Fica frio. Isso é importante só quando a conversa é longa. Quando a conversa é muito longa, tem que ter isso.
Quando você quando tiver um tempinho, você faz, tá? Então, ó, veja, veja o trabalho, né? A gente tá preocupada em colocar seringueira até então.
Até então no trabalho da Mariana, provavelmente não havia citação desse artigo da Mara Estelava Gá. Inclusive o Víor participa do artigo, é um artigo da B researches, se não me falha a memória, né? Então nós temos um trabalho que tem a incorporação da seringueira.
E aí, qual que é a ideia? Nós estamos propondo um compósito novo, propondo um compósito novo e testando ele com telha no final do processo pela simulação numérica. Nós temos que encontrar um caminho de originalidade, porque a existência do trabalho da Maristela Dáa, ele já sufoca um pouco a o a questão de contribuição do nosso trabalho.
Então, nós temos alguns caminhos para seguir. Um deles é excluir esse trabalho da Maristela Garra. E se excluir o trabalho da Maristela Garra, a gente vai excluir simplesmente a questão de ter feito uma revisão sistemática de literatura.
foi feita uma revisão, uma revisão de literatura e essencialmente na no portal CS periódicos ou simplesmente Web of Science, não sei, mas o sistemático talvez a gente tem que tirar. E a gente encontrou X trabalhos, pouquíssimos trabalhos em que a seringueira foi utilizada. Esse é um caminho que a gente pode tentar colocar as fichas.
Por quê? Porque do jeito que tá, tá difícil a gente justificar a contribuição do painel na Mariana, mesmo que tenha simulação, né? Mesmo que tenha simulação, porque na verdade é o seguinte, olha, por que que você não pegou o painel da Mara Estela Gra que já tem as propriedades e simulou?
Uhum. A gente queria colocar os dois universos no artigo só, né, que é o material como contribuição e a simulação numérica. Então a minha sugestão é a gente tirar o trabalho da Mara Estela Galo, tá?
Depois você queima esse você essa gravação você extrai do Não, pode deixar, professor. Mas aí então porque eu lembro que além do da na parte introdutória que a gente chega, se eu não me engano, a citar o trabalho nas comparações de resultados lá em resultados e discussões, a gente também faz esse comparativo. Então tira, tem que tirar.
Então isso, veja, então a primeira coisa, Antônio, uma sugestão que eu vou fazer, a gente retirar o trabalho, o único correlato que a gente encontrou. a gente tem que tirar. Aí eu queria ver se você concorda aí pro trabalho ter força, por que que nós estamos combinando que que nós estamos combinando seringueira com pinos?
Isso não tá claro no trabalho. Por exemplo, não tá claro no trabalho o porquê da seringueira. E a seringueira mais pre madeira que o pessoal extra látex.
A fonte primária é o látex. E geralmente essa madeira ela não vai ser utilizada na construção civil. Então, usar ela, a seringueira, o resíduo dela para fabricação de painéis é uma é uma alternativa excepcional, porque ela de fato tá vinculada à sustentabilidade.
Então, o que que não tá muito claro na nossa introdução, o porquê da seringueira, certo? Então, esse talento a gente tem que dar no trabalho, levantar, por exemplo, por que seringueira e pinos? Pinos tem todo o painel é feito com pinos, tá?
Mas o problema é que pinos é madeira de reflorestamento e madeira de reflorestamento ela tem limite para plantilo, etc e tal. Então você tem que buscar alternativas. E nessa busca de alternativas a seringueira é uma maneira pouco explorada na fabricação do painel, porque o foco primário dela é a extração do látex.
e depois de extrair o látex, essa madeira acaba não sendo utilizada na construção. Então aí no sentido de sustentabilidade, nós estamos dando o viés para isso, tá? Tá certo?
Tá. Então esse é um ponto. Aí o segundo ponto.
Então tudo que tiver um trabalho correlato, a gente vai ter que tirar porque senão você entende que a gente perde força. Uhum. É, se eu não me engano, lá na resultados e discussões, professor, eu até coloquei o trabalho do Mateus, o que foi orientado professor Sérgio, que tá lá em Natal, sabe que ele também trabalhou com painel de seringueira, só que ele fez painel de multicamada e painel de uma camada só.
E aí eu utilizei também os resultados dele como comparação ao trabalho da Mariana, né, principalmente ali na parte dos painéis. Então, a gente tira qualquer comparação literária, a gente deixa só o foco em apresentar os resultados ali, né? Fazer comparações entre as propriedades, entre a razão de compactação, que foi que foi também feita essa justificativa, né, de sais mecânicos terem dado melhores do que outros.
Isso. Então, pera aí. O trabalho do Mateus, o trabalho do Mateus, a comparação é um painel de partículas homêneas com painéis heterogêneos.
Isso é, ele tem um artigo que ele comparou um com o outro da mesma espécie de madeira que é a seringueira. E aí ele tem vários artigos, né? E um desses é esse aí que ele comparou.
Quando eu fui comparar os resultados da Mariana, eu comparei com o painel homogêneo, que era só de uma camada, né? Perfeito. Não é homogêneo de uma camada, hétero de mais de uma camada.
É, então eu a comparação e aí eu assim, pelo que o senhor tá me falando, ele é como se fosse o trabalho da Gava também, né? Então, não, mas aí tem um ponto importante, talvez, talvez aí é que venha, aí que vem a sacada. E é por isso que eu tinha que falar com você, porque é o seguinte, na questão do pin, que é madeira muito utilizada de reflestento, tem um ambulantil limitado, mas ainda é muito utilizada na empresa de fabricação de painéis, nós não estamos sugerindo uma substituição total do pin, nós queremos ver se pequenas inclusões, proporções em substituição do pinos, se elas mantém as propriedades físicas e mecânicas do painel de pinos.
Então, olha, olha, olha como nós estamos escrevendo a nossa introdução. A seringueira é utilizada por látex. Nós temos que encontrar fonte, deixar claro isso, explicar isso, etc.
e tal. Ela não tem aplicação estrutural, você corta ela, vai cortando ela a vida inteira para extrair o látex. Eu acho que essa árvore no final do processo ela não tem aplicação estrutural.
Estamos dando dando um destino a isso. Então isso é importante. Tem que tá combinado com o pinos porque o pinos tá em todo lugar.
O trabalho do Mateus não tem pinos. Tem não. Então aí é que tá.
Então os painéis são produzidos com pinos na empresa Fabril. Escala comercial é pinos. Que que a gente tá tentando verificar no trabalho?
estudar, por exemplo, se é possível manter as propriedades do painel de pinos com incorporação de 30% lá da da Singingueira. E se a inclusão 100% modifica muito as propriedades físicas e mecânicas. Então você entende como que como que nós estamos escrevendo a introdução?
Então acho que talvez o trabalho do Mateus ele pode continuar. O trabalho até da Maristela que não tem pinos, né? No da Maristela tem pinos.
Estela só tem seringueira que eu vi pessoal. É só seringueira, né? Então eu acho que a gente continua com os dois trabalhos.
Dá para continuar, só que a gente tem que dar esse Eu também, se eu não me engano, a Gava, eu não lembro qual que foi o adesivo que ela utilizou. foi o foi final de alguma coisa assim, não foi poliretrando, porque se a gente manter talvez o trabalho dela nas discussões, a gente consegue até evidenciar que o adesivo que a gente escolheu, ele é mais ele ele traz melhores propriedades, tanto física quanto mecânica, comparado com a com a formal deído. Não, então tá certo, Antônio.
Mas agora vou ter vou tentar te explicar o por que eu tô colocando as questões. Eu não tô já batendo o martelo aí, eu tô lançando as questões pra gente pensar junto. Veja aonde eu vou querer chegar na discussão nossa aqui.
No final das contas, eu ia pedir para você trocar a composição que você colocou lá, é a de pinos que a gente conversou, né? vai a de pinos porque tem um valor maior. Cara, quando eu fiz as estatísticas desse trabalho, na verdade é o seguinte, sempre tem outliers que os alunos mandam.
E como eu não tinha muito contato com Mariano, eu fiz estatística sem ficar levantando, discutindo muita coisa, até porque, enfim, eu fiz as estatísticas. Se você olhar os valores médios das das propriedades, 30% de seringueira eh e 100% de pinos, eles são muito próximos em roles médios. Uhum.
a gente podia igualar as letrinhas do tuque, né, facilmente. Na verdade, até te falo mais, quando você pega a desão interna lá nos painéis da condição da composição, mistura M3, que é 100% seringueira, lá tá falando que o valor do da resistência tração perpendicular paraa composição M3 foi maior do que a de pinos. Ora, como é que o MOI dá maior, né, para para pin?
O MOE, o MOR Pinos é maior, enchamento, absorção é tudo melhor e na adesão interna a propriedade inverte. Uhum. Tem uma inconsistência.
Isso aí a gente não vai conseguir explicar. Então, por exemplo, a na adesão interna, as propriedades podem ser todas equivalentes. A gente tem que trocar as letrinhas do tuqui de acordo com aquilo que nós estamos discutindo aqui agora.
Então, por exemplo, o M e MOR dos painéis da mistura M1, que é 100% pinos, e da mistura M2, que é 30% de seringueira, eles deverão ser estatisticamente equivalentes. Pode haver uma perca, pode haver uma perca e nós vamos mudar. as letrinhas do toqu na tabela nas tabelas.
E se você quiser mudar até, eu não sei nem se precisa mudar um pouquinho valor médio, porque acho que ninguém vai ficar batendo as coisas no trabalho do artigo e o trabalho da dissertação da Mariana. Uhum. Por que que tô te falando isso?
A gente pode mudar o valor médio um pouco, o CV e o intervalo de confiança mudar. Por quê? É porque é como se nós tivéssemos retirado os outliners nessa estatística e tivéssemos apresentando novos resultados.
Não tá aumentando o tamanho amostral, mas houve um filtro. Eu não sei se tô falando muita coisa com você, mas nós vamos chegar na na conclusão aqui agora. Se a gente ficar com pinos só nas simulações, eu acho que a gente perdeu a força de investigar a participação da maldita da partícula de seringueira.
Uhum. Entende? Então, se a gente coloca como proposta que o painel 100% de pinos é fabricado globalmente, ô cara, fala aí.
Não, não, professor. Pode continuar. Pode continuar.
Não, eu só fui fui pegar um negocinho aqui. Eu não ia falar para você, se a gente tá falando que o pinos é muito utilizado na fabricação dos painéis, é comercial, a seringueira pode ser uma matériapra que substitua parcialmente, né, os resíduos de madeira obtidos pelas empresas que fabricam os painéis com todo esse contexto de sustentabilidade. Uhum.
que a gente deu na introdução, justificando o porquê da seringueira combinada com pinos. Uhum. Então você que que você vai falar?
Então, professor, eu acho que segue até como uma sugestão, porque o nosso a nossa composição, né, quando a gente foi fazer as análises, né, eu segui também a ordem que a Mariana fez. Ela fez o M1 dela é 100% de seringueira, depois o M2 é 70% de seringueira e depois o M3 é 100%. talvez a gente inverter, colocar o M1 como 100% pinos, né?
E os outros, as outras amostras, né, as outras misturas serem com a incorporação da seringueira e a última análise, né, ser 100% seringueira. Aí eu acho que vai casar um pouco com a ideia do senhor, né, da gente tá substituindo parcialmente o pinos pela seringueira, porque se a gente faz do jeito que tá aqui agora, parece que a gente tá fazendo o contrário, substituindo a Exatamente isso. Isso é, tá olhando o copo meio cheio, meio vazio.
É basicamente isso. E é um trabalho de composição, não faz diferença técnica falar 100% de um ou 0% do outro, mas no contexto estamos substituindo pilas por seringueiro. Então é nesse sentido faz.
Então o que que eu tô tentando te dizer? Na parte toda da simulação numérica, até a parte exotal de discussão, tá tudo corrigido. Você vai ver aí.
Uhum. Só que essa história da gente mudar a composição que vai para pra simulação, eu acho essencial, entende? Uhum.
A parte boa é que você vai trocar imagem e a tabela vai trocar valor, basicamente. Isso daí é tranquilo, professor, né? Isso daí botou ali rapidão, digita.
E, eu tô te falando porque esse foi o caminho que eu fiquei queimando os fusíveis aqui pra gente tentar convergir o trabalho no sentido de contribuição. Quando eu falei do trabalho da Maristela Gava, quando eu falei do trabalho dela, é, se a gente for tentar eh deixar a introdução sem toda essa contextualização de pinos e de seringueira, se for deixar a introdução do jeito que ela tá, você não ter que mexer mais, não ter que trabalhar mais, o trabalho da Maristela tem que sair, porque senão tira o brilho do trabalho. Se você revisitar a introdução e incrementar a questão da seringueira, da importância da extração do láx, né?
E aí então indústria de painéis finos usos, mas tem limitação de uso, é madeira de floresta plantada. Então justifica a gente incorporar a seringueira, coisa que não foi feita em nenhum trabalho em que a seringueira foi foco. Uhum.
Num deles o adesivo não é o mesmo e no outro trabalha-se com panéis homogêneos e heterogêneos. Mas a substituição parcial, né, do pin seringueira não foi alvo de nenhuma dessas pesquisas correladas. Entendi.
Certo. Então, se a gente for manter os resultados dela paraa análise, né, quando a gente fez a comparação, a gente trabalha a nossa introdução. Mas eu acho que vai ficar bacana mesmo, professor.
Então, a gente mantém ela ali nas discussões, né, dos resultados, só que reformula a nossa introdução ali para deixar que o foco a gente tá querendo substituir parcialmente o Pinos pela seringueira por conta de todo aquele contexto que o senhor falou. É isso. Eu não queria te dar trabalho a mais para de repente acrescentar um parágrafo dois da introdução, valorizar um pouco mais nesse sentido, porque de repente dá um trabalhinho adicional e é muito mais fácil retirar referência do que ficar colocando texto.
Só que se você concordar, o caminho de melhorar a introdução e deixar as referências é o melhor na minha perspectiva. Mas se for te dar muito trabalho, a gente deixa do jeito que tá. Só que aí a gente tira as referências.
Não, por mim tranquilo. Dá pra gente refazer assim, porque não vai ser muita coisa assim. Eu já tô até pensando aqui numa partezinha do texto assim já matutando a minha cabeça.
Mas eu acho que dá pra gente fazer assim. Se eu ver que tá muito trabalhoso, falar: "Professor, eu não tô dando conta, aí eu dou um alô porque aí a gente faz o aquele plano B, né? Tem que remover ela ver que tá dando certo assim.
Eu vou ver se eu consigo achar alguns artigos para justificar, né? essa parte que a seringueira ela é muito utilizada pro látex e só encontrar alguma informação que justifica ainda que depois que ela digamos que deve ter um período, né, vamos supor 10 anos que a seringueira é extraída, depois disso ela vir, ela não tem nenhuma chance de virar um subproduto, então por isso que a gente tá fazendo isso com ela. Aí se eu conseguir justificar com alguns artigos aí eu já a gente já fecha a conta e passa essa régua aí.
Então fechou. Aí você não esquece, depois tem que voltar lá em resultado da discussão. Nós temos que alterar o valor médio porque nós vamos alterar a letrinha do tuqui.
Uhum. Então a composição com 30% de seringueira e 100% de pinos, elas em tese são equivalentes entre si, no Mor e no MOR e na interna. E eu não sei, talvez na absorção e no enchamento se a gente não poderia fazer alguma coisa parecida.
Uhum. Também. Ou seja, só há destaque realmente da madeira de pinos 100%.
Uhum. Quer dizer, desculpa, seringueira 100%, só ela se difere dos da das duas composições. Mas pinos e seringueira com 30% é equivalente a 100% de pinos.
Se a gente mais ou menos colocar nessa ótica, ajustar valor médio, ajustar o CV, mexer um pouco no CV, alterar um pouquinho 8%, 3%, mexer os valores dos intervalos de confiança, mudar a letrinâmetro aqui pra gente conseguir ter força para falar: "Olha, como 30% foi equivalente a 100% de pinos, 30% seringuina, né, foi equivalente a 100% de pinos". Então, optou-se, né, por trabalhar com a seringueira. Na verdade, quando a gente fala de uma composição de outra, é a mesma coisa na simulação numérica.
Então, nós estamos tentando vender o peixe do uso da seringueira. E a gente concluiu que 30% de substituição do seringueiro os resultados são equivalentes. Então a gente pode pensar em utilizar esse produto seringueira e pinos na composição do do do material que vai ser utilizado na fabricação da telha.
Uhum. Será que eu consegui? Não, eu consegui mas aqui, ó, aquela mistura.
Pode falar, professor. Antônio, só um segundinho, só um segundinho. Meu filho chegou.
Só um minutinho, só um minutinho. Vai lá, professor. Vai lá, vai lá.
aqui Вот. M. M.
[Música] Ja. Fecha [Música] Ô professor [Música] todo só cara professor precisava nem falar que é seu filho, que ia chegar e falar: "Ó o xerax do André aí, ó. Esse cara que eu vou falar para você.
Que gordo. Ô filho, elástico, papai não sabe. Era para tá aqui, ó.
Ó, não sabe onde tá, era para tá aqui. Depois pergunta pra mãe. Fala que tem falar com Antônio aqui rapidinho, tá?
Nós vamos tomar banho lá. Ô mano, velho. Você me, cara, você me desculpe a a mãe do amiguinho dele que mora aqui do lado da nossa casa, veio trazer eles e ela puxou puxou um pouco de assunto ali e eu fiquei meio envergonhado de de cortar a conversa.
Não, professor. Mas, ó, deixa eu tá em paz, professor. Meu Deus do céu.
Mas eu tentei falar com você hoje porque assim, amanhã vai ser complicado, amanhã não consigo. Na sexta-feira vai ser complicado. Na quinta-feira acho que tem um períodozinho pra gente falar, tentar falar com o Antônio para ver se a gente consegue acertar as coisas.
Mas deixa eu te perguntar, que que você achou da da das perspectivas? Você acha que cola, professor? Ó, eu acho que sim, só que só tem um porém.
Eu acho que talvez o professor tenha confundido, que eu tava dando uma linha aqui também enquanto o senhor tava fora, um pouquinho das dos comentários que você deixou. No caso do da Mariana, ela fez a incorporação de 70% de seringueira, não foi 30, fez 70%. Foi, ela fez 100% seringueira, 70 seringueira e 30 pinos e depois 100% pinos.
Então ela não veio, tipo assim, tentando adicionar um pouquinho de seringueira e ver se ia reagir bem. Ela fez meio que o processo contrário. Ela adicionou um pouquinho de pinos e viu se ia reagir bem.
Então aí eu digo isso por conta daquelas formulações que você falou pra gente fazer nos resultados, né, no estatístico e tudo mais, porque a incorporação é de 70% de seringueira, não 30. Ai caramba. É 30 70% de seringueira.
É 70ira e 30 pinos. Então, mas o 70% seringueira foi equivalente a 100% pinos. Deixa eu ver aqui para ser meus resultados.
Vamos ver nas propriedades mecânicas. Foram, eles foram equivalentes. Então, 70%, né?
Uhum. Então eu não sei o que que você acha. Talvez a gente mantém o mesmo argumento, a gente mantém o mesmo argumento das da substituição da do pin seringueira, mas não essa substituição progressiva, na verdade é tentativa de substituição majoritária, visto o amplo resíduo de madeira de seringueira que é encontrado, né?
com um descarte, sei lá, alguma coisa assim. Mas eu acho que a questão de ter o pino junto e fazer a discussão é o que diferencia o trabalho dela do resto. Você tirar o pino do trabalho dela, aí nós somos obrigados, caso, a retirar o trabalho da Marisava.
Enfim, temos que tirar os outros trabalhos porque o brilho da seringueira, ela vai embora. Uhum. Por si só, ela vai embora.
Sim. Mas aí então a gente faz aquele aqueles trabalhos com a parte da estatística ali, tentar alterar o as letrinhas do Tucky ou não, porque eles eram todos as aqui, pelo menos os resultados mecânicos e nos físicos apenas a umidade que deu alteração aqui, né? Que pra Não, na verdade é você tá falando em cima do arquivo que eu te mandei, né?
Isso em cima do que você me mandou, professor. Não, eu já alterei letrinha do Token, já deu um destaque aí, porque tinham letrinhas nas propriedades mecânicas que eram diferentes. Ah, tá.
Tá. Depois você até eu confere com a versão que você me mandou original, mas eu fiz uma alteração exatamente para esperar a nossa conversa. Lembra que eu falei para você que a desão interna do painel 100% de seringueira, acho, tava maior do que a desna do pinos.
Sim, ele tá mesmo. Quando você fazia uma comparação das físicas com as mecânicas, a coisa não tava casando muito, porque os resultados que a gente tinha para tratar não tinha exclusão de outler, não tinha nada. Eu tratei os dados do jeito que tinha que tratar.
Uhum. Não tinha muito contato, Mariana, né? E assim, como é que fala?
Proximidade é ponto da gente falar, vamos tirar o lier, vamos dar uma ajustada nos dados, porque depois fica difícil para discutir. Sim. Então, como os resultados são muito próximos, a gente pode ajustar as letras do, ajustar as médias, tem que ajustar, tem que mudar um pouquinho os valores, os CVs vão mudar um pouquinho, vão melhorar em particular, reduzir um pouquinho e alterar um pouquinho o valor dos intervalos de confiança, extremo superior inferior, porque nós vamos ter que mudar a letrinha do toque.
não podemos mudar e não operar o resto. Uhum. Beleza, professor.
Entendendo, olha, eu acho que a gente consegue ter força nessa perspectiva e apresentar o trabalho desse jeito. E aí, é claro que a questão da simulação numérica, ela vai somar muito pro trabalho eh vingar em termos de potencial de publicação. Soma muito, tá?
Mas se tirar essa perspectiva toda da composição, aí eu acho que ele perde força, porque já tem trabalhos com seringueira, porque não fez simulação com ele diretamente, porque deve fabricar painel para poder usar resultado para simular. Não teria muita Última coisa para falar para você, acho que é importante a gente fazer um destacar, por exemplo, a gente destaca que são três composições de mistura. né?
100% de seringueira, 70 e zero, não é isso? Então, do mesmo jeito, seria importante a gente destacar quantas simulações a gente fez ao todo, combinando o número de espessuras dos painéis, o espaçamento entre terças e os tipos de carregamento ao todo, quantas simulações foram feitas. Vamos destacar do mesmo jeito para valorizar a questão da simulação numérica, tá?
Tá? E aí, infelizmente, vai ter que trocar aqueles resultados dos painéis 100% pinos para a composição com ser 30, né, procura? 70 30 não combinado.
Fechou? Fechou. Então assim, eu vou trabalhar lá em introdução, professor, e aí eu vejo de fazer essas alterações no coeficiente de variação aqui, né, na tabela dos resultados, eu mando pro senhor.
Aí eu vejo assim, ó, professor, que que o senhor acha? Acho que ficou muito dentro do do esperado, né? Alguma coisa do tipo.
E aí também faço aquela alteração lá na parte da simulação numérica também da avaliação dos resultados. Aí eu mando pro senhor, o senhor dá uma olhada novamente. Beleza, fechou a conta, passou a régua.
Antônio, deixa eu te falar. Sei que você tem um monte de coisa para fazer, hein? Então, ó, esse negócio aí do do do artigo que eu falei da gente tentar mandar pr pra CD lá da Zavir, não se estressa com isso, não.
Se der certo no teu tempo, ótimo. Se não der, nós vamos seguir o plano da Flores ou da Buildings. Se a gente conseguir a publicação, é excepcional, tá muito bom.
Então, vamos estressar muito não, porque eu sei que você não tá assistindo sessão da tarde comendo pipoca. Se der certo, ótimo. Se não der, vamos seguir o plano original.
Tá combinado, professor. Tá, tá. Ô, professor, ó, aproveitando a deixa que a gente fala só meio por cima.
Eu e o Pedrão a gente trabalhando lá naqueles artigos da Raquel, lembra? E aí, professor, o que a gente tinha determinado como uma publicação alvo, né, a primeira delas era utilizar as igas MLC de pinos. e aí tentar publicar essa lá na CBM que o senhor tinha falado.
E aí, princípio, a gente tinha pensado que ela utilizou aqueles quatro tipos de adesivos em cada uma das espécies, só que lendo o trabalho dela, né, eu fui pegar para continuar dando uma escrita nela aqui e eu verifiquei que a espécie de pinos, ela usou um adesivo só. Ela utilizou um adesivo, só que ela fez o a a madeira com tratamento e sem tratamento. E aí a espécie de madeira que ela fez uma maior variação de adesivo foi a de Paricá, que ela fez a variação de três adesivos.
Então eu vi lá a pinos, ela fez só um adesivo. A do clone do eucalipto lá ela fez um adesivo. A Parica ela fez três e a Teca ela fez um adesivo também, porque de princípio ela fez quatro adesivos para cada uma das quatro espécies, mas não foi isso.
E aí eu mandei isso pro Pedrão, né, que o Pedrão também ele acabou nem pegando porque ele tava meio enrolado com outras coisas. Aí ele falou: "Antônio, eu vou dar uma olhada". Coisa igual você.
Sim. Aí ele falou assim: "Antônio, eu vou dar uma olhada". Aí ele olhou ontem, ele conferiu ele realmente é isso que aconteceu.
E aí ele, a gente ficou meio assim, né? Porque a força de ter mandado pra CBM era que era a espécie de de uma espécie de reflorestamento, uma das mais utilizadas no mundo todo. E ainda ia ter quatro adesivos, né, na sua composição e cada um ia ter cinco análises microscópicas.
Só que no caso um adesivo. Aí eu falei: "Ô, Pedrão, será que ainda vai ter força assim pra gente mandar pra CBM? Será que não vai ter?
" Aí ele falou: "Ó, vamos finalizar. Depois a gente troca uma ideia com o André. O André às vezes ele acha que mesmo assim com o artigo finalizado, ele olhando, né, ele acha que tem a força de mandar.
Aí se ele achar que não tem tanta força, a gente tenta ver a Paricá porque ela teve mais variação de adesivo. Então esse tipo de trabalho da Raquel, ele não é muito comum. Eh, então acho assim, mesmo com as limitações em termos de estudo no pinos, talvez vale a pena a gente tentar mandar o trabalho com toda a parte de imagem, sabe, que a gente pode considerar.
Acho que às vezes vale a pena tentar para mandar para ela. Podemos ponderar, Antólio, podemos ponderar. Essa informação se ela é muito muito oportuna.
O pinos é mais interessante para eles lá fora, né? Nem tanto madeira de floresta tropical que é nossa, podemos ponderar. Eu, honestamente, nesse momento, agora, sem ver o trabalho, eu tenderia a considerar a madeira tropical, que tem muito mais resultados, é um trabalho mais rico, né?
E tá naquela contra, tá na na Vine, na mesma linha da seringueira em substituios. Floresta amazônica tem mais de 11. 000 espécies de madeira e pode suprir o déficit habitacional no mundo.
No mundo. Então assim, é uma madeira nossa, mas a a floresta amazônica pode servir madeira pro mundo inteiro. Isso estando um pouco ambientado na nossa introdução, eu acho que a gente tem força para mandar esse trabalho da madeira tropical.
Eu acho que a gente até poderia colocar o foco nela para CDN. E o de pinos a gente manda para uma revista com menor JCR. Mas você vê, a gente não tinha visto isso na época, né?
Imaginou que tinha tudo tinha tudo em todas as espécies. Dando uma olhada rapidinho nos objetivos ali, dava muito a entender isso, que ela realmente ela falou que foi utilizado quatro adesivos, que foi utilizado quatro espécie e eu olhei lá, falei: "Ah, então ela usou quatro para cada, né? " E aí fez as análises, só que no caso ela não acabou não fazendo, porque assim, no final das contas eu acho que ela não conseguia nem comparar, por exemplo, se ela utilizou um adesivo só na Pinos e na Parica ela não usou esse mesmo adesivo, ela não pode comparar a mesma deficiência do adesivo.
Ela só vai poder comparar se uma madeira conseguiu aderir mais do que a outra e não a eficiência do adesivo em si. Olha, coração ficar verdade ficar verde. Ah, tá ficando verde.
Antônio, tá pintando o azul em cima do amarelo. Amarelo neon. E tá ficando, tá ficando verde.
Ué. Ó lá. Tá vendo?
Tá vendo? Ó. Ah, tá ficando, tá ficando bonitão, hein?
Esse cara aqui, esse cara aqui, esse cara aqui é especial. Então, olha, então talvez nós vamos ter que mandar madeira tropical paraa CDN. E, ó, fazer um comentário aqui.
Eh, você vê como que, infelizmente a Raquel não teve muita orientação, né? Eu acho que ela ficou muito abandonada, sabe, para fazer esse trabalho. É uma pessoa que é arquiteta, não tem conhecimento de projeto, foi fazer um trabalho de NLC e não teve muita orientação, que eu entendi que a Raquel ficou meio que a deriva.
Aí tem uma espécie que ela fez um adesivo, não fez com o outro daquele jeito, daquele jeito, daquele jeito. Então assim, coitada, cara. E trabalhou bastante essa moça, viu?
É, eu vi aqui cada uma das análises, ela fez em um era no laboratório da USP, outro era no departamento de materiais da Fiscar, outra era não sei aonde. E esse tipo de análise pensei que eu tinha o tipo de análise, não, não. O tipo de análise que ela fez, a sorte é que a mãe dela é química e trabalha mãe e o pai no departamento de química da USP.
Foi por isso que ela conseguiu fazer toda essa parte aí de imagem, etc e tal, porque teve suporte deles. Se dependesse só do do orientador, eu acho que a Raquel não teria tese até hoje, não teria defendido, mas enfim. Enfim.
Então, infelizmente é isso. Que que você mandou aqui para nós? Mandei pro senhor ir a tabela onde ela fez a separação do cada espécie e o adesivo.
[ __ ] que pariu. Verdade. É, é o que você falou, só o paricato tem a melanina, formaldeína, o cascofen e o purbond.
A teca tem só o puronde. É, é o paricá, cara. Vamos com o paricá.
A parte boa do paricá, sabe qual que é o destaque do paricá? é que o paric é madeira de baixa densidade e ela é uma madeira que pode brigar com pinos com uma característica, é importantíssim como uma característica que ela tem uma estrutura anatômica muito bem organizada. Quaricá é baixa densidade, ou seja, dá para colar o adesivo, dá para usar o adesivo bem e então madeira que substitui o pinos.
Sim, eu tô vendo aqui efetivamente os resultados mecânicos, professor. O MOI, que é o módulo de elasticidade, é bem semelhante ao do Só que o MOR, por exemplo, o pinos deu 24 e o outro deu 26 em relação ao More, né? Já o paricá, um deu 41, outro deu 57, outro deu 40.
Então ele é, você lembra que eu te falei da bem mais resistente? Você tem você é uma ela tem uma organização celular, ela tem uma fase cristalina mais acentuada, a madeira de parico, ela tem uma densidade baixa, mas ela tem maior organização a longa distância nas cadeias de celulose. Então é uma madeira que compete muito bem com pinos.
essas questões, a gente tem que vender o peixe na nossa introdução. Então, sem dúvida, a gente tem que investir no paricar para mandar paraa CDN. Perfeito, professor.
Eu vou trocar uma ideia com o Pedrão então para falar que eu já conversei com o senhor, gente, encerrando hoje e aí a gente já tem essa proposta aí. Então, e essa do Pinos, o senhor acha que a gente manda para onde então, professor? Então, eu não lembro quais foram as revistas que a gente pensou.
Ô, a pinos era a CBM, se eu não me engano, a eucalipto, ela seria para structures, porque a gente pensou também o eucaliptos teria quatro adesivos, só que só teve um. E aí, deixa eu só conferir aqui, mas se eu não me engano, o restante era para ser para redustas brasileiras, professor. Tá, é, tá.
Deixa eu ver o que que eu tenho na minha transcrição aqui daquele dia. Antônio, para te falar que nós vamos tentar considerar, por exemplo, uma Madeiras do Chile. Vou até, se você quiser definir agora as outras duas revistas, porque agora as espécies a gente já entendeu que o adesivo ele é limitado.
Aí eu não entendi. Fa tem um bond. Eu acho que ela é sem CCA e com CCA, né?
Eu acho que que tá eh deve ser sem CCA, com CCA. O paricar todos eles têm CCA que muda é o adesivo. A teca, o adesivo é o mesmo.
Eu acredito que deva ter deva ser com e sem o CCA. A gente pode considerar para essas publicações das duas espécies, tanto a o a teca, quanto o pinos, quanto o litus, são quatro espécies aí de madeira que a gente tem. Ah, você mandou aqui, ó.
É, mandei lá o que tava definido, ó. Matirals e Research. A Matals Research, ela é daqui de São Carlos.
Depois aqui não pode ser uma. Deixa eu ver aqui no caso paric. Deixa eu ver aqui.
Inus. Veja bem, ó. Só pra gente bater o martelo aqui.
Vocês estão mexendo num artigo específico ainda ou não? Não começaram a mexer? Sim.
No só no do pinos, professor. No do pinos, né? Começou a mexer no do pinos.
Tá no pinos Antônio, a gente pode tentar mandar, vamos tentar, não custa, na European Journal of Wood and Wood Products da Stringer. European Journal of Wood and Wood Products da Stringer. Vamos tentar.
É uma revista tem fator de impacto 2 alguma coisa. uma revista muito boa. Caso não dê certo nela, a gente depois pode tentar.
Eh, tem umas revistas hoje da Springer, novas, muito boas, que vão despontar. São revistas Discover, Discover alguma coisa. Tipo, tem a Discover Forests, tem a Discover e Civil Engineering.
São duas revistas que a gente pode tentar caso não dê certo, por exemplo, de pinos na Springer. A Springer eu falo Europeian Journal of Wood Wood Products. Quando deu certo nelas, pegamos uma dessas duas da Discovery, a Forests, a Discovery, perdão, na Discovery Discover, a Discovery Forests e a Seven Hear como alternativa para publicar.
A próxima publicação, eu acho que a gente poderia tentar focar no paric. Uhum. E deixar as outras espécies para depois.
E aí, a medida que for mexendo nas espécies, a gente pode revisitar e discutir a revista de cada uma. Pode ser, professor. É, se a gente vê que, por exemplo, vamos supor que a primeira revista aceitou numa boa, porque é uma contribuição legal, aí a gente vê que as as demais também vão ter a mesma força.
Claro. Depois tem várias outras revistas para tentar. Uhum.
Tem Wood Science and Technology, tem várias revistas que a gente tentar, certo? Mas nós temos que ter um feedback, né? Temos que ter uma uma uma primeiro parecer para saber onde é que nós estamos, se nós estamos querendo muito com essas publicações.
É. E se a gente descobrir que é muito, aí nós vamos na Madeiras do Chile, que é uma possibilidade, enfim, aí nós vamos tentar. Beleza, professor?
Certo. Certo, professor. Combinado.
Então, ô Antônio, você me desculpa aí o tempo que você ficou esperando aqui, cara. Tranquilo. Ficou, eu conheci seu filho aí, ó.
Meu Deus. Mas ficou, eu fico desse cara aqui, mano. Artur.
Artur, que nome bonito, professor. Um dos meus melhores amigos chama Artur. É mesmo?
É. Esse cara aqui é gente boa, viu? Mas eu peço desculpas aí pela circunstância.
Não tinha como ficar chato eu eu pudar de cara a conversa com a mãe do menino. Não, professor, tá tranquilo, eu entendo perfeitamente. Fique em paz.
Então, ó, vamos deixar claro que o artigo lá do Arnaldo pode fazer no teu tempo aí, se não der certo por agora. Se você conseguir fazer esse artigo para matéria para amanhã, eu vou achar que isso é uma inteligência artificial. Então, não precisa fazer.
Se você conseguir, tá ótimo, tá? E eu acho que então no artigo do Arnaldo, o que eu tinha para falar para você era isso. Eu acho que bom que a gente conseguiu sintonizar tudo.
E aí nós estamos na linha de ter contribuição e manter a chance aí de publicar pelo menos no MDPI, pelo menos. Certo, Manu velho. Certo, professor.
Estamos junto. Tá. Então vamos correr que agora o menino tem que tomar banho e dar o jantar com o bicho.
Fechou, professor. Vai lá. Bom, bom, bom restinho de semana pro senhor e a gente vai se falando no zap qualquer coisa, tá?
Beleza, dona. Falou, bom te ver, viu cá? Bom te ver.
Fazendo tchau para você. Tchau. Tchau.
Tchau. Tem mais. Até mais.