o olá e aí tudo bem espero que sempre prontos para mais uma aula é isso aí então nessa e qual o nosso assunto álvares de azevedo álvares de azevedo é o grande representante da segunda geração romântica que a chamada geração bairone ana da geração do mal-do-século ultra-romântica mas antes de um continuar eu vou pedir a vocês se não é inscrito que se inscreva no no canal curte isso daí no vídeo tá certo ativa o sininho para receber as notificações sempre gente está postando livros bastante interessantes que vão agregar bastante coisa aí para vocês nesse processo
de conhecimento de estudo e divulgue nas redes sociais beleza então tá volta ao vou deixar o devedor como eu falei ele é romântico e tem uma aula que eu falo sobre o romantismo falo das características românticas tem uma outra aula que eu falo sobre a pô é romântica e a divisão das três gerações a primeira nacionalista indianista a segunda que lhe pertence a bairro juliana ultra-romântica do mal do século e a terceira que a social condoreiro ana eu vou deixar aqui na descrição do vídeo os dois links a do romantismo das características do romantismo e
da divisão do romantismo e poesia o que é a cada um deles vale a pena assistir e aí sim ir para álvaro josé álvares de azevedo olha a foto dele ali morreu super jovem vamos conhecer a vida dele manuel antónio álvares de azevedo nasceu no dia doze de setembro de 1831 em são paulo e ele faleceu em 25 de abril de 1852 faz uma conta rapidinho aí isso mesmo 21 anos no rio de janeiro foi um escritor da segunda geração romântica contista dramaturgo poeta e ensaísta brasileiro o filho de inácio manuel alvares azevedo e maria
luiza motta azevedo passou a infância no rio de janeiro onde iniciou seus estudos voltou a são paulo em 1847 para estudar na faculdade de direito do largo de são francisco onde desde então ganhou fama por brilhantes e precoces produções literárias destacou-se pela facilidade de aprender línguas espelho espírito jovial e sentimental álvares de azevedo quando ele tava com ele teve um antes ele teve uma vida assim muito marcada pela morte a morte do pai aí a gente foi para faculdade teve a morte de alguns amigos que estudavam junto com ele e quando ele tava com 20
anos ele teve como que uma obsessão pela ideia da própria morte é consumo anjo tivesse descido edito a daqui um ano você vai morrer ele começou a escrever ele escreveu cartas para mãe sua avó minha mãe quando eu morri' se você tem que ser forte a mãe desesperada né ele tá tudo bem não tá tudo ótimo ele mandava uma carta para irmã olha quando eu morrer eu gostaria que você confortasse minha mãe e a mãe meu deus que tá com tratamento tá bem e realmente ele tava a coisa foi tão séria que ele em vida
escolheu a frase que era para ser colocada na lápide do seu túmulo a frase era foi poeta sonhou e amou na vida um ano depois eu tenho iniciadas obsessão ele acabou tendo uma interit uma perfuração no intestino foi submetido a uma cirurgia estava melhorando ea tuberculose e ele morreu com 21 anos viveu muito pouco mas marcou marcou uma geração estamos aqui em 2020 estudando a vida desse escritor tá certo meus amores então vamos lá a minha história é fantástica é sim porém a meia a ele vai tratar a morte sempre com uma constante sempre como
uma solução para uma vida aflitiva que ele tava tendo duas coisas ele lamenta com a morte ele diz olha a morte vindo eu vou ficar longe da minha mãe da minha irmã de pessoas que eu amo e a morte chegando eu não vou ter conhecido o grande amor da minha vida porque ele não tinha ainda experimentado o amor verdadeiro descansem o meu leito solitário na floresta dos homens esquecida põe uma cruz e escrevam nela foi poeta sonhou e amou na vida lembra que eu falei aqui ó o verso que ele escreveu para colocar na lápide
do seu túmulo ok eventos olha aqui no mundo olha como cara era fantástico sabe como o cemitério uma floresta dos homens porque que os homens estão plantados ali a floresta dos homens esquecida é ali que as pessoas são esquecidas senão pelos familiares lá eu lembro lembro do meu pai do meu avô da minha mãe daquele que foi mas com o tempo a pessoa vai indo outras gerações vem né ah eu sei que você se torna o imortal como foi o caso dele conseguir ele pertenceu a segunda geração romântica geração como eu falei bairro liana né
que foi influenciada por loja de bairro ultra-romântica excesso de romantismo com muito subjetivismo um grande pessimismo certo e temos que lembrar que os integrantes dessa geração que uma tendência romântica dessa tendência romântica olhavam e levavam vidas boémias e 10 regravadas o que fez grande parte deles contra a tuberculose era fé ah tá era o uso de ópio era falta de cuidado zip correu aí na leva vítima de tuberculose a morte constitui o tema de grande parte dos poemas de álvares de azevedo acabei de falar isso para vocês um paradoxo é que sendo ele poeta dos
versos sombrios e cinzentos ele foi também que entrou do seu humorismo da poesia brasileira devido a irreverente ironia de um dos seus poemas como o famoso namoro a cavalo a lagartixa nós vamos ver os dois na verdade eu vou comentar daqui a pouquinho com vocês que ele o próprio alvares azevedo disse que ele é ariel e caliban ariel e caliban são duas figuras mais personagens da obra a tempestade de william shakespeare a face do bem e a face do mal imagine alguém que tá sabendo tipo vou morrer não posso fazer eu vou me reconciliar com
todas as pessoas com quem eu briguei eu vou procurar a fazer coisas boas caridade ajudar o próximo é aproximar de bem ariel aí eu vou viver tudo que eu não vivi eu vou me drogar vão me prostituir eu vou aproveitar a vida de uma forma desregrada e maluca vou morrer mesmo caliban então a gente vê na produção dele esse lado ariel e caliban tempo todo mas eu chego lá agora é a hora de perceber esse humor e essa ironia eu vou primeiro chamar o poema a lagartixa olha as foto a lagartixa ao sol ardente vive
o que fazendo o verão o corpo espicha o clarão dos seus olhos me da vida tu és o sol e eu sou a lagartixa a pessoa que ele ama eu só ele a lagartixa amo-te como vinho e como sono tu és o meu corpo e amoroso lento mas eu néctar de amor jamais es go o travesseiro não há como o teu peito posso agora viver para coroas não preciso no prado colher flores e gre-nal engrinaldo melhor a minha fronte nas rosas mais gentis de teus amores vale todo o ar em a minha dela mas ele
ama tanto ela vale por todas as mulheres lá em fazer medi tozzo ela capricha viva o sol dos seus olhos namorados como ao sol de verão a lagartixa gente ele escolheu os a lagartixa e ela o sol olha como ele coloca de uma forma humorística certo quem que vai criar uma lagartixa como representante de si mesmo álvares de azevedo fez isso namoro a cavalo gente os poema é muito pra caminha e e tem como que uma história tá vamos ver eu moro em catumbi mas a desgraça que rege minha vida mal dada pus lá no
fim da rua do catete é a minha do cinema namorado então ele mora no catumbi ela mora no catete lugares bem distantes alugo 3 mil réis por uma tarde um cavalo do trote que esse para ela ele alugou um cavalo que ele queria uma vela sobre alguém meus olhos suspirando a minha namorada na janela estou aluguei um cavalo tal pela sua para ela me olhar para suspirar me vendo todo o meu ordenado vai se flores o verão em lindas folhas de papel bordado onde escreva o trémulo amoroso algum verso bonito furtado que você não é
dele que pegou de alguém mas se inscreveu para ela mandou flores gastou muito dinheiro com ela o morro pela menina junto dela nem uso suspirar de acanhamento se ela quisesse eu acabava história como toda comédia em casamento sem dormir ontem tinha subido que desgraça lembra que ele alugou o cavalo eu e a trote em inglês ardendo em chamas é mas lá vai senão quando uma carroça minhas roupas tá pwes encheu de lama ele tava indo com cavalo veio uma carroça que joga lama todo em cima dele eu não desanimei se dom quixote no rocinante erguendo
a larga espada nunca voltou de medo eu mais valente fui mesmo sujo ver a namorada mas é isso que não passar pelo sobrado onde habita nas lojas minha bela por ver-me tão lodoso ela irritada bateu-me sobre as vendas na janela tava tudo cheio de lama ela foi irritada com aquele tipo como é que ele vem me ver e ela bateu a janela o cavalo ignorante de namoro entre dentes tomou a bofetada arrepia-se pula e dá-me um tombo com pernas para o ar sobre a calçada dei um diabo os amores escovado meu chapéu que sofreram e
desde as pernas corrido e cabisbaixo e berrando de raiva como um bode olha comparação circunstância agravante a calça inglesa circunstância agravante a calça inglesa rasgou-se no cair de meio-a-meio o sangue pelas ventas me corria pelo nariz em paga do amoroso devaneio quer dizer ele foi ver ele amor e o que que aconteceu com ele só se ferrou ou seja o amor que não tá trazendo página espírito que tá só trazendo problemas para ele entender é álvares de azevedo que cantou amor ele também teve essa veia outro elemento constante as suas poesias é a mulher e
aí a gente vai dois tipos de mulher dentro das suas produções a mulher virgem bondosa amada ea prostituta ordinária aquela que não presta além dessa dualidade da mulher e também trabalha com patriotismo e o saudosismo da infância envelope bem menor escala tá tem também o satanismo obrigado a morbidez e a rebeldia lembra de caliban muito bem e aqui eu tô trazendo pra vocês um outro dado dele que álvares de azevedo ele foi vitimado pela tuberculose isso já tinha falado e ele é patrono da cadeira 12 da academia brasileira de letras a legal tinha que ser
mesmo né lembra do ariel e caliban então tá são as duas figuras da da peça a tempestade joelho william shakespeare e eles representam o que o bem eo mal certo e aí ele próprio é ariel e caliban a sua produção é ariel e caliban na obra de álvares de azevedo ariel representa a primeira fase então ele tem um livro chamado a lira dos vinte anos e a dividida em primeira segunda fase e uma terceira que é uma retomada dessa é a primeira e a segunda fase concentra aí a primeira fase ela digita do amor puro
casto inocente uma idealização da mulher a parte de ariel tá então olha lá nessa fase representada principalmente pela primeira parte de lira dos vinte anos a mulher é retratada de uma forma bela pálida e olhos claros de acordo com os moldes europeus e ainda idealizada como uma virgem pura e angelical o amor nessa primeira fase também é idealizado é uma das únicas coisas na vida pela qual se vale a pena viver sofrer ou morrer diferente no amor a cavalo né que a gente viu a fase de caliban é representada pela melancolia pela morbidez por componentes
do mal do século e a gente vê isso na segunda parte da lira dos vinte anos a em poemas como idéias íntimas expressar o outros e ainda na peça teatral macário e percebe como alter ego dele tá do álvares de azevedo é história de uma estudante que vai para são paulo para estudar então a gente percebe muito dele e noite na taverna que é um livro de contos em que estudantes bêbados estão ali numa uma taberna rodeado de prostitutas e cada um deles vai tomar a palavra e vai contar escola histórias escabrosas que viveu tá
é matou mas tem uma mulher eu matei um homem porque foi amante da mulher dele e cada um vem relatando essas histórias e noite na taverna tá conhecer um poema mas um poema dele ela ela ela ela vejo como não vai ter idealização aqui ela ela murmurei tremendo e o eco longe morou com ela eu a vi minha fada audi cura a minha lavadeira na janela gente romântico não fazer isso a mulher mostrando que a mulher vai ser a lavadeira não era idealizada não que uma lavar eu não mereço todo respeito né as claro que
merece mas o romântico não trabalhar nesse lado então romântico sempre colocava aquela mulher com mãos macias puras e limpas que não estava trabalhar né pálida porque ficava lá sempre protegida do sol dessas águas furtadas onde eu moro eu a vi estendendo no telhado os vestidos de chita de chita enquanto romântico sempre ele é um super tava lógica sempre vinha com aquelas e das pontas as saias brancas eu a vejo e suspira namorado esta noite eu usei mais atrevido nas telhas que estalavam nos meus passos e espiar se o venturoso sono vê-la mais bela de morfeu
nos braços que ele vai devagarinho pelas telhas para poder esse piá lá dormindo ou dormir aqui profundo sono tira na mão o ferro de engomado como roncava é uma virose pura tá bom cabelo mais linda quase caí na rua desmaiado afastei a janela entrei medroso palpitar velho seio adormecido fui beijo de aula roubei do seio dela um bilhete que estava ali metido eu tinha um papel entre os e ódio certo pensei é doce página onde a alma dessa bolsa antes amores são versos dela que amanhã dê certo ela me enviar a cheio de flores a
deve ser um poema que ela tá fazendo para mim né ele vai me enviar trem de febre venturosa folha quem pousasse contigo neste seio como otelo beijando a sua esposa e o beijei a tremer do devaneio ela ela repetiu tremendo mas cantou nesse instante uma coruja abre cioso a página secreta ela daquele poema o meu deus era um rol de roupa suja e morreu por ser calota dando pão com manteiga as criancinhas se achou assim mais bela e o mais te adoro sonhando te a lavar as camisinhas e ela ela meu amor minha alma a
laura beatriz que o céu revela é ela ela amor morei tremendo e o eco longe suspirou ela tudo bem o lado brincalhão jocoso né assim como no famoso romance de betty é os sofrimentos do jovem oeste os personagens de obras azevedo apaixona-se perdidamente por mulheres casadas comprometidas ou por qualquer outra complicação que torna este amor impossível' o próprio obra já azevedo produziu alguns poemas intitulados ats e c reticências tá vendo a t reticências né achando nas reticências uma forma de dedicar o poema ou fazer a lusa a mulher comprometida mantendo-a no anonimato e sem arranjar
qualquer tipo de complicação vamos conhecer esse poema olha lá no amor basta uma noite para fazer de um homem um deus propércio amoroso palor me meu rosto ainda mórbida longo ideias me banho os olhos ardem sem som nas pálpebras doloridas convulsivo tremor meu corpo vibra quanto sofro por ti nas longas noites adoeço de amores de desejos e nos meus sonhos desmaiado passa imagem colups uosa da aventura eu sinto a de paixão erguer-se a brisa embalsamar à noite o céu sem nuvens e ela mesma suave descorando os alvacentos véus soltavam colo cheirosas flores vez pasir sorrindo
da mágica cintura cinto na fronte pétalas de eu sinto as nos lábios e de amor suspiro mais flores e perfumes embriagam e nos povo da febre em meu delírio em bebe na minha alma enamorada delicioso veneno estrela do ministério em tua fronte os céus revela e mostra mim na terra como um anjo que dorme pato imagem e teus encantos onde amor estendi nessa morena teresa cor-de-rosa meu amor minha vida eu sofro tanto o fogo de teus olhos me fascina o langor de teus olhos me em anguera enlanguesce cada suspiro que te abala o seio vem
no meu peito enlouquecer minha alma a vivem pálida virgem se tens pena de quem morre por ti e morre a mando da vida em teu alento a minha vida une nos lábios meus minha alma tua eu quero alto e sentir o amor na tua alma infantil na tua fronte beijar a luz de deus nos teus suspiros sentir as vibrações do paraíso e até os pés e joelhos crer ainda que não mente o amor de um anjo respira que eu posso na minha alma ser ditoso vem já tinha os cabelos soluçando e no teu seio ser
feliz morrendo vejam que graças a deus nós não temos uma mulher comum com uma lavadeira né nós temos uma mulher idealizada ele tá os pés dela ele a ama e com ela ele quer passar toda sua vida um probleminha que eu quero mostrar para vocês é se seu mousse se eu morresse amanhã é nesse poema que tem aquele verso que eu comentei é que ele escolhe a para colocar meu lápis do teu seu turno se eu morresse amanhã viria ao menos fechar meus olhos minha triste irmã minha mãe de saudades morreria se eu morresse amanhã
é tanta glória pressinto em meu futuro que aurora de porvir e que manhã eu perderá chorando essas coroas se eu morresse amanhã a mãe a irmã ele é um sofrer a sua perda ele deixaria de ver glória sou seu futuro que ele morreria jovem que sol que estava azul que doce nalva acorda a natureza mais louça não me batera tanto amor no peito se eu morresse amanhã se ele morresse logo ele também não conhecia o amor um amor verdadeiro não teria batido em seu peito mas essa dor da vida que devora a ânsia de glória
o doloroso fã a dor no peito emudecera ao menos se eu morresse amanhã então se ele morresse amanhã ele quer ir o alívio lembra que eu falei para vocês a obsessão da ideia da própria morte que ele chegou até escolher um poema colocando lá na lápide do túmulo dele a frase do lado dele então a obsessão da morte a morte haveria como e para sua dor mas a norte também traria algumas perdas beleza meus amores conhecemos álvares de azevedo conhecemos a sua produção e eu encerro essa aula agradecendo por vocês estarem aqui comigo assistindo peço
a vocês de uma olhada lá características do romantismo pois é curte esse vídeo compartilha e até o nosso próximo encontro