no primeiro livro da república o diálogo tem começo com sócrates narrando o seu dia anterior o diálogo então começa com a seguinte frase foi ontem ao período na companhia de seu amigo glauco sócrates compareceu o período para as festividades de uma deusa após as festividades quando já estavam retornando para a cidade foram vistos de populi é marco filho de século os dois foram convidados por lei marco a permanecerem na cidade para ele uma festividade aconteceria à noite também em homenagem à deusa sócrates glauco concordam em ficar e em seguida seguem para casa depois de marco
na casa do mesmo estavam diversos de seus familiares inclusive o pai de marcos é falo já bastante idoso só que ser muito bem recebido por céfalo ao chegar em sua casa eles possam conversar e sócrates diz apreciar muito dialogar com os mais velhos e perguntas é falo sobre como ele se sente nessa fase atual da vida sexual diz que muitos na velhice sem de conforto e sofrem bastante e culpa a velhice por isso ele diz que se a velhice fosse realmente a causa de tais problemas ele também sofreria de tais males o que não acontece
sócrates então provoca século dizendo que a sua riqueza é o que o faz suportar tão bem a velhice se ela responde dizendo que a tranquilidade com que encara sua velhice é fruto de uma vida justa e não de uma vida de riqueza material por tal motivo não haveria com que se preocupar com a proximidade de sua morte século também diz a sócrates que a vida justa consiste em dar a cada um o que lhe pertence sócrates então questiona a definição de século do ano seguinte exemplo seu amigo emprestasse uma arma e tempos depois tendo se
tornado um louco a pedir de volta seria justo devolver lhe a arma mesmo sabendo que esse amigo poderia atentar contra a própria vida céfalo concorda com sócrates então eles concluem que a justiça não é em todos os casos na cada um o que lhe pertence céfalo então se retirar da discussão que visava buscar uma definição para a justiça e deixa a missão com seu filho por marco polo é marco então após certo tempo de conversa na sua definição de justiça justiça fazer bem os amigos e mal aos inimigos sócrates diz que do mesmo jeito que
é o calo é dado a conhecer e não o contrário um homem justo não deve cometer injustiças só te dá outro exemplo para explicar seu ponto de vista e diz que do mesmo jeito que o músico por meio de sua arte não pode tornar as pessoas ignorantes em música um homem justo por meio de suas ações não pode ir contra a sua essência cometendo injustiças por fim para sócrates não deve pertencer ao conceito de justiça em nenhuma hipótese a idéia de prejudicar alguém traze macu outra figura presente é no diálogo e após cobrar professor definição
de justiça ele diz que justo é aquilo que é mais vantajoso para os mais fortes só que desde então usando o mesmo exemplo de transe muco sobre o governo de uma cidade refuta o argumento com o seguinte raciocínio se é justo fazer o que é vantajoso para o mais forte e sendo nesse exemplo o mais forte o governo de uma cidade e trazer uma conjuga como justo obedecer o governo de tal cidade podemos assumir que eventualmente os governantes possam promulgar leis que lhes sejam prejudiciais ainda que por engano e nós como habitantes da cidade obedecemos
tais leis estaríamos obedecendo mais forte e ao mesmo tempo e isso não seria vantajoso para os governantes mesmo após a reputação de soft trazendo continua com a sua concepção de que justiça é fazer o que é mais vantajoso para o mais forte só que dizem então argumenta de outra forma dizendo que do mesmo modo que um médico não visa proporcionar a sua própria vantagem e sim a vantagem do doente do mesmo modo em teoria os governantes não visam a sua própria vantagem e sim a vantagem dos indivíduos aqui governo e no decorrer do diálogo após
muita discussão raciocínios trazer um pouco da sua segunda definição de justiça para ele a vida é injusta proveitosa enquanto a vida justa não é trazer o banco também disse que o homem justo é mais sábio e também prevalece a vontade sobretudo só que desde então segue dando o seguinte exemplo do mesmo jeito que o mestre de música não busca prevalecer sobre outro mestre e sim sobre um ignorante em música a fim de ensinar lhe e tal mestre sendo sá do mesmo modo o sábio não quer prevalecer sua vontade sobre seu semelhante um outro sábio e
sim sobre seu oposto o ignorante só que desde então têm me organizando o trânsito louco concluindo que como ele mesmo disse o homem justo prevalecer sua vontade sobre tudo semelhante e seu oposto e que o homem sábio tem a pretensão de prevalecer apenas sobre seu posto o ignorante portanto nessa linha de raciocínio de transe muco o conhecedor de música é sábio e o sábio é assumido por ambos como sendo bom e por isso consequentemente justo e como justo prevalece apenas sobre seu posto o injusto na fala de brasília cujos termina por ser bom e sábio
e o injusto mal ignorante no decorrer do diálogo só que sugere outra hipótese se uma cidade exército ou até mesmo um bando de ladrões existe sim atitudes e injustas e perversas entre os próprios membros dificilmente eles irão obter êxito em seus objetivos de outro modo atos bons e justos promovem cooperação e amizade o diálogo segue e eles discutem ainda sobre como cada parte do corpo tem a sua função específica para eles a uma também tem a sua função que é ser virtuosa e o fato de não ser só pode ser um defeito da mesma do
mesmo jeito que o ouvido que não escuta é defeituoso ser virtuosa no exemplo de soft é viver bem se o homem vive bem de forma virtuosa ele é feliz enquanto o homem que vive de forma não virtuosa vive mal ea infeliz ao fim do diálogo sócrates conclui que tampouco definiu que a justiça e essa discussão em busca de uma definição será retomada no próximo livro e assim termina o primeiro livro da república