[Aplausos] [Música] Olá você seja muito bem-vindo muito bem-vinda a este encontro aqui comigo Luciane Sartori do que que nós vamos falar hoje nós vamos falar sobre estrutura e formação de palavras este tema compõe o estudo de morfologia por que que eu digo compõe porque quando nós estudamos morfologia Observe morfologia a gente estuda a da palavra identificando a sua classificação por isso veja quando a gente estuda estrutura e formação de palavras a gente estuda com a palavra vamos chamar assim para ficar fácil como ela se monta como ela é montada certo e a partir daí não
é nós sabemos Ou pelo menos conseguimos Identificar qual é a classificação gramatical que ela recebe Então veja é classificação que é por isso que a gente chama então de classes de palavr ou classes gramaticais porque a gente estuda as classificações veja lá para ficar bem claro para você isso Observe o seguinte como que a gente chama a mulher que faz faxina faxineira Como chama a mulher que cuida de enfermos enfermeira como é que nós chamamos a mulher não que a mulher não o objeto que faz café cafeteira veja o que essas três palavras em comum
três termin Ninheira a primeira coisa que você vai me responder faxineira enfermeira cafeteira muito bem veja que eu pus duas pessoas pus um objeto para você ver que não é isso que faz a diferença o que faz a diferença Realmente são as três palavras terminarem eira pra gente perceber alguma relação gramatical entre elas ou pelo menos uma uma relação estrutural tá muito bem além dessa terminação eira o que mais elas têm comum Observe que as três trazem nomes denominações de duas mulheres que fazem tem funções diferentes como também do objeto cafeteira que faz café percebe
muito bem mas são três denominações portanto três nomes vamos lá na nossa gramática Qual é a classe gramatical não é que tem por objetivo dar nome aos seres e às coisas é o substantivo não é É então Note também que eu posso concluir o seguinte que é muito comum palavras terminadas em Eiras serem substantivos Isso é verdade você tem a enfermeira você tem a faxineira você tem a cafeteira também temos por exemplo Pedreira geladeira e assim por diante entendeu isso é o que compõe o estudo de morfologia neste encontro aqui a gente vai falar em
Essência sobre a estrutura das palavras tá depois você você tem um outro encontro que eu separei para ficar bem fácil de você estudar uma coisa por vez a gente vai Falar sobre formação de palavras combinado mas os objetivos do tema não é estrutura e formação de palavras são esses que eu coloquei para você então nestes dois encontros que faremos sobre estrutura e formação nós teremos os seguintes objetivos o primeiro lembrar o que são morfemas e quais são eles só para adiantar os morfemas são as pequenas partes que vão montando a palavra por isso que a
gente vai estudar a estrutura delas como que elas se montam como elas se formam tá E aí a gente também tem como objetivo reconhecer a relação entre esses morfemas certo Então essa é a parte Estrutural para a formação de palavras a gente tem o nosso terceiro objetivo que é reconhecer e distinguir os processos de formação de palavras da nossa língua marav vilha Então vamos lá a gente vai começar como eu disse com a estrutura das palavras e aqui você já tem o conceito de morfemas O que são morfemas pode observar aí no texto não é
morfemas veja só são unidades mínimas indivisíveis que eu chamei para você de partes da palavra não é são aqueles pedacinhos que não tem mais como ser dividir por isso que eles são indivisíveis os pedacinhos que vão compondo a palavra esses pedacin portanto essas unidades mínimas indivisíveis ou seja morfemas eles têm duas naturezas A lexical e a gramatical o que significa isso que esses morfemas vão nos ajudar a entender o sentido da palavra que é ISO que compõe o que nós chamamos de léxico os as palavras e os seus significados tá e também eles nos ajudam
a entender a gramática colocada nessa palavra certo na estrutura dela Quais são os aspectos gramaticais que a gente observa o gênero o número o modo é isso então você tem os morfemas ajudando você a entender o sentido bem como a a estrutura gramatical a função gramatical da palavra que foi o que eu expliquei agora a pouco para você não é se eu percebo que aquelas três palavras faxineira eh enfermeira cafeteira atribuem nomes termin Ninheira que que eu percebi que esse eira dá para mim a ideia de que são ã de que são palavras que atribuem
nome então estou no léxico eu estou entendendo isso a partir disso eu entendo que a função gramatical delas é atribuir nomes portanto substantivos certo é isso daí veja lá os morfemas são esses que eu relacionei aqui para você todos de uma vez o radical os prefixos os sufixos os infixos as desinências a vogal temática e o tema e nós vamos falar exatamente sobre cada um deles a partir de agora tudo bem veja que de acordo com a união desses morfemas quais entram na formação daquela palavra é que a gente entende a formação da palavra certo
reconhecendo esses morfemas a gente entende a formação delas muito bem então vamos lembrar lá o radical é um elemento estrutural básico comum as palavras cognatas o que significa isso professora significa o seguinte que o radical é a base tá radical é a base de uma palavra é aquela parte que garante a significação dela então Observe o seguinte Existe a palavra cereja assim como Existe a palavra Cerejeira Qual é a base comum a essas duas palavras o ser J né até o J nas duas cerej tem o a Cerejeira tem o eira olha lá o eira
de novo né então Observe que as duas TM essa mesma base portanto a gente acabou de reconhecer o radical delas e por que elas pertencem à mesma família cereja Cerejeira é que elas são chamadas palavras cognatas porque elas vêm do mesmo radical entendido por isso eu coloquei pedra e Pedreira Você poderia pôr Pedregulho e assim por diante e veja que o radical vai se mantendo de modo geral não é o radical não sofre alteração de modo geral mas às vezes em especial nos verbos certo ele sofre alteração que foi que eu coloquei aqui para você
lembra que a gente chama o verbo de verbo regular mas também chamamos os verbos de verbo irregular nós temos as duas denominações o regular é aquele que mantém o radical e também os pedacinhos que vão indicando né esses morfemas que vão indicando o tempo o modo e assim por diante daquela flexão do verbo Tá mas o radical dele se mantém e todos os verbos regulares têm as as os mesmos morfemas para indicar tempo modo pessoa etc certo então quando você sabe um verbo regular você sabe todos os outros você viu isso na escola é assim
se eu sei conjugar o verbo cantar eu sei conjugar o verbo amar eu canto eu amo e fica igual eu falo não é e se eu fizer eu canto tu cantas ele canta vai ficar eu amo tu amas Ele ama percebe o radical fica e os pedacinhos finais vão mudando muito bem mas eles ficam exatamente iguais para todos esses verbos que são regulares os irregulares por sua vez sofrem alteração no Radical veja nós temos aqui o verbo saber vai até aqui o radical certo por qu como que eu sei disso por causa disso aqui ó
saber tem esse R do final que você sabe que ele sai pra gente conjugar o verbo certo não é olha lá você tem o Saber esse R aqui só para você para deixar mais claro para você é o r do infinitivo Quando o verbo não está flexionado não está conjugado saber correr cantar falar partir Ok e esse é vai nos dizer aqui conjugação ele pertence que modelo de conjugação o modelo dos verbos terminados em er então esses dois saem e sob o radical é assim que a gente considera radical de verbos e os verbos irregulares
sofrem alteração nesse radical veja que você fala ele sabe mas depois fica eu sei que que sobrou desse radical não é o s percebe porque ele é regular a mesma coisa aqui ó de s a b virou s o o b soube então por isso ele é irregular E aí a gente entende que o radical pode sofrer alteração às vezes tudo bem mas isso é tão interessante que você já viu como a criança fala assim eu sabo disso muita criança fala eu sabo por quê Porque ela já entendeu que os verbos não é na primeira
pessoa do singular no presente do indicativo Olha como a criança é sábia Ela sabe que ela vai falar eu canto eu falo eu danço logo eu sabo entendeu porque ela vai pela regularidade ela já percebeu essa regularidade ela joga no verbo saber então a culpa não é da criança a culpa é do verbo saber que é irregular entendido Então é assim que a gente entende a variação no Radical muito bem Além disso é bom a gente saber que existem palavras que apresentarão mais de um radical tá aqui quando essa palavra apresenta mais de um radical
ela é chamada de palavra composta é isso que você tem no substantivo composto ou no adjetivo composto Eles serão classes gramaticais que serão às vezes compostas de dois radicais como aqui passa que é uma palavra e tempo que é outra são duas palavras porque existem dois radicais aí mas elas se uniram para formar uma terceira então a palavra passatempo é composta porque ela é formada a partir de duas outras ok muito bem no processo de formação de palavras o que vai acontecer é ao radical que o os outros elementos ou seja os outros morfemas vão
se unir para que as palavras sejam estruturadas E é isso que a gente tem que reconhecer Quais são esses morfemas para entender a formação da palavra a estrutura dela tudo bem Então veja nós temos além do radical os afixos não é o que são os afixos são os prefixos e os sufixos Observe que o fixo ele é colocado antes do radical e o sufixo é colocado depois do radical então eu dei esse exemplo para você você tem aqui a palavra normal quando eu digo esse é um fato anormal eu estou acrescentando um prefixo né a
esse radical e observe que eu mexo com o sentido da palavra Observe isso normal é algo que é comum de acontecer quando eu digo a normal Deixa de ser comum porque esse A traz uma negação para essa palavra cer certo e normal Observe continua costuma ser um adjetivo não é por exemplo Esse é um fato normal porque ele é um fato comum eu estou caracterizando o fato um adjetivo Quando eu digo normalidade normalidade eu transformei esse adjetivo em um substantivo então oos sufixos fazem muito isso eles trabalham nessas estruturas gramaticais da palavra certo Então muda
a classe de de palavra eh traz também algumas outras considerações de grafia enfim ele trabalha com a parte gramatical já o prefixo como você pode observar ele vai mexer mais com o sentido da palavra Tudo bem então gravissimo prefixo sentido sufixo vai pra gramática tudo bem E veja que eu posso formar anormal normalidade anormalidade e nós temos palavras cognatas por isso certo porque elas têm a mesma base e vão se estruturando de formas diferentes com funções diferentes e muitas vezes sentidos diferentes mas mantendo o significado básico certo porque todos eles nascem de normal que é
o radical que garante essa relação de significação Entre palavras cognatas Ou pelo menos palavras que pertencem à mesma família certo é a mesma visão infixos Quem são os infixos são as vogais e as consoantes que servem para ligar esses morfemas veja nós temos a palavra café a partir de café surgiu a palavra cafeeira então uma plantação cafeeira com o tempo surgiu aparelho que faz café e aí o que é que se decidiu fazer Chamar esse aparelho de cafeteira E colocou-se para isso um t no meio de cafeeira tô dando para você uma visão simples para
você entender porque que esse t é só uma consoante de ligação entre as partes que já existiam café e eira para fazer uma outra palavra para garantir uma significação relativa ao café mas denominando um objeto diferente por isso que às vezes você vai analisar uma palavra e sobra letra são essas daí são as vogais e consoantes de ligação a mesma coisa acontece na rodovia você tem roda e via colocou-se o o para formar rodovia que é o lugar por onde passa são as rodas os carros certo é isso então esses são os infixos e os
afixos agora a gente vai falar das desinências Observe o seguinte as desinências elas podem ser de três tipos nominais verbais e verbon nominais certo muito bem que que as nominais vão eh vão apresentar na palavra tanto o gênero quanto o número só que dos nomes por isso que são desinências nominais veja Existe a palavra menino vamos pensar assim porque na nossa língua o gênero masculino É também considerado um gênero neutro a depender da palavra é isso que vai acontecer então menino veja é é a palavra original porque é aparentemente neutra aqui mas veja eu designo
menino que é o o o homem do sexo masculino na idade infantil percebe essa denominação então põe menino mas se eu quero me referir a menina eu troco esse o pelo a por isso o a é uma desinência nominal certo assim como o o também é e o s também é uma desinência nominal só que o a e o o são desinências do gênero e o s desinência do número tudo bem é isso Quando nós vamos pros verbos veja as desinências mudam porque verbo não tem gênero e número não ele tem pessoa primeira segunda e
terceira eu amo tu amas Ele ama não é assim só que essas pessoas primeira segunda e terceira podem ser do singular ou do plural veja que não é o verbo que muda de singular para o plural porque senão eu pergunto para você Qual é o plural de gostar por Pois é você não vai conseguir me dar uma resposta porque vai depender da pessoa então a flexão do verbo é de pessoa que pode ser singular ou plural e depois a gente tem as flexões de tempo e modo certo então as desinências verbais trabalharão exatamente com essas
flexões de pessoa com o número mas também o tempo e o modo dos verbos certo aí eu peguei o exemplo de cantávamos vamos começar do começo serve que a gente tem o verbo cantar que que eu disse para você quando eu tenho o verbo no infinitivo Olha eu elimino esse R E elimino esse a o r do infinitivo e o a que faz ele pertencer à primeira conjugação dos verbos que terminam em a r esse é o conjunto da primeira conjugação sobrou esse Radical por isso eu fiz essa divisão aqui para você cant tudo bem
esse a que está aí no Cantar certo Às vez vezes desaparece e às vezes ele aparece de novo quando a gente conjuga o verbo eu canto o a saiu certo tu cantas apareceu o a não é assim então esse a às vezes aparece aparece em cantávamos esse azinho é aquele azinho que tá ali dizendo que esse verbo pertence à primeira conjugação entendido muito bem e aí nós temos este morfema que é a desinência verbal e este outro pedacinho que também é uma des verbal essa desinência vá diz pra gente o modo e o tempo do
verbo veja toda vez que existe essa desinência na forma do verbo na estrutura dele a gente diz que o verbo está conjugado no pretérito imperfeito do indicativo se você não sabe isso ainda de cor fique sabendo que é esse pedacinho que pode nos indicar esse tempo certo muito bem e o m é desinência número Ops número pessoal porque o mo vai indicar que o verbo está sendo flexionado em primeira pessoa do plural nós nós cantávamos Maravilha certo e existem também as desinências verbon nominais Luciane do céu o que é isso vamos lá você se lembra
que o verbo como eu coloquei para você aqui veja o verbo ele tem as suas formas nominais você nunca parou para pensar nessa denominação Como assim formas nominais verbo é verbo como que vai ser nominal tem alguma coisa a ver com o nome sim as formas verbais do infinitivo do particípio e do gerúndio são verbos são formas de verbos que podem atuar como nomes eu já vou dizer para você isso só paraa gente lembrar as formas nominais são infinitivo particípio gerúndio amar como a gente como eu vim falando para você o verbo sem conjugar ele
já traz pra gente o aspecto do infinitivo então a gente chama esse amar de forma nominal não é e termina em r a r e r e r que são as três conjugações de verbos são os três grupos de verbos que nós temos o particípio que basicamente termina em ído basicamente e o gerúndio que termina em ndo certo o gerúndio vai terminar em ndo muito bem então só para que você entenda Porque que as formas nominais do verbo particípio infinitivo e gerúndio se chamam formas nominais porque essas formas verbais podem assumir como você vai estudar
lá na morfologia nas classes gramaticais não é como você vai estudar lá que o infinitivo pode ter papel de substantivo jantar é verbo eu janto tu jantas ele ele janta nós Jantamos mas quando eu digo o jantar passou a ser substantivo então o infinitivo ele cumpre muito o papel de um substantivo em muitas situações de frase por isso se chama forma nominal do verbo é um verbo que pode assumir uma função de nome o particípio ele assume muito a função do adjetivo certo por isso é chamado forma nominal Observe que eu digo mulheres vividas Olha
lá mulheres vividas que aconteceu vividas é o particípio do verbo viver que é o particípio vivido mas a gente pode dizer vividas porque ele funciona também como adjetivo no caso aí de mulheres mulheres vividas tanto é que ele tá flexionado ele está flexionado no feminino e no plural para concordar com o substantivo mulheres no feminino e no plural certo eu não posso dizer mulheres vivido e entendido e o partindo que é o gerúndio eh o gerúndio ele muitas vezes exerce função de advérbio muitas vezes ele exerce função de adjetivo veja Quando eu digo água fervendo
é um perigo é um estado da água portanto uma característica Tem uma função adjetiva aí da água certo e quando eu digo por exemplo eh a errando se aprende esse errando tem o valor do advérbio que diz a maneira como a gente aprende errando entendido então é por isso que elas se chamam formas nominais e é por isso que você tem nessas parinas que eu marquei para você as desinências verbo nominais porque é o verbo que pode assumir a função de nome entendido muito bem agora veja nós temos a vogal temática vamos lá que que
é vogal temática é aquela que se une ao Radical para receber para que esse radical que está com a vogal temática receba outros elementos certo e nos verbos além de preparar o Radical para receber as demais desinências veja que nós vimos isso en cantávamos a gente imagine aqui eu tenho cant não é eu tenho aí o cant aí eu tenho essa desinência do pretérito imperfeito e tem essa desinência não é do do da da pessoa da primeira pessoa do plural muito bem eu vou falar can vamos não estrutura a palavra porque para nós as palavras
T de ter vogal para formar sílabas e aí as sílabas se unem constituindo a palavra Então a gente mantém esse a esse a que eu estava explicando para você aí é este a vogal temática que preparou naquele exemplo o radical cant para receber as demais desinências tudo bem Então é isso que ela faz nos verbos E aí veja que além de ela preparar esse radical nos verbos ela também indica a conjugação a que pertence o verbo como eu já expliquei para você veja os verbos podem pertencer à primeira conjugação então eles terão o a na
sua forma infinitiva vejo falar também podem ter o e e aí eles todos que terminem em e não é vão pertencer à segunda conjugação que é o caso por exemplo do beber não é assim como aqueles que tiverem o i Olha lá partir e todos os outros que tiverem esse I pertencem à terceira conjugação Então são modelos de conjugação diferentes certo é isso nós temos três tipos de conjugações da nossa língua aí você deve estar se perguntando ass sen Lucian Mas por que que o por está aí porque o verbo P Originalmente era o verbo
poer e ele perdeu esse e tanto que ele recebeu esse acento aqui que que é para ele ficar diferente da preposição por lembra-se disso quando é sem acento é preposição quando recebe o acento é verbo a ele era poer E aí todos os derivados dele também teriam esse poer que eu quero dizer com isso o verbo compor é derivado do P Então veja que eu acrescento o prefixo não é ao ao verbo Por que era porer que que aconteceu vamos lá de novo repetindo virou P perdeu o e não perdeu tá ele virou o p
Então os seus derivados também só que aí os derivados não precisam do acento porque eles não são iguais à preposição por essa é uma confusão que muita gente faz o verbo por tem para ficar diferente da preposição os que nascem dele portanto os derivados dele não é é isso que eu quero dizer com derivados aí os verbos que nascem do verbo P compor repor propor etc não é não terão acento porque não tem de ser diferenciados da preposição entendido bom isso é no que diz respeito aos verbos aí eu coloquei para você um esclarecimento aqui
nos nomes ou seja aquilo que não é verbo não é São vogais temáticas o a o e e o o Como que você sabe que o a e o são vogais temáticas e não especialmente o a e o o Né não são desinência de de gênero feminino e masculino É simples essas vogais temáticas nos nomes vão aparecer em nomes como esse aqui rosa rosa tem o a no final Mas qual é o masculino dela não existe porque esse a é uma vogal temática e não uma desinência de gênero livro Qual é o feminino de livro
livra não não existe então se não tem a outra versão é porque esse o e esse a não são desinências de gênero mas sim vogais temáticas assim como é a palavra ponte que não existe altera ação do gênero de ponte também não existe a ponta o ponto existe mas muda não é mais a ponte tudo bem se um nome qualquer terminar com outra letra que não seja a e o então ele é at temático ou seja ele não tem a vogal temática e o tema O que significa esse morfema o tema acontece quando você tem
um radical e a esse radical você soma a vogal temática então Observe cantamos lembra que cant é o radical mos é a desinência número pessoal dele veja que esse a foi mantido e é na verdade esse azinho aqui certo e aí o que aconteceu esse radical mais essa vogal temática formaram aquilo que nós chamamos de tema Maravilha bom entendido isso Você agora está preparado preparada para assistir a parte dois deste tema não é porque agora a gente vai agora que a gente entendeu as partes que constituem a palavra a gente vai poder estudar com mais
tranquilidade os processos de formação das palavras Tá certo então até daqui a pouquinho