Diga-me lá, conte-me tudo e não me esconda nada. Sou seu amigo Flávio Vale de volta com mais uma live pelo YouTube. Hoje nós vamos conversar com ele, Jean Vale. O nosso tema, o abismo da consciência cósmica. Alô, meu amigo Rogério, tudo bem por aí? Olá, tranquilo. Tô em paz. Uma alegria muito grande, tá? Estar em contato aí com você e com o teu público. Tudo tranquilo, meu irmão. Estamos todos aqui muito felizes por recebê-lo novamente. Estávamos todos com saudade. Que bom que você voltou aqui. E o tema de hoje é o título de um livro
novo que você vai lançar, não é isso? O abismo da consciência cósmica. É, o livro já foi lançado essa semana, estava no meu. Ah, já foi. Que legal. É. Então, é, é exatamente o último livro que eu lancei e é um livro um pouco forte, né, pesado, porque analisa exatamente esse tema, a consciência cósmica, que a gente inocentemente pensa que existe. E o abismo da consciência cósmica, exatamente, a ausência de qualquer consciência na gestão da vida. que nós estamos levando e o livro chama a atenção para esse ponto. É um livro muito profundo e por
aí vai. Eu devo quer que eu fale um pouco sobre o livro seria legal. É, inclusive já vou dar as boas-vindas pro nosso público. Você que chega agora, obrigado pela presença. Já aproveita para curtir, deixar o teu like, para impulsionar o nosso programa. Manda o link aí para duas, três pessoas que você conheça, para que o nosso, o nosso programa alcance mais pessoas. Conto com a sua ajuda. Então, Rogério, como é que é o esse tema? Então, tô curioso. Nós, seres humanos, temos sido, desde que surgimos paraa vida, muito ingênuos. Isso está atestado, constatado no
pouco da história que nos sobrou em termos de registros históricos que nos permitem perceber como nós somos ingênuos. E nessa ingenuidade associada a uma profunda ignorância, nós humanos sabemos muito pouco ou não sabemos de nada. Nós temos sido eh tratados pelo motor da vida, de uma maneira absolutamente ingrata, cruel, ainda que a nossa ingenuidade e ignorância construa construam em nós mesmos a visão de que nós Estamos sendo protegidos, carregados no colo, porque haveria uma consciência maior por trás disso tudo. E para nós, esse motor que faz a vida girar e que eu estou aqui dizendo,
olha, esse motor ele não tá nem aí para coisa alguma. é exatamente o que nós chamamos de natureza. Então, a natureza das coisas, a natureza da vida, a natureza dos corpos animais, ela é esse motor que cria a vida, que faz com que a vida exista. numa perpétua tentativa de sobrevivência. E mesmo esta guerra pela sobrevivência sendo algo muito claro diante dos nossos olhos, de novo, estou repetindo a mesma coisa que disse antes, só que agora usando palavras diferentes. A nossa ingenuidade, a nossa ignorância em relação ao que ao que significa uma natureza desse jeito.
Apesar disso, a gente faz vista grossa para a frieza dessa natureza e a gente cria a noção de que há uma consciência amorosa, perfeita, cósmica, que toma conta de todos nós. Essa incongruência, essa incoerência de que há uma consciência maravilhosa, perfeita, que a gente chama de Deus. E a natureza como nós conhecemos, que não tem nada de maravilhosa nem de agradável, não, mas é muito bonita, é maravilhosa a natureza ao alimento para que o ser humano exista. Aí vem a do lado do romantismo que eu me refiro. E as incongruências religiões escondem baixo do tapete
e nós, seres humanos, deixamos de buscar o entendimento da verdade, aceitamos a imposição da religião que diz que não, a vida é bela, Deus é maravilhoso, nós, os humanos, não é nem a natureza, somos nós, os humanos, é que somos a doença da vida, porque somos pecadores e blá blá blá e blá blá blá. Tá. E nós aceitamos isso. E é nesse nível de aceitação que nós fornecemos para as religiões. fechadura, onde a religião usa da chave e lacra a nossa ignorância e nos prende a esse circuito de achar a vida desse jeito e se
submeter ao que as elites religiosas e políticas determinam. E assim nós humanos temos vividos e por isso eu digo a mim mesmo: "Como somos ignorantes e como somos ingênuos! Eu, inclusive, nesse sentido, nós temos que nos ancorar em pessoas que pensam um pouco mais que a média do rebanho humano. e Robs, Thomas Robs, que é o filósofo em leis século X7, ele escreveu dois livros, um chamado, não escreveu várias coisas, mas os dois principais, um chama-se Leviatã e o outro é ao cidadão. em que o que é que rouba os analisam? Que na natureza o
cachorro pega o gato, o gato pega o rato, ou seja, sempre tem uma espécie que é presa, que é a comida preferida de uma outra espécie que é predadora daquela. E a natureza toda é assim. natureza estranha, porque se deveria haver uma consciência cósmica por trás da criação dessa natureza, a natureza deveria ser boa. Mas a natureza não tem a menor preocupação com o que é bom, o que é ruim, o que é certo, o que é errado. A natureza, entre aspas, cria corpos. Esses corpos se reproduzem e o qual é a lei da natureza?
O mais forte perde, o mais fraco e acabou-se. É assim que a natureza impõe a vida a todos e nascem presas e nascem predadores. E quem puder correr mais rápido, corra. Quem for mais poderoso, impere. E assim tem sido a vida. E o que é que Thomas Robs diz? Se tem sempre um uma espécie predadora de outra, no caso da humanidade, coisa se complica. Por quê? Porque o homem é o lobo do próprio homem. Ou seja, pior do que a natureza irracional, nós os humanos ditos racionais, ninguém nos persegue. Nós humanos é que perseguimos uns
aos outros, matamos uns aos outros, ferramos uns aos outros. Ou seja, o mais forte, o mais esperto não respeita a vulnerabilidade dos mais fracos, pisa no pescoço, mata, colia. cria mentiras para acabar com a honra de alguém. Ou seja, todo mundo vira moleque abutre e vive da rapinagem emocional numa guerra sem fim, liquidando com outros seres humanos. E nós achamos isso tudo muito normal. Talvez porque a gente de fato não conheça outra coisa, mas na hora em que você constata que, infelizmente, Robs tem razão, na hora que você vai pro pensamento de Espinosa, de Schopenhauer,
de Niet, de uma série de filósofos que chamam a atenção para esse aspecto perturbador da nossa vida, em que você percebe que não há consciência da parte do ser humano. Não, mas espera aí, nós humanos temos a noção de que os humanos têm direitos. Não foi a natureza que inventou isso, porque pela natureza o mais forte ferra com o mais fraco. E ela não tá preocupada com isso. Não, mas eh quem é que inventou isso? Foi Deus. Não, também não foi Deus. Essa questão dos direitos humanos foi inventado pelos próprios seres humanos pela evolução, pelo
lento processo de evolução do pensamento humano. Só que a gente conseguiu ter essa ideia, mas a aplicabilidade dessa ideia até hoje ainda é penosa. Exatamente. Porque a maioria ou boa parte ou sabe-se lá uma parte qualquer dos humanos também aí para essa questão de direito humano, a não ser os direitos dele ou que ele julga ser ou ainda que não seja direito, são as ambições dele. Ele fica trilionário, o mundo inteiro ao redor dele ferrado e ele se sente no direito de ser trilionário, de o resto da humanidade pode passar fome, se ferrar tudo, desde
que eu esteja bem, tá tudo bem. E esta visão de que se comigo tá bem, o resto que se exploda, como outras visões menos estúpidas que essa, como a tal de imaginar o direito de dos seres humanos para que o mais forte, ao invés de pisar no mais fraco, cuide da vulnerabilidade do mais fraco. Questão de solidariedade, de compaixão. Ah, é amai-vos uns aos outros que Jesus falava. Eu não tô nem falando em religião, falando em simplesmente em vida. Chamado de compaixão. Não precisa nem amar, é só se pôr no lugar do outro. Pelo menos
isso. Sob essa perspectiva, nós vemos que alguns humanos lutam para que surja uma consciência esclarecida que nos guie, que nos sirva de norte em termos de fazer com que os humanos direcionem seus esforços em relação a esses valores. Mas tem a grande maioria dos humanos de novo, uma parte ou seja lá o que que número for, em que a imbecilidade é tão cruel na perspectiva dessas pessoas que elas não estão nem aí. São pessoas que se deixam levar pelas paixões do que pensam ser para elas a certeza de que estão certas, do lado certo. E
se ela aplaude alguém, é porque se alguém para ela é um super isso, um super aquilo, ela em Deus ou demoniza. E Robs dizia também isso, que os humanos são levados guiados pelas paixões, porque a natureza, quando o ser humano nasce ou cresce, não dá nenhum guia para você, entre aspas, nortear seus passos. O ser humano vai vivendo de acordo com a gestão que ele faz dos próprios desejos do corpo, das necessidades do corpo, comer, de pecar, matar, transar. Lava ele, então lá vai o ser humano. O que é que Robs dizia? Como todos nós
somos animalescamente cativos à paixões da vida, é necessário algo que ele chama de estado para que as pessoas malucas ou que vive sob a égede de paixões, sejam elas agradáveis ou violentas, mas cada um no seu minimalismo, na sua ambição, na sua, seja lá o que for. Então tem que existir uma coisa chamada lei e só a noção de estado organizado pode produzir isso ou de comunidade organizada ou sociedade organizada. Só que Robs diz que não é qualquer estado, não. Tem que ser um estado absolutista que mande quem não obedecer que se lasque. Aí surge
um absolutismo que na visão de Robs é a única saída pra humanidade, a visão de direita, a visão extrema que surge do mais forte no seu direito e os mais fracos sem direito nenhum. Mas pouco importa. Robs tenta exatamente nivelar esta questão de maior possibilidade do mais forte frente a quase impossibilidade do mais fraco, com o tal do estado, ainda que com cores absolutistas. Robs é só mais um ser humano que tenta dar uma contribuição com o seu pensamento no sentido de nós humanos criarmos alguma consciência onde não existe consciência alguma, que é no tal
motor que produz a vida, que é a natureza que nós chamamos. Ah, não existe sim, diz, dirão os os ingênuos e os bem intencionados, dirão os religiosos. Existe a consciência cósmica, existe Deus. Aí aquela velha história, se existe, deve haver um problema muito sério com o modo como esse ser se comporta frente ao que se passa aqui na Terra e em outros ambientes do caos. Exatamente. Porque a tal natureza não foi feita de uma forma decente. Ela é cria impessoal ou indecente, se quisermos chamar assim, no sentido de que não protege os fracos, não respeita
o direito de ninguém. O mais forte manda em tudo. Aí entra o lado absolutista das coisas. Em resumo, o livro que eu lancei, O abismo da consciência cósmica, é exatamente uma crítica profunda. A crença que nós temos nessa consciência cósmica que por não operar a si mesma, por não fazer valer a sua consciência, deixa esse abismo terrível no qual estamos todos nós caídos, que é o caos existencial que que vivemos e que não temos tido a lucidez e o tirocínio suficientes para poder entender o que se passa conosco ao nosso redor. É uma busca constante,
diária, para superar os desafios. E mesmo a religião que diz: "Não basta, não precisa você fazer isso. Se entregue a Deus, se entregue a Jesus, se entregue a Krishna". Muitos que porventura estão me escutando agora, provavelmente podem estar escrevendo. Eu não vejo nada disso aqui, mas sei que a turma escreve bastante. Ah, esse cara é maluco, é doido, blá blá blá. Deus é que resolve tudo. Jesus é que resolve tudo. A turma que faz isso. Já encontrou a pretensa verdade que eles pensam que tem? Essa exatamente os ignorantes e os românticos que pensam, que vivem
no pressuposto do imaginário das pessoas que em não conseguindo ver a vida como ela é, criam uma visão e nessa visão põe a figura de um alguém maravilhoso cuidando dela. E mesmo que isso não se observe na prática, mas é melhor viver ancorado nessa perspectiva de compensação psíquica ou psicológica frente a uma vida complicada. Esteja, a maioria dos seres humanos não tem mesmo como suportar como olhar de frente para essas questões, mas há uma parcela da humanidade que já não consegue olhar para a vida e fazer vista grossa para essas questões. Nós, alguns de nós
que estamos aqui nessa conexão, seguramente fazemos parte disso aí. E esse livro, portanto, é só uma tentativa de semear reflexão a respeito disso. Não para as pessoas que que creem, que são apaixonadas que em Deus não uns demonizam outros, não. Essas pessoas aí devem tentar as assistir. Eu não vou ser alguém agradável a essas pessoas, porque as palavras que uso, a forma como eh a maneira como formulo o meu pensamento não é agradável a essas pessoas, eu respeito. Tem muita gente que eu amo, que realmente não gosta eh de sair da zona de conforto para
poder refletir essas questões inquietantes. Não tenho o meu respeito total. Respeito totalmente as pessoas que assim se sentem, mas na medida em que Flávio me fez a pergunta e o livro que eu escrevi é esse, não é agradável, os comentários que estou fazendo também podem soar de maneira muito agradável. Mas aqui não é questão de ser agradável, desagradável, é uma questão de profissão de fé, não religiosa, não de crença, mas de fé em termos de convicção de buscar a verdade sempre. Ainda que eu possa estar enganado em quase tudo ou em tudo o que penso,
mas pelo menos a minha busca é honesta. Eu não paro de buscar a verdade para me agarrar a falsas certezas e verdades. E é nesse sentido que a crítica que eu faço, a crença que nós humanos endereçamos a uma consciência cósmica maravilhosa que só existe na nossa mente infantil, daí o abismo no qual estamos enfiados até o limite da nossa sensibilidade dele. gente não saiu ainda e não vai sair tão cedo. Um ou outro se liberta dessa obrigatoriedade de sempre nascer nesse abismo. É basicamente essa análise que eu posso fazer do livro que eu produzi.
São 50 e 50 e poucos livros lançados. E mas pelo terro do assunto vocês já podem perceber, não é um livro para todo mundo. Os livros que eu escrevo não são agradáveis de ler. Além além do que eu também não sou escritor, eu sou um escrevente que se vê esforçado a escrever. É o que eu posso dizer, Flávio. E antes que eu esqueça, Flávio, eu vou estar em Goiânia. Ah, é verdade. Está em Goiânia para eh um curso do mentalma dirigido nos dias 16, 17 e 18 de agosto no Hotel Cristal Plaza. E você é
meu convidado, tá? Só para dizer isso aí. Então, você que tiver aim de participar em Goiânia, 16, 17, 18, são essas datas de agosto, não é, Rogério? Isso. Você que quiser participar já aproveita para garantir o seu lugar para não ficar de fora. O Heron ele disse Deus ou a divindade não é o próprio, não é a própria lei de causa e efeito. Muito obrigado, Eron, pelo seu super chat. E aí, Rogério? Essa é a questão, Eron. Nós todos durante muito tempo dessa minha vida, eu me ancorava nessa quase certeza que eu tinha. E por
que quase? Porque eu estudei minha vida inteira em colégio marista, colégio católico, 13 anos. Então, eu tenho um profundo respeito pela educação que eu recebi, que toda católica. E logo que saí do marista, comecei a estudar tudo que é religião, respeito também todas e todas elas t a figura da deidade ou da divindade ou de Deus, como sendo exatamente a uma espécie de personificação daquilo que a gente entende como sendo causa e efeito. os próprios espíritos na revelação espiritual codificada por Allan Kardec na segunda metade do século 19 na França afirmam ou tomam também um
pressuposto básico. Exatamente esse pressuposto que você coloca na sua pergunta. Para meu espanto, eu fui descobrindo depois que havia algo de muito errado nisso. Ainda que para nós humanos a lógica se torne maravilhosamente aceitável e fácil da gente apropriar. Por um lado, o que é que os espíritos dizem? e acertadamente. E Deus, seja lá o que a gente entenda por Deus, entendo dado de si mesmo a semente da sua divindade e feito dessa semente algo que existe no espírito particularizado de cada ser. Se ele, Deus fosse dessa semente cuidar, qual seria o mérito ou demérito
da individualidade particularizada que recebeu como dádiva divina essa semente que nela a individualidade passa a habitar? Então, se fosse Deus que fosse administrar essas sementes que ele mesmo distribuiu para cada ter ou para cada consciência particularizada, de novo, que mérito ou demérito cada consciência particularizada teria? Então, os espíritos dizem que Deus, entendo feito isso, ou seja, dado de si mesmo a semente da vida para cada ter particularizado que existe, na hora em que ele fez isso, ele deixa a critério desse ser particularizado o tal livre arbítrio. A partir daí, o ser vai optando por agir
dessa, daquela maneira, por se comportar desse ou daquele modo. E assim ele acionaria os mecanismos das leis de causa e efeito, ação e reação. E, portanto, os Deus não premia nem castiga nenhum dos seus filhos, já que deu aos seus filhos e filhas o direito e o poder, já que repassou a cada um deles a tal semente divina. E é isso que os espíritos falam. E é muito bonito. E é, tá correto, não tá errado, está certíssimo. Porém, há um problema aqui. Eh, aliás, se alguém quiser ler um livro maravilhoso sobre esse tipo de assunto,
eu daria o toque para ler o livro de Mirdad, cujo autor é Micael Naimi. É um libanês, é um livro formidável em que Mirdade é esse profeta que fala basicamente essas coisas que eu acabei de falar aqui, só que ele fala de uma forma mais bela. Mas assim, qual o problema? O problema é que nas mitologias que correspondem ao compêndio mais antigo, mais profundo de tudo que nós humanos produzimos até hoje, aí alguém dirá: "E mas mitologia é fake news? É coisa sem credibilidade, é invenção, é lenda, é esse é o problema. As religiões que
surgiram nos últimos 4.000 anos criaram essa mentira em relação às mitologias. E de tanto essa mentira ser ser repetida ao longo desses milênios, séculos, décadas, meses, semanas e dias, hoje nós somos uma geração de humanos que passou por tanta lavagem cerebral, por tanto controle, nós somos condicionados a pensar assim. Então, hoje nós não levamos a sério a questão mitológica quando o que nós chamamos de mitologia corresponde ao que de maior em termos de quantidade de escritos e de mais profundo conteúdo existe em tudo que os humanos produziram até hoje. Só que uma parte disso foi
destruído pelas religiões e as próprias religiões roubaram as notícias mitológicas e apenas impuseram o fato de que um dos tais deuses que nas mitologias era só um que disputava com os outros, esse passou a ser o único Deus existente, o Deus a quem todos devem. Então assim, esse tipo de situação, né, basicamente aqui hoje a gente vive. Mas qual o problema das mitologias? As mitologias elas fazem um questionamento muito parecido com esse que eu fiz no livro que acabei de lançar, o abismo da consciência cósmica. Não é fácil, não é simples que um ser humano
se ponha no leito de um rio, enfrentando sozinho toda uma corrente, toda uma um conjunto de forças que vem contrário à sua movimentação e você fica lá, mas é isso que os escritores que produziram as mitologias lá atrás fizeram. Em que sentido? De se perguntar, mas se é tão bonito assim, cadê a tal consciência cósmica? Por que é que criança continua sendo estuprada a cada segundo? mulheres sendo violentadas pela estupidez de uma visão totalmente ridícula do patriarc patriarcalismo que ainda existe, infelizmente. Então, assim, na hora que você vê as minorias sendo pisadas, trucidadas pelo poder,
entre aspas, dos mais fortes, aí você diz: "Não, mas isso só dura um tempo". Não, isso dura o tempo inteiro. Então, se existe uma consciência cósmica que tem poder de legislar em relação à questão de causa e efeito e não faz nada e o tempo inteiro as coisas somente pioram, algo de muito errado existe nessa preposição. E o que que as mitologias dizem? que a tal lei de causa e efeito que o nosso irmão Herou não foi criada por esse Deus maravilhoso. Aqui a coisa se complica porque caso exista esse Deus maravilhoso, ele é de
uma ordem de pureza, de uma beleza tal que ele não se mete com um caos. Aí vem a tal confirmação de que esse Deus belo criou mndadas. Se essas mondadas entraram por um caminho meio maluco aí elas que se virem, ele não ajuda. É aquela questão da premissa dos espíritos. Deus nem castiga, nem premia ninguém, cada um que se vive. E ainda que ele esteja presente, ele é o sagrado que habita em cada ser nessa perspectiva. O que que as mitologias dizem? Na verdade, não são as mitologias, é uma mitologia explica que um ser chamado
orlog, ao perceber a desorganização do caos, ao perceber que o código de vida de cada ser nos tempos dessas narrativas mitológicas, ele constatava que o tal código era podre. O código aqui é o genoma da gente, DNA, que a gente chama na condição biológica. Só que nesse tempo não existia vida biológica ainda. As mitologias falam de vida de corpos de plasma antimaterial no universo vizinho. Então isso tudo que eu tô falando aqui teria acontecido lá há cerca de uns 9 bilhões de anos atrás. Bem o tamanho da loucura. Então, se chamado orlog, isso tá descrito
na mitologia nórdica, ele teria criado algo chamado Word. Wrd significa a teia da vida. Hoje a gente poderia dizer a teia quântica da vida. ou dizendo diferente, orlog teria criado um computador quântico que só obedece a um princípio algorítmo. Como nesse computador quântico, Orlog colocou o código de todos os seres vivos que existiam nesse universo vizinho e a própria Triburte, que se chama na mitologia ariana, hindu, brama, bisno, Chiva concordou com isso. Então, Orlog, que na visão ariana indústria se chama baga, mas é difícil entender isso, Orlog criou um computador quântico, colocou o código de
todo mundo lá dentro e criou um algoritmo que diz: "O que sai de um código volta para ele". O que implica dizer o que sai de um ser, cedo ou tarde tem o efeito bomerangue volta para ele. Se o que saiu de um ser foi coisa boa, essa coisa volta. Se foi coisa, entre aspas ruim, a coisa volta. Pois que a natureza cósmica não sabe o que é bom nem ruim. Como não sabe, então garanto que tudo volta. Pro que emitiu aquele impulso inicial e impulso tem consequências, as consequências voltam. E as mitologias outras terminam
afirmando sim que esse ser chamado Orloque na mitologia nórdica, Morus na mitologia grega, Sud na mitologia slávica. Esse ser depois teria criado três outros seres e dado a essas três outras entidades a possibilidade de administrar o que já havia sido feito, o que estava sendo feito na simultaneidade da existência naquele instante e o que precisaria ser feito para, entre aspas, compensar, corrigir ou pôr ordem na desordem do que já havia sido feito. Com isso, na perspectiva da mitologia nórdica, Orlog criou três normes ou nornas. Na perspectiva da mitologia grega, Morus criou três moiras na mitologia
lá da Sud, criou três súdices. São várias as mitologias que falam. Eu tô dando exemplo aqui só de três, mas indo de novo paraa mitologia nórdica, então as normes cult, urd, vivandre, essas três figuras representariam três tipos de processadores. Agora, um especialista no que foi feito, outro no que estava sendo feito naquele instante e o instante sempre é um novo instante. E um outro que precisaria um dia ser feito. E isso aqui ficou sendo chamado de futuro. Então, sob essa perspectiva, o futuro é sempre cativo prisioneiro do que foi feito no passado. E por isso
que essa eria a teia quântica do destino. E os deuses ficavam pé da vida porque os deuses não queriam se submeter. Brama, Virgem e Chiva, que eram os três maiores, não queriam se submeter a Moros que nem da triburte era. E do jeito que Moros fez a coisa, eles três, mesmo sendo, pretendendo ser os três deuses maiores, eram cativos do destino que a organização da imperava ou obrigava que todos cumprissem aquela rota, aquele destino que na mitologia grega chamada de telos. Mas muito bem, se isso for verdade, o mecanismo que faz com que um espírito,
ao encarnar produza um código genético cujos genes funcionam dessa ou daquela maneira em termos de receita para produzir proteína. E cada um de nós tem 28.869 1869 genes e parte desses genes produzem as proteínas que respondem pelo corpo de cada um de nós e por tudo que a gente pensa, sente, blá blá blá. Pois muito bem, por que que cada um tem o código que tem? Não é pela justiça divina de Deus, é pela tal lei de causa e efeito, mas vinculada ao er de quem criou isso não foi Deus, foi um ser chamado Maros.
Então, Er, as curvas são muitas, o caminho é longo, mas pra gente poder, de fato encarar os fatos, eh, e usar de honestidade para tratar desses assuntos, por isso que as conversas são muito longas, não é coisa simplória, não é, ah, não, dei uma resposta aí de 10 segundos e respondo. Então, sobre essa perspectiva, nosso irmão que fez a pergunta, então a resposta é não. Lei de causa e efeito, não é, entre aspas, da divindade, se a gente tiver entendendo como divindade Deus, o incognoco. Segundo as mitologias é uma coisa bem mais simples, simpl até
e a gente não consegue compreender isso. Ah, mas por que é que os espíritos não falaram isso no século XIX na revelação espiritual? Eles, os próprios espíritos disseram: "Nós espíritos só podemos revelar aquilo que as épocas permitem, porque nós precisamos de médiuns que saibam dos assuntos e blá blá blá e não tem como transmitir." Ou os próprios espíritos também vão evoluindo aos poucos e vão aprendendo aos poucos. Como o próprio Kardec disse, espírito não sabe tudo. Ninguém sabe tudo. Na verdade, ninguém sabe porcaria nenhuma. Todos nós estamos aos poucos aprendendo a nos afastar da ignorância,
mas não dá ainda para termos certezas de muitas coisas. Fica pois a reflexão. Obrigado, Eron. Obrigado, Fátima, pelo seu super sticker. Também temos o apoio aqui de Carry L. Valeu pela ajuda aí com o teu super chat. E a Carmen também colaborou, Carry, outro dela aqui. Nós temos o Thago. Ele disse: "Segundo a revelação cósmica, Sofia, por ter um cérebro radiata, não conseguiu escanear direito as informações do espírito de Jesus. Com isso, corremos o risco dele ser violento com a humanidade na sua volta. Essa pergunta ela precisa ser feita e o Thago tá tendo a
coragem de fazê-la, a ousadia de fazê-la. Eu mesmo fujo dessa perspectiva, porque de novo, esses assuntos da revelação cósmica, eles não são passíveis. deem apropriados pelo psiquismo humano como verdade absoluta. Como eu disse antes, nós não sabemos de coisa alguma. Na verdade, ainda precisamos saber. E como temos sido mantidos na ignorância, a Terra tá isolada da convivência cósmica. E a pergunta do Thago faz um pressuposto complicado de que todo mundo sabe quem é sua filosofia e todo mundo sabe do que a gente tem explicado. E seguramente não é bem assim, mas eu não vou poder
explicar. Então talvez muitas pessoas que estejam escutando não vão entender o que a gente aqui tá conversando. Peço desculpas. Mas assim, esse ser chamado Sofia, que não é um nome, Sofia é um epíteto. Na verdade, esse epíteto significa personificação da sabedoria. Sofia é só o nome em grego de um, melhor dizendo, é só a referência que em grego se faz de um ser que no hebraico a sua caracterização em termos de título é rockman. Então, Hman seria o ser criado nesse universo biológico para representar o poder aristocrático de triburte que existiria no universo paralelo ao
nosso. As mitologias falam abertamente nisso. Cabalá, ou seja, a cabala, como a gente chama, nas suas expressões das 10 cefirais ou das 10 cefirotes, as 10 emanações divinas, nove pertencem a esse universo vizinho e só uma ao de cá. E esse um é chamado na Cabalá, essa última, a décima sefer de Maukuf, que é exatamente o mesmo Rockman ou o mesmo Sofia, só que com três epítetos que querem dizer a mesma coisa, mas falados em três línguas distintas. Esse ser, ele não é nem bom nem ruim. Esse ser ele foi criado da mesma genética podre
com que todos nós fomos criados. E por isso que a natureza é estranha, porque a natureza tem códigos doentes e esses códigos criam espécies o tempo todo. E esses códigos todos doentes vêm do tal criador. Quem tiver estudando a revelação cósmica vai entender isso. Quem não tiver estudado souber disso de novo, vai boiar um pouco aqui na resposta. Mas esse é o problema. Sofia não é um ser perfeito. Ainda que quando Chico Xavier e Emanuel no ano 1947, século passado, produziram um livro chamada Caminho da Luz, aonde esse Sofia, ele é chamado do Cristo cósmico
que residiria no nosso universo num sistema de estrelas aqui próximo. Uma dessas estrelas chama-se capela. Então, um ser biológico. E esse ser, portanto, em sendo chamado de Cristo cósmico, a coisa se complica porque a gente acha que ele é maravilhoso, bom, etc, etc. Mas o que é que o Tiago pergunta? Esse ser, ele foi criado lá atrás, há 6 bilhões de anos atrás, pelo que se comenta, nessa época não existia cérebro bilate na evolução das naturezas. Na verdade, nessa época, o Sol e a Terra nem existiam ainda. Era só aqui nessa parte da galáxia, uma
massa de gás. O nosso Sol se formou há cerca de 5 bilhões e alguns milhões de anos. do nosso planeta Terra, 4 bilhões 600 milhões de anos. Então isso aqui é um fato anterior. Que fato? Quando esse Sofia foi engendrado como sendo um ser biológico que passaria a existir nesse nosso universo, de novo, representando a tríade o atribut que é residente cativa do universo vizinho, nessa época só existiam os tais cérebros radiatas ao qual Thago se refere na sua pergunta. E qual o problema do cérebro radiado? É que ele não tem dois hemisférios. E qual
o problema? Não tem emoção. O cérebro radiát ele é frio, ele é sistematizado, ele é matemático, mas ele não é emocional. O cérebro bilatério, como que nos caracteriza a nós humanos, ele só surgiu, que a gente possa ter certeza, nos últimos 540 milhões de anos, porque ele apareceu no tal, na explosão cambriana, que responde pela vida pluricelular que surgiu nos mares da terra, depois saiu pra superfície, criou anfíbios, répteis, depois mamíferos. E cá estamos nós, os humanos. Nós somos um produto dessa evolução. Então nós temos cosmos bilatérios, mas isso é moderno. Quem surgiu paraa vida
lá atrás e já vive há muito tempo, que é o caso de Sofia, é radiate. Aí a pergunta do nosso irmão: "E se esse cara for frio? E por ele, ainda que tenha sido ele que retirou do seu código fonte definidor, ou seja, do seu genoma? a assinatura quântica desse genoma para que fosse inseminado em Maria e Jesus pudesse então nascer de uma virgem. Foi nesses termos que a virgindade de Maria foi usada. É violência sem tamanho. Seres de fora engravidarem uma criança de 15 anos e essa criança se vê grávida e sem poder fazer
nada de novo. Isso é uma violência. A natureza da vida violenta. Até a Bíblia conta isso. Mas nós humanos dizemos: "Olha que maravilha! Deus escolheu Maria dentre todas as mulheres e ela foi eleita para ser a mãe do Salvador. Mas vá pra pele de Maria para você ver o que houve com ela. Então Maria sim foi inseminada com o DNA desse tal Hockman. E Jesus nasceu exatamente da fecundação do óvulo de Maria por esse essa inseminação artificial cósmica. Eu tento explicar isso no livro A sétima trombeta do Apocalipse. Qual a questão? Então, a questão é
que Jesus e Sofia tem o mesmo espírito. Quando o corpo de Jesus morreu, esse espírito fez esse corpo de defunto ser ressuscitado. Por isso, o corpo do defunto de Jesus sumiu. O conjunto de elétrons desse corpo que foi sepultado de Jesus após a crucificação. Os elétrons desse corpo foram devolvidos a Rockma, que havia emprestado o DNA, que insiminou Maria. E o eu de Jesus foi escaneado pelo espírito de Jesus do jeito que o eu de Rogério, o eu de cada um de vocês, na hora em que esse corpo morrer, o espírito que nos anima, ele
apropria, escaneia o nível de consciência do eu encarnado que ele tinha até a hora em que o corpo animal morre. Mas o eu da gente continua existindo ininterruptamente, porque passa a estar ancorado no espírito. Então a pergunta do nosso irmão Tiago é: OK, o espírito que estava vinculado a Jesus e Sofia, hoje guarda Jesus nele, está vinculado ainda a Sofia, mas não consegue repassar toda a conquista que esse espírito teve pela experiência que ele escaneou de um ser humano. Porque o ser humano tem o cérebro bilatério, tem emoções. E Jesus foi o rei das emoções
nobres. E esse espírito não consegue repassar isso para uma velha forma que ele criou lá atrás de Sofia, pelo fato dele ter só um cérebro radiata. E por mais que o espírito vibre impulsionando essas conquistas para Sofia, ele não consegue disso fazer uso, porque é um ser sem emoção, sem sexualidade, sem uma série de coisas que nós achamos normais aqui na natureza, torna a dizer, a natureza surgiu nos últimos 500 milhões de anos. Sofia foi engendrada há 6 bilhões de anos. Assasse. Todo mundo na espiritualidade esclarecida sabe, mas que nenhum centro espírito na terra se
fala disso porque parece que ninguém sabe nada. Qual o problema? O problema que Tiago pergunta: "E se esse Sofia encheu o saco de vez e usar da violência para com os seres humanos? Porque esse ter para poder ser o suserano desse universo que tem notícias de que veio de vez em quando ele destrói isso, aquilo, não é tema aqui desse dessa dessa live. Eu não vou a fundo nisso, tô só ilustrando a pergunta do Thaago e se ele resolver algo, fazer alguma coisa conosco? Agora respondendo ao Tiago, eu penso que não, Tiago. Ainda que eu
não confio nem um pouco em nada do que eu estou dizendo e muito menos confio no que esses seres possam fazer ou deixar de fazer, eu não penso que nenhum deles seja digno. Nós humanos, podemos ter e sermos dignos. Esses seres, devido ao fato de terem cérebro radiato, não sabem lidar com com dignidade. Então, desses seres, eu espero tudo. Ainda que eu acho que, no caso Sofia não usará de violência com os humanos, porque nós humanos não podemos fazer nada nesse contexto. A confusão que rola aí é de forças bem mais poderosas do que a
que nós humanos na atualidade temos. Nós humanos pensamos que temos força porque qualquer imbecil aqui pode explodir uma bomba atômica no outro lugar, mas é aqui na Terra ou numa lua aqui perto. Mas a gente não tem o poder de fazer grandes desgraças em larga escala na galáxia ou no universo. A gente pode fazer grandes ms aqui e estamos fazendo. Então assim, quem tá de fora não tem mais como pensar em fazer mais. eh dar mais tiro ou ser violento com os humanos, porque nós, os humanos, já somos extremamente violentos uns com os outros, voltando
a mobs, nós somos o lobo do próprio, o ser humano é o lobo do próprio ser humano. Então, não precisa ninguém nos dar porrada lá de fora, porque a gente aqui já se dá porrada uns aos outros o tempo inteiro. Então, eu penso que não seria mais do mesmo. se ser ele deve se apresentar aos humanos. Tem a palavra dele nessa história, eh, para ser reconhecido como suzerano celestial, mas ao longo da sucessão dos das décadas, dos séculos, é que esse ser vai conviver com as gerações humanas futuras. Talvez nesse ponto ele já consiga absolver
do seu espírito mais conquistas do Jesus, que é a melhor faceta desse espírito, a melhor faceta dele. Não é a face de Sofia ou de Rockman, que é um ser sem emoções. Mas assim, eu não espero violência desse ser, ainda que eu também não espere nada de bom. o que ele vai fazer apenas o cumprimento da agenda dele, nos termos em que isso já está explicado em tudo que é livro gnóstico. Se alguém interessar, um dos livros que eu lancei chama-se Sofia, os Arcontes e a disputa pela suzerania universal. Nesse livro eu esclareço um pouco
do que eu estou dizendo aqui sobre o que Sofia deverá fazer ou deixar de fazer, mas não pense que haja violência. Não precisa. Nós já somos os campeões da violência uns com os outros. Mais de 1400 likes nesse programa. Muito obrigado pelo seu apoio. Você que chegou depois, dá tempo ainda de você curtir e impulsionar o nosso programa, compartilhar o link. Muito obrigado pelas quase 2000 telas conectadas conosco. Valeu pela sua presença aqui. A Miriam, valeu, Miriam, muito obrigado pelo seu super chat. Ela fez uma pergunta. Javé não pode agir agora. Seus anjos estão agindo
por ele. Quem está por trás do aumento da beligerância aqui? Os anjos de Javé continuam atuando devido à ordens recebidas lá atrás. Javé antes de colapsar ele havia dado ordens. E como os anjos de Jahé sempre se acostumaram a de vez em quando ele desmaiar, implodir, isso é falado na mitologia ariana do chamada de O sono de Brama. Javé tava dormindo 4 milhões de anos, mas não é dormindo em coma. Então, de novo, ele entrou num período desse, só que agora bem mais complicado. Então, os anjos continuam a executar as velhas ordens e a manter
algo de vivo funcionando no que resta desse ser. Mas assim, a violência que, infelizmente, minha irmã, nós estamos vendo aqui na Terra corre por nossa própria conta imbecilidade. E nós humanos desempregamos tudo que é espírito obsessor, espírito maligno, diabólico. Todos eles estão aposentados pela nossa própria estupidez. Nós nos tornamos piores do que o qualquer um deles poderia um dia almejar ou sonhar, vir a ser. O ser humano é diferente dessas figuras. Por quê? Porque um leão só pode ser um leão. Um espírito ruim só pode ser um espírito ruim. um ser demoníaco eh maligno, só
pode ser um ser demoníaco maligno. Eles não podem modificar a face deles no sentido de, entre aspas, evoluir. Nós, os humanos, e um dia nós saberemos disso, mas por enquanto a gente não sabe. Parece que nós somos a única espécie nesse caos geral que pode ser o que cada um de nós quiser e puder construir no âmbito da sua consciência. Zeus só pode ser o Zeus que ele é. Ele não pode ser melhor do que ele é, nem pior. Ele é aquilo que é. Os deuses, entre aspas, que não tem nada de Deus, eles são
o que eles são. As mitologias afirmam isso, nenhum deles fica diferente no sentido de transformar-se. Eh, só nós humanos podemos transformar a natureza do nosso psiquismo no sentido da função que a gente der a nós mesmos. Se eu, como ser humano, desejar ou decidir que serei monstruoso, eu como ser humano, me torno mais monstruoso do que todos os monstros e bestas que podem existir nesse caos. Se eu como ser humano, decidir ser um ser humano maravilhoso, de comportamento superior, de mente emancipada, de consciência vibrante num nível de pulsação super, se nós humanos conseguirmos construir uma
supercciência em nós mesmos, se essa proposta do Palma, nós mesmo na condição humana, seremos superior a todos esses seres que a gente vê por aí. Mas depende daquilo que o budismo diz. O que é que o budismo diz? depende de como o ser humano direciona os seus pensamentos, sentimentos, enfim, direciona o seu poder pessoal de existir. Então, nós humanos, podemos ser o que cada um de nós ousar e conseguir construir em si mesmo em termos de estrutura no âmbito desse conecta, que é o resultado de todas as sinapses que caracterizam a vida desse cérebro com
100 bilhões de neurônios e as sinapses que marcam todos os traços da racionalidade memorial e psíquica de cada ser como também na receita dos nossos 28.869 genes, código da receita da vida que existe no âmago de cada célula, das trilhões de células que existem no nosso corpo. O eu erro de cada um de nós é que é o gestor desse cérebro e desse genoma. Se ele souber ser o gestor, se ele não souber, ele vai ser vítima do que esse cérebro e esse genoma que vem de vidas passadas com as suas receitas de produção proteica
no âmbito da mesmice decidirem o que você será. É nessa perspectiva que surgem os monstros e os seres humanos maravilhosos, mas as demais espécies, elas são que nasceram para ser. Nós humanos, somos a única que pode transcender isso aí. Então, Miriam, no dia que nós soubermos isso, a violência some, a ignorância some, a estupidez some, some tudo que é caótico. Mas não é porque Deus ou os anjos de Javer, seja lá quem for, estão por trás da gente. Porque essa perspectiva da gente se tornar em um super ser humano é uma estrada individual, tem que
ser caminhada pelo esforço próprio. Outras figuras nos ajudam. Todos os seres do bem irão conspirar na hora em que eles descobrem que há um ser humano sozinho lá na Terra tentando ser digno, embora ninguém mais na terra preocupasse com dignidade. Quem for digno nessa contextualização da vida maior se associe aquele ser humano. Ao contrário, se alguém decide ser um FDP, decide ser um uma personificação do mal, aí essa egrégora, esse vórtice também cria o seu público, a sua plateia predileta e aquele ser humano se torna uma presa ou se torna presa um elemento, um elo
de uma corrente ou de um circuito horrível. E é por isso que a situação da Terra está horrível. Porque nós humanos, ao invés de nos associarmos mental, psíquica e vibratoriamente com o lado belo da existência interior, temos esquecido que existe existência interior e nos automatizamos aos vínculos com as questões da vida exterior. E aqui os ismos nos pegam e a gente se torna ismoista disso, daquilo, lulista. bolsonarista, trumpista. Eh, a esses ismos ferram com a gente. E é isso, porque ninguém precisa nos ajudar no campo da violência, porque nós já somos os próprios nas unificações
do que não presta. Então nós humanos temos sido monstruosos uns com os outros porque estamos presos a coisas que não prestam, a seres humanos que representam esse tipo de podridão e a gente ainda se acha no lado do bem e diz que o outro tá no lado do mal. Como eu disse no início, a ignorância quando se associa a ingenuidade não há muito a ser feito. O Robson, boa noite. Como surgiu nossos espíritos? Eles foram criados na espiritualidade superior ou criados nesse universo mesmo? E um dia saberemos desse universo ou apenas os o Jahirá deste
universo? Robson, esse universo vai acabar daqui a pouco. Temos todos que sair daqui. Mas não é só esse universo, essa criação indevida que é composta por dois universos gêmeos. Esses dois universos já estão, um já está se acabando, que é o vizinho. Esse nosso ainda vai durar durante alguns bilhões de anos, porque enquanto tiver hidrogênio, se reunindo a outro hidrogênio, criando massas de gás, que essa massa de gás transforma numa nebulose e surge uma estrela, cada nova estrela que surge cria planetas. Então assim, enquanto tiver hidrogênio para ser queimado nesse universo, existirão estrelas iluminando as
estradas do porvir. Mas quando o estoque de hidrogênio acabar, quando a última estrela apagar a sua luz e a energia escura estiver eh feito com que a expansão desse universo chegue a ponto tal de rasgar o tecido do espaçotempo. Nesse ponto, esse universo deixa de existir e o nível espiritual vinculado a esse universo que Kardec chamou na revelação espírita de errado cidade, que é um tipo de espiritualidade transitória que surgiu com a transitoriedade dessa criação, essa transitoriedade espiritual também deixa de existir. E nisso é problemático. Por quê? Porque os próprios espíritos dizem que antes de
existir esse universo com essa espiritualidade, já existia uma outra espiritualidade, sendo que essa aqui é superior, encriada, já existe toda a eternidade e aqui estariam Deus, espíritos maravilhosos, blá blá blá. Então isso aqui é o paraíso. Alguém na periferia do paraíso criou que não devia. Então, hoje tem uma uma espécie de uma membrana que protege o paraíso das vibrações do caos, né? Então, o caos tá rodeado por uma espécie de uma membrana que faz com que a sujeira toda fique aqui dentro, não a catinga não chegue lá no paraíso. Então, indo agora paraas suas perguntas.
Nossos espíritos foram criados aonde? No livro dos espíritos que Allan Kardec produziu, os espíritos desde que quando houve a criação, espíritos simples e ignorantes passaram então ou foram então criados para dar estrutura à vida nos reinos, animal, mineral, vegetal, animal, hominal, que são os reinos que a gente percebe aqui na Terra, reinos da natureza. Então assim, esse universo complicado, sim, os espíritos foram criados simples ignorantes, são mônadas para estruturar sobre a forma de mediador biológico, vamos assim dizer, o que a gente hoje chama de morfogênes, os campos morfogenéticos que criam as formas na vida biológica.
São os famosos campos mórficos. Então, os espíritos se associam a esses campos mórficos. cada espécie teria um cantofico. Então ele pega exatamente o tipo de genoma que determina que o corpo vai ser dessa daquela forma, sempre vinculado a um espírito. Segundo o que os espíritos dizem, foi Deus, o pai amantíssimo, que criou esses espíritos simples e ignorantes. Mas segundo as fofocas mitológicas, há um que um pouco de tudo nessa história e não seria a verdade, não corresponderia a resposta simples e objetiva que os espíritos deram a essa questão. Então assim, no momento, a resposta que
nós podemos dar a nós mesmos são essas esses indicativos que a revelação espiritual e outras revelações do passado terminaram nos oferecendo. Ah, mas falei a verdade, a verdade mesmo. As gerações futuras, seres humanos, é que poderão desfortunar ou ter certeza de alguma coisa. Eu não me proponho a falar de certezas nem de verdades. Eu sou alguém que segue os ensinamentos de Manuel Kant. Emanuel Kant disse que o intelecto humano vale pela sua capacidade de colecionar incertezas e não certezas falsas que você coleciona só para ter a sensação de que tem certeza em alguma coisa e
assim você vai dormir melhor. Não. O nome disso é imaturidade. As religiões tornaram a humanidade toda imatura, porque as religiões impuseram