o olá pessoal como você são adriana relógio profissões psicologia jurídica nós estamos aqui para a nossa conversa não sobre a segunda qualidade da nossa disciplina então a nossa conversa de hoje o tema do nosso assunto hoje é a interface entre direito e psicologia é a gente vai ter né gente vai entender o que interface lembra essas penas os objetivos da unidade é problematizaram ainda está se apresentando impasses e dificuldades e possibilidades a apresentar o contexto histórico da psicologia jurídica apontar algumas contribuições da psicologia por direito e refletir sobre a prática toda a unidade que nós
fomos conversar aqui a gente sempre vai fazer essa relação entre teoria e prática refletindo então sobre conceitos interface interdisciplinaridade e multidisciplinaridade para a gente poder entender a interface a gente vai comprar pouco esses dois conceitos fica todos eles dizem que o encontro entre vários de frutas a caixinha tá aqui ó da multi aí vagabundo multi para interpretar interfacil ela tá apontando de baixo para cima porque na rússia de validade é a gente tem um encontro de disciplinas que trabalham agrupadas por em cada uma mantenha somente o logia né é uma conta mas o encontro que
não tem uma mistura uma integração elas estão juntas mas cada uma mantém o seu lugar isso é a multidisciplinaridade uma intensificada cidade a gente tem uma profundidade maior desse encontro entre as disciplinas e tal tem se troca de metodologias tem-se construções então cada disciplina se deixa afetar pela outra e ela não sai do mesmo modo né nesse sentido interface que é a nossa proposta não tem uma e na unidade esse encontro tem uma profundidade ainda maior me machucar o encontro do direito quanto psicologia pensando nessa interface quais são os essas construções conjuntas que essas duas
disciplinas e os profissionais dessas duas disciplinas falam esse é o nosso desafio para a gente pensar até o final que da nossa sala quem é em alguns do contexto histórico da psicologia jurídica não tenhamos que a regulamentação da profissão de psicólogo ocorreu pela lei 4119/62 sete de agosto de 1962 que trazer principalmente para gente ver a data 1962 a gente vai fazer porque a gente tem algum estrangeiros que chegaram ao brasil alguns 1920 1941d ao que a gente vai falar que o ele é gente demais em que são pro são profissionais que vieram juntos países
e que contribuíram que fomentaram foram os pioneiros da psicologia jurídica no brasil a gente vai bem-estar o teste mande pela formação inicial de serem direito nós estamos aqui conversando você só usa o curso de direito primeira formação do exército ainda foi em direito depois ele fez teologia e ele foi um dos que foi é como eu já falei aqui o meio nasce com logia jurídica no brasil no rio de janeiro quanto a profissão do psicólogo foi regulamentado em 62 schneider começou a sempre colocar na grade curricular do curso de psicologia a psicologia jurídica e tal
que teve um papel fundamental é que além de tudo que nós já conversamos é faz parte da história da psicologia jurídica no brasil algumas iniciativas é que começaram no sistema prisional a gente tem exemplo de paraná em santa catarina e em minas gerais olha que interessante os autores trazem para a gente eles fração com a iniciativa da psicologia jurídica em minas gerais o início da contratação do profissional de psicologia no quadro de oficiais da polícia militar aqui de minas gerais e aconteceu em 1987 então essa primeira concurso oficiais ecologia quadro da polícia militar é considerado
como uma iniciativa da psicologia jurídica e aí a gente viu então tem outros locais eu citei nesses dois para trazer com o exemplo ea importante que a gente veja que posteriormente é que acontece entrada dos psicólogos no judiciário inicialmente então começo layouts câmpus nos presídios trabalhando tanto com preso como consegue grand do sistema prisional e na polícia militar em outros locais começou nesses locais para posteriormente nos termos sicolos trabalhando nas varas da família na vara da infância e juventude nos solos no judiciár io é importante que a gente também conversa aqui um pouco sobre a
atribuição do psicólogo jurídico que a gente fazer isso para a gente pensar no encontro a gente precisa conhecer o outro não é a gente precisa saber o limite do outro a possibilidade do outro o que que eu posso esperado porque senão a gente vai às vezes com muita fome entre aspas nesse encontro e não vai dar vai dar ruim como se diz então a gente pensa porque a gradução do psicólogo jurídico a gente pensar o que que o profissional do direito pode esperar pode solicitar pode requisitar desse profissional tem um resolução 03 2007 do conselho
federal de psicologia que traz psicólogos rico em atua no âmbito da justiça é é tão telefone jumento com a execução de políticas de cidadania e direitos humanos e prevenção da violência e ele realiza orientações das questões psicológicas aqui ao ponto que eu queria marcar com vocês essas orientações elas são tanto para os juristas vão pensar o juiz que solicita de um psicólogo uma perícia psicológica partir de mar de uma criança de uma situação pede que se faça uma perícia então aquela perícia vai ser realizada vai ser redigida né manual e as igual não vai ser
enviado pelo juiz para ser juntado ali no processo então é um mentor do trabalho ficou vai ser dado nos lista mas fundamental e o psicólogo jurídico também tem retorno se atente para os indivíduos que atende ele também precisa orientar os envolvidos é uma extra do profissional psicológico a fornecer subsídios e processos judiciais e contribuir com a formulação e revisão das leis estão algumas atribuições do psicólogo g1 e a gente pensar contribuições da psicologia para o direito em quê que a psicologia pode contribuir a gente tem a importância da gente pensar na abertura dos profissionais é
tanto da psicologia como do direito para esse encontro para essa interface que a gente falou no início então isso é fundamental tem essa abertura para o conheço método vai trazer a construir conhecimento conjunto e aí nós temos algumas legislações até o riso o texto que vocês vão ver depois com mais calma lá estão citados os artigos tanto do código processo civil quando eca estatuto da criança e adolescente é alguns artigos nessas leis que falam é a importância de outros profissionais dentre eles o psicólogo assessorar o juiz então é o que tá lá tá previsto na
lei não é uma coisa que a gente tá aqui trazendo fora de contexto né então com certeza tem outras legislações nós importamos aí trouxemos essas duas questão legal tem vários campos é bom comerciário né eu já falei de alguns aqui a parte dessa família né vários campos do judiciário que a psicologia contribui e muito difíceis mas que idade três teatros questão fundamental quando se trata de paciente judiciários que são né é pessoa que tem transtorno mental comédia um crime como é que é isso não o design jogar isso qual que é a contribuição que o
psiquiatra psicólogo vai dar mas essa é uma palinha profundidade e aqui é a contribuição da psicologia para o direito é fazer chegar aos autos a processos as questões subjetivas dos envolvidos bem como a partir de solicitação dos ovos sobre justiça intervir com sujeitos então por exemplo é um trabalho em família que perdeu o poder familiar as crianças desse grupo familiar foram uma instituição de acolhimento institucional e aí o juiz determina que aquela família continue tendo acompanhamento por uma equipe palau família mora no mesmo bairro para ver pô a rádio da recepção familiar itaú que foi
com a solicitação que veio dos pis e naquele momento precisou dá uma decisao e afastar as crianças nesse comigo mas expectativa de que esse afastamento seja temporário como prevê a lei é preciso que a família esteja trabalhada para receber a criança de volta juiz solicita em tá é bem a partir então de todas as conceituações que nós vimos falei no início que a gente vai refletir sobre a prática quero compartilhar com vocês uma invenção falei da interface do encontro aí da psicologia com direito poder provocar as coisas novas respostas novas diante de demandas complexas que
uma área só responderia de uma forma mais restrita então eu quero trazer uma invenção no encontro da medida socioeducativa de semiliberdade é uma medida né que está prevista no estatuto da criança e do adolescente é os adolescentes eles ficam eles têm uma uma privação de liberdade uma restrição de liberdade durante a semana eles ficam numa instituição né que pode ter estruturas a casa é um lugar que não tem grades né é os adolescentes eles estudam em escolas da região mais durante a semana eles ficam na unidade de semiliberdade e aí de acordo com o desenvolvimento
deles com o regimento interno que a unidade tem no final de semana ele já podem ir em casa saio para fazer cursos até que a saída aconteça definitiva e eles voltem a liberdade tem um determinado momento de uma unidade de semiliberdade tinham 12 adolescentes e eles começaram numa agitação começaram a correr pela casa acender é o fogão ligar a chavinha do gás e acender o fogão estava uma agitação a equipe de profissionais educadores sociais psicólogos assistentes sociais é a ação da unidade a equipe sentou para conversar para ver qual seria intervenção que a equipe teria
inicialmente algumas pessoas disseram assim vamos colocar nos adolescentes é como se fosse dar um certo castigo aqueles que estão agitados demais que estão dos respeitosos no final de semana eles vão casa eles não vão eles vão perder algum benefício poderia ser uma saída mas na construção coletiva que a equipe fez nós resolvemos sentar com os adolescentes para a gente conversar né é um dispositivo que já acontecia na semiliberdade que chama assembleia que é um momento que a gente se reúne para gente construir algumas coisas sentamos nessa reunião os adolescentes poderão expressar aquilo que eles estavam
expressando na atuação expressando com o corpo eles por um dinheiro extra gente e eles disseram que eles queriam conversar com a juíza com a promotora né do município que estava a semiliberdade na época por e eles achavam que somente aprontando eles iriam sem levar os na presença da juíza a partir disso nós fizemos um documento que foi entregue na vara da infância e juventude e na promotoria e nós agendamos uma reunião a juíza foi a semiliberdade né na uma duas semanas seguintes com a promotora a gente se reúne com os adolescentes né e foi um
espaço de extrema riqueza os adolescentes prepararam todo o espaço para receber não é comum tá a juíza ir a umidade tem liberdade a época então foi uma demanda que ela atendeu a partir de uma construção que foi feita usado se organizaram o espaço físico escolher uma música uma letra de rap que seria uma mensagem bacana para dizer para luiza e teve uma conversa lá que foi riquíssima a ponto de um adolescente chegar para juíza e falar com ela nós adolescentes estamos aqui na semiliberdade é tendo a oportunidade para e pensar nos nossos atos enquanto a
gente tá aqui tem tanto de irmãozinho nosso lá no morro agora morrendo sem ter a oportunidade de refletir no que eles estão fazendo para ver se eles vão querer ou não lugar de vida só que aí o estado o adolescente desenho o estado ao invés de pensar de construir escolas de melhorar a saúde para que a gente não precisa ficar contando como traficante quando a mãe a mãe tá oi e aí pedir socorro para ele porque o médico do posto não tá funcionando aquela coisa toda se as coisas funcionarem melhor o investimento então deveria ser
na saúde na educação e não em prisões comuns cada vez mais altos não é isso que aproxima imagina uma fala dessa sendo pronunciada né nesse espaço coletivo com a juíza é promotora da infância e juventude isso é para gente ver que é possível apostar no encontro dessas duas disciplinas ok bons estudos para vocês espero que a nossa conversa que incentive que vocês possam ler o texto o livro texto tem indicações de leitura indicações de vídeo de filmes tá bem legal ok um abraço e até a próxima e aí