é o tema de hoje é comunicação linguística e sua aplicação a saúde porque comunicação linguística nem toda a comunicação ela é linguística Tá vamos começar a discutir isso especificamente aqui no curso a gente vai discutir a linguagem que algo específico do ser humano aí que não existe na espécie animal Tá então vamos começar a discutir isso que que é comunicação e o que que é comunicação Limpo linguística né O que que é uma comunicação via código de sinais de algo por exemplo de até as abelhas fazem e o que que é uma comunicação linguística que
requer da gente é uma certa capacidade de simbolização né de internalização dos símbolos que Justamente a a morte da coisa ou seja a morte da referência objetiva é porque a linguagem ela na verdade ou nos permite é a falar de ausências é isso que a poesia faz a linguagem na verdade é é uma verbalização de ausências É eu tô falando aqui sobre várias coisas e essas coisas não preciso estar presentes né a gente de certa forma consegue captar né porque nós somos seres de símbolos né Nós somos seres humanos eles eles nem dão com símbolos
o tempo inteiro e o símbolo é sempre algo da ordem de uma interpretação né E sempre da ordem de uma hermenêutica você sempre interpretando né aquele que se diz para Além do que se diz o para quem se diz vocês escolha fazer a linguagem ela não tem nada de preciso é absolutamente nada nada de preciso ela dá origem a vários mal-entendidos né E é isso que é preciso estar atento né Por sobretudo nas profissões que lidam né com seres humanos na a interface direta né é que nessa relação intersubjetiva na entre Digamos um cuidador e
alguém que tá lá sob os seus cuidados tá então é aula é basicamente um desdobramento para a gente poder falar aqui de uma da linguagem né sem reduzir a linguagem EA comunicação como código de sinal é o como o código de sinais tá certo é basicamente mostrar uma visão ampliada que venha se a linguagem tá então vamos lá e eu peguei para falar sobre isso linguística muito conhecido que o Emily banco bem Vinícius o pão Fenício ele era radicado na França e que ele vai falar da comunicação animal comparando com a linguagem humana então capítulo
do livro dele é comunicação animal e linguagem humana tá lá e problemas de linguística geral se não me engano Oi e aí eu recortei essa citação dele né as abelhas mostram-se capazes de produzir e de compreender uma verdadeira mensagem que encerra e números dados a mensagem transmitida contém três dados né os únicos identificáveis até aqui então a existência de uma fonte de alimento a sua distância sua direção vocês sabem que as abelhas fazem uma dança e de acordo com uma certa a angulação do corpo elas conseguem passar uma mensagem é transmitir uma mensagem mas o
problema é que enfeita costuma fazer essa Associação né Tá bom mas então as abelhas tem linguagem não não não tem a ver nisso vai falar que o modo de comunicação entregar aquelas abelhas não é uma linguagem e é um código de sinais o que que é um código O código uma coisa fixa Ah tá então a fixidez não a variedade né a um referente objetivo que é o alimento e ao modo ali é de mostraram a Jessy alimentos taco tá para outros a para outras abelhas no caso saber que viu transmitir essa mensagem para outras
mas ela não é capaz de transmitir nada mais além disso absolutamente nada mais além desse referente objetivo que é o alimento tá então a Quais são as características da comunicação animal Aí segundo o benveniste A primeira é a fixidez do conteúdo né o conteúdo é um referente Objetivo segundo a invariabilidade da mensagem é uma mensagem fixa que não varia terceira uma referência a uma única situação e a o quarto é a um enunciado sem Anunciação e quem é que fala é se nosso jeito não é a construção de uma frase no sentido de um sujeito
é agindo sobre o mundo é operando aí uma ação é se fazendo do verbo é no mundo que essa construção de uma frase é na linguística ou na linguagem humana né então é é o enunciado sem Anunciação e por quinto né é uma transmissão unilateral Então na verdade é muito mais um monólogo do que um diálogo Tá então não há diálogo não há reciprocidade essa comunicação é algo muito mais atrelado a um código genético ou seja as abelhas já nascem sabendo disso não é algo que é aprendido tá diferente da linguagem humana A grande diferença
tá aí entre o inato e adquirido na verdade nós só somos humanos porque adquirimos essa capacidade de lidar com símbolos de forma ilimitada né bem diferente do mundo animal é ali ah aliás é linguagem que nos humaniza é o que faz com que a gente é de certa forma a possa inventar novos modos de vida que estejam para lembro do nosso instinto de sobrevivência o tanto para o bem quanto para o mal tá É mais é a linguagem certa forma é aquele que nos liberta do Instinto Animal tá é aquilo que nos torna de fato
é humanos né É E a palavra e a partir do momento em que a palavra surgiu aí nesses é cerca de 100 mil anos aí do história evolutiva ela passou opera transformações né tanto em nós mesmos o advento de um conseguir é que é estruturado como uma linguagem tá é a internalização dessa linguagem e esse distanciamento aí de um certo código instintivo na que era fixo e que nos direcionava só como a um caminho tá então é e há uma diferença radical entre comunicação animal e linguagem humana é bem nisso e vai falar que não
é linguagem humana né ele falou não se comprovou que uma abelha vá por exemplo levar a outra Colmeia a mensagem que recebeu da sua O que seria uma forma de transmissão ou retransmissão a hora na linguagem humana o símbolo em geral não configura os dados das experiências no sentido de que não há relação necessária entre a referência objetiva e a forma linguística bom então Quais são as características da linguagem humana primeiro lugar pela trela se predominantemente a voz e não depende exclusivamente da percepção visual como nas abelhas e por exemplo se tiver diluente né o
madeira não vai conseguir a entender o que a outra tá querendo de transmitir porque falta uma percepção visual do movimento ela tá fazendo Hum uma outra cara já o a linguagem humana a gente não tem esse esse problema é que a voz ela certa forma ela ainda entende né ela independe da da percepção visual Hum bom uma outra característica é que a linguagem humana ela pressupõe o diálogo em vez do monólogo Então são sempre duas pessoas ali interação tá isso é que é sim talvez seja o mais importante né Ou seja é a linguagem humana
é uma via de Mão Dupla ela não é uma via de mão única então uma abelha Quando faz uma dança ela mostrando Onde está o alimento e para sua Colmeia as outras abelhas dessa Colmeia ela seguem essa determinação da abelha essa essa transmissão Sem questionar é Que hora é o instinto de sobrevivência né então é elas estão ali para sobreviver precisam se alimentar né E ela segue então a orientação dessa abelha que viu ali onde a ao o foco de alimento né é hora na espécie humana não é assim é o diálogo pressupõe o convencimento
a persuasão né ninguém vai fazer necessariamente o que você diz né só porque você em tese porta um saber que é Universitário e ainda mais na na sociedade atual que a gente vive né é que que traz à tona aí todo o negacionismo científico então a gente vive um contexto no Brasil tem um cortejo de obscurantismo né a gente vive um completo obscurantismo assim mas essas pessoas e obscurantistas elas estão aí é com elas que a gente tem que lidar muitas vezes você já pararam para pensar nisso diante desse contexto o diálogo né ele ele
se torna praticamente assim é uma exigência ética não tem como a gente não tem como sair disso fora do Diálogo não tem como e essa questão agora o diálogo o que fica a dialetização é para a pessoa tem que é perceber perceber se falha e se abrir para diferença para tentar se transformar e etc né dizer se uma pessoa está lá onipotente né esse é o grande problema da educação e saúde porque o que que acontece na educação e saúde né para todo mundo está careca de saber é careca de saber que é preciso usar
camisinha não é isso existe alguém que não saiba disso então por que que não se usa é porque as pessoas muitas vezes se acham o onipotente né então se nunca vai acontecer comigo eu não preciso me prevenir né É desse nunca vai acontecer comigo eu não preciso usar máscara Preciso né ou se acontecer vai ser uma gripezinha Então esse é o grande dilema de educação e saúde é porque é preciso Um Diálogo é é um diálogo que possa inclusive perceber esse tipo de onipotência e trabalhar até com ele porque senão não vai haver troca Então
vai haver a transmissão de uma informação e foi construída segundo lugar científico né mas a pessoa que está recebendo vai falar assim Olha isso aí para mim não vale nada né É isso aí você tá falando Não porque eu tenho a minha opinião eu a minha opinião é não não tenho E aí a Marli e a minha opinião não é opinião científica então lá o que existe não são opiniões não são narrativas que entram em conflito em disputa e a gente escolhe uma para viver e etc Então o que eu tô querendo dizer para vocês
é o seguinte bem resumidamente para a gente poder avançar aqui na era do negacionismo científico que a gente tá vivendo a ciência não vale muita coisa não tá ela passou a valer tanto quanto qualquer outra coisa Mística né inclusive um pensamento Mágico e é de achar que o remédio que tem inúmeros efeitos colaterais e nenhuma eficácia comprovada experimental Pelo menos pode até ter uma comprovação empírica mas não tem experimental né que a cloroquina seja aí é feito de garoto propaganda de um governo que é ignorante né gente então eu acho é fundamental assim é fundamental
falar sobre sobre linguagem sobre comunicação e o mundo atual que a gente tá dizendo aí é preciso ter toda paciência do mundo tá porque é ensinou a gente vai ter só na nossa bolha e na nossa coisa a gente vai estar falando só para convertidos né precisar são convertidas a nossa crença não vai haver troca e vai haver só aí afago do Embu né e vai ser crescendo E no fim quando na verdade a ideia é é efetivamente promover o diálogo inclusive para o exercício profissional a gente precisa né porque cada vez mais a gente
vai ter sem bate esqueci embate entre ciência e obscurantista né que vão é se chocar aí entrar em conflito aí e é preciso ter é preciso de calma paciência né é perceber a enfim é bom então a contando aqui ao slide né a linguagem humana pressupõe o diálogo tá uma terceira é característica aí é que a linguagem humana ela possibilita uma transmissão Sem Fim no tempo e no espaço diferente das abelhas né que tem uma limitação Clara não seja a comunicação entre elas dependem uma certa angulação se passa né com o corpo é bom a
espécie humana você estava entrevista aquele filme sobre Stephen Hawking né esse rock é uma pessoa que o físico né brilhante descobrir lá descobriu não não gosto desse termo que parece que sempre existiu lá e alguém trouxe à luz não ele inventou a teoria do Big Bang explica a origem do universo ele tem um filme tá na Netflix Eles assistem e ele tinha podem assistir Se quiser obviamente e ele tem uma e ele tinha né Eu acho que ele morreu já ele tinha uma doença degenerativa é que fazer com que ele só conseguiu se mexer um
dedinho né E era assim que eles se comunicavam então a espécie humana consegue né esse tipo de transmissão que que não é limitada ao corpo né que que não depende é exclusivamente do corpo óbvio que é tem toda uma linguagem gestual Ita e corporal mas ela mas a linguagem humana não é dependente disso tá ela não depende exclusivamente disso certo E aí o exemplo clássico é o Stephen Hawking Tá mas tem outros Se vocês fizerem tem um filme eu me lembrei agora desse filme O escafandro EA borboleta eu não sei se vocês já viram mas
é o a história real né tio é o filme francês tá é uma história real de um dia Gil homem que sofre um AVC ele tava na faixa dos quarenta e muitos anos na minha faixa etária né uns 40 e muitos anos sofreu um AVC e a partir desse desse a ver seu vulgo derrame né ele fica acamado e não consegue se comunicar a não ser piscando os olhos né eu era chamada síndrome do cativeiro ele só conseguia se comunicar pelos olhos uma é e como é que chama fonoaudióloga descobriu percebeu isso é dele é
enfim não foi não sei se foi ela que percebeu mas ela desenvolveu um modo de se comunicar com ele com ele piscando os olhos Então ela foi lá e inventou o alfabeto Quais são as letras mais usadas na língua francesa inventou um modo de comunicação com ele e ele escreveu um livro tá nessa condição eu existe um livro é óbvio que o livro é é curto não é nada grande por motivos óbvios né Aí é e que deu origem ao filme o filme ele foi baseado nesse livro que esse esse homem escreveu e pouco tempo
depois ele morreu né mas ele conseguiu então esse tipo de e é de comunicação mas quem pensável né se você se vocês se a gente pegar aí o trem do animal pelo menos entre os animais ditos selvagens né e na uma outra característica da linguagem humana é que o signo linguístico ele prescinde da referência objetiva é você já você quando você falar volei nela que é um signo linguístico a gente tem é e segundo sucita escreveu curso de linguística geral é que é o autor clássico bebo nessa área ele ele falava olha existe o significante
o significado a junção do significante com significado forma o signo linguístico o que que é o significante significante a imagem acústica né então é é o fonema né um exemplo árvore é então você tem uma imagem acústica a partir de um fonema árvore e o que que é o significado é o conceito Ou seja é aquilo que as imagem acústica representa E aí quando eu falo árvore vocês sabem né existe um conceito do que vem a ser uma árvore ninguém precisa eu não preciso desenhar uma árvore né eu não preciso da referência objetiva essa árvore
para me fazer entender porque é o signo linguístico prescinde desta residência criativa e assim que a gente consegue se comunicar é porque justamente é a palavra é a morte da coisa né e a linguagem é a representação de uma ausência ausência da da coisa material em si é Oi e a última aí os componentes linguísticos os morfemas né servem para para constituir as palavras né são os prefixos sufixos radicais etc e os fonemas que são só 11 e outros componentes bichos vez possibilitam variedade né então é é interessante assim porque tenha um ficar tá no
livro aí de tipologia do Paulo dalgalarrondo e dar um exemplo que eu acho bem interessante é de um Psicótico né ou seja na Psicose a pessoa não compartilha desse vocabulário né é consensual da linguagem então em alguns casos mais extremos a pessoa chega a construir uma linguagem para si mesma é tenho um o músico chamado Damião com a ti War experiência Nossa experiência é Damião experiência vocês podem procurar na Internet vocês vão achar né Psicótico músico que ele criou uma linguagem própria linguagem do planeta lama planeta lama com dois enes tá E que ele faz
Produções musicais em cima disso seja Ele criou uma linguagem que é própria é dele que não é compartilhada aqui né mas o exemplo que o Paulo dalgalarrondo da é de ouro Psicótico que acreditava que a teu em vez de ser pessoa descrente era o crente né até que perguntaram para ele olha mas por que que você acha que ateu é é o é o crente né Aí ele falava é porque a pessoa que é ateu está a teu comando né então a possibilidade de variedade que constitui a riqueza da linguagem humana né quer dizer a
linguagem ali que Voca ela não é ela não diz respeito né há algo em si mesmo e as palavras não são coisas é as palavras elas elas têm parece tem uma vida própria é sobretudo na espécie humana a elas produzem realidades né Se vocês pegarem aí toda a teoria do performativo do da escola inglesa né de Austin e outras então é essa ideia mesmo de que a palavra ela produz é realidade tá E então chegamos aqui Luz modelo de transmissão nos modelos né de transmissão o autor Doo escrevendo esse capítulo esses capítulos que eu tô
comentando do livro psicologia médica ele traz basicamente dois modelos não quer de transmissão e o outro modelo que é de Constituição tá então eu vou tentar apresentar aqui brevemente é nesses dois modelos está no modelo de transmissão e comunicação o que está em jogo é a objetividade Então existe essa crença assim pouco ingênua né na objetividade da linguagem humana de que você consegue se expressar objetivamente a sente que você consegue se expressar sem mal-entendidos em aqui vamos né Então essa ideia de que existe um emissor para existe uma mensagem que é Oi para o emissor
e um receptor que vai ter codificar essa mensagem né então emissor ele né ele lança ele interessa essa é uma mensagem codificada ao receptor que decodifica né e entende aquilo que o emissor quis dizer essa ideia da transferência de informações né da transferência de significados e algo próximo o autor traz né da noção que o senso comum tem da linguagem né é que eu falo por exemplo é eu tô falando aqui agora e deixa eu ver se tem alguém me sendo me assistindo Espera aí então eu tô falando Tem 42 pessoas me assistindo né então
é é o é o mesmo que eu acreditar que aquilo que eu tô dizendo vai ser entendido por 42 pessoas que eu tô aqui com uma o que cada né tentando transmitir lá vocês que vocês estão receptores que vão ter codificar isso incorporar né E que aí a transmissão vai ser feita é Ou seja é um mero modelo que se baseia na cibernética né nos modelos computacionais os modelos algoritmos e tal e que tem muito pouco a ver com a linguagem humana né tem muito pouco a veia né porque a linguagem humana essa ideia de
uma transmissão é algo da Ordem da impossibilidade mas que não deve nos deixar em potentes em função disso a gente tenta sempre chegar o mais próximo possível desse ideal de uma transmissibilidade mas a transmissibilidade plena ela é impossível né Ela é impossível sempre vai haver espaço por equívoco que o mal entendido isso gera conflito na relação Ah tá toda a relação intersubjetiva entre duas subjetividades entre duas pessoas que têm dois psiquismos é conflito rosa não tem como ser diferente tá toda relação é conflituosa a questão é a gente sabe lidar com esses conflitos né como
é que a gente vai vai lidar com eles e superá-los é não a não a relação que não seja conflitos Aliás o froid né Tem um texto muito legal a gente não vai ler mas eu recomendo que vocês Leiam é que se chama mal-estar na civilização tá E é um texto é uma resposta que lhe dá a as pessoas que acreditavam numa certa ética baseada na eudaimonia que que a eudaimonia é a busca da felicidade né é a procura da harmonia da felicidade o stasis at freddy's existe uma ética do Bem Estar né E crê
nisto O que é vem lá dos gregos na história eles sobretudo não é uma ética do bem-estar da Felicidade certo o Fred vai escrever um texto detonando com isso falando olha gente o mal-estar entre si qual ser humano a gente e não tem como ser diferente porque a gente abre mão dos nossos instintos mais primitivos mas tem vários em prol do laço social né em prol de algo que barra a nossa satisfação imediata é desses extintos Então existe algo aí é ordem do laço do da Ordem da cultura que é internalizada e que constitui o
nosso queijo de barra é esse existe um dos mais primários e mais primitivos então é é e o mal-estar e ele é inerente a gente nunca vai satisfazer todos os nossos anseios todos os nossos enfim claro porque a gente Abriu Mão disso a gente abriu mão dessa felicidade e prova do laço social em prol da segurança é isso que o Fred vai falar lá no mal-estar na civilização Ou seja a humanidade né Quando passou a falar né E E daí se constituiu enquanto mano né demasiadamente humano quando a gente tem que a constituição psíquica que
veio barrar esse existe juntos aí vocês podem pensar assim mas quando que isso aconteceu quando quando quando hora quando ao certo a gente não sabe porque não tem registro tá agora existe um registro dar uma passagem da de um livro chamado Odisseia de Homero tá Homero foi um poeta grego escreveu dois livros muito famosos Odisseia e Ilíada e isso é ele ele falou ele tem uma passagem lá do olho de seu né Ulisses que é a ouvir o canto das sereias é ele tava numa embarcação e filha uma história lá de conquistas a conquista Épica
né me passa não sei quantos anos aí em guerras Até voltar para Penélope que ficava esperando ele te sendo mas aí acontece que o polícia estava lá na embarcação e e só ele não que é vedado é os ouvidos e tava escutando o canto das sereias né e o que que ele faz para não se deixar seduzir pelo canto das sereias ele se amarra o mastro da embarcação Então tem um mastro né ele vai e pede para as pessoas o amarrar em é para ele não se deixar seduzir pelo Canto da cereja Esse parece ser
o primeiro registro escrito bom né É de uma pessoa que abre mão de uma satisfação instintiva imediata em prol do laço social deve ter Ulisses certa forma é ele era o representante do laço social na Grécia antiga né ele era um guerreiro que a conquistar né é as terras perdidas e o Finn então é existe esse tipo de registro né na literatura e então Freud nesse texto mal-estar na civilização ele vai falar que o conflito né e o mal está ele é inerente ao ser humano bom então é o bem-estar é o ideal utópico né
e eu não tô dizendo que a gente deu para abrir mão das utopias porque as utopias são necessárias para a gente se constituir socialmente né a gente precisa acreditar uma em alguma coisa se a gente não acredita em nada é a gente cai na depressão na melancolia né na perda de objeto e mas ele vai falar olha a gente não pode a cirurgia a gente pode até acreditar mas não se iludir é de que até porque as utopias são inalcançáveis né mas eu toquei relação são feitas mesmo só para funcionar como ideal mas são inatingíveis
e ele falou conflito o mal-estar era o tempo que luzinha alemão Uber águia aí tem várias traduções nos traduzem por desconforto né mas a tradução mais é consensual é mal-estar neto Oi gente vai falar mal estar ele é intrínseco ao ser humano existe algo aí que é in príncipe e e é o mal-estar mas nunca vamos nos livrar deles e nós temos Três Fontes básicas de mal-estar tá ele vai falar a primeira fonte de mal-estar é aquela é que a gente tem com relação ao próprio corpo então repare é o nosso corpo ele é falível
né a qualquer ou a qualquer momento a gente pode morrer a gente pode adoecer a gente pode falir nosso corpo e pode falir né e o Fred fala que isso é uma fonte de mal-estar é sobretudo Agora durante a pandemia né e a gente tá com mais de 162 mil mortes é ou seja quantos municípios aqui em Sergipe tem mais de 160 mil habitantes eu vou pensar olha ser gente ser Sergipe perdeu municípios de médio porte nessa pandemia da 160 mil pessoas morrer não ser imagine o efeito disso né no psiquismo né então isso aumenta
nessa sensação de mal-estar com relação ao próprio corpo porque a gente não sabe e efetivamente Nós não sabemos como iremos reagir se formos contaminados pelo coronavírus isso é um fato né Por mais que exista a estatística é o inconsciente não conhece estatística o inconsciente não conhece estática Você pode falar existe noventa porcento de chance de não acontecer nada É sim mas o problema são os outros dez porcento que a pessoa pode se apegar e passar sofrer em função disso né porque não há é racionalidade para o inconsciente para isso que o Freud Descobriu que era
o inconsciente é então uma das fontes de mal-estar era o próprio corpo é o corpo que se tem é sempre algo de estranho né o nosso corpo é sempre algo estranho é a gente tende a estranhar né a gente hein galera vocês são muito nosso mas assim a gente vai envelhecendo e vai estranhando cada vez mais o próprio corpo é o corpo é uma fonte de estranhamento de né como ele chamavam uma infamiliaridade né uma inquietante estranheza é um que às vezes é como se a gente não pertence né não não reconhecesse Enfim então o
corpo isso que se tem que se chama corpo é uma fonte de mal-estar primária pro Freud outra fonte de mal-estar primária são as forças da natureza né E que a gente está vivenciando coronavírus né coronavírus Ele veio meta fazer a terra arrasada né se não houvesse distanciamento social teria sido pior ainda né se a gente não tivesse aí insistindo né nisso é mais existem outros outras catástrofes naturais como terremotos é tsunames né há poucos anos aí poucos para mim pelo menos né teve o tsunami na Tailândia Que destruiu tudo destruiu tudo absolutamente né tem que
ter filme já falando sobre isso né mas é essa ideia de que as forças da natureza elas são incontroláveis por mais que a gente tente né manter tudo sob controle mas não é pô E aí Ah tá não é possível isso é fonte do mal estar a gente nunca vai viver num mundo onde a gente tenha tudo sobre controle né com relação às Forças da natureza e é sempre uma fonte de temor né e agora com a pandemia isso se exacerbou é por isso que tem muita gente se encostando você já é isso data da
Ordem do mal-estar que vem à tona né ou seja corpo próprio e a as forças da natureza agora o Fred vai falar mas a pior é não sei se ele fala assim tá gente sair eu acho que é uma interpretação minha mas ele vai falar é a uma forte uma terceira fonte aí primária de de mal-estar é que parece ser mais intensa que é a a relação com o outro é isso é uma fonte de e é por isso que é as profissões que lidam diretamente com outro vamos lá profissional da Saúde professor é Funcionários
Públicos que lidam com prestação de serviço direta né é bancários é são as que mais sofrem de bournout né síndrome de bournout ou seja desse estresse Avassalador né que te dá um apagão é espécie de apagão e Enfim então o frango e coloca o e a as relações humanas né a interação humana como uma fonte de mal-estar é uma fonte de mal-estar é é uma fonte mal-estar intensa né não há como a gente interagir com outro sem o Pinguinho de mal-estar que a gente não sabe o que o outro quer da gente essa que a
questão é a gente precisa conquistar a confiança é a gente precisa confiar no outro é para que algum nível de relação menos tensa né e passe menos por esse tensionamento que é algo digamos assim humano mesmo é para que esse tensionamento diminua eu não vou dizer que ele vai desaparecer Por que nunca e vai ser né obviamente nunca vai desaparecer Mas é pelo menos não enquanto nós formos humanos né Eu não sei se a gente se misturar com cyborg passar os as início aqui no cérebro sei lá e deixar de ser homosapiens aí talvez até
possa haver uma transformação mas enquanto nós for nós fomos o que somos né Isso não vai mudar e a interação humana na relação humana sempre vai ser fonte de mal-estar a isso a gente a gente tem que já ir para a prática profissional sabendo disso né sabendo que é da gente não tá é no campo que é o campo do conforto E isso não é o campo do conforto é o campo do desconforto ou uma das traduções de Uber Hagen tá E e deve-se atentar para isso e a gente tem que é de certa forma
lidar com luz e barcos como é que a gente vai lidar com essa fonte que é uma fonte de mal-estar né o seu laço social foi aquilo que que fez com que eu abrisse mão dos meus da minha satisfação Estiva né mais imediatista aí e como é que eu vou então o laço social é sempre algo da Ordem do Mal Star Girl o mais que nos fornece a segurança né Pois é ultimamente cada vez menos mas assim é fornece algum tipo de segurança em detrimento disso né se chamava é de felicidade é tá então é
basicamente uma troca é uma troca e que é de certa forma é e a gente vai ter que lidar querendo ou não isso é algo que aparece né o tempo inteiro Pode deixar eu vou voltar aqui para os slides eu já já vou construir para a gente eu não vou lá e eu eu vou continuar na próxima aula senão ele tem aí mais 15 minutos 20 no máximo para eu concluir porque senão fica muito informação e o hino é legal tá então tá é esse modelo de transmissão e comunicação do qual eu falava né que
acredita numa neutralidade como se não houvesse mal-estar né que você está diante de uma outra pessoa né E que você pudesse emitir uma uma mensagem e outra essa pessoa receber essa mensagem neutra entender o que você falou e a partir daí né te enviar uma outra mensagem aí o emissor passa a ser o receptor aqui a certa era para ser ao contrário tá acerta de baixo eu não achei essa certa aí botei essa mesma mas na verdade é o movimento aí circular tá é isso que que vocês estão vendo o slide não é o emissor
eo receptor volta para o emissor eo receptor e tal mas tudo de forma neutra como se eu der só transferência de informações e de e não é assim não é assim né tanto que o autor traz o modelo constitutivo é de comunicação que aí a tendência é uma subjetividade é trouxe essa frase do bonit né é algo que é humano demasiadamente humano Nietzsche o filósofo alemão né ou seja algo que há algo em nós que adora tem tudo demasiadamente humano nesse esse algo é a linguagem né É até um um filósofo eu lembrei dele agora
tá não tá nos slides não filósofo inglês o vídeo e daí está ele era um filósofo da linguagem e falava assim olha os limites da linguagem são os limites do meu mundo é eu não posso conhecer nada eu não tenho né como conhecer nada que esteja para além né da linguagem e é boa linguagem que eu produzo e que eu conheço esse mundo né Eu acho assim uma frase muito bonita né limite do meu mundo são os limites da minha linguagem bom Então nesse modelo existe as ideia de que a linguagem né Ela é constitutiva
por isso que eu modelo constitutivo vende constituição a linguagem constitui o sujeito né a a linguagem quando a gente adquiriu a linguagem ela nos constituiu como seres falantes e nos modificou né então houve uma modificação né em algo que era da ordem de um código é de um código genético ou não só genético inato né e e e a linguagem tem de certa forma bagunçar isso né desviaria esse código fixo o referente objetivo né aí e etc tanto que o que há de bonito não se falante é que a gente constrói o nosso mundo né
E se a gente não tá satisfeito com certo caminho a gente constrói outro e outro e outro e outro e outro por isso é que existe psicoterapia senão não existiria né se houvesse o código fixo né se a gente tivesse objetivos fixos né na vida acho que isso é aquilo canguilhem traz um pouquinho tentando pensar a saúde a doença né a gente não precisaria tá aqui discutindo né e era só fazer uma retificação nesse código e né E se fosse Impossível fazer essa retificação né é que a gente concertación ortopedicamente né mas a ortopedia psiquica
inclusive mas a subjetividade humana ela não é dessa ordem dela é da Ordem da criação da invenção é isso e o que possibilita a criação a invenção é a linguagem tá então essa ideia de que a linguagem constitui o sujeito né Em algum momento aí a gente adquiriu a linguagem isso nos transformou e passamos a ser seres diferentes do que éramos antes não somos mais os mesmos hominídeos né e por mais que isso seja ser até senso comum falar isso mas é bom frisar né a linguagem de fato ela desvirtuou algo de um código é
inato na espécie humana ela se sobrepôs a esse código inato e trouxe essa possibilidade de transformação é essa possibilidade de criação de invenção né poiesis aí e de fazer poesia a vida como obra de arte Cameo má ideia do nit enfim né E aí a o mas como é que isso se dá né aí Freud tem um texto chamado além do princípio do prazer no qual ele vai falar ele vai observar uma brincadeira que o neto dele fazia com carretel de linha né E como é que era essa brincadeira né aí a perigo essa brincadeira
de furtar que tirar da língua alemã né só na verdade ele leu como for dar mas assim o neto dele ele pegava o carretel de linha e a gente tá falando dos anos 20 tá gente então não existe a tablet nada disso pessoas brincavam empurrar carrinho de madeira e né de sede na ladeira com o carrinho de rolimã e o e brincavam com o carretel enfim brincavam conte tudinho com servia de disponível na época e ele jogava esse carretel para longe e gritava né ó ele puxava linha do carretel ficava surpreso com a Sofia Terra
aquilo que havia sumido é ver aparecer e falava Então esse ó a é ou seja o frandy leu como for daqui lá ó né e Alemão Itá aqui é ou seja lá aqui ou seja o olha só que cara genial Ele percebeu que o neto dele tava simbolizando a ausência da mãe e como é que uma criança simboliza o mal zenci a sem se angustiar brincando é o lúdico é o lúdico que possibilita essa simbolização de uma ausência né e o símbolo é quer dizer ele ele não precisava mais a partir desse momento está o
tempo inteiro na presença da mãe a mãe como cuidadora né É porque é porque ele ele passou a ele assimilou a ausência da mãe e pela a Constituição de um símbolo ele conseguiu simbolizar ausência dela sem sermos tirar né é Ou seja é como se ele tivesse sublimato aí tá do outro destino para angústia né nessa brincadeira é por isso é que o Mundo da Criança é o mundo do lúdico é a forma como a criança tá conta né é dando angústia da angústia de separação frango em algum momento isso vai ter que acontecer essa
angústia de separação entre mãe e beber e mãe eu tô falando aqui como função tá função de quem cuida é uma mãe pode ser inclusive um homem o homem pode fazer uma função materna uma criança tá então não tô falando de sexo nem de gênero eu tô falando uma função Então essa angústia de separação da mãe é em algum momento aparece Acre a rota disso de forma lúdica mas o tio Freud tá mostrando aí aqui não do génese né no desenvolvimento do próprio sujeito existe o momento no qual a como se fosse assim é o
aparecimento da simbolização EA simbolização aparece justamente nessa separação que a né entre o bebê EA mãe quando ele consegue se separar é da mãe e a dizem portão seu independente autônomo tá é essa a ideia é dada do sujeito como sempre falante é porque a fala é justamente a representação de uma ausência como eu falava para vocês né a palavra representa a ausência Então a partir desse dessa simbolização ele consegue representar a mãe com o carretel um pouco qualquer outra coisa que seja né com determinado objeto transicional né como o psicanalista inglês chamado Donald winnicott
chamava né aliás tem um personagem do Snoopy né Eu não sei eu tô com os livros aqui né mas tem um personagem que só Anda com cobertor eu não sei se vocês gostam do do Snoop Ah eu esqueci agora o nome do personagem mas ele para para todo lugar que vai Ele carrega um cobertor né o outro seja e esse cobertor é o objeto transicional que vai perto a forma simbolizar essa ausência né que e de certa forma é como se a mãe estivesse sempre presente mas a gente só consegue isso porque nós falamos porque
nós somos seres de linguagem de símbolo né então símbolo é na verdade há a representação de uma coisa ausente né já o que está ausente Oi ok Ah é Então deixa eu só ver aqui Tá eu vou e eu vou até aqui tá eu vou até aqui depois a gente bom então é a Sofia né que foi é esse linguística que eu falei para vocês aqui do curso de linguística geral linguiça suíço ele é e ele disse que não há relação natural entre significante e significado né Ou seja é não há não há casamento né
no a cópula é no a junção entre as palavras e as coisas e as palavras não são coisas né o signo linguístico ele é arbitrário o que que a árvore se chama a árvore e não por exemplo sei lá celular né A gente podia ter dado outro nome né Ou seja é o que que é da Ordem da convenção e mas que a gente acredita nessa convenção porque a gente precisa entrar no laço social se a gente não acredita nesse significado convencional arbitrário né que as coisas têm sendo nomeados por palavras a gente não entra
no laço social é o que acontece por exemplo no caso da Psicose sujeito desse o chicote o pano tá numa Psicose desencadeado seja quando ele tá em surto em crise né ou seja tá delirando alucinando e tal essa ouvindo vozes que não existem né Tá achando que sei lá foi sequestrado abduzido por ETs que implantar um chip no braço dele que agora controla o comportamento dele tá cresceu indivíduo quando tá assim crise né ele tá fora do laço social ele não tá ali partilhando dessa convenção linguística que forma o aço né é a grande a
grande O Grande Desafio na clínica da Psicose é a gente trazer de novo e sujeito do laço social tá como que se faz isso Me pare e aí é uma série de estratégias Né desde medicamentosa psicoterápica Car e Reabilitação psicossocial e e etc e tal né para problemas complexos soluções complexas a gente não pode tratar de forma simplista um problema que é Complex se você quiser efetivamente da conta desse problema né bom então voltando aqui o sócio Na verdade ele tá falando que não a codifi cação e decodificação universais tal como ocorria com as abelhas
né e tal como o modelo anterior né eu não coloquei aqui na pronto então não a codificação e decodificação universais né é basicamente não chega a ser efetivamente mas esse modelo tem de acreditar nisso né que é é possível essa uma mera transferência aí transmissão de informações né e ficou a no modelo constitutivo de comunicação o ruído né então Existem certas escolas de comunicação que falam que o ruído é aquele que atrapalha a boa comunicação hora numa boa comunicação gente é isso que eu tô tentando dizer para vocês isso é sempre algo da Ordem do
conflito é a gente não pode ser negacionismo a esse ponto de negar que há algo conflitivo turno em laço e humano né então o ruído entre aspas porque o ruído não é algo que atrapalha comunicação ele faz parte da comunicação E a outra está com que a gente tem que lidar e que a gente tem que superar né fica um ruído como mal-entendido é intrínseco à comunicação humana a qual depende da relação intersubjetiva tá é isso que eu falei você nunca vai estar na frente a pessoa desconhecida é sem grauzinho de angústia de mal-estar de
desconforto Então porque ultimamente você desconhece aquela pessoa e o que o outro quer né é enfim tá devemos estar atentos atentos a isso e sabendo também reconhecer isso em nós outra coisa que o autor traz né com relação ao contemporâneo né a gente falou o contemporâneo destrói a relação intersubjetiva em prol da lógica de ficar sem do desempenho né porque até um exemplo aqui o mal mai mais fundas é um tipo de meditação então que a espiritualidade do neoliberalismo e que é o neoliberalismo no estado mínimo gente acaba o SUS é a cabo Sistema Único
de Saúde acaba universalidade acaba você vai ter que comprar tudo Lógico que vai comprar saúde também então essa lógica do consumismo o consumidor vai estar lá consumindo um serviço alguém para te vender serviço Ou seja você reduz né essa relação intersubjetiva uma relação de consumo É uma relação de objetificação há uma relação de mercantilização é então isso tende a acontecer no mundo contemporâneo na atualidade e é mais um obstáculo com qual a gente tem que lidar pois essa essa ideia de que é enfim o coletivo não existe todas as soluções agora são individuais né então
não se muda nada estrutural você vai fazer uma meditação porque se você não tá dando conta do seu trabalho problema é seu né eu peguei essa e essa citação da Simone de burro a que é uma filósofo faca e feminista Francesa foi foi muito famosa aí na segunda onda do feminismo nos anos 50 é 40 50 a escrever um livro chamado do segundo sexo né E lá ela diz né todo ser humano do sexo feminino não é necessariamente mulher cumprir de participar dessa realidade misteriosa e ameaçada EA feminilidade Ou seja a o que que ela
tá querendo dizer aí com essa citação que localizei lá na página 7 do livro dela não se nasce mulher torna-se mulher' né Eu tentei desesperadamente afastar essa situação né no livro dela não encontrei Se alguém conseguir me mande a página por favor e a edição Tá mas é a ideia de que não se nasce mulher torna-se mulher eu peguei isso dela para a gente pensar que não se nasce humano torna-se humano né Tá então humanização gente é um termo tão assim né banalizado hoje em dia né a gente tende a conceber a humanização como se
fosse uma técnica né de melhoramento relacional entre as pessoas na área da saúde né uma licitação e saúde então é uma técnica que você vai lá não é gente não é a humanização EA internalização do campo simbólico no nos faz Advir como sujeitos né é justamente isso é nós somos sujeitos da linguagem é a a linguagem algo que que invoca é a gente tem que estar atento para isso nunca o encontro entre dois seres humanos vai ser um encontro sem Augusta sem um certo nível de mal está sendo né é o certo frio na barriga
para usar um termo E aí mais popular né é a comunicação é isso que é do campo da comunicação assim como isso que é do campo da humanização elas não são técnicas a serem aplicadas né Elas são estratégias de sensibilização e de transformação é tu fez humanos no sentido educativo aliás de amor francês e do cara ele e ver né o seja levar a gente sempre pelo menos quem trabalha com educação né como é o meu caso acredita de que a gente pode tornar uma pessoa melhor do que ela já é né ou seja elevar
essa pessoa o ponto ótimo de si mesma né O que é foi como eu concluir aula sobre canguilhem é quando é o Guilherme fala é de cura né uma citação do Nelson Rodrigues que é isso é você é elevar determinada pessoa que quer que esteja ao máximo de si mesma sem comparar com outras pessoas né Mas comparando aquela pessoa consigo mesmo é basicamente isso que a gente tá tentando fazer aqui