Certo, profe. Pessoal, vamos lá, então. Boa tarde a todos que estão entrando, a todas que estão aqui também, professores, professoras, muito bem-vindos e bem-vindas. Eh, hoje, pessoal, nós estamos aqui nessa quinta-feira fria, né, como eu tava ali conversando com as colegas, eh, duvidava eu segunda-feira que viria um frio tão grande do nada. Ontem choveu aqui o dia inteiro e hoje veio esse frio de rachar, Né? Mas eu não tô reclamando, eu ainda prefiro o frio ao calor, né? Eh, se bem que hoje foi um dia sem vínculo meu na escola, então eu pude aproveitar o
frio dentro de casa. Mas vamos lá, pessoal. Eh, hoje na nossa reunião dois, né, nossa nossa segunda reunião, nós teremos um, né, dos momentos, teremos dois momentos para falar do SAEB nessa jornada, né, se eu não me engano, agora a reunião dois e depois a reunião eh nove ou reunião oito, né? Eh, o SA tá se Aproximando, né, pessoal? Então, todas as temáticas do formadores esse trimestre eh, acabam tendo esses dois encontros, esses dois focos na questão do SAEB e da recomposição, né? Se bem, pessoal, que o roteiro de hoje ele vai abrir espaço para
um momento importante, né, que é tentar colocar paraa gente um demonstrativo de onde estão esses alunos atuais, onde eles estavam, né, na verdade na época da pandemia, né, em em que seriação eles estavam, né, então Qual lacuna do aprendizado, de qual ano eles perderam, né? Uma reflexão interessante de se fazer até pro nosso trabalho diário, né? Algo que vai ali às vezes até além do SAEB. Então, pessoal, SAEB, recompulação da aprendizagem, caminhos para reduzir as defasagens e desenvolver habilidades. Eh, primeiro, pessoal, que lembreix na câmera ligada, né? Tô vendo todo mundo já com a câmera
ligada, acesa. Agradeço, tá, pessoal? Eh, Lembrar que a câmera ela autentica a presença de vocês, né? E também, pessoal, procurar aí fazer sempre as atividades aqui pelo computador, né? tentar evitar o celular. É lógico, pessoal, que qualquer situação assim, eh, que vocês ou caiam, voltem ou dê algum problema, podem me avisar que eu justifico, tá? Coloco lá no meu RCO. Eh, até porque, pessoal, alguns lugares do estado, né, com a mudança aí no clima, às vezes acompanhada de chuva ou de Muito vento, pode causar estabilidade nas conexões, né? Então vocês podem sempre me avisar aqui.
Hoje, pessoal, nós temos dois objetivos. Então, compreender os objetivos e a importância do SAEB, né? E o segundo seria construir uma trilha de ações engajadoras para o SAEB, a partir de práticas já realizadas e planejar novas estratégias que promovam o desenvolvimento da rede, né? Então, nós vamos ver um pouco aí sobre esse Significado, né, do SAEB. eh, que nós até já vimos também na outra jornada, também houve encontro sobre o SAEB e vê, pessoal, ações exitosas, né, que podem ser talvez reproduzidas aqui, pessoal, o nosso momento da agenda, eu vou, na verdade, eh, inverter aqui
e colocar essa hora de registrar, pessoal, aqui no momento da frente, tá, aqui no momento que estamos, por, pessoal, A reunião de hoje, a reunião atual, né, que nós estamos Agora, ela já seria registrada no portfólio, né? Então eu já vou aí auxiliar vocês nisso. Então eu já ficar por dentro aí, vou pedir o seguinte, que vocês, pessoal, acessem, né, o Classroom, né, da nossa turma, tá? Já para abrir o portfólio, né? E assim vocês podem ir registrando a os elementos dessa reunião lá no portfólio, tá? Então vamos lá. Eh, vocês devem vir aqui no
Classroom, tá? Vir aqui em Atividades e aqui, pessoal, em portfólio, né? Clicar aqui na parte mais específica em ver instruções, tá? logo aqui abaixo. E o de vocês, pessoal, vai aparecer na parte superior direita aqui, tá? Como eu não sou cursista da minha própria turma, né? Eu só tenho acesso aqui ao modelo, né? Então eu vou clicar aqui abrindo, pessoal, o seu portfólio, né? Vocês já podem ir aí preenchendo esse espaço aqui, tá? da Apresentação, colocar ali os dados que pedem sobre vocês. Então, o cursista, escreva aqui o seu nome completo, a função que você
desempenha, o seu local de atuação, a sua escola e o seu NRE e usar espaço aqui para falar um pouco sobre você, tá? de acordo com o que ele pede aqui nessa descrição. E também, pessoal, vocês já podem ir preenchendo aqui esse slide da reunião dois, tá? Deixa eu até aumentar aqui para vocês verem, tá? Recomendo que Vocês abram, pessoal, o portfólio e deixem aberto ao longo da reunião aí, tá? Para vocês poderem indo preencher, tá? Então vocês podem ao longo da reunião, ao longo dessa 1 hora 40 nesse documento, tá no Classon, que é
o portfólio, tá? E preenchendo aqui a data da reunião, tá? A data de hoje, eh, a contribuição da reunião paraa sua prática. E é muito importante, pessoal, nesse segundo slide aqui, né? Aqui, ó, reunião dois, produção. Insira aqui o Link da produção realizada. Então, hoje nós teremos o em ação, né? E quando chegar ali o momento do em ação, eu até já vou também eh dar esse momento, vocês colocarem o link da atividade aqui no portfólio, tá? Eu vou fazer com vocês a colocação do link ali para vocês não perderem esse link da atividade, tá
bom? Porque vale nota no portfólio. Então, todo mundo deixa esse portfólio aberto, tá? Antes de nós começarmos aqui a reunião, tá Certo, pessoal? Deu para acompanhar aí? Deu para entender? Eh, é isso, pessoal. Recomendo que deixem o portfólio aberto, tá? Eh, vamos lá, então. Voltando aqui, então, pessoal, para o nosso roteiro, tá? Lucas, pode falar, Fabiana, envia agora ali pra gente o link no aqui na nossa conversa. Fabiana, esse não dá para enviar o link porque o portfólio é de cada um e já tá lá no Classroom. Então você não não o Link da atividade
da Ah, tá. Era atividade, eu vou enviar daqui a pouco, tá? Porque a atividade de hoje vai ser em três etapas, Fabiana. Duas são individuais e uma vai ser em grupo. Então vão ser três momentos com o mesmo link. Então já mando também, tá, pessoal? Então vamos lá, tá? Nós vamos começar aqui então com o nosso acolhimento, tá? Deixa eu fechar aqui umas abas para não incomodar vocês com a possível lentidão do meu PC, tá? Eu vou Trocar aqui um vídeo para vocês, pessoal. E esse vídeo ele vai vir meio e é no clima dessa
frase colocada aqui, ó. A educação não é obra de um só. É preciso uma aldeia inteira para educar uma criança, né? Provérbio atribuído à sabedoria africana. Então pessoal, eu vou passar aqui o vídeo, eu vou dar play nele, aumentar aqui, colocar na qualidade boa, abaixar um pouquinho a qualidade para não travar para vocês. Eu vou tocar Aqui, pessoal, se tiver sem o som, né? Se ele ficar sem som, vocês me avisem no chat, mas ele começa silencioso, tá? Então eu vou tocar aqui. Pessoal, para vocês o vídeo tá com som? Não tá mudo? Tá. Então
espera aí. Só um segundo, pessoal, que eu vou então mudar aqui de aba. Estranhamente, antigamente direto no slide dava certo, mas se não tá dando, eu faço a mudança aqui. Pessoal agora ele saiu com som esse começo aí. Deixa eu voltar aqui. Não tem ainda, professor. Alelu. Ainda não. Eu ia resolver. Tá. Pera aí, pessoal. Só um segundo. Gente, só pera aí que eu tô colocando aqui o vídeo em outra aba, tá? Geralmente ele costuma tocar, conseguir Tocar quando ele tá no slide, mas por algum motivo ele não o fez. Mas eu já conserto isso
aqui. Gente, me manda um joinha, tá? Se o som tiver tocando, então, tá? Faz aí uma indicação para mim se o som tiver tocando, tá? Vamos lá. Deixa eu dar play [Música] aqui. Signorita, chea con mi bebé? Perché non llora? [Música] Complicado la bebé inerquio amiótico explic familiares que no podían permanecer una referencia porque non con equipam [Música] La familia desesperada tiempo perder agicrono y empecé a la [Música] población a motociclistas. en Dire una madre famara audic Progresso. [Música] todo tan oscuro que no podía despegar a no se [Música] realizou muy angustiante segundos parecían horas
que sucedió de lucias Se prendieron frente [Música] Bom, pessoal, esse vídeo aí, como vocês puderam ver, né, no final, uma peça propagandística da Honda, né, que passa uma mensagem, né, eh, é, contem uma história, uma história de esforço coletivo, né? Que que vocês acharam aí do vídeo, pessoal, para vocês? uma história interessante de saber, um desfecho interessante. Comentem aí, por favor. Vocês estão silenciosos hoje por causa do Frio que houve o Silvio ali surpreendente. Eh, verdade, Silvio, né? E olha só como que essa empresa, né? eh usou ali o fato que as pessoas estavam de
moto, né, não necessariamente da moto da Honda para fazer ali o procedimento para ver onde colar, né, e a Honda usou isso. Mas não é o foco, né, pessoal? Esse vídeo aqui é sobre essa coisa do esforço coletivo, né, da ação coletiva, né, da ação Comunitária. E aqui ele faz duas perguntas, pessoal, dois engajamentos que para vocês eu vou transformar em um só, né? Ele pergunta assim: "Se o sucesso de um único aluno dependesse da força do nosso trabalho em equipe, o que mudaremos a partir de hoje, né? E a segunda seria como esse vídeo
pode nos inspirar a refletir sobre a superação dos desafios e a busca por melhorias para o avanço da aprendizagem no Paraná." Eu, pessoal, transformo essas Duas perguntas em uma só. Eh, eu queria que vocês me falassem se vocês lembram algum momento, né, eh, emblemático que vocês tiveram com algum aluno que faça vocês lembrarem, né, e que na hora vocês acharam que fizeram a diferença para aquele aluno. Vocês têm algum momento assim para para compartilhar aí com a gente? ou ou não específico pessoal, né? Algum é talvez alguma fase, algum momento que vocês sentiram ali que
tavam Eh é que a sua atuação provocou mudanças ali nas pessoas. Falem para mim, por favor. Pode falar, Silvo. Acho que eu não tô te ouvindo, professor. Mas tá aberto o microfone. Acho que o seu áudio não tá não tá funcionando, Silvio. Mas você pode digitar também, tá? Fica à vontade. Eh, pessoal, mais alguém gostaria de falar aí? É, nessa reflexão aí, algum algum Momento, né, se é um momento específico, um momento mais amplo, né, que você sentiu que tava ali conseguindo eh fazer diferença pro aluno, né, qualquer momento, assim, pessoal, não precisa nem necessariamente
serem relação ao conteúdo assim, mas uma ação que você fez que foi importante com seus alunos ou com algum aluno específico. Agora acho que foi, Silvio. Estou ouvindo aí os ruídos agora. Eu acho que foi, Silvio, eu Consegui ouvir o É, OK. E agora melhorou? Me ouve bem? Eu te ouço perfeitamente. Ah, ok. Então, um prazer. Boa tarde, pessoal. Boa tarde. O último encontro eu não pude me apresentar porque ocorreu o imprevisto lá de aula. Eu trabalho aqui em Curitiba, no colégio estadual Pedro Macedo, professor de história, trabalho com segundos e terceiros anos. Ô Lucas,
eu assim, especificamente, eu me lembro de uma aluna agora que você Comentando, né? E e hoje ela cursa ela tá fazendo filosofia essa aluna. Legal. Trabalhei com ela no oitavo ano e ali eu percebi que num momento em que eu verifiquei que ela desenhava, né? Fiz um comentário, né? elogiando, enfim. E aí estabeleci um vínculo com aquela aluna assim, sabe, de conversar, não sistematicamente, né, mas enfim, né, sobre vários assuntos, né? E aí, eh, tempos atrás aí eu viu, a gente se encontrou e aí ela comentou comigo, né, Que começou a fazer filosofia porque, enfim,
de um modo ou de outro a gente acabou contribuindo, né? Então eu gostaria de registrar isso agora, se você me permite também, né? Eh, eu gostaria de olhar esse esse esse conteúdo que você trouxe pra gente, né? E para entender um pouquinho, né, essa concepção de educação que está em vigente, né, no estado do Paraná, né, né, porque a gente observa aí toda essa movimentação em prol, né, do desse Objetivo de melhorar o índice do SAEB. Só que a gente observa que é um, não sei, a impressão que dá que é um descolamento, né? É,
do, a teoria é essa, né? Mas na prática a gente não sente muito essa, por parte da própria gestão mesmo, né? Esse trabalho em equipe, né? a gente não sente assim, fazendo parte enquanto equipe, né, da rede estadual da educação do Paraná, porque há um a gente sente que há um conflito, Um atrito, né, constante, sabe? é PSS, é professor, é disputa para pegar a não é disputa para pegar aula, mas acabou, né, de certo modo provocando isso, né, o pessoal que tava lá na frente com tradição, com história, muitos voltaram, né? Então, me parece,
sabe, que não há aí uma uma amálgama, né, um cimento, né, para de fato a gente se empenhar, né, na obtenção dessa melhoria, porque no dia a dia a gente não tá muito, eu não sei a Leitura que eu faço, né, não sei se eu tô equivocado, né, e mas enfim, é isso que eu gostaria de chamar atenção. Pôx, Silvio, eu achei o seu comentário precioso, né? Porque você pegou bem no tema que falou o vídeo do acolhimento, né? A sua crítica é essa, eu acho ela pertinente, né? A gente vive aí num momento de
dificuldade, de ver perspectivas, de ver alguns sentidos e ao mesmo tempo que o aluno ele tem isso Por razões muito pessoais do aluno, a gente tem isso por razões pessoais, por razões institucionais, por razões científicas. Então, a a o nosso a a nossa complexidade, né, Silvia, atuando, ela fica muito maior com base que você falou, né? Eu eu concordo com você. A gente tá num momento muito muito delicado da nossa profissão. Eu concordo com você. E, e eu acho, né, que é interessante que eh você Traz, né, uma mudança, né, de perspectiva que você trouxe
para uma aluna, né, e você também traz essa questão que, eh, pega em todos nós, é transversal, que nem você falou, não importa o seu nível, a sua classe de contrato, essas questões estão muito transversais em todos nós, né? E eu acho, Silvio, né, o o SAEB, pessoal, ele seria uma avção que serviria, serve na verdade, né, para constatar as lacunas dos alunos, né? Então, nós nos Debruçaríamos sobre os números eh do SAEB, veríamos as lacunas, né? Mas aí há também a parte da política de estado, né? E nós como de história não podemos nos
eximir discutir a política, né, pessoal? Então eu concordo com você também nesse sentido, Silvio. Os próprios dados de análise de escritores, né? A gente esse momento recente a prova Paraná, né? Sempre leva a gente essa reflexão, né? E acaba dando também outras reflexões, como por exemplo, como Que você vai ver vai avaliar a habilidade nesse sentido de um aluno da educação especial, por exemplo, né? Eh, quais vão ser as condições que a gente vai ter de fazer isso, né? Eh, enfim, pessoal, eu acho, como eu falei para vocês no último encontro, Silvio, eu tenho 40
horas na escola, então essas coisas pegam muito na minha pele também, né? É, é um sol que também esquenta a minha pele. Eh, então achei sua fala aí perfeita, tá? Completíssima. Eh, eu também queria até a acrescentar pergunta que eu mesmo fiz, pessoal. Aí a Fabiana também já faz a contribuição. Eu atualmente tenho 9o ano. Eh, e o meu nono ano foi meu sexto em um ano em 2022, que eu tive todos os sextos anos, né? E eu, assim, quase 4 anos atrás eu era muito mais novo ainda, né? Então, eh, às vezes o sexto
ano coloca na gente esse papel, né, no professor, às vezes homem ainda mais papel paterno, né, ou de mão mais velho. E eu não sabia lidar com isso, gente, não sabia. Era muito complexo, muito complicado. E hoje em dia eu peguei ele de volta no 9o ano, né, e eu fui assim de ser aquele que eu não queria ser o meor mais velho ou o pai para virar o pai bravo deles, né? O o pai que tenta colocar os limites assim. E eles lembram de muita coisa que eu fiz com eles no sexto ano, um
ano muito experimental que eu tive. Eles nem lembro às vezes o conteúdo, mas atividade que a gente é Que a gente fez, né? Então eu criei uma marca, né? Essa em teoria vai ser a primeira geração que eu vou criar, né? Então isso quer dizer que eu os 30 vai chegando, já não sou mais aquele professor fresquinho que se formou, né? Então eu adicionei para ele, eles para mim também. Fabiana pode falar. E, pegando a um pouco da fala do Silvio e sua, né, com relação a a ao a SED, a nós somos duas forças
que estamos em lados opostos, na verdade, Né? Então, é muito complexo a gente eh ter um relacionamento meio que de afeto com a CED, né? porque eles eh trazem uma fala que teoricamente eles não cumprem com ela, né? e em todos os aspectos, não só com relação a nós, mas até o próprio os próprio próprio alunado também, na medida em que eles eh exigem que a gente tenha em sala de aula um uma um conteúdo eh para a educação especial, Como o Lucas citou ali, adaptado. E aí nós temos uma prova Paraná que não tem
nenhum tipo de adaptação para esse tipo de de, né, de de aluno. Então tudo isso assim é eh faz a gente refletir muito, né, qual é que discurso é esse, né, que discurso é esse que fazem e que não praticam o mesmo, né? Então assim, eu eu acho que eu já passei dessa fase que eu não tenho nem mais vontade de falar mais, né, sobre isso. Mas falando com relação a aos alunos, aos impactos que a gente tem, né, eu acho que todos nós temos sempre uma história para contar e talvez a gente nem conte
para não nem se emocionar, né, para não querer se emocionar. Uhum. Mas de fato a gente sempre tem. E e eu tenho uma um aluno que hoje ele tá no oitavo e ele é meu desde o sexto também, né? E provavelmente vai ser até o final do, se ele não mudar, até o final do ensino médio, porque é uma Escola pequena de bairro periférico, então se ele não mudar daquele local, ele vai continuar ali. E eu também, né? Então, eh, é muito interessante a história de vida dele, que é uma história muito, muito, muito triste.
E ele teria tudo para ser um garoto que poderia sofrer bullying até pelas questões físicas dele. Ele é um menino preto, gordo, meio desconjuntadão assim, mas um Tão boa gente, tão boa gente que todo mundo adora ele, sabe? ele ele consegue ter uma participação ativa dentro da sala de aula muito grande, muito grande mesmo. E e se alguém vier fazer bullying, não dá conta de fazer o bullying com ele, porque ele é e e ele mesmo começa a brincar, ele mesmo começa a tirar o sarro dele próprio e o bullying perde o o contexto, perde
a o objetivo, né? Então as pessoas, a molecada para E ele já veio várias vezes conversar comigo o quanto que ele quer ser professor. Olha que que fofo. Legal, né? E cara, e é muito louco assim, porque quando eu vejo que que ele consegue entender o que eu tô falando e eu dou voz para ele, ele me lembra muito aquela cena daquele filme brasileiro que tem aquele menino que pede a frente pra professora e vai lá e começa a falar do morro. Eh, ela tá falando do do bloqueio continental da da da de Napoleão. E
ele Vai lá e ele e ele no filme fala do morro que eles estão e da galera tomando conta. Não sei se vocês já viram essa cena. E esse menino me lembra demais a forma dele falar, a forma dele agir, né? E ele quando ele pede a palavra que ele quer explicar que ele entendeu e ele fala com a forma dessa forma, eu tenho vontade de ir lá e dar uns beijos nele, sabe? De tão feliz que eu fico quando eu vejo assim todo o contexto que ele faz e que ele e que ele entendeu.
E aí ele Passa isso pra turma e a turma entende. Isso que é o legal. Tenho vários exemplos, mas ele assim é o que mais me impacta mesmo. Poxa, Fabiana, que que legal trazer isso aqui pra gente. Eu acho completamente pertinente, pessoal. Eh, eu acho que se emocionar com esses relatos é o que às vezes resgata, né, o o nosso amor, né, a profissão, né, o que dá pra gente mais perseverança em momentos. Eu acredito que a emoção, se a gente ainda tem, é o Que ainda faz, é ainda o que faz valer a pena
essa, essa profissão, né? Porque, cara, dinheiro eu já não gosto nem de ficar ouvindo as histórias que acontece, sabe, das brigas, governo e sindicato e tá tá tá, porque a gente sabe que são duas forças opostas e que nunca nunca nunca vai a gente nunca a gente é um eterno lutador, né? E e então assim, se a gente perder o encantamento pelo aluno, cara, acabou, acabou. Daí é isso, é isso. Obrigado, Fabiana. E quem pessoal eh vocês não conhecem o filme que ela se referiu, é Cidade dos Homens, né, Fabiana? E é o Acerola, explicando
ali pra sala, né, como que o Napoleão do morro do francês toma todos os morros, né? emblemático, cônico, né? Então, nossa, que legal. Eh, que bom que você consegue inspirar esse menino. Fico feliz em ter você como colega por causa disso. Muito legal. Eh, pessoal, agora eu eu até fiquei aqui Constrangido, né, em sair é desse assunto. É, que a Fabiana colocou do seu aluno, né? Mas pessoal, eh nós vamos aqui agora acompanhar eh quais a sonhos de estado, né, são feitas, foram feitos esse ano, né, visando aí o SAEB deste ano, né, então esse
vídeo aqui informa quais as ações, né, são realizadas com o foco no SAEB, tá? Eu vou tentar, pessoal, tocar de novo o vídeo aqui pelo slide, me falem se vai sair o som. [Música] Sabe a musiquinha aí, pessoal? Que estranho. Esse foi. OK. [Música] เ [Música] [Música] [Aplausos] [Música] pessoal, então esse vídeo falou das ações realizadas a nível de estado, né? Eu até queria compartilhar com vocês uma Uma dúvida, né, que que eu tinha e que eu levei isso para frente, né, e que eu fui aí eh respondido, né, que é sobre a a pertinência,
né, das matérias de recomposição no nono e no terceiro para esse ano, né, porque eu acho que muitos de vocês tiveram sexto ano ao longo desses últimos 4 anos e talvez vocês tenham uma noção que se pareça o caminho. de que o trabalho de recompor ele deveria ser feito na base, né? É um serviço de base, né? Porque a Recomposição não é recuperação. Recuperação você está recuperando algo que foi abordado e não foi aprendido. Recomposição é você tentar construir o que não foi abordado. Então, recomposição, ela tenta preencher a lacuna que foi deixada. Qual que
é a lacuna, né, pessoal? É a lacuna da pandemia, né? são esses alunos que hoje em dia estão no nono, né, e estavam durante a pandemia, né, no final da pandemia, no sexto, no auge, no quinto e No quarto ano, né? Então, esses alunos tiveram uma série de questões de base que eles não abordaram. E aí eu fiz a questão, né, ora, mas se a recomposição ela é um processo, né, eh qual será o impacto de haver a recomposição justamente no nono e no terceiro só, né? E aí, gente, eu fui informado, né, que essa
foi a ação direcionada para efeito imediato, né? Essa foi a reação imediata, né? E aí a gente poderia entrar em um debate científico, né? de Se ação imediata ou a ação processual, né, ela tem aí a maior eficácia. Isso também, pessoal, será colocado no SAEB, né? Lógico, como eu tô aqui afirmando, né? O resultado do SAEB, ele vai depender do professor de acumação de matemática de português, não, né? Mas assim, eh, a eficácia será provada, né? Eh, aqui a Dayane falou pós pandemia já poderia ter visto bem antes, apesar eh já viveram mais reações do
professores durante o pós pandemia. Com certeza, né, Dayane? Especialmente a gente tem fundamental, nós sempre fazemos aí o resgate, né, eh dos conteúdos. Inclusive, pessoal, a minha forma de dar aula no pós-pandemia mudou demais, né, durante a pandemia, no pós-pandemia, porque até a forma eh mais cuidadosa, mais lenta que são feitos os conteúdos, até para pegar a questão da palavra, da etimologia com os alunos, ficou muito mais trabalhosa, né? Então assim, pra gente que tem ensino médio, eh, o Terceiro, né, é uma outra realidade que é o itinerário. O itinerário dá para você muita liberdade
no conteúdo, no RCO, para você mudar a ordem dos fatores como você quiser. Mas agora, pessoal, eu não sei se você tenha primeiro e segundo ano, o alvo de conteúdo do primeiro e do segundo ano em história é uma coisa muito complicada, é assim inalcançável, né? Então, se você quiser ensinar os conteúdos com qualidade, né, criar noção de processo com os alunos, você não Conseguirá vencer assim no ano conteúdo que seria do segundo trimestre, né? Você pode correr para no segundo ano conseguir explicar a ditadura para os alunos, mas você perderá debates importantíssimos, né? Então,
eu, por exemplo, tô começando a explicar pros alunos do segundo ano sobre imperialismo, porque gente, perdi algumas aulas, perdi, entre aspas, né, para falar com os alunos sobre a questão da escravidão aqui no Brasil, né, do Abolicionismo, eh das leis que queiram acabar com a escravidão aos poucos, né, porque eles têm que ter consciência eh é de como foi criada essa estrutura nesse país, como esse país foi criado, né? E enfim, eu até já tive a oportunidade, pessoal, de uma pedagoga minha, ela fez uma atividade comigo com uma técnica do núcleo junto. Um dia eu
falei isso, técnica do núcleo, falei: "Olha, é é inviável, é complicado, impossível, né, atender esse conteúdo do ensino médio." Então, na ordem, o Antônio, depois a Dayânia. Eu não sei se eu vou conseguir me expressar, mas aí vocês me ajudem nessa questão reflexão e se também é pertinente a questão da fala. Mas quando fala SAEB, há toda uma preparação em relação à aquilo que se vai fazer. Se nós olhamos a nossa realidade, nós estamos praticamente, não sei, parece que as mãos atadas diante de de turmas da de sala de aula, aonde eles eles Fazem a
a fazem as coisas do jeito que fazem e às vezes nós somos obrigados a est proporcionando, empurrando, levando e até mesmo notas para eles. E aí vem o SAEB, aonde vai ser cobrado aquilo que foi eh minimizado para eles no passado. Então, toda aquela correria que faz em relação a você aplicar conteúdos e tudo mais e os alunos vão levando com aquela desculpa que é um pós pandemia, que é tudo online, digital e tudo mais. Não sei se conseguir passar a ideia, mas é Um algo assim eh oneroso para nós, trabalhoso ou contraditório, porque aquilo
que você não consegue às vezes ter ali a atenção dos alunos em não só em história, a gente vê assim a questão dos professores meio acho que geral em relação a isso. Às vezes a dificuldade de manter aquele aluno é calmo, quieto, prestativo, atencioso e absolvendo o conteúdo. Então aqui eu sei que tem alunos, turmas aí que você faz um algo totalmente diferente, você se empenha, Você trabalha, você faz o que tem que fazer, no dia seguinte você pergunta sobre o conteúdo. Professor, se eu não lembro nem o que eu tomei, almocei na na e
vou lembrar de de de coisa que foi falado ontem. Essa é a nossa realidade que são dos alunos, é aquela coisa lá que eles não se esforçam, uma vez que nós estamos todos acho que em online, né? Então, precisou, vai lá e busca e você acessa, sei se conseguir passar o pensamento, mas o que a minha visão Parece que é um algo eh contraditório em relação SAEB e a realidade que nós estamos caminhando no dia a dia. Você faz, se ameniza e depois se cobra e daí a gente entra. Então, não sei se dá para
fazer num desespero, né? Porque depois vai influenciar em muita coisa o SAEBA, né? Então, se não foi, principalmente 9o anos, o que a gente tem essa realidade desses 9os anos aí que nós estamos aí no dia a dia. Dae, por favor. É, realmente assim, foi um desafio pós-pandemia, a trabalheira de tentar fazer uma recomposição, mas mudou muito o perfil do nosso aluno também, né? essa questão que a gente tem enfrentado da questão do celular mesmo, foi muita mudança. Eles antes um uso ali, né, assim, fazia ali uma bronca daqui ali, mas depois veio muito massificado
assim, bastante forte eh pra sala de aula e todo mundo um pouco mais sem regras ali em algumas coisas, então assim, ficou Mais caótico. Agora, a minha, o que eu ia comentar que também era de pertinente, era eu realmente eu olho para aquele conteúdo do segundo ano, olho pro conteúdo do primeiro ano e penso toda vez f assim, cara, como é que consegue fazer caber ali? Porque o primeiro ano é a primeira vez que eu pego esse conteúdo do primeiro trimestre, né? O ano passado eu peguei ele, mas peguei um pouco mais adiante e já
achei uma missão extremamente Impossível. E e o de história do segundo ano, eu tive a impressão que correu mais nesse primeiro trimestre do que foi o do trimestre passado. E aí assim, para todo mundo que eu pergunto, ninguém conseguiu ter essa noção. Vocês perceberam uma uma correria de conteúdo antecipando coisas do segundo já no primeiro e eu acho que tem coisa que tava no terceiro que tá aqui já. E aí eu tô na dúvida o que vem no terceiro trimestre, né? Com certeza também. Percebe isso, gente? Eu tenho Sem dificuldades e no segundo ano e
além ali da Guerra Fria, muita dificuldade no tempo assim fica bem difícil. Fabiana, eu vejo da seguinte maneira. Eh, primeiro que quem produz o o todo o planejamento RCO me parece que nunca entrou dentro de uma sala de aula, né? Ele é um técnico que ele produz conteúdo. Ponto. Eh, aí vem a a fala da do aluno protagonista. E eu penso que a gente não consegue construir nenhum protagonismo Se não der a voz para eles. E e é o o óbvio, é o é o menos do óbvio, né? qualquer atividade que você vá fazer para
que haja um protagonismo, você precisa de muito mais aulas para poder vencer essa quantidade de conteúdo. aquela quantidade de conteúdo ali, ela é muito, entre aspas, simples e fácil de ser dada num colégio particular, aonde não tem as exigências, né, eh, desse protagonismo, que o aluno tá lá como ouvinte e E o professor vai tá lá como conteudista porque tá preparando aquele aluno para um vestibular. Eu fui 15 anos professora de de colégio particular e era isso. E eu vencia o livro inteiro. Mas o aluno tá ali, ó. E tarefa é para casa, não é
para fazer em sala de aula. Eh, tarefa não vale nota, tarefa revisada, tarefa é apenas tarefa. E aí conteúdo, conteúdo em cima de conteúdo e eles vão bem. E e são eles justamente que tiram as vagas das universidades públicas, dos nossos Alunos que teriam que est na universidade pública e que estão pagando a universidade particular porque ela não exige para entrar, né? A universidade particular ela não exige nada, basicamente nada para pro aluno entrar. Então, é é nelas que eles que os nossos vão. Então, assim, eh, paraa gente conseguir dominar aquele conteúdo, só se a
gente fosse para lá para frente, só falando como faz no particular. Agora, protagonizar o aluno, dar atividades em Sala de aula para fazer, porque tudo que a gente faz, a gente dá em sala para eles, porque eu não sei a realidade de vocês, mas se eu der alguma coisa para casa, eles não fazem. e começar na sala e levar para casa para terminar, não volta sem terminar, volta sem fazer quando não perde a atividade. Então é e é é fazer em sala. E como é que você vai seguir daí todo aquele aquela quantidade de conteúdo?
É impossível. É impossível. Então eles Eles criam uma realidade paralela de Nárnia, né? só deles que na que para nós não não se faz não não existe. É. E o pior ainda, pior ainda é que não tem livro do ensino médio. É uma briga constante para eles copiar o conteúdo. Sim. Depende do conteúdo. Eu tô imprimindo. É o dobro do trabalho pro professor. Tá uma Que bom que você consegue imprimir. Que bom que a tua escola tem papel. Que bom que a tua escola tem toner. Que bom que ela não Regula você de gastar com
isso. Como alunos, como você falou, que alunos que nós temos que eles não têm um material aí para estudar em casa, para fazer atividade. Você posta no Cléro, mas muitas vezes eles não olham. Então, se tivesse o livro, eu acho que seria melhor para dar as atividades, para cobrar mais do aluno. Assim, o professor tá aí amarrado e aí o conteúdo tá se perdendo. É um, olha, gente, é bem problemático. É isso aí. Eu acho que temos querer ver essa situação. Eu eu também acho, pessoal. Eu também acho. Eu eu na esses livros, na verdade,
até tem o livro é do Méxo, né? O livro lá do eh Ai, gente, eu esqueci o nome lá, é da é da área. É que o conteúdo não bate com RCO, né? Exatamente. Porque ele segue um recorte eh temático, né, Fabi? Não temporal, que é o recorte referencial. É sempre recorte temporal. Você fazer história sem recorde temporal é uma Coisa meio complexa, né? Não, não tem como. Como? Você vai perder o tempo, né? Não tem. Exato. Eh, Dayane, pode falar e nós seguimos daí. Beleza. Não, e assim, eh, eles ganharam material, né, no no
começo do ano, foram fazer os o simulado ali do do SAEB, tinham que emprestar caneta para eles. Eles não trouxeram caneta, o pessoal do terceiro e ainda tavam lá bravíssimos, que tinha que fazer a caneta preta o o negócio assim. É, gente, eu eu brinco assim com o aluno Quando ele esquece caneta primo pra escola, que é o Neymar veio jogar sem chuteira, então, né? Porque não é possível. Eh, pessoal, então a gente vai começar aqui a fazer nossa atividade, tá? Eh, aqui, pessoal, você tem uma pergunta, né? Em seu contexto, quais ações sobre o
Cyber já foram realizadas, né? E aí, pessoal, ao invés de vocês falarem ou digitarem, aí vocês pensem as ações que já foram realizadas para colocar aqui na atividade, tá? Então, Como vamos fazer? Eu vou passar aqui um link para vocês, tá? Vou jogar aqui no chat e esse link, pessoal, vai abrir para vocês isso aqui, né? Essa página de copiar documento. Aí vocês vão lá, por favor. e criem uma cópia, tá? Fazer uma cópia. E aí, pessoal, vai aparecer aqui esses três slides, tá? Eh, e aí, gente, nós temos aqui três momentos, tá? Neste primeiro
momento, nós vamos preencher, vocês vão preencher esse slide aí com o caminho percorrido, né? Então, Compartilha aqui ações, projetos ou estratégias que você já desenvolveu ou participou no seu contexto de atuação relacionado ao SAEB. Pode ser que volva a leitura, escrita, interpretação, avaliação diagnóstica, simulado, formação de professores, entre outros. Então aqui, pessoal, nesse primeiro slide é eh liste, né, ou em tópicos ou em textos de forma breve, né, de forma breve, tá, pessoal? Ações que já foram realizadas no seu contexto, o caminho Que vocês já percorreram aí relacionados a o SAEB, tá? Antes de vocês
preencherem, pessoal, eh, vocês abriram o link aí, deu certo cada um criar sua cópia? Ai ai ai. Deixa eu ver o que que houve aqui. Não deu, pediu acesso. Pera aí, deixa eu tentar aqui de novo. Ele ele pede para criar uma cópia, na verdade não é, eu acho que deu erro aqui, mas já puxou de novo. Beleza. Então, pessoal, todo mundo abriu aí a Sua cópia? Me me indiquem aí, por favor. Beleza. Eh, pessoal, então parem um pouquinho e olhem aqui pra minha tela. tá? Que é importante que vocês façam o que eu vou
fazer aqui agora, tá? Para depois eu ter acesso ao seu documento, tá? Então vocês com o documento aberto, como eu tô aqui, tá? Eh, tá vendo aqui a minha foto aqui em cima? Localize no de vocês aí também, tá? Aqui do lado tem esse ícone, tá? Esse bonequinho com o Sinal de mais. Vocês cliquem nele que é a opção de compartilhar o documento, tá? Aí aqui vai tá assim, pessoa com acesso vai tá você aqui. Comecei o que eu criei para mim, só eu tenho acesso, né? O de você vai tá assim também com o
seu nome. Vocês vê aqui, ó, acesso geral vai tá em restrito. Vocês mudem esse excesso de restrito para CED e leitor, tá? Ele vai tem que ficar CED, leitor, porque aí pessoas logadas com @escola, que no caso você, eu, né, Vou conseguir ler esse link. Depois que você mudar aqui para Ced, né, clicar aqui, CED leitor, clica aqui em copiar link, tá? Aí, gente, vai copiar esse link com a permissão para eu conseguir ver já. Tá? Esse link copiado, pessoal, é esse link que vocês vão jogar lá no portfólio, tá? Esse link copiado aqui, tá?
Então, até vou voltar aqui no portfólio, às vezes o pessoal que tem mais dificuldade já visualizar aqui, tá? Então, pessoal, copiei meu link aqui, tá Com sedia de leitor, tá? E eu vou vir aqui no portfólio, no slide número nove, tá? reunião dois, produção. Ele vai dizer aqui, ó, insira aqui o print ou link da produção realizado. Vocês já jogam aqui, tá? Eh, cliquem aqui, né? Selecionem esse texto, apaguem ele e vão aqui, ó, colar. Ô meu Deus do céu. Pera aí, gente. Enfim, eu eu vou colar com control V aqui, tá, pessoal? Eh, se
não Der, aperta em conttrl V. Aí ele ele fica azul quando você der um enter aqui, tá? Então, todos façam isso, joguem o link no seu portfólio, tá? Fazendo isso, pessoal, vocês podem preencher ali, tá, gente? Quem ficou em dúvida pode falar aqui que eu faço o caminho de novo, tá? Ô, Lucas, oi. Só deixa eu te fazer uma pergunta. Eh, eu já já botei o link lá, mas o fato de eu preencher depois, Ele vai sendo atualizado. Isso mesmo, Fabiana. Ele vai salvando automaticamente. Perfeito. Tá, pessoal, todo mundo aí conseguiu eh transferir ali o
link, professor? Eh, ali no Class. Eu acho que eu perdi, eu entrei um pouquinho atrasada. Ah, sim. Beleza, Karina. Aqui no class seria o seguinte caminho, né? Aqui é a página inicial da turma, certo? Eh, aqui em Atividades, deixa eu subir aqui para você ver certinho. Atividades avaliativas, né? Portfólio, ver instruções. O seu portfólio vai tá aqui na parte superior direita, tá? É que o meu não aparece porque fui eu que postei a atividade, tá? Mas você clica nele e joga o link no slide, tá, pessoal? Então vamos aí preenchendo as ações que vocês já
fizeram, né, que foi feito, né, no passado, Né, o os caminhos percorridos, pessoal, é bem breve, tá? Coloca aí em tópico, se quiser para ser mais rápido. E essa parte aqui, pessoal, que eu achei mais interessante nesse roteiro, você sabe quem são os estudantes que estão concluindo a etapa de ensino em 2025, né? E aí, gente, essa tabela aqui eu acho que é a chave hoje, pessoal. Então, vejam só, eh, aqui tem os anos, Né? Aqui ele coloca os anos pandêmicos, 2020, 21 e 22, né? Eh, 22 nós já estávamos na sala de aula, mascarados
literalmente, né? com máscara ainda. Eh, 21 nós tivemos o ensino remoto, depois no meio do ano voltou, teve um ensino híbrido que a gente tinha que dar aula para metade da sala presencial, outra metade com o notebook verde aberto num link, né, gente? Eu quase fiquei doido Essa época. 2020 nós, tipo, começou a a pandemia do COVID aqui no Brasil, tivemos aula até até março, né? antecipou o recesso do meio do ano, depois voltou com aula Paraná, depois o ensino remoto com Classroom Google Meet, né? Então aqui, pessoal, é importante observar que o terceiro ano
atual, né, o terceiro ano de 2025, eles pegaram a pandemia na fase de fundamental dois deles, né? Então eles basicamente Perderam o fundamental dois inteiro, né? É como em outras palavras, né, pessoal? É como se eles houvessem saltado do sexto pro primeiro, né? Então, se você for ver o nível de conhecimento de um aluno do primeiro ano no ensino médio em 2023, pro nível de aluno do primeiro ano aqui de 2019, haverá uma distância perceptível, certo? Eh, eh, é, vocês que são aí mais experientes podem até atestar isso mais do que eu, porque eu comecei
a dar aula no estado em 2019, Né? E e então para mim essa essa comparação ela ela não é assim tão clara, né? Eu não tenho tanta experiência dando aula no mundo pré-pandêmico, é minha experiência dando aula no mundo pandêmico, né? E e o pessoal aqui do nono ano também, né, pessoal? Nono ano. O nono ano ainda pior porque eles perderam o final do fundamental um, né? E eles chegaram no sexto ano, pessoal, sem nenhuma noção de limite, tá? Esse pessoal chegou no sexto Sem nenhuma noção de limite, tá? É o pessoal que tá no
nono agora. E eu não sei se vocês têm 9o ano, se o nono ano é é de vocês dar trabalho, mas os nossos nonos anos na minha escola são complicados, pessoal. Nós temos assim, eh, dificuldades severas em alguns momentos, né? O pessoal que dá a última aula pros donos da manhã na minha escola, pessoal, passa um apurado e eu também passo quando eu tenho lá ou a quinta ou a sexta aula, né? E aí, Pessoal, é outra perspectiva também interessante, os alunos aqui do sexto ano atual, tá? O sexto ano atual pegou, pessoal, não teve
o primeiro, o segundo e o terceiro ano, que é a fase da alfabetização. Então, esse pessoal do sexto ano atual teve alfabetização tardia, tá? E esse ano também tem o sexto ano, tá? Eu reparei em relação aos outros sexos de outros anos uma melhora, né? Porque eles têm a parte disciplinar um pouquinho melhor, um pouquinho, tá, Pessoal? Não é muito não, tá? É complicado ainda, mas ainda assim, pessoal, muito aluno mal alfabetizado, né? Muitas lacunas. E aí, gente, reparem só, o primeiro ano que não passou por pandemia foi 2023, que agora tô no terceiro ano.
Então, só daqui a 3 anos nós teremos estudantes de sexto ano que não terão passado a pandemia. E aí nós teremos novamente a comparação, né, da lacuna que ficou pro pros alunos, Né, pessoal, em relação aos alunos que tiveram esse período pandêmico de afetação aqui, tá? E gente, eh, vocês fazem a comparação de vocês aí com a série que você tem. Atualmente eu tenho eh sexto, tenho oitavo, tenho nono, tenho segundo e terceiro. Esse pessoal do segundo ano atual fizeram o SAEB aqui 2023, tá? Esse pessoal do nono, né? Olha que o pessoal do nono,
né? Do é do segundo, né? Pessoal, é que fez o SAEB a última vez, eles pegaram ali a pandemia No os anos iniciais, era o fundamental dois. Então assim, também bem complicado e gerou a defasagem que a recomposição ela busca, né, tentar reaver. E aí, pessoal, a pergunta aí eh que a gente já vai encaminhando pro segundo slide. Cursistas, quais ações podemos promover para reconectar o estudante a uma trajetória de aprendizado, né? Então fica a reflexão. Quais ações, pessoal, nós teremos que promover? nós Promovemos, né, eh, nós tá dentro nossas possibilidades de promover para voltar
esse aluno na trilha escolar, né, para fazer com que esse aluno ele ele se acostume novamente com a escola, com os limites que a escola impõe, né, se acostume novamente ao estudo, né, porque a questão é essa, né, pessoal, acaba sendo algo muito de base. Esses alunos que eu peguei no sexto ano, gente, eles não exada, eles não tinham noção de horário, né? Eh, de limite, gente. É só Ver o pessoal do segundo, terceiro atualmente, eles chegam mais tarde, chegam atrasado, eles querem sair mais cedo, né? Então, eu, eu enquanto aluno, gente, eu acho que
eu não tive uma vez na vida que eu saí da sala antes de bater o sinal para ir embora, né? E na minha escola é uma luta para conseguir manter os alunos. Eh, muitos colegas às vezes acaba sofrendo, acabam sofrendo para manter aluno na sala até meia 40. É Quando bate o sinal da manhã para ir embora, né? Então, eh, o adolescente acho que ele acho que ele pode tudo, né? Daânia, pode falar, professor. Lá no colégio, eles instituíram esse ano por conta da edisal. Primeiro sinal para entrar pra sala, no segundo, assim, as pedagogas
fazem uma limpa no no corredor para enfiar, porque lá não tem um inspetor ali, não tem alguém para permanecer ali, né? E aí para colocar e aí assim, aí o Combinado é passou dessa limpa, tá entrando, depois vai para lá para fica a sala delas lotada para pegar o bilhete, fazer as anotações e voltar para para pra sala. Aí deu uma uma amenizada aí nessas situações em relação, ó, se eu chegar aqui depois, né? Mesmo assim sabe que eles têm uma tolerância do segundo sinal ainda, né? Mas porque já era impossível toda vez e amenizou
um pouco uma coisa que nem era para existir, né? Esse problema com o horário, horário de Voltar do intervalo, horário de entrar paraa sala. Então, mas eu fico assim pensando, né, gente, que lógico, né, eu também não sou a favor de ser a lei do chicote extraala, mas eh fica uma impressão, né, especialmente com o pessoal que é adolescente que me preocupa, porque se o o rapaz ou a a moça ali tem 16 para 17 anos, não sabe seguir regra num espaço que a penalização, por não seguir a regra é mínima, né, pessoal? Porque Assim,
o aluno, se ele todo dia chegar depois do sinal no intervalo, qual vai ser a aprendização dele? Per unos minutinhos de aula, que é o que ele quer, né? A a escola eh não vai nem pode por legislação, né? é sancionar esse aluno. Aí gente, quando esse esse essa pessoa for pro trabalho, for trabalhar com essa mentalidade e eu pego direto assim, uns eu deixo lá, às vezes alguns deixo com atividade e e eu vou atrás deles ali, porque da janela eu Consigo ver onde é que eles estão e aí até eu avisar a pedagoga
eles escapam. Então às vezes eu dou uma volta ali e faço a buscativa porque eles estão matando aula ali na na volta. Tem uns que já até já desistiram de matar a aula fal assim, não adianta que ela vá atrás. Então, então assim, eu eu já melhorou um pouco depois que eu comecei atrás, pelo menos eles têm fugido menos. Eu sou desse também, Dane. Eu eu também não não sou a favor de punir o aluno, né? Mas eu Me preocupo em como será o futuro deles aí, né? Fabiana, pode falar. O que eu percebo eh
relacionado ao mercado de trabalho que você tava comentando, né, se ele não tem regra dentro da escola, se ele não tem eh esse entendimento de cumprir que ele não vai cumprir lá fora. Eu discordo porque na maioria eh lá fora eles sabem que eles têm que cumprir porque daí vem a punição. e a punição, na maioria das vezes, é perder o emprego. Então, eh, Eles, eles não enxergam a escola nem como algo punitivo, nem como algo, infelizmente, necessário. Eles não percebem, eles não vem isso nesse momento, né, da adolescência. Então, eh, nós aqui no nosso
colégio, eu tenho um, eu penso que isso é um problema, o fator do da direção dar para eles, aqueles que trabalham, a possibilidade de sair meioia e 10, porque iriam para casa almoçar para depois entrar pro trabalho À 1 hora da tarde. Se ele saísse meia 40, ele não conseguiria fazer isso. Só que o que a gente observa é que a maioria deles o a hora que bate me:40 eles estão lá na rua, eles estão lá passeando, então eles não vão para casa, eles só querem sair de dentro da sala de aula e se aproveitam
dessa possibilidade que é dado para eles. Então, eh, para concluir, no mercado de trabalho funciona porque tem a regra punitiva, porque tem o de a questão salarial, o Financeiro. Sim. Porque a família não tem o propósito da educação como o ponto de partida, né? A maioria da das famílias são assalariadas e empregados assalariados. E é esse o objetivo do nosso alunado, né, ali do da periferia. Então ele não vê a a aquele que que foge a essa a essa regra. Como um exemplo, a gente já tentou levar para dentro da escola aqueles que fizeram uma
faculdade e que hoje também Eles não conseguem ver aquele cara lá, aquela menina como exemplo. Aí quando a a gente agora tá com uma turma de de alunos da psicologia que nós temos dentro do nosso bairro uma universidade e que sempre trabalha conosco, né, uma parceria. E daí tá lá a galera eh eh fazendo um estágio e foi dentro de uma de uma aula minha que eles foram fazer uma atividade lá. Então o sonho deles, qual é o sonho deles? Ter dinheiro. Ponto. Mas e o que Que você faz para ter esse dinheiro, né? Porque
o dinheiro é o produto final, mas para chegar até lá. Então eles não não têm isso. E aí quando você tenta puxar eh ter sucesso, é ser conhecido. Então ele pega o o as exceções, ele pega a Virgínia, ele pega o Neymar como exemplo. Todos aqueles outros, e eu tenho falas com eles, todos aqueles outros que são muito melhores que Neymares, mas que não, que tão desaparecidos, que são muito melhores Que Virgínas e tão desaparecidos, não fazem sucesso, eles não conseguem ter essa percepção, eles não conseguem ver isso. E aí eles eles buscam o caminho
mais é difícil, que é essa busca pelo sucesso dessa forma, do que o caminho mais fácil, que é estudar e ganhar um dinheirinho bacana, com um conforto bacana para viver. Então assim, eh é é uma visão totalmente distorcida e que nós não vamos conseguir mudar isso. É um ou dois que a gente muda e Esse um ou dois a gente ainda tem que levantar as mãos pro céu. Mas Fabiano, o seu comentário é completamente pertinente com esse momento aqui atual, né? Vamos partir agora, pessoal, pro segundo slide aí na atividade, tá? que é, deixa eu
voltar aqui, percurso de ações, né? Onde estamos, né? Então, onde nós estamos, tá? E aqui, pessoal, eh, vamos voltar aqui onde estamos. Vejo algumas ações Desenvolvidas nas escolas da nossa rede para engajar a comunidade escolar no SAEB. Então aqui tem um exemplo de jornal do SAEB, né, colocando na escola ações engajadoras, visando o SAEB. Aqui esse aqui de adote um descritor, né, que é o pessoal ali, a gestão pegou ali os escritores, os professores iam ali chegando, iam ali vendo qual era mais contextualizado, qual era ali mais a ver com o conteúdo, adotando o descritor
para trabalhar com os alunos ou na Semana ou ou no mês, né? E ele pergunta aqui o que você tá realizando nesse momento no seu departamento, escola, NRE, que pode ser considerada uma ação de engajamento, né? Então vamos voltar para cá, né, pessoal, onde estamos, né? E aí ele diz assim: "Reflita sobre o momento atual do seu contexto de atuação em relação às ações voltadas pelo SAEB. Pense o que está em andamento, os principais desafios, né? os pontos precisam de mais atenção ao Fortalecimento. Então eu acho, por exemplo, essa fala da Fabiana vai direto de
encontro com esse onde estamos, né? Porque como que você, no caso terceiro ano, eh, o o que está sendo feito, né? Qual o nosso cenário em relação a alunos que estão seduzidos pelo mundo do trabalho por causa do dinheiro, que são mão de obra explorada, né? mas que eh eh querem esse dinheiro como o fim, né, que você falou, né, Fabiana, apenas como esse fim, né? Eu eu até estendo o que Você falou, o dinheiro nem é o fim, ele é um meio, né? O dinheiro é um meio ainda, né? El não é um fim,
né? Então, como engajar esse aluno que tá seduzido pelo mundo do trabalho para eh eh essa prova, né, gente? Porque se for pegar historicamente os últimos 4 anos, tanto para o Paraná quanto o SAEB, eu acho que o pior desempenho que tem no segundo ano, né, com muito próximo ali, porque os alunos fazem ponto cruz gabarito. Aham. Né? Então assim, e e Esse esse ponto cruz no gabarito, esse não ler, ele vem por os alunos nem significam, né? Esse momento pros alunos, isso não é um momento de reflexão, né? Então assim, é pensar, ah, pessoal,
onde estamos, né? Eh, é que ações estão sendo feitas para tentar reverter isso, né? Esse é o onde estamos, certo? Então, preencham aí o segundo slide pr gente se encaminhando aí paraa próxima parte. Para aí, Lucas. Então, acho que eu não entendi o que que É o que qual é o segundo slide de fato, o que que é para ser feito nele, porque eu entendi que era para explicar eh como está o meu aluno, né? O o Voltamos. Pense sobre o que está em andamento, os principais Ah, tá. Eu eu coloquei os principais desafios. Isso.
E aí você pode também colocar, Fabiana, ao mesmo tempo desafios e o que está sendo feito nesse momento atual para tentar superar eles. Mas observe que o problema ele tá colocado, ele é perceptível Ainda. Então o que tá sendo feito muitas vezes não tá necessariamente sendo efetivo, né? Então, a situação atual envolve o que está acontecendo, né, do fato, né, e também o que está acontecendo para tentar reverter esse fato, né, é o panorama atual. pessoal aqui, né? É, nessa continuidade, ele aí vai sugerir ideias engajadoras para o SAEB que ele recomenda que vocês experimentem,
né? Que tal experimentar? São algumas sugestões. Então eu vou pedir, por favore. Dayane, vai aparecer aqui uns quadrinhos verdes. Você lê os quadrinhos para mim, para eu comentar, por favor. Eles vão brotar aqui na tela, tá? Pode ser, pode. Tô com medo deles explotando, mas vamos lá. Ó, não vai explodir, ó. Ah, aí pronto. Item do dia ou desafio da semana, que esse aí, gente, é parecido com o Adot um descritor, né? Seria Dentro da escola colocar esses objetivos eh semanais, né, mensais ou diários, né, a depender do que pode ser atingido, que pode ser
feito também, né? Eh, porque assim, pessoal, nós temos as nossas situações, os nossos desafios, né, mas também há limites físicos, científicos, psicológicos, né, do que a gente consegue atingir, né, que somos humanos, né, nós não temos aí poderes maias divinos também para causar a transformação eh sobrenatural, né? Então, próximo, Dayane. Eh, visitas técnicas e escutativa. Sempre um ponto polêmico, né, pessoal? As visitas técnicas dos núcleos nas escolas, né, que eh em documento, né, na parte documental, servem para auxiliar a escola com meios para atingir os objetivos, né? Então, a escola tem ali os seus meios,
professores têm os seus meios, a gestão tem os seus meios. esgotados esses meios, a empresa superior vem oferecer o subterfúgio, né? E então essa visita pessoal nem pode ser vista, nem pode ser também uma cobrança, né? Ela deve ser um meio a mais, o subterfúgio a mais. Ela deve oferecer uma escuta ativa, né? Então fica aí o o alerta também para vocês, a reflexão também. Próximo. Criação de bancos de boas práticas. armazenar e também propagar aquilo que deu certo, né? Então, às vezes, um professor que é da matéria de recomposição, um professor de algum Componente
da BNCC, fez alguma ação que trabalhou escritores, trabalhou as habilidades e deu certo, essa ação, ela deve ser preservada e também deve ser propagada. Eh, divulgação nos meios locais. Isso seria, pessoal, para vocês terem terceiro aí e nono também. aquele material que o pessoal da recomposição colou pelas salas, né, do nono e do terceiro, que ali a divulgação do que é o SAEB, qual que é a importância do SAEB. No outro SAEB, esse material também veio ali falando o que o que é um descritor para os alunos, né? Eh, interessante. Espaços de escuta com estudantes.
Ora, também muito importante, porque já que os alunos farão o SAEB, nada melhor que explicar para eles o que é o SAEB e escutá-lo sobre isso. Então, se os alunos do terceiro ano não querem fazer a prova, querem boicotar a prova, vamos tentar entender o porquê disso, né? Vamos tentar falar para ele que isso o SAEB não será não será importante, né, para, entre aspas, tá, pessoal? aspas, que não é frase minha, tá? É de aluno isso aí. Não quero dar bônus para professor, tá? Eh, eh, não é sobre isso, né? Não seria sobre isso,
né? É para ele próprio ver como tá a habilidade que ele vai usar. Eh, depois, né, pessoal? Eu estive em Curitiba há um tempo atrás para um congresso, né, de formadores e houve ali todo um uma fala, né, muito Grande sobre dos habilidades que o aluno do terceirão sai da escola sem ter, né, que é o tal de distinguir fato, opinião, né? Então, o aluno sai da escolas tem saber distinguir fato e opinião e que gente tem consequências para esse aluno eh políticas especialmente inacreditáveis, né? Então, a gente vê o cenário político atual do Brasil,
eh, é, quem sabe daqui a 30 anos vai vir outras crescências que nem o Bolsonaro, né? Porque se esse pessoal tá saindo sem Saber fato e opinião, fica complicado dele conseguir extinguir narrativa, né? Então, eh, complexo, por isso é importante escutá-los. Mural de habilidades com os descritores do SAEP. Um, uma ação também para tornar eh mais público esse direcionamento, esses objetivos. Eh, mostra cultural SAEB, mais recomposição. Isso seria, né, pessoal, eventos que poderiam ser realizados pelos professores de recomposição, né, Com o nosso apoio também. Mapa de ações inspiradoras do NRE. Esse aí mais para os
técnicos de NRE que fazem formadores, tá pessoal? O que não é bem o nosso caso. Só que esse roteiro ele tem muitas partes assim em comum em todas as temáticas, né? Então, por exemplo, eu faço história e cultura afro. Lá tem até gente da CED que faz esses formadores, então eles mapeiam essas ações para propagar elas também. E aí, gente? Aí, obrigado, você Me abençoou com os faradinhos verdinhos aqui. Ele te assustou isso aí. Fala aí. E quais outras ideias você pode realizar no seu contexto? Esse vai ser o último slide, tá, pessoal? E esse
será em grupo, tá? O terceiro slide será em grupo. Esse será o nosso em ação, né? Então, na terceira etapa do nosso percurso, vamos formar aqui não vai dar cinco, tá, pessoal? Vai dar menos subgrupos para discutirmos planejamento de futuras ações, né? Então, voltando Aqui pro material, deixa eu, para onde vamos? Pense nos próximos passos que você, no seu contexto de atuação pode dar em relação às ações voltadas para o SAEB. Então, pessoal, para onde vamos? Quais são nossas possibilidades, né, a serem feitas visando o SAEB? Esse último slide, pessoal, embora a atividade é individual,
a reflexão, o debate será coletivo, né? Então, agora eu vou Dividir os subgrupos e cada um de vocês vai escrever o seu, né? vai fazer o seu, mas fará aí uma discussão em grupo para fazer aí o preenchimento, certo, pessoal? Então, vamos lá, tá? Eu vou aqui customizar os sobrupos para que vocês possam discutir quais ações ainda são possíveis de fazer, quais são os próximos passos, né? Quais devem ser as próximas ações voltadas para o SAEB. Então, só deixa eu vir aqui configurar salas Temáticas. Três. Vou prof aqui. Aqui dois. Tá da para cá. pessoal.
Então aqui só deixa eu colocar aqui o timer, pessoal. Vou colocar aqui bem rapidinho, tá? Eh, colocar roubamos 50, colocar 8 minutos, tá gente? Que é Simplesmente aí vocês discutirem, né, fazerem uma discussão rápida, né, e preencher aí os tópicos do que pode ser feito, né, do para onde vamos com as ações aí do SAEB, tá? Então, vou colocar aqui 8 minutos. Na sala principal ficará a Dayane, o Isaías e a Karina. Na sala dois ficará a Angélica, o Antônio e o Silvio. Na sala três a Fabiana, a Fátima e a Marinês. Vou iniciar aqui,
pessoal. Gente, então vocês que são aí do do grupo um, né, que nem eu falei, eh vocês vão aí debater, né, eh quais são as possibilidades que se pode fazer em relação ao SAEB ainda, quais engajadoras podem ser feitas no seu contexto, né? E e cada um escreve o seu daí, tá certo? Em que em que que cada um andou fazendo? Eu já acho que eu já fiz tanta coisa, mas pontualmente olha tá bombando, né? não sabe mais o que faz para dar isso, mas é em si, né? Eh, não sei se vocês estão ouvindo
bem. Sim, tá congelado. Eu tô tendo que colocar um pouco de café para cá porque para ver se esquenta. Oba daquela coisa, né? praticamente 24 horas e e na verdade o professor tem reclamado muito que a pessoa muito instante, né? Eh, é um moral cheio de de de mensagem faebra dentro da sala. uma coisa que me louca que o governo tá fazendo. Tem uma pira para uma coisa um Pouco e que a gente tem feito, alguns professores têm eh tirado até tempo, arrancado até do do mural paris para sair qualquer coisa da cabeça, né? Porque
professores lá, né, eles vão e dão conta do recado. Que que é o Saed? É a matéria, né? Tem uns professores que estão trocando a hora atividade e formando um grupo do terceiro ano para dar aula contra turno, né? E eles estão fazendo, a única Metodologia que eles encontraram foi essa, porque não tem mais o que fazer, é plataforma, é sala, tem um professor de matemática em português, estão negociando, né, hora e atividade para formar um grupo do terceiro ano e do 9º ano para dar reforçar a matéria no contraturno, né? Mais 2 horas, duas
ou 3 horas, da uma até às 3. Eles estão se virando desse jeito porque de outra forma ainda a gente não encontrou ainda, né? Não sei vocês que é que tá Acontecendo por aí, mas aqui é tá sendo contra. É, e no nosso caso aqui também a cobrança é bem grande. Então eu acho que todas as formas de tentar trazer o aluno também eu acho que já foram tomadas, né? Então, a gente faz uma aula mais atrativa, a gente ajuda um colega, a gente dispõe a hora atividade da gente para isso. Então eu acho que
não sei mais o que que a gente poderia fazer para tentar chamar mais, mas foi Conversado tudo hoje, né, a respeito. Eu acho, eu acreditava que era mais na minha escola que tava acontecendo, mas a escutando todo mundo falar é na escola de todo mundo a mesma coisa, né? Ó, gente, até no dia da prova do que teve agora simulada, foi feito bolo, negar uma maluca um cafezão de hotel estrela para chamar a atenção dos alunos, né? Agora aqui também, aqui também não sei mais o que fazer. Olha, é assim, eu até porque eu tô
com Dificuldade já com as minhas horas de atividade, não tenho como dispor de nada delas, mas porque eu tô fazendo, eu sou do do formadores do probatório, eu já tenho que dispor para pro resto lá. Tem um monte de coisa, uma demanda absurda. O que eu tô conseguindo fazer, acho que não vai conseguir mostrar também por causa da da tela, é fazer ali. Eh, eu já fiz eles fazerem charge, fazerem daí a leitura, utilizar mais aqueles outros elementos. Minhas provas Estão sempre agora com os textinhos um pouquinho mais robusto, artigo de de jornal, de revista,
né, assim, umas umas outras coisas que eu já colocava, mas eu acho que eu colocava mais pontual. Agora eu tô colocando assim intencional um pouquinho mais e parei algumas vezes para analisar gráfico com eles e assim pertinente com com as minhas disciplinas, né? Eu tenho sociologia também. sociologia trabalha com muito eh do terceiro ano mesmo, trabalha com Muitos índices, com IDH, pesquisa de de intenção de voto, população. Então assim, e eu via já tinha feito antes algumas aulas lá tentando ensinar a fazer eles lerem tabela e gráfico, porque eu já ficava já p da vida,
eu tô fazendo um pouco mais, mas porque é pertinente ali, tá? Tá funciona para mim e eu preciso desses dados. Só que agora eu tô intensificando ali assim para para tentar auxiliar. Então agora questão de fato de opinião é bem difícil. Acho que Os professores aqui de do de português vão elaborar pra gente também um material a respeito ali da questão de produção textual, né, de elementos ali que eles acham que seriam importantes pra gente estimular que eles façam daí os nossos trabalhos, as outras atividades na numa formatação agora um pouco diferenciada, já pensando nisso,
na questão aí de fortalecer aí as discussões, mas uma forma técnica, né? Então, uma técnica também de de redação. E aí sim a gente vai conseguir incorporar ali das humanas é mais fácil para incorporar, né, técnica para um para um trabalho, né, enfim. Então, eh, aí eu acho que é bem-vindo também, então, se a gente conseguir equilibrar, porque não dá também pra gente parar tudo, parar tudo. E é, eu tenho trabalhado também no formato mais de textos e tudo mais. Hoje tava um agito até aqui na minha casa tinha uma galerinha fazendo um trabalho e
é uma Galerinha bem bacana assim, eh, estudo com o meu menino do nono ano, então é uma turma boa que eles se reúnem ainda para fazer esses tipos de trabalho. Eh, mas são poucos. As outras turmas do nono ano não desenvolve que nem eles, não trabalham que nem eles. Mas eu tenho trabalhado bastante textos assim também. Eh, o que a gente consegue ajudar os outros colegas das outras áreas, a gente tenta fazer o máximo, mas eu acho que a nossa demanda tá tão grande que a gente Não tem conseguido fazer muita coisa. Eu ainda minha
horidade, alguma coisa eu consigo dar uma auxiliada, mas não é sempre também. É muita coisa, né? Mas eu acho que esse formato de de textos é bacana a gente colocar ali na nossa parte também, né? Que é o que a gente tá trabalhando, eu acredito, né? que nós poder, tô contribuindo, eu tô contribuindo com eles lá pelo no seguinte, né? Ah, tanto na matemática quanto no no português, eu Tô fazendo quizes card, né? Tanto de português quanto de matemática, né? Às vezes eles me pedem: "Ó, você não pode me ajudar lá para me dar o
tema". Aí, aí eles me dão um tema, eu vou lá, posto no quiz, né? Passo no card ali porque eu falou: "Ó gente, hoje é pro SAEB, vamos fazer quizes de português, é tudo rápido ali, né? Já sai resposta tudo no português matemática". Achei essa forma de contribuir no quizes card com eles, né? Porque também não dá para parar Outra coisa. Só português, só português com matemática. Isso. Eh, professora Isaías, também eu tenho ajudado nessa forma com os cards também. Até ontem de noite fiz, ajudei a professora de português, acabei ajudando ela, né? E nessa
parte pra gente tentar contribuir também, né? É, porque é é bastante, né? Eh, pressionado tudo, né? E eu, a gente vê, né, que português e matemáticas estão, Né, se sacudindo porque o governo cobra e cobra mesmo, né? E e aí a gente dá uma mão assim bastante, fala até bastante, porque, né, tem professores que às vezes não não vai dar conta, né? Vai pirar pessoal. Pessoal, opa, eu interrompi a voz de vocês. Desculpa, gente. Nós voltamos aqui, deu tempo, mas eu eu a gente voltou bem na hora. Isaías, que estava concluindo a sua frase, mas
vocês vão ter tempo para falar também, porque pessoal, agora vamos fazer aqui o Seguinte, né? Vamos fazer com que um de cada grupo, né, de debate aí, eh traga o que colocou aí no seu e que o grupo debateu, né? Vamos começar ali do grupo três. Eu vi que as professoras estavam ali num é num debate bem técnico, né? Então, se vocês quiserem aí trazer professoras, que vocês estavam ali debatendo pra gente, pessoal tem uma noção. Você falando do nosso, Lucas, isso. Tá. Eh, quer que eu fale, meninas? Tá, nós estávamos conversando que para para
haver aí um um sucesso, né, a gente tem que começar a compreender que os nossos alunos têm um problema muito muito grande de vocabulário. Então, não tem como ele aprender a interpretar se ele não sabe o significado das palavras. Ele precisa aprender o que que aquilo quer dizer, porque senão é uma leitura por ler. Eu dei um exemplo eh paraas meninas com relação ao meu filho que é professor de Inglês. filho, né? ele é professor de inglês e e ele ele tem até várias situações assim engraçadas dele, conversando com nativos, né, norte-americanos e e e
o povo perguntando para ele da de qual estado ele era, porque a a fluência, a adicção dele, né, e é muito forte dentro do do do nativo. E é, e eu dei o exemplo para elas assim, se ele pegar uma frase e pedir para eu ler em inglês, eu vou Dentro do meu enrolle conseguia ler aquilo ali. Agora, se ele perguntar para mim o que que aquilo quer dizer, eu não vou saber. Então, para nossos alunos, o texto é como se tivesse todo numa outra língua. Ele não sabe o significado daquilo ali. O vocabulário dele
é muito pequeno, é muito restrito. Então, se enquanto que ele não souber, ele não consegue interpretar. Ele não consegue interpretar nada, nada se ele não souber o significado das palavras. Então, esse É o primeiro ponto, né? Então, eh, a gente precisa fazer com que eles, eh, aprendam, né, a etimologia das palavras e trabalhar daí, então, a partir dali, os textos e os descritores para que eles entendam qual é o pedido da questão, né? H, depois, né, aonde que nós estamos, para onde que que nós iremos para reverter essa situação. Eh, eu coloquei, no caso da
nossa, da minha realidade aqui, é que a escola busca reforçar todas as aulas em Período de contraturno e nas aulas de recomposição, mas a gente compreende que tudo isso também precisa de um acompanhamento psicológico, né? Então, nós fizemos um uma parceria com aquela universidade que eu que eu comentei, que é uma universidade que tá dentro do nosso bairro, inclusive. E então os acadêmicos de de psicologia, eles estão constantemente ali dentro da da escola e eles fazem então um trabalho bem voltado pros nossos alunos e que a gente tá Percebendo assim algumas mudanças já na questão
de de posicionamento, de trato, de educação. os nossos alunos, eh, ele não entende que soltar um palavrão ou ser ríspido com o professor que isso é grosseiro. Para eles, isso é cotidiano porque faz parte da vida deles. É, é, é dessa forma que a que a que que o trem anda na casa. Então, é assim que ele que ele reproduz dentro da escola. Então a gente tá tentando mudar isso, né, essa forma dele, da vivência Dele e e a gente acredita que mudando isso vai impactar no aprendizado também, né? E o último, nós não chegamos
lá, a conversa tava tão boa que a gente não conseguiu chegar na última no último slide ali, né? Que seria o quê? Eh, o que que nós no meu contexto, na minha realidade, né, pode fazer dar uma ação voltada pro Zeb, né? Eu acredito muito é é nisso mesmo, é na leitura, é dar voz pro teu aluno, é fazer com que Ele escreva, com que ele leia. Eu particularmente, alguns anos, bem antes da da pandemia, eu não faço mais, e sempre já deixei isso muito claro paraas minhas direções, eu não faço mais avaliação. Eu não
uso nem a palavra avaliação com eles. Eu falo em atividade. Todas as minhas as minhas eh formas de avaliar são em atividades contínuas e sempre ele escrevendo. Há muito tempo que eu não digito uma prova, Há muitos anos, bem antes da pandemia, eh, eu dou o meu conteúdo e que que você entendeu? Então vamos tentar fazer aí um mapinha mental eh bem resumido, com as tuas palavras, puxando uma seta. Eu exijo muita cor, eu exijo capricho, porque isso aí também eu acho que tá dentro do psicológico de você trabalhar ali, né, a calma dele, a
perseverança de querer melhorar no próximo. E aí e eu vou somando, eu vou somando, eu vou somando as notinhas. Professor, eu perdi eh eh não vi na aula anterior. Pode fazer, vai valer a mesma coisa? Vai valer. O importante é que você faça, que você me entregue. Então assim, eu não eu não não tiro nota de aluno, é muito pelo contrário, eu dou nota de para aluno. Então assim, eu acho que é é é validar validar ele como ser humano, que eu acho que que isso vai fazer com que ele queira ser melhor, né? Eu
acho que essa é é é talvez seja a chavezinha do sucesso ali. Fabiana, muito legal, né? Eh, eu acho que na verdade, né, eh, para onde nós vamos, né, eh, fazer, né, o que nós vamos fazer para melhorar o SAEB, há muitas possibilidades, né, e também muit certeza, mas eu acho que essa que a sua forma de fazer atual me parece muito adequada já. né? É uma forma que se se não se pagar esse ano, se pagará muito nos próximos anos para eles, né? É uma forma que você falou que me fez pensar, né? Às
vezes eu eu eu posso me inspirar Até na sua prática. Gostei, gostei de verdade. Eh, pessoal, dado aqui o tempo, estamos quase encerrando, né? Então, acabei dando voz só ao grupo três. Peço aí perdão, né? Mas eu recomendo que todos vocês aí levem paraa frente essas reflexões de hoje, né? Eh, peço aí que vocês tenham colocado esse link, né, dessa atividade lá no portfólio, tá? Que quem não colocou, coloque, né? Nós já registramos lá. Preencham o portfólio referente aqui a Reunião dois sobre o SAEB, tá? E pessoal, mandei no chat para vocês o formulário do
queremos te ouvir, tá? da avaliação da reunião, tá bom? E aí vocês abram, preench o formulário, tá ali perto de nossa turma, é a turma B, tá? BD Bonitos, né? De belos. Vocês preencham aí. E eu recomendo, pessoal, fortemente que vocês preencham ali a parte dissertativa do formulário, né? Eh, expressando a sua opinião sobre o Roteiro, essa temática do SAEP, né? e a forma que é feito esse roteiro. Eh, porque os formulários, pessoal, o técnico da SED que faz o roteiro lê, né? Ele ele tem acesso, ele lê isso. Eh, quando vocês duvidarem que eles
leem, não duvidem, porque eles já mostraram pra gente o painel do Lucer Studio que aparece, os resultados ele eles formularam, né? Então, assim, é algo que é visto realmente, né? que é codificado, então não tenho medo de expressa sua Opinião aí, tá? Até porque é anônimo, tá? Então, pessoal, eu vou aqui encerrando com vocês os últimos minutos aqui. Gente, esse material aqui no final eh tem algumas referências sobre o SAEB, tá? E também algumas coisas colocadas lá no na primeira jornada, né? Especialmente essas escalas e matrizes, tá? a escala de proeficiência e a matriz de
proeficiência, tá? Aqui, pessoal, um lembrete sobre o Enem Paraná, né? Aquele aplicativo que Os alunos podem entrar para fazer questões simuladas, né? Também videoaulas bola Paraná para o Enem, tá? Recomendo. Daane, pode falar. Eu tentei entrar para dar uma olhada como é que funciona. Não libera pra gente. Eu não consegui, pelo menos. Não sei se alguém conseguiu. E eu entrei uma vez, Dayane, mas eu Você conseguiu porque eu tentei, tentei e eu achei que fosse até bloqueio, então às vezes algum problema aqui. Então, mas eu Vou tentei várias vezes, mas vou tentar de novo e
vou tentar me informar também para te trazer uma opinião, né? Porque se tá aí é pra gente usar, né? E me parece bem hoje. Então eu vou tentar eu entrar e também vou buscar para você informação, tá? Daane foi com a escola. Foi, foi pior que foi, foi num que só tem @escola ainda, mas pode ter sido as outras vezes trocou de e-mail e aquele dia, só se for várias problemas reiterados, assim, que eu já tentei Várias vezes, até agora eu não consegui. Eh, aí eu pensei que fosse só pro aluno, agora que eu li
ali que tem é acessível para pra gente, até pra gente conhecer o que como é que tá lá mesmo. Eu eu lembro que eu entrei da uns meses atrás, mas não mexi muito. Vou tentar dar uma olhada nisso aí, pessoal. Então aqui eh a gente vai encerrando. Eu passei aqui, pessoal, rapidinho, né? Mas isso aqui é só um lembrete, tá? Caso você tenha feito aí uma uma implementação na última Jornada do ano passado ou na préjornada desse ano, vocês podem se inscrever, tá? Para apresentar o trabalhador de vocês, tá? Eh, no próximo congresso do Formadores,
tá? Caso alguém tenha interesse, é esse link aqui que está colocado nesse slide. E vamos aqui agora encerrando, tá pessoal? Vamos aqui tirar o nosso print, né, para encerrar a nossa reunião aqui. Vou enviar lá no nosso grupo print todo mundo aí, câmera aberta dando um sorrisinho. Vamos lá, pessoal. 1 2 3 e beleza, pessoal. Tirei aqui o print. Muito obrigado. Bom descanso para vocês. Boas aulas. restinho da semana.