Olá, tudo bem? Meu nome é Anderson, serei seu professor nesse conteúdo de dados e fazendo para você a minha autodescrição. Sou um homem branco com cabelos castanhos, estou utilizando uma camisa preta e uso barba.
Fundamentos de dados. Módulo dois, armazenamento manual versus automatizado. Mais uma vez, então, seja bem-vindo a este conteúdo.
Nessa aula, eu quero que você acompanhe no slide comigo, nós vamos falar sobre armazenamento manual versus o automatizado, tá? Então é a maneira da gente diferenciar ali quando você tem dados manuais, que são as anotações, mais ou menos estilo a nossa lista de compras, né? o nosso exemplo da lista de compras, eh, relacionados aí a você fazer esse armazenamento em um dispositivo, né?
Ou seja, já informatizado, né? Então, vamos lá. Os objetivos dessa aula, comparar os métodos de armazenamento manual e digital, tá?
Então são os métodos manuais com os digitais, explorar as vantagens e desafios de cada abordagem e demonstrar como a digitalização facilita o gerenciamento de dados, tá? Tudo isso por a partir de agora, né, nos próximos conteúdos, nos próximos módulos, nós vamos começar a trabalhar um pouco mais prático, né? Então, eh, você vai ver que nós temos eh os gráficos também, as tabelas como forma de apresentar e de eh manusear esses conteúdos, tá?
Então, nos nas próximas aulas, eu vou mostrar os gráficos, eu quero falar para você alguns tipos de gráficos que nós temos e você vai conseguir entender ali como através de uma simples tabela de informações, tabela de dados, né, a gente consegue produzir eh gráficos que é uma maneira eh visual, diferente de você enxergar os mesmos dados, certo? Então, você tem lá, por exemplo, eh os eh nomes, né? Então, tenho vários nomes lá.
Eh, vamos supor que eu tenho lá 5. 000 nomes e esses nomes eu tenho, vamos supor, cidades diferentes, pessoas que moram em várias cidades entre esses 5. 000 nomes.
E aí eu quero fazer uma análise, né? Eu quero enxergar em de uma forma diferente, visualizar esses dados em forma de gráficos. E nesse gráfico eu quero trazer, por exemplo, né?
Ah, qual a quantidade de de nomes, ou seja, qual a quantidade de pessoas que moram na cidade de São Paulo? Qual é a quantidade das pessoas que moram no Rio de Janeiro? Qual é a quantidade de pessoas que moram em Belo Horizonte?
E assim por diante. Então, eu posso criar um gráfico, criar um gráfico para representar esses dados. Então, o gráfico nada mais é que uma representação de forma gráfica, ou seja, né, em esquemas, um desenho daquilo que tá representando as informações reais que estão no meu banco de dados.
Perfeito? Vamos lá pro quadro, então, por favor. Vamos começar então esse conteúdo falando aí de alguns exemplos.
Primeiro do armazenamento manual. Então, você viu nos outros conteúdos, né, na aula passada, eh, eu mostrei para vocês ali aquela aula que tinha a linha do tempo, né, de todos os dispositivos de armazenamento que nós tínhamos. Então, eu comecei lá eh falar do pergaminho, né?
Depois a gente foi lá eh eh passamos pelo cartão perfurado, né? Aí tínhamos os HDs, oss ali você armazenando os dados em nuvem. Isso tudo de forma digital.
E na forma manual, na forma manual também nós temos eh vários exemplos de como nós podemos armazenar informações. Então ali os registros físicos eh nos escritórios, né, na década de 70, de 80, quando nós não tínhamos o acesso fácil aí a à informatização, tínhamos pouco sistema, muita coisa era armazenada em papel, né? E até hoje em dia, em algumas empresas nós temos também temos esse hábito de controlar eh de, aliás, de fazer esse armazenamento de documentos importantes em papel, né?
Então tem uma regra lá que você tem que guardar os documentos eh por 5 anos, aí depois você pode eh se desfazer deles, né? E assim e assim vai. Então nós temos o exemplo ali, ó, registros físicos, livros contábeis e e fichários.
são aquelas famosas pastas A, né? Então eu trouxe, retratando aí para você eh uma imagem, né, no primeiro bloco ali onde tá escrito exemplos. Então, tem essa imagem dessa pasta AZ.
E dentro dessa pasta você poderia guardar documentos. Por exemplo, você tem eh você trabalha com em escritório contábil, então no escritório de advocacia e você pode ter uma pastinha dessa daí para cada cliente, né? Então tem uma pasta lá do seu João, uma pasta lá do Francisco e ali você vai guardando os processos, você vai colocando o histórico ali de tudo que ele fez.
Um outro exemplo é para você guardar exames médicos. Então vamos supor, uma clínica médica também, ela vai ter uma pasta, ela pode ter uma pasta igual essa daí. para eh controlar ali o histórico de cada paciente, os exames médicos, os prontuários médicos, né, e tudo aqui, todo o histórico ali daquele paciente.
Hoje em dia, tudo isso é controlado via sistema, né? Então você chega para fazer uma consulta com um médico, né? Você chega a hora que você senta, ele já pesquisa eh o seu CPF ou pelo seu nome ali e ali já vai aparecendo todo o histórico na tela dele de qual foi a sua última consulta, qual os seus exames, né?
Ele clica ali, ele abre, ele pode ver os resultados, né? O que que foi feito depois, se você veio na próxima consulta ou não. Então, todo o acompanhamento é a mesma coisa, só que a única diferença é ao invés de ter os arquivos nos papéis, nessas pastas, né, ele tem então informatizado.
E esses dados paraa maior eh para maior segurança das informações, eles podem também estar em nuvem, tá? Porque daí nós temos um outro tipo de problema, um outro tipo de situação. Pensa que esses dados eles são informatizados, ou seja, eles estão no sistema, né?
Só que é um armazenamento local, físico. Vamos supor que o sistema só esteja instalado no computador do do próprio médico, tá? Então, todos os dados estão nesse PC aqui.
Se acontecer aí um desastre, né, e pegar fogo na sala ou na clínica e queimar, ou então se algo acontecer naquele disco ali e queimar e perder todas aquelas informações, você não vai mais ter acesso à aqueles dados, né? Agora, se eu tiver trabalhando com nuvem, então se acontecer qualquer coisa dentro da clínica ali, não tem problema, porque os dados não estão ali, estão na nuvem. E eu posso então em outro momento acessar o sistema através de uma outra máquina.
Pode ser nesse mesmo local físico ou em outro local físico que os dados vão estar ali preservados. Então pensando em questão de segurança para armazenar as informações, para você guardar as informações, né? Eh, você ter os dados informatizados, mas eles estando somente nesse dispositivo também não é tão seguro assim por conta disso que pode acontecer.
Ou então, eh, alguém pode entrar e furtar esse equipamento aqui e você não vai mais ter acesso nunca a esses dados, tá? Então, os dados precisam estar informatizados, sim, OK? Né?
Muito melhor que você guardar dessa maneira que você está acompanhando nos slides em papel, em arquivos, só que também eles têm que estar nas na nuvem para maior segurança em questão de acesso, tá? Então, voltando lá ao slide, por favor, nós temos ali eh a primeira ilustração ali das pastas As, né, ali em característica, olha só, exige espaço físico, organização manual e maior risco de perda. O risco de perda eu expliquei agora nesse exemplo, né, que eu acabei de dar.
Agora, pensa em espaço físico. Vamos supor que você tenha essa clínica, vamos eh focar nesse exemplo da clínica médica, né? E você tem essa clínica ali há há há muitos anos, né?
Há 15, há 20, há 30 anos. Imagine quanto, qual é o número de clientes que passou por ali. E você tem que armazenar todos esses todo o histórico de cada cliente em pastas, né?
E aí você vai colocando tudo dentro de uma sala. Você pode organizar, por exemplo, em prateleiras, né? Imagina só o espaço físico.
Daqui a pouco, eh, uma sala não vai ser o suficiente. Você tem que você precisa de mais uma sala, mais outra sala e você vai tendo ali eh eh essa demanda de espaço físico. Vai chegar uma hora que não tem como, né?
você já eh você usa para atender os seus os seus clientes ali 20% de todo o espaço da clínica, porque tá tudo ocupado eh com o armazenamento desses dados, porque você está fazendo ainda dessa forma aí manual, tá? Lá no slide ainda novamente, então tem essa questão dessa desvantagem quanto ao espaço físico. Os desafios.
Bom, registros físicos, livros contábeis e fichários. Olha ali, ó. Ali tem uma outra foto, né, que retrata, né, várias pastas, uma em cima da outra, gerando, né, até esse essa poluição visual.
Quando você olha, né, você vê aquelas pastas daquele tamanho ali. Antigamente você ia nas estações de trabalho, as pessoas que trabalhavam em em escritórios, né, e você via uma pilha dessas, né, de pastas de documentos de papel. Ou seja, aquilo ali eram as atividades que aquele colaborador tinha para fazer naquele dia, naquela semana, enfim, né?
Daqui a pouco você não via mais a pessoa, né? você só via que tinha alguém por trás daquela daquelas pilhas e pilhas de pastas desse desses documentos. Então o desafio nessa época, né, que eu comecei citando, né, década de 70 e 80, era exatamente isso, era como fazer o armazenamento, o controle.
Imagina você pesquisar algo, né, lá no seu lá lá nessa sala lá de um paciente que não volta ali faz 5 ou 10 anos, né, onde que você ia achar isso? Então, era como se fosse um estoque, né? Eh, eh, já eh virou até um um estoque já essa questão de armazenamento desses documentos.
E não não era para ser assim, né? Era simplesmente para ser um armazenamento de arquivos. Claro que você eh em empresas que eram mais organizadas tinham eh as grandes gavetas, aqueles armários de ferro, né?
e você etiquetava, né, por letras ali, ah, aqui vai ter os clientes, por exemplo, de A até G, né? Então, é claro que você ia abrir aquela gaveta ali, você ia fazer uma busca sequencial, né? você rapidamente você a achava ali eh a pasta daquele paciente que você estava procurando.
Só que mesmo assim, com o passar do tempo, ia ficando inviável por conta do número de pacientes, por conta do número de informações, de dados que cada pessoa vai gerando ali ao passar do tempo. Então, eh, enquanto nós estamos produzindo, enquanto nós estamos vivos, a gente nós estamos gerando, né, dados a todo e qualquer momento. Então, por isso que era mais complicado, né?
Continuando lá, então era bem difícil. Ó, na segunda e imagem, imagem que tá no meio ali, a representação dessa gaveta de alumínio. São eram aqueles armários, né, de ferro, alumínio, de lata mesmo, né?
E você tinha aquelas gavetas e dentro das gavetas você poderia armazenar várias pastas às vezes como essa que tá sendo apresentada na primeira imagem, né? A terceira imagem do lado direito ali do nosso slide embaixo do desafios, é essa representação visual poluída que eu disse, né, de várias pilhas ali de papéis, eh, uma sobre a outra. Perfeito.
Bom, esse foi o armazenamento manual. Agora vamos falar um pouquinho do armazenamento digital. Então, aí a gente começa a ter os cenários que nós temos das empresas atuais, né, armazenamento digital.
Então, eh, dentro de sistemas organizadas, estruturadas, né, dentro de um sistema, esse sistema vai comunicar com o banco de dados e dentro desse banco de dados, as informações elas não estão bagunçadas, elas não estão soltas, elas estão organizadas. Então, tem um tipo de banco de dados que são os bancos de dados relacionais, eles são estruturados, as tabelas elas são ligadas, elas são relacionadas através de eh de chaves, certo? Então, é muito fácil você eh pesquisar um cliente, um paciente, né, dentro dessa clínica e achar rapidamente ali tudo eh que está relacionado a ele.
Então, vai vir ali os dados pessoais, vai vir eh os dados do plano de saúde, né, vai vir ali os dados de quantas consultas ele fez, de qual quais exames, né, as datas. Então, tá tudo organizado dentro do sistema. Então, é essa representação que eu dei uma clínica informatizada.
A pessoa chega ali, a recepcionista já consulta os dados, quando ele senta na frente do médico, o médico já tá com a vida, né, daquele paciente na clínica. Ó, você ele já ele já sabe ali que você frequenta aquela clínica três a 4 anos, que você já fez tantos exames, eh se você já fez alguma cirurgia ou não, quais são as precauções, né? Eh, quais são os remédios que ele já te receitou.
Então, tá tudo dentro do sistema, informações digitais, armazenamento digital, é o que você tá vendo no seu slide aí. Então, vamos aos exemplos. Bom, arquivos eletrônicos, bancos de dados e armazenamento em nuvem.
Basicamente aqui nós temos algumas representações de como você vai armazenar os seus dados, né, em arquivos eletrônicos. Então, voltamos a falar dos arquivos, né, que as informações elas são armazenadas em arquivos. Eh, então são as fotos, o raio X ali, tudo você vai conseguir armazenar dentro de arquivos no seu dispositivo, no computador ou então na nuvem, né?
Onde essas informações estariam? Se for nesse esquema do sistema, né, onde o médico e a recepcionista já entra no sistema para eh consultar e para visualizar os dados desse paciente, com certeza elas estão armazenadas em banco de dados, tá? Então é o segundo exemplo que tá aparecendo ali.
E o terceiro, o armazenamento em nuvem, que é aquele esquema que eu disse, né? eh, de você ter também essas informações em um banco. Só que esse banco, a única diferença é que esse banco ele não está fisicamente ou ele ou ele não está num servidor local ali na própria empresa, ele está na nuvem, a gente chama, ele está em algum data center, tá?
Eh, em algum lugar do mundo que não necessariamente você precisa saber aonde ele está. De repente ele tá nos Estados Unidos, de repente na França, né, Europa, né, geralmente ele está mais alocado aqui no Brasil, mas pode acontecer dele tá também eh em outros lugares aí fisicamente em um data center, certo? Eh, continuando ali, ó, no segundo recorte do nosso slide, no meio, nós temos as características.
Qual é uma característica dessa desse armazenamento digital, né? é o acesso rápido. Lembra que no manual, né, eh, por mais organização que você tenha, se for eh, dados ali que já tem um tempo, né?
Ah, pera aí um pouquinho que eu vou buscar no arquivo, né? Então, a pessoa tinha que sair ali da mesa dela, se deslocar a uma outra sala, aí ela ia naquele armário da das gavetas ali, ia puxar, né, ia encontrar a sua pasta, os seus arquivos. Aí sim ele ia ter acesso e ia retornar ali pro local para atender você.
Então tem essa questão aí do acesso, tá? No digital você fala o seu nome, você fala o seu CPF, né? Alguns dados ali inicial, ela já vai fazer uma busca digital, uma busca no sistema e as informações ele já tem condição de ver ali quase que em real time, né?
Quase ao mesmo momento da consulta. Então tem essa característica. A segunda característica, segurança aprimorada, desde que eh, aliás, né, uma segurança mais aprimorada ainda se os dados esverem na nuvem, por conta daquele exemplo que eu falei, bom, se de repente esse dispositivo for furtado ou então a clínica ali acontecer um desastre, pegar fogo, né?
Então, se os dados esverem ali localmente e não tiver backup, você vai acabar com os dados da sua empresa, do seu cliente. Então, não é a melhor forma de você controlar as informações digitalmente. A melhor forma hoje em dia é a tecnologia de nuvem, tá?
E a terceira que ele tá colocando ali, né, seria a automação, você trabalhar com o desenvolvimento de pequenas automações ou o que a gente chama hoje de microsserviços, tá? Para eh gerar eh algumas buscas mais rápidas, algumas estratégias, né, de conexão com as informações mais rápidas do que o normal, tá? Então, essa questão aí da automação, então você pode, por exemplo, também eh gerar uma automação, como é que eu citei em um outro vídeo, né?
Ah, eu quero fazer uma uma automação aqui para cadastrar todos esses produtos no sistema, né? eh, de forma que não precisa ser manual, de forma que não precisa ser, por exemplo, produto por produto. A pessoa pega, vai olhando ali e vai cadastrando.
Não, através de um arquivo CSV, você consegue montar um programinha, gerar um um procedimento, né? Ou seja, construir uma automação que vai fazer isso automaticamente, que vai pegar toda a lista de produtos no seu arquivo CSV e vai cadastrando, né? Eh, e você, se você quiser, você só vai acompanhando ali o que que a própria automação está fazendo.
Então, por isso que chama automação. É um processo automático. No final, isso aí é muito mais rápido, né?
No final você só faz uma verificação para ver se deu tudo certo, se todos os produtos estão lá. Por exemplo, tinha que cadastrar 1000 produtos. Aí você vai no banco de dados, faz um select na sua base, né?
faz uma consulta na sua base, se deu o mesmo número de produtos que você tinha no seu arquivo CSV, OK, né? Se você quiser ainda, você faz a busca de alguns, né, individual, só para ter certeza se a sua automação funcionou. Perfeito?
Então é dessa maneira que a gente resolve aí algumas situações na tecnologia. na parte de desafios. Acompanhando lá no slide, ó, nós temos ali uma terceira parte do nosso slide, como se fosse uma terceira coluna no final ali do lado direito, desafios.
Então, quais são os desafios aí do nosso armazenamento digital, né? Eh, flexibilidade, fácil backup e integração com outros sistemas, tá? Então, realmente, essa parte da flexibilização é um grande desafio.
Esse esquema do backup, né, é um conceito muito importante, mas é aquele negócio, né, nem todos, nem todos todas sistemas fazem isso, nem todos os aplicativos fazem isso e nem todos os clientes têm esse hábito também de fazer backup. Backup é um procedimento de segurança, né, que é muito importante você fazer o backup. Por exemplo, nesse exemplo que eu dei aqui, ah, o os dados estão no servidor físico, né?
Mas você tem o hábito de fazer os backups e guardar o backup em um local separado. Não pode ser também na mesma sala, mas vamos supor que você guardou numa outra sala, né? Se aconteceu um acidente só nessa sala que o servidor está, né?
O backup ele não vai ser comprometido. Ah, mas eu fiz esse backup ontem, não tem problema nenhum, você vai perder só o movimento de hoje, entendeu? é muito melhor do que você perder o movimento da vida inteira, né, da eh de todo o histórico da sua empresa, tá?
Então essa essa flexibilidade, né, de de ter esse fácil backup aí é um desafio. E outra outra grande dor, né, da não é só nem eh dessa dessa desse esquema do armazenamento digital, mas é de toda essa parte de sistemas, né, é realmente essa integração com outros sistemas. Porque hoje com essa ideia de modularização, você desenvolver sistemas por partes, então você tem a situação, por exemplo, de eh você ter um sistema, desenvolver, você desenvolver um módulo de um sistema, ou seja, uma parte, tá?
E você coloca essa parte em produção, quer dizer, o seu cliente já vai começar a usar enquanto a sua equipe vai desenvolvendo uma outra parte, tá? Então é muito comum você ter isso e quando chega no final que teu sistema ficou pronto, ou seja, todos os módulos, todas as partes estão prontas, ele foi modularizado. Isso é muito bacana porque em um sistema de recursos humanos, né, de departamento pessoal, de repente deu um problema ali só na parte de controle de ponto, né, do ponto, né, do do ponto digital ali dos meus colaboradores.
Então eu consigo e parar pra manutenção, né, pra minha equipe de desenvolvimento, né, de programação, dar uma olhada somente nesse sistema, se tiver que parar, porque hoje em dia nem para, só se for um bug que realmente faz com que e aquele sistema fique inoperante, né? Então é só aquele módulo, ele não vai comprometer os outros módulos, o módulo de contas a pagar, né, da parte contábel, da parte do financeiro ali, vai continuar operando, né? Então, fornecedores que o departamento pessoal tem que pagar, né, os colaboradores, né?
Então isso daí não vai eh ser influenciado, não vai ser penalizado por conta desse módulo que está em manutenção. Tô dando somente um pequeno exemplo, mas hoje em dia a integração é às vezes é necessária. Vamos dar um outro exemplo.
Ah, um sistema que funciona na minha empresa desde 1980, né? Chegou hoje, será que ele tá com as mesmas tecnologias, né? Será que não tem muita coisa lá que eu posso melhorar?
com os novos recursos. Sim. E aí eu tenho que pensar na ideia do quê?
De construir um novo sistema. Só que pensa comigo, as informações eu não posso perder, certo? Eu tenho que fazer a importação, eu tenho que fazer uma forma de integrar, de fazer com os com que os meus sistemas, pelo menos por um período, eles conversem.
Então, essa parte de integrar sistemas, principalmente de tecnologias, de sistemas legados antigos com sistemas novos que foram desenvolvidos com novas tecnologias, é muito complexa, é muito complicado, porque são tecnologias que elas estão separadas ali pelo fator tempo, pelo fator de cronológico de tempo, né? Então você tem que às vezes desenvolver um sistema, tá? eh, que é capaz de pegar as informações aqui que estão em um padrão, transformar essas informações para um padrão novo para ser colocado nesse sistema novo, tá?
Então, é essa parte de integração. Então, tem muitos profissionais, né, eh, hoje em dia do mercado de tecnologia, da parte de desenvolvimento, que só fazem isso. Eles não desenvolvem coisas novas, eles não são eh, contratados, né, para desenvolver, para ficar atendendo o cliente, não.
Simplesmente para fazer para construir integrações entre sistemas, entre bancos de dados, né, que realmente funcionem, tá? Ó, os dados daqui, né, eh, eles têm que ser sincronizados com os dados que estão aqui. Quem que vai desenvolver isso, né?
Então, são essas novas aplicações e essa parte que fala sobre a integração de sistemas. Perfeito. Bom, eu quero que você agora acompanhe a tela do Note aqui, por favor, onde eu vou falar para você eh eu quero demonstrar aqui na prática, né, a questão uma diferença de uma lista.
armazenada de forma manual e informatizada, tá? Então aqui, ó, nessa imagem, isso aqui é uma imagem, tá? Eh, isso aqui tá com a minha letra mesmo, né?
É um postit, né? Então, é uma anotação, é uma nota de papel que eu coloquei aqui alguns nomes. São seis nomes aqui, ó, né?
Número um, Robinson, 2, Anderson, 3, Laura, 4, Everson, 5, Luciano e seis Granado. E aí, isso aqui tá manual, certo? É uma forma manual.
Pensa assim: "Ah, um post sheet que eu tenho em cima da minha mesa aqui, tá ali manual". São pessoas que eu tenho que contactar durante o dia. Por, por exemplo, eu posso informatizar, eu posso digitalizar essa lista onde?
Aqui na planilha do Google, ó. Então, eu posso ter uma planilha onde eu construí uma tabela que tem exatamente esses mesmos dados. Tá vendo, ó?
Número um, Robinson. 2, Anderson. 3, Laura, 4, Everson, C Luciano e seis, Granada.
Então aqui eu consegui apresentar para você a forma eh al a forma manual de você ter informações e a forma aqui digital, né? Então são listas que você pode retratar dessa maneira, tá bom? Lá no slide ainda eu tenho uma comparação para fazer aqui sobre essas duas, esses dois modelos de de armazenamento, né, relativos ao acesso segurança e capacidade.
Então ali, ó, você tá vendo tabela comparativa. Então eu tenho três colunas, né? A do meio ali, o armazenamento manual e a coluna do final armazenamento digital.
E a separação é por quais critérios? o acesso, segurança e a capacidade. Então, como que funciona o acesso no armazenamento manual?
É lento e manual. Lembra daquele exemplo? Ah, a pessoa vai ter que ir lá na sala que tem os arquivos, que tem o armário, né?
abrir lá, procurar a pasta daquele paciente, pegar ali a pasta e levar, né, para ela conversar com o paciente, para ela mostrar alguma coisa, né, para eles, enfim, eh, fazerem ali a função que eles querem, né, que é solicitado. Perfeito. No armazenamento digital é instantâneo e remoto, então eu tenho acesso já, vamos supor que os dados estejem na nuvem, então remotamente, né, eu consigo fazer esse acesso e ele é muito mais rápido.
questão da segurança, o armazenamento manual sujeito a perdas físicas, mesmo fazendo aquilo, né, aquele backup que eu disse, pegando o backup, colocando em outra sala, de repente você pode estar sujeito aí às perdas físicas justamente se um desastre acontecer ou então se alguns equipamentos eh se extraviarem, tá? O armazenamento digital se controla, controla por backup e a criptografia, né, é responsável por eh fazer o controle de acesso com segurança mediante a autorização, né, de eh login, senha, para que você tenha acesso, para que você dê acesso a esses arquivos somente para pessoas devidamente autorizadas. Então eu posso controlar isso aí através de criptografia.
Perfeito. A capacidade no armazenamento manual, ela é limitada ao espaço físico. Lembra do exemplo?
Bom, eu posso ter a minha empresa ali por 30 anos. Eu vou eu vou ter que começar a a locar salas da minha empresa, salas físicas para colocar arquivos físicos lá, porque já encheu tudo. Então ela e e vai chegar uma hora que, ó, não tem como mais, né?
Eu tenho que ir para um outro espaço ou então eu tenho que informatizar isso aqui e colocar tudo na nuvem. Daí, beleza? no armazenamento digital virtualmente ilimitada.
Ah, mas encheu aqui. Bom, mas se você comprar mais acesso, você pode expandir. Por isso que a gente fala que é virtualmente, né, ilimitada.
Perfeito. Vou ficando por aqui nesse conteúdo. No slide ali, ó, na próxima aula, nós vamos falar um pouquinho, né?
A gente vai começar a falar sobre banco de dados. Então, tem uma introdução a banco de dados para você. Você não pode perder essa aula, né?
Tá bem bacana. Tá bom. Espero você no nosso próximo encontro.