na transitividade simétrica um ca vocês entendem isso que a gente tem o ca então AC seria transitividade c é transitividade simétrica Tá certo Deu para pegar e aí a ideia da transitividade é a mesma né a gente vai fazer um teste em que um desses elementos vai sinalizar que um desses SD S Delta só que ele tem a de SD ele vai ser escolhido como SD mas na verdade não vai ter consequência nem na transitividade nem na transitividade simétrica nem na simetria nem na reflexividade nenhuma dessas tem reforço depois é por isso que a gente
fala que essas são relações testadas a única que tem reforço foi a primeira aqui que é a discriminação condicional que ela é treinada tá claro isso para vocês e ficou Claro a diferença das três propriedades Deu para entender então pessoal Olha isso é extremamente relevante tá Opa aqui tá um pouco rabiscado isso é extremamente relevante E aí a gente faz aqui alguns adendos né primeira coisa que essas propriedades são propriedades testadas tá a gente não vai treinar por se a gente treinasse a gente não ia est falando necessariamente já vou te chamar Marina a gente
não ia tá falando de comportamento novo porque se eu treinei eu reforcei já o cara fazer na lógica do sidman ele vai tá chamando de comportamento novo só respostas que não aconteceram anteriormente seguidas de reforo Tá certo então a primeira questão é essa essas propriedades são testadas Marina pode falar aí pra gente por favor participe Professor Boa noite eh sabe que eu tenho uma dúvida quando queor tava explicando sobre o a a b e c né eu fiquei pensando Existe alguma outra forma também assim descrita Teoricamente de se o paciente Vamos pensar no caso do
paciente fizer um outro pareamento eu vou dar um exemplo para você quando o Marcos tava fazendo atividade teve um momento que ele falou assim ah o covac como que era o nominho lá eh deve ser nome de cachorro e E aí eu fiz essa Associação que não estava propost proposta na aprendizagem como a proposta do exercício mas eu fiz Associação de algo que ele falou né Então existe um outro eh ponto de vista teórico para essa Associação existe sim eu vou falar com vocês eu achei até que você ia perguntar outra coisa mas eu vou
responder o que você perguntou e o que eu achei que você ia perguntar tá bom eh O que a Marina perguntou é sobre covag e cachorro ou por exemplo mopad porco que também ele acertou de primeira e a gente pode sentir Ah não mopad é o porco ou até lesma né eu chamo o caramujo de lesma propositalmente esses estímulos que eu usei pessoal eles não são estímulos totalmente puros tá eles podem ter alguma interferência da nossa história por qu por exemplo covag é com c cachorro é com c pode ter alguém que vai acabar atribuindo
mopad e tem um p ali no meio tem o porco lesma é o único animal que Eu tratei dele num numa desinência feminina E aí RAV que é a única palavra que termina com a então todos esses elementos eles podem ser elementos que participam do momento em que a gente tá relacionando os estímulos eu fiz isso para que ficasse um pouco mais fácil né porque é muito difícil Às vezes a gente fazer essa atribuição mas por exemplo se alguém escolhe o covag porque o c do cachorro é o c do covag isso não seria uma
relação eh sem similaridade física a similaridade física tá indicando isso e se a gente vê essa interferência do ser E aí É claro aqui não é um experimento não é nada né É só uma questão didática Mas por que então facilitar por quê para vocês entenderem sem tanta repetição fica mais fácil mas no experimento se a gente tem uma interferência dessa maneira a gente não vai necessariamente inferir que foi equivalência tá se aqui no caso de vocês Talvez seja até fácil inferir porque a gente parte de um pressuposto quem trabalha com equivalentes quem trabalha com
rft que essas relações entre estímulos elas fazem uma parte muito predominante da nossa Interação Ambiental Tá certo agora se eu tivesse uma criança ou então por exemplo vocês viram lá o vídeo eu posso até voltar e mostrar para vocês Vocês viram o vídeo da Uma Foi rapidinho que eu passei né a a uma imagem do vídeo da pipoca pipoca era uma cadelinha que a gente tava tentando ensinar equivalência para ela e e na década de 80 vários pesquisadores tentaram ensinar equivalência para animais sem muito sucesso e aí a gente quis tentar com a pipoca para
ver o que que ia acontecer a pipoca conseguiu fazer equivalência e por algum pequeno momento a gente pensou que ia ficar muito famoso só que depois a gente viu que tinha uma questão de posição que um estímulo sempre tava na direita ou na esquerda e isso então não implicava uma relação que não baseava em propriedades físicas a posição também é uma delas se por exemplo toda vez que tivesse que escolher rvec esse tivesse aqui na esquerda né então a lesma tá aqui ó opa lesminha aqui eh se fosse isso isso daqui poderia ter um controle
de estímulos pro Marcos e não a uma relação reforçada independente da questão física EA ter um controle de posição então quando a gente vai fazer um experimento a gente tem que ter vários cuidados né então por exemplo se a gente usa símbolo sem sentido igual o sidman usou lá por exemplo aqui o Sigma eu acho que esse era o e aquele assim ó eles São relativamente semelhantes né então aquelas crianças que fizeram podem ter tido algum nível de facilidade por causa disso e quando a gente vai fazer um experimento de fato a gente evita isso
ao máximo e por que que a gente evita isso ao máximo porque quando eu pego por exemplo aqui essa imagem não eu fui desenhar logo uma coisa que é difícil para caramba pera aí gente se eu pego por exemplo aqui ó um carrinho né Vamos desenhar um carrinho aqui op op aqui ficou ficou com a frente Ampla Mas tudo bem Tá temos aqui o nosso carrinho e eu tenho aqui Opa Ah deixa eu desenhar a porta aqui para ficar melhor tá ponta aqui e eu tenho aqui por exemplo a palavra carro quando a gente ver
a relação da palavra né do som carro né o S um carro e o desenho do carro ou uma foto do carro nada disso daqui tem semelhança física nada o formato aqui não lembra né eu até poderia desenhar a palavra como se fosse um carro mas não é assim que a linguagem funciona É totalmente arbitrária essa relação tanto que no nosso idioma a gente chama isso daqui de carro em outras línguas vão ter outras palavras que remetem a o som da palavra carro quando a gente olha em termos de propriedade física também não tem nenhuma
semelhança porque o som primeiro que aí aqui são dois estímulos visuais né aqui é o desenho e o desenho Os dois são visuais aqui é um estímulo auditivo ele não tem propriedade física enquanto uma é imagem eu vejo o outro eu escuto né então fisicamente não tem um tom uma nota não isso é o carro não não tem semelhança ó interrompeu a gravação será que isso é algum sinal será que Poxa mas aqui tá gravando ainda será que parou ou será que não foi para mim aqui tá conando que tá gravando é tá é que
escreveu aqui no chat ah não é que foi interrompida e foi iniciada desculpa desculpa assustei aqui que eu falei gente perde a grossa ó então a a relação entre esses elementos ela uma S totalmente arbitrária ela é arbitrária a forma não controla isso você não chama um carro Hum parece um carro sabe o som não tem nada a ver a gente chama o carro de carro porque a gente aprendeu isso vocês entendem isso então a forma como a linguagem funciona é uma forma arbitrária E aí esse é um ponto que é relevante aqui paraa nossa
discussão né então se eu tenho C do covag c do cachorro e isso não é arbitrário se eu tenho que ravec termina com a e o único animal feminino Ali era lesminha isso daqui não é arbitrário se eu tenho que é sempre na esquerda sabe eu posso responder por causa da esquerda eu nem tô prestando atenção na relação E é isso que aconteceu com a pipoca a pipoca enganou a gente a gente achou que ela sabia equ Valência porque ela acertava 72 tentativas sem errar só que algumas tentativas que eram real realmente importantes estavam sempre
do mesmo lado então a gente não poderia afirmar que ela fez equivalência porque especialmente no caso dela que o repertório ela inesperado que ela fizesse pela literatura e ela teve um desempenho muito bom Muito provavelmente era outra história tanto que depois a gente tirou esse controle de posição E aí ela errou tudo Coitada ficou perdida vocês entendem o que eu tô falando existem vários controles Possíveis quando a gente fala de esses controles isso é uma coisa que a gente faz a gente responde por posição a gente responde por similaridade várias dessas propriedades físicas vão ajudar
a gente a interagir porque é isso é assim que a gente aprendeu a interagir com o ambiente da forma mais facilitada possível Agora chega em um momento em que a gente tem o desafio do que a gente entende como linguagem que são relações que são arbitrárias arbitrárias no sentido que elas são Convenções sociais e que el não tem nenhuma dica né Vocês não saberiam o meu nome se eu não tivesse me apresentado se eu falasse com vocês aqui que eu chamo Roberto Poxa eu tenho cara de Roberto mesmo esse cara não é verdade e assim
eu nem tenho nenhum parente que é Roberto Então a a a relação de nomear coisas ela é totalmente arbitrária né hoje em dia a gente chama isso daqui de celular né e celular vem da célula talvez era uma ideia de uma coisa pequena o celular tá crescendo aí a gente vai mudar o nome dele será não sei mas assim não faz mais sentido é a forma como a linguagem funciona É assim Às vezes as coisas TM uma lógica quando são propostas dois séculos na frente a gente nem sabe da onde viio aquilo ali a gente
só sabe que é assim que o nome é esse que a gente aprendeu então certamente a parte da pergunta que você fez que é muito boa é por que a gente pode ter essas coisas facilitadas e a gente pode ter a gente pode favorecer isso e às vezes a gente usa isso até em pesquisa a gente faz manipulações para garantir que a criança vai acertar por quê Porque a gente não quer ensinar equivalência para ela não porque a gente sabe que em alguns momentos ela acertar é mais importante do que ela saber equivalência ela vai
ficar motivada vai continuar respondendo e vai criar oportunidade para ela fazer agora a pergunta que você não fez é que às vezes o Marcos falou que o covag era o porco ou às vezes ele confundiu o porco com com o símbolo grego e isso aconteceu né em parte esses erros eu atribuiria a dois fatores principais e eh que é ele tá fazendo isso em público que é uma sacanagem sem ele poder ele mesmo responder que eu já tinha falado e um segundo fator é a quantidade de ensino que foi feito que ele tá fazendo menos
tentativas a gente viu que foi uma coisa que durou aqui 15 minutos o negócio inteiro eh eh e que geralmente a gente pode ter uma quantidade de treinos maiores mais específicos com consequências mais eh eh rápidas que eventualmente vão ter uma efetividade maior para controlar o comportamento e quando ele responde errado a gente vai chamar isso muitas vezes de atribuição espontânea Às vezes a gente tem ali uma escolha forçada você vai atribuir uma Mas uma coisa que também acontece seria mesmo com o pouco treino que o Marcos teve é que isso aconteceu várias vezes para
algumas propriedades paraa simetria isso aconteceu ele errou a primeira e depois ele começou a acertar não teve reforço eu tava com a mão na minha cara não dei dica nenhuma mas pelo treino que ele fez isso é o que a gente chama de emergência atrasada às vezes naquela primeira tentativa é tanta coisa ali é um arranjo novo que eu erro mas quando aquilo repete repete repete aquele treino que foi mais consistente ele vai ganhar controle de estímulos eu vou começar a responder daquele jeito tá então a gente tem explicação até para isso né uma área
muito vastamente aí explorada pode falar de novo aí Marina fica à vontade falando muito né Não pode falar eu gosto que vocês falem porque senão vocês só me ouvem minha voz é muito chato não capaza aula tá ótima Obrigado prof que eu fiquei com com dúvida deixa eu baixar a mão aqui eh que eu fiquei com dúvida também se a equivalência de estímulos ela funciona somente com o objetivo final de aprendizado né de fazer o O Aprendiz fazer associações né como você tava mostrando de carro com a imagem com outros pontos ou também pode ter
algum fim de de análise diagnóstica vou dar um exemplo para um aspecto mnemônico se o paciente não consegue concluir as associações a BC ou a a ser e a gente pode pensar também nesse exercício de equivalência de estímulos como um parâmetro para diagnóstico mnemônico ou cognitivo de atraso pode eh a questão da equivalência é claro que a equivalência do jeito que ela é formulada é muito fácil a gente pensar em educação e muitos exemplos que eu vou trazer para vocês na próxima aula eles estão nesse contexto Educacional e que isso foi explorado tanto aqui no
Brasil como em várias outras partes do mundo né agora tem outros contextos sim por exemplo essa questão mnemônica aí é uma questão que faz muito sentido e que por exemplo a gente tem estudos de equivalência com idosos que T Alzheimer e t questões de perda de memória e a gente poderia utilizar isso para de alguma forma tentar fortalecer comportamentos e às vezes combater né essa dificuldade aí que a a algumas condições dada a uma idade avançada vão acarretar mas tem inúmeras aplicações diferentes né eu vou trazer algumas para vocês mas posso exemplificar aqui a gente
fala muito de preconceito a gente tem usado equivalência rft também para estudar preconceitos diversos né porque a gente entende que essas relações que são estabelecidas culturalmente elas vão ter uma base de relações entre estímulos como a gente tá vendo aqui aqui então a gente estuda sobre preconceito a gente estuda sobre a ansiedade né que tem que seria ansiedade depressão alguns fatores que TM um fundo verbal nesse sentido baseado em relações estabelecidas então a gente olha para isso hoje tem muitas clínicas baseadas mais em rft do do que equivalência mas a a a própria equivalência também
é possível eh e a gente vai ter outros fatores ali além da além da da questão da educação mas eu acho que a equivalência ela acaba tendo muitos trabalhos eh focados em educação né Eu acho que vai além mas tem muita coisa aqui no Brasil a coisa do ensino de leitura que é o que eu vou falar no início da próxima aula com vocês ela talvez seja assim o que alavancou a equivalência ser gigante como ela aqui no Brasil que são estudos aí do pessoal tanto da USP né a Marta hubner a própria Maria Amélia
Matos em conjunto com o pessoal da alcar o Júlio e a Daisy principalmente mas que tiveram pesquisadores o olav Galvão que tá no Pará Elenice hanana que tá em Brasília hoje a gente tem a Camila domeniconi que também tá em São Carlos tem trabalhos de equivalência do pessoal do Paraná Verônica idu tem algumas coisas com leitura também então assim é alo algo que graças a essa questão do analfabetismo sem um problema aqui ficou muito popularizado mas teriam Outras aplicações sim tá certo ó deixa eu ver que eu acho que tem mensagens aqui Ana verdu também
Ana verdu ela acabou não ficando tão conhecida e olha só que boa que você falou dela Ana que é minha colega aqui de Unesp em Bauru né ela a a acabou fica ela tem coisas de leitura ela usa o mesmo programa que a de que Elenice lá de Brasília usou também que é o alep aprendendo a lei escrever em pequenos passos mas a Ana o trabalho que ela acaba ficando mais marcada e e eu acho que aí ela é uma das autoridades aqui no país sobre isso é com pessoas que têm surdez e são eh
pessoas com implantes cocleares como essa questão da Leitura também às vezes tem essa essa defasagem para essa população é ela começou a fazer trabalhos que foram muito relevantes como a pesquisadora que é da USP aqui de Bauru que é a a Beviláqua né E aí as duas juntas começaram a desenvolver isso então a Ana também faz de leitura mas também faz essa questão do do da perda auditiva que eu achei sempre me marcou mais porque ela é uma que faz isso leitura tem um monte de gente que faz né mas boa lembrança boa lembrança da
Ana mais alguma pergunta pessoal Ah olha que legal e você que tá em São Carlos né Não eu sou natural de São Carlos mas eu fiquei um tempo em Bauru e agora moro em Marília ah entendi é eu gravei você fez a pergunta lá da Então você fez mestrado com doutorado aqui com quem que você fez Marina o mestrado eu fiz com a Flávia a Flávia e doutorado fiz com a Sandal Ah que legal Sandra dividia sala comigo agora a é fofa né adoro ela que joia que joia Agora eu entendi um pouco a coisa
da rft a Sandra mexe com os negócios né que que já vai remetendo para isso muito bom saber então pessoal assim as implicações são muitas e hoje eu sei que é muita informação para alguém que nunca viu isso daqui é muita coisa nova eu vou fazer uma citação aqui final né antes da gente começar a falar de aplicações que é uma citação que tem no texto da Maria Amélia Matos E aí eu vou abrir para mais perguntas pra gente ficar focado no que foi discutido hoje e aí a gente tendo mais perguntas a gente vai
debatendo não tendo a gente vai continuar na próxima aula falando de aplicações da equivalência de estímulos não sei se a gente vai levar a aula toda talvez a gente leve uma parte considerável da aula Se sobrar tempo a gente vai falando de rft até o final se não sobrar tempo a gente fala na última aula porque quem vai trazer a aplicação de fato da rft vai é a Carol na quarta aula então vai ficar ou duas e duas ou 2 e me rft e 1 me equivalência fica uma boa divisão aí para vocês saberem das
duas coisas aqui é uma fala da Maria Amélia Matos num texto de 99 que ela fala sobre formação de classe de estímulo equivalente e ela fala assim né para o analise do comportamento pensamento é linguagem ou melhor comportamento né então a gente tem que entender essa proposta que tudo isso que a gente tá falando é até a a eu acho que foi a própria Marina usou uma palavra que é muito perigosa paraa análise do comportamento que é a palavra Associação Por que que ela é perigosa pra gente ela não é na verdade mas para um
psicólogo cognitivista a associação é uma coisa que existe é uma coisa interna que às vezes permite que a gente tenha um preconceito ou que a gente faça uma relação específica então aqui na análise do comportamento a gente geralmente evita esse termo Pelo menos é o que eu tento convencer pessoas geralmente eu sou vencido mas a gente usa muito mais relação porque relação vai ter essa ideia de que a gente tá aprendendo a relacionar aos eventos né e não carrega esse significado daí da psicologia cognitiva tá então quando ela fala que pensamento é linguagem ou melhor
é comportamento a gente tem que ter essa noção de que qualquer pensamento nosso é comportamento e e a gente geralmente vai entender esse pensamento como linguagem a gente vai fazer uma discussão Ampla sobre isso também a a após equivalência Por que que eu não fiz antes porque o sidman Ele trouxe a linguagem pra discussão dele muito pontualmente no prefácio do livro de 94 fora isso ele nunca quis briga o Skinner tava vivo grande parte dos inscritos dele também então ele nunca entrou em treta o Skinner deixava ele fazer as coisas dele o sidman fez as
coisas dele quem quis treta de verdade foi o pessoal da rft que já escreveu esse livrinho roxo aqui né eles já chegaram aqui criticando todo mundo que é fantástico também eu acho que na ciência a gente tem que criticar mesmo mas a gente vai falar disso depois para vocês mas essa ideia de comportar-se né Às vezes a gente não tem essa clareza às vezes parece que é uma coisa a mais mas no fundo tudo que a gente faz é comportamento desde as coisas mais complexas até os comportamentos mais simples né simbolizar compreender referir-se a são
exemplos de comportamento humano e não de processos cognitivos quando ela fala que são exemplos de comportamento a gente tá falando que tudo isso daqui em alguma medida é aprendido ou deriva ou emerge a partir de comportamentos aprendidos a gente não tem essa noção na análise do comportamento em que a cognição é um raciocínio isolado e que uma criança que é inteligente é porque ela tem um QI alto ou que alguém que tem uma capacidade É porque tem um talento não a gente tá vendo essa pessoa interagir com o ambiente e a partir dessa interação a
gente vai ter respostas ou não sendo evocadas algumas pessoas Talvez tenham uma sensibilidade maior interagem de uma forma mais adequada outras pessoas talvez precisem de um empurrãozinho maior para fazer esses repertórios né E aí ela fala assim e ele se debruça para estudar né o Skinner como exemplos al ou sidman aqui ela tá falando sidman se brua para estudá-los como exemplos de comportamentos gerados a partir de contingências ontogenéticas sociais existentes uma dada comunidade verbal ontogenético é algo que a gente aprende ao longo da ao longo da nossa vida né o operante por exemplo é ontogenético
a gente vai desenvolver a sensibilidade operante de uma maneira filogenética mas a resposta em se operante O Nosso repertório operante ele acontece de maneira ontogenética social né porque a gente sabe que o verbal ele é operante e ele tem essa característica social e numa comunidade verbal porque isso todo o nosso comportamento ele é selecionado numa determinada comunidade E aí aqui a Matos termina assim né a Gênese do significado deve ser estudado do mesmo modo que estudamos o desenvolvimento do controle de estímulos em animais não humanos ou seja essa visão do Skinner de eh eh expandir
a unidade de análise de aumentar a complexidade olhar para um tipo de repertório que talvez a gente não vá conseguir olhar com animais pelo menos Essas são as evidências que a gente tem nos últimos 40 anos aí de tentativas mostra que a gente precisa de secar essa complexidade talvez ainda hoje mesmo com as atualizações que a gente tem na teoria das molduras relacionais talvez a gente ainda não tenha todas as ferramentas mas não dá pra gente eliminar essa parte da nossa Interação Ambiental para fazer uma análise do comportamento humano né não tem como isso é
uma grande parte de tudo que a gente faz e é importante que a gente avance nesse sentido Por mais difícil que ele seja né então a gente vê aqui que a equivalência Ela traz um grau de complexidade a mais a rft vai trazer um outro grau de complexidade a gente vai falar com vocês mas a gente entende a gente Pelo menos não é maioria né mas eu enquanto analist do comportamento sou de uma parte que entende que isso é importante paraa gente tratar o comportamento humano muitos analistas do comportamento vão parar na contingência de três
termos e tá ótimo sabe mas a gente entende que para você estudar com precisão essas unidades adicionais elas são importantes e a a gente vai discutir mais sobre isso na semana que vem se alguém tiver alguma pergunta alguma dúvida algum comentário estamos aqui para isso tá podem abrir o microfone fazer aí no chat e eh fiquem à vontade pessoal A ideia é que a gente tenha essa interação mesmo tempo agora sim agora tem tempo não ó Ah obrigado que é isso obrigado Marina muito bom então vamos é o seguinte pessoal quem não leu os textos
Leia tem um texto aprendendo além do que foi ensinado e tem esse texto que é da Maria Amélia Matos de 99 que devem estar com vocês se não estiver já sinaliza aí que amanhã eu já vou entrar em contato com a Franciele ver se esses textos chegam até vocês que seria muito importante vocês verem né tanto nesse texto que conta a história mas esse da Maria Amélia Matos talvez até mais importante é ver a partir de uma outra perspectiva essa questão da equivalência pra gente poder avançar E aí eu acho que D rft eu mandei
um texto meu mesmo mas eu posso mandar outros também se vocês quiserem a gente vai ter a discussão da rft Na quinta na terça que vem e depois com a Carol então fiquem à vontade para ler para buscar tem muita coisa na internet também devem ter vídeos aí também no YouTube fiquem à vontade procurem tá Não fiquem só com essa exposição e vamos continuar essa conversa então na quinta Tá certo muito obrigado a todos aí que participaram Tá certo obrigado nosso voluntário Marcos prometo que não vai ter mais eu não sei se vai ter será
que vai ter mas acho que não vai ter mais nenhuma atividade dessa tá bom Obrigadão mesmo boa noite então pessoal boa noite aí para todos tá bom grande abraço Professor Muito obrigado pela aula viu foi Espetacular ISO Ô que isso obrigado gente obrigado vocês são muito gentis obrigado mesmo tchau tchau boa noite tchau