Olá pessoal dando sequência aqui a segunda aula do nosso primeiro módulo nós vamos para um bate-papo tem certeza que muito interessante para todos vocês sobre riscos cirúrgico Quais são os objetivos quando a gente solicita um risco cirúrgico quando e como solicitar E aí a gente vai quebrar uma barreira importante que é de quem que é a responsabilidade em relação ao procedimento Odontológico seja ele cirúrgico ou não A grande maioria das pessoas acaba pensando entendendo que quando eu solicito risco cirúrgico eu tô passando a responsabilidade para o médico toquei a bola né Será que de fato
é isso que a gente faz será Michel perfeito essa é uma reflexão que é eu acho que todo mundo deve fazer isso permanentemente tá principalmente é nossos alunos que estão às vezes iniciando uma carreira de imaginar que o Médico te dá autorização para operar aquele paciente de forma alguma né você como nós mencionamos anteriormente né Gustavo você é responsável pelo que você executa você conversar com médico pedir informações é fundamental para compreender o paciente mas a decisão Ela tá no cirurgião Ela tá no cirurgião dentista que vai tomar aquela decisão e vai arcar com as
consequências de qualquer complicação que aconteça obviamente se você trabalha de forma Multidisciplinar existem corresponsabilidades mas a responsabilidade principal é de quem executa o procedimento então ao final dessa aula isso vai estar muito claro para vocês então a gente vai ver o que é os objetivos quando e como solicitar e finalmente responder de maneira mais Ampla aí essa questão da responsabilidade que é tão importante quando a gente pega do ponto de vista conceitual o que que é um risco Cirúrgico né a Sociedade Brasileira de Cardiologia ela define aí para gente que é avaliação do Estado Clínico
do paciente e é indicado aí previamente a procedimento cirúrgicos ou determinados procedimentos sejam eles médicos ou odontológicos conforme padrões aí determinados pela sociedade médicas Então esse é o conceito de risco cirúrgico e qual que é o objetivo por que que eu solicito um risco cirúrgico na grande maioria das Vezes eu quero confirmar dados obtidos na minha anamnese No meu exame físico corroborando aí com tudo que foi falado na aula anterior eu posso requerer mais informações acerca das condições sistêmicas daquele meu paciente até para dosar melhor aquilo que a gente falou muito que risco benefício entender
melhor as condições daquele paciente e de certa forma nos ajudar a definir aí guydlines que possam também fazer a nossa conduta a nossa Prática ser mais segura e cada vez mais eficaz a gente evita um pouco a palavra protocolo né porque isso aqui não é muito receita de bolo existe guideline sim que são guias de condutas frente ao paciente ou a um grupo de pacientes mas a gente tem que saber sempre que o nosso atendimento o nosso tratamento ele deve ser sempre individualizado esse é o grande x da questão né Michel perfeito e é importante
a gente ressaltar que essa Conversa com outros profissionais Essa multidisciplinar multidisciplinaridade ela precisa acontecer e sempre de forma registrada e a gente tem formas de fazer isso né e muitas vezes alguns profissionais ficam perdidos em como fazer em qual terminologia poder utilizar então a gente colocou nesse guia também alguns exemplos né de como seguir para não ficar perdido na hora de fazer uma pergunta ao médico do paciente como ele tá conduzindo esse paciente Qual que é a condição sistêmica dele se o paciente relata que faz uso de algum medicamento e você imagina que ele pode
ter alguma interação com o seu procedimento eu posso fazer a suspensão desse medicamento por conta própria então muitas vezes as pessoas os profissionais se perguntam isso e ficam com essa dúvida Então quem prescreveu aquele medicamento para o paciente é quem é o detentor dessa possibilidade de suspensão ou não então não compete ao Cirurgião-dentista fazer a suspensão de um medicamento que um médico daquele paciente prescrever perfeito ele só suspende o que ele prescreve né perfeito muito bem colocado isso aí e é importante que as pessoas façam essa reflexão também até do ponto de vista ético né
Não só entre médicos e dentistas Mas entre colegas aí que muitas vezes acabam julgando uma determinada prescrição determinado fármaco e não sabe de fato as condições Daquele paciente Ou aquelas condições que aquele profissional se encontrava né então a gente tem que ter sempre tem que ter sempre fazer essa reflexão o paciente faz uso de um né alguma droga que interage com uma anticoagulação E aí o profissional suspende esse medicamento porque ele vai fazer um procedimento cirúrgico esse paciente evolui para um acidente vascular encefálico isquêmico por exemplo E aí aonde vai estar atrelada a responsabilidade a
primeira Pergunta é com que competência você suspendeu um medicamento que não foi você que prescreveu né que Michel tá falando é exatamente é aquela dúvida que muitos têm a gente vai discutir isso nos outros módulos que acerca por exemplo do aspirina paciente faz uso crônico ali é o famoso raleador de sangue né Assim que os pacientes costumam falar eu toma uma esparraleah meu sangue e é um anti-agregante plaquetário que às vezes o paciente faz uso de maneira crônica e Ali Às vezes o profissional acaba suspendendo para fazer uma distração Será que faz sentido isso ele
coloca o paciente diante um risco trombo simbólico uma velha um AVC uma velha ou um infarto sem necessidade né então a gente nunca suspende medicação de novo que não foi prescrita por nós E aí pessoal quando solicitar né em alguns casos é recomendável e até outros imprescindível Antes de iniciar o tratamento em paciente asa 2 asa 3 asa 4 A gente sabe que o asa 2 é aquele paciente controlado tem o a classificação no livro Como eu mostrei para vocês mas às vezes você quer entender um pouco melhor sobre o grau de controle daquele paciente
então não necessariamente por Ceasa 2 Teoricamente controlado que você não tem indicação de solicitar cirúrgica Às vezes pode ser recomendável sim eu costumo falar que o bom senso é uma coisa que a gente nunca peca pelo Excesso né É sempre bom então assim PEC pelo excesso pela vida do paciente de vocês troque ideia com outros colegas eu não tenho dúvida que isso só agrega em relação à conduta de vocês agora um detalhe importante né Felipe o seu risco cirúrgico ele vai ser extremamente completo e o profissional que vai fazer vai ter o zelo adequado muito
de acordo com a sua solicitação então se você não faz uma solicitação de forma adequada Não espere algo no nível que você imagina então isso é fundamental muito bom mexer a gente vai falar exatamente sobre isso Quando nós formos discutir aqui os casos que inclusive estão no livro então a gente pode solicitar em pacientes as três Lembrando que o paciente asa 3 é aquele descompensado na grande maioria dos procedimentos a gente vai solicitar avaliação médica para controle daquele paciente para que ele desça Praça Dois E aí sim a gente faz o Nosso procedimento eletivo de
maneira é programada com o menor risco possível então é muito pelo contrário que a grande maioria das pessoas imagina né então a gente reduz desce o paciente para a asa 2 controla a doença através das avaliações médicas dos controles médicos para que a gente faça o procedimentos seletivos Claro que eu não tô falando sobre as urgências né são um outro tema em relação às urgências odontológicas mas os procedimentos Seletivos que são aqueles procedimentos programados Aí sim a gente não precisa correr risco né E claro que procedimento sobre anestesia geral e também sedação endovenosa o risco
cirúrgica e ele é sempre solicitado não é isso Michel perfeito e como solicitar vai muito no que o Michel adiantou ali para vocês a gente vai colocar informações relevantes sobre a saúde do paciente o tratamento que a gente precisa realizar e quais Cuidados que a gente vai adotar então eu costumo falar que é basicamente contar uma historinha início meio e fim eu preciso contar a história daquele meu paciente eu preciso contar quais comorbidades ou doenças que eu identifiquei na minha anamnese Qual o procedimento que eu vou fazer qual anestésico que eu pretendo utilizar Quais cuidados
eu vou tomar ao longo de todo o meu procedimento E aí vai bater muito naquilo que o Michel falou que Essa relação até de mostrar para o médico que nós somos profissionais cuidadosos estamos Seguros em relação aquilo que a gente está fazendo e o máximo possível de informações não é fazer uma carta mas o máximo de informações possíveis Então você sabe qual o procedimento que você vai submeter aquele paciente explica para o profissional que vai te dar essa resposta o que você vai fazer como fazer que é um procedimento cirúrgico em qual Ambiente um ambiente
hospitalar um ambulatorial porque ele já compreende só nessa pequena frase quais são os recursos que você vai ter disponível para atender aquele paciente muda completamente o cenário e as intercorrências e a chance de você conseguir controlar uma intercorrência em um ambiente hospitalar um ambiente ambulatorial são completamente diferente pelos Recursos que você pode ter disponíveis se você vai usar uma droga Vou fazer sobre anestesia Que tipo de anestesia local e qual concentração dessa droga se ela tem um vaso Construtor qual concentração do vaso Construtor são informações fundamentais porque às vezes a área de atuação daquele profissional
que vai avaliando a sua solicitação ele utiliza drogas em concentrações muito diferentes da que você tá utilizando e que você tá pedindo então ele precisa compreender o seu cenário ele só vai compreender isso se Você passar as informações para ele ser boa É o risco cirúrgico é mais ou menos a meteorologia que o piloto do avião consulta antes de fazer um voo aquela previsão vai dizer mais ou menos como é que tá o estado do tempo porque ele saiba se ele vai primeiro voar e alvoir o que ele pode encontrar no caminho então eu gosto
muito desse tipo coisa sempre sempre vejo isso e é interessante assim que a decisão inclusive e mais interessante quando o Piloto sabe da meteorologia correta ele já avisa os tripulantes e os passageiros antes Olha é provável que ao chegar perto do destino tem algumas turbulências na expectativa ansiedade Porque pensa o pânico o pânico generalizado um avião pode ser um fator de forçado inclusive porque imagina você tem um piloto um copiloto e talvez uns três tripulantes lá Imagina isso conta conta Os passageiros quer dizer no final das contas quem manda deve ser o piloto mas em
número os passageiros tem Total comando avião Então você controlar a expectativa dos passageiros faz parte da segurança do voo então o cara quando avisa assim olha chegando perto do destino ali uma meia hora antes pode ter uma turbulência até para o paciente também saber então assim você faz um voo mais seguro se você consulta uma ciência que Meteorologia né assim como o risco cirúrgico é importante para o profissional saber o seguinte olha vai se tá trabalhando aonde os riscos pela avaliação do paciente é essa né E aí só um slide para consolidar tudo isso que
a gente está falando em relação a importância de mostrar para o médico que nós somos cuidadosos e ao mesmo tempo nós estamos Seguros diante aquele procedimento que a gente está encaminhando o paciente para ter mais Informações relevantes e é muito isso que o Michel Falou às vezes o risco cirúrgico vem vazio Exatamente porque você entregou a solicitação vazia então não espere um risco cirúrgico de maneira adequada sendo que você não encaminhou o paciente de maneira também adequada vão para o caso Clínico Boss lê pra gente aí página tá no livro página 34 e a gente
quer discutir o caso aqui com vocês a gente vai ler o caso 37 desculpa 1 isso caso Clínico [Risadas] com paciente ma gênero masculino 52 anos de idade com indicação de exodontia do 36 na anamnese informou ter diagnóstico de hipertensão arterial sistêmica diagnosticada quatro anos relatou o uso diário de medicação Atenolol que é um beta bloqueador para controle ao exame físico apresentou pressão arterial de 160 por 100 milímetros de mercúrio ao exame Clínico que é radiográfico Observou-se Ampla destruição coronária e presença de tratamento endodôntico caracterizando o procedimento cirúrgico aberto via não alveolar chega específico para
você aí qual que é a primeira conduta bonzão vamos lá vamos lá a gente colocou o slide aí na telinha para vocês com o caso Clínico também lembrando caso da página 37 do nosso Capítulo 2 e aqui eu queria chamar atenção para vocês de vocês em relação a tudo que é importante que deve ser Levado em consideração nesse caso Clínico para que a gente é aborde aí esse paciente maneira adequado Então vamos lá a idade desse paciente é relevante para a gente pessoal vai acompanhando aí no YouTube para gente Michel importante lembrar da idade que
é um dado não só cronológico do paciente mas estatístico também né perfeito então lembrar que se você o que que é estatística né para quem não não tem tanto conhecimento ou só ouviu a Palavra até hoje estatística é a maneira matemática de se prever o futuro então se você olha se você tá sempre a favor da estatística você pode inclusive errar mas você tá sempre do lado mais provável do acerto né então estatística é a chance de medir de vídeo muito bom então a idade não é só assim é mais ou menos velho não não
você tem 52 anos e tem esses problemas qualquer estatística em qual parte da estatística essa idade se Encaixa Então isso é muito importante não é um paciente jovem mas é um fator relevante aqui que a gente deve levar em consideração também então pessoal O que que a gente vai fazer aqui a gente vai passar de novo só reforçando com vocês as informações que são relevantes para determinar Nossa conduta E aí no nosso caso tá falando o seguinte o paciente transformou ele relatou que tem diagnóstico de pressão alta e hipertensão arterial sistêmica Diagnosticada quatro anos tá
ele faz uso diário da medicação o Atenolol que é um beta bloqueador Mas mesmo fazendo o uso da medicação a gente está vendo que ele não tem um controle dessa pressão arterial então ao exame físico aí a pressão de 160 por 100 milímetros de mercúrio e ao exame Clínico a gente observa aqui observou-se Ampla destruição coronária e a presença de tratamento endodôntico caracterizando um procedimento via não Alveolar Então olha que interessante a gente tá levando em considerações em consideração a idade do paciente uma condição sistêmica importante que mesmo o paciente fazendo o uso da medicação
ele não se encontra controlado e ainda eu já tô levando em consideração meu procedimento cirúrgico então eu tô levando em consideração várias coisas que são importantes para a gente definir o nosso procedimento a Nossa conduta né então a importância de se conhecer também cirurgia Assim como nós vimos ao longo do nosso último curso onde a gente falou muito sobre planejamento intercorrências a importância de visualizar sua cirurgia antes que ela aconteça para que você também traga para esse contexto Clínico as informações acerca do procedimento perfeito e lembrando que trabalhando em um ambiente ambulatorial Como caracteriza a
maioria dos consultórios Odontológicos e clínicas a gente tem a possibilidade de tratar um paciente classificado como Asa 1 e 2 né um paciente as A3 ele já não está mais configurado para ser atendido nesse tipo de ambiente deveria ser atendido no ambiente né hospitalar exatamente se tiver que ser atendido né se não for possível Vou retornar ele para as A2 para que seja né então performado atendimento em ambiente ambulatorial Perfeito Michel reforçando Aí pessoal que que o Michel falou para vocês esse paciente ele asa 3 porque porque ele tem uma condição sistêmica importante hipertensão arterial
sistêmica diagnosticada não controlada não compensada então ele não é mais um asa 2 reforçando de novo procedimentos ambulatoriais a gente vai fazer sempre com segurança em pacientes Asa 1 e ASA 2 beleza que esse paciente está com 160 por 100 aí vale Vale A reflexão ele está com a Medicação insuficiente ou incorreta Pode ser que ele em algum momento quando foi ao médico e que o prescreveu ele estava normotenso E aí com o tempo a medicação não foi adequada porque ele não voltou ao médico O mais importante Será que ele estava compensado e naquele momento
ele descompensou não interessa o que importa é que não está compensado no momento Ah mas ele Deve estar nervoso porque tá nos no dentista por isso que a pa dele ele subiu tudo bem o que no fundo se você coloca ele Na cadeira e for operar Você sabia disso Sim e se ele tá 160 antes sentar irmão quando ele quando dá um anestésico sente alavanca ouve o motor a dor atenção aí aí o céu é o limite Então você já começa o jogo levantou é difícil de retornar depois e ainda um paciente que pode não
estar aderindo ao tratamento de maneira Adequada né o controle da Hipertensão a gente sabe que é extremamente complexo Exatamente porque é uma doença silenciosa que não causa dor na grande maioria dos pacientes não causa sintomas nas grandes na grande maioria dos pacientes A não ser que né seja um estágio mais avançado paciente acaba não tomando a medicação de maneira adequada E aí a gente não tem como realmente saber se ele não tá aderindo ao tratamento ou se essa é pressão dele não Tá sendo controlada apenas com esse medicamento também né o controle desse tipo de
doença requer um auxílio eminente do paciente né Depende dele e muitos desses pacientes fazem uso dessas medicação durante anos décadas chega o momento da vida e isso É frequente a gente observar o paciente cansa a gente tomar um medicamento cansei dessa rotina não quer é exatamente Por que você não tomou o medicamento não cansei desse medicamento ele não tem uma justificar Ele não quero mais tomar e aí a gente tem um problema né isso o paciente não toma ele regularmente no horário todo dia no mesmo horário na mesma dose a mesma concentração a gente vai
ter uma dificuldade para esse controle então se um dia ele toma uma das doses só do dia ou se num dia ele toma nos horários certos no outro dia não a gente vai ter um problema para conseguir esse controle né e e conseguir entender isso e orientar o paciente é muito importante Porque muitas vezes ele recebeu sua orientação do médico que prescreveu a medicação mas eu já faz tanto tempo e ele já toma esse medicamento há tantos anos que o próprio médico já não tem mais aquele acompanhamento lá do início com esse paciente então você
tem a possibilidade de reforçar aquelas orientações e fazer com que o paciente entenda que o que o médico falou com ele é realmente importante mas às vezes ele retorna no médico Porque ele precisa Operar com o dentista eu já tive esse caso quando eu atendia eu atingir o paciente mesmo caso desse paciente hipertensos descompensado eu falei cara eu não vou te atender enquanto você não voltar com a pressão arterial correta aqui no fundo ela só buscou tratamento para hipertensão para poder tratar com dentista eu fiz muito talvez muito mais por ela fazendo ela controlar a
pressão dela do que fazendo a cirurgia sei lá as partes Que tinha que fazer na época e isso é uma é uma troca importante né Você pode até usar disse que ela não pode tratar a não ser que você seja saudável e o cara vai procurar o médico por isso né depois perfeito pessoal só lembrando aí que na sequência aí também do nosso guia vocês vão encontrar aí todos esses aspectos relevantes que a gente já discutiu colocando aí não só o caso Clínico mas é tudo que vocês precisam levar em consideração também e aí a
gente faz o Nosso o nosso risco cirúrgico Olha que interessante aqui ó lá em cima a gente coloca assim ó solicito avaliação risco cirúrgico a gente pode direcionar o paciente ao cardiologista ou clínico geral em alguns locais Você não tem o cardiologista quem vai fazer avaliação e risco cirúrgico do paciente acaba sendo um clínico geral e na grande maioria das vezes essas doenças como hipertensão diabetes elas acabam sendo monitoradas e Conduzidas pelo clínico geral de uma unidade básica por exemplo então a gente direciona para ele também tá E aí a gente começa a contar a
historinha igual a gente colocou aqui ó em caminho paciente coloca o nome dele que deverá ser submetida procedimento cirúrgico eletivo eu já tô falando que não é um procedimento cirúrgico de urgência muda completamente a nossa abordagem Ou seja eu não preciso colocar o paciente obviamente profissional em risco Então Vamos controlar esse paciente para fazer o nosso procedimento com segurança Eu descrevo também a duração aproximada do meu procedimento porque porque isso vai refletir qual anestésico que a gente vai utilizar procedimento cirúrgico de maior tempo justifica que o uso de quem do vaso Construtor da adrenalina então
eu coloco aqui ó anestesia local lidocaína 2% com a Adrenalina 1 para 100 Mil eu já tô especificando para o médico qual anestésico eu vou usar eu não tô deixando aberto para ele falar assim não usar vaso Construtor você fica usa no uso né E a gente vai discutir aqui a gente vai ver quais são os benefícios do vaso Construtor e essa concentração do vaso construtor de escrita neste cirúrgico é fundamental até para que o médico consiga entender se existe um risco ou não porque muitas vezes a concentração desse vasoconstritor que é Utilizado no ambiente
hospitalar pela clínica médica para reverter Às vezes uma condição de emergência no paciente exatamente ele é completamente diferente muito mais concentrada do que a gente usa na prática Odontológica uma ampola de adrenalina hospitalar é um para mim pessoal usa muito para reverter parada Card respiratória então assim a gente tá usando uma diluição muito maior Mas o médico não sabe qual que a gente usa Então você precisa especificar para ele Né e aqui a gente informa durante anamnese ele relatou-se hipertensa e fazer o uso da medicação para controle de maneira diária e ao exame físico ele
apresentou a pressão de 160 por 100 a gente solicita uma avaliação quando eu peço adequação eu tô falando o seguinte vamos controlar esse paciente para que eu faço o procedimento com segurança e eu peço ainda o risco cirúrgico por escrito muita atenção com isso aqui pessoal muita atenção não é incomum Paciente voltar fala assim ah eu fui no médico ele falou que eu posso fazer tá liberado não tá mesmo pode até ter falado mas isso aqui é documento da mesma forma que você deve documentar solicitação do Risco faz carbonato guarda no seu prontuário na hora
que voltar o risco cirúrgico também anexa ao seu prontuário para ter certeza ali é que você cumpriu todas as etapas de maneira adequada tá e aqui a gente gosta de colocar também qualquer dúvida a Gente está à disposição porque porque o risco cirúrgico muitas vezes ele acaba abrindo uma janela aí de comunicação entre o médico e o dentista cria essa janela de comunicação para que a gente Ligue para que a gente mande um e-mail para que a gente converse de maneira mais próxima acerca daquela condição do paciente então a gente sempre deixa isso aqui é
o final e Dependendo você pode colocar também o seu telefone caso ele queira entrar em contato tá Atenciosamente a gente deve sempre assinar datar e carimbar obviamente né E essa assinatura de milhões [Risadas] mais alguma coisa tu lindo não pessoal no chat aí tá com dúvida tá claro eu tava até conversando com Michel aqui antes da gente iniciar a transmissão o tanto que isso aqui gera dúvida na prática Clínica nas faculdades né Michel a gente orienta o aluno faz um risco Cirúrgico aí o aluno vai volta com risco cirúrgico de maneira inadequada a gente vai
orientando Às vezes tem que orientar quatro cinco vezes mas o que que é importante vocês entenderem que tem que ter uma história tem que ter um contexto tem que ter um início meio e fim desde o seu procedimento desde a avaliação do paciente até o desfecho que você quer né dúvidas aí Michel e nós já temos isso um exemplo de retorno do risco cirúrgico Boa excelente perfeito como é que seria um retorno deste paciente para que o nosso aluno aí tem esse material complementar de como é que é o retorno e é legal essa comparação
que o Gustavo está colocando porque permite a gente realmente comparar a qualidade de um risco solicitado em relação a definitiva ali do médico né uma vez teve uma situação dessa que um aluno uma vez me mostrou um relatório que o médico enviou e ele chegou para Mim fazendo uma crítica professor dá uma olhada né nesse risco que o médico mandou olha como ele tá totalmente incompleto aí eu li de fato até estava né mas minha resposta para ela não foi o seguinte me passa a segunda via do seu encaminhamento para eu ver como é que
foi aí quando eu analisei eu falei assim tá extremamente compatível com o que foi entregue legal mandar um risco para a galera que tá na assinante nossa aí um Risco onde o médico mostra que o paciente pode se operado e aquele que ele faz o seguinte cara não deu tempo ainda esse paciente vamos adequar não pode ser operado e até para essa comunicação do destes com paciente fica claro Olha nós precisamos de um tempo isso reflete ao paciente cuidado e se você explicar de maneira correta ele vai entender que você tá cuidando dele que volta
na primeira aula desse módulo Que é do Cuidado com o paciente nós vamos ficar indo e voltando o tempo inteiro vamos aproveitar até essa interação que o Felipe pediu aqui ó chegou uma agora fresquinha e angunha mandou o risco cirúrgico também se aplica a biópsia e eu acho que aí é importante a gente falar sobre isso porque toda vez que você vai submeter um paciente a qualquer tipo de procedimento cirúrgico independente do grau ou não esse paciente tá passando ali então por Um procedimento que te coloca em riscos então imaginar que talvez eu tentando entender
Qual foi o a ideia dessa pergunta né se foi uma biópsia incisional às vezes um procedimento menos invasivo ou menor do que uma cirurgia por exemplo de remoção de um terceiro molar incluso que vai demandar retalhos secção imaginar que esse paciente que você foi submeter uma biópsia incisional às vezes numa área pequena ele pode ter uma complicação De você ter uma situação de risco com esse paciente também então é um procedimento cirúrgico que demanda o cuidado e atenção assim como uma cirurgia maior né mais uma analogia o voo pode ser curto ou pode ser longo
ele tem que ter uma decolagem um poço então a cirurgias tem os inerentes independente do tamanho ela tem o fator do paciente deu nervosismo de sentar numa cadeira de se anestesiada tá recebendo anestesia ele tem cortes no Caso da biópsia que foi perguntado ele tem que ter sutura ele tem que ter o pós-operatório Então embora não seja uma cirurgia grande do ponto de vista comparativo por exemplo com uma uma extração de múltiplos elementos ou seja ortognática ela tem os passos básicos de toda cirurgia oral então o paciente acaba sendo exposto esse risco quer dizer a
gente já conversou sobre isso né o risco do paciente começa entra na sua porta Muitos morrem sentar na sala de espera na tá no seu consultório né então assim o risco não começa na sua cadeira ele começou quando o paciente decidiu te procurar ele então seu consultório começou o risco do paciente né YouTube já deve estar assim já vejo curso de Emergência [Risadas] com certeza agora nessa espécie de aula conversa bate-papo tudo junto Felipe você tem um caso que Você vai fazer uma biópsia uma vez e o paciente tinha uma variação anatômica no lábio se
encontrou matéria calibrosa não foi a matamatose imagina um paciente que você às vezes negligenciou uma análise mais a fundo do caso pensando que era por exemplo uma biópsia de jornal e se deparou com uma variação anatômica com a situação mais complexa é esse a gente mostra sempre nas nossas aulas de intercorrências e até com base no aprendizado sobre tudo que a gente Conversou na primeira aula né naquela curva do conhecimento e vai estar no livro de emergência no livro de sêmeo mostrando aí que a gente erra e essa curva de aprendizado É essa mesmo né
é enfim acabou que o paciente uma lesão no lábio E era uma artéria de calibre persistente a gente nunca imaginava uma lesão extremamente incomum né a tendência é das artérias irem diminuindo o calibre a medida que vão chegar nas extremidades e ela era uma de calibre Persistente ela ia aumentando e mantendo a espessura então quando a gente foi fazer a biópsia acabei usando uma sete oito pinças hemostáticas Mas aprendemos né então isso é importante e só para eu não deixar passar aqui uma informação muito relevante o Gustavo colocou muito bem para vocês que é a
questão da Hipertensão do jaleco branco né isso tá esse livro aí é o paciente pode sim estar com a pressão elevada diante ali ao estresse todo o ambiente Mas não é a gente que vai diagnosticar isso através de exames que o médico vai solicitar seja o mapa um mrpa a medida ambulatorial ou Residencial da pressão arterial que vai separar Isso é uma hipertensão verdadeiro uma hipertensão do jaleco branco e o inverso também acontece aquele paciente que tem a hipertensão mascarada que aquele cara que vai no seu consultório e tem a pressão elevada aliás que vai
no seu consultório tá com a pressão normal mas Fora ele apresenta a pressão elevada então o nosso feeling aí também de avaliar o paciente esse expertise que a gente vai aprendendo ao longo do tempo e vai evoluindo também faz parte do nosso aprendizado é culpa do paciente né eu detesto dentista então assim quando eu vou quando eu tenho que ir no médico no dentista [Risadas] não tem a ver com o nível Intelectual cultural do paciente eu morro de medo de agulha mas é quando eu vou tomar vacina ou tirar sangue eu olho porque eu detesto
assim a hora que vai eu tenho que prestar atenção na hora que vai entrar porque assim é uma coisa que não tá ligado a quantos anos eu atendi ou quanto que eu sou dentista ou cirurgião é uma fobia inexplicável o paciente tem isso né parte porque historicamente a nossa profissão tá muito associada a dor né é uma profissão Relativamente nova Odontologia né especialmente maneira de controle da dona Odontologia é muito recente né então assim nós conhecemos parentes nossos que sofreram dores lastemantes no dentista isso não é uma história que morreu com as pessoas tem gente
aí viva contando história de procedimento está sendo anestesia então vai demorar ainda alguns algumas décadas ou até século para que essa hipertensão do jaleco branco passe né já que isso Vai passar né E por exemplo interessante essas fobias você não precisa explicar para uma criança que Aranha é perigoso sabe e nós você pode uma criancinha já sabe que a aranha é perigoso porque isso é passado de geração Porque isso passa né é no meio do áudio amigo você me odeia pô eu nem me mata vocês lembraram da piada da aranha né Foi isso cara eu
tava lembrando isso sabia Com certeza galera no YouTube tá pedindo Ninguém pediu Ainda mas tem gente que não conhece péssima piada do bicho você só vai contar depois da última obra de meter as pessoas viu derreter se você quer saber a piada da aranha 11 horas no chão é porque o problema é se a gente demorar o pessoal vai soltar aqui quem assistiu não vai saber E aproveitando e fazer ainda essa correlação né de por ser um procedimento cirúrgico um pouco menos complexo ou invasivo você tem a mesma quantidade de Cuidados independente do grau da
cirurgia a gente faz uma correlação que é um erro frequente subdimensionar os riscos Quando você vai fazer um tipo de procedimento assim então eu a gente vê com frequência um profissional indicar uma frenec por exemplo labial ou lingual e Não seguiu o mesmo padrão de biossegurança que ele segue para uma cirurgia um pouco mais invasiva lembrando gente que é uma cirurgia tipo potencializa a uma Inoculação de bactérias na região o paciente vai ter uma bacteremia transitória independente do grau de complexidade da cirurgia então se você não seguir uma biossegurança adequada e acho que isso vai
ser discutido no curso né Gustavo não adianta você dar um antibiótico e achar que aí tá resolvido o problema né então isso é um erro frequente que a gente vai acontecer e o seu nível de biossegurança vai ser o mesmo se for essa bióps sensacional se For a remoção daquele terceiro molar incluso que é binário não tem uma parada meio contaminada tem um meio estéreo e o meio contaminado perfeito Então vamos lá pessoal tá pedindo aqui eu vou contar agora você sabe em qual que é o animal mais carente do mundo é a aranha por
isso que o Felipe tava rindo né porque ela é um aracnídeo né Depois que não entendeu a procura Caiu a conexão pelo amor de Deus bosta Então pessoal reflexão importante aqui o vaso construtor é seguro especialmente aí nos pacientes que tem alguma comorbidade controlada e faz sentido embora não seja um curso específico aqui de anestesiologia embora Isso vai acontecer faz sentido a gente trazer para você algumas para vocês algumas informações que são relevantes se vocês lembrarem do caso que a gente acabou de discutir a gente informou e a gente enfatizou isso A importância da gente
informar sobre o anestésico que a gente vai usar assim como a utilização ou não do vaso Construtor porque porque a gente já explica para o médico também em relação ao nosso procedimento que eles demandam na grande maioria das vezes o maior tempo de duração é importante Talvez a pessoa tentar só me deu você acha que é importante ou necessário ou enfim que você possa talvez prever a quantidade de Anestésico utilizada para o México você acha que ajudaria alguma coisa com certeza sim quando a gente especifica o nosso anestésico de maneira geral agora a gente colocou
lá lidocaína dois por cento um para 100 a gente já pode informar também que a gente de 2 ml isso que é exatamente vou limitar o meu procedimento a x vou utilizar no máximo dois anestes isso pode sim isso normalmente a gente acaba fazendo também tá bom a gente explica Para o médico não só o procedimento em si mas prescrever uma profilaxia antibiótica por exemplo paciente tem risco de endocardite é antes do procedimento vou ministrar o voo prescrever o antibiótico então a gente coloca essas informações que mostra que ele cuidado que eu falei né tudo
que a gente vai levar em consideração para fazer o procedimento a gente informa também muito bem observar e o tratamento ele Tem que ser personalizado para condição do paciente inclusive não é porque o paciente ele precisa ser submetido a 10 hexadontias que você vai fazer as 10 de uma vez em todos os pacientes Pode ser que algum paciente ele esteja apto a receber as 10 exxodontias no mesmo momento mas às vezes um paciente não você vai segmentá-las não porque você não detém a capacidade de fazer mas porque a condição sistêmica do seu paciente não te
permite fazer de forma Segura então cuidado é isso aí Foco e só voltando aqui o que que é importante para a gente em relação aos benefícios do vaso Construtor utilizei a adrenalina sinônimo de epinefrina tá que às vezes pode aparecer adrenalina epine a mesma coisa na hora que você utiliza adrenalina É um vaso Construtor ela vai fazer o quê com vaso sanguíneo vai diminuir diminuindo calibre do vaso sanguíneo você diminui o que sangramento Diminuindo também o calibre do vaso sanguíneo O anestésico ele é absorvido de maneira mais lenta que que você ganha aumento da duração
da anestesia bruxa perfeito e adicionando a isso se você tem uma absorção mais lenta você também diminui o que o risco de toxicidade Então são vários benefícios que nós temos diante aí o vaso Construtor e vocês vão perceber que esse paciente hipertenso o raciocínio é completamente O contrário não é deixar de usar o vaso Construtor para fazer o procedimento é compensar o paciente para que ele receba o vaso Construtor já que a gente tá falando de procedimento eletivo asa 3 descompensado vai tratar hipertensão espera um tempinho procedimento eletivo reduz Aí sim você utiliza o seu
vaso Construtor obviamente limitando a quantidade né que a gente vai chegar nisso aqui a gente fala eletivo para quem não tá para quem não Tem ciência do que quiser seletivo eletiva que procedimento que você pode é eleger o momento que ele vai ser programado né ele vai ser feito porque quando você tá numa urgência ou numa emergência a situação onde você tem que tomar uma decisão de maneira rápida você não tem a prerrogativa da eleição né você tem que fazer naquele momento quando ele ativo quer dizer você pode Controlar o momento de fazer tendo aí
um ganho talvez na Segurança do Paciente só um exemplo o paciente está com a cárie igual foi o exemplo um dente cariado a cinco anos se ele não tá com dor não tá com sintomas de infecção que está se generalizando os paciente está consciente é ele tá orientado tá não é 23 dias que você vai atrasar pedindo ricerus que justifica você operar naquele momento então você pode eleger o melhor momento chama eletivo Em contraste com regimentos de emergência E aí pessoal Olha só grava isso para a vida de vocês tá quanto maior for o risco
Clínico de um paciente mais importante se torna o controle eficaz da ansiedade da luz é para qualquer doença tá falando o seguinte para gente aqui ó quanto mais grave ou quanto mais comorbidades o paciente tem quanto maior o risco Clínico dele melhor eu tenho que controlar a ansiedade a dor porque a Gente sabe assim como a gente colocou no nosso livrinho aí no guia para vocês a liberação de catecolamina endógena em uma dor espontânea ela chega a 40 vezes a quantidade adrenalina contida em um tubete anestésico então você não usa o vaso Construtor não promove
uma anestesia de maneira profunda como deveria ser o paciente tem um pico de dor e adrenalina dele endoge não vai lá em cima então que que era melhor ter usado ou não faz Construtor sem contar Por tudo que você colocou anteriormente equipe se você não usou o vasoconstritor você vai ter uma droga que ela vai ter uma ação por um tempo menor porque ela vai ser absorvida muito mais rapidamente se não teve a vasoconstrição mais rápido e aí você vai ter que reaplicar esse medicamento Então você ainda potencialista potencializa um risco para o paciente por
uma toxicidade um aumento daquela quantidade de droga no organismo vai ter que reaplicar doses que se Tivesse um vaso Construtor a sua primeira aplicação ela já ficaria mais tempo ali naquele organismo naquele local Lembrando que no nosso curso de anatomia e cirurgia tem um módulo de escrever nas teclas anestésicas que vai completar aí junto com nossos futuros lançamentos aí de de livros que depositar também o anestésico na região anatômica mais precisa vai reduzir é vai reduzir a quantidade anestésico Vai aumentar a eficácia anestésica no final das contas logo paciente então essa combinação da do anestésico
correto que não adianta se for depositado no local muito longe do nervo então anatomia e a técnica somada isso vai te dar um efeito importante então assim lembrando aí para quem tá nesse curso que nós temos também um curso de capacitação em cirurgia e anatomia que vale a pena lá revisar o modo de anestesiologia lembrando também Que mais para frente Já tá nos nossos planos um curso completo de sociologia e anatomia que vai casar muito bem com esse de farmacologia muito bom Então nesse pacientes reforçando aí com vocês a gente tem que garantir completa ausência
de dor sabendo que a dor pode ser um gatilho inclusive para elevar a pressão para ter um infarto para ter uma ve né então a gente precisa controlar essa dor e obviamente a gente controla melhor com Soluções anestésicas aí que tenham vaso construtores e a gente já mencionou todos os benefícios aí que eles nos não todos as anestésicos de hospital não tem vaso com setor então alguns motivos primeiro que você não faz vasoconstrição e circulação terminalização da região oral te dá essa prerrogativa de poder gerar uma vasoconstrição local sabendo que o fluxo colateral não vai
deixar o local vai cruzar né O que não quer dizer que você Também não tem que ter cuidado com a quantidade de solução anestés que você use né mas a concentração ela já é ajustada para que não haja uma vasoconstrição por tempo suficientemente que gera uma necrose no paciente as concentrações dos vasos construtores que nós temos disponíveis hoje no Brasil elas nos colocam uma condição muito segura para o tratamento na face Cavidade oral como Gustavo mencionou muito bem né alguns lugares Estados Unidos e Europa existem concentração um pouco maiores dessa adrenalina então por exemplo hoje
no Brasil a gente encontra de um para 100 mil para mais diluído não não mais concentrado né mas nos Estados Unidos um para 50 mil ainda persiste então alguns casos já foram descritos na literatura antigamente de uso desse anestésico com vaso construtor de Adrenalina 1 para 50 mil causando Necrose no palato por exemplo por conta da área não ter Aquela quantidade de vascularizações acessórios como como exatamente então fazia a deposição desse anestésico logo em cima do da artéria palatina maior e evoluir com uma necrose no palato num congresso que nós fizemos Professor briangulo Terra discutiu
Exatamente isso Então apesar deles terem essa droga lá com essa concentração eles têm algumas ressalvas para uso então por exemplo uma adrenalina um para 50 mil Nunca é depositada no palato ao passo aqui para anestesia de um nervo alveolar inferior por exemplo você deposita anestésico no espaço pretérito-mandibular é uma área que não vai gerar obviamente uma falta de suprimento sanguíneo Então você tem uma segurança para uso então é importante esse Domínio Não só anatômico mas a fisiologia e Como que essa droga ela vai estar biodisponível e interagir com o meio né E lembrando que nas
Concentrações quanto menor o número mais concentrado né Então as partes elas quanto menor mais concentrado então por exemplo um para 50 mil é mais concentrado adrenalina do que um para 100 mil e aí por diante então lembrando isso que às vezes o aluno não faz correlação né porque quer dizer então o ápice seria um para um aonde basicamente meia meio então quando você vai aumentando o número você vai diluindo o número de parte de adrenalina em relação Ao anestésico só para mostrar para vocês aí que também no nosso guia no nosso livro tem essas informações
relevantes aí que vocês devem levar em consideração também fazendo todas essas reflexões também ao longo da do livro tá E aí só para a gente fechar Qual a dose máxima de epinefrina contida na solução anestésica local que pode ser administrada com segurança durante um procedimento odontológico em pacientes com doença Cardiovascular controlada tá estou falando de pacientes asa 2 doença controlada e aí sim a gente já sabendo os benefícios do vaso Construtor a gente vai limitar o nosso procedimento com base na quantidade máxima de anestésico a gente pode utilizar exemplo prático paciente tem oito dentes para
ser extraídos ao mesmo tempo você limita o procedimento divide as sessões de modo que você faça o uso do vaso Construtor Tenha todos os benefícios dele mas ao mesmo tempo trabalho com segurança limitando aí em dois anestésicos que é basicamente a resposta né acabei adiantando aí para vocês mas tá lá no nosso livro também e aqui uma outra colinha só para fazer um gancho com essa fala do Michel Olha só se a gente tiver uma diluição de um para 50 igual Gustavo Estava explicando também uma diluição menor mais concentrado a gente tem que reduzir a
quantidade o volume máximo Então o anestésico de um para 100 mil a gente acaba limitando em dois tubetes aqui tá então tá tudo bem descrito aí para vocês trazendo algumas curiosidades embora como a gente já tenha falado não se trata de um livro de anestesiologia mas alguns conceitos importantes aí que devem estar atrelados a parte simio vão para o último caso para a gente fechar [Risadas] Paciente JS gênero feminino 47 anos de idade com indicação de remoção dos restos radiculares do 45 e 47 na anamnese informou-se diabética tipo 2 fazendo uso diário de metformina relata
que muitas vezes esquece de tomar o remédio para diabetes e não faz a medida periódica para controle no caso a medida aí da glicemia hipertensa em uso diário de Losartana e Hidroclorotiazida para controle história de infarto agudo miocárdio há três anos Fazendo uso de ácido acetilsalicílico diário ao exame físico apresentou opressão arterial de 180 por 110 milímetros de mercúrio sem sinais ou sintomas de lesão em órgãos alvo boas vamos lá vamos marcar aqui o que que é importante nesse caso Clínico para gente idade assim como no caso anterior foi bem descrito indicação de restos radiculares
dos dentes 45 e 47 então a gente já imagina Uma exodontia um procedimento por via não alveolar então a gente já começa a imaginar as dificuldades ali do nosso procedimento até o tempo cirúrgico diabética tipo 2 fazendo o diário de médio forminha que é um hipoglicemiante oral muitas vezes esquece de tomar o remédio e não faz a medida para controle também tem diagnóstico de outra doença importante aí a hipertensão já fazendo Uso de duas medicações para controle então a gente já tem que terapia combinada Ok história de infarto o uso de AAS e a pressão
ainda 180 por 110 MM de mercúrio E aí Michel Samu já tá na porta do consultório e a gente colocou esse caso aqui exatamente para chamar atenção de vocês em relação aos níveis de pressão arterial dessa paciente tá pressão aí de 180 por 110 já caracteriza uma urgência hipertensiva Então nesse caso aqui se eu mais sucinto possível mais objetivo que é paciente tem um histórico tem um histórico Já toma medicação Mas você vê ali pelo relato que ela mesmo acaba negligenciando um pouquinho o tratamento só que o mais importante aqui ó ao final desse caso
é que ela não apresenta sinais e sintomas de lesão em órgão alvo Então se essa paciente tivesse apresentando uma pressão arterial de 180 por 110 os mesmos níveis mas tivesse Sinais e sintomas de lesões em órgão alvo quer dizer o seguinte cefaleia sintomas de infarto Aí sim caracteriza uma emergência hipertensiva tá então é direto para o posto de saúde aqui a gente vai recomendar o mais rápido possível a paciente Procurar atendimento para que ela é seja avaliada aí pelo médico tá então só uma diferença e entre emergência e hipertensiva e urgência hipertensiva que na emergência
A gente vai ter sinais e sintomas de lesão em órgão alvo beleza mais alguma coisa Michel vamos lá discutir aqui né acho que a história do infarto é importante a gente discutir fazendo um gancho aí na primeira aula desse módulo quando a gente mencionou sobre a não suspensão de fármacos né que não são ou não foram prescritos pelo profissional então a paciente faz uso do anti-agregante plaquetá Então vão mandar ela para o posto vão pedir um risco Cirúrgico uma avaliação médico mais rápido possível mas a gente vai ter que entender que provavelmente esse médico não
vai indicar suspensão sabendo que ainda os estudos mais recentes nos mostra que não temos benefícios em suspendeu AAS desde que a gente tem ali as manobras disponíveis para contenção de um sangramento de pequeno porte que é um sangramento de algum procedimento Odontológico tá é legal isso é interessante a gente discutir esses conceitos de urgência e emergência né fala em urgência a gente tem uma condição que a gente precisa restabelecer aquele paciente em um tempo curto isso em um espaço curto de tempo agora quando a gente fala em emergência a gente tem uma condição que coloca
o paciente em risco a vida né Então aí a gente precisa de uma abordagem de uma forma mais intensa e mais imediata Possível inclusive então nessas condições como do Felipe coloca em urgência e emergência é importante a gente conseguir compreender esses conceitos que muda muito abordagem e o seu posicionamento e às vezes ele precisa ser mais intenso possível muito bom então colinha aí para vocês no nosso guia também caminha esse paciente maneira imediata proposto levar em consideração e como a gente colocou idade essa história do Infarto a hipertensão não controlada já fazendo uso aí de
terapia combinada duas duas classes diferentes de medicação e aqui ainda a questão da gente identificar o grau de controle dela em relação a diabetes que não foi mencionado E aí a gente pode até solicitar exames complementares como a Glicemia jejum glicemia ali capilar pode nos ajudar também durante a avaliação e a gente avalia muito o controle aí da glicose do paciente da glicemia através Da hemoglobina glicada que deve estar abaixo de sete e o risco pronto de novo Contando historinha um caminho a paciente que deverá ser submetida a procedimento cirúrgico eletivo menciona que a duração
aproximada do procedimento menciono meu anestésico local lidocaína 2% com Adrenalina para 100 mil e aqui tudo que a gente encontrou durante anamnese durante o exame físico Diabética tipo 2 fazendo uso irregular da metformina fazendo uso também da Losartana da hidrocloro para controle da pressão essa história aí de infarto a três anos fazendo uso também do AAS diário e que ela apresentou a pressão de 180 por 100 e aqui foi legal que a gente descreveu exatamente o cuidado que foi o que o Gustavo colocou em relação ao caso anterior no momento foi orientada procurar o posto
de saúde mais rápido possível então embora a gente não tem Instituído nenhum tratamento mostra para o médico ali que a gente tá atento em relação às condições apresentadas pela paciente mais uma vez a gente pede avaliação adequação risco cirúrgico por escrito e nos colocamos sempre à disposição aí respondendo então a responsabilidade Michel diante tudo isso que a gente conversou é do médico ou é do dentista acho que agora as pessoas Passaram a entender talvez de maneira um pouco mais clara que sim essa responsabilidade é Nossa a gente indica o procedimento nós somos os profissionais que
estamos executando o procedimento e o risco cirúrgico é muito mais para colaborar para trazer mais informações para que de novo a gente coloque na balança do Risco benefício E aí decida ou não operar aquele paciente ou fazer algum procedimento então a decisão da execução em relação ao Procedimento acaba sendo sempre nossa Assim como a responsabilidade antes aquilo que a gente está fazendo né perfeito então lembrando que quando a gente pede um risco cirúrgico a gente não tá pedindo uma autorização para realizar um procedimento a gente está coletando informações analisando o riscos para então a gente
definir se a gente vai operar o paciente ou não muito bom essa foi a nossa aula de risco cirúrgico Espero que vocês tenham gostado nós vamos para um pequeno intervalo agora e voltamos na sequência com o nosso grande bossinho rapidinho a gente volta já já Valeu galera