[Música] Salve, salve, viajantes, sejam bem-vindos. Ah, apertem os cintos, pois estamos indo para Venus. Estamos ao vivo, contrariando o que vocês pensaram que a gente não estaria aqui nessa segunda-feira. Teve ciclone, teve voo atrasado, teve voo atrasado, teve gripe, Teve tudo, né? Teve tudo, mas estamos aqui e com uma convidada maravilhosa que ela é atriz, cantora, apresentadora, escritora. Se você tá procurando emprego e você não acha, é porque essa melhor pegou todos. Essa mulher pegou todos os empregos do Brasil porque ela é maravilhosa. Mariana Rios, obrigada. Obrigada meninas. A gente tava comentando que nome bonito,
né, menina? É Um nome forte. Obrigada. E você sabe que era para ser outro nome, né? Engraçado vocês falarem isso. Porque o médico falou que eu era menino. Hum. Falou pra minha mãe que eu era menino. Então eu era o Lucas. Lucas Rios. É. E aí quando eu nasci, o médico falou: "Opa, não é um menino, erramos". É uma menina. Aí meu pai falou: "É a Mariana na hora. Ninguém nunca nem tinha pensado No nome. Meu quarto era todo azul, cheio de Lucas, Lucas, Lucas. E nasceu Mariana. Nasceu Mariana. Fizeram outra som. Você devia estar
virada? Eu sei lá. Virada no giraia. Já nasceu virada já. Dá para virada. Pegadinha já. Já. E aí eu era o Lucas e agora? Agora eu sou a Mariana. Mariana. Não, mas é um nome bem bonito mesmo. Obrigada. Maravilhosa. Seja muito bem-vinda, tá? Eu que agradeço a presença de vocês duas aqui. Você quis participar e a gente sempre quis que você participasse. Olha que coisa maluca. Que bom que deu certo, porque é uma correria, né, de todas nós. E tô muito feliz em estar aqui com vocês pra gente bater esse papo hoje. Obrigada por ter
vindo. Obrigada. ontem Mesmo. Hoje, na verdade, eu vi um vídeo seu que você postou no Instagram que, sei lá, tá com milhões de visualizações já sobre te perguntaram o que te falta. Sim, né? Então você sempre tem essas reflexões também, né? Além de tudo que você faz. É, sempre. E esse vídeo não, realmente esse vídeo assim ele ele eu fiquei meio passada com a repercussão Dele. Eh, até hoje o o meu vídeo falando, né? sobre essas reflexões e meus pensamentos e os meus textos que eu gosto muito de escrever. Eh, o que mais teve alcance
e mais teve visualizações, eh, foi um vídeo que eu onde eu falo eh de um apartamento que eu fui ver e a hora que eu conquistei o apartamento, eu quis o outro apartamento que tinha uma vista mais bonita e era um vídeo, foi um vídeo que alcançou quase 4 milhões de pessoas. Esse que eu postei no sábado, ele ele tá chegando agora antes de entrar, antes da gente começar, eu dei uma olhadinha em 16 milhões. Nossa, em dois dias assim. É, e eu tenho 8 milhões de seguidores. 8 milhões. 8.7 mais ou menos. Em dois
dias ele atingiu isso. Então eu eu fiquei até assustada assim. E eu acho que a gente eh a gente vive, né, uma era, um momento em que as pessoas Elas tão elas elas precisam aprofundar, elas estão sentindo mais essa essa necessidade. Uhum. Porque realmente essa era digital, né, a internet, a rede social, eh se você não cuidar, você fica muito dentro de um superficial. É. E porque você só mostra as flores que aparecem no seu caminho e nós todos passamos por dificuldades, né, durante a nossa trajetória, durante a nossa caminhada, Mas é mais difícil você
falar sobre isso. Então, a tendência que a gente tem é em olhar eh pra pro post do outro, do colega e visualizar uma vida perfeita. E essa vida ela não existe. Então aí você começa a deprimir porque você tem a sensação de que você tá vivendo uma incompletude, né, que isso todos nós e que o outro está totalmente preenchido. E por que você não está? Uhum. E quando essa jornalista me fez essa pergunta, Eh, abriu um buraco dentro de mim e eu, pouco tempo depois, alguns minutos depois, quando eu acabei a entrevista, eu sentei e
escrevi sobre isso. E eu tenho umas umas, sei lá, vem uma uma intuição, uma coisa que não tem. Ora, às vezes eu tô no banho, eu deixo sempre o meu telefone no tapete do chão enquanto eu tô tomando banho, porque às vezes eh vem algum pensamento, algum texto, brota Na minha cabeça na hora que eu tô tomando banho e aí eu tenho que parar o banho e escrever bloco de notas. É, é meu bloco de notas, sei lá, daqui a pouco ele explode, coitada. E quando eu tô dormindo, eu acordo às vezes de madrugada e
escrevo muito na madrugada. me vem durante um sonho, eh, sei lá, uma reflexão e aí eu transformo aquilo em texto ou alguma coisa que a gente conversa agora, eu falo: "Opa, eu quero Falar sobre isso". Então são inspirações que realmente aparecem no meu dia a dia. Às vezes eu tô totalmente sem inspiração e às vezes eu tenho semanas que eu tô tão inspirada que eu eu cheguei a escrever mais de 50 textos em dois dias ano passado. E foi daí que surgiu esse segundo livro que eu vou lançar ainda esse ano, né, que eu eu
escrevi um que tá aqui que eu vou dar para você que é o meu primeiro Basta Sentir. E em Dois dias eu escrevi mais de 50 textos. Eu falei: "Opa, eu quero transformar isso em livro que são textos individuais". E aí eu finalizei eh no carnaval. Então, enquanto tava todo mundo festando, eu me resguardei. Sua mente tava festando também e tava, só que de uma outra forma produzindo, produzindo. Eh, fiquei sozinha em casa e Fiz essa imersão assim para realmente conseguir chegar num lugar de inspiração para concretizar esse livro, porque a editora também já tava
me cobrando. Eu não conseguia tempo para finalizar um trabalho atrás do outro e realmente você precisa mergulhar. Não, não dá para você simplesmente falar: "Ah, eu vou eu vou fazendo isso aqui assim assado e daqui a pouco". Não, você precisa ter essa conexão e eh liberar o seu tempo somente para aquilo. Uhum. Focar. Então isso aconteceu. Mas os livros se conectam ou não? Ah, de alguma forma sim, porque o basta sentir é é a minha conta a minha história de vida e dentro dessa dessa minha história, dentro da minha trajetória, algo que aconteceu comigo e
que eu comecei a perceber na minha adolescência, mas que vem desde a infância, Que nada mais é do que uma relação com a lei da atração, com com a física quântica, que é onde eu acredito que o que você joga de energia pro universo, que você emana, eh, você tem de volta. Então, eu comecei a perceber que eu que eu fazia, né, que eu tinha essas manifestações, eh, e eu fazia a coisa acontecer e que ninguém me ensinou. Não foi uma coisa que foi passada para mim ou que eu li. Eu era muito criança e
às vezes eu Desejava algo que eu não podia ter. Então eu manifestava aquilo de alguma forma e vivia como se aquilo já fizesse parte da minha vida. Passado um tempo, o que eu desejava vinha, chegava e sem você falar nada, sem eu falar nada, só através do da força do pensamento e do sentir. E logo depois eu falava, contava pra Minha mãe ou para alguma amiga, simplesmente eu falava assim: "Ah, eu já sabia que isso ia acontecer. Aí eu tinha certeza que isso ia acontecer". Então tem muita entrevista que eu dou que as pessoas falam:
"Você esperava que que isso fosse acontecer?" Sim, esperava, porque de alguma forma eu manifestei, eu desejei aquilo. E aí quando eu me mudei pro Rio com 18 anos, eh, eu tava no Rio há 3 anos, mais ou menos, e as coisas não Aconteciam. E eu trabalhando assim, vendendo os meus bombons, eu sempre conto isso porque isso realmente faz parte da minha vida e até mesmo para as pessoas entenderem que nem tudo são flores, que você passa pelas coisas e que a maioria delas eh estão ali no seu caminho, no seu processo evolutivo, justamente para você
aprender e para você valorizar quando você, enfim, realiza, né, tudo que vem Fácil, vai fácil. Uhum. E e quando eu cheguei no Rio e durante esse tempo, durante esses três, qu anos em que as coisas eh não aconteciam e uma dificuldade muito grande em realizar, eh eu fui presenteada com o livro O segredo. E quando eu li o Segredo, eu falei: "Opa, mas eu sempre fiz isso". Eh, eu fazia isso na minha infância, eu fiz isso na minha adolescência. E por que que eu não tô fazendo isso Agora? Uhum. E eu tava muito deprimida nessa
época. Então eu pensava: "Por que que eu não tô usando isso ao meu favor?" E aí eu virei a chave. E quando eu virei essa chave, eu comecei a pensar numa coisa que eu desejava muito, que era fazer malhação. Eu sempre quis fazer malhação. Então eu pegava o telefone, que na época minha tia chamava de mudinho, porque ela Falava: "O seu telefone ele não toca e ele não tocava mesmo, sabe? Coitado, era nada acontecia. E eu tinha pouquíssimos amigos, eh, porque eu fui para uma cidade que eu não conhecia ninguém. E assim, eu sempre fui
muito focada no meu trabalho, no que eu no que eu queria realizar, no que nos meus sonhos. E então nada dispersava a minha atenção e essa energia que eu que eu que eu que eu focava naquele momento, né? E aí Quando eu li esse livro, eu falei: "Eu preciso usar isso ao meu favor, eu já faço isso". Então eu comecei a pensar que nele, nas pessoas, eu comecei a viver como se eu já estivesse na novela, como se eu já fizesse malhação. Então eu atendi o telefone numa ligação imaginária e eu respondia, eu falava: "Ah,
sim, hoje eu tenho gravação. Ah, eu passei no teste". Não. Sim, hoje eu vou. E eu me imaginava e eu tava muitas vezes Dentro do ônibus e eu atendia o telefone e eu vibrava e eu sentia aquilo e a pessoa do meu lado comemorava comigo achando que era verdade o que eu tava falando e não era, eu não tava falando com ninguém. Era ningém. E aí dentro disso eu comecei a entender o poder, porque tudo que eu falei no telefone, que eu inventei, que a minha mente criou, aconteceu. Então, quando o produtor de elenco me
ligou para avisar que eu tinha passado no Teste, ele falou só para não falar que ele não falou as mesmas palavras dentro do contexto, ele disse tudo que eu tinha falado na minha imaginação. Ele seguiu o roteiro. Seguiu o roteiro. Que loucura isso, não, uma loucura mesmo. E aí, esse não foi o único caso, não. Aí eu tenho milhões de casos e tudo isso eu falo no livro. Lógico, eu não consegui contar tudo, até porque eu passo esse método Que chama basta sentir, que eu divido com as pessoas, né? Eh, como eu faço isso no
meu dia a dia, que eu começo num processo eh de olhar no espelho, de olhar para você, de entender se você realmente quer aquilo, porque existe uma diferença muito grande em você acordar e falar assim: "Ai, mas eu quero, eu quero, eu quero, eu quero tanto." Mas se acontecer, você tá preparado mesmo? Nem sempre a gente quer. Uhum. De fato. Uhum. Porque tudo que você deseja, você vai ter que abdicar de coisas que você também deseja. E é um preço que você tem que pagar. Você tá preparado para pagar esse preço? Você tá preparado para
para dividir o seu tempo, para entender o real valor daquilo que você quer e do que você vai ter que, na maioria das vezes, abdicar para conseguir? a gente passa a maior parte da vida Querendo, querendo, querendo, sem saber, na verdade, o que se deseja de fato. Uhum. Então, hoje eu vou fazer 38 anos, mês que vem. Hoje eu entendo que eu só consegui o que eu realmente quis com o meu coração. Uhum. Porque muitas vezes eu falo assim: "Ah, eu queria tanto que isso aqui tivesse dado certo". Aí eu falo: "Teria dado se você
quisesse diferente". Queria, eu não quis tanto não. Uhum. Não foi tanto assim. Uhum. Sabe, não foi desse jeito não. Uhum. E e dentro disso tudo, voltando ao negócio do vídeo que que viralizou, eh quando ela me perguntou da falta, e é lógico que a gente que nós temos os Nossos buracos, né, não preenchidos, eh, internamente, ela me pegou num ponto em que eu não queria entrar. entrar em contato com essa falta, sabe? E que eu tava ali tapando um buraco. E quando ela falou tanta coisa maravilhosa da minha vida, eu eu tive vontade de chorar
quando ela perguntou da falta. Eu falei: "Opa, eu preciso entrar em contato com isso para entender se essa Falta até onde eu realmente desejo que ela que ela aconteça. Sim. Uhum. que ela seja uma coisa consolidada na minha vida, assim como é a minha carreira e que eu nunca tive dúvida de que eu desejava que acontecesse, eh, que eu desejava realizar. Eu nunca tive dúvida. Então, acho que por isso que aconteceu, Sabe? Uhum. Eh, então, será que essas outras coisas elas não estão num lugar de segundo plano? Será que eu realmente desejo isso? É isso.
E que pode falar, minha parte, eu ia comentar que eu eu falo bastante sobre gratidão. Eu contei isso aqui um outro dia, porque às vezes quando a gente comenta, e você deve receber Mensagens assim também, imagino, é muito fácil para você, né, a pessoa falando, é muito fácil para você estando onde você está dizer que você consegue tudo que você quer. É muito fácil para você. Eu recebo muito isso. É, não é, eu e eu recebo muito. Se eu recebo, imagina você. E aí eu sempre digo para as pessoas assim, eu falo: "Pare para para
prestar atenção se é quem está bem que fala sobre isso ou se quem fala sobre isso que fica bem". Qual É a ordem da coisa? Sempre digo isso. Falou: "Eu não comecei a ser grata agora. Eu já era grato quando vocês nem me conheciam ainda, quando eu não não existia Cris Paiva para vocês. E aí eu vi um vídeo outro dia do Terry Krills, ele falando que ele e cresceu num bairro de periferia e que os amigos dele, ele diz assim na entrevista: "Os meninos da minha rua que cresceram comigo ou não estou mortos ou
presos." Hum. E todo mundo me pergunta o que foi que fez com que eu no meio de 20, 30 garotos com a mesma mesma mesmo caminho pela frente, por que que eu que para mim foi diferente? E ele diz: "A minha energia, nada além disso, o meu sentimento de gratidão com a vida, a positividade que eu coloquei na minha vida. E aí eu repostei esse vídeo, falei: "Bom, já que vocês não acreditam em mim, acreditam no Terry Cruz, então porque pelo menos Alguém vocês têm que acreditar". E é bom dizer porque às vezes a pessoa
olha e fala assim: "Ah, mas ó, também onde ela tá?" Sim, mas é, será que ela está lá e por isso ela diz essas coisas ou porque ela pensa essas coisas? Ela está onde ela está? Sim, é o contrário. O processo é mais uma vez alguém te mostrando que você muda a tua energia antes de mudar a tua realidade. É o contrário. Não, as coisas não vão ficar bem antes De você mudar a tua energia. É o contrário, né? Mas isso é uma escolha e é uma escolha diária. Sim. E e cara, né? É porque
eh como eu falo muito sobre esse tipo de assunto, como é uma coisa que eu gosto, eh então as pessoas me procuram muito para ter esse tipo de conversa. E isso eu posso estar num jantar às vezes com gente que eu não conheço, que eu não tenho tanto, tanta Intimidade, ou também através de mensagens na internet, na rede social, eh ou as minhas amigas ou pessoas da minha família. Então eu adoro esse tipo de conversa. E eu percebo que eu existem pessoas que eu posso sentar e falar tudo, dá o caminho das pedras, falar, mas
tenta fazer isso, mas vamos pensar dessa forma. A pessoa olha para mim e fala assim: "É, mas não é tão simples Assim". Uhum. É, mas isso aí é, mas é muito difícil. Ah, mas não vai ser simples mesmo e vai ser difícil mesmo. Tudo é energia que você coloca na coisa. Se você acorda e fala: "Hum, hoje eu tenho uma reunião, meu chefe hoje ele vai me encher a paciência. Você pode ter certeza que ele vai te encher a paciência." Uhum. Se você já tá com essa Mentalidade, né? É. Ai, eu comi tal coisa, isso
aqui não me faz bem. Daqui a pouco eu vou ter dor de cabeça. Você vai ter dor de cabeça, porque a palavra ela tem muito poder. E se a gente não entender isso, você vai continuar usando a palavra contra você e você precisa aprender a usar a palavra totalmente a seu favor. Eh, tem um livro que eu sempre falo muito dele, que chama Os quatro Compromissos. A, o primeiro compromisso é uma filosofia tolteca. O primeiro compromisso é: não use a palavra contra você jamais. Então é assim, ai hoje eu hoje eu não tô bem. Ai,
mas eu não sou tão tão bonita. Ai, mas eu não sou tão talentosa. Ai, mas isso aqui não fica bem em mim. Ah, mas nada dá certo na minha vida. É, mas esse trabalho aqui eu não tenho sorte. Nossa, Você vai atrair tudo isso no programa mesmo. Eu apresento hoje, né, o o reality, eh, a grande conquista. E às vezes eu tô numa dinâmica com os participantes, eh, às vezes gravada, às vezes ao vivo, mas a gente querendo ou não, sempre tá ao vivo porque tem o Play Plus, né? Então, sempre tem pessoas ali assistindo,
até quando a gente não tá no ao vivo mesmo, que acontece terça, quarta e quinta. Eh, e direto eles estão Na dinâmica. para ver quem que vai ser o dono da mansão. E uma pessoa, um participante levanta e fala assim: "Ai, lá vou eu, mas eu nunca tenho sorte". Eu sempre falo, eu falo: "Opa, não usa palavra contra você aí". Ah, não, eu tenho sim, eu tenho sim. A pessoa que falou, eu não tenho só, ela não vence nem pr ela não passa nem pra segunda rodada. É impressionante. Então, a nossa palavra, ela tem uma
Força gigantesca, tem uma tem um poder sobre nós mesmos e e é uma e é individual esse poder. Eu não consigo beber água por você e matar sua sede. É, você precisa tomar seu copo d'água. Perfeito. Você precisa escolher o seu caminho. Você precisa escolher o que você vai pensar. o que você vai Verbalizar e o que você vai sentir a partir do momento que você coloca aquilo em palavras. E é uma escolha sua. A gente pode sentar com quem for, na palestra que for, passar pelo que for, que você, se você escolhe olhar o
lado bom daquilo, você vai tirar coisas positivas daquilo. Se você escolhe olhar o lado ruim, você vai se alimentar de coisas negativas. Uhum. Não tem opção. São essas duas opções. E pronto. Que que você ia dizer? Ia dizer que tem uma uma pensadora, acho que é, eu não sei quem é a pessoa, mas eu vi esse vídeo na na lupinha do Instagram portuguesa e aí passou e ela tava dizendo numa palestra dela, ela tava dizendo assim: "Não verbalize o que não quiser ver manifesto". Uhum. E aí ela dá uma longa explicação sobre isso, mas é
exatamente o que você tá falando. É assim, você não coloca em palavras aquilo que você não quer ver Acontecendo, porque a palavra tem força, vai colocar em palavra, a palavra vai Sim, vai tomar ela, ela vai ter uma consistência na tua vida e vai se manifestar de alguma forma. É porque você joga aquilo, né? Uhum. Antes de falar, você pensou. Quando você pensa em alguma coisa, você não sente. E quando você sente aquilo, você verbaliza. Então, tá tudo conectado. E aí você verbaliza a palavra é energia, é, você joga aquilo, aquilo vai voltar para você.
Uhum. Eh, e aí, gente? E aí não, isso também não quer dizer que eu tenha somente dias de pura felicidade, porque eu já acordo Mega positiva. Não é assim, mas eu entendo que o poder da mudança energética está dentro de mim. Uhum. Então é assim, ai hoje eu acordei triste porque aconteceu tal situação, então hoje eu tô mais triste. Mas o que que eu escolho? Eu escolho olhar para esse sentimento, porque ele é real para mim. Eu vou conversar comigo, vou entender porque que eu tô passando por isso. Vou eh Vou vou olhar para esse
caminho, tentando preencher esse caminho com outro tipo de energia para aquilo me dominar. Não vou transformar esse problema numa bola de neve, porque também a nossa mente ela vai ela vai transformando o problema numa coisa muito maior às vezes do que ele é. É. E eu vou sentir, eu vou sofrer, eu vou chorar, vou agradecer. Eu sempre faço Isso e não é uma positividade tóxica, não. É porque eu faço isso mesmo. Vou agradecer, falar obrigada, porque eu aprendi através desse momento aqui de sofrimento, que eu tenho que fazer tal coisa diferente, que eu preciso mudar
os meus hábitos, que eu preciso às vezes falar de outra forma com com as pessoas. Então eu aprendi na dor, a gente aprende muito e eu vou deixar aí. É, eu não vou me alimentar disso aqui. É aceitar, né, o que aparece no seu caminho. É. Uhum. E você falando sobre você se imaginar antes, imaginei que ligaram para mim, imaginei o que eu falava. Alguém que veio aqui outro dia falou que faz muito isso na fase ren do sono. Hum. quando você já tá prestes a dormir ou quando você acabou de acordar, que você ainda
tá meio zonzo, a pessoa começa a imaginar a casa que ela quer Morar, o carro que ela quer ter, porque o subconsciente não sabe se isso é real ou não, entendeu? Então o subconsciente vai se acostumando àela realidade e você vai atraindo aquela energia para você alcançar esses objetivos. Sim. Você faz isso o dia todo ou você escolhe também o momento do dia? Não, depende, depende. Eu sou muito fiel ao aos meus sentimentos, às minhas Sensações. Eh, é muito, é lógico que ainda mais no meu trabalho, eh, e apresentando um programa, eu preciso virar a
chave. Em determinados momentos, eu preciso virar a chave. Se eu se eu tô filmando um longa, se eu tô gravando uma novela, se eu vou subir no palco, vou fazer um show e eu não tô bem, como que eu vou fazer um show que durante duas horas eu tô sorrindo o tempo todo? Eu passo alegria pras pessoas, só tem música autoastral, Como que eu vou subir e vou ficar comigo é na base do beijo. Uhum. Comigo é na base não dá. Arerê, só vocês, canta aí, gente. Não dá. Eu tenho que virar, é, eu tenho
que virar uma chave, eu tenho que falar: "Boa noite, gente, a grande conquista tá no ar". E só que é impressionante, porque às vezes eu me arrumo, eu estou sendo maquiada e eu tô querendo chorar por conta de alguma coisa que eu tô passando. E a hora que eu desço para começar a gravação e eu falo boa noite e abro o sorriso, muda. E foi tudo foi tudo. E eu vou para casa com a lá em cima. Aí a hora que eu tomo meu banho, que eu me preparo para dormir, o meu aç ainda tá
lá em cima. E aí eu durmo, eu acordo, eu acordo ainda com a com a sensação do que não foi trabalhado, porque os nossos problemas eles precisam ser Trabalhados. Não adianta jogar a poeira e a sujeira por debaixo do tapete. Não adianta. Uma hora vai transbordar, né? É. Como é que é? Eu não sei de quem que é essa frase, mas tem uma frase que é muito boa, que é eh até onde você não é culpado, é, eu não gosto dessa palavra culpa, eu gosto da palavra responsabilidade, porque nós somos responsáveis pelo vento que entra
A partir do momento que você deixou a porta entreaberta. Uhum. Então, a frase não é essa, mas ela quer dizer isso. É da responsabilidade que a gente tem eh pela janela que a gente deixa uma frinha aberta. Então, são os ciclos não fechados, não encerrados, são as dores mal trabalhadas, eh os problemas que você não entrou em contato, Isso tudo é responsabilidade sua. E aí você vai se alimentando de coisas mal resolvidas e o seu corpo precisa colocar para fora. E aí vem as nossas doenças físicas. É porque tudo começa na doença da alma. Tudo
que você não trabalha dentro dos seus sentimentos, o seu corpo precisa manifestar de alguma forma para que você vire a chave, para que você fale assim: "Eu tenho que me cuidar". Inteligência emocional. Não tem como fugir disso. Se você não busca a inteligência emocional, você pode conquistar o que você deseja. Você pode chegar onde você quer, você pode ganhar amanhã na loteria, ter o dinheiro que for, que você não vai dar valor. Uhum. Porque você não está preenchido emocionalmente. E o quanto o nosso corpo fala com a gente e a gente não escuta, a gente
passa por cima dele, né? Eu tava vendo Um episódio da Eloía Pericer num podcast, um trecho e tal, e ela falando que depois que ela curou, né, acho que ela tava com câncer, eh, a mulher perguntou para ela o que que ela mais aprendeu com isso. Ela falou: "Ah, ouvi meu corpo". É por se eu tô me eu não tô disposta, eu vou falar: "Não, eu vou, vou assim mesmo, não, eu não vou. Tudo pode esperar. A minha saúde não pode Esperar". É isso. Então ela fala que ela não passa mais por cima do corpo
dela porque ele tá falando com a gente. Então escuta o que ele tem a dizer. Então você tá com palpitação, você tá com ansiedade, respira, né? você não tá disposta, tem coisa que você vai ter que fazer, infelizmente é é a realidade, a gente vai ter que fazer, mas depois dá uma descansada, compensa isso pro seu corpo, porque senão realmente a gente vai ficar doente cada vez mais cedo, Porque a gente tá nessa fase das redes sociais mais acelerada e a gente não sabe as as doenças do novo da nova geração de acordo com as
tecnologias, né? É, e eu ia falar uma coisa em cima disso que você tava ah do de do corpo manifestar. Isso aconteceu comigo e veio um clique eh muito muito forte assim na minha vida. Há mais ou menos, sei lá, alguns anos atrás, bem antes da pandemia. Eu sempre, Eu sempre trabalhei muito. Eu trabalho muito desde nova. Então, eu comecei a cantar com 8 anos de idade. Então, eu saía da escola, eu já ia para um estúdio gravar jingle, rede nacional, assim, os jingles pra rádio, pra televisão. Então, era uma voz ali de criança, gravando
para marcas infantis. Então, eh, eu sempre estive acostumada com o trabalho. Com 10 anos de idade eu Comecei a fazer show em festa infantil. Então, a responsabilidade que eu sempre tive, eh, ela aconteceu desde muito cedo, desde muito nova. Então, eu tenho eh assim, eu sou muito responsável qu principalmente quanto a ao meu trabalho. Se eu marco um compromisso e eu não vou, você pode saber que alguma coisa muito séria aconteceu, porque não existe isso na minha cabeça. Uhum. Então eu posso estar do jeito que For que eu vou honrar, respirar fundo e vou honrar
aquele meu compromisso. E há alguns anos, eh, eu tava num processo muito acelerado de trabalho, eh, mais do que o normal. Eh, e eu me vi muito estressada durante um tempo num num período ali de trabalho e eu tava muito estressada, eu não tava feliz, eu tava em ascensão, as pessoas vendo aquilo tudo acontecer, eu Ganhando dinheiro, eu trabalhando muito, eh, fazendo muitas campanhas na televisão, no horário nobre E nossa, a vida da Mariana, a vida da Mariana. E de repente eu tive o meu corpo entrou em colapso mesmo. Não sei nem se seria essa
palavra, mas eh eu eu tive um choque assim num nível de estresse tão alto que eu tinha um show para fazer no dia seguinte e eu eu sentei na cama e eu paralisei. E no que eu no que eu sentei eu fui Paralisando. Eu tava só com a minha funcionária em casa e eu fui deitando. Não conseguia falar. Eu não conseguia falar. Bornout. É. E eu tive e aquilo, meu corpo entrou em choque mesmo. E eu comecei a a ter uma uma tremedeira, uma coisa. E ela ligou pros meus pais e os meus pais vieram
de Arachá. Nossa, o que não é perto, são 600 km de São Paulo E os meus pais eh vieram para São Paulo e eu e quando eles chegaram eu tava do mesmo jeito, na mesma posição. E eu tinha esse show no dia seguinte e eu não consegui ir no show e o meu médico foi até minha casa porque eu não conseguia levantar assim, eu não falar meu olho arregalado, uma coisa muito louca. E aí ele falou para mim, ele falou: "Você, o seu corpo está pedindo socorro, você precisa Parar". E foi essa virada de vida,
de chave, que me fez escrever mais, que me fez olhar para dentro, onde eu mudei alguns hábitos e mudei a minha forma de olhar a vida. Perdi 30% da audição do ouvido esquerdo por conta disso. Então, há alguns anos eu tomo a mesma medicação todos os dias. Eh, eu tenho um uma, eu adquiri essa doença autoimune que por conta do estresse. Então, o meu ouvido Esquerdo, ele apita 24 horas por dia. Não acredito. Ele tem um apito 24. Então ele e ele oscila assim, ele vai do pi, ele vai pro pom, ele fica assim o
dia inteiro. Eh, há alguns anos já isso não tem o que fazer, né? Não tem cura. E eu tenho sempre que monitorar para não piorar. Eu tenho sempre que policiar, me policiar para eu não ter picos de estresse, porque senão eu posso perder mais ainda a audição. E se você Parar para pensar, eu vivo da minha a de todos nós, mas assim, eu preciso da minha audição para na hora de colocar o fone eu entender as notas que vem do piano, como é que eu entro na música. falando meu diretor falando no ponto que hoje
é só no no lado direito, no esquerdo é impossível, porque se eu tapo o meu ouvido direito, eu escuto tudo errado do Esquerdo. Então, as notas eh que são dadas pelo pelo meu ouvido, pro meu cérebro, elas são elas não condizem com a nota certa. Então, num dó eu escuto um lá, sabe? um mi bemol, uma percepção musical foi afetada também. Totalmente. Nossa, Mari, não sabia. É. E porque eu tive um pico de estresse. Então, assim, a partir daquele momento, Eu mudei muita coisa da minha vida. Então, o que que eu faço? Eu agradeço porque
eu não teria o pensamento que eu tenho hoje. Eu não eh eu não estaria eh nessa minha fase de construção emocional assim como eu como eu tô, se eu não tivesse passado por isso. Total. Então todas as coisas que acontecem, tudo, gente, pode ser. Eu nunca falei por, senhor, por que que eu tô passando por isso? Eu nunca questionei, nunca. Eu Sempre olho e falo, isso aqui tem algum ponto isso aqui? Uhum. Eh, eh, obrigada, de verdade. Então, eu é assim que eu levo a minha vida e não quero dizer pras pessoas que é assim,
que é a forma certa, mas é essa maneira que eu escolhi e que funciona para mim. Funciona. Nossa, só foi a pontinha do iceberg e a gente já Pois é. Pois é. ouviu muito da Mari, assim, a gente precisa saber sua história completa, mas a gente nem deu os recados para você ter uma noção. A gente embarcou aqui na sua história. É porque eu falo pouco. Não, a gente ama. Tá maravilhoso. A gente ama, mas eu digo assim, foi só um um pedacinho da vida dela. E olha só o que a gente já aprendeu aqui.
Mas, ó, se você tiver perguntas, dúvidas, Mensagens para mandar pra Mari, é só acessar nv99.com.br/venus, que é a nossa plataforma. A gente tem o limite de 15 mensagens. Manda tudo dentro da lei, senão a gente manda a polícia pra sua casa. Tá bom, boa. É isso. E quem tá com a gente hoje é a Salve Salve Viajantes. É, se a gente já falou aqui no Vênus, mais de 1000 salve salve viajantes. É isso. É muito legal ter a salve aqui Com a gente. A gente já falou da salve, a gente atraiu a salve parando atraiu
a salve. É verdade, porque a gente sempre abre abre com salve salve viajantes. E estamos aqui hoje com a salve. Com a salve, né? É isso que a gente tá hoje aqui. A gente vai falar sobre, a gente já falou de outras coisas aqui com vocês. Hoje a gente vai falar sobre a máscara super Renovadora. Eu adoro, cara, as embalagens da Salve são muito maravilhosas. É uma textura maravilhosa. Olha isso aqui. Ai, que delícia. É, é minimalista e Ai, que delícia. Ai, que tudo. Ai, que salve. Amor, eu quero ganhar. Você você vai ganhar. Você
acha que a salve não mandou coisa pr você? Eu quero ganhar Pura. Ai gente, eu amo coisa colorida. Olha só. Olha e você que viaja muito, cabe muito na sua bolsa de viagem. Eu amo produtinhos coloridos. Obrigada. Esses são todos coloridos. Cada um tem. É que hoje a gente vai falar sobre a máscara, mas eu vou abrindo os outros aqui para mostrar. Pera aí. Boa. A máscara super renovadora é meio que um blend para dar um up aí na sua pele. Não é um produto de uso diário. No Caso. Daí é para um spa day
ou um spa night, sabe? Você tá sentindo sua pele meio assim. Pega a máscara super renovadora, tá? Com a pele limpa e seca, passa, né, uma vez por semana. É isso, minha parça? É isso, uma vez por semana, 15 minutinhos e aí já fez tudo que precisa já pra sua pele. Só na outra semana você vai precisar fazer de novo. É isso. E vamos falar o nome da propriedade que ela tem. Alfa Alfa Biz bolol. Como é que é? Alfa Biza alfa bisabol. Bizabol. Quando a gente viu essa propriedade, a gente falou: "O que que
é alfa bisabol?" Mas é meio que um extrato natural do óleo de candeia, que é anti-inflamatório, antibactericida. Então é bem legal. É bem legal. Olha que fofura. Olha o time salve que fica a sua prateleira. Olha isso. Ah não, gente, tudo colorido. Eu amo. Não é lindo? É lindo. No meu armário de skincare eu fiz uma prateleira só de sal. Baguncei tudo. Baguncei tudo. Mas depois eu guardo. Sabe o que eu fiz? Eu fui na minha dermato. Eu levei a sacola da salve que eles mandaram. Eu levei uma sacola cheia de produtos, botei no Balcão
da dermato, falei, bora me ajuda, me ajuda. Qual que é o, é quais são as ordens aqui? Qual que é o cronograma? Ela me explicou tudo. A gente até etiquetou e tal, a gente fez famílias assim, muito legal que a Salve tem todos os tipos de produto, não é só uma marca, né? A Salve prega que você viva sua pele da melhor maneira. Isso. E a gente tem cupom de desconto, né, minha parça? Sim, temos. É renovar a pele. Renove. Renove. Renovar a pele. Renovar a pele. Renovar a pele. Eu sa renove a pele que
eles sempre mudam o cupom pra gente. É renovar. É isso. Então, renovar a pele. Cupom de R$ 30 para compras acima de R$ 100. Então, tá muito fácil, né? Aproveita, aproveita, aponta o seu celular pro QR Code e obrigada. Salve. Então, ó, ganhou o kit. Mas eu tô vendo que você também tem presente pra gente, né, Mari? Tenho que a gente estava falando aqui até agora do basta sentir, mas depois eu tenho que autografar que a gente tá bom, a gente quer dedicatória. É o basta sentir. Tá bom. E como é que tá sendo apresentar
o reality? Aliás, é muito doido você Apresentar um reality chamado A Grande Conquista, que é meio que a história da sua vida, né? Uma conquista atrás da outra. Sim. Não, eu eu falo que eu tô vivendo eh um dos momentos mais incríveis eh da minha vida na da minha na minha área profissional, assim, porque a o que eu entendo e que eu acho que tá acontecendo comigo é que parece que todo o caminho, todo o processo passou a fazer sentido a partir desse momento. Sério? É, então tudo que aconteceu durante a minha trajetória e que
eu falei e não tô entendendo isso aqui que tá acontecendo agora, mas daqui a pouco eu vou entender. E eu sempre procuro pensar dessa forma. Falo, hum, por que que eu não perguei esse personagem aqui? Não peguei porque não era para para ser meu. Mas daqui a pouco eu vou entender porque que tal coisa eh às vezes não foi dessa forma, foi de outra. Não foi, mas daqui a pouco eu vou eu vou saber. Tudo se encaixa, tudo passou a se encaixar. E dentro desse encaixe, eu entendi que eu precisava passar por todas essas coisas
para chegar no momento que eu estou agora. Então, por isso essa sensação de de felicidade e de realização. E eu acho que tem uma coisa que é muito importante dentro disso tudo. É, vários trabalhos que eu já fiz, Eu fui cobrada pelo meu sotaque e eu sempre tive uma dificuldade em perder o sotaque, talvez porque no fundo eu não quisesse perder o sotaque. Exatamente. Então eu não me dediquei para perdê-lo. Essa é a verdade. É, então era assim, você não vai, esse papel a gente não pode te dar porque na novela ou no filme ou
sei lá o Qu, porque o seu sotaque não, mas aí na hora de fazer e não, mas alguma hora o sotaque, então era o sutaque. O sutaque, tal coisa, o sutaque. Mariana, tenta fazer um pouco menos sotaque aí apresentar alguma coisa. Mariano o sotaque e assim, mas gente, agora eu tenho meu sotaque e eu adoro ser eu. Eu gosto de ser eu, muito mais às vezes do que ser um personagem. Eu gosto de ser atriz, mas eu optei por não Fazer da minha carreira de atriz o meu foco principal. Uhum. Então, eh, durante um tempo
foi o foco principal. Quando eu fiz 29 anos, mais ou menos, eu eu falei: "Não, agora não é mais. Eu desejo muito mais ser eu do que um personagem". Eh, e aí eu fui em busca, me mudei para São Paulo e fui em busca das outras Coisas que eu gosto de fazer, cantar e apresentar. Só que apresentar era uma novidade. Falei, apresentando eu posso ser eu, falar com o meu sotaque, fazer minhas brincadeiras, contar meus meus causos mineiros. Então eu posso ser eu. Eh, mas eu preciso de uma chance, eu preciso de uma oportunidade, né?
E às vezes eu era cobrada ali, ó, enxuga um pouquinho. E agora eu tenho uma direção na Record Que todos os dias, na verdade todas as noites, quando eu vou dormir e quando eu começo, obrigada, meu Deus, minha família, saúde, não sei o quê, não sei o quê, eu agradeço a eles por eles estarem no meu caminho, porque tudo que eu falo eh o meu jeito, eles enaltecem. Sim. Então, a minha, eu tenho muito que agradecer a essas pessoas, porque são pessoas que me enxergaram, que me enxergaram como eu sou de fato. Uhum. O que
quiseram apagar um dia, é, hoje sim. Fazem aparecer mais ainda. Sim. Que legal isso. Então assim, eh, e quando eu conheci, eh, essas pessoas, seu Marcelo, Mafran, o Carelli, eh, Diogo, Chica, Tonquiel, Fernando, tô citando essas pessoas porque realmente elas fizeram isso acontecer e eu não Posso deixar de agradecer porque isso não acontece toda hora na nossa vida. Uhum. Não acontece. As pessoas elas querem muito mais apagar o seu brilho do que te fazer brilhar, do que acender a sua luz, do que te mostrar o que você faz de bom, sabe? E falar: "Vamos pegar
isso daqui". E eu tive muito isso quando eu fiz malhação. Uhum. Então eu acredito que o sucesso que fez a Yasmin, minha personagem Malhação, cara, muito obrigada por ter feito essa personagem. Foi a primeira vez que alguém fez uma personagem com o meu nome, eu falava: "Ah, tem alguém?" E eu amava porque eu tinha essa mesma liberdade que eu tenho hoje na Grande Conquista. Eu tinha essa liberdade que era assim: "Vai lá, deita e rola". Uhum. Você tem que falar isso aqui no texto, Que é assim como acontece no programa. Então, na Malhação, era assim
também, ó. Tem isso aqui, né? Porque tem a historinha e eu tenho as informações também que eu preciso passar durante o programa. Eh, mas é seu. Uhum. Condusa. Isso é muito difícil de acontecer. É te entregar uma coisa e confiar. Então, as pessoas elas estão o tempo todo querendo moldar umas às outras e aí você deixa de aproveitar o Que o outro tem para te oferecer de melhor. É, você deixa de olhar para as coisas boas para pegar às vezes uma falha, um erro, isso em qualquer situação da nossa vida, seja no trabalho, numa relação
com o familiar, num relacionamento. Quantas coisas as pessoas têm de positivo para te doar, mas às vezes a gente insiste em querer ver o erro, né? Uhum. Quantas vezes a gente acertou e fomos julgados por conta de um erro? Então assim, e a gente precisa valorizar muito quem ajuda nesse processo de acender a sua luz, de te enaltecer, de te colocar lá em cima e não tentar te apagar, te ofuscar. Uhum. E eles fazem isso. Eh, e eu, nossa, por isso que eu eu eu vivo um momento único assim na minha carreira. E de nada
adianta se o Programa tivesse um sucesso estrondoso, eh, ou se, se eu tivesse nadando em rios de dinheiro, eh, se eu não tivesse feliz, né? Então, nada compra a nossa paz e a nossa felicidade. Com certeza. Quantas pessoas que a gente vê por aí, quantos artistas, principalmente, eu falo de artistas porque é o que a gente mais acompanha, né? tem mais acesso. E A gente vê a vida dessas pessoas onde você coloca eh as coloca num patamar, num lugar inatingível que você fala: "Nossa, a vida dessa pessoa é perfeita". Pessoa tem fama, sucesso, olha lá
o cantor, o show lotado, eh, enchendo o estádio, as músicas todas de sucesso, o cara tem o avião dele, o cara tem a família, aí a pessoa vai lá e tira a própria vida. É. Uhum. Como é que você explica isso? Então, de Nada adianta você ter tudo que aos olhos dos outros você tem se você não está feliz. É. Se você não é preenchido. Você já viu aquele texto que conta do vizinho do Olavo Bil que tava querendo vender o sítio dele? Não. Ele tava querendo vender o sítio e aí ele pediu pro Olavo,
falou: "Ah, tem Como você escrever para mim? Você escreve tão bem? faz o anúncio para mim que eu tô querendo vender o sítio. E aí o Olávio Black faz o anúncio para ele e aí passam uns meses, ele encontra o Olávio encontra o vizinho e fala: "E aí vendeu?" Ele fala assim: "Vend a tua descrição sobre o meu sítio, eu desisti de vender, porque foi aí que eu que eu percebi a riqueza do que eu tinha. Nossa, Sim, com toda certeza. E às vezes a gente tem tem esse texto na internet. Nossa, que legal. Eu
vou procurar. Tem a tem o anúncio do Olaf. Se é do Olaf, do É Olaf Bilac. Tem o tem esse texto na internet, tá? Se você procurar, tem o anúncio que ele faz, sabe? Tipo assim, nas águas cristalinas do riacho, não sei o que, da onde se pode ver, tal, tal, tal coisa. Daí ele fala assim: "Eu desisti de vender, olha, olha aqui o que Eu tenho. Olha essa riqueza que eu tenho, o olhar do outro sobre o olhar do outro. E por isso que é importante às vezes você deixar um pouco de lado a
sua busca futura, né? Porque a nossa busca ela é incessante, não tem como. Ela é incessante. Importante você tirar um pouquinho o foco e olhar as suas conquistas. E aí você olha tudo que já aconteceu, tudo que você precisou passar e que você Conquistou para chegar até ali, porque senão você eh você se perde dentro de uma inquietude e de uma ansiedade em sempre querer mais, querer mais, querer mais. E aí você esquece de olhar tudo que você já conquistou. Uhum. Obrigada. E principalmente se você não tivesse conquistado, você não estaria ali naquele momento lutando
para ter outras Coisas, para chegar num outro patamar, num outro lugar. E isso é a gratidão, com certeza, né? É você ser grato por pelas coisas que aconteceram e não esquecer e até pelas que não aconteceram. Sim. E senão você entra sempre num num estado de reclamação, reclamação pelo que você ainda não tem. E é bom e o olhar do outro, você parar e falar assim: "Como você me Vê?" Direto eu faço a pergunta paraas minhas amigas. Fala: "Como é que você me vê?" Às vezes, eh, eu conheço, eu conheço alguém assim e aí a
primeira vez que eu tô ali conversando com o cara e na maioria das vezes isso, eu não consigo fugir disso, mas eu não procuro pensar dessa forma. Mas na maioria das vezes, o primeiro contato que um homem tem comigo É assim: "Eu vou pegar Mariana Rios". Aham. Né? É isso. E pra coleção dele de troféus, né? É, mas eu não penso dessa forma, porque eu também tenho a minha coisa de, hum, eu quero aquele menino ali, não sei por não, mas vou dar uns beijinhos ali naquele menino. Então, durante a minha vida, se você falar
assim para mim, você Foi escolhida ou você escolhe? Eu acho que 99% das vezes eu escolhi. Uhum. Eh, e aí nesse primeiro momento que você tá ali conversando com a pessoa, aí a pessoa começa a te conhecer, né, através das suas falas, de perguntas, de respostas, de questionamentos, que é um primeiro encontro parece uma sessão ali de uma entrevista, né? Uhum. Eh, e você conhece muito sobre a pessoa num primeiro encontro também. E quando a pessoa começa a conversar comigo, a me conhecer melhor ali, eu sempre falo: "Mas como você me vê?" Antes de conversar
comigo, como é que você me via? Ah, eu não fala a verdade. O que que você achava? Porque aí você fala: "Opa, no olhar do outro eu sou isso". Sei lá, já escutei várias coisas, coisas que eu falava assim, coisas que eu Falei: "Que legal isso". Outras que eu falei: "Nossa, mas agora você tá vendo que que não é assim". Então é a percepção do outro. Não que isso vá mudar a minha vida, porque o que você pensa pertence a você. Sim, mas é importante saber. Mas é bom exercício, né? Porque às vezes você esquece
de entrar em contato com o que você é de fato. Você se esquece. E aí uma pessoa precisa chegar lá e falar: "Opa, mas você é isso aqui". Você fala: "Hum, tem uma frase que eu gosto muito que diz assim: "Nós não vemos as coisas como elas são. Nós vemos as coisas como nós somos. Com toda certeza, né? Então assim, duas pessoas diferentes vão ver a mesma atitude sua de maneiras totalmente diferentes, baseado naquilo que elas são. É, né? Eu falo muito isso, que nós somos Espelhos, enxergamos no outro aquilo que existe dentro de nós.
Então, se você aponta no outro uma coisa que você fala assim, você fez isso quando você tá apontando um dedo, você tá apontando os outros para você. Se eu enxergo isso em você e aquilo se manifesta dentro de mim de uma forma negativa, se eu aponto uma coisa para você e se manifesto de uma forma negativa dentro de mim, é algo que eu Não consigo trabalhar dentro de mim e eu preciso apontar em você. É. Ou se eu falo que você fez algo que às vezes você não fez ou que você poderia ter feito, eu
tenho capacidade de fazer. Você só reconhece no outro aquilo que é real dentro de você. Eu não consigo dar amor se eu não reconheço amor dentro de mim. Eu não consigo pensar que você pode me fazer mal se eu Jamais faria isso com você. É. Uhum. Eu não consigo doar aquilo que não é verdadeiro para mim. A frase mais certa, cada um dá o que tem, o que é verdadeiro no seu coração. Sim. Você só vai enxergar no outro o que existe de fato dentro de você. Sabe o que a gente esqueceu de mostrar para
ela? A surpresa. A gente tem uma surpresa para você. Ó, Mari, ó lá. Esse é o nosso emblema de hoje que a galera pode resgatar. É gratuito, tá? Tem até 24 horas. Qual que é o código desse? Marios. Marios. Marios. Bom, gente, que fofo. Ficou lindão. Tem uma roupa assim. Ficou lindo. Que o Gigalvão sempre pega alguma Referência de algum trabalho, alguma coisa. Sim, eu tô tentando, eu tô tentando lembrar agora do post com a, com a roupa dessa cor e com a, com o brinco. Nossa, eu amei. Achei lindo. Muito. Você também vai ganhar
em alta qualidade. É um presente para você. Obrigada. Amei. Amei. Você tava falando a lá. Sim. É, é verdade. Essa é a referência. É a Roupa. É a roupa. É porque faltou, como não tá com brilhinho, é a o paetê rosa. Que fofo. Muito. Ficou muito lindo. Foi o Gigalvão que fez. Amei. Você tava falando sobre seus causos mineiros. Conta um causo pra gente, né? Um causo de arachá. Ai meu p da da Mari adolescente ou da Mari criança. Tem tanto caso, tem tanta coisa. Mas mas, mas esa aí, tem muita coisa, a gente precisa
de um tema. Então tá bom, vamos fazer um flashback com ela e a gente vai achando. Tem que ter um tema porque Bora, a gente faz um flashback, você vai encaixando as que você for lembrando. Pode ser. Tá bom. Tá bom. A gente a gente quer saber um pouquinho mais da sua infância. Como era a pequena Mari? Era mais espoleta, era mais quieta, era sonhadora, sempre foi. Nascida mesmo em Arachá? Nascida em Arachá. Gente, eu eu fui uma criança, eh, eu eu tinha meus momentos assim, eu tinha um que de adulto, sabe? Porque eu passei
por uma perda muito nova, né? A minha família passou por uma perda. Eh, quando a gente perdeu meu irmão, eu era muito pequena, eu tinha 4 anos, ele tinha 2 anos. E eu lembro de tudo que aconteceu e eu virei filha única naquele momento. E com o sofrimento ali dos meus pais, eh, a sensação que eu tinha era de que eu precisava preencher um vazio dentro deles. eu precisava eh organizar a vida deles dentro de um contexto de Felicidade e que só tinha eu para fazer aquilo. Então você pensa uma criança e eu só entendi
isso depois de anos de terapia, de análise, que eu fui compreender isso na minha fase adulta. E eu lembro muito, a minha cabeça é muito boa, eu tenho uma memória de elefante. Eh, então eu lembro às vezes de situações, de falas, eh, de coisas que aconteceram dentro disso, assim, dessa realidade na Minha infância. Eh, então, que que eu fazia? Eu direto, eh, quando eu via que a minha mãe ia ficar triste, que meu pai ia ficar triste, eu subia na mesa do lugar que a gente tava, eu falava: "Vou me apresentar". Isso com 6 anos,
5 anos. Aí o pessoal vai falar: "O que? Essa menina, gente, eu vou cantar uma música agora. Eu vou fazer tal coisa." Então eu eu ficava o tempo todo tentando mudar aquela energia, sabe? tentando fazer Graça, tentando eh levar o negócio para um outro lugar e tava equilibrando os pratos ali, né? É só segurando pratinho ali, equilibrando pratinho. E aí, então eu fui uma criança que pegou essa responsabilidade, né, da felicidade desde muito cedo e ao mesmo tempo eh eu cresci tendo um sonho. Então, se você chegava para você chegasse para mim e perguntasse assim:
"Mariana, o que que Você vai ser quando crescer?" Eu falava artista. Hum. Então eu nunca tive dúvida. Como? Não sei. Eu só vou vou ser serei. Não sei como. Então não tinha um um caminho assim, não pensava no caminho. Era como se fosse uma coisa certa na minha vida. Então, eu fui uma criança que brincou muito na rua, que que andava muito com os meninos na escola, muito. Eu era eu era moleca, mas Eu tinha um senso de responsabilidade muito grande. Então, todas os todos os boss que aconteciam e a gente ia paraa diretoria e
eu tava ali junto com eles, eu tava envolvida, todo mundo levava um pito e no final das contas eu sentava com o diretor, saía todo mundo da sala e eu sentava, falava assim: "Desculpam. Uhum. Que bobagem. Nossa, eu era igual. Para que que eu fui Fazer? Para que que a gente foi fazer isso? Aí eu falava assim: "Você tem que levar em consideração que a gente tem 12 anos. É uma bobeira, mas você me desculpa." Aí ele, poxa, Mariana, tá? E assim eu fiz a minha vida inteira e realmente eu eu fui aprendendo com os
meus erros e eu não repetia. E você falava real? Eu falava a verdade e eu não repetia o erro. Eu fazia outro, eu errava de outra forma, sabe? Mas eh eu eu tenho umas Coisas assim do meu pai, porque a minha mãe ela sempre ela sempre foi mais na na minha infância, na minha adolescência, a gente era muito mais próxima do que eu era próxima do meu pai. E o meu pai ele era mais rígido assim, eh, e era assim: "Pai, hoje vai ter uma festa?" Não, mas não, mas não. Então era, era desse jeito.
Aí eu chegava: "Mãe, eu quero ir. Fala com ele." Fala: "Poxa, ela quer ir". Aí tinha que ter uma conversa da minha mãe. Mãe, deixa eu Faltar da escola hoje, fala com o seu pai. Não, fala. Então, ela tava sempre ali intermediando, intermediando a meu favor sempre. e ele mais rígido. E o jogo virou quando eu fiz 18 anos e escrevi uma carta pro meu pai e eu falei assim: "Eu estou mudando de arachá e você tem duas opções. Ou você continua rígido tentando me dar uma educação e que eu aprecio muito a sua forma
de de Educar, mas era uma rigidez nas palavras assim de seriedade mesmo, sabe? Então, hoje eu vejo que foi extremamente necessário e importante, mas quando eu fiz 18 anos, eu falei: "Você tem dois caminhos. Ou você continua assim e a gente vai se falar pouco, ou você vira meu melhor amigo, assim como a minha mãe é minha melhor amiga, porque eu não vou estar em casa todos os dias e eu vou precisar muito de vocês, porque sem vocês eu não vou não vou conseguir. Tava Indo atrás do meu sonho, ia mudar para uma cidade grande,
sabe? E eu escrevi essa carta e ele não me respondeu a carta, mas ele mudou da água pro vir comigo. Então hoje é assim, eu, meu pai, minha mãe é uma uma aliança, uma sintonia de vida mesmo. Eles sabem tudo da minha vida, até mais do que deveriam. E não poupo eles de nada, porque a gente tem essa troca e essa troca é muito importante para mim. Mas tenho algumas coisas assim Eh que aconteceram. Por exemplo, uma vez eu entrei no ônibus e eu escrevi no ônibus assim, eu tava com um grupo, eu devia ter
uns 12 anos, mais ou menos 11, 12 anos. E eu tava com o grupo do inglês e a gente sentou no fundo do ônibus e aí os meninos duvid escrever no ônibus e eu tava com a canetinha preta assim. Eu escrevo, duvido porque eu era muito certinha, sabe? tava sempre, mas fazia minhas palhaçadas, era engraçado, mas eu Era comportada. Eu que eu eu intermediava ali as brigas do povo. Eu pedia desculpa assim como eu contei, né, pro diretor. Eu era correta, sempre fui correta. Correta. E aí eu falei: "Ah, gente, vou escrever, senão vai ficar
feio aqui. O povo vai me vaiar dentro do ônibus". Aí eu fui e escrevi: "Procura-se Romeu assinado, Julieta apaixonada". Hã. Aí os meninos duvido escrever o telefone de casa. Tá bom, escrevo. Fui lá e escrevi o telefone da minha casa, tá? Fui embora para casa. Ai meu Deus, né? O ônibus chegou, tava saindo do inglês, fui embora para casa. Aí cheguei em casa e fui dormir lá pelas tantas da noite em escola no dia seguinte. Esqueceu. Esqueci disso. O telefone começou a tocar e o quarto muito perto assim do meu dos meus pais. E o
telefone tocou, aí eu escutei. Oi, meu pai. Não tem Julieta aqui não. Aí eu, meu Deus, Jesus Cristo, Jesus amado. Alguém no telefone do ônibus, que que eu faço? Desligou. Passou 5 minutos. Oi, quem é Romeu? Aqui não tem Julieta. Aí eu e eu aqui, ó, na cama assim, ó. Deus do céu, me ajuda, por favor. Por Favor, Pai eterno. Eu rezei tudo quanto é Pai Nossa, falei: "Meu pai vai vir, meu pai vai me matar". Aí e isso foi a madrugada inteira, tocando o telefone. Romeu, Romeu, a Julieta, Romeu, a Julieta. E aí eu
escuto a porta do quarto abrindo. Aí eu fingi que eu tava dormindo. Aí chegou minha mãe, minha filha. Aí eu: "Oi, que que você fez? Você escreveu o telefone daqui de casa em algum lugar? Eu ai no ônibus. Aí ela, Mariana, onde você tava com a cabeça? Aí ela fez assim um cenário de filme de terror para mim. Porque pensa bem, vão achar o telefone na lista telefônica, porque naquela não tinha celular, vão achar o telefone na lista telefônica, vão o endereço daqui de casa, vão vir aqui. Você tem noção quantidade de pessoas que passam
por um ônibus de madrugada dos marmã saindo do trabalho e e trabalhando de madrugada e entrando no Ônibus e pegando o telefone, olha o que você está botando em risco a nossa vida. Não, aquilo virou. E aí ela falou assim: "O seu pai falou que amanhã ele vai te levar pra escola porque ele quer conversar com você". O qu? Bem, a hora que ela entrou pro quarto, eu já vesti o uniforme e ali eu fiquei esperando dar o horário do primeiro ônibus antes do meu pai eh acordar, rezando para ser o mesmo para eu dar
uma apagada no No no no no telefone que eu que eu que eu escrevi. E aí eu não esperei ele nem acordar, eu já fui lá, já já fui pro ponto, peguei meu ônibus, fui pra escola. Hora que eu tô saindo da escola, tá o meu pai no Fusquinha. A gente tinha um Fusquinha parado assim, ó. Aí eu, gente, quem quer carona? Nossa, se livrando da conversa. Coloquei uns 10 dentro do Fusca. Falei: "Pai, os meninos vão". Entrou todo mundo, eu entrei atrás, entrou um na frente com Meu pai, os meninos tudo ali. Aí meu
pai virou, falou assim: "Meu pai, mudo". E os meninos tá tá tá tá tá todo mundo conversando e eu muda. Aí meu pai falou assim: "Não acha que vai adiantar você ter colocado esse monte de colega seu dentro do carro?" Não, porque não vai livrar você da culpa e da bronca que você vai levar com o que você fez ontem? Aí os meninos, ele pode deixar que eu vou deixar todo mundo em casa e depois Nós vamos conversar. A hora que chegou em casa, ele falou assim: "Você vai até a garagem dos ônibus que fica
no começo da cidade, na entrada da cidade, você vai procurar o ônibus onde você escreveu." E eu assim, ó, eu chorava igual a Chiquinha. Eu: "Não, por favor, não, não faz isso, por favor, pai". Aí ele, você vai, eu vou pedir para alguém te entregar um paninho com álcool e você vai limpar O lugar que você escreveu. Eu assim, não, pai, não vai. Eu como que chega lá? Aí ele se vira falando, e ele sempre falou desse jeito, se vira. Você não foi lá e escreveu no ônibus essa molecagem, então você vai achar o ônibus
e vai apagar. E aí, gente, eu peguei minha amiga, a Ana, falei: "Vamos comigo". Chegamos no P de ônibus, a hora que eu tava no P de ônibus, ele Mariana, pode Voltar. Aí eu voltei. Aí ele, eh, já pagaram, não precisa ir. Só que no dia seguinte eu tive inglês e o ônibus tava lá com o escrito. Aí eu fui lá e dei um jeito de apagar o número e eu vi que ele tinha ido até o limite, né? Uhum. Me Ele me fez ir até o ponto de ônibus, mas ele ficou com dó. Falou:
"Não vou deixar chegar esse ponto". E me puxou de Volta. Era para ver se você iria arcar com essa responsabilidade. É, com certeza. tava mandando, eu ia. Então, tem umas coisas assim do meu pai eh, que eu entendo hoje nesse ponto de equilíbrio eh da educação dele com a educação da minha mãe, que sempre foi a minha mãe sempre foi mais um coração assim, ah, vou dar, não faz, não deixa, sabe? e que foi essencial na minha vida e na Minha forma de de olhar também para pras coisas da vida e pro certo, porque é
pro que é errado. E tem uma coisa também já que vocês estão perguntando da infância da adolescência que eu lembrei, posso falar? Lógico, que eu lembrei, a gente tá amando, que é muito bom. Eu tinha um namorado na minha adolescência e a gente brigou por alguma coisa que eu Não me lembro que aconteceu e eu fiquei muito triste e passei uma semana toda muito triste, indo pra escola, voltando à escola e chorando e chorava no recreio pras minhas amigas e tava arrasada. E a minha mãe conversando muito comigo e o meu pai mudo, só vendo
o movimento do chororô, das amigas indo lá em casa e eu chateada. Enfim, um belo dia e ele tinha aprontado alguma coisa, esse namorado tinha aprontado alguma coisa. Um belo dia eu chego da escola e o meu pai tava com a máquina de datilografar sentado na sala, o óculos baixo assim, não esqueço dessa cena. E ali datilografando alguma coisa e eu fui passar por ele. Eu: "Oi, pai". Aí ele fez assim: "Tem uma cesta de chocolate lá no seu quarto". Aí eu ah, fui correndo pro quarto, tinha uma cesta desse tamanho cheia de chocolate, um
cartão. Me desculpa, me perdoa e isso e aquilo. Eu Te amo, isso nunca mais vai acontecer. não sei o que, não sei o quê, me liga. E aí eu catei aquela cesta daquele tamanho e fui passar por ele para para levar pra minha vizinha, vê, para dividir com a minha vizinha. Olha o que ele mandou. Olha o que ele mandou. Hora que eu tô passando pelo meu pai assim, rindo, morrendo de felicidade. Eu tô passando por ele, ele continuou lá deografando. Aí ele fez assim: "Mariana". Aí eu: "Oi". Aí ele virou e falou assim: "Só
Espero que você valia mais do que uma simples cesta de chocolate". Toma. Peguei minha cesta e voltei pro quarto e entendi isso. Eu tinha 14, 15 anos. E aí isso serve até hoje na minha vida. Olha que importante isso. Então é assim, não queira me comprar, não ache que você vai fazer alguma coisa Que vai me deixar triste e depois você vai vir para um presente com um presente, vai ser perdoado, porque não é assim. Eu prefiro e e sempre sempre vou na linha de que nada vale mais do que uma boa conversa. Uhum. onde
você passa aquilo que você sente, os motivos que você teve para ter tal atitude, procura ser compreendido e compreender Do que coisas materiais. Sim. E a partir daquele momento, eu também eh comecei a enxergar a vida de um outro ângulo, assim, por um outro ângulo de que aquela cesta de chocolate naquela hora eu não poderia comprar para mim. Ele poderia, eu não. Da sexta eu poderia comprar, teria condições de comprar um chocolate da sexta, mas eu valia mais Com toda certeza, do que todos aqueles chocolates que estavam lá. Com certeza. E que eu ia trabalhar
durante a minha vida toda para comprar as coisas que eu gostaria de ter e as minhas infinitas cestas. Uhum. e que eu não preciso de ninguém para fazer isso por mim. Muito incrível Que o que eu desejo ter, o que eu quero ter, eu trabalho, eu corro atrás e eu compro. Se você daqui a pouco deseja me dar um presente, eu recebo seu presente, assim como eu também adoro presentear, mas não tenta me comprar, porque eu não estou à venda. E dentro das minhas possibilidades, eu vou continuar fazendo por mim durante a minha vida toda,
para não ter que pedir favor e nem precisar que o Outro faça para que eu me sinta preenchida. Olha, você tava contando sobre a diferença do na criação, né, da postura da mãe de ser mais acolhedora, intermediar e o pai ser mais assim. E eu tava pensando eh no outro lado, tipo, sendo uma solo, o quanto isso é necessário equilibrar. Uhum. Quando não se tem o outro lado, né? Você tava contando, eu tava pensando, quantas Vezes eu fui a mãe, quantas vezes eu fui o pai, quantas vezes eu tive que ser o pai. E aí
você tem que botar aquela casca de É, né? Porque não dá, não dá. Porque assim, e é e é muito importante você ter os dois porque não dá para ser uma coisa só, não dá para ir por um caminho só. E também não posso deixar eh porque assim, a criança vai ter como você mãe, Fala lá com ele. No caso da minha filha, ela não tinha o fala lá com ela. É, era só nós duas. Então era, ela ia ter que falar de um jeito ou de outro, ia ter que ser. Então, sempre deixando o
diálogo aberto para que para que mesmo na hora da bronca mais firme, que é a hora que o o pai, entendam da melhor forma isso que eu tô dizendo, né? A hora que o pai aparece na figura materna, né, para que ela ainda Encontre o afeto. Uhum. Para que não se perca esse vínculo, né? Mas é uma é uma medida difícil de ter muito e é uma e e assim a gente tá falando de um ponto que é maior do que todos, né, que é você eh que é a criação, né, de um ser, você
ter uma criança ali, você precisar lidar com a criança, com a adolescência e a vida toda vai ser assim. É porque eh eu vejo pelos meus pais Quantas trocas a gente tem e que eles durante toda a vida eles sempre falaram a mesma coisa. Nós vamos dar a nossa opinião. A escolha é sua. Livre arbítrio. Isso aí. Você vai escolher o caminho que você quer seguir. Nós vamos tentar te direcionar. Por isso eu sinto essa abertura de falar tudo que eu preciso falar com eles, porque não existe ninguém que quer mais o meu bem do
que os meus pais. Então assim, eu preciso ter essa abertura para falar e para escutar e absorver, entendendo o caminho que eu desejo seguir, não que me foi imposto. Eh, isso nunca teve dentro de casa. Então, todas as tudo que eu desejei fazer em determinado momento, as os relacionamentos que eu tive, eh, eh, quantas vezes eu cheguei e falei: "Aconteceu isso, tô chateada ou então fiz isso". Sempre teve uma postura deles de minha filha, isso não foi legal, mas A escolha é sua. Uhum. Porque não tem jeito. A única coisa que nos pertence de fato
é a nossa consciência. A única coisa que a gente tem é a nossa consciência. Você não consegue fazer pelo outro. Eh, o que eles podem fazer, o que você pode fazer, o que a gente vai fazer em relação ao outro, é aconselhar dentro das nossas possibilidades, dentro daquilo que você tem para oferecer. Porque no final das contas cada um vai fazer o que quiser fazer. E quanto mais você eh coloca aquilo restrito, menos liberdade você você dá pra pessoa dialogar, pra pessoa colocar para fora e para você de repente tentar conduzir da melhor forma dentro
daquela relação, né? seja eh com um familiar ou dentro de um relacionamento ou em qualquer situação. Eu acho que essa liberdade da da conversa, ela tem que existir, mas a Pessoa ela sempre vai seguir o que ela deseja. você, eu tenho uma frase que eu tô tentando lembrar dela, as pessoas sempre vão fazer o que elas querem, você esperneando ou não, alguma coisa do tipo. Mas é isso, no final do dia, a pessoa ela vai fazer o que ela deseja fazer. E seus pais eh sempre te instruíram na sua vida pessoal, mas depois chegou um
momento que seu pai virou seu empresário também. Sim. Na sua carreira, como é que 10 anos meu empresário, como que isso aconteceu? Como é que foi essa essa trajetória? Você mudou aos 18 anos para para onde que você falou que que foi começar sua vida? 18 antes eu mudei para Uberaba, mas eu morei um ano só em Uberaba, eh, longe deles também, né? Uberaba ficou uma hora de Arachá. E eu morei em Uberaba para fazer o terceiro ano e para já tentar me Adaptar a uma vida longe da minha família, porque eu sempre fui muito
grudada com a minha família e com os meus amigos de Arachá. Tanto é que a gente é grudado até hoje. Eu tenho pouquíssimos amigos fora desse meu núcleo de convivência, famí pouquíssimos. Eh, é muito louco. Assim, uma vez eu fui fazer uma viagem com as minhas amigas e uma revista que cobrir essa essa viagem E aí eles perguntaram pra minha assessoria de imprensa eh quais famosos iam na viagem para saber se eles iam dar a capa da revista ou não. Aí eu falei: "Opa, não tem nenhum famoso, não, são minhas amigas de arachá". Ah, não.
Então a gente não vai dar capa. Aí eu fiquei pensando nisso. Aí eu falei: "A fulana ela é bem famosa na minha vida, porque não tem ninguém que me escuta mais do que do que ela. A ciclana eu ligo para ela 3 da manhã, ela Me atende. A é assim, a vida inte e é isso. E eu não não vou ter, não tô falando que é certo, que é errado, mas é o que é verdadeiro para mim. E a vida inteira foi assim. Eh, então aí eu nem sei, eu me perdi. Você foi para Uberaba
para se acostumar com a independência? É, então eu fui para Uberaba primeiro e depois eu me mudei pro Rio de Janeiro. E aí eu tive alguns empresários, só que eu percebi que o meu pai tava fechando muito mais Trabalho eh para mim do que às vezes o próprio empresário. E ele corria muito atrás e os clientes iam atrás dele, não sei porquê. E aí eu falei: "Pai, vamos nós pra gente fazer juntos assim". Isso deixou a gente mais unido ainda, porque além de tudo ele participava do meu dia a dia, ele fazia todas as viagens
comigo. E é muito engraçado porque o meu pai ele ele ele é muito ele é muito bom com as palavras e ele Ele fala as coisas, ele entra na sua mente assim de uma forma muito delicada assim. Então as pessoas, ah, eu não posso falar muito dos meus pais porque eu sou suspeita para falar, porque realmente eu tenho uma família que é muito bacana, eles são muito legais e o meu irmão também é um cara muito legal, batalhador, o Léo. Então assim, eu tenho, sou muito grata pela família que eu tenho e a cabeça que
eles têm, sabe? Eu acredito que nada teria acontecido se Eles não tivessem ali de mãos dadas comigo. E aí a gente foi nessa caminhada ali juntos e foi dando certo e e os clientes sempre amando meu pai. Às vezes a gente ia fazer uma campanha gigantesca, que o dono da marca era um cara, sei lá, de bilhões. A hora que eu via, chegava o meu pai com frango dentro da mala e um pacote de pão de queijo, porque ele já tinha conversado, ele já tinha feito amizade com o cara. Uhum. E o cara queria. E
o cara falou assim: "Você traz um frango?" Eu: "Vou levar um frango para você, vou levar um pacote para você, vou levar um queijo de arachá." De arachá. Então isso acontece até hoje. Meu pai chega em São Paulo, ele encontra pessoas que eu não tenho contato eh nenhum às vezes e que ele fala: "Hoje eu vou jantar com fulano, hoje eu vou jantar com um casal que tá aqui". Eu Nossa, daquela marca da É. E eu trouxe um queijo para ele e assim, ele já trabalhava com isso? Não, com coisa parecida? Não. Meu pai era
instrutor de voo livre. Caramba. É de salto assim de de parapente. Que legal. característica da pessoa mesmo, né? É o que a gente fala.Então, e ele pediu para sair, viu? Ele falou: "Chega, vou trabalhar com a minha filha". Não, ele falou: "Não quer não". Não, ele pediu para sair de mim. Ah, do seu? Ah, ele ele se demitiu, tem que uns três anos que ele se demitiu, ele falou: "Olha, eu não aguento mais. Eu quero ficar em Arachá, eu quero pescar, eu quero, eu tô com torce olha, ele tava com colar cervical". Ele falou: "É
muita coisa". No momento que você tá, Cuido só de você. É, eu cuido só de você. A gente não deixa entrar mais ninguém na nossa agência, porque a gente criou a nossa empresa, porque não dá tempo, a demanda é é enorme e você precisa ir para um escritório. Aí eu fui paraa Sato Raal e que eu amo e que ele também ama. E o meu pai hoje trabalha com as minhas coisas pessoais. Eh, e tá lá com a vida dele do jeito que ele que ele quer, com tranquilidade, porque esse ritmo é meu, Não é
dele. É como se ele tivesse me ajudado a dar esse passo e e muitas vezes como uma forma de proteção também, porque esse meio ele ele te engole se você não tem cuidado, né? Eh, então ele cuidar o tempo todo, né? É muita coisa. Então ele ele tem teve sempre teve essa proteção e ele olhava assim, ele às vezes ele falava assim: "Hum, olha isso aqui, ó, isso aqui não não tá certo". Aí eu já ligava a Antenna, falava: "Opa, então eu aprendi muito também durante isso e eu tenho certeza que ele também durante todo
esse processo." E aí hoje a gente faz esse trabalho assim que ele continua comigo, mas monitorando e cuidando das minhas meus assuntos pessoais. Mas foi durante esse período que aconteceu a história do quê? do Jaguar. Oi. Pois é, a história maravilhosa. Conta. Você já contou essa história? Você já contou? Contei tanto esse caso, mas essa história é muito maravilhosa. A gente precisa registrar aqui também, senão só não vai ter no Vênus. E a história do Jaguar, tenta lembrar algum detalhe que você não contou. Nossa, não tem. Gente, eu já contei, eu já contei essa história
tantas vezes. Eh, mas realmente é uma coisa que é meio surreal, né, assim, e que entra totalmente No basta sentir, no que você joga ali de energia, de pensamento e e como o universo te traz aquilo eh de volta. Às vezes demora, mas às vezes é muito rápido, né? Então foi foi isso. Que que vocês querem que eu conte tudo? Sim, sim. Tem gente que tá nos escutando ou assistindo, que não conhece essa história. Eu estava eh vendendo trufas de chocolate, que a minha mãe enviava trufa de chocolate Para mim toda semana no Eu morava
no Rio, fazia teatro. E aí, eh, como que eu sobrevivia, né? Como eu trabalhava no shopping, fazia teatro de manhã, trabalhava no shopping à tarde e eu tinha saído de uma loja, estava tentando emprego em outras, só que todas as vezes que eu saía de casa, eu levava essas trufas de chocolate que a minha mãe mandava dentro de uma sacola térmica, de uma bolsa térmica. E onde eu passava, eu oferecia o bombom, né? E as Pessoas compravam e aí eu fazia amizade com as pessoas. Isso em qualquer lugar, numa loja, num ponto de táxi. Eh,
eu entrava no ônibus, eu não saí ali no ônibus falando: "Oi, gente". Não, sentava do lado. "Ah, que que você tem?" Eu falava: "Eu tenho chocolate, você quer? É tanto?" Então eu vivia assim, eh, com o dinheiro da loja e com o dinheiro dos chocolates. E aí, um belo dia, eu fui encontrar com a minha tia, que precisava ver alguma coisa do do Carro dela. E eu tava no shopping da frente, justamente com essa minha sacolinha, levando currículo. E aí eu falei: "Vou te encontrar ali que eu volto com você para casa." Essa minha tia
mora no Rio. Só que quando a gente foi chegar na outra concessionária, tinha uma concessionária da Jaguar ao lado. E aí, eh, eu falei: "Opa, vamos entrar nessa daqui porque esse carro é bonito, né? Nossa, que Carro. Deixa eu quero entrar nesse carro." Aí entramos na loja. O vendedor super solícito, legal. E falei: "Eu quero ver esse carro." Aí vi o carro, entrei no carro, eles compraram o bombom, perguntaram também o que que tinha na sacola térmica. Aí eu falei: "Eu vendo bombom". Aí eles compraram. Aí eu falei para eles, falei: "Olha, eu vou ter
esse carro aqui um dia". Cheguei em casa, liguei pro pro meu pai, falei: "Pai, conheci um carro, um tal de Jaguar". Aí meu pai, não, é uma marca. Falei: "Eu vou ter esse carro. Você pode ter certeza que vou ter esse carro." Aí meu pai falou assim: "O sonho do seu avô é dirigir um carro desse, é andar num jaguar". Essa parte vocês sabem? Aham. Aí ele falou: "O sonho do seu avô é andar no Jaguar". Aí eu falei: "Pois eu um dia eu vou ter esse carro". Eu seguiu minha vida. Feidal de feidinho. E
aí é aí passou muito tempo, né? Comecei a fazer novela, comecei a trabalhar na televisão, aí me mudei para São Paulo. Aí no que eu tava morando em São Paulo, meu pai já, meu empresário, me liga e fala: "Quantos anos depois?" Eh, mais ou menos assim, no mais ou menos 10 anos depois. 10 anos depois. E aí meu pai, Meu pai me ligou, falou assim: "Olha, você tem uma reunião na semana que vem e eu quero que você adivinhe com quem". Aí eu, nossa, falei um monte de coisa. Aí eu falei: "Não sei". Aí ele
falou assim: "Com a Jaguar, eles querem que você seja embaixadora da marca". Falei: "Mas como que vai ser essa reunião?" Aí ele falou: "Então eles vão conversar com você para sentir". Eu falei: "Esquece, sou eu e eu vou ter o Jaguum E eu vou para Arachá com o Jaguar e meu vô vai andar no Jaguar". Aí, aí ele: "É isso aí". Não sei o que eu falei: "Eu tenho certe". Aí ele, você lembra? Eu falei: "Lógico, isso sempre esteve na minha tela mental e isso vai acontecer". Aí dito e feito. Fiz a reunião, fiquei dois
anos à frente da marca. Eh, representei a marca no mundo todo. Fui a primeira mulher a estar à frente da da Jaguar Mundialmente. E depois levei o carro para Arachá, fui com o meu o meu Jaguar para Arachá, meu avô de Jalma com o balão de oxigênio, eh, deitado na cama. Eu falei: "Vô, o senhor consegue andar no carro comigo? que eu trouxe um carro aqui pro senhor ver. E aí ele foi, a gente levou, meu pai também foi junto, a gente entrou no carro, ele entrou atrás e aí eu só escutava ele fala, ele
falando assim: "Acelera, Acelera que eu quero ouvir o motor", porque ele já tava, ele não conseguia respirar direito, né? E aí eu v um barulhão e a gente andou, andou, andou. Um mês depois, meu avô faleceu e aí veio a pandemia. Eh, a gente encerrou o contrato que era para ter durado 6 meses, durou 2 anos. E e aí você começa a entender as conexões da vida, o porquê de cada coisa, o Momento que tem que acontecer e que não tem que acontecer também. E então essa realmente é uma história que que foi absorvida e
ouvida por muita gente e que quando eu falei no podcast, no no podp, eu nunca pensei, eu não era uma história que eu ficava contando, sabe? E aí e é essa a história. Incrível, incrível é demais, né? É muito legal. A gente tem mensagens e você não vai acreditar. Ah. O quê? A gente tem um vídeo. Mentira, a gente tem vídeo para passar hoje. Que milagre é esse? Tudo pra Marí. Aham. Vamos nas mensagens e a gente encerra com o vídeo porque eu não tô nem acreditando. Encerra não. Opão. Então não vamos encerrar. Então a
gente vai, a gente vai continuar. Ah não. A gente vai continuar os realities que se apresentem sozinhos. Os eventos que é isso. Os eventos que aconteçam aí a Maria. Estamos aqui. Quer ir daí, minha parça? Vai lá. Vamos lá. Muito bem. O Eric Cross mandou: "Boa tarde, princesa Yas, rainha Cris, deusa Mariana. Adoro. Gosto muito da Mariana na conquista. É isso. Na grande conquista o reality. Ah, na conquista. É porque ele botou na Marina. Da Marina na conquista. É, ele botou Marina ainda. É, você Mariana combina muito com o real de beijão. É por isso
que eu me confundi. Eu falei: "Meu Deus, será que é alguma personagem dela? Será que é alguma novela que eu não tô sabendo?" Obrigada. É, Marina. Eu falei: "Que que é Marina? Será que ela fez algum personagem? Marina da conquista". Ela fez algum personagem chamado Marina e Marina da Conquista. Da conquista. De Vitória da Conquista. Exato. Que eu acho, eu acho ainda uma um nome de cidade que é que se repete, é redundante o nome da cidade, que é Vitória da Conquista. Já é vitoriosa, né? É vitória. É a conquista. A conquista da Vitória. Vitória
da conquista. Você combina muito com o reality. Beijos. Um beijo. Obrigada. Ai gente, olha só um parêntese. Abla, tem uma história que eu nunca contei em lugar nenhum. Tem várias, né? Por isso que eu tô falando que se vocês quiserem a gente estende. Mas eu tenho muit eu tenho muitas coisas assim que aconteceram e que eu realmente Lembro com riqueza de detalhes. Mas tem uma história que ela é muito boa e que foi na minha chegada no Rio de Janeiro e que eu nunca lembro de contar. Então bora, bora. Pois conte. Quando eu eh quando
eu me mudei pro Rio, eu fui morar numa república com mais três meninas que eu não conhecia, as meninas. E quando eu cheguei lá, eh, elas já tinham a vida delas, que elas Estavam há muito tempo, né? tinha as amizades de delas, elas estavam há muito tempo morando já no Rio. E na primeira semana, eh, eu estudando, eu fazendo teatro e elas vivendo as coisas delas, saindo trabalho e tal. E aí a minha mãe me ligou e falou assim: "Mariana, não tem o Bores, aquele menino de Arachá, filho da Vânia, que lá em Arachá, assim,
né, tem o filho da fulana e todo mundo se conhece. Por que que você não liga para ele? Eu Vou pegar o telefone com a mãe dele. E por que que você não liga para ele e fala que você tá morando aí no Rio? Porque querendo ou não, é uma pessoa de Arachá, né, que vai ser seu amigo que a gente conhece a família, porque uma preocupação, né, de uma mãe, de uma filha de 18 anos, é, que tá numa cidade grande. E aí ela pegou o telefone, me passou, liguei pro Boris, aí eu, oi,
Boris, é a Mariana Rios, filha do Alonso e da Adriana. Aí ele, oi. Aí eu, então, eu não tinha amizade nenhuma com ele, eu mudei pro Rio. Aí ele, ó, legal, bacana. Legal. Eu falei ele, onde você mora? Eu na Tijuca. Ele, ah, tá. Eu e você. Aí ele, eu moro na Barra. Eu então depois me fala aí que que que você vai fazer porque eu não conheço ninguém aqui. Aí ele, lógico, faz o seguinte, amanhã é sexta-feira, nós vamos numa balada, vou numa balada do Meus amigos, você não quer vir aqui para casa? A
gente sai todo mundo aqui junto, vamos fazer um pré aqui. Falei: "Fechou, vou". E aí cheguei na casa dele. Hã? Ai meu Deus, eu já tô aqui agoniada. O que esperar, né? Cheguei no apartamento dele, não. Aí a minha tia Naida, que eu contei para vocês que mora, né? Ela é irmã do meu pai, minha madrinha, só que eu eu nunca tive muito contato com ela. Eu fui passar a ter contato com ela depois que Eu me mudei pro Rio. E eu liguei para ela, ela perguntou o que que eu ia fazer na sexta-feira, que
ela também tava preocupada e tal. Aí eu falei assim: "Ah, eu vou na casa do Boris". Sabe o Boris, filho da da Vânia, do Fernandes, lá de Arachá? Sei. Eu falei: "Então eu vou lá no apartamento dele". Aí ela, aí eu falei, inclusive, como que eu faço para chegar? Eu tenho que pegar quantos ônibus para chegar lá? Ela Mariana, você vai pegar ônibus à noite, deixa que eu Te levo, eu passo aí e te levo, senão eu vou ficar preocupada. Aí ela me levou. Aí ela virou e falou assim: "Você tem dinheiro para voltar?" Aí
eu falei: "Gente, eu não pensei nesse pequeno detalhe, mas eu tenho aí ali, onde vocês vão?" Eu falei: "Não, a gente vai numa boate". Mas o Boris falou que ele tem convite já paraa boate. Ela falou: "Então eu vou te deixar aqui, sei lá, na época R$ 30. Eh, eu tinha 18, tem 20 anos." Uhum. Eu vou te deixar aqui com R$ 30, que aí você consegue voltar para casa, você pega um táxi, sei lá. Aí falei precisar pagar um convite, beleza? Cheguei no apartamento do Boris, quando eu vi aquele prédio, era um prédio que
ficava de frente pro mar. E naquela semana que eu me mudei pro Rio, como eu tinha chegado, tinha ido para pra escola, da Escola para eu não tinha visto o mar, então era assim, era Tijuca, Laranjeiras, é, eu não vi o mar. E aí a hora que eu cheguei, a gente passou pela orla e eu entrei naquele prédio. Eu lembro direitinho, eu entrando no prédio, tinha uma mesa assim de centro com arranjo maravilhoso, inteiro de flor natural. E aí tinham três elevadores, eu nem nunca tinha visto três elevadores Juntos. Aí eu, gente, três elevadores, o
máximo que eu já vi de elevador era um no prédio da minha tia de Uberlândia. Aí eu, nossa, três elevadores. Aí subi aquele elevador, escolhi um, né? Subi, subi o elevador. Aí quando ele abriu a porta, ele: "Oi, Mariana, tudo bem?" Aí eu entrei no apartamento dele, era um apartamento que tinha uma varanda enorme, todinha de frente pro mar, então parecia que você tava num navio assim. Aí eu entrei, aí eu tinha umas pessoas, aí eu fiz assim, ó, oi eu não conseguia parar de olhar para aquela vista. Aí eu oi aí eu falei: "Posso
ir na varanda?" Aí ele: "Vamos, vamos na varanda". Aí eu cheguei na varanda, aí eu olhei, olhei, olhei, olhei, virei para ele e falei assim: "Eu vou morar aqui". Aí ele: "Aqui aqui". Como assim? Eu falei: "Eu vou morar aqui". Eu vou morar nesse nesse prédio. Eu tô Encantada por esse prédio. E eu fiquei desse jeito. Aí ele fez assim: "Aham, vai, claro." Aí eu falei: "Não, você não tá entendendo. Eu tô te contando, eu vou morar aqui". Aí ele não, lógico, vai sim, porque ele sabia que eu morava com numa república, ele sabia da
condição da da minha da minha família e e ele é um dos meus melhores amigos Hoje. Inclusive, antes de vir para cá, eu tava falando com ele no telefone e ele, mas eu entendi a dúvida dele, tipo, coitada, mas deixa lá, já que ela vai morar aqui. Aí ele e ele me não me conhecia. Se fosse as minhas amigas lá, ia falar: "É, vai, vai, esta vai". E aí tá, fui na na boate com os amigos, fiz amizade e tal. Eh, beleza. Comecei a frequentar mais a casa do Boris, ficar mais amiga de todos os
Amigos dele, que são meus amigos até hoje e sempre com essa sensação. E todas as vezes eu chegava e falava: "E um dia eu vou morar nesse prédio. Um dia vou morar nesse prédio". Aí 4 anos se passaram, eu liguei para ele e falei: "Ó, eu não aguento mais. Eu estou voltando para Arachá". Eu vou desistir. Falou: "Não, você não vai fazer isso". E eu fiz uma peça de teatro que o Boris foi em todas as sessões e ele era pessoa que levava Uma quantidade absurda de amigos e de amigos de amigos, de família dos
amigos. Então, todas as vezes a menina da bilheteria falava assim: "Hoje o Boris vem com quantas pessoas?" Então, ele me ajudou muito e ele começou a entender a minha luta e participar da minha vida. E ele falou assim: "Eu não acredito que você vai desistir." Eu falei: "Vou, eu não aguento mais. Eu tô, já tô com muita saudade de todo mundo e não quero mais. Acho que não é para mim E tal e eu vou embora mesmo." E ele ficou super triste e alguma coisa. E eu também tava chateada, eu tava triste de ter que
desistir. Uhum. Um dia depois, eh, me chamaram para fazer um teste e aí eu fiz o teste e passei no teste da malhação. Nossa. E aí eu estava em casa E fui na primeira semana gravar, tava gravando durante uma semana os primeiros capítulos da minha fase de malhação. Peguei uma chuva num dia, eu tinha chegado, sei lá, 3 horas antes no ponto de ônibus, que eu sempre fui muito pontual. E aí eu peguei uma chuva e me atrasei. E quando eu cheguei, a gravação já tinha começado. E eu lembro que meu guarda-chuva furou. Nossa, Um
pedaço. Não é que ele furou, ele saiu aquele trenzinho dele. Então era uma chuva com vento e com tudo. Eu cheguei ensopada, o ônibus não passava, cheguei super atrasada e eu chorava compulsivamente porque na minha cabeça eles iam me demitir e eu tava na minha minha primeira semana. E aí o meu diretor sentou comigo, falou: "Calma, você tem que se acalmar". Aí eu, pelo amor de Deus, eu eu fui pro ponto de ônibus 3 horas antes. Desculpa, a culpa Não foi minha, tá chovendo muito. Aí ele, eu tô vendo, tá todo mundo atrasado, fica tranquila.
E eu não, mas eu não me atraso. Essa não sou eu não. Por favor, não tira isso aqui de mim. Demorou muito para eu conseguir. Eu tava quase desistindo. Não me tira daqui. Ele falou: "Ninguém vai tirar de lugar nenhum". Aí ele: "Onde você mora?" Eu falei, eu tenho que pegar dois ônibus para chegar aqui. Fui, fui explicando, eu não parava de falar. Aí ele falou: "Calma, tudo vai se resolver, fica calma, porque você tem que gravar". Aí eu fui lá, gravei o dia todo. No final do dia, o Rodrigo, um beijo enorme pro Rodrigo,
que era da produção, me mandou uma mensagem, falou: "Mariana, eu preciso que você venha na minha sala." A eu comecei a chorar tudo de novo. Falei: "Pronto, acabou, acabou". Cheguei na sala dele, sentei, aí ele falou assim: "O Mário me falou que você chegou hoje Atrasada e ele me falou: "Onde você mora? Que você tem que pegar as duas condições para para chegar aqui e a gente não quer que isso aconteça mais." Aí eu assim, isso eu já não tinha mais força, sabe? Eu falei: "Não vai acontecer, desculpa, não vai acontecer". Aí ele falou assim:
"Por isso, eh, eu quero que amanhã de manhã, que você não, você não grava amanhã de manhã, eu quero que você vá num prédio Que é o prédio tal". Hum. Eu fiz assim, o prédio do Boris. Aí ele falou: "Você tem 17 apartamentos para escolher qual que você quer morar". Nossa, meu coração tá aceleradaço agora. Aí eu olhei para ele, ele falou: "Tá bom". Falei: "Tá bom". E aí eu fui embora e eu chorava e eu chorava, eu chorava, eu chorava. E aí eu não liguei pro Boris. Eu acordei no dia seguinte, Fui na imobiliária,
peguei a chave dos 17 apartamentos, subi direto na casa do Boris, apertei a campainha, ele abriu e fez assim: "Ué, gente, o povo não interfona mais não?" Aí eu olhei para ele e falei assim: "Vamos comigo porque você tem 17 apartamentos para me ajudar a escolher qual que eu vou morar". falou: "Você tá me zoando?" Falei: "Tô falando sério". E aí eu morei no prédio dele. A gente foi vizinho durante três anos. Não acredito, Maria. Eu morei lá os dois anos de Malhação, depois um ano de Araguaia. E aí eu comprei meu primeiro apartamento depois
e eu morei naquele prédio. E posso te falar mais? Ele ele morava no 11:07 quando eu cheguei. Ele teve que se mudar. Eu não sei por, acho que o dele tinha dois quartos e ele Foi pro de um quarto depois ele falou: "Ô, vou pegar um de um quarto". E aí no num jogo ali da imobiliária, porque o meu precisava ser alugado, é um prédio que tem uma coisa com a Globo também e de pessoas que de outros artistas que ficam lá e a empresa paga. Eh, principalmente os que vem de fora e tal. E
ele precisava fazer a troca do apartamento. E eu morei exatamente no apartamento, que quando eu cheguei, eu falei, eu vou Morar aqui tô em choque. É, eu tô sem palavras assim, porque história, né? É. Não. E ela assim, eu sempre esqueço de contar essa história, posso contar? É uma bomba dessa. Tem que contar essa história. Essa história é muito. E um beijo pro Boris também. Boris, Isso aconteceu. E o Boris, ele sempre eh ele é um amigo muito querido e ele sempre fez de tudo para para me colocar nesse lugar assim. Você não vai desistir.
Olha para você, olha. E todos os momentos também que baixa a minha energia. Ele é uma das pessoas, dos meus grandes amigos a quem eu recorro, assim, um cara muito alto astral, com uma família maravilhosa. E ele me ajudou muito. É, e ele me ajudou muito quando eu mudei pro Rio E essa é uma história que vale a pena ser contada. Que lindo isso. Nossa, que lindo, cara. Então, não duvide das suas sensações. O nosso sexo sentido, ele ele diz muito Uhum. E ele diz muito também sobre os contatos que a gente tem com as
pessoas ao longo da nossa vida. E um primeiro contato é muito importante também, porque a gente sente a energia Do outro, até onde ela bate com a sua, até onde você precisa ficar perto, qual momento você precisa se afastar. E eu acredito que uma amizade verdadeira não importa o tempo que você passa sem falar com aquela pessoa. Se ela é verdadeira quando você se encontra, é verdade. É a mesma coisa. É a mesma coisa. É isso aí. É, É isso aí. Nossa, eu tô impactada com essa daí. Impactada com a história. Eu vou vou ler
a outra mensagem que tem aqui. Mas nossa, que história maravilhosa, maravilhosa. O Miguel mandou: "Salve, salve viajantes. Mariana Ross é a musa do meu pai, do seu Marcos. Ele é seu fã desde Malhação com a personagem Yasmin. Pode mandar um beijo e um abraço para ele. Ai, um beijo grande pro seu Marcos. Pro seu Marcos. Seu Marcos, um beijo enorme. Muito obrigada pelo carinho. Aí ele escreveu assim: "Mas sem a Ma xingando Capanema no fundo dessa vez. Acho que alguma piada interna, não sei, alguma coisa daqui dos estúdios e tal e da filha da Cris,
da má. Ah, conta a história de quando você tomou o chá de citronela. Ai, meu pai. Agora vem mais uma. Não, gente, a minha avó uma vez foi fazer eh minha mãe tava com dor de cabeça, a gente tava na fazenda e a vovó Lurdinha falou: "Calma, vou fazer um chá, vou lá na horta só à noite, vou pegar uma evacidreira e vou fazer um chá para melhorar sua dor de cabeça." Falou pra minha mãe. Aí chegou com mundo de folha lá, né? De de erva cidreira, fez um balde de chá. Eu, meus primos, todo
mundo da família tava na fazenda, todo mundo tomou o chá. E aí meu pai chegou mais tarde e falou assim: "Que que é essa planta aqui em cima da da mesa da pia?" Aí minha avó, ai me vacidreira que eu fiz um chá, todo mundo tomou tão uma delícia, você não quer? Ele só é citronela. Senhora pegou folha de citronela, vai todo mundo morrer. Nós passamos a noite inteira com a minha avó rezando o terço e a gente sempre vigiando um ao outro, sem poder cochilar. A minha mãe me fez tomar 1 L De leite
porque o leo desintoxica não sei da onde porque agora eu não posso ver o leite puro porque a base anula o ácido. O leite é base e anulo. É sério? Alguma coisa assim. Tem essa. E aí o Vittor, meu primo, cochilava alguém, falava: "Vai morrer". E aí tinha que ressuscitar o Víor. Tenho certeza que vocês não foram Picados por nenhum mosquito nunca mais. Nunca mais. É um repelente eterno. Não, a minha avó tem muito caso bom. A minha avó é Hilária. Nossa. Não, você tem muita história. Você já foi no que história é essa? Por
chá? Já contei uma história? Não, mas para escolher uma história lá. É, não foi difícil. E eu tenho tenho e tem muita história, gente. Eu quase uma vez quase levei tomatada Da menina. Por quê? Foi me tacar tomate porque ela achou que o o namorado dela tava me paqueirando. Putz. E aí ela foi no meu show e levou tomate. Nossa, a moda antiga. Aí só que ela me avisou. É a moda antiga. E eu achava que isso não existia, só nos desenhos assim. É. E aí ela avisou, ela ligou lá em Casa, eu atendi, eu,
oi. Ela: "Oi, Mariana, eu: "Oi, aí ela vai fazer show hoje? Falei: "Vou". Aí ela vai levar tu matada. E desligou. Aí eu, meu Deus, meu Deus. Aí que eu me me atinou assim pra voz dela, eu falei: "É a fulana, namorado do fulano". Aí eu falei: "Mãe, a menina vai levar tomate hoje no show". Subi no palco, eh, comecei a cantar, a Minha mãe ali meio que na cuchia e eu cantando, cantando. E eu aqui, ó, cantando e olhando e vendo se eu achava a menina. Eh, a hora que eu achei, ela estava com
a sacolinha do supermercado, ainda do supermercado do Mauro, que era o supermercado do meu vizinho. E aí eu fiz assim, ó, apontei a menina, minha mãe desceu com segurança e aí eu vi o segurança fazendo toda a movimentação, tirando ela com o saco de tomate. Sou que loucura. É. E você vai fazer show? Vai levar tomatada? Vai levar tomatada. Coitado. Não levei. Graças a Deus. E Mari, como é que você tá com isso? Com seu show? Você deu uma, não tá? Você deu uma parada? É, não, agora sim. Eh, porque não não dá Tempo. Eu
tô completamente dedicada eh à Grande Conquista. E como eu venho também de show, eh, gravei um, fiz um filme, depois uma série e ano passado fiz a ilha, né, que a gente passou quase três meses em Parati, sem voltar para casa, sem voltar para São Paulo, eh, gravando o programa. Aí logo depois também eh voltei a fazer os meus shows e agora a grande conquista. Eu decidi que depois da grande conquista eu quero tirar um tempo Sabático. E aí eu tenho o lançamento do segundo livro, mas que eu vou fazer durante esse tempo assim. Então,
eh, eu quero tirar alguns bons meses, quem sabe até o carnaval, se Deus quiser, de 2028, porque eu realmente de 2035, porque eu realmente preciso fazer isso. Eu preciso descansar, descansar minha cabeça, descansar meu corpo. Então, nesse e nesse tempo, eu vou ser a Pessoa que você vai falar assim: "Quem que eu chamo?" Mariana. A Mariana vai. Uhum. Eu vou, porque tudo eu sempre assim, vamos tal viagem, não consigo. Vamos para uma festa, não consigo. Vai ser meu aniversário, não posso, eu gravo. Vamos, nunca eu consigo. Então agora vai ser assim: "Ah, eu tô pensando,
vou. Uhum. Eu quero jantar, eu vou. Você vai ser a pessoa mais disponível do Brasil. Eu vou ser muito mas muito disponível. O Boris falou: "Ah, tô lá, tô lá." Não, gente, o Boris, gente, você vai visitar 17 apartamentos que nem é para você morar. e acabou visitar. Acompar, vai virar corretora. Gente, e o Boris que me ligou semana passada e falou assim: "Eh, olha, já que você vai tirar esse tempo sabático, eu Tenho uma viagem pr pra gente fazer". Hum. Vai ser em setembro. Falei, já pode me passar a data e me manda aí
o o cronograma da viagem. Ele falou: "Vai ser ótimo, vai ser uma viagem de imersão e não sei o quê. tem um guia e tem vai ser um um grupo. Falei ótimo grupos, vamos conhecer pessoas, vamos fazer topo. Aí vou te passar tudo. Eu com a minha correria não abri logicamente o negócio que ele mandou e segui a vida. Aí tô lá malhando. Aí falei pro pro Natã, meu personal, falei: "Então, o Boris me chamou para fazer uma viagem, porque eu tô assim, que que eu vou fazer em setembro? Porque eu já tô programando tudo
de viagem, de aniversários, de tudo que eu quero fazer, de jantar com as amigas. Isso, da sua amiga, tô fazendo, tô programando tudo. Aí eu falei, eu vou fazer a tal viagem com Boris. Aí eu cheguei em casa, liguei para ele, falei: "Borce, vamos embora. Vou fazer essa viagem com você. Quantos dias?" Ele falou: "20". Falei: "Não, 20 eu não vou ficar". Aí ele falou: "Mariana, mas é que o Nepal é longe. Pro Nepal. O Nepal é longe. Eh, tem que ser 20 dias. Eu falei: "Não, vou fazer o seguinte, eu vou ficar 10 e
aí eu vou nas cidadezinhas com você. Aí a gente para, né, vai fazer as trilhas, vai, vai para ver um restaurante, vai pros hotéis." Não é isso o cronograma Que você me mandou? Aí ele falou assim: "Não, calma, não tem jeito de você voltar." Eu falei: "Não, lógico que tem jeito de eu voltar. Eu fico 10 dias, você segue o resto e numa cidadezinha que a gente tiver, eu pego as minhas coisas e vou para onde tiver aeroporto e vem embora. Ele não, Mariana, como é que você vai descer o Evereste sozinha? Eu tô indo
subir o Evereste. Eu falei: "Oi". Eu, gente, eu quase fui sem olhar o que que o menino Ia fazer. Eu falei: "Eu não vou subir Everest não, amor, eu não dou conta, eu tenho labirintite. Como que eu vou subir 8000 m?" Esquece aí ele: "Não vai, mas vai ser". Eu falei, "Gente, eu não li o negócio e eu tava, você tava para aí já e quase que eu tava indo acampar na eu ia e eu tava aí ele, mas como que você vai ficar 10? Como é que desce? Não tem jeito de descer sozinha. Você
tem que descer com o grupo, Mar. Sério? A gente ria. E eu tava a gente acabou de liberar 10 dias na agenda da Mari para setembro. Para setembro. E eu tava achando real que a gente ia parar em restaurante, tomar um drinkzinho, sabe? Não. Fazer uma meditação ali. Aí depois medita, depois come, aí conhece sua cidade, equilíbrio é tudo. Eu falei: "Não, essa viagem eu ainda não Estou preparada pror, Boris, vá com Deus! Nossa Senhora! Quase que foi, quase que eu suba Everest sem saber onde é que eu tava indo. Vamos passar o vídeo do
Gusta. Bora. Só que eu, deixa eu vou assistir o vídeo, mas eu preciso muito fazer xixi. Faz tempo que ele não manda, hein. Nossa, é verdade. Foi um ele acontecimento. E ele aparece com uma meio que com uma realidade virtual, assim, você vai ver. Ah, é que as pessoas têm opção de mandar. É um áudio. Ah, é áudio. Salve Divas. Oi, gente. Aqui é o também dizer que a plataforma não tá dando para mandar vídeo. Hoje eu queria mandar vídeo, não pude. Mas fica pra próxima. Um grande beijo e até mais. Beijo, Gustav. Que fofo.
Assimétrico. É O seu estilo de de roupa. É hoje, né? Essa coisa aqui que a Satome produziu. Perfeito. Essa coisa bonita, alinhada. Estamos quase gêmeas. Quase. A gente chegou aqui na mesma vibe. Essa sim é aquela a tentativa que é a minha e a perfeita. Ah, velho. Tá linda. O que comprei no shopping. Exato. O que vem? Exato, exatamente. Pode focar Nas duas, hein? Mas a gente tem que realmente ver porque que não tá dando para mandar vídeo pela plataforma. Nunca mais mandaram vídeos. A pessoa tem opção de mandar em texto, áudio ou vídeo. E
a gente recebia vários vídeos da galera. Ah, que legal. E aí a Não, tem que voltar, tem que voltar com isso de vídeo, né? A gente tem uma última mensagem aí, Minha parça. Bora que a gente tem que liberar a Mari. Quiser também. Vamos fazer um pão de queijo. Setembro a gente marca outra. 10 dias aqui. Setembro ela tem 10 dias livre. Ela vem fazer os 10 dias. Não, vamos lá. Vamos lá pro Evereste. Vamos. Bora. A gente desmaiando a labirintite. Fazer um Venus do Evereste assim, ó. Não. E tem uma galera indo. E é
realmente uma viagem. Ela tá pronta. Não, eu não sei se você perceber. Ela tá pronta. Já morri antes de ir. Já só de pensar. Não, mas tem que ter um preparo, gente. É, gente, um como é que ele é? Quer dizer, ele te avisou, né? Você que não vi. Eu não vi. Eu não vi. Ó, vai lá, Cris. Gente, que episódio incrível. Mari, conta pra gente da sua trajetória na música. Tem algum lançamento previsto? Meu sonho, mais um fit da Mari Hills com o Thiaguinho. Ah, legal. Ai, esse esse viver sentir, né, essa música me
trouxe muita alegria também, porque eh quando o Thiago me convidou, eu não imaginava que a música se tornaria o que ela se tornou. E as pessoas passaram a me conhecer como Cantora a partir dessa música. E eu tenho sim três músicas prontas para serem lançadas. Elas foram gravadas há dois anos. E eu não consigo ter tempo para É sério, porque demanda, né? Você tem que gravar clipe, você tem que tirar um tempo para lançar, para ir em rádio, para não sei o quê e não consegui emender outros projetos. Mas, mas depois do meu tempo sabático,
com certeza eu vou lançar e continuar com os Meus shows. Porém, a minha carreira como cantora, ela segue paralela à minha carreira como apresentadora. O meu foco é a minha carreira como apresentadora. E então eu tenho os meus shows, dois formatos, que é um show para cima, que eu faço evento corporativo, casamento, festa de aniversário, formatura, que é pra gente dançar, dançar, dançar. E tem um que é mais intimista, eh, onde eu eu canto com piano e chelo, então mais jantar uma coisa mais É um em pé, outro sentado, né? Que nem a Vanessa, veio
aqui. Vanessa Camargo veio aqui, tem um em pé, outro sentado. A Cris falou que quer ir no sentado. Falei que eu quero ir em pé. Sou uma jovem senhora mesinha. Pede baixa. É isso. A luz baixa, um piano, um chelo, músicas maravilhosas, um jazz. E aí eu o que que eu faço? Eh, eu tento, como que fala? Tento conciliar, tento conciliar uma coisa com a outra E aí faço os meus shows que eu amo fazer, mas eu não eu nunca tive a pretensão e lanço as minhas músicas porque são composições minhas e eu gosto de
fazer os clipes, eu gosto de cantar, mas eu não tenho pretensão de lançar e de virar cantora e e a música. Eu não tenho isso. Eu gosto de cantar, gosto de fazer show. É mais uma forma de expressão. É sim, mas não é que agora eu a minha carreira agora dedicada é a carreira de Cantora, sabe? Não é a minha carreira de apresentadora e conciliando a escrita, o livro, de repente um projeto ali na televisão como atriz ou num filme ou numa série assim como eu fiz agora e e cantando. E é isso desse mundo,
fazer, né, gente? Ou pessoa para inventar. dizer coisa. Duvido que ela vai ficar meses sem trabalhar. Eu duvido. O Tás falou isso. Duvido. Tásio, você conhece, né? Não é que eu vou ficar sem trabalhar, eu vou colocar na agenda. Eu já tenho um monte de campanha para fazer, já tenho. Eu não vou pegar um projeto, tá? Sabe, eu não vou, eu pretendo não entrar em um projeto que demanda demais. meu, semanas, meses. Então, ah, eu vou ali, vou gravar aquela, vou fazer aquela campanha, vou fazer aquela foto, vou viajar para tal lugar, vou fazer uma
presença. Isso, desculpa, eu não quero. Por exemplo, a grande conquista é um projeto e se Deus quiser, ano que vem a gente tá lá de novo, né? Porque tá dando super certo programa super foi super bem recebido e eu preciso agora botar, né, voltar alinhar os chá, alinhar os chácaras. Mari, muito obrigada por você ter vindo. Obrigada pelo livro que a galera pode conferir, né? Basta sentir em todas as plataformas, livrarias do Brasil. Pró isso. Em breve o próximo. Em breve o próximo. E deixa suas redes sociais pra galera acompanhar todas essas suas vertentes. Eh,
Mariana Rios no Instagram, Rios_line Mariana no Twitter. É isso. É isso aí. Meu telefone é Julieta. Tá no ônibus. Tá no ônibus. Qual que é a linha? O telefone está no ônibus. O telefone procura se Romeu assinar Julieta apaixonada. É muito bom. Nossa, muito bom, cara. Da onde que eu tirei? Isso dá um clipe isso daí é dá um clipe. Dá um clipe, um filme. Sabe quem que vai dar o clipe? O Tramontina. Seis e ônibus. 6 e 6 e ônibus. 6 e 6:11 os ônibus na cidade. Isso é muito bom. Pode falar. Pode falar.
Só para avisar, a gente pode ouvir mais uma vez. ficou meio baixo para as claro não, vocês que adivinhem o que ele disse. Vamos ouvir mais uma vez um áudio pra galera que tá em casa ouvir também. Obrigado, gente. Aqui agora estão ouvindo lá. Agora eles estão ouvindo? É belíssimo no seu assinétrico chumoso. Gostei muito. E também foi pra galera. Não, não, não. Vou voltar aqui para você. Salve salve viajantes. Salve salve minhas anas divas. Oi gente, aqui é o Gustav. Eh, passando rapidinho, só para deixar um grande beijo, um grande abraço, uma ótima segunda-feira
para vocês, dizer que Mariana Rio está belíssima no seu assimétrico luxumoso. Gostei muito. E também dizer que a plataforma não tá dando para mandar vídeo. Hoje eu queria mandar vídeo denúncia, mas fica um grande beijo e até mais. Beijo, beijo de novo. Gusta, obrigada. É que a gente tinha ouvido aqui, a galera não tinha ouvido. Beijo de novo. Então agora fo foi esse simétrico da Francesca. Isso. Ele tava falando da sua roupa. Vamos voltar Tudo, né? E não dá para mandar vídeo. Tem mais tantos casos, tantos. Eu queria saber um causo da sua infância aqui.
Eu volto, eu volto aqui e a gente fala um monte de coisa que com certeza vão ter mais causas. Um dos 10 dias de setembro. Nossa imagem. Não, é sério. É sério isso? Pra gente ficar com mais tempo. É, vai botando tema. Eu funciono com Tema. Dá um tema cachorro. Isso é ótimo. A gente escolhe um tema específico. Se você, falando sério, se você até lá for lembrando de histórias, porque às vezes na pressão a gente não lembra, se você for lembrando, você pode listar e vem pautada, fala assim: "Mina, vamos sobre o lei lei
da atração, o tema mesmo. Ah, e até lá já vai ter mais novidades sobre o próximo. Sim, não? Sim, com certeza. Eu tenho Muita coisa que eu já que eu lembrei aqui, não teve jeito de falar porque não dá. Aí a gente vai fazer, a gente vai fazer que nem Jô maravilhoso. Ninguém jamais será, mas vai fazer que nem o Jô conta aquela do Uhum. Me disseram aqui que você a gente vem só com uma lista de histórias e aí você vai contando. A gente vai Fazer uma roleta das títulos da sua história. Aí vai
cair na roleta a do chá de citronela. Aí vai aí você entendeu? Então a gente tira um papelzinho. Isso é muito bom. É, mas eu amo isso. Gostei. Então, fechou. A gente vai fazer isso. Combinadíssimo. Essa é a meta para setembro. Então, não demore a voltar. Então, sigam A Mar em todas as redes sociais, ouçam as músicas dela no Spotify, em todas as plataformas. Acompanhem a grande conquista, né, o reality que tá rolando. É, são todos os dias, é isso. Todos os dias tem a grande conquista. Amanhã a gente tá lá ao vivo, terça, quarta
e quinta ao vivo. Mas é um programa todos todas as noites na Record TV às 10:40. Perfeito. Você que ficou até aqui, se inscreve aí no canal do Vênus que a gente tá rumo a 2 milhões de Inscritos. Sigam a gente também em @ovoênuspodcast em tudo e segue a gente também nas nossas redes pessoais sensuais. Crisp com dois sas e segue a gente lá. É isso. Amanhã estamos de volta. Um beijo. Beijo.