Os dois sentiram a mesma coisa e foram lá fazer o vídeo, correr atrás dessa parada para valer em 2016, porque até então não é que vocês pararam de fazer, mas estava estudando, por trabalhar por est como focar só nisso, mas a gente gravava todo final de semana, mas não era o foco principal. Lá no comecinho, lá em 2010, vocês chegaram a trocar ideia com os outros caras que começaram também? mencionaram o Celo aqui mais cedo.
Celo tr tava começando também depois de lá explodiu 2014 2015 eu acho. O Winderson tinha começado mesmo é que a gente e aí em 2015 ele decolou mais ainda, tava fazendo show e tal. Aí eu trocando mensagem com ele, eu no estágio ganhando R$ 300 por mês, gastando os R$ 300 para comer e pegar o ônibus, chegava na faculdade, não conseguia nem comer direito porque já tinham gastado dinheiro para almoçar.
E aí digitando com o índerson aqui, o índice falando assim: "Cara, eu perguntando para ele: "O que que você aconselha a gente a fazer? Ele, cara, sai daí e tal. Tô ganhando 100.
000 por mês aqui. Eu nem sabia que alguém ganhava 100. 000 por mês, que era possível isso, né?
[ __ ] 100. 000. Eu aqui fazendo um negócio que eu não gosto, que eu gostava até, mas não era o que eu amava mesmo, né?
Aí eu at senti, mano, a gente vai ter que sair daqui a gente tava até ficando conhecido lá, mas estava meio que estagnado lá. A gente falou assim: "A gente tem que ir para São Paulo". É porque não tinha, né?
Imagina 2015 em Rondônia, agora que tá tendo muita febre de influenciadores lá, que tem muita gente, mas 2015 só era nós, então a gente não tinha nem com quem a gente gravar, não tinha esse movimento de eh publicidade, de o marketing de influência, empresas que chamavam a gente para fazer publicidade, não tinha isso também. Então a gente falou assim: "Cara, a gente vai ficar aqui, a gente vai ficar conhecido aqui e ficar com a nossa permuta ali da de uma coisa ou outra. " Mas e aí?
E e os shows que a gente quer fazer? Aí a gente teve que tomar a decisão de vir para São Paulo em 2017. era assustador pra gente, porque a gente nasceu na cidade de 14.
000 habitantes. Quando fui para Porto Velho, que tem 500, 600. 000 habitantes, para mim era uma cidade grande demais.
Falei: "Meu Deus". E aí quando a gente falou, "Vamos para São Paulo comeru e tudo cara limpa. " Achava que São Paulo só tinha motoboy e assalto, mas não tem maconha também.
Não tem maconha às vezes é os três, é um motoboy fumando maconha te assaltando aí. Mas f, mano, vamos, é o combo, né? Mas, mano, vamos.
E aqui é a cidade da oportunidade, né, cara? Tudo acontece aqui. Então, quando a gente veio, eh, assinamos com a NSTop, a agência que a gente tá hoje.
E aí começamos a fazer show, cara, no Brasil, porque a Nostop é uma agência que faz muito show e a gente começou a escrever um show melhor e e começou a fazer show no Brasil. Mas assim que a gente chegou em São Paulo para se mudar, a gente tinha também vendido um show nosso aqui, o primeiro show nosso em São Paulo. E a gente tinha vendido mesmo, como se a gente fosse o o empresário e tal, mas era a gente, né, respondendo.
E aí chegamos aqui, o cara falou, eu lembro disso muito bem, o cara falou assim: "Cara, o show vai ser muito bom, tá começando a vender muito bem os ingressos, divulgação tá forte, divulgação tá forte, colocamos no metrô, colocamos em vários lugares aí na Paulista. E aí a gente, o cara falou assim: "Vou levar vocês para ver, vamos ali pegar o metrô". Falei: "Vamos, meu sonho é andar de metrô, nunca andei de metrô.
" E aí pegamos o metrô, levou a gente pro hotel, olhei do metrô, não tinha nada de divulgação, não tinha um bando, não tinha nada. Falei: "Cara, como que tá vendendo esse? Cadê os flyer?
" Não, não tá nesse metrô, não. Tá no outro ali. Ah, beleza.
Mas, mas tem mesmo? Tem, tem. Sei que chegou o dia do show, não vi nada, mas deixei.
Tá vendendo o ingresso, tá de boa. Em algum lugar, tá? Fizemos show lá no Teatro Gazeta, na Paulista.
Cara, muito legal. Nunca tinha conhecido. Tava mesmo vendendo ingresso, então a galera tava lá.
Mas a gente que tava divulgando, né? É, tava não, cara, quando foi para receber esse dinheiro e a gente trouxe uns amigos nossos que trabalhava com a gente na época também, que era nossa equipe, né? Fazia a foto, fazia sonorização, a produção.
E aí eles vieram com a gente e aí na hora de receber o cara falou: "Não, não dá para pagar agora e tal". Mas aí eu falei assim: "A nossa equipe precisa voltar paraa Rondônia. Ah, mas tem como se eles for esperar?
" Eu falei: "Não, eles precisam voltar antes". Aí compramos passagem de ônibus para eles voltarem, cara. Voltaram acho que uns três dias de ônibus daqui para lá e a gente falou: "Ah, mas ele vai pagar a gente, né?
" ficamos no hotel, acho que no outro dia eu falei: "Cara, a gente precisa receber". E aí era 7. 000, acho que a gente ia receber, né?
Não. E o cara do hotel chegou para mim e falou assim: "Mano, vocês conhecem o, eu vou falar o nome dele, né? Porque ele tá sendo, é, não fala.
Oxe, vocês conhecem o Wesley? " Aí eu falei, "Sim, o produtor do show, cara, eu preciso falar com ele aqui porque nem era para você estar mais aqui no hotel, não tinha pagado nenhum hotel. Como assim?
" "Ah, ele tá devendo aqui e tal". Eu falei: "Mano, tem alguma coisa errada. " Cobrava ele.
Falou assim: "Não é porque a era o Simpla, né? Simpla, que é uma plataforma de recebimento de ingresso. O Simpla travou aqui o dinheiro, não tô recebendo tal, mas eu vou pagar vocês.
Tá aqui a o relatório, vocês vão receber 7. 000. E nisso, cara, só para vocês entenderem o contexto, a gente veio para São Paulo, assim, juntamos um dinheirinho lá da vida, assim, tipo R$ 30.
000, que a gente queria comprar um carro lá em Porto Velho, mas que carro que você compra com R. 000, né? Era o dinheiro da nossa vida, assim, aí a gente falou assim, vamos para São Paulo com esse dinheiro o foi pro Paraguai, gastou 10.
000 lá de equipamento e aí ficou, sei que ficou o quê? Uns R$ 15. 000 foi uns R$ 15.
000 pra gente chegar. Então a gente tava contando com esse dinheiro também para viver aqui em São Paulo, né, que a gente ia morar aqui agora, a gente não tinha mais dinheiro. E aí o cara foi e roubou a gente, mano.
[ __ ] meu irmão. Continua deve ter sido, foi um parêntese, cara. Aí o cara falou assim: "Vou pagar vocês, vai cair o dinheiro tal", mano.
E cobrava ele todo todo dia e nada. A nossa equipe já tinha ido embora e e a gente a gente teve que tirar do nosso bolso para pagar a passagem da equipe e esperando o dinheiro voltar e nesse perrengue aí um dos caras que era da equipe dele falou assim: "Cara, esse cara tá roubando vocês". Eu falei: "Ah, não diga".
Sério? Hora, hora. Falei: "Tá, eh, você sabe onde é que ele mora?
" Ele falou: "Sei, vocês querem que eu leve vocês lá? " Eu falei: "Quero. " Lá em Osasco a gente foi.
Aí a gente foi, mano, [ __ ] Vamos lá, mano. Vai ter vai ter que pagar a gente esse cara. Aí batemos lá no apartament, não, ele tinha chave, né?
Porque ele morava com ele e tal. Abriu lá. Aí fui bater no quarto dele, acordou assim, ele tava dormindo, 4 horas da tarde dormindo assim, acordou, o que que foi?
Eu falei assim: "Cara, a gente precisa receber o nosso dinheiro, porque você recebeu? Cadê o dinheiro? " Ele falou assim: "Não, não recebi não, travou".
Falei assim: "A gente só vai sair daqui com o dinheiro ou pra delegacia, que que você quer fazer? " Ele falou: "Não, mas eu não é culpa minha". Eu falei: "Abre o computador".
Ligou o computador lá, falou assim: "Olha aqui os negócios da Simpla, mostrou o estado do dos simples, os ingressos sendo vendidos". Falei: "Tá, mas mostra agora o estado da sua conta". Ele abriu a conta dele.
Quando ele abriu a conta dele, mostrava o dinheiro caindo do Simpla e o dinheiro indo embora pra outra conta. Para outra conta. Falei: "Tá isso aí".
Aí ele: "Ah, mas isso aqui não é, não é, não foi eu que fiz, não sei o quê". Desconversava. Eu falei: "Mano, você vai pagar a gente ou não?
" Ele falou: "Mas eu não tenho? " Olha aqui, não tenho dinheiro? Falei: "Então, cadê o dinheiro?
" "Não tenho, não tem? " "Então pra delegacia, então vamos. Você quer ir no seu carro?
Você quer ir com quer que chama a polícia, a viatura da polícia? " Ele: "Não, eu vou, eu vou no meu carro, vou atrás de vocês. " Chamei uma amiga, a gente veio, quando a gente veio morar, a gente veio dividir o aluguel com o Carlos Santana, que era um youtuber da época que ainda grava pra internet até hoje, amigo nosso, e ele que deu essa força pra gente.
Ele conhecia uma advogada dele que ajudava ele. Falei: "Cara, a gente precisa de ajuda aqui". Aí ele indicou ela, ela foi lá, a gente foi pra delegacia.
Abrim os boletim de ocorrência. [ __ ] que merda. O cara falou que ia pagar tal, abrimos os boletim lá, mas, mano, não deu nada.
Já tinha um monte de boletim de ocorrência contra ele lá. É, inclusive coisa pesada. O cara já tinha, já tava sendo processado por aliciamento de menores, mano, umas paradas pesad como é que se for parar na mão dele assim, por exemplo, porque a gente era inocente, né, mano?
O cara lá em Rondônia, o cara falou: "Quero contratar o show de vocês em São Paulo". A gente: "Nossa, vamos São Paulo". Mas ele já tinha feito alguns shows também São Paulo, né?
Tipo, uns tinham dado certo, outros não. Inclusive, depois que ele contratou o nosso para pagar a gente, ele começou a fazer show de outra pessoa, de outra youtuber na época. A gente foi falar com ela.
Falou assim: "Cara, não faz. Esse cara vai te roubar, ele não vai te pagar ainda, vai pagar a gente com o teu dinheiro ainda. " Sei que a gente não recebeu.
A gente não recebeu. Nessa mesma época a gente tinha deixado lá em Porto Velho a minha irmã no hospital. Ela minha irmã, ela tinha 7 anos, a Lara, filha da minha mãe.
Ela teve, cara, tava brincando na piscina, torceu o pé na piscina e aí enfachou, ficou meio inchado o tornozelo. E aí começou a ficar mais inchado, ia pro hospital, voltava, trocava o o o curativo e aí começou a ficar mal, começou a torcir, quando foi ver, ela já tava com osteomelite, [ __ ] que é uma infecção no osso. E o a bactéria que tava infeccionada o osso dela tinha ido pro pulmão e te pneumonia.
E quando ela foi pro hospital, o médico dava remédio, mandava ela volta para casa. Quando foi assim, nas últimas assim, o médico falou assim: "Ó, se ela não for internada agora, ela vai morrer amanhã. " Falou isso pra minha mãe.
Meu Deus, cara. Minha mãe ficou desesperada. E nisso a gente já tava com plano de vir para São Paulo.
A gente tava lá ainda, mas já tava querendo vir para cá. E minha mãe ficou traumatizada assim de ver pessoa de branco e começar a se tremer assim, sabe? O médico vai falar que ela morreu, sabe?
Então qualquer pessoa de branco, ela ficava com trauma. Então a gente falou assim: "Cara, o negócio tá feito". Inclusive, quando ela tava, a minha irmã tava internada, quando chegava o horário do médico, que era o horário da manhã, a minha mãe não queria estar lá porque ela não queria ver o médico porque ela tava traumatizada.
Então, quem ficava era eu, meu irmão ou a nossa prima, é, a família do meu padraço que morava lá, né? A gente ficava revesando. E aí a gente falou assim: "Mãe, a gente não vai para São Paulo".
Ela falou assim: "Não, filho, vão tal, vocês já estavam fazendo plano, eu seguro aqui". E minha avó saiu do Mato Grosso, foi para lá cuidar da minha irmã. E aí a gente veio para fazer o show em São Paulo, aconteceu esse essas coisas, o cara roubou a gente, a gente nem contou, mano, tudo aconteceu ao mesmo tempo e a gente nem contou pra minha mãe para não deixar ela tão preocupada assim, né?
Na a gente contou depois e aí, cara, mas aí a gente conseguiu pagar um aluguel adiantado de seis meses, o Carlos ajudou a gente, né? Então ele falou assim: "Cara, eu vou pagar aqui metade do aluguel, vocês pagam outra metade, só que vai ficar mais barato se a gente pagar seis meses. " Pegamos, rapamos o dinheiro da conta, pagamos seis meses adiantado, sobrou um dinheirinho ainda, né?
Mas minha mãe falou assim, ó, tem um tratamento aqui que o plano do seu padraço não cobre, que é um tratamento de câmera hiperbáica, que é para tratar a bactéria, enfim, que é um tratamento de para recuperar mais rápido. Exatamente. E é um tratamento muito bom que pode salvar ela.
Eu falei: "Mãe, agora vamos pagar aqui, depois a gente vê isso. " Mandamos tudo para ela e ficamos zerados seis meses em São Paulo e 7. 000 para receber do cara.
O cara não respondia mais a gente fim, mano. Rece não recebeu até agora. É, não é agora que ele vai falar assim: "Ah, gente, contado del é que pagar eles.
" Toma aqui, não vai rolar. Aí a gente falou assim, mano, beleza, então pelo menos a gente tem seis meses de aluguel pago aqui e tem mais um mês aí de YouTube para fazer para receber de sense e vamos fazer a parada acontecer, senão a gente volta pr para Porto Velho. Sentei na mesa assim, lembra?
Olhei para ele e falei assim: "Mano, é ou a gente bota para lascar agora aqui e faz o que tem que fazer ou a gente volta, né? " Mas a gente sentia que Deus tinha um propósito pra gente, que nosso propósito também era muito correto, sabe? E aí a gente sentiu que Deus ajudou.
Não, a gente tá, a gente tá amparado aqui, a gente não tá sozinho. E foi Deus mesmo, porque graças a tudo isso que as coisas começaram realmente a deslanchar assim no canal. A gente bateu 1 milhão, 2 milhões de seguidor, de inscritos no YouTube, 3 milhões, 4, 5 milhões no ano, né?
Então, tipo, a gente começou a crescer muito rápido, 2018 assim. Aham. E aí foi quando as coisas começaram a melhorar, assim.
Aí, cara, graças a Deus, não precisamos mais do dinheiro desse cara. Aí a gente fechou com a Non stop. Astop começou a gerenciar a nossa carreira.
Aí nunca mais sofremos nenhum golpe do tipo, né? Aí conseguimos ajudar a nossa mãe. Ela morava na casinha simples lá.
Ela, eu sempre conto essa história, ela, a casinha era simples, era dado pelo governo, né? E aí no fundo ela queria muito uma jacuzzi, só que não tinha dinheiro. Ela cavou um buraco assim no quintal, colocou uma caixa d'água, fez um deckzinho de madeira e ficava lá na jacuzzi dentro, sabe muito bebendo a cervejinha.
Quint. Rondônia é quente, né? Então é a melhor solução que tinha lá.
Aí quando chamava os vizinhos, ficava seis pessoas dentro de uma caixa d'água suja, suja suja. Aí a gente falou assim: "Não, cara, vamos, quando as coisas melhorar, vamos construir uma piscina para ela". Aí quando a gente começou a juntar um dinheirinho assim melhor, né, que deu dava para ficar mais fogado, a gente comprou um carrinho para ela, né?
Compramos um carrinho para ela e construímos uma piscina lá para ela. Cara, ela ficou muito feliz. Não, ela entrou na, ela fica, entrava todo dia na piscina antes da piscina ficar pronta.
Então, ela ficava lá ajudando os pedreiros na piscina. Vai ficar pronta. Quando a água foi chegar da piscina, ela tava fal lá dentro da piscina esperando a água assim.
Ainda tem uns vídeos dela piscina. Gostar muito de piscina, né? Ela todo dia manda foto de dentro da piscina bebendo a cervejinha dela todos os dias.
Quando não é na piscina é no sítio porque ela gosta muito de planta. Então a gente também comprou um sítiozinho para ela bem pequenininho lá no interior para ela plantar as coisas dela que ela onde ela gosta de ficar. Ou ela manda foto das da horta dela, das coisas que ela planta lá.
Ela já vende as coisinhas que ela mesmo planta ou dentro da piscina beber na cervejinha dela todos os dias. Ela ama aquela piscina, tá certo? E aí de lá para cá, mano, graças a Deus as coisas andaram bem.
A gente continua em alta, não, não digo em alta assim, né, mas continua relevante, querendo não, porque você estourar na internet é difícil, mas tem gente que consegue isso rápido, só que se manter, cara, é muito bem grande desafio, né, grande desafio. E ao mesmo tempo que a gente tem esse movimento de, cara, vamos continuar sendo relevante, se reinventando, adaptando o nosso conteúdo, a gente também sempre teve a visão de empreender, né? Porque, cara, beleza, isso aqui não é para sempre, a gente pode de uma hora para outra acontecer alguma coisa, alguma crise.
O Instagram não é meu, o Instagram é de uma empresa. Você resolve bloquear no Brasil, você resolve fazer qualquer coisa. É só ali é só números por enquanto.
Então a gente sempre também teve essa veio de querer empreender, de querer ter nossos nossas outras coisas. Foi quando a gente conheceu o Wesle e o Felipe que estão ali também, que são nossos sócios e em outras empresas que a gente tem marca de roupa, a gente tem o e-commerce que vende mais de 1000 produtos na no Mercado Livre, nas nos marketplace da vida. E a gente começou assist que qual que é o bagulho mais legal que vocês vendem lá, cara?
É o que o nosso carro chefe lá de produto é câmera é de segurança. Essas câmeras que tem assim de segurança de todos os tipos. É o que mais vende.
Mas tem de tudo, cara. Tem chip, travesseiro, cara, tudo. E a gente tem a marca de roupa também, né?
Então, mas depois que a gente juntou com esses caras que a gente montou isso. Bem legal. Mas o nosso foco principal também é os vídeos, né?
A gente não deixa de gravar, tenta gravar todo dia. Eles ajudam a gente com operacional pra gente estar no meio disso também, das nossas empresas, né, do financeiro, enfim. Mas a gente sempre tem que estar com a cabeça livre para continuar criando, que é o que a gente gosta de fazer e o que a gente mais sabe fazer também.
Todo dia tem vídeo, né? Todo dia tem vídeo. Todo dia tem reals.
É. E hoje isso daí que você falou é interessante que hoje vocês fazem um conteúdo vertical só. Não, não estão mais fazendo o vídeo horizontalizontal.
A gente parou com os vídeos horizontais por conta disso. A gente começou, a gente gravava ainda porque a gente gostava de fazer o vídeo na horizontal. Só que chegou um momento que a gente começou a perceber que os shorts estavam dando muito mais retorno, eh, tanto paraas outras redes sociais, porque, por exemplo, eu produzir um vídeo na horizontal, eu fazia seis skets, o vídeo era muito mais produzido, eu gastava muito mais tempo para fazer, fazia seis skets.
Esses seis sketes era um vídeo só. Se eu pegar esse roteiro desse mesmo vídeo, nesses seis skets, eu transformo em seis res diferentes. Esses seis res diferentes eu posto no TikTok, no Instagram, no Shorts, no Kawai, no Facebook.
Meu retorno começou a ser muito maior. E eu e a gente começou a a ver números, né, sempre analisamos os números do canal. O, eh, a gente percebeu que o nosso público, que era pro conteúdo que a gente produzia, ele não tava mais assistindo vídeo longo.
Quase ninguém assiste vídeo longo hoje, a não ser que seja realmente um conteúdo que a pessoa queira muito assistir, que seja de conhecimento, podcast já é diferente, é um outro tipo de conteúdo, né? Ou ou o conteúdo infantil, né, que as crianças assistem, que a gente não é nem um conteúdo totalmente educacional e nem é um conteúdo infantil. Então a gente ficou no meio ali, que era onde a galera que do nosso público tava começando a assistir mais vídeos na vertical, mano.
Vídeo rápido. E a gente começou a perceber, cara, beleza, a gente vai, então vamos, vamos para dar o que eles querem, que é realmente um conteúdo na vertical. E a gente começou a focar 100% nisso, começou a crescer todas as nossas outras redes sociais, o YouTube começou a crescer mais, olha só que doideira, começou a ganhar mais inscritos.
Então aí aí, mas aí lá tem uma galera que cria conteúdo no YouTube também e o jeito normal de você faz, se você não tem um patrocinador, tu faz, tu vai fazendo view e tu vai ganhando de adense, né? De shorts é bem menor. É bem menor, bem menor, nem se compara.
Você tem que fazer um vídeo de 100. 000 visualizações para você ter o mesmo e adicense de um vídeo de shorts, você tem que fazer 5 milhões no vídeo de shorts e no vídeo de horizontal você faz 100. 000.
Então a gente também fez esse esse colocou isso na balança, sabe? Beleza. Eh, a gente vai ter que viralizar muito mais vídeo.
Pois é, para ter o mesmo alcance, para ter o mesmo que a gente tentou diversificar também nossas fontes de renda. É por isso que nossa fonte de renda não vai ser só a dissência. A gente, cara, beleza, tem as nossas empresas, tem publicidade, né?
Publicidade, que é o, acho que é a nossa principal renda hoje, é nossa publicidade Instagram e TikTok. Aham. O Adens continua ali.
A gente gosta muito de gravar vídeo, a gente quer ter outros projetos para voltar com vídeos na horizontal, mas aí a gente quer fazer projetos eh estudados mesmo, entendeu? Não só vídeos como a gente gravava antes. A gente quer, ah, beleza, vamos criar um quadro novo, vamos criar alguma parada nova horizontal pro YouTube, mas continuando gravando vídeos diário pro pras outras redes sociais.
Interessante. Hum. Não é?
Porque o conteúdo de vocês, ele querendo ou não tem uma essência de res mesmo, né? Porque era como se o horizontal fosse um compilado de vários RS. Agora vocês separar fazer um pensado.
A gente tem vontade também de fazer, a gente tá fazendo aqui um movimento de não fazer só podcast, soltar uns vídeos também, porque é legal de fazer, né? Tava falando até de voltar ao teu canal, né? Papo reto mesmo.
Tá querendo, cara? Eu eu tava querendo. É que eu eu tenho que montar lá um monte de coisa lá e [ __ ] eu não sei se eu vou conseguir ter a frequência que eu deveria ter pro bagulho para ser para valer fazer para valer.
Qual frequência você acha que tem que ter assim? Tipo, então eu eu ia ter que adaptar e pensar em que conteú qual conteúdo que eu ia voltar a fazer, porque veja, eh, não sei se eu parei de fazer vídeo lá naquele canal, cara, em 2000 e vai, tem 4 anos, vai, por aí, alguma coisa assim. Então, eu era um outro, era outro YouTube, pô.
Então, assim, eu fazia, é, eu fazia, era gam play, sabe qual é? É outra parada. Então, eh, para voltar aquele canal lá, eu ia ter que pensar primeiro em que que que eu tenho que fazer ali para ele funcionar, né?
Eh, mas ia ser maneiro. Você não sei, tava pensando em cara, o mais fácil para mim é fazer umas live dos jogos que eu já fazia. Você quer?
Sim, sim. E tem muito jogo hoje que é viral, né? Que você a galera gosta de que é um jogo simples lá.
Ah, tem, mas eu não sei se é com qualquer um, né? Não sei se é com qualquer cara. Eh, eu, [ __ ] não sou o cara dos games, né?
Mas você gosta muito. Eu já gostei mais, mas eu gosto de jogos. Gosto de jogos.
Eu tô com pouco tempo para jogar, pô. Aí gosto, mas daí jogo pouco. É, até os jogos de celular tão tão mais escassos, pô.
Tá mais Eu gosto tava jogando Clash Royale diretão no celular. Nossa, viciante isso aí, né? [ __ ] tem gente que mora na rua por causa disso aí.
Tem tem vendeu as coisas e tem. Aí você que tá assistindo esse vídeo aqui no Talk Flow, dá para você virar membro cara do Flow. Agora é um botãozinho do lado do botão de se inscrever.
A gente faz um programa semanal só pros membros, olha. Então fica esperto aí. Se quiser virar membro, tá bem aqui do lado.
É, Mom custar S.