[Música] Oi pessoal Estamos aqui na quarta aula do nosso curso de terapia cognitiva comportamental para crianças e adolescentes agora nós vamos falar sobre como introduzir o modelo cognitivo então o modelo da terapia cognitivo comportamental para crianças e adolescentes bom a gente viu lá atrás que o modelo cognitivo é a base da terapia cognitiva comportamental e é como a gente vai usar para explicar e para identificar essa relação entre pensamentos sentimentos emoções e comportamentos então é muito importante para que todo mundo que passa pela terapia cognitivo comportamental compreenda Como que funciona esse modelo e como identificar
ele que vai ajudar a gente a identificar Quais são os pensamentos automáticos as crenças lá que podem ser disfuncionais estão aí influenciando em como a pessoa né se comporta em como ela se sente Então esse modelo cognitivo básico ele sugere aí que tem quatro fatores vinculados que contribuem para a dificuldades psicológicas esses fatores nessas variáveis são o funcionamento emocional a fisiologia a Biologia então o comportamento e a cognição a forma como a gente vai organizar isso fica um pouco diferente do que a ordem que está apresentada aqui Mas no geral Esses são os elementos aí
que estão dentro do nosso modelo cognitivo e que vão ser avaliados dentro do nosso modelo é cognitivo e cada fator desse então ele tem a sua influência ele individualmente faz a sua influência e a influenciado pelos outros em uma interação aí causal Então esse é o aspecto da terapia cognitivo comportamental que difere da terapia analítico comportamental como a gente viu lá na primeira aula na terapia analítico com a cognição e a função emocional ela não entra como uma causa por exemplo do comportamento ela entra como outro comportamento aqui na TCC isso tudo esses quatro itens
eles estão aí interagindo entre si e eles estão influenciando um no outro então por que que a gente tem que aprender sobre esse modelo aí cognitivo né O que a gente chama de modelo cognitivo a gente precisa descrever o tratamento de uma forma simples e sensível ao desenvolvimento essa é uma forma de se fazer isso então a gente adapta o modelo cognitivo e passa ele para pessoa para criança que a gente está atendendo E aí com base nisso a gente vai conseguir dar todo um segmento para intervenção tá todo um significado para intervenção porque o
conceito básico que a gente vai estar trabalhando então quando a pessoa se apropria disso consegue ter esse conhecimento isso favorece muito na motivação no engajamento do atendimento e até na evolução do caso então aprender um sobre o modelo cognitivo ajuda familiarizar os jovens né As crianças com um tratamento e desmistifica o processo então a gente sai dessa ideia da terapia como um bicho Sete Cabeças que meu Deus acontece algo na minha mente e o psicólogo aquela imagem que a gente tem muito comum da criança da pessoa deitada de vão psicólogo sentado e um novelo de
lã ainda os fiozinho saindo da cabeça da criança da pessoa e a psicóloga desenrolando tudo então a gente só é dessa ideia aí de que é só psicóloga que vai fazer essa magia e acontecer e a gente começa então a familiarizar a criança com esse tratamento ela começa a entender o porquê que as coisas estão sendo feitas e o que que tá acontecendo aí nessa relação E aí eu reconhecer que existe um esquema básico a partir do qual Entender seus sintomas o paciente se torna mais capaz de descrever seu problema e de estabelecer objetivos colaborativos
então conforme a criança vai entendendo conforme a criança vai entendendo então que que é possível ela ter essa compreensão o porquê que ela tá tendo esse sintoma esse sentimento ou porque ela tá tendo este comportamento inadequado quando ela vai acompanhando esse processo por meio da terapia porque a gente vai ensinando o modelo cognitivo ela consegue ela mesma passou a descrever o que que acontece com ela e ela mesma consegue estabelecer esses objetivos de alho então eu quero melhorar isso olha então eu quero trabalhar um pouquinho mais essa questão E aí não precisa dizer mas fortalece
aquilo que é a base da terapia cognitiva comportamental então que é do trabalho colaborativo então sempre estaremos fazendo todas as etapas de todos os processos de toda a intervenção sempre Pense nela como acontecendo em conjunto com a criança dela tem esse papel ativo dela participando do processo como uma uma força ativa e transformadora e não só como ela passiva e a gente ela só deitada na Divã e a gente só lá se enrolando a linha dos problemas a linha dos pensamentos dela então aqui por que que a gente né tem que fazer tem que aprender
sobre o modelo cognitivo porque esse sintomas então ao físicos emocionais cognitivos e comportamentais eles estão todos aí relacionados pela forma causal deles então que a gente viu ali no slide anterior todos eles aí estão um influenciando no outro de modo que isso a gente mudar em um a gente vê o reflexo em outros três a gente tem aí um padrão Aí cognitivo de pensamento muito negativo a gente vê mudanças então nos sintomas físicos que essa pessoa tem emocionar esse comportamentais se a gente tem comportamentos muito inadequados a gente vê aí mudanças que refletem no físico
no cognitivo e não emocional e assim por diante além disso a compreensão do mundo é um processo natural humano Então não é diferente a gente tentar compreender como que funciona o nosso mundo interno e aí é TCC o modelo da tá aí para tentar facilitar essa compreensão e reestruturação então às vezes esses processos aí que acontecem no nosso mundo eles são problemáticos e imprecisos e quando isso acontecem a gente tem que tentar ressignificar tentar compreender melhor tentar trabalhar com isso então quando as conclusões forem precisas então quando a gente tiver aí certeza a gente vai
conseguir resolver os problemas em conjunto então quando a gente chegar em conclusões desses sintomas dessa compreensão que que forem precisa a gente vai trabalhar com essa criança para resolver esses problemas Quando as conclusões forem precisas nós vamos ensinar a criança a chegar à conclusões adequadas Então se ela tem aí uma conclusão muito impreciso de que ela não vai aprender nada novo porque ela é incapaz de aprender algo porque ela é buga porque todo mundo acha que ela é o pai não gosta dela a gente vai ajudar ela a chegar uma conclusão mais adequada e por
meio desse modelo então a gente vai identificar que existem esses pensamentos aí que são umas crenças bem disfuncionais e aí vamos ver faz sentido Não faz são verdades não são o que que a gente tem aí Para comprovar isso e com base nisso a criança vai chegando aí a novas conclusões que são mais adequadas E além disso experimentos comportamentais serão usados para testar essas conclusões Então a gente vai fazer vai ter técnicas vai ter uso de estratégias aí que são comportamentais que é o lado comportamental da TCC que são para ajudar a criança ver na
prática Quais são as conclusões que ela vai tirar a partir desses experimentos Então não vai ser eu falando para criança que o pensamento dela não faz sentido que ela tem que mudar mas se a gente tentando experimentar fazendo que a gente levantamentos reflexões E aí ela mesmo chegando a essa conclusão de que talvez não seja tão Preciso aí esse esse pensamento Então vou dar uma modificada Então essas são alguns dos aspectos importantes do porquê que a gente tem que aprender sobre o modelo da terapia cognitivo comportamental ou então modelo cognitivo Além disso as crianças os
pais dos terapeutas eles precisam ter algum grau de consenso em relação ao que tá sendo fazendo o que tá sendo desenvolvido e trabalhado na terapia com base desse combate no nosso modelo cognitivo no que a gente começa a identificar Então como comportamentos problemáticos ou inadequados como coisas que precisam ser trabalhadas a gente vai conseguindo E aí lembrando colaborativamente a gente vai conseguindo alinhar e ter esse consenso então com os pais e com a criança se a gente tiver não tiver aliás esse consenso a terapia não vai ser muito benéfica não vai trilhar um caminho de
um desenvolvimento muito positivo Porque se os pais estiverem aí com uma demanda específica que não alinha com a nossa que não ali é com as crianças e os três tiverem falando três línguas diferentes de como eles interpretam identificam e pontuam isso isso vai dificultar para o desenvolvimento da terapia mas aí a questão nisso tudo é como adaptar e passar essas informações de forma compreensível para as crianças principalmente crianças pequenas então a gente falou aqui de um monte de conceito que para adulto já pode ser difícil de compreender muito mais quanto mais né identificar reconhecer Então
imagina como que isso não é complicado para as próprias crianças e aí o Jogo de Cintura do terapeuta infantil é ser criativo ser inventivo e conseguir fazer essa adaptação de uma forma que a criança consiga entender o que que tá acontecendo lá dentro dela E por que que ela está na terapia e o que que está sendo trabalhado na terapia Então embora possa parecer fácil não sei realmente se parece mas em alguns casos às vezes parece fácil é uma tarefa muito difícil de se realizar então fazer essa introdução é uma tarefa a terapia infantil em
si como um todo é uma tarefa complicada então quando falarem para vocês assim ah mas é para terapia só para brincar se terapeuta infantil é fácil é só brincar com a criança lembrem desse curso não é Tem coisa para caramba aí que a gente tem que aprender que a gente tem que introduzir depois aprofundar E aí nós como terapeutas temos que entender tudo isso e temos que ter o domínio suficiente para passar de uma forma que os pais também entendam e que a criança ou adolescente também então haja Jogo de Cintura a gente tem aí
que conseguir dar conta disso tudo e é uma tarefa bem complicada Mas tá tudo certo no final no final a gente consegue e conforme a prática for melhorando a gente for aplicando mais a gente for estudando for colocando em prática com as crianças com os pais nós conseguimos fazer isso ter esse Jogo de Cintura com muito mais habilidade do que logo no começo quando a gente está começando a atender mas também não é algo impossível de ser feito quando a gente é recém-formado quando a gente está começando a atender então uma forma de fazer isso
com as crianças é utilizar de diversos estratégias que vão aí ser bem mais lúdicas bem mais votadas ao brincar bem mais voltadas a passar a informação de uma forma ilustrativa do que através do Diálogo então a gente pode utilizar histórias jogos metáforas e aí adaptando de acordo com a idade da criança que a gente está falando fora isso com adolescentes crianças maiores a gente pode fazer uma introdução aí que é o paradigma né o modelo tradicional da do modelo cognitivo então a gente viu lá atrás que existe um modelo aí da análise do comportamento para
se estudar os comportamentos na TCC tem esse modelo aqui isso é o modelo cognitivo então nós temos esse modelo que a gente pode usar esse esqueminha para apresentar para criança mais velha né para adolescente e produto é assim mesmo a gente faz por medo do Diálogo a gente pode fazer por representação visual mas geralmente a gente mostra em formato de frequência ou em formato de tabela para que ele consiga depois até ir preenchendo identificando então o que que contém aí no nosso modelo cognitivo a situação que é o contexto o que aconteceu então ah qual
foi a situação que aconteceu que a gente vai analisou aqui minha mãe brigou comigo esse é o nosso contexto é o nosso situação o pensamento que ele teve é o nosso aspecto cognitivo aí então quando eu falei que quando a gente fala do aspecto cognitivo a gente tem uma ênfase muito maior no pensamento é porque quando a gente introduz o modelo cognitivo a gente introduz dessa forma mostrando a situação o pensamento associado a essa situação e aí isso vai influenciar então na emoção como a gente se sente e no comportamento na hora de falar sobre
a emoção você pode pedir para criança ou para o adulto com quem tiver atendendo relatar de duas formas relatar pelo um viés fisiológico então fisiológico o que ela tá sentindo no corpo e o nome era emoção mesmo então por exemplo Ah eu estou sentindo Então vamos dar uma situação aí minha mãe brigou comigo porque eu não fiz elas são de casa e foi o pensamento que você teve aí eu pensei que ela é muito chata que ela nunca me ajuda a fazer a lição de casa e eu nunca faço direito e a professora briga comigo
isso é uma criança já com repertório nossa criança que dê exemplo tá com repertório super evoluído conseguiu trazer todos os pensamentos Nossa por exemplo E aí o que você sentiu Quando você passou por isso e teve esses pensamentos Qual foi o sentimento que você teve Ah eu me senti chateado me senti com raiva Fiquei com muita raiva e como que você sentia essa raiva no seu corpo onde você identifica que essa raiva tava ai eu senti no meu rosto que ficou quente eu senti na minha mão que tava tremendo de novo nossa criança do exemplo
já tá praticamente de alta da terapia que relata tudo aqui então eu senti no meu estômago que apertou que parecia que tava tendo um pouquinho lá dentro do estômago E aí o que que você fez aí eu entrei no meu quarto Bati a porta então aqui no comportamento é o que o que eu fiz Então a gente tem aí quando a gente faz a sua descrição toda o modelo cognitivo E aí de novo você pode apresentar assim em esquema você pode apresentar em uma tabela ou você pode apresentar de outras formas mais criativas a gente
vai ver algumas de ensinar para criança sejam mais lúdicas o importante é que a gente ensine Primeiro de tudo né ensine isso para criança Então fale para ela olha algumas vezes acontecem algumas coisas e aí a gente começa a ter certos pensamentos essas coisas provocam pensamentos né gente e esses pensamentos eles podem fazer com que a gente sinta uma determinada emoção se sinta de uma determinada forma e acaba fazendo alguma coisa que muitas vezes a gente não faria se tivesse se sentindo diferente então quando a gente tá aqui na terapia cognitivo comportamental né quando a
gente tá aqui na terapia o nosso objetivo é tentar identificar quais foram esses pensamentos aí que fizeram com que eu me sentisse dessa forma e fizesse essa coisa então você ensina primeiro isso para criança e é aquele ponto que eu falei na outra aula então ensina a diferença entre pensamento e sentimento então o que que você pensou Pensei que estava com raiva tá mas isso é o sentimento que você teve veio alguma palavra quando você tava com esse alguma frase quando você tava com esse sentimento de raiva o que passou na sua cabeça como se
eu tivesse uma vozinha falando e aí a criança Ah eu pensei que a minha mãe é muito chata Ah então é isso é um pensamento a raiva a gente põe aqui ó na emoção que é o que você sentiu E aí a gente vai mostrando vai ensinando cada um desses aspectos então o pensamento a emoção e o comportamento para criança e depois que ela entender o que é a gente ensina vai para o passo né que acho que é o mais difícil que é o de ensinar Então ela a identificar Então vamos ver algumas estratégias
que a gente pode utilizar para fazer aí esse ensinamento nessas educação aí da do modelo cognitivo com crianças e com adolescentes então a gente pode utilizar livros de histórias ou figuras para ilustrar essa associação entre evento pensamento e sentimento então a gente pode mostrar para criança é um livro uma historinha que tá acontecendo E aí perguntar para ela o que que você acha que esse personagem tá pensando e o que que você acha que ele tá sentindo Porque você acha que ele fez isso ah olha só ele parece que tá chorando que será que tá
passando na cabeça dele e aí você vai fazendo esse diálogo essa reflexão com a criança mostrando aí livros e histórias você pode também fazer com que trazer uma parte da historinha e deixar uma parte em branco com de pensamento e aí a criança tem que pensar o que que o personagem daquela historinha estaria pensando e aí escrever no balão colocar as impressões dela o que que ela acha que aquele personagem tá pensando e assim por diante Então a gente vai estar sempre fazendo essas perguntas para orientar a narração quando a gente utiliza história ou então
quando a gente sua criança tem dificuldade de relatar uma uma situação em que ela vivenciou a gente pode trazer uma situação que a gente sabe que é parecida com contexto dessa criança e aí perguntar o que que ela acha que essa pessoa da história que a gente está contando Tá pensando o que que ela acha que essa pessoa tá sentindo que que ela acha que essa pessoa pode acabar fazendo por causa desses pensamentos e desse sentimentos nós podemos também então não só uso de livros de histórias mais solicitar desenhos para essa criança então pedir para
ela mesma criar a historinha E aí a gente vai preenchendo essa criança ainda não é alfabetizada a gente escreve ajuda a criança escrever ou a gente pode pedir para ela desenhar e a gente inventa e só fala a história a gente pode pedir então para ela ao invés de falar ou escrever o que que é qual que é o pensamento ela desenhar o que que tá passando Dentro da Cabeça representar em forma de desenho então não só para a gente pedir que ela identifique por meio do desenho mas também para que ela expresse só uma
criança que tem uma dificuldade de expressar esses assuntos verbalmente seja porque ela tem pouco repertório para fazer isso então ela não tem conteúdo suficiente para elaborar uma resposta ou seja porque é algo sensível e ela tá tímida tá preocupa a gente pode fazer pedir para ela expressar isso por meio de algum desenho Então ela mesma vai e desenha o que ela acha que tá aparecendo na cabeça do nosso personagem ou na cabeça dela quando acontece determinadas situação uma outra é técnica que eu sugerida em alguns dos livros de terapia cognitivo comportamental é a de desenhar
então terapeuta desenha essa imagem aqui embaixo depois eu vou dar o zoom para ficar melhor mas desenha a imagem do bonequinho de palitos E aí você pode fazer o desenho assim sem um sexo específico ou você pode né ser um gênero específico você pode alinhar com o da Criança e aí ela tá segurando um balão aqui é para ser um balão como se fosse por exemplo um balão de festa E aí a gente desenha um balão do pensamento também que é onde a gente vai fazer essa esse treino da identificação você pode fazer então o
rosto sem expressão e a nuvem do pensamento vazia porque a ideia é que a criança vá Preencher esses pontos Conforme você for contando a história relatando então você pode contar uma história para criança que eu tinha a menina se for uma menina né tinha um balão muito bem dela sempre gostou muito de balão e onde ela foi passear com a mãe e achou um balão vermelho da cor que ela queria como você acha que ela se sentiu quando ela achou esse balão que a mãe comprou o balão para ela e aí você pode pedir para
criança falar você sentiu feliz tava animada Ah então vamos desenhar o rostinho dela é a criança vai e desenha o rostinho feliz meu Deus tá feliz gente tá feliz e aí o que será que passou na cabeça dela quando ela ganhou esse balão ah passou na cabeça dela que ela ficou muito feliz tem um balão aí a gente vai então vamos escrever aqui ó estou muito feliz tenho um balão e a gente faz esse treino com a criança se a gente for fazer o feliz a gente pode depois fazer também o triste então aí vamos
imaginar agora que ela tava lá com um balão vermelho dela que ela gosta muito e aí ela deixou o balão soltou né Soltou o balão e o balão subiu e aí ela perdeu o balão ai caramba o que que será que ela vai sentir quando ela perdeu o balão aí ela vai ficar chateada como que será que é o rostinho quando a gente está chateado aí a criança pode desenhar ou pode fazer a lágrima e o que será que passou na cabeça dela quando ela perdeu o balão Ah fiquei muito chateada porque perdeu o meu
balão e aí a gente faz é só representação aí por meio do desenho pode ser um desenho mais simples como esse daqui pode ser um desenho mais elaborado pode ser como a silhueta mais próxima quando a criança então você é uma menina com o cabelo e aí ela só O que vai ter no rosto que tem no balãozinho da do pensamento pode ser uma imagem de algum de algum personagem que ela já conheça a gente adapta uma história que já existe nesse contexto então o processo é esse conta a história Pet que a criança complete
desenha Então a gente vai sempre estar aí envolvendo a criança em todas as partes da história então em todas as partes aí da historinha desde tipo ah olha é uma criança ela gosta muito de um balão você gosta de balão Ah então mas ela gosta você gosta de qual você gosta de Balão Azul ela gosta de vermelho ela também gosta de azul e aí você vai sempre que tá contando a história pedindo essa opinião da criança perguntando o que que ela acha fazendo ela participar aí a gente divide os componentes da situação cognitivo e emocional
em termos simples e concretos então lá no exemplo do nosso bonequinho né que tava lá com o balão na mão então vou representar aqui de novo então a gente quando vai contando essa história a gente conta de uma forma simples e concreta ó ela gostava muito de um balão E aí a mãe dela foi lá e comprou um balão vermelho que ela gostava muito simples não preciso colocar toda uma narrativa de um livro de 20 páginas E aí essa situação E aí aconteceu que ela perdeu esse balão a gente pode primeiro dar o modelo e
é contar uma outra situação para criança completar ou a gente já pode fazer isso em conjunto com ela então ah ela perdeu o balão porque o balão saiu voando e aí ela ficou muito chateada ó vamos desenhar aqui o gostinho chateado e ela pensou caramba queria ter o meu balão de volta e aí a gente nesse caso a gente já deu exemplo E aí mostrou situação cognitiva né o que ela pensou e o emocional que é o que ela sentiu a gente vai fazer aqui por parte do desenho no rosto a gente pode fazer dessa
forma e aí a gente pode também depois chegar e dar o modelo para o uma outra uma outra situação para criança agora completar aí no outro dia a mãe dela foi levar ela para passear e achou de novo um balão vermelho e comprou como você acha que ela se sentiu agora como se acha o que você acha que passou na cabeça dela quando ela viu que ia ganhar um balão vermelho novo e aí nesse caso a criança quem vai lá e preenche o conteúdo então isso aqui ajuda esses pontos representam indícios aí sobre a natureza
da terapia por meio do desenho porque a criança vai estar aprendendo por meio do desenho esses conteúdos super complexos e super difícil de muitas vezes para a gente que é adulto e que para elas vai estar sendo representado de uma forma muito mais lúdica e muito mais acessível para compreensão então isso resume a história juntando seus componentes e faz um desfecho mais simples então a gente foi ensinou tudo para ela pega todos os componentes engloba no resumo e mostra para criança Ah então Olha viu a gente viu na nossa história que a criança a nossa
menininha aqui ela gosta muito de um balão vermelho e aí quando ela conseguiu o balão que ela gostava muito ela ficou muito feliz quando ela perdeu o balão que ela gostava muito então quando aconteceu alguma coisa que não era muito boa para ela que ela achou que era ruim ela ficou triste e aí ela ficou chateada ela chorou aqui né a lágrima ela chorou e ela pensou assim caramba eu queria muito ter o meu balão de volta eu queria muito não ter perdido meu balão aí você viu só que o que aconteceu aqui ela ter
perdido o balão fez com que ela pensasse que ela tava muito chateada porque ela gostava muito do balão vermelho dela E aí ela se sentiu triste e começou a chorar ou ela se sentiu triste e pediu para mãe da colo para ela ou ela se sentiu triste se jogou no chão então às vezes a gente acaba fazendo algumas coisas porque a gente tem aí uns pensamentos e um sentimentos que não deixa a gente muito bem então ela se sentiu triste não precisa da sua vozinha a gente pode usar uma voz menos infantil Mas é isso
ela se sentiu triste porque ela perdeu o balão dela E aí ela foi e se jogou no chão ela ficou pensando que ela queria o balão de volta que ela tava muito chateada porque tava sem o balão e ela acabou se comportando dessa forma Então como o que passa na nossa cabeça e o que a gente sente no nosso corpo também é importante da gente saber e aí assim a gente tá fazendo esse introdução aí do modelo cognitivo então no segundo momento a gente vai mostrar que os pensamentos e os sentimentos mudam de acordo com
essa situação então quando a gente fez isso de mostrar para ela que ai olha você viu quando aconteceu alguma coisa ela ficou feliz aí aconteceu uma coisa diferente ela ficou triste a gente já tá fazendo isso então gente revisa o evento o sentimento e o pensamento para ajudar a criança a discutir a diferença entre esses três elementos a gente vai pegar com a criança e vê se ela já consegue identificar a gente vai ensinar vai mostrar né E aí vê se ela já consegue identificar aí quais são as diferenças entre esses três elementos aí na
situação que a gente está analisando Então qual que é a diferença e aí aquele ponto que a gente falou entre o pensamento e a emoção Ah E aí qual que é a diferença entre a situação O que é o que acontece fora né e como eu me sinto por dentro então pensamento e o sentimento a gente vai abordando isso com a criança e mostrando para ela que existe aí então uma ligação entre esses eventos sentimentos e pensamentos e que a gente pode ter sentimentos e Pensamentos que mudam de acordo com a situação quando ela ganhou
um balão ela teve um evento que foi ganhar o balão que deixou ela muito feliz e muito e pensando que ela tava muito alegre que ela gostava muito do balão dela então a gente coloca lá e mostra para criança Olha viu na cabeça dela que ela gosta muito de balão que ela tá muito feliz que ela ganhou um balão novo que ela queria muito esse balão no emocional dela no dentro dela também tem passando que ela ficou muito muito feliz e aí a gente tem um sentimento e o pensamento e estou muito feliz ganhei um
balão que eu queria e a gente vai fazendo essa ligação a gente vai mostrando que isso assim interfere que isso sim influencia e que um determina no outro a gente vai também questionar para permitir que a criança surgira aí um pensamento emocionalmente significativo para a situação então quando a gente faz a parte da criança colocar a opinião dela preencher e pontuar o que que ela acha que poderia estar no balãozinho do pensamento qualquer o rostinho que a gente ia desenhar consentimento isso faz com que ela é tenha esse senso aí de começar a identificar e
colaborar mais da atividade e a gente vai perguntar sobre quais desses fatores ela tem mais controle ela acha que ela controla o evento que acontece no que ela sente ou que ela pensa E aí com base nessa resposta dela a gente já sabe como que ela entende toda essa dinâmica dos pensamentos e dos sentimentos e a gente vai enfatizar que nós dois né a gente o terapeuta e a criança vão trabalhar para desenvolver novas habilidades de manejo cognitivo e comportamental Ou seja a gente vai trabalhar a gente vai mostrar para essa criança que a gente
vai trabalhar para conseguir ter pensamentos mais legais que dão mais certo que ajudam e ter comportamentos que também ajudam e são mais adequados outra abordagem utilizada é a do losango de associações aqui ele faz muito uma metáfora com um campo de beisebol mas muitas vezes em alguns casos a criança pode não conhecer um campo de beisebol então a gente pode utilizar só essa representação aqui do losango E aí o objetivo é ensinar sobre pensamentos sentimentos comportamentos e situações nosso modelo cognitivo só que aqui não tá precisando colocar em uma forma estruturada de tabela a gente
vai utilizar essa representação gráfica então cada componente do modelo é simbolizada por uma aqui das bases do Campo E aí a gente vai ensinar que as crianças vão superar aí os obstáculos do registro base por base elas vão identificar os sentimentos por exemplo que aqui Aí elas prosseguem para registrar as Sensações aí elas vão registrar os comportamentos e vão registrar os pensamentos Associados a essa Sensações a esse sentimentos depois que ela completar então preencher todas as passar por todas as suas bases aqui do nosso losango a gente vai explicar que ela precisa cobrir todas essas
bases junto com a gente então a gente vai estar lá em um trabalho colaborativo com essa criança para abordar todas as bases Porque sem ela sem uma delas o nosso campo de beisebol nosso losango ele fica incompleto Então a gente vai ter que passar por todas essas bases e que a gente vai fazer isso junto com a criança a gente vai ajudar ela a passar por elas com adolescentes já é diferente então a gente viu aqui muito uso do lúdico né então a gente usa desenhos a gente usa representações gráficas a gente usa histórias porque
estamos falando de crianças que muitas vezes não possuem aí um repertório né Elas não tem habilidades de comunicação suficiente para falar sobre emoções sentimentos quando a gente está falando de adolescentes é mais comum a gente utilizar Aquele modelo lá que é utilizado com os adultos então fazer em forma de tabela fazer em forma de esquema mesmo visual E aí o adolescente vai preenchendo vai relatando e a gente vai conversando e fazendo as associações então é feito igual com adultos geralmente após o processo de avaliação ter sido quase ou completamente finalizada então passando avaliação inicial de
coleta de dados a gente já vai começar a fazer a introdução do modelo cognitivo que como ele é a ferramenta que a gente mais vai estar utilizando durante a terapia cognitiva comportamental a gente precisa né que ele tá aí dentro da nossa concentração de casa então a gente precisa introduzir logo no começo do processo terapêutico para que os adolescente vá dominando aí essa teoria vai dominando o que que contém dentro desse modelo então a gente vai apresentar o modelo explicar e exemplificar mesmo processo com as crianças mas aqui pode ser muito mais utilizado ainda fala
e a gente pode utilizar dos problemas que o próprio jovem traz como parte da descrição do nosso modelo então a gente vai utilizar o que ele mesmo já trouxe de situações que ele passa que ele identifica como problema e é isso faz com se relacione mais com esse processo né faz com que ele se sinta mais envolvido no processo de entender esse modelo cognitivo e a gente vai apresentar o foco cognitivo e comportamental de forma simples refletir sobre Quais que ele acaba tendo com o controle ele tem mais controle sobre o cognitivo dele ou ele
tem mais controle sobre os comportamentos dele o que ele é opta por acabar fazendo E aí de novo a gente tendo essa resposta a gente consegue já identificar como que esse adolescente interpreta seus pensamentos como aquele que interpreta seus comportamentos Ele acha que ele não tem controle de nenhum dos dois porque para ele ele não consegue controlar o que ele faz ou ele acha que ele consegue controlar o que ele pensa mas não que ele faz ou ele consegue perceber que ele tem um controle maior sobre o que ele faz e Menor dos Pensamentos porque
a gente tem pensamentos automáticos que vem a gente nem percebe ou às vezes pensamentos que a gente não quer ter mas que estão lá como se estivesse falando no nosso ouvido então a gente pode fazer a gente vai identificar e pontuar essas questões com os adolescentes de uma forma mais didática claro né para não ser uma conversa maçante e chata mas bem mais próximo de como a gente faz com os adultos e aí uma metáfora que é utilizada é a metáfora do telefone então a gente pode desenhar lá as colunas né então de igual gente
eu no esquema situação sentimento e pensamento que aí a criança vai o adolescente né vai preenchendo aqui conforme a gente for apresentando a situação e a gente apresenta essa situação aqui Suponha que você esteja em casa telefone toque essa metáfora do telefone ela é muito utilizada a gente pode adaptar porque hoje em dia muitos casos não tem por exemplo telefone fixo então a gente pode adaptar e colocar essa mãe recebe uma ligação ou então o seu celular toca E aí dependendo do contexto que a gente vai usar aqui a gente vai modificando você recebe uma
mensagem então vamos usar inicialmente a do telefone que toca Então você tá em casa e o Telefone Toca aí a gente registra aqui na situação né coloca aqui na situação que o telefone tocou e aí a gente vai relatar todos os sentimentos que poderia se ter com relação ao toque do telefone após ficar feliz posso ficar normal pode ficar tranquilo posso ficar triste posso preocupado nervoso calma e a gente vai lotar também sobre quem poderia ser ah poderia ser minha mãe poderia ser meu pai poderia ser meu tio poderia ser meu namorado poderia ser minha
professora e aí depois que a gente completar Então essas três colunas Então a quem que qual que é a situação como que eu iria me sentir qual pensamento que eu tiver pode ser minha mãe pode ser meu pai pode ser minha tia a gente vai começar a associar os pensamentos e sentimentos então a gente explica que cada pensamento ele modo sentimento de uma forma diferente então a gente vai perguntar para ela se você achar assim que quem tá ligando é a sua professora e aí ela vai ter um sentimento diferente agora se você achar que
quem tá ligando para o namorado aí ela vai ter um sentimento diferente então a gente vai ensinar que nem todas as explicações são funcionais ou corretas então por exemplo se você achasse que era sua professora ligando para fazer um relato negativo sobre você mas na verdade fosse um vendedor Então nem sempre o que a gente já deduz que já veio no nosso pensamento é o que tá com dizendo com o que a realidade então se for a minha Se for minha professora eu vou ter um sintoma diferente vou ficar ansioso preocupado porque ela tá vindo
falar alguma coisa mal de mim só que a realidade pode ser uma amiga da minha mãe pode ser um vendedor se for meu namorado eu vou ficar feliz vou ficar animada com o Telefone Tocou porque né gera uma expectativa diferente mas pode ser um colega do trabalho do meu pai então isso tudo vai se modificando conforme a gente vai vendo que a situação também se altera Então dependendo da situação eu tenho um pensamento eu tenho uma emoção se isso altera essa situação eu tenho um outro pensamento eu tenho uma outra emoção muitas vezes o meu
pensamento não condiz com que realmente vai estar acontecendo então meu pensamento tá aí disfuncional E aí o que que a gente vai fazer a gente vai concluir explicando aí que na terapia cognitiva nós ensinamos os jovens a fazerem assim mesmo as perguntas melhores sobre as situações sobre funk então perguntas melhores sobre as situações que ocorrem em suas vidas para que eles não fiquem angustiados sejam pegos despreparadas então por exemplo quais são os pensamentos que ela pode ter qual que são essas perguntas né que vão passar aí na nossa mente que ela pode ter que é
mais adequada do que ela já ter o pensamento de que a professora ligando para brigar com ela então o exemplo aqui uma representação Desse exemplo que a gente deu situação o telefone toca em casa sentimento excitado feliz triste irritado preocupado calma E aí quais são os pensamentos Associados com cada um desses sentimentos Ah é meu namorado é um médico com notícias mais sobre a minha avó é uma amiga idiota da minha irmã é um vendedor é a professora é a polícia é meu colega uma fazendo uma pergunta então conforme cada uma daquelas pessoas que ela
definiu que poderiam estar ligando elas há um sentimento e a gente vai ver no que dependendo de cada uma dessas pessoas elas têm ela tem uma forma de pensar no que significa essa ligação e aí essa forma de pensar no que significa essa ligação traz uma sim um sentimento que é diferente ela tá certa Ela tá errada ela não sabe mas muitas vezes o pensamento dela vai colocar bem taxativo de que ela tá certa é aquela coisa que a gente chama muitas vezes de pensamento fatalista catastrófico então o telefone tocou eu já sei que é
alguém a professora ligando para falar mal de mim a escola mandou uma mensagem para minha mãe eu já sei que é para falar de alguma coisa que eu fiz errado e aí quando você vai ver a escola avisando que vai ter uma reforma e vai ficar sem ela por um dia então muitas vezes nossos pensamentos e não estão aí condizendo com a realidade eles estão sendo disfuncionais e gerando sentimentos que já deixa a gente é apreensivo a muitas a princípio muitas vezes sem necessidade Então essa dinâmica é para ajudar o adolescente até essa percepção E
aí um outro aspecto que a gente vai fazer aí com o modelo cognitivo é ajudar a identificar os problemas então é uma etapa que é importante inicial no processo porque porque a criança muitas vezes não sabe porque que ela tá na terapia né ela foi levada terapeuta né pelos pais ou para o encaminhamento da escola e ela não sabe necessariamente porque ela está lá ou ela está muito chateada e ressentida de ter que estar lá porque foi falado para ela que ela tá lá porque ela não se comporta então ela não vai estar a fim
de estar E aí a fim de tratar efetivamente os problemas de compor uma abordagem de tratamento colaborativa a gente né terapeuta criança deve informar um consenso sobre o problema então a gente pode utilizar o modelo cognitivo para ajudar aí a identificar Então qual que é o problema que a gente tem que resolver aí na nossa terapia e pode ressaltar para criança que não necessariamente quer dizer que o problema é ela pode ser alguma coisa que ela também está identificando que tem dificuldade e quer resolver então de novo é preciso criatividade pois muitas vezes é uma
tarefa que vai ser considerada muito tediosa e sem sentido pela criança e a gente não pode fazer parecer que eu falei uma casa só uma confissão da criança do que ela tem de ruim do que ela tem de negativo a gente não vai culpabilizar e criticar essa criança Então como que a gente vai fazer para ajudar aí na identificação desse problema com a criança muitas crianças não sabem aí o que o terapeuta faz ou que esperar da terapia então o que que a gente vai fazer primeiro explicar isso para criança muitas vezes ela chega achando
que é como um médico porque ela vai receber algum remédio vai ter que fazer alguns exames vai tomar uma injeção e aí quando ela chega na terapia ela vê que é totalmente diferente disso então Esse é um dos primeiros passos que a gente pode ter esclarecer equívocos é a primeira tarefa da apresentação da terapia a gente pode orientar os pais sobre como introduzir o que vai ser feito na terapia para criança mas de qualquer jeito a gente vai fazer isso são também é uma técnica utilizada é a carta caroterapeuta caro psicólogo caro ou E aí
pode pôr o nosso nome em que a criança escreve uma carta em que ela identifica os problemas as questões que ela vê como serem um motivo dela estar na terapia então se a criança consegue escrever a gente pode dar como uma tarefa de casa e pedir que ela escreva para a próxima semana contando sobre ela o que deixa ela feliz Quais são suas preocupações o que gosta o que lhe traz problemas se a criança não consegue escrever a gente pode fazer isso na situação por meio de conversa por meio de desenhos por meio de jogos
por meio de brincadeiras lúdicas de conta então nós vamos adaptando o importante é que promover sua reflexão com a criança de quais são os problemas que levaram ela terapia e conforme ela for trazendo essas situações esses problemas a gente vai encaixando lá no nosso modelo cognitivo para depois explicando para criança então às vezes é possível utilizar métodos tradicionais e às vezes a criança reluta em falar sobre o que ela pensa sobre o que passa na cabeça dela então sobre Esse aspecto cognitivo E aí a gente tem que ter jogo de cintura para conseguir fazer a
criança se abrir e relatar o que que tá passando aí nessa cabecinha dela que muitas vezes é como ela interpreta e esses problemas então a gente pode fazer uma lista dos problemas e aí operacionalizar os componentes né do nosso modelo cognitivo então emocionais fisiológicos comportamentais do problema a gente pode utilizar desse exercício com a criança muitas vezes iniciando com uma situação semelhante da que a gente sabe que ela passa e aí representando com bonecos e Ah então a nossa personagem tá com problema na escola O que que você acha que pode ser o problema dela
E aí ver se a criança traz alguma coisa parecida com a realidade dela ou a gente mesmo conduzir só para criança entendendo que a gente não vai estar com mobilizando a nossa personagem por ter problemas e aí ela vai se sentindo mais tranquila para falar sobre isso os jovens relutantes podem se distanciar do problema e de escrever em termos do que os outros estão fazendo a eles então é muito comum que muitas vezes eles não relatem o problema e sim coloquem a responsabilidade outra pessoa então a minha mãe é muito chata Ah porque minha professora
é muito brava Ah porque meus colegas que são chatos e aí inicialmente a gente aceita esse relato porque ele já é aí um indício de que a criança já tá começando a se envolver e isso vai ser algo que vai levar até o problema então a gente vai utilizar esse relato de novo sem culpabilizar sem punir a criança sem brigar com ela porque ela não tá falando que a gente quer ouvir a gente vai conduzindo isso aos poucos ela vai se soltando para relatar melhor qual quais são os problemas que a gente vai trabalhar então
a gente precisa explicar o propósito de identificar os problemas que é justamente para conseguir promover aí o aprendizado de um autoconhecimento para conseguir melhorar na nossa interação para conseguir a gente pode Alencar aí vários propósitos baseados com o que levou essa criança terapia a gente pode ir a gente deve iniciar do ponto de vista então do jovem e ir contribuindo com o nosso Então já não colocar o que a gente acha que é o problema e sim deixar ele primeiro ir relatando e depois conforme a gente for sentindo que o vínculo tá melhor a gente
vai estabelecendo aí também colocando o nosso ponto de vista a gente pode escrever os problemas e a gente demonstra que está escutando e levando a sério então conforme ele for falando a gente vai anotando e mostra Então vou anotar isso daqui tá Que eu acho que é importante então vou anotar Fala aí que a gente vai anotando para a gente não esquecer depois E aí também é importante demonstrar paciência e confiança então é um processo que não é legal porque é o primeiro contato que a criança vai ter com os pontos que talvez ela não
lida muito bem em si ou que ela não consegue muito bem identificar e Reconhecer mais a incomodam então a gente precisa fazer desse processo um processo de acolhimento então que ela se sinta confiante e que ela encontre paciência que ela saiba que ela não vai ser punida que ela não vai ser castigada pelo o que ela tá relatando ali bom esse foi uma passada em cima do que que a gente tem que fazer para ajudar a introduzir o modelo cognitivo para as crianças e para os adolescentes é uma tarefa difícil é uma tarefa complexa e
que envolve aí também a identificação dos problemas que são pontos muito sensíveis às vezes da criança querer abordar em si mesma Mas é uma tarefa de grande importância porque ela tá aí ajudando a gente a ter depois no norte do norte sendo Nossa intervenção na terapia cognitivo comportamental então em resumo só para lembrar os pontos principais que a gente vai estar identificando aí são a situação o pensamento que a gente tem decorrer dessa situação as emoções é a gente pode não só nomear as emoções como citar os sintomas fisiológicos e por fim o comportamento que
é o que a gente faz diante de todos esses acontecimentos Algumas crianças como a gente até viu nos exemplos Algumas crianças conseguem identificar primeiro melhora as emoções e depois os pensamentos depois os comportamentos então a gente pode ir utilizando o que for mais familiar para criança desde que a gente consiga mostrar que esse é o curso de raciocínio que um tá influenciando no outro Então essa é a aula de hoje e a gente continua depois muito obrigada