó é uma mulher de oração, ela já partiu, né? Nos deixou e aqui em 2021. Foi criado pela minha avó. >> Foi pela avó. foi criado pela minha avó, porque meus pais trabalhavam, meu pai viajava mais, minha
mãe trabalhava em dois empregos, então ficava a maior parte do tempo com a minha. >> Qual que era a profissão do seu pai, Flávio? >> Meu pai era militar. >> Militar? >> É. Hoje ele é aposentado. Minha mãe professora de escola pública também aposentada. que >> eu tenho meus pais vivos, meu pai e minha mãe, e eles me me deram uma uma herança de fé, de valores, que é o que me deu, me capacitou a a viver a minha vida com fé e com valores, né? >> Flávio, você acredita que posicionamento é diferente de reputação
ou uma coisa depende da outra? Uma pergunta muito interessante. Eu acredito que uma coisa conversa com a outra, mas uma coisa não é a outra. Uma pessoa pode ter uma excelente reputação e não ter um posicionamento. Ou ela pode ter um excelente posicionamento e uma péssima reputação. Mas quando as duas coisas podem conversar juntas, uma coisa pode somar na outra, né? Ela pode ter uma boa reputação somada a um bom posicionamento. Acho que fica imbatível essa combinação. >> Quando você escolheu o casaco amarelo para ele, >> Hum. >> Qual que que estava passando na naquele
momento? O que que você acredita que amarelo ia combinar com um posicionamento naquele momento dele? Everton não era sobre combinar, era sobre elevar a medida de ousadia dele. Uau! Então, o que que eu imaginei, cara? Ó, eu vou fomentar nele um desejo de eh criar uma imagem mais ousada a partir do interno. Se ele consegue assimilar isso, ele vai ter mais ousadia. no padrão comportamental, porque liderança, né, lembrando, tem muito a ver com o padrão comportamental, né? >> Sim. >> Então ele, por exemplo, eh ele liderava uma boa parte do time dele tinha mais dar
que ele, cronologicamente tava >> na frente dele. >> Eu era mais novo do que 70% do >> É. Então, que que acontece, meu? Normalmente, normalmente uma pessoa se intimida quando vai liderar uma pessoa mais velha que ela, que teve chance de ter mais experiência em alguma outra área. E eu lembro inclusive de momentos aonde eu procurei, não sei se você lembra disso, como eu batia nessa tea, a tua idade vai eh vai te favorecer para liderar. A tua idade é um ingrediente que é favorável para sua liderança, que é completamente oposto, que é grande fença,
que é um instinto, né? Fala, pô, menos idade não combina com lider. >> Você usava uma, você usava a seguinte palavra, olha, a tua idade te torna um prodígio. >> É menino prodígio. >> Isso mesmo. Isso aí. Então você tem que abraçar isso. >> É, >> em vez de você ficar inseguro, porque você é jovem, é o contrário. Você tem que assumir que você é um prodígio. >> Prodígio. Exatamente. >> Então, ou seja, ele me alimentava de de confiança e ao mesmo tempo me metia um terno amarelo. >> Não era um casaco, era um terno
com com calça. >> A calça também. >> Você viu o quanto ele é enfático, né, cara? >> Era um terno. Era um terno amarelo ovo. >> É porque você pediu leite no primeiro. É por isso. >> Quem mandou pedir leitinho, né? Fez gracinha. pediu leitinho, né? >> Ó, ó. A a a camisa era uma marrom, imagina uma camisa marrom de linho com terno de linho amarelo e uma gravata de cetim >> amarelo >> com tons amarelos, pretos e marrom. >> Ah, ainda bem, né? >> E sapato E sapato preto. Agora imagina eu pegando um ônibus
com esse terno. Agora imagina o seguinte, que era o meu único terno. Eu usava ele uma vez por semana, cara. Se um terno para você usar uma vez por ano, né, cara? Era um quinjim. Era um Não, era ovo. Era um ovo. Exatamente. Era um quindim. Era da cor era da cor do quindim. Quindim. >> Espetacular. Não, você lembra o diferencial era dobrar a mangava. Você dobrava a manga do térmico, dobrava a manga da camisa em cima da manga do térmico. >> Flávio. >> E fazia parte do look. >> É, >> muitas pessoas olham para
você e se encantam com as suas histórias. segue você no Instagram, mas grande parte dessas pessoas têm medo de se expor. É necessário se expor? Todos precisam se expor. Posicionamento tem a ver só com internet ou dá para ter posicionamento sem rede social? >> Bom, vamos lá. Primeiro posicionamento não tem nada a ver com a rede social. A rede social é um instrumento que pode, >> muito obrigado por ter falado nisso, >> que pode contribuir com o seu posicionamento, mas o posicionamento transcende, né? Ele tem que primeiro, ele tem que tá nos seus valores, tem
que tá alinhado com aquilo que você que são os seus valores. Agora, sobre se expor, eh, toda pessoa tem que se expor? Claro que não. Nem eu tenho que me expor. Ninguém tem que se expor. Ninguém é obrigado a se expor. Agora, a depender do que a pessoa deseja da vida dela, a depender daquilo que ela quer conquistar na vida dela, a depender do nível de responsabilidade e crescimento que ela deseja ter, nível de relevância e influência que ela queira ter sobre outras pessoas, se expor tem que ser inevitável. Não é a questão de querer
ou não querer. Eu, você perguntar para mim, eu hoje falo com mais de 20 milhões de pessoas todos os meses. Ou seja, são 20 milhões de pessoas e mais de 10% da população brasileira todos os meses leem alguma publicação minha. É muita coisa. Você perguntar, você preferiria não se expor? Óbvio, óbvio. Se eu pudesse estar mais, mas curtindo a minha vida, como eu curto, sem precisar me expor, eu preferiria. >> Quem é que precisa e quem não precisa? >> É quem quer chegar mais longe. A exposição é uma ferramenta para quem quer chegar mais longe.
>> Então, logo, exposição não é necessariamente ostentação. >> Vamos lá. Poxa, >> porque tem muita gente que >> é >> por eh detrás dessa crença. Não, eu não quero me expor porque exposição é ostentação. >> Vamos lá. Deixa eu colocar o que eu penso sobre esse tema. Ostentação está muito relacionado ao objetivo da exposição. >> Amém. a motivação da exposição, >> propósito da exposição, >> o motivo da exposição. Se eu quero me expor para me gabar, para dizer para as pessoas o quanto eu sou melhor do que elas, se eu quero me expor simplesmente para
alimentar a minha vaidade, isso é ostentação. tentar é mostrar extensivamente, ostensivamente o que você quer mostrar para as pessoas. Mas se o seu objetivo é impactar pessoas, influenciar pessoas, expor o seu produto, usar a sua imagem pessoal para fortalecer o seu negócio, vender um produto ou ter um impacto social, aí essa exposição não é ostentação. Essa exposição ela tem um propósito. Se o propósito é apenas a vaidade, eh, ele querer ter uma expressão simplesmente por vaidade, o que também é legítimo. Se a pessoa quiser, a pessoa tem direito de ostentar se ela quiser. É só
você pensar, o empresário, ele ficar se expondo, ele tem muito mais a perder. Ele pode atrair hater, ele pode atrair ladrão, sequestrador, entendeu? Ele pode atrair um monte de coisa ruim, >> inclusive uma empresa bilionária, né? inclusive uma empresa bilionária, porque se ele faz isso, porque a diferença de hoje tentar e se expor. Se ele se expõe com o propósito, aí sim ele pode construir um negócio, ele pode construir uma marca, >> ele pode inspirar pessoas, >> ele pode inspirar pessoas, ele pode liderar um movimento de pessoas. >> Eu, por exemplo, 2010 comecei a falar
de empreendedorismo, uma palavra que não era nem falada, empreendedorismo, ninguém conhecia muito essa palavra. É verdade. >> Hoje ela se popularizou, >> sim. >> Entendeu? Então eu penso que quando você cria um movimento de ideias produtivas, pensa que o seguinte, eu sempre pensei, se eu conseguir inspirar e criar 1% a mais de empreendedor, eu tô contribuindo para gerar milhões de empregos. >> Incentivar o empreendedorismo sempre foi algo que teve impacto social do país, porque quem constrói o país são os empreendedores, não são os políticos. Não é um político que constrói um país, >> nem o
emprego público, né? >> E nem não é o o os políticos eles eh >> escolhem os impostos >> e e eles vão gerenciar o orçamento público gerado pelos impostos dos empreendedores. >> Então eh eh eu eu para mim essa conta fechou e outra, eu saí de baixo e cresci. Eu sempre tive vontade de contar pras pessoas que elas também podem fazer a mesma coisa. >> Que inspirar é isso. >> Isso é inspirar. é mostrar pras pessoas que elas também podem. >> E aí? E aí para pagar um preço para poder para atingir esse objetivo, eu
me dispus ao sacrifício de me expor. Então, >> só que eu não tinha nem ideia da quantidade de benefício que isso poderia trazer, inclusive criar uma empresa bilionária. >> Se expor, é servir. Então, >> por >> se for por servir, não é sustentar. >> Se for por servir, não é sustentar. expor é servir >> servir. Até porque na Bíblia tá escrito que >> não se aceite uma vela para colocar dentro de uma gaveta, né? >> Isso >> para é para iluminar. >> Você tem que col a você coloca a cidade, uma cidade no topo de
uma montanha não é possível ser escondida. >> É, é, é. >> Ela vai ser vista. Hoje na palestra que a gente assistiu sua, você falou que você não falava bem no início. >> Isso >> como você aprendeu falar tão bem? >> Falar bem tem a ver com prática, é um treino, né? E eu pratiquei da melhor maneira, né? Foi vendendo, né? foi exposto a pressão de bater metas, a pressão de falar com cliente, de atingir resultados, >> pressão das objeções, >> pressão das objeções, você ter segundos para poder reverter uma objeção. Depois, no nível de
liderança, ah, você ter que falar publicamente. Eu fiz centenas, talvez múltiplos, milhares de processos seletivos, onde eu dava palestras e treinamentos e aulas para os meus funcionários. Então eu tô há pelo menos 30 anos falando, falando em público, falando no vídeo, escrevendo. Então a parte da comunicação, a comunicação ela vira uma ferramenta da liderança. Então eu não eu não eu não investi em me comunicar, eu investi em liderar. Só que a ferramenta básica da liderança é a comunicação. Então você vai ficando bom, você vai você vai melhorando, né? Eu entendo que posicionamento, nós temos dois,
posicionamento interno e o externo. É quando a pessoa se conhece, >> se você me permitir, >> Claro, >> ainda sobre eu não falava bem no início, posso fazer uma pergunta pro Mar que eu acho que ele pode ajudar nisso aqui. >> Claro. >> Eh, eh, tu concorda que eu era tímido? Você quando lembra de mim ali nos meus nos meus 19 anos de idade, você me via um pouco mais quieto na hora de falar? você me via mais travado. Como é que você viu essa minha evolução? Certamente você viu, não só viu como participou, mas
viu, assistiu essa minha evolução. >> Então, eu tiver introvertido, né? Introvertido, >> mas eu era confiante, né? >> Mas que que acontece? [Música] Até até a pessoa ficar boa ou até desenvolver habilidade para se comunicar. ela passa primeiro para desenvolver uma habilidade de responder. Então, como é que foi o desenvolvimento do Flávio? Ele começou respondendo bem, entendeu? Ele não era uma pessoa >> respondendo a estímulo. Você quer dizer >> isso? Respondendo a estímulo e respondendo a dinâmicas. Eu lembro, por exemplo, >> as dinâmicas que nós fazíamos treinamento de eh construção de objeção, entendeu? Você você
lembrou de uma objeção que eu botei >> e numa aula que eu tava fazendo, num treinamento que eu tava fazendo ali com o time dele. Aí eu falei para ele, >> quer dizer, 1991, tá falando a história de 1991, >> por exemplo, ele, vamos dizer, ele ele não levantava a mão, mas se era chamado >> ele ele se virava. E ele criou uma objeção muito interessante ali para mim, >> uma objeção daquelas mesmo para tipo para testar o cara. Não sei se é esse o objetivo dele, né? Mas tipo para dar eh realmente consistência paraa
aula, entendeu? Porque o treino de objeção em área de venda é uma prática que atemporal, né? >> É, ele ele chegou na equipe e falou assim: "Olha, vou chamar uma pessoa aqui para me criar uma objeção que eu vou resolver todos". Aí chamou um, resolveu, chamou um, chamou outro e eu tava na minha. >> Aí ele me puxou: "Flávio, me coloca uma objeção aí". E aí eu eu lembro até qual foi a objeção, tá? >> Eu lembro, cara. É 1991, cara. E eu te te apresentei uma objeção que o cara antecipava a decisão imediata e
e realmente você deu ali e depois você contornou e fez. Depois você até me comentou: "Ó, cara, >> difícil essa objeção." E aí foi quando o Mário começou a perceber, cara, para esse cara ter me criado essa objeção, esse esse cara é inteligente, entendeu? Foi, foi interessante. >> Então você vê aí passa a habilidade da comunicação, passa por isso. Eu, cara, ele tava ali, ele não levantou a mão, mas a hora que eu chamei, ele veio. Hora que eu chamei, ele veio, entendeu? Ele tava ali na boate. Eu falei: "Ah, pede o que quiser, pede
o que quiser. Ah, peço o que eu quiser." Ah, sabe aquele negócio? Bom, então, já que vocês estão, já que você tá me incentivando e me provocando, eu vou ter uma ação emblemática aqui. Então, fez uma pergunta emblemática, fez um pedido emblemático ali do copo de leite >> de leite, marquei. Ele não esqueceu de mim, >> não? É por aí. Aí, >> só que no final da reunião tinha duas matrículas para te entregar, porque todas as reuniões você participou, eu te apresentei venda. Isso é uma outra coisa, né? Você quer aparecer na área de venda,
não adianta pendurar uma melancia na cabeça e pedir copo de leite. Você tem que vender, né? >> E o que e o que acontece, já que ele tocou nesse assunto, tem gente, Evereton, que funciona muito bem com incentivo. São poucos. Tem gente que consegue transformar um incentivo no seu maior aperto, sabe? Tem gente que consegue receber ali um input motivacional e aquilo pro cara é como se tivesse cobrando ele. E o Flávio tem essa característica. O Flávio sempre transformou incentivo em a autoaperto, né? Que o que, né? Não existe um aperto maior do que o
autoaperto, entendeu? Não existe ninguém que possa exercer uma aparição sobre a tua vida maior do aqui que você próprio exercer. Essa semana que foi uma semana que a gente se conheceu. >> Isso, vai lembrar do motivado mais um. >> Exatamente. Nessa semana a gente se conheceu que eu olhei pro marri, eu falei: "Cara, não posso dar mole para esse cara". Porque um cara tava folgado lá e ele deu um aperto nesse cara. Eu falei: "Ó, eu posso dar mole para esse cara". Então agora, toda reunião que ele chegar, eu vou ter que apresentar venda, vou
deixar minha marca, não vai esquecer de mim. E ele deu uma reunião falando o tema da reunião dele, a reunião à tarde que ele deu, que era do motivado mais um, era pessoa que sempre se superava. Então, se ela tinha que fazer alguma o X, ele, esse cara não aceitava fazer o X, ele faria sempre o X mais 1. Ele falou sobre esse conceito e dos benefícios de uma pessoa ter esse comportamento. E eu comprei isso. Daí eu falei: "Cara, eu tinha dado uma meta de duas vendas no dia para ele e na parte da
manhã eu já tinha feito uma venda. E aí teve essa reunião à tarde que ele falou do motivado mais um e eu tinha mais duas entrevistas. E eu precisava só fazer mais uma venda para tá cumprindo mais entrevista reunião, reunião de de venda, tá? É reunião de vendas e mais uma vez uma venda. Eu fiz mais uma venda, a outra eu não fiz, mas eu pensei, cara, eu dei a meta de dois, eu vou corresponder à reunião dele superando motivado mais um, eu vou fazer três, só que 10 horas da noite, nada, não tinha feito
as três. 10 horas da noite, >> mas ele tava incomodado com a meta comprida, entendeu? A mente do motivado mais um, entendeu? Já >> tava com a meta cumprida. Eu falei: "Cara, eu quero chegar amanhã e apresentar minha meta cumprida e quando todo mundo achar que eu já tô com a meta cumprida, falou: "Mas pera aí, eu tô tava motivado mais um, vou e vou puxar mais uma". E aí isso vai deixar mais uma marca do cara. Bom, para resumir, ela saiu às 3 da manhã. Porque pensa comigo, Everton. Durante a madrugada tem motorista de
táxi trabalhando? >> Tem? >> Não tem? >> Tem. Tem médico trabalhando, tem garçom trabalhando, >> bombeiro, >> tem bombeiro trabalhando, tem pessoas trabalhando. Alguém, uma pessoa convencional pode achar um absurdo alguém trabalhar durante a madrugada, mas se você analisar, você tem piloto trabalhando, você tem fotógrafo trabalhando, trabalhei, trabalhei a minha vida toda a noite toda, >> à noite. Fotógrafo trabalhando. Você tem muita gente trabalhando. Eu falei: "Cara, pera aí, eu vou pro meu terceiro turno, eu vou chegar amanhã na minha reunião 8 hor da manhã motivado mais um. E essa matrícula vi sair, foi um
garçom que eu matriculei de um restaurante às 3 horas da manhã, fui dormir lá paraas 4 da manhã e quando foi 8 hor da manhã eu tava de novo na reunião e não deu outra. Na hora de apresentar a meta, eu foi do jeitinho que eu planejei. Passei as duas, todo mundo aplaudiu, ele me elogiou para caramba, porque eu cumpri mais uma, mais uma semana, mais um dia cumprindo. >> Todos os dias eu tava cumprindo a meta. Me elogiou quando ele cansou de me elogiar porque eu cumpri falei: "Mas para aí, eu tava motivado mais
um ontem." Então, ontem 3 horas da manhã eu fiz a terceira. >> Você vê que tremendo. >> Eu deixei ele me elogiar, elogiar, elogiar, elogiar. Ele achou que tava pá, apresentei motivado mais um. >> O cara não precisa, ó, para conquistar, porque entenda, sucesso é sobre você saber conquistar as pessoas certas na hora certa e na oportunidade que você tem. Você não precisa bajular, >> não. >> Você não precisa exagerar, >> só precisa corresponder. >> Você precisa não, você supera aí, aí mais que isso, >> aquilo que alguém tá esperando de você e supera como?
Tangibilizando com resultado, >> tremendo. Que que que extraordinári agora >> eu tinha 19 anos? >> Agora 19 anos. >> Tinha 19 anos. >> Agora deixa deixa eu pegar essa bola aqui um pouquinho. Vai lá, >> cara. Vamos lá, Flávio. Mas desculpa, isso tudo tá no contexto de marca pessoal. Porque eu digo uma coisa, eu digo uma coisa para você. O que eu queria era marcar esse cara ali, criar sua marca nele. >> Criar minha marca nele, posicionamento seu na mente dele. A minha mente, exatamente, numa mente de quem importava. >> Claro, porque posicionamento é você
ter a marca de quem de quem importa. >> E aí o ponto é o seguinte, Éton. Muita gente acha que vai ser puxando o saco, vai ser adulando. Não, cara, é com resultado, com matrícula. Com matrícula. >> Então, posicionamento é conquistar, >> claro, >> a pessoa que você precisa com posicionamento, com resultado, com a a percepção de valor que alguém tem sobre a tua vida a partir de um resultado, ela é incontestável. Esse é o ponto. >> A história do copo de leite foi dois meses depois dessa situação. Dois meses depois quando eu estava sendo
promovido o gerente >> e que aí ele veio de Porto Alegre para comemorar minha gerente e aí o copo de leite entrou aí. >> Deixa eu pegar. Vai lá, Flávio, você falou situações que nós vivemos há 30 e poucos anos atrás. Essas situações elas estão sustentadas por alguns princípios. pergunta é hoje você falou de liderança também, um assunto que não tem fim, né? Comentou depois ali, me fala daquilo que é atemporal sobre liderança e vendas. O que que que tipo de princípio, que tipo de comportamento você acha que a despeito da tecnologia que hoje é
uma, na há 30 anos atrás era outra, o que a ciência fez, o que mundo se transformou, da internet, das redes sociais, da inteligência artificial? O que que é temporal, Flávio? Liderança e vendas. >> Legal. Vamos primeiro, vamos deixar bem definido. Liderança é algo humano. Liderança é ação que alguém tem sobre um outro ser humano. Isso é, eu posso liderar pessoas. A gente lidera pessoas. >> Aham. E liderar é pegar pessoas diferentes, com características diferentes, e você ter a capacidade de unir pessoas diferentes com objetivos diferentes num objetivo comum. Existe algo em comum entre um
grupo de pessoas que pode fazê-las deixarem seus objetivos egoístas de lado em prol de um objetivo comum. e todas se beneficiam com isso. >> E todas se beneficiam com isso. Então o líder tem a capacidade de engajar pessoas diferentes e mostrar para cada uma delas e vender para cada uma delas que se todo mundo se unir nesse propósito, todo mundo sai ganhando e aí todo mundo compra isso e todo mundo se une e esse grupo se torna mais forte. O conjunto de 10, 1 + 1 mais 1 não é igual a 10. 1 + 1
mais 1 mais 1 vezes não é igual a 10. Quando um grupo se une, você tem sinergias. E aí esse 1 mais 1 mais 1 pode ser igual a 100. >> É. E aí multiplicador de efeito multiplicador. E aí você mostra isso pro grupo, o grupo compra >> e se compromete com o líder a entregar. Então isso, isso é a liderança. Isso pode ser feito tete a tete, pode ser feito via Zoom, pode ser feito via Instagram, pode ser feito via telefone, pode ser feito via satélite, tambor, sinal de fumaça. O meio de comunicação não
importa. Óbvio que cada meio de comunicação vai exigir uma competência diferente do líder. >> Uhum. Mas a gente entende que o meio de comunicação é apenas a mídia, apenas o meio. Mas no final das contas liderar é um ser humano liderando outro, >> influenciando, >> influenciando o outro. Então não importa se é via stories, via vídeo, via reals, via texto, via artigo, via livro, >> você está liderando e unindo pessoas com propósito. O que que é atemporal? Hoje em dia, como a comunicação ela se multiplicou, qualquer pessoa fala qualquer coisa em qualquer lugar. Ou seja,
a banalização da comunicação cria ruídos. Então, o que continua, mais do que nunca atemporal é que alguém só lidera se for, por exemplo. Ele não vai liderar na conversa mole. Não dá para liderar. Você engana uma pessoa por um dia. Talvez você engane uma pessoa por três dias ou quatro, mas é muito difícil você enganar uma pessoa por uma semana. Agora é muito improvável você enganar uma pessoa por um mês e praticamente impossível você enganar alguma pessoa por mais de um mês. Agora, alguém que está 30 anos tendo sucesso, liderando, você passa a usar o
seu exemplo, porque o exemplo entra na mente do liderado e o liderado pensa assim: "Cara, esse cara sabe o que tá falando mais do que sabe, esse cara vive o que ele está falando. Porque não tem nada mais desmoralizador para um chefe, que chefe é uma coisa, líder é outra, eh, do que o liderado, o seu funcionário, vê que ele não vive aquilo que ele prega. Ele fala uma coisa e vive outra. Esse cara é desqualificado na mente dessa pessoa como um hipócrita. >> Posicionamento de hipócrita. >> É um posicionamento de hipócrita. Então o que
não pode faltar e que é atemporal e seja tete a tete, ou seja, pelo Instagram, ou seja, é que aquilo que você fala, se você quer ter influência, se você quer ter credibilidade, >> você precisa viver aquilo que você fala. Precisa ser uma verdade. Sim. >> A verdade, se não é, se ela não existir, não existe confiança. E, e se não existe confiança, não existe liderança. Então, a, a, agir, por exemplo, é atemporal. Eu poderia falar outras para não ficar longo. Eu vou dizer só mais uma. Acho que vale a pena. É a seguinte, precisa
ser pelo liderado. >> Uau. Servismo >> tem que ser servindo. >> Porque se o líder fizer por interesse próprio apenas ele não vai muito longe. Porque uma hora o liderado percebe, precisa ser pelas pessoas. >> Não que o líder não tenha seus objetivos individuais. legítim >> são legítimos, mas ele precisa criar na mente dele o seguinte: eu vou ajudar aquelas pessoas, eu vou fazer por elas e através do sucesso delas eu vou atingir os meus interesses. Então ele precisa vencer o conflito de interesse. Se ele é derrotado pelo pelo pelo conflito de interesse e fizer
pelo interesse dele em primeiro lugar, ele é um líder limitado. Ele vai, ele não vai chegar mais longe. Ele é um cara limitado. Agora, se ele consegue fazer pela pessoa em primeiro lugar e também está confortável de que o sucesso dele, ele vai alcançar como consequência daquilo, aí, meu amigo, esse cara vai muito longe, porque ele vai ter uma confiança total daquelas pessoas. E aí, quando ele é esse líder, sabe o que acontece, Éton? ele tem mais empatia, ele consegue mais se colocar no lugar da pessoa e aí ele consegue cobrar essa pessoa de um
jeito diferente. Ele pode arrochar a pessoa e a pessoa vai pensar: "Não, ele tá fazendo isso com o meu bem". É quando a pessoa tem essa certeza, >> quando ele tem essa certeza, quando ele conquistou esse esse espaço de certeza, >> é >> a pessoa, ela aceita a tua influência, a sua cobrança, a sua >> e ela se transforma a partir da sua o teu poder de transformar a vida dela é maior, >> porque ela vai te dar autorização para isso. >> Ninguém consegue transformar a vida da pessoa se ela não autorizar, mas ela só
autoriza se ela confiar. Mas se o cara cruzar a fronteira do conflito de interesse, ele perde a confiança. >> Olha, olha que interessante. Muitos estão procurando aceitação. Eu fiz uma imagem sua. >> Aham. >> E eu vi que você tá usando no perfil. >> Aham. >> Tefiz. Sério, poderoso. >> Aham. >> O que que você vê naquela imagem e por que que você passou a usar ela no seu perfil? Cara, ela primeiro é uma imagem séria, não é? Eh, é uma imagem que ela consegue retratar também esse meu momento com 40 kg a menos, não
é? >> 40 >> 40 a menos, mas eu acho que pelo teu clique parece uns 50, porque você tem uma mágica no teu dedo aí que deve fazer uma >> Você tem uma mágica no seu dedo aí que que tira 10 kg, né? Então, a a eu tava também de terno, eh, eu passei um bom tempo sem usar terno também, então eu fui um pouco um pouquinho mais formal. Então, botei no meu perfil, a imagem tá no meu perfil hoje, é clique de Everton Rosa. Aquela imagem ali, ela se comunica com o imaginário das pessoas
e ela atrai respeito, exatamente o que você estava falando, porque a tua trajetória de vida, inclusive as dores estão ali no seu olhar. Eu entendo que posicionamento é quando você trilhou um caminho, você resolveu problemas e você está apto a ajudar mais pessoas a isso. Enquanto alguns estão procurando ter uma imagem aonde ela se mostra eh ela ela fica carismática na na no retrato e na vida real ela não é isso. Eu prefiro criar posicionamento aonde eu mostro que a pessoa é forte e quando ela se encontra pessoalmente, ela diz: "Além de forte, é querido,
é carismático". Que que você acha disso? >> Eu penso que as pessoas elas gostam de ver a força, mas não gostam de ver a arrogância. >> Uau! >> Eu penso que as pessoas podem te admirar por muitas coisas. Elas podem te admirar porque você tem dinheiro, que você é bem-sucedido. Elas podem te admirar porque você é honesto, tem caráter. Mas eu observo que se eu fosse fazer um ranking de admirações, eu diria que a admiração, se não for a maior, uma das maiores que existem, pelo menos a que eu estou conseguindo identificar agora, é aquela.
Esse cara é muito bom. Esse cara é poderoso, mas é tão simples, querido, tão simples. Eu acho que você conquistar esse tipo de respeito são poucas pessoas que conquistam, mas é só de verdade, meu irmão. >> É tipo ele, ele anda de jato particular, mas é simples, >> querido. >> Ele veste tal, mas é simples. Ele frequenta os lugares, é simples. Ele é bilionário, mas é simples. Eu acho que aquela imagem muito isso. Porque aquela imagem também ela é o que é por causa da história que ele tá construindo. Cara, agora desculpa, >> eu tenho
que trazer um assunto aqui. >> O avião já tá presto a aterrizar. >> Eu tô abrindo a boca, né? Que tá dando me ouvido aqui. >> Vamos ter uma polêmica agora. Eu quero saber relógio. Como é que tá aquela história do relógio, Fabião, eu acho que os comerciantes de relógios, os relógios e máquinas estão felizes contigo para caramba, né? >> Olha, cara. A internet, >> não sei se os comerciantes de sequ estão, mas >> camarão, a internet, >> aliás, que que você tá usando hoje? >> A internet hoje é Rolex. >> Ah, hoje >> a
internet ela tem os cortes, né? >> Aham. >> E um corte mal feito passa uma imagem de babaca, entendeu? >> Sei. >> Então, por exemplo, aquele corte do relógio, ele foi uma montagem, fiquei com a imagem de babaca naquele naquele corte, na minha opinião, tá? Então, o que que acontece? Você tá muito rigoroso com você, Flávio. Vamos lá. Vamos lá. O que eu estava falando naquele corte >> é corretíssimo. >> Quando eu comecei a vida, eu comecei com TQU. Ah, e não o que eu estava falando, olha só, presta atenção. O que eu estava falando
naquele corte é correto. >> Ah, >> a pessoa, ela usa objetos, desde um terno, um relógio, para, é parte do posicionamento dele. Agora, de longe, inclusive naquele próprio vídeo, >> o nosso valor está no relógio, o nosso valor está nos bens que a gente tem. Aliás, a minha maior riqueza e eu já tinha muito antes de ter dinheiro. E a maior riqueza que a gente pode conquistar na vida, o dinheiro não compra. Ele não compra. Então assim, e outra coisa também, eu já uso relógio bacana já há muitos anos, mas muitas décadas. Uhum. >> Quando
foi e qual foi o primeiro bom relógio? >> Ah, muitas décadas. Deve ter, eu ganho um, eu tive um Rolex em 1980, 1997. Meu primeiro Rolex foi em 1997, eu tinha 25 anos de idade. >> Você foi assaltado, né? >> Me roubaram. >> Que que me roubaram? >> Fui num assalto no Rio de Janeiro, levaram Rolex. Era um, era um Rolex, eh, esqueci o nome do modelo. >> Submarido? >> Não, submarino, não. Um, uma Oster Peto, eu acho. >> Então, ah, foi 1997, entendeu? Então assim, eu tive sucesso muito cedo. Eu fiz primeiro milhão com
23 anos de idade. Eu não mostro nem 5% da minha vida na internet. Em 5%. E o que eu mostro tem um propósito, inspirar as pessoas, elevar a régua das pessoas, fazer as pessoas crescerem mais, >> mostrar que elas podem, >> mostrar que elas também podem, aumentar a referência e sempre dizendo que o meu valor, o valor de qualquer pessoa não tá no relógio, não tá em nada disso. Tô aqui usando um relógio de $.000, Mas meu valor não é esse. Meu valor é muito maior do que esse. >> E sabe que >> só que
o seguinte, >> quem te conhece sabe disso. >> Não, eu sei, mas só que eu tô, só que o seguinte, >> eu cada relógio para mim é um troféu, é uma conquista. Relógio para mim é conquista, >> é uma medalha. >> Então, se eu conquistei um objetivo, eu sempre compro um relógio. Eu não compro relógio quando me dá na telha, eu compro assim para representar uma conquista. >> É uma espécie de celebração, né? Então, então olha que interessante >> agora só só para concluir esse ponto agora sempre esse teu sucesso vai gerar sempre dois tipos
de reação. Ou admiração ou inveja e internet é feita de treta e tá tudo certo. >> É, >> vamos alimentar a internet. >> Eu eu entendo que tudo que a pessoa inveja ela afasta, tudo que ela admira ela trai. >> Isso. >> E eu eu comecei a minha vida vendendo relógio. Vendia sítio sem coade. >> Aliás, eu tenho um jet até hoje. >> Você tem um seco também ou não? Não, não tenho não. Eu não, eu não gosto da marca, >> entendeu? E, e a gente tem preferências, entendeu? Agora é uma, é uma marca respeitada,
uma marca que tem aí, existe há mais de 100 anos, mas eu não é a minha preferência. >> Nós estamos chegando na no aeroporto de Catarina em São Paulo. E para finalizar, eu me lembro que um dia te perguntei: "Por que você não tem um avião?" Você me disse, "A conta não fecha". Aham. E agora nós estamos aqui no seu avião. A conta começou a fechar? >> Continua não fechando. Continua não fechando. >> Continua não fechando. Se eu continuar fretando, eu vou 250 horas por ano, né? E vou mais 240 horas por ano de helicóptero.
>> Por que que você comp? >> Então eu eu vou 490 horas por ano. Eu vou 240 horas de helicóptero por ano e 250 horas de avião por ano. E ainda assim a conta não fecha. Mas por que que eu comprei? Porque eu não tô preocupado se a conta fecha, mas eu penso que a vida é dividida em duas fases, tempo de plantar e tempo de colher. Quem falou isso foi Salomão milhares de anos atrás. >> Sim. >> Tempo de plantar, tempo de colher. No tempo de plantar, tu planta, você investe, você bota dinheiro no
banco para o dinheiro trabalhar para você, você conquista sua independência financeira. Eu já tenho uma independência financeira há mais de 15 anos que eu não precisa, preciso nem trabalhar, meu só minhas aplicações financeiras já pagariam minha despesa, não é? Ou seja, eh porque eu plantei, né, no tempo de plantar. Hoje eu tô com 53 anos de idade. Meu foco hoje é tempo de colher. >> Amém. Então, e tem gente que diz que no tempo de colher, se você terminar sua vida, se você separar o que você quer doar para alguém, para causas que você acredita,
você separar o que você quer deixar para teus filhos, o restante você tem que torrar tudo. >> Eu não sei se eu vou conseguir, porque eu continuo ainda gastando menos do que a minha aplicação financeira me dá, entendeu? Mas ainda assim, ó, estamos pousando aqui, hein? Vamos pousando. >> Segura o segura o diretor. >> Segura o câm segura o câm. Ainda assim, nós estamos no tempo de colher. Tempo de colher. Eu não tô muito mais preocupado se a conta fecha, se a conta não fecha. >> Aliás, eu hoje desfruto, hoje tem um avião porque ele
é uma ferramenta de trabalho e eu desfruto desse conforto, dessa exclusividade que o avião me me oferece. >> Então, nós podemos dizer que é outra matemática ou não é só matemática hoje. A avaliação que você faz hoje não é sobre só essa essa matemática. Existe um intangível, >> intangível >> que se soma ao Excel, que aí sim a conta fecha. >> Aí sim a conta fecha. >> É, não é só Excel, né? Não é só a planilha. Excel. >> Uhu! >> É isso aí. Sobre fé para fechar, já que a gente já desceu. >> É,
>> qual o conselho que a gente dá para os cristãos nesse momento aonde entendemos que estamos no fim? Olha, Ton, se a gente for falar do ponto de vista cristão e se a gente for levar em conta a Bíblia, eh, ninguém sabe o dia, a hora do fim. >> Verdade. >> E poucos momentos depois que Jesus foi embora, os cristãos diziam que estavam no fim. Paulo achava que estaria em vida quando Jesus voltasse. >> Isso. Então, a minha, meu conselho é que ninguém fique tentando adivinhar a data do >> Não gasta energia com >> não
gasta sua energia com isso, entendeu? não gasta sua energia com a préocupação sobre o fim, sobre a terceira guerra mundial, sobre o Irã e o Israel, sobre as teorias de conspiração ou sobre preocupações. Eu não tô dizendo afirmando nem que sim, nem que não, sobre nada. Eu apenas digo: "Não estejais ansiosos sobre coisa alguma". >> Uh! >> Isso aí. >> Esse é o conselho que eu deixo. >> Muito bom, muito bom. Muito bom. Agratidão pela tua vida. >> Valeu, Magales. Pô, gostei de lembrar das histórias de 1999. >> E não deu pra gente falar ainda
da história da Venezuela. >> Acima das nuvens as ideias fluem mais. >> Fluem muito mais. >> Acima das nuvens as ideias fluem muito mais. >> Esse foi o Jetcast com Flávio Augusto da Silva. >> E ó, um prazer estar no Jetcast, que eu já acompanho, já vi algumas entrevistas de vocês. Um prazer estar com vocês e um prazer recebê-los no Fazmos a Jetcash aqui. Foi show de bola. Vamos fazer outra e obrigado por me aceitar na mentor Liga Societe. >> Você você é uma referência do teu setor, na minha visão, o melhor cara de posicionamento.
Muita gente tenta imitar, muita gente tenta ir na mesma vibe, mas a sua, seu espaço na história nesse, nesse, nesse segmento tá marcado. Uh, >> obrigado. [Música]