o Olá pessoal essa é uma aula da disciplina de técnica do programa de pós-graduação da Faculdade de Odontologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul eu sou professora Manoela Domingues Martins e tópicos nós vamos abordar é macroscopia na macroscopia é uma das etapas que nós realizamos o laboratório e que se caracteriza pela descrição dos aspectos morfológicos macroscópicos das peças enviadas para exame no nosso laboratório que realiza a macroscopia é o Um dos alunos de pós-graduação denominada de plantonista supervisionado por um dos professores que é o responsável pela rotina naquele período nesse momento da macroscopia
muita atenção deve ser tratada para secagem das fichas de solicitação de exame anatomopatológico bem como dos potes enviados então o plantonista ele é responsável por receber o e verificar se as fichas de solicitação de menor com patológico estão bem preenchidas e se existe um pote contendo material no seu interior compatível com aquela ficha após essa conferência o aluno irá registrar esse material no livro de registros e posteriormente será realizado o exame macroscópico É nesse slide nós temos a ilustração da ficha de solicitação de exame anátomo-patológico que geralmente nós utilizamos aqui na faculdade de odontologia da
UFRGS bem cômodos fortes devidamente identificados nesse momento plantonista deverá separar e colocar cada ficha com seu respectivo porte para posteriormente Fazer o registro que novamente nós podemos observar o pote com a identificação do nome do paciente e Sua respectiva Ficha esse momento é fundamental eu volto a repetir que nós tenhamos bastante Rigor para que realmente não haja a troca de pote de edificius porque isso vai comprometer o diagnóstico e nós temos responsabilidade legal sobre os diagnósticos que vão ser emitidos e é muito importante a presença de informações clínicas na rotina diagnóstica desta forma nós temos
uma ficha padrão de solicitação de exame anátomo-patológico que deve ser devidamente preenchida portanto no nosso laboratório nós vamos aceitar peças que tenham essa esse modelo de ficha de solicitação de exame anatomopatológico fichas como a ilustrada do lado esquerdo simplesmente um receituário escrito solicita o exame anatomopatológico sem as informações clínicas da lesão pode nos levar a não aceitar a inclusão desse material na nossa rotina e aqui nós podemos observar realmente o conteúdo essa ficha de solicitação de exame anátomo-patológico nela mas teremos dados do paciente que nós deveremos conferir a história médica hábitos e características clínicas da
lesão bem como a assinatura de um profissional responsável e o nome da disciplina da onde esse material é oriundo muito bem após então a conferência do pote enviado e da ficha de solicitação de exame anatomopatológico nós vamos então fazer um registro desse material no nosso laboratório esse registro é feito neste modelo de livro que é o chamado livro de registro esse caderno preto e que no interior cada paciente receberá um número esse número número sequencial em ordem crescente nesse livro de registro também vai constar a data em que nós recebemos esse Oi e o nome
do cirurgião e nesses Light nós estamos estão ilustrando o livro de registro então a coluna de consta o nome do paciente a coluna com o número de registro sequencial e com a data de entrada depois nós temos na outra coluna o nome do cirurgião-dentista que enviou e posteriormente quando nós tivermos o diagnóstico histopatológico também vai ser feito o registro do diagnóstico final e da data de saída do exame histopatológico do laboratório e após a verificação da procedência das peças da ficha de solicitação de exame anatomopatológico de registrar nos essas peças nós vamos realizar o exame
macroscópico e se o patologista e Deverá estar usando o avental como nós estamos vendo aqui esse avental Amarelo mais grosso ele deverá utilizar também luvas de proteção e máscaras de tripla proteção isso porque todo o material que nós vamos estar manipulando ele vai estar embebido fixado principalmente em formol e o formol é volátil e tóxico uma vez que nós estejamos utilizando todos os equipamentos de proteção individual necessários nós vamos realizar o exame macroscópico e se a macroscopia deve ser feita no interior de uma capela de exaustão como essa demonstrada nesse slide isto porque muitos materiais
que nós utilizamos mu um dos que nós utilizamos para fixar os nossos materiais eles são voláteis como por exemplo formol e sendo volátil e ele é extremamente tóxico a mesa de uma coloscopia que nós observamos aqui no interior desta Capela ela deve estar limpa e organizada no seu interior normalmente nós temos a presença de régua de bisturi com lâmina ou de uma lâmina que nós utilizamos novamente no micro Tom a gente pega algumas dessas lâminas e utiliza para fazer a macroscopia pinças usualmente Nós também vamos ter os cassetes de diferentes tamanhos cassetes mais baixos e
cassetes mais altos mas todo o material que nós necessitamos para realizar o exame macroscópico deve estar disponibilizado no interior dessa Capela de exaustão e aqui nós estamos ilustrando Então os instrumentos que nós utilizamos na descrição macroscópica usualmente nós temos régua uma lâmina ou de vistoria ou essa lâmina de microtomo pinça cassete que deverá estar devidamente identificado e a presença desse fragmento de tecido que na verdade é de Campo cirúrgico que nós utilizamos para apoiar as peças aqui nós vamos então abrir peça por peça no interior da Câmara de exaustão mas devemos colocar apenas uma peça
de cada vez para evitar que a gente troca e material entre um pote e outro então essa prática de manter o local sempre Limpo limpar os instrumentais entre um uma peça e outra vai nos ajudar a eliminar a possibilidade de contaminação de uma mostra o paciente para outro a gente não pode permitir que haja remanescentes de fragmentos entre o exame macroscópico e outro assim como todos os tecidos biológicos aqui nesse momento da macroscopia eles devem ser tratados com delicadeza e atenção principalmente amostras pequenas que são as amostras que nós recebemos o somente então de materiais
de boca uma das consequências da falta dessa desse cuidado dessa delicadeza é que eventualmente as peças podem ser esmagadas podem ser pensadas durante esse processamento eventualmente tem peças que se não forem bem manipuladas podem escapar esse perdidas e cair no interior da sala Então esse é o momento de muita atenção onde apenas um frasco aberto de cada vez e após o término da descrição macroscópica daquele da e essa daquele paciente todo esse material tem que ser limpo e trocado novo com acesso ser colocado na mesa e assim a gente vai fazendo macroscopia por microscopia uma
atrás da outra com todo o cuidado e a descrição macroscópica em se ela deve ser feita utilizando o maior riqueza de detalhes possíveis estão usualmente no nosso serviço nós descrevemos o número de fragmentos que nós podemos observar Então se é um fragmentos são dois três quatro 20 fragmentos EA gente sempre descreve o tipo de tecido é um tecido mole é um tecido duro Além disso nós vamos descrever os aspectos como consistência da peça Qual é a consistência é uma consistência firme é uma consistência a borrachoide é uma consistência endurecida vamos escrever a coloração isso porque
a existem alguns tipos de doenças que levam os tecidos apresentar em colorações características o principal é ser objetivo Então qual é a coloração é esbranquiçado tem enegrecidos são áreas esbranquiçadas entremeadas em várias enegrecidos sempre a gente descreve com a maior riqueza de detalhes porém de uma forma objetiva além disso a gente sempre descreve a forma é uma forma ovalada é uma forma arredondada a textura a superfície nós vamos medir essas peças nos seus maiores diâmetros e sempre que possível nós vamos fragmentar seccionar essas peças ao meio para poder permitir que a gente faça a inclusão
da Porção mais importante desses materiais uma vez que a gente fragment nós podemos observar ao longo dessa fragmentação a presença às vezes de tecido mineralizado que às vezes impossibilita essa fragmentação ou simplesmente descrever que ao corte foi observado o resistência fora isso nós podemos escrever se ao corte esse material se Manteve sólido se você apresenta algum tipo de cavidade ou a presença de algum material pastoso ou drenagem de alguma secreção que esteja presente no interior dessa peça nós devemos anotar todas essas informações bem como anotar o número de fragmentos que nós obtivemos após a secção
das peças e também o número de blocos que foram originados desse material então quando nós temos muitos materiais muitas vezes nós vamos formar vários cacerts então um cassete com cinco fragmentos Então nós vamos colocar bloco 1 com cinco fragmentos bloco 2 com 3 Pague Menos e posteriormente Quando nós formos observar as lâminas nós vamos poder checar se todos os fragmentos já estão presentes na lâmina algumas peças durante a macroscopia especialmente durante ao corte nós podemos e elas têm presença de tecido mineralizado no seu interior essas peças com parte do seu material mineralizado ou algumas delas
que são totalmente mineralizados elas deverão ser colocadas novamente no fixador porém nós temos que solicitar que os técnicos realizem a descalcificação dessa peça toda via é obrigação do patologista acompanhar esta descalcificação e a seleção a escolha do melhor momento para que esse material possa seguir o processamento histopatológico portanto peças que necessitem de desclassificação nós devemos sempre pensar Qual a melhor agente descalcificante por quanto tempo e pensar em como realizar essa desclassificação da maneira mais adequada EA lume tem desclassificação é uma aula parte nesse nosso curso E aí é uma vez que nós tenhamos concluído o
exame macroscópico cada uma das peças vai estar condicionada no seu respectivo cassete e Elas serão imersos novamente em solução fixadora e posteriormente levadas ao laboratório para que seja realizado o processamento histológico que a próxima etapa da do nosso curso de estou técnica qualquer dúvida que vocês tenham Por favor entre em contato conosco via mudou ou pelo e-mail do laboratório obrigado a