e aí e amar um autor e amar um livro tão especial como este e poder partilhá-lo no dia internacional do livro infantil o veado florido de antónio torrado luanderson português ilustrado pela manuela bacelar e que agora gostava de morrer a história que vou contar para tu usar muito muito tempo numa terra com muitos arados resolveram muitos pés pisaram muito risco colocaram muitas árvores cobriram muito astecas secaram é uma história muito antiga passada numa terra ainda mais antiga essa terra havia um senhor muito rico tão rico era ele que possuía nos jardins do seu palácio uma
coleção singular de animais nunca vistos os amigos e as visitas desse senhor muito rico embarcavam se diante das aulas douradas que encerravam animais fantásticos ali colocados para que as visitas e os amigos do senhor muito rico abrisse a boca e ficar sem fala o rosto espanto e não era razão para menos havia crocodilos voadores leões emplumados cavalos azuis borboletas gigantes serpentes luminosas girafas listadas cisnes transparentes eu nem sei descrever o cláudia e quando não se sabe inventa se esse senhor muito rico espalhará pelos quatro cantos do mundo criado os seus encarregados de descobrir novos bichos
esquisitos quando eu chegava da sua longa viagem presente consigo mais uma raridade para a coleção havia sempre uma jaula espera porque os bichos nunca vistos embora fosse muito bem tratados sair do riam deixando vazias as aulas douradas e por isso os criados safadi garro pelos quatro cantos do mundo não sucedesse um dia o senhor muito rico não ter nenhuma nova realidade para mostrar as visitas e os amigos um desses exploradores o mais velho oh mais provado é anteriores caçadas sempre bem-sucedidas descobriu uma vez um espantoso animal daqueles que só aparecem nos sonhos mas não em
todos por uma floresta silenciosa bem perto por entre as árvores olhou um veado depois que admiração se viviam na floresta de atos que espreitavam repente espreitavam e fugiu cheios de susto como era porém diferente aquele era um veado florido bela e acetinado como os outros corpo flexível patas finas por cima aguçado nesses ternura tal como os outros é mas nas longas e recortadas hastes que ornavam a cabeça a tinha flores eram brancas e tinha folhas folhas de um verde se iludiu e quase transparentes entre as folhas botões donde brotaria um novas flores era um veado
florido ô destacou quando o homem está cor parado no verde escuro das sombras parecia dizer bem ver e admirar de perto vem ele foi enviado não fugiu queria que fizessem festas gostava muito de festas quem me dera esse para a coleção do meu amo pensou em voz alta o homem prender um com uma rede amarrou bem e levou consigo nunca casar a presa tão valiosa que bela recompensa ea receber o caminho notou que as hastes do viaduto desfile de folhas e os caíam quis guardar uma mas esta desfez que na mão olhou para as árvores
em volta também não tinham folhas e o criado jogou compreender é isso visto que estamos no outono caem as folhas das árvores e dos veados e o criado por seguiu satisfeito da vida em direção ao palácio do senhor muito rico traz uma insignificante não tenho que alugar para tais bichos diz o senhor muito rico espero vossa senhoria pela primavera e verá como das artes hão-de nascer flores mais catitas que as rosas dos seus canteiros veremos então e o senhor virou as costas ao criado sem o recompensar veio da primavera há exatos do veado florido continuaram
mudas isto é continuaram secas como raízes arrancadas da areia é mal comia nas outras aulas os outros vistos também não tocavam na comida muitos morreram e o senhor muito rico começou é fasti haste afinal que graça tem estes animais perguntava ele de si para si os seus criados e necessários voltavam dos cantos do mundo com as redes e eles cordas arrastar pelo chão e um desaparecido todos os animais estranhos que havia a face da terra nas aulas douradas os últimos morriam só ficou aquele vulgar que o senhor muito rico nunca vira florir deitem abaixo todas
estas aulas para prolongar roseirais obrigado só está asturbar em só tem no daí ordenou o senhor e foi o criado que o aprisionar a quem abriu a porta da jaula e fugiu tentou para fora dos muros do jardim vai ter visto nojento que não servisse para nada e o viaduto correu até a orla da floresta havia sol e ervas terras como se os raios do sol e despertassem as hastes de novo elas se cobriram de folhas luz e dias quase transparentes e de flores muito muito brancas o lucius senhor venha ver gritava o criado contando
para longe mas quando o senhor muito rico chegou ao portão já o viaduto tinha desaparecido o bendito i ^ sempre novo este belíssimo conto do antónio torrado