Oi bom dia pessoal dando continuidade a nossas aulas sobre os antimicrobianos na aula de hoje vamos iniciar as discussões sobre os fármacos antibacterianos começando pelos fármacos inibidores da biossíntese da parede celular na aula passada eu já Adiantei é que apareceu lá ele é constituída de peptideoglicano se eles são os tijolinhas são as unidades formadoras da parede celular então como se fosse o tijolinho que a gente usa Para que a bactéria usa para montar aparelho celular esse perfil de um clicando eles são formados por cadeias dissacarídeo cascas que são ligadas entre si através de ponte peptídicas
gente vai ver direitinho próximos slides como é que isso acontece esses dissacarídeos que constituem os prejudicando são dois sacarídeos diferentes são esses dois aqui ó o n-acetil-d-glucosamina e o ácido n-acetilmurâmico são os dois Os açúcares que forma um peptídeo glicano e como já Adiantei aparelho celular com confere alta resistência física a alta os molaridade intracelular da bactéria tão sabe se a parede celular da bactéria for lesada a célula bacteriana acaba sofrendo lisas e devido à sua alta osmolalidade aqui a gente tem a diferença da parede celular que a gente observa nas bactérias gram-positivas aqui do
lado a e aqui do lado é do lado da esquerda e bactérias Gram-positivas do lado da direita as bactérias gram-negativas qual é a diferença estrutural entre essas bactérias que observa claramente que as bactérias gram-positivas ela apresenta apenas uma membrana plasmática a e do lado de fora da membrana plasmática contornando a bactéria a gente tem a parede celular constituída pelos petistas brincando é uma parede celular bem espessa como a gente pode observar no esquema da figura já as Bactérias gram-negativas são mais complexas elas também apresentam uma membrana intracelular em volta dessa membrana entre seu lá apresenta
uma a parede celular constituída de glicanos mas a gente vê que era um aparelho celular mais fina não é tão grossa quando ela pode estragar positiva e essa bactéria ela apresenta uma segunda membrana plasmática que a membrana plasmática é externa Então essa daqui é a membrana plasmática interna e aqui a Gente tem membrana plasmática externa a gente vê que é uma bactéria com uma uma composição mais complexa tem duas membranas plasmáticas E no meio a gente tem a parede celular e nesse caso e lá tá localizada no espaço que me chama de espaço periplasmático em
entre as duas membranas plasmáticas porque as bactérias aqui são gram-positivas e a selecção gram-negativas muito simples a coloração gram tem afinidade justamente com a parede celular ela corre aparelho De celular como a bactéria gram positiva ela não tem uma membrana externa a parede celular fica totalmente exposta Então quando você faz a coloração de gram essa coloração a se liga parei de celular e quando você faz a lavagem da lâmina aquela coloração que ficou fixada aqui na parede celular vai cobrar a minha célula já a célula gram-negativa corante Gran não é permeável essa membrana plasmática externa
então repetir debicando ele se torna Inacessível ao corante de Grand por conta disso quando você lava a lâmina para tirar o excesso e como corante ele não conseguiu se ligar a parede celular ele vai ser carregado todo junto no processo de lavagem E aí quando você termina o processo de lavagem você vai observar que não ocorre a coloração de gram por isso a bactéria gram-negativa o corante não se fixa na parede celular já visto que ele não consegue alcançar a parede Celular ainda olhando para essa figura a gente detecta esses desenhos aqui no esquema que
parece o Pacman come-come já ilustrando às beta-lactamases que vão ser justamente aquelas enzimas que algumas bactérias produzem e liberam que vão ser responsável por causar degradação dos antibióticos betalactâmicos e a gente vai ver que os antibióticos betalactâmicos são inibidores da síntese da parede celular então bactérias que expressam as enzimas Beta-lactamases acabam tendo a resistência aos antibióticos betalactâmicos a gente vê que tanto bactérias gram-positivas quanto bactérias gram-negativas também expressam beta-lactamases E essas vacas beta-lactamases bactérias gram-negativas vão estar justamente no espaço periplasmático que é onde tá a parede celular e a gente observa também que essa parede
celular da bactéria gram positiva ela é Muito mais exposta como ela não tem uma membrana plasmática extracelular essa parede são ela fica mais exposta por isso os inibidores da síntese da parede celular de uma forma geral são mais eficazes contra bactérias gram-positivas que eles não têm dificuldade de acessar o seu alvo e já as bactérias gram-negativas para que o inibidor da síntese parede celular consiga inibe a síntese dessa da parede celular é importante que esse Antibiótico atravesse a membrana plasmática externa e alcance o espaço periplasmático Então ela tem uma barreira adicional e essa barreira adicional
faz com que muitos fármacos muitos antibióticos que inibem a síntese da parede celular não funciona em em bactérias gram-negativas essas moléculas acabam precisando é ou de um transportador ou então passar por canais como por exemplo canais de essas Purina nessas aquaporinas canais de água e aí Os antibióticos pegam carona junto com a água e consegue atravessar por esses canais caso contrário vocês não conseguiram atravessar para ficar mais eu não tiverem transportadores que façam transporte dele atravessa a membrana o plasmática externa o inibidor da síntese da parede celular e acaba não funcionando contra bactérias gram-negativas e
aqui também na membrana celular interna a gente vê destacado essa Proteína aqui que é a ppb ela vai estar nas duas células tanto da gra positiva quanto negativa essa é uma sigla em inglês para proteína ligadora de penicilina essa proteína a gente vai ver que ela é uma proteína com a atividade enzimática Na verdade uma enzima ela tem dupla atividade enzimática e essa atividade enzimática está diretamente relacionada com a síntese da parede celular e a gente vai ver que essa proteína que é o alvo farmacológico dos Antibióticos betalactâmicos que a gente já de áudio citou
algumas vezes as penicilinas é um são um exemplo de antibióticos beta-lactâmicos o primeiro antibiótico escrito nessa classe por isso a sua proteína alvo né Protein Now Foods beta-lactamico recebeu esse nome proteína ligado G1 e aqui a gente tem um esquema de um peptídeo glicano sendo montado eu como a gente já discutido anteriormente a esse Perfil de Porto e cano ele é constituído de dois açucas que aqui a gente tem o ácido n-acetilmurâmico e ligado junto com aço com um outro açúcar que é o n-acetilglicosamina i i aê se Astro aí né sente murâmico a gente
vai ter uma cadeia de aminoácidos ligado e a essa cadeia de aminoácidos a gente vai ter uma cadeia eu disse 5 aminoácidos cinco é tenta Petit dica ligados para fazer a ligação cruzada ligação peptídica cruzada que se A gente observar na montagem desse dessa parede celular a gente observa que eu tenho aqui uma unidade de um peptídeo glicano porque como eu já falei a unidade do que tipo de cano é justamente o ácido n-acetilmurâmico que é esse n a n a junto com a sua cadeia peptídica EA cadeia de ligação cruzada ligado ao n-acetilglicosamina Então
essas essa essas duas moléculas formam o meu tijolinho E aí esse tijolinho vai sendo colocado uma ao lado do outro olhar Observar o tem aqui ó é o acidente murâmico eu É nesse tipo de coisa minha né então eu tenho outro eu fiz brincando aqui aqui de novo ácido n-acetilmurâmico n e É nesse tipo de coisa mesmo então o outro eu te brincando e aqui eu tenho outro fique publicando esse peptideoglicano e vão sendo montado de cola coloca sendo colocados no lado do outro e além de formar uma camada sendo Colocado um ao lado do
outro eles depois são colocados de maneira a formar multicamadas Ou seja que eu tenho de novo um pedido clicando junto a outra tive clicando ligado a outra tive clicando sempre no mesmo sentido na horizontal formando uma nova camada e por fim é que uma terceira camada também que prejudicamos e para garantir que ele de aquela resistência aquela alta resistência a altas molaridade o do meio intracelular não basta que eu Tenho várias camadas uma ligada ao lado da outra é importante que ocorra ligações cruzadas entre uma camada e outra quem faz a ligação cruzada entre uma
camada de peptideoglicano com outra camada que eu tive bicama é justamente as ligações cruzadas de peptídeo que estão aqui montadas por ilustradas por essas Pontes linhas azuis então elas são as pontes ligações cruzadas então ele tá ligando e é sempre assim ó um uma camada vai estar ligada a outra sempre entre os Ácidos n-acetilmuramico então o ácido n-acetilmurâmico de uma camada vai se ligar ao asta É nesse tio Moran mico de uma outra camada através da minha ligação cruzada de peptídeo aqui é a mesma coisa um acidente morango ligado a um outro acidente Moran mico
de uma outra camada é através de uma ligação cruzada dept com essa é a estrutura de montagem do meu da minha parede celular eu tenho pedido de brincando que são montados em Camadas e depois essas camadas são interligadas entre si através de uma ligação peptídica cruzada entre duas moléculas de ácido n-acetilmurâmico e vamos continuar ilustrando aqui acho que aqui fica mais fácil da gente identificar o nosso tempo de brincando Então eu tenho aqui ó a n-acetilglicosamina né que é um açúcar ligada ao lado dele eu tenho aqui nesse isso murâmico que é o outro açúcar
e saindo desse ácido n-acetilmurâmico eu Tenho a minha cadeia de pentapeptide aqui formado pela alanina ácido glutâmico ácido mesmo de a minuto médico e a d-alanina que a gente vai ver que durante o processo de síntese de peptidoglicano a gente vai ter duas de lâminas vai servir Elaine de alanina E aí fecha os cinco peptides aqui já tá mostrando apenas quatro vocês vão entender mais para frente porque aqui só tá mostrando quatro mas na síntese do perfil clicando ainda teria mais uma uma Outra dela ainda aqui embaixo é essa daqui é a minha unidade formadora
da apareceu lá é o meu perfil brincando se eu fosse ligar um outro tecido clicando ao lado desse tempo de Beckham que eu ligaria aqui ó ao lado desse ácido n-acetilmurâmico eu iria ligar um as um n-acetilglicosamina Então essa estrutura aqui ela ficaria ligadinha aqui do lado essa ligação lateral aqui é responsável por formar a camada o que a gente vai ver que aponte a Ligação é que fica cruzada ela sai a partir dessa cadeia peptídica e aqui do lado a gente consegue enxergar isso melhor eu tenho aqui ó o Emerson glicosamina é o g
e o Ácido é né sentiu murâmico que o Enem então aqui eu tenho meu peptideoglicano daqui tá saindo minha cadeia peptídica E se eu fosse continuar aqui na lateral formando a minha camada de pedir brincando em trailer de novo um É nesse tipo de coisa menina aí aqui do lado Entraria um acidente acetilmurâmico e de novo nesse tipo de coisa menina e um ato ilícito morando aqui assim em diante para gente formar a nossa camada E aí para eu aqui eu tenho outro peptídeo glicano formando uma outra camada e aqui a gente tem a ilustração
da ligação cruzada da ligação peptídica cruzada a gente vê aqui a minha cadeia peptídica de glicina que é nesse outro esquema aqui essa cadeia azul a minha ligação peptídica cruzado e na Cadeia azul ó e aqui eu tenho a minha cadeia Verde Zinho aqui ó que a cadeia lateral até tapete a e aqui ela já tá tetrapeptidica também a gente vai ver que na síntese tem uma outra dela a Nina aqui então antes é antes de chegar nessa etapa aqui na verdade ela é uma cadeia tenta peptídica quando ocorre a ligação essa ponte internet interpret
dica aqui que essa ligação cruzada é que ela se torna uma Cadeia até terapêutica Então essa daqui a minha molécula do ácido americano e é dessa forma que a gente monta em aparelho celular que aí quando eu olho a tem um exemplo aqui ó a camada se a gente olha essa camada eu vou sempre ter intercalando a 1 m que nesse esquema aqui é o acidente acetilmurâmico ao lado do M eu tenho 1 g em né sentiu glicosamina E aí assim vai em diante olhem MG MG MG aqui eu tô formando a camada com que
eu tenho outra camada Aqui eu tenho outra camada e assim por diante e em três camadas eu tenho as ligações Oi o reptik cruzadas essas ligações peptídicas cruzadas É sempre entre um ácido n-acetilmurâmico com outro acidente em nesse diurético como está esquematizado na figura aqui embaixo o título já diz Cutia e essa ligação que a gente observa do ácido n-acetilglicosamina com ácido N-acetilmurâmico essa ligação lateral que vai formar camada a gente chama de transglicosilação tá ligando uma o açúcar com outro por isso o nome transglicosilação é a ligação entre no Astra em acetilmurâmico com n-acetilglicosamina
já a ligação cruzada que acontece entre um acidente esse timoran mico e o outro acidente este morango de uma outra camada a gente chama de transpeptidação que tá fazendo uma ligação entre duas cadeias Peptídicas a ligação peptídica cruzada daí eu termo transpeptidação é importante a gente se conhecer esses conselhos que a gente vai ver que tem Farma Por que atua inibindo a transglicosilação como por exemplo a vancomicina a vancomicina inibiu a síntese de parede celular ao MBA transglicosilação já os pé tá lactâmicos que vai ser a primeira classe que a gente vai discutir inibe a
síntese da parede celular por inibe a Transpeptidação e aqui a gente tem um esquema de como que ocorre a síntese dessa unidade formadora da parede celular que é o peptídeo glicano até a tua mão a sua montagem final no meio extra-celular e também a gente vai ver a indicação do mecanismo de ação dos principais classes de antibióticos assim desenhar começa a partir do ácido n-acetilmurâmico no início esse o DP ácido n-acetilmurâmico ele tá ligado apenas três aminoácidos na Cadeia lateral Cadê pisca lateral dele tem apenas três aminoácidos Então a primeira etapa para formar o pedido
de cano é incorporar mais dois aminoácidos nessa cadeia esses dois aminoácidos é um dipeptídeo de Della Nina então é dela a Nina mais de a lâmina E aí esse dipeptide Della Nina é incorporado à essa cadeia peptídica lateral do acidente murâmico a informação do udp-n-acetylglucosamine mico com a cadeia lateral com 5pç nesse Momento esse o DP ele ganha afinidade a proteína transportadora do perfil bricano que essa molécula que é uma molécula bem grande e pinte que tem na membrana plasmática que o lipídios e 55 essa molécula ela quando está disponível para fazer o transporte ela
se encontra mono fosforera lada e no momento em que o dp.no DP Astro n-acetilmuramico se liga nessa proteína ela vai fosforilar essa proteína então a gente vê que aquela tá amor não foi formulada quando O DP Astro é Nascente morango se liga nela ela sofre uma fosforilação né então agora ela Tab for gelada Oi e o udp vira o NP então ele deixa de ser o DP agora ele é se transformou de fato no as tendências de morango Esse é a Selene acetilmurâmico em seguida que tá ligado a proteína transportadora vai ser incorporado ao n-acetilglicosamina
que é o outro açúcar que que é que compõem a unidade formadora do ano peptidioglicano aí nesse momento ele se É ligado é esse n-acetilglicosamina é ligado ao ácido n-acetilmurâmico e aqui a gente tem a o meu perfil clicando quase formado E para finalizar a síntese dos peptidoglicanos Falta só incorporar o resíduo de cinco glicinas de 5 aminoácidos glicina esse resíduo de 5 aminoácidos glicina ele sempre é incorporado no terceiro aminoácido da cadeia lateral péptica e quando tem essa estrutura aqui ó N-acetilglicosamina né ligado ao assinar nesse tio Moran mico com a cadeia peptídica lateral
formado por cinco aminoácidos e nesse terceiro aminoácido da cadeia peptídica eu tiver o meu resíduo de cinco piscinas ligado ele nesse momento eu tenho meu peptideoglicano totalmente formado e aí é um momento em que o transportador de lipídios e 55 ele muda de lado da membrana plasmática e vai para o meio extra-celular e nesse meio extracelula Ele disponibiliza esse peptideoglicano para sofrer o processo de transglicosilação então no processo de transferir coisa relação eu vou colocar esse preto debicando ao lado de outro pediu clicando para garantir a continuidade da formação daquela camada da mim o Olá
Além disso também vai ocorrer o processo de transpeptidação o processo de transpiração é o processo em que ocorre a ligação cruzada onde a minha Cadeia de meus meus resíduos de glicina de 5 piscinas aqui é a minha cadeia azulzinha vai se ligar é entre o ácido n-acetilmurâmico de uma camada com a Cida né sentiu murâmico de outra camada É nesse processo de transgênicos relação que ocorre a Hidrólise da nessa última a lâmina que compõem a cadeia peptídica lateral Então esse último aminoácido ele sai tem que pode ver aqui ó um dois três quatro esse último
aminoácido que seria o quinto ele sai início querer sai esse Resíduo de glicina da minha cadeia de A Cruzada vai se ligar a minha cadeia lateral da outra camada Ok então nesse processo a gente tem a montagem da minha parede celular sendo a transmil congelação processo em que eu coloco um perfil do clicando ao lado do outro formando uma camada e a transpeptidação processo em que eu faço a ligação entre o ácido n-acetilmurâmico de uma camada com o ácido n-acetilmurâmico de outra camada através do resíduos de glicina Que estão conectados nas cadeias peptídicas laterais e
cada uma dessas moléculas então isso gera a ligação entre camadas com a ciclosporina que é um antibiótico capaz de inibir a síntese da parede celular a gente vai ter mais para frente com o exatamente os pormenores em relações entre biótico ele vai promover inibição da síntese da parede celular justamente porque ele impede a incorporação desse dipeptídeo de a Lâmina de alanina para formar o udp ácido n-acetilmurâmico e dessa forma ele acaba inibindo a síntese do meu perfil de publicano e já vão como ensina como eu já Adiantei para vocês ela vai inibir o processo de
transglicosilação Então ela impede que esse peptideoglicano que acabou de ser montado e foi transportado para o meio extra-celular ele seja ligado no lateralmente a um outro peptideoglicano para dar continuidade na síntese da Camada da minha parede celular e os antibióticos beta-lactâmicos como por exemplo as penicilinas e cefalosporinas os monobactamicos de carbapênicos eles vão inibir o processo de transpeptidação então ele pede inibem a ligação cruzada entre os astros em acetilmurâmico de um peptídeo glicano de uma camada com peptídeo glicano de outra camada Ah e por fim a bacitracina ela impede o processo de desfosforilação do Transportador
de publicano que como a gente viu esse transportador quando ele tá disponível para se ligar a um DP mora minha de petijo ele tá moro fosforilado mas quando ele se liga essa molécula ele sofre aqui uma fosforilação se torna be fosforilado E aí ele continua bestas foram lado ao longo de todo o processo até que ele libera esse perfil clicando no meio extra-celular e aí ele continua be fosforilado ele precisa nesse momento ser desde fosforera lado não perder um Grupamento fatídico para voltar a ser monofur e lado e se tornar disponível para fazer o transporte
né síntese e transporte de uma nova molécula de peptídeo glicano a bacitracina ela inibe a enzima responsável catalisar esta reação de desfosforilação o transportador não é desse fosforilado EA gente se torna indisponível esse esse transportadora está indisponível você também inibe a síntese da parede celular então esses são os principais fármacos Inibidores da síntese da apareceu lá que a gente vai discutir na aula de hoje bom então aqui de novo né esses fármacos beta-lactâmicos entre eles a gente pode citar as penicilinas e cefalosporinas de carbapênicos monobactamicos a ser foi me ensina os inibidores da Beta lactamase
que é muito importante eles não são antibióticos mas são fármacos que a gente costuma associar aos betalactâmicos para reverter a o mecanismo de resistência a esses Antibióticos através da enzimas beta-lactamases a gente vai falar mais para frente vamos falar também de forma que os glicopeptídeos são a vancomicina é a ter companhia na como a gente já gravou como Ensina ele é um inibidor da transglicosilação vão falar um pouquinho também sobre a se Trace na e a ciclosporina que a gente viu que interfere na síntese da parede celular em outros pontos mas vamos pormenores que fica
mais fácil Vamos começar Falando dos Beta lactâmicos Beta lactâmicos é a ver é um conjunto que reúne algumas famílias de Antibiótico são as penicilinas e cefalosporinas os monobactamicos os carbapênicos todos esses fármacos a gente vai ver que eles fazem exatamente a mesma coisa mecanismo de ação é exatamente o mesmo eles virem a transferir te dá são na lá naquela ligação cruzada entre o ácido n-acetilmurâmico de uma camada com as Pernas it morango de outra camada da parede celular é o que diferencia entre eles é o núcleo é estrutura química o núcleo da estrutura química de
cada uma das moléculas em comum todas elas têm esse anel que o anel beta-lactâmico que é fundamental para o efeito biológico dessas moléculas as penicilinas ela tem um núcleo penicilina Oi gente olha para o cefalosporina a gente vê que esse número esse anel é um Pouquinho diferente do anel da penicilina o mono monobactamicos recebe esse nome porque eles não tem esse esse segundo anel ele apresenta apenas o Anel betalactâmico e o monocapa térmico a gente também vê que ele tem uma um anel diferente do anel da penicilina e da cefalosporina Então essa classificação aqui é
dada de acordo com a característica química de cada uma dessas moléculas a gente já discutiu que um dos mecanismos de resistência a esses Fármacos betalactâmicos é justamente a expressão de uma enzima chamada beta-lactamases que algumas bactérias conseguem sintetizar e ela sintetizar essa enzima essa enzima ela vai atuar sobre o Anel betalactâmico e nesse processo ela leva a abertura desse anel beta-lactâmico E aí ao levar essa abertura do Anel betalactâmico se você tem a perda da atividade biológica desses antibióticos as penicilinas e cefalosporinas elas são Bem sensíveis às beta-lactamases já o núcleo já os monobactamicos são
altamente resistente assim como os carbapênicos Então são fármacos antibióticos mais recentes e que tem uma menor incidência de resistência à por conta da enzimas beta-lactamases é como a gente quer discutiu anteriormente mecanismo de ação dos betalactâmicos corresponde inibir a transpeptidação então só para relembrar aqui eu tenho meu as tem nesse timoran Mico a minha cadeia de lateral 15 aminoácidos Lembrando que esses dois últimos aqui são de alanina e aqui mais simples resíduos de de glicina que tá ligado no meu terceiro aminoácido na minha cadeia lateral o que é que eu tenho outro acetilmuramico e a
mesma estrutura Lembrando que a ligação cruzada acontece sempre entre dois ácidos entre n-acetilmuramico se de camadas distintas então aqui é uma camada esse que seria Outra camada como é que ocorre esse processo de transgênicos relação existe uma enzima que é uma transpeptidase que nada mais é do que a proteína ligadora de penicilina essa enzima o que que ela faz ela vai levar ela vai quebrar essa ligação entre essa Della Nina com a última ele entre a ligação entre esses último esses dois últimos resíduos de Della Nina com isso vai liberar uma Della Nina Oi e
essa Della Nina que ficou Correspondente sendo o quarto aminoácido a cadeia lateral Essa d-alanina ela vai se ligar ao resíduo de glicina fechando então a ligação entre a cadeia entre uma camada com outra camada de tecido de canto com esse processo se chama de transpeptidação então eu vou quebrar a ligação entre as duas últimas moléculas de Della Nina e essa Della Nina que ficou sendo a última agora a quarta o quarto aminoácido a cadeia lateral vai ligar com resíduo de Cristina quando Nosso do resíduo de Cristina só que a gente tem aqui ó essa Della
Nina aqui seria essa dela menina aqui gente vê que essa dela a Nina agora tá ligado com o resumo de Cristina Adelane agora está ligado por exemplo de glicina então aqui a gente tem a minha Nossa ligação cruzada quem catalisa essa Essa é a transpeptidase Então pessoal os betalactâmicos eles são fármacos que se ligam nessa proteína ligadora de penicilina mas tem afinidade essa Proteína e aos Ligar nessa proteína eles inibem a atividade catalítica de transpeptidação E aí consequentemente você não tem mais a transpeptidação essa ligação cruzada entre cadeias não acontece e você leva a inibição
da síntese da parede celular esses laje também tá mostrando esse mesmo mecanismo de ação dos betalactâmicos uma figura diferente a tentar facilitar sua compreensão então aqui eu tenho meu meu peptideoglicana que eu tenho uma camada Aqui eu tenho outra camada e eu tenho aqui ó o meu acidente acetilmuramico esse aqui é o É nesse tipo de coisa minha né é né sentiu Moran mico É nesse tipo de coisa Mini é simples assim por diante a gente pode ver que o açúcar nesse timoran mico que é o que tem a cadeia lateral ele vai fazer a
ligação cruzada com a cadeia lateral de outro acidente morango que tá em outra camada através da minha ponte de glicina de resíduos de glicina onde a Glicina vai sair de um de um dos acetilmurâmico ele vai sair do terceiro aminoácido e ele vai se ligar no quarto aminoácido de Alana Della Nina porque né Lembrando que tinha um outro aminoácido dela nem Mas no processo de transmissões relação E se eu terminar o Astro cai fora Para que ocorra essa ligação Então esse processo que a gente tá vendo aqui ó essa proteína aqui é minha proteína ligadora
de penicilina Vale ressaltar que ela é uma proteína grandona E ela tem dois sítios catalíticos e se a porção dela aqui é o sítio catalítico responsável por fazer a transpiração então o que que ela vai fazer aqui ó ela vai te levar a ligação entre esses dois últimos aminoácidos são Della Nina Della Nina esse último aminoácido de Della Nina vai sair fora e essa cadeia de glicina aqui ó vai se ligar com esse aminoácido Della Nina para formar uma ligação exatamente igual essa daqui Quem faz isso é a porção transpeptidase da Minha proteínas ligadoras de
penicilina mas essa mesma proteína ela tem uma outra porção que tem uma atividade catalítica diferente que atividade catalítica de transglicosilação é justamente a capacidade de pegar né que eu tenho o meu potinho de brincando ele vai ligar esse esse acidente sítio murâmico aqui a esse outro açúcar aqui ó o n que coisa menina então a ligação ela é açúcar com açúcar tá ajudando a montar Essa camada Quem é essa ligação é aquela que a gente chama de transglicosilação também é a proteína ligadora de penicilina que faz essa transmito oscilação A diferença é que os fármacos
betalactâmicos eles vão tem afinidade por essa porção dessa proteína que é a porção pra atividade de transpiração por isso que esses fármacos unirem a transpeptidação mas não interferem com a transglicosilação isso não é problema nenhum porque ao inibir a transpiração Ele já inibe a síntese da parede celular a gente vai ver que a vancomicina ela acaba se devido ao ponto que ela se liga ela vai acabar interferindo na função de transglicosilação dessa proteína mas isso a gente vai ver em alguns slides para frente e por fim o pessoal como a gente tem a inibição da
síntese da parede celular como a gente já falou devido à alta hoje molaridade intracelular desses bactérias essas bactérias perdem a resistência Física que é promovida pela parede celular e consequentemente elas vão sofrer Elise aqui a gente tem um exemplo de uma fotografia de uma Lisa e causado de uma bactéria causada pela penicilina e aqui a alise de enterobactérias do enterobacter também causado por inibidores da síntese de parede celular também da penicilina então que a gente tem a morfologia normal desses bactérias e aqui das bactérias mortas aqui é a mesma coisa só que da histeria que
Acolhe e o efeito de lise promovido pela cefalosporina que também é um fármaco beta-lactamico ou seja também vai inibir a síntese de parede celular por inibir a transpeptidação a morfologia normal e a morfologia as células que morreram Olá pessoal eu sei que é um pouco complicado a gente visualizar esses mecanismos de ação nessa síntese da parede celular é um pouco complicado a gente ter uma visualização de tudo isso Que eu falei então eu trouxe esse vídeozinho aqui que eu vou apresentar para vocês para tentar dar uma visão mais dinâmica de tudo isso que a gente
discutiu até agora eu vou dar o play aqui Vou fazer alguns comentários então aqui eu tempo citoplasma da bactéria a membrana plasmática no caso que ser uma bactéria gram positiva Então ela só tem uma membrana plasmática e aqui é o meu Perry plasma que onde eu voltei a formação da minha a parede celular Bom e como a gente foi discutido ao longo da aula essa minha parede celular ela vai ser formado por dois açúcares o ácido n-acetilmurâmico por que que eu sei que esse aqui eu acho que ele sente morango porque eu tô vendo a
cadeia de peptídeos a cadeia lateral defectivo estarem o dele bom então eu já sei que isso aqui é o n-acetilglicosamina e a ligação eu também tô vendo aqui a ligação de um acidente Moran mico com outro ácido N-acetilmurâmico de uma outra cadeia de peptídeos brincando através da ponte de glicina interligados pelas cadeias laterais E essas ligações que observa aqui ó esse acidente morango com esse n glicosamina aqui é a ligação que a gente chama de transglicosilação que ligação de Açúcar com açúcar e essa aqui ó a ligação peptídica que acontece entre um acidente morango de
uma camada com as penas estimulante outra camada a gente chama Essa ligação aqui de transpeptidação na verdade a gente vai ver na no vídeo esse aqui é o alvo farmacológico que dá os fármacos são betalactâmico então como eu falei Esse é o ácido n-acetilmurâmico esse alguém né sentiu glicosamina a cadeia lateral e aminoácidos que faz a ligação cruzada entre uma cadeia um perfil de brincamos e outra Cadê ele te explicando e assim fizeram ocorrem no meio intracelular a gente já viu lá você vai Ter formação do ácido n-acetilmurâmico também né sentiu glicosamina ao assim você
tinha morango bom ser incorporados os 5 aminoácidos Lembrando que os dois últimos são dela ainda com Della Nina então eles vão se fundiam entre si aí eles vão ser transportados pelo transportador de glicose 55 transportador lipídico 55 para o meio extra-celular uma mestra celular eu tenho a ligação do tipo transglicosilação vou voltar um Pouquinho aqui para ficar eles fica bem claro para vocês aqui ó transglicosilação eu tô ligando um peptídeo glicano ao lado de outro peptídeo glicano para poder formar minha camada Então essa é a transglicosilação E agora tem a transpeptidação que vai ser a
ligação cruzada entre as tendências de morango de uma camada com as pernas estimula mico de outra camada o PT da ação é uma reação catalisada pela transferir cidade que a proteína Ligadora de penicilina a gente já viu que na verdade essa proteína é bem grande e ela vai catalisar não só transpeptidação mas também a transigir com os relação começa esse vídeo aqui tá falando sobre os betalactâmicos ele vai dar um foco maior para essa ação de transpeptidação da proteína ligadora de penicilina então é essa daqui ó é o alvo farmacológico dos betalactâmicos e tu achou
da o play aqui pra gente continuar E essa enzima então ela vai catalisar a reação que permite essa ligação cruzada a gente vai ver aqui sai a Della Nina que é o último aminoácido e faz a ligação através da cadeia de resíduos de glicina dá para você fechar essa ligação cruzada entre um ácido n-acetilmurâmico e o outro de uma camada diferente então aqui eu tenho a minha síntese da minha parede celular qual que é o mecanismo de ação dos betalactâmicos então aqui a gente Deve olhar para os beta-lactâmicos esse aqui ó é o anel beta-lactâmico
que a gente já discutiu sobre eles a gente vai ver que esse Farma com ele tem afinidade com a enzima ligadoras de penicilina ele se liga nessa enzima que é responsável por catalisar a transpiração a ela se ligou e ela não tá permitindo que as enzima realize a transpiração se você não faz a transpeptidação você ainda síntese da parede celular inibiu a síntese da parede celular devido à alta Pressão osmótica entre celular você a tenho alísio rompimento dessa dessa desse microrganismo Oi e aí Obviamente você tem a morte dessa bactéria aquele vai falar um pouquinho
sobre a o mecanismo de resistência bacteriana tão que ele tá falando aqui que a susceptibilidade da bactéria aqui eu tenho uma bactéria resistente do lado direito a que eu tenho uma bactérias receptiva do lado esquerdo essa bactéria resistente ela Tem aqui o no material genético que codifica os genes que garantem essa resistência Nossa que seria uma bactéria doadora e ela vai vai transferir de alguma forma esse esse material genético para bactéria receptora e a partir do momento que isso acontece essa bactéria receptora volta passa a ser também uma bactéria resistente e aqui a gente já
discutiu na nossa aula né o que ele vai tomar vai dar aquele Exemplo em que a bactéria rompe morre e a outra bactéria vai captar do meio extra-celular por endocitose esse aqui é o mecanismo menos importante do ponto de vista Clínico ele é o que menos acontece mas é possível de acontecer Oi e aí ele vai fazer essa transformação é homóloga né de um dia para o outro e aí a essa bactéria que recebeu esse material genético da outra bactéria resistente a partir de agora ela é resistente também aí né vai tem Diferente mecanismo de
resistência a gente vai discutir ao longo da aula aqui nesse exemplo ele deu um exemplo de ó vocês notaram antes a bactéria que eu voltar aqui para gente ver ó essa daqui seria a minha proteína ligadora de penicilina normal mas aí como a minha bactéria recebi um gênio o que resistência de uma outra bactéria esse Gene de resistência a uma mutação que altera essa minha proteína de ligação da penicilina a a a enzima ela Vai continuar funcionando normalmente atividade catalítica dela continua a mesma mas essa alteração que a gente vai observar ó alterou a molécula
essa alteração faz com que o fármaco beta-lactamico perca afinidade ele não consegue mais se ligar a essa enzima Então essa alteração pontual faz com que o Beta lactamico perca afinidade com seu alvo farmacológico consequentemente ele não consegue mais inibir a enzima e aí em cima vai conseguir realizar a sua Ação catalítica de trans pectização normalmente Então a partir desse momento esse essa bactéria passa a ser resistente aos betalactâmicos então isso aqui é um exemplo de um mecanismo de resistência vale vai falar aqui de um um exemplo de um mecanismo de resistência Oi aqui é aquele
processo em que uma um fármaco uma bactéria doadora vai por conjugação formar um poro contato contato entre uma bactéria outra e ela Vai transmitir um plasmídeo contendo esse material genético responsável pelo mecanismo de resistência e uma vez que ela doa esse plasmídeo essa bactéria sensível passo a ser resistente naquele mecanismo de conjugação você que é que ele mais importante do ponto de vista clínico é uma vez dentro da bactéria nova ele vai começar a se ativado que o senhor já entra escrito nesse caso ele tá dando exemplo de uma bactéria que antes ela Não não
produzia enzimas beta-lactamases e agora depois desse processo de conjugação ela começou a sintetizar enzimas betalactamases como a gente já viu essa enzimas beta-lactamases ela vai levar a vai lavar arquivar o anel betalactâmico ela abre o anel betalactâmico do antibiótico e isso faz com que antibiótico perca sua atividade biológica Então a partir desse momento que agora essa bactéria começa a sintetizar e expressar essa enzima ela Vai ser capaz de metabolizar e degradar os antibióticos betalactâmicos e consequentemente ela passa a ser resistente ao antibiótico tá chegando a betalactamase vai lá abre o anel betalactâmico e agora o
meu antibiótico betalactâmico não tem mais afinidade a minha proteína ligadora de penicilina então ela não consegue mais inibir a transpeptidação a reação catalítica vai acontecer normalmente e o fármaco perdeu a sua Atividade biológica então aqui a gente tem só uma ilustração de tudo isso que eu falei até agora para ver se facilita um pouquinho a compreensão de vocês Tô voltando para nossa aula e como falar um pouquinho sobre as penicilinas penicilinas foram os primeiros fármacos protótipos dentro de betalactâmicos a gente tem as penicilinas naturais como por exemplo a penicilina g e a penicilina havia as
semi sintéticas que são modificações Estruturais dessas penicilinas naturais como por exemplo psilina Amoxicilina são fármacos que tem um espectro de ação mais limitados eles atuam principalmente sobre bactérias gram-positivas Apesar de que Amoxicilina e ampicilina Elas têm um até um aspecto de ação um pouco maior do que a penicilina g a penicilina G ela tem uma alimentação ela não pode ser administrada por via oral porque ela senão ela é degradada no pela acidez do estômago Então ela precisa ser Administrada por via parenteral Mas isso não não é verdade para todas as penicilinas existem penicilinas com por
exemplo e como por exemplo Amoxicilina que pode ser administrado por via oral e temos aqui a exemplo de outras penicilinas como a medicina que tem um espectro de ação bem maior à tona inclusive em bacilos em bactérias gram-negativas absorção das penicilinas ela é variável e como já Adiantei depende do PH do Estômago a dicloxacilina e Amoxicilina e ampicilina são bem absorvidos por que são estáveis no meio ácido então podem ser administrados numa bo e de uma forma geral as penicilinas tem a sua absorção afetada pelo alimento com exceção da Amoxicilina mas as demais devem ser
administradas uma duas horas antes ou depois das refeições de preferência antes para reduzir a possibilidade de interferência pela pela alimentação no processo de absorção Como Já Adiantei também a penicilina G ela é preferencialmente administrada por via intravenosa ela não pode ser administrado por via oral porque ela não é estava no PH ácido e a gente dá preferência para administração intravenosa porque quem já tomou injeção intramuscular de penicilina sabe o quanto penicilina irritante o quanto ela causa dor O que são moléculas polares por isso são bem distribuídas nos espaços Extracelulares e também por serem polares elas
não atravessa a barreira hematoencefálica então não atravessa esse BBB aqui pessoal é barreira hematoencefálica em inglês tá então elas não atravessa a barreira hematoencefálica e por conta disso Elas têm uma ação limitada mais sobre sistema nervoso central entretanto caso o paciente esteja sofrendo de meningite a meningite causa uma fragilização da barreira hematoencefálica E aí nessa Condição Clínica as penicilinas são capazes de atravessar a barreira hematoencefálica e por isso podem ser utilizados para o tratamento de alguns tipos de meningite bacteriana é o principal via de eliminação das penicilinas e através da Via renal Oi aqui é
só uma tabelinha Você sabe que eu gosto bastante de trazer tabelinhas para ajudar vocês estudarem então aqui a gente tem uma tabelinha mostrando sobre penicilina nas sobre a ação dessa vez Antibiótico a gente já viu ainda simples de careta lá ação principalmente bacteriostático umas pode também ter uma ação bactericida leve funciona melhor para gravar Quitéria de Gram positivas a gente já viu isso as bactérias gram-positivas elas não tem membrana plasmática externa então está prejudicando ficam mais expostos com mais acessíveis aos fármacos somente alguns tem ação sobre bactérias gram-negativas como Amoxicilina Ampicilina né isso acontece porque
esses fármacos apresentam capacidade de atravessar a membrana plasmática externa e aqui algumas considerações sobre via de administração sobre Distribuição e alguns exemplos de penicilinas e e aqui também é só uma tabelinha para vocês terem com uma fonte zinha de consulta e mais por questão de curiosidade algumas doses para cães para gatos para cavalos de algumas de alguns antibióticos na da piscina e amoxicilina Oi e aí a gente entra mas cefalosporinas cefalosporinas como a gente já adiantou promove efeito exatamente igual a penicilina sair também são betalactâmicos então nós também se ligam a proteínas ligadoras de penicilina
inibe a síntese da parede celular ao inibir o processo de transpiração E aí você falou urina elas são classificadas de acordo com a sua geração de produção sendo a primeira gerações mais antigas e as mais recentes As de 4ª geração então a gente tem quatro gerações esse aquelas porém disponíveis na clínica é o que a gente observou de melhoria em relação uma geração de uma geração para outra está relacionado ao espectro de ação Então as cefalosporinas de 1ª geração tinham efeitos muito limitados a bactérias gram-positivas então o espectro de ação bem curto já esse as
flores por e nascer segunda terceira e quarta geração passaram a ter um Espectro de ação mais amplo atual também bactérias gram-negativas aonde já foi um ganho muito significativo nessa cefalosporinas mais recentes uma outra característica que a gente observou de melhoria nessas cyclosporine mais recente é uma melhor característica farmacocinética onde essas moléculas passaram a ser mais capazes de atravessar a barreira hematoencefálica por exemplo as de terceira geração e segunda geração não atravessa a barreira Hematoencefálica mas ele terceira geração já têm a cidade mediana de atravessar a barreira hematoencefálica encontra de quarta geração tem uma boa capacidade
de atravessar a barreira hematoencefálica então a gente viu um aumento no espectro de ação as cefalosporinas de terceira e quarta geração são aquelas que tenham uma espécie de ação mais ampliado e a gente também viu uma melhora na farmacocinética onde hoje terceira Geração algumas conseguem atravessa parcialmente a membrana a barreira hematoencefálica e as de 4ª Geração de forma ainda mais eficiente e uma outra melhora está relacionada a sensibilidade às beta-lactamases são aquelas enzimas que causam a abertura do anel betalactâmico e levando a degradação da do da traquitana que sua perda de atividade biológica a gente
vê que esses antibióticos de segunda terceira e quarta geração são menos sensíveis às Beta-lactamases do que de primeira geração então e isso é cefalosporinas de última geração ela tem essas vantagens em relação aos anteriores elas são menos sensíveis às beta-lactamases Elas têm um espectro de ação mais amplificado e elas têm uma melhor distribuição pelo sistema nervoso central por serem mais capazes de atravessar a barreira hematoencefálica é um outro conjunto de fármacos Beta-lactâmicos importante como a gente assim anteriormente são os carbapênicos e os monobactamos como vantagem os carbapênicos de monobactamicos São muito resistente às beta-lactamases e
os carbapênicos eles também têm um espectro de ação amplo e já os monobactamicos como desvantagem ele tem espectro de ação mais reduzida de funciona muito bem para bactérias gram-negativas O imipenem que é um exemplo de um beta-lactâmico Carbapenêmico ele geralmente é formulado é ele as formulações que contêm antibióticos geralmente apresenta o também esse outro essa outra molécula aqui ó esse outro Farma a Cila estatina a Silas técnica é um inibidor de uma Petit das que tá lá no túbulo renal é importante é como administrar o Independente com essa selagem da Tina porque essa felicidade lá
no tubo renal ela degrada e ele metabolismo ipe né então se você quiser prolongar aumentar A sua eficácia o seu tempo de ação é importante associar as e Latina a esse fármaco o e os os monobactamicos como por exemplo a esse atronmaq ele tem conveniente ter ser administrado por via intravenosa ou intramuscular e não pode ser administrado por via oral então acaba sendo uma desvantagem desse fórmula e como falar um pouquinho sobre os mecanismos de resistência sobre aos Betalactâmicos a gente já falou então eu vou só citar e destacar aqueles que a gente ainda não
falou a a gente já viu lá no Vídeo que uma possibilidade é a mutação no seu Alvo na proteína ligadora de penicilina Então essa mutação Altera a conformação química dessa proteína desse em cima e aí o Beta lactamico ele perde afinidade ao seu alvo uma outra possibilidade é uma penetração reduzida do antibiótico a gente já viu que bactérias gram-negativas porque uma Membrana plasmática externa ela funciona como uma barreira biológica que dificulta que o Beta lactamico atravesse E alcance o espaço Perry faz macho que é onde a gente tem a síntese da parede celular é tão
a SAP membrana plasmática externa das bactérias gram-negativas é o principal fator que dificulta e da resistência a essas Panteras aos betalactâmicos o outro a gente já discutiu bastante Inclusive a gente de Um videozinho que a produção da enzima beta-lactamase tanto daquelas prepositivas quanto bactérias gram-negativas já viu com essas enzimas ela causa uma Lise no anel betalactâmico fazendo com que os antibióticos betalactâmicos percam sua atividade biológica é uma outra possibilidade é o aumento da expressão de bombas de fluxo da droga Então a gente viu vou até voltar um slide anterior a gente viu aqui nas Bactérias
gram-negativas que para que os betalactâmicos funcione eles precisam atravessar a membrana externa e alcançar o espaço periplasmático pesa as bactérias gram-negativas elas podem expressar transportadores né bombas de efluxo que fazem com que um antibiótico que porventura consiga atravessar nessa essa Pimenta Branca plasmática externa e alcance o espaço periplasmático ele vai ser transportado para o meio extra-celular e dessa forma esse essa Bomba de efluxo impede a concentração do antibiótico no seu sítio de ação que é a região do espaço periplasmático não é isso que a gente tá vendo aqui ó a ampicilina por exemplo atravessa a
membrana em a perna pode inclusive atravessar a membrana interna chegando no meio intracelular mas essa bomba de efluxo o que que ela tá fazendo ela tá pegando essa ampicilina que chegou no espaço periplasmático no meio intracelular e tá Jogando antibiótico para fora da célula com isso ela previne o aumento da concentração desse antibiótico lá no local onde ocorre a síntese da parede celular e isso faz com que a bactéria ganhe resistência aos betalactâmicos e para tentar reverter os efeitos de resistência aos betalactâmicos promovidos por bactérias que sintetizam expressam a enzimas beta-lactamases foi desenvolvido um fármaco
que é o ácido clavulânico o ácido clavulânico ele é um Inibidor competitivo das beta-lactamases gente olhar aqui ó aí também tem um anel betalactâmico ele não é capaz de inibir a síntese da parede celular ele não inibe a proteína ligadora de penicilina e não se liga na proteína ligadora de penicilina Em contrapartida ele se liga com a betalactamase e dessa forma inibe de forma competitiva a degradação dos betalactâmicos pela beta-lactamases por isso é muito comum a gente identificar formulações de antibióticos Betalactâmicos associados o cravo o único justamente para tentar dar um by pass para tentar
reverter o mecanismo de resistência bacteriana aos betalactâmicos induzidos pela síntese de beta-lactamases e a fonte a gente tem só alguns exemplos nem de algumas informações comerciais betalactâmico então por exemplo ampicilina e Amoxicilina que São João prospectos São muito utilizados para infecções otorrinolaringológicas já a Penicilina G tem um espectro Estreito atuando somente sou bactérias gram-negativas administrado por via intravenosa ou intramuscular muito utilizado para tratamento da leptospirose em Oi aqui é uma listinha com o uso Clínico da penicilina para quem quiser consultar e aqui também os principais os clínicos principais infecções que a gente faz uso Clínico
das cefalosporinas para quem quiser consultar E reconheço a gente passa para falar de um outro antibiótico que também inibe a síntese da parede celular que a ciclosporina a gente já viu slides anteriores que é ciclo seria nem MIB a etapa inicial da síntese do peptídeo glicano a logo no comecinho para formar o ácido n-acetilmurâmico a gente vai abater é preciso incorporar um dipeptídeo Della Nina Della Nina na cadeia peptídica lateral para formar uma cadeia peptídica lateral com 15 peptídeo Se a gente já viu gente tinha discutiu com Ace pro Celina vai interferir justamente nesse processo
como que ela faz isso lá faz isso de duas formas distintas Primeiro ela inibe a enzima A alanina racemase Essa racionasi é enzima responsável por com o sintetizar esse dipeptídeo Della Nina Della Nina bom então ele vai inibir a conversão porque naturalmente a gente não tenha Della Nina de a lâmina a gente tem a l-alanina Então antes de você fazer o Pedido dela a Nina Della Nina você tem que transformar a l-alanina e Della Nina quem faz essa conversão da Ela é uma menina e Della Nina é Alana racemase torce pro Celina lá já inibe
as enzimas a lâmina nas Amazon consequentemente em mídia formação da d-alanina Mas além disso a ciclosporina ela também vai inibir a Della Nina dela nenhuma sintetase que a enzima que forma esse de peptídeo é a enzima que vai catalisar a reação de ligação entre uma Della Nina Com outra Della Nina Então são dois mecanismos de ação inibitória inibe a conversão de l-alanina fala de a lâmina e inibe a síntese da de Alana Della Nina e dessa forma vai inibir a formação do ácido n-acetilmurâmico é um medicamento tem amplo espectro de ação atuando tanto em bactérias
gram-negativas e gram-positivas e pode ser administrado por via oral entretanto o que limita muito o uso da ciclosporina são seus efeitos adversos em especial os efeitos Neuropsiquiátricos que podem acometer até cinquenta por cento das pessoas que fazem o uso desse medicamento na dose terapêutica esses efeitos psiquiátricos neuropsiquiátricos são tão comuns e tão evidente que algumas pessoas apelidaram a ciclosporina de psico Celina o e dentre esses efeitos neuropsiquiátricos importantes a gente destaca dor de cabeça sonolência e episódios de Psicose graves com ataques e também 10 Suicidas então é esse efeito Adverso grave da se proteína limita
muito uso desse fármaco a ciclosporina ela é indicada por exemplo para tratar a mycobacterium tuberculosis não podemos utilizar o tratamento da tuberculose é um para um pouquinho da bacitracina a bacitracina é aquele Farma com que a gente discutiu que ele inibe a desfosforilação do transportador por ter pedido clicando a gente viu lá na slides anteriores tinha uma vez que o que esse transportador transporte de pequeno para O meio para celular ele fica be fósforo e lado e para ele se regenerado está disponível para transporte transportar um novo pedido clicando ele precisa sofrer uma deixe fosforilação
a enzima que é responsável por fazer a texturização desse transportador lipídico ela é inibida pela bacitracina então se ele não é depois foi lado ele não se torna disponível para o novo transporte publicando consequentemente a gente nem da síntese da parede celular Vamos não mecanização bem simples e é tem um espectro de ação curto sendo efetivo apenas uma bactérias gram-positivas e ele tá disponível apenas para o uso tópico devido a graves efeitos tóxicos sobre os rins ela é muito nefrotóxico E isso também limita muito o uso sistêmico da bacitracina E se ele só é utilizado
em formulações tópicas a um exemplo de formulação é que a gente encontra da bacitracina ela combinada com a Neomicina é bastante Comum a gente encontrar Neomicina informação de pomada aqui na oficina oficina + bacitracina para tratar que o estejam difícil e vamos falar agora um pouquinho sobre a fósforo ensina a fosfomicina ela também vai inibir a síntese da parede celular lá no comecinho lá na síntese do ácido n-acetilmurâmico a síntese do ácido n-acetilmurâmico ela envolve a adição de um forte no piruvato ao n-acetilglicosamina ida para formar o Assenta e nesse que o morango então se
essa etapa não acontece você não forma um dos açúcares compõem o peptídeo glicano que o acidente orgânico é um medicamento que tem amplo espectro de ação sendo funcionava bactérias gram-negativas e gram-positivas então aqui a gente tem um esqueminha se a gente for com calma a gente entende ele não precisa ficar preocupado então aqui ó eu vou começar daqui que eu acho que fica mais fácil assim de começar de Trás para frente para você se localizar então aqui eu já tenho aparelho celular montado aquele tá mostrando o processo de uma síntese do meu pedido clicando o
transporte dele para o meio extra-celular esse BP aqui é a minha proteína que tá Transportando o meu perfil de brincando a gente vê que a gente tem a ligação aqui ó do ácido n-acetilmurâmico a minha proteína de transporte como é que eu sei que esse aqui eu acho que nesse tinha um buraco Que eu tô vendo aqui ó ligado a ele a minha cadeia de peptídeos lateral onde eu vejo aqui que os dois últimos aminoácido Jesus também o dela a Nina Della Nina então se eu vou continuar voltando aqui ó indo no sentido contrário da
seta eu vejo que antes da formação do e neste morango esse a gente já viu slides anteriores e a gente tem esse esse acidente se deu morango com apenas três aminoácidos ligados à cadeia aí a gente vai ter a Ligação de peptídeo Della Nina Della Nina para poder formar essa cadeia tendo aquele tíquete 15 aminoácido Então vamos continuar voltando aqui na setinha no sentido contrário Antes desse processo a gente incorporação dos três aminoácidos que vão compor essa e os três primeiros aminoácidos que vão compor essa minha cadeia lateral Oi e aí eu tenho aqui então
meu precursor do asta neste murâmico Se eu olhar o ácido É nesse tio murâmico ele Foi sintetizado a partir a partir de um ano esse tipo de coisa menina que vai ser o outro açúcar que vai ser juntado com as pernas isso murâmico para formar o meu perfil clicando esse Farma porque a gente tá discutindo a fósforo ensina ela vai inibir a síntese do ácido n-acetilmurâmico e por inibe a esse processo que incorpora o a molécula do fósforo enol piruvato então aqui ó eu tenho n-acetil-d-glucosamina a incorporação do Meu fosfoenolpiruvato essa molécula Esporte final piruvato
ele tá vindo aqui ó da reação aqui de produção de energia e aqui eu tenho do funcional pelo fato sendo produzido esse funcional pelo fato Ele é incorporado aí né sentiu glicosamina e quando você junta esse força mal pelo fato com a n-acetilglicosamina você tem a formação do ácido n-acetilmurâmico acontece que a minha fosfomicina ao inibir essa edição do fósforo no outro fato que corresponde Essa etapa aqui circulada indicada pelo número 1 ele inibe a síntese do o único ainda antes mesmo de incorporar os os aminoácidos da cadeia lateral Então você inibe a síntese de
peptidoglicano bem no comecinho quando você usa forte para me ensina e a indicação para tratamento da fosfomicina são para infecções bacterianas do trato urinário e por último vamos discutir um pouquinho sobre a vancomicina e à teicoplanina esses Farma eles vão se ligar a extremidade de lâmina de alanina lá da minha cadeia lateral e ao se ligar a essa extremidade dela a menina dela na minha cadeia lateral que ela vem envia transmitir congelação então preste atenção a gente já discutiu né que a transformou glicosilação alma em cima catalisada pela proteína ligadora de penicilina nessa proteína ligadora
de penicilina lá vai catalisar tanto a transpeptidação conta transglicosilação só que a Vancomicina e até planilha na quilha transglicosilação ela inibe não se ligar na enzima que é a proteína ligadora de conhecia não ela vai se ligar e lá no nos últimos dois pectivos Della Nina Della Nina da minha cadeia lateral e quando ela ocupa ela quando ela se liga nessa dela menina dela menina ela vai ocupar um espaço ali e ela ocupar esse espaço ela inviabiliza a ação que a catalisação de de translação que é catalisada pela transglicosilase E a esses tanto a vancomicina
contratempo premiação antibióticos glicopeptídeos tem atividades perto de ação reduzido ação principalmente sobre bactérias gram-positivas e aqui a gente tem o mecanismo de ação delas né aqui embaixo são os agentes betalactâmicos só para destacar a gente betalactâmicos vão atuar sobre a enzima vão e vão se ligar em cima transpeptidase que a proteína ligadora de penicilina e vai impedir a ligação dessa lâmina da cadeia lateral Com esse resíduo de glicina que a gente observa aqui ó a dela é mina se ligando com resumo de Cristina esse processo você tem a quebra dessa ligação dela nem a menina
e a liberação de uma de alanina Essa é a transpeptidação ligação cruzada entre as nesse tiuran Me conte uma camada de um cano com açúcar neste murâmico de uma outra camada divertir brincando já vão come Sina ela vai inibia transbico oscilação que é a ligação de um Astra em Neste murâmico ao lado perdão que é a ligação de um peptídeo glicano ao lado de outro peptídeo glicano formando Aquela minha camada que eu tô formando a camada se vê que eu peguei aqui nesse processo de 3 mil coisas elas são eu peguei esse tipo de publicando
ele liguei é um outro camada de né de sequencial de peptideoglicano o que que vai acontecer a vancomicina ela vai se ligar aqui Ó nesses de peptídeos de Della Nina aqui e vai ocupar um volume Um espaço aqui que vai impossibilitar a enzima transglicosilase de catalisar essa reação de transmitir congelação bom então esse é o mecanismo de ação da vancomicina a vancomicina é pouco absorvida por via oral pode ser administrada por via intravenosa mas nunca por via intramuscular a jamais administrada por via intramuscular já a ter companhia ela pode ser administrada por via intravenosa e
intramuscular e a resistência tanto a vancomicina Conta ter companhia na tá relacionado a alterações no seu alvo que a dela a Nina Della Nina Existem algumas bactérias que sofreram uma mutação nesse publicando e ao invés de nesse nessa cadeia lateral os dois últimos anos não assistirem de Alana Della Nina eles passaram a ser dela a nini de lactato ou dela a nini de serina e essa modificação nesses dois últimos Petit da cadeia lateral fizeram com que ambos os fármacos perder sem afinidade ao seu sítio de ligação e aí Se eles não conseguem se ligar nesses
dois últimos peptides da cadeia lateral ele acaba não conseguindo e medir a transglicosilação consequentemente perde sua atividade biológica um outro efeito indesejado da vancomicina é a sua ototoxicidade e nefrotoxicidade e hipersensibilidade e a vancomicina ela é indicada para o tratamento intravenoso de sepse endocardite causada por staphylococcus áureos e também por via oral que o Tratamento do que os filhos no difícil no caso de colite pós os antibióticos e é isso aí pessoal se vocês tiverem dúvidas sobre qualquer coisa que a gente continuar aula de hoje podem me mandar e-mail para a gente são essas duas
um abraço a todos