[Música] Olá, estamos de volta com as cunhas, o podcast de política do Brasil e do Ceará, além de outras coisitas más. Eu sou Camila Fernandes e como sempre não ainda estamos só nas duas Inês Aparecida de Cunhãs aqui. Pois não é a terceira já dar as contas dela. Eu acho que sim. Acho que sim. Não é possível. Segunda vez. Segunda vez. Ela, ó, daqui a pouco é aviso prévio, viu? Tá, tá muito Ausente, viu, dona Rebolsas? Porque é isso, mas a [ __ ] tá de férias, ela merece a [ __ ] né? Trabalhadora, tá
de férias, mas eu e Inês Aparecida, estamos aqui com um convidado, né, Inês? Ótimo convidado, né, menina? Mas, pois é, mais do que especial, estamos recebendo direto de Brasília e do Rio de Janeiro o deputado federal Glauber Braga do PessoL que tá aqui para uma conversa que vai ser, acho que vai ser muito interessante sobre Congresso Nacional e Tudo que tá acontecendo. Obrigada por ter vindo, viu? Camila Inês, a Evely não tá aqui, mas deixo também um abraço para ela. Que prazer estar participando das cunhãs. Obrigado por esse convite. Tô muito feliz de estar fazendo
esse papo. Não, e a gente é uma oportunidade boa, enorme, né? Todo mundo sabe que a gente prioriza sempre os parlamentares cearenses, povo aqui do Ceará. Mas assim, o Glá protagonizou recentemente uma situação bem grave, né? Ele tá aí Sendo, tendo uma ameaça bem pesada de cassação por causa de uma situação lá com um figura do MBL e teve assim fez uma greve de fome muito extensa, inclusive reverteu por um tempo a cassação. Vai falar disso, né, dessa campanha para ele ficar, para ele ser mantido no mandato, mas também vai falar de outros assuntos, porque
o Congresso Nacional a gente tá assistindo aí muita coisa acontecendo e a gente vai aproveitar para falar de tudinho, tá? E Aí, aproveito também para deixar o convite, se você quiser apoiar as cunhãs, apoia as cunhãs, esse podcast que tá com você toda semana falando de política, do jeitinho que você gosta, fazendo graça, né, Inês? Peça para apoiar. Apoia, apoio, meu filho. Qualquer coisa serve. 10 conto, cinco, pode ser 500, que é que custa, né? Pode. Exatamente. Se você custa nada. Pois é, isso. Se você puder, quiser nos apoiar, vai lá. Tem Três jeitinhos. Tem
o site apoia.se/ascunhas se/ascunhaspodcast. Tem também o o Gmail, né, que é o nosso a nossa chave Pix, que é a ascunhas
[email protected] e tem o Aurelo, tá bom? Dos três jeitos dá certo, qualquer quantia e fora isso não tem dinheiro, mas espalha a palavra, envie o podcast pros seus amigos, pros inimigos. Pessoal que descobriu agora que a gente é de esquerda. É, exatamente. Tem, tem o pessoal que Furamos a bol de podcast, 5 anos. Aí descobri, furamos a bolha pessoal, né? Lembra, espalha, espalha a palavra que isso faz bem demais. Aí sempre que temos entrevistados,
nós temos uma apresentação formal, especial e hoje vai ficar a cargo da Inê, que vai fazer a apresentação. Tem que ser bem séria. É bem séria, bem séria. Não pode ser engraçadinha não. Glauber de Medeiros Braga nasceu em Novo Friburgo no dia 26 de junho de 82. Tá bem pertinho o Aniversário dele. Filho da Dra. Saudade Braga, médica, que foi vereadora e prefeita de Novo Friburgo e de Roberto Braga. Ocupou diversas secretarias na prefeitura de Novo Friburgo, quando a mãe dele era prefeita, entre os anos 2001, 2002, 2005, 2008. Candidato a deputado federal em 2006,
ficou com a primeira suplência, assumindo o mandato em janeiro de 2009, devido à licença de Jorge Bitá, do PT. permaneceu no cargo até 31 de março de 2010, completando a Participação na legislatura a partir de 5 de janeiro de 2011 até 31 de janeiro, em virtude do afastamento de Luís Sérgio do PT, que passou a ocupar o colegiado de ministros da presidente Dilma Roussef. Nas eleições de 2010, com 57.549 1549 votos, foi eleito deputado federal pelo Rio de Janeiro e tomou posse em 1o de fevereiro de 2011. Presidiu, no ano de 2014 a comissão de
educação da Câmara dos Deputados. Em junho de 14, Glauer foi eleito Presidente do diretório estadual do PSB, porque você foi eleito pelo PSB, né, do Rio de Janeiro. Em setembro de 2015, deixou o PSB e se filiou ao PESOL. durante as discussões, achei hoje nesse tempo, sobre o impeachment da presidente Dilma na Câmara dos Deputados, eh, em 15 de abril de 2016, discursou em plenário contra o prosseguimento do processo. Seu voto contrário à admissibilidade do processo foi um dos mais repercutidos da imprensa naquela época. Tu já era Nascida, né, era C? Já, já. P. Abre
aspas, abre aspas. Eduardo Cunha, você é um gangster. O que dá sustentação à sua cadeira cheira a enxofre. Eu voto por aqueles que nunca escolheram o lado fácil da história. Voto por Mariguela, por Plinho de Arruda Sampaio, por Luís Carlos Prestes. Eu voto por Olga Gamenário. Eu voto por Zumbi dos Palmares. Eu voto não contra. Lembrando, foi aquela sessão show de horrores que tinha voto em nome de tudo E mais um pouco, inclusive o voto do do do Maléfico do Coisa Ruim, Coisa Ruim. E outra coisa, alguns deputados daqui que hoje são tudo sabe tudo
que progressista, que votaram tudo não nessa época aqui é sim, votaram pelo impachment. Votaram sim. Atualmente, Glauber Braga percorre o Brasil. Fortaleza e a 13ª capital que você visita, né? Isso mesmo. Você veio de Natal no que se chama Caravana Glauber Fica. Ação que mobiliza a Imprensa, a opinião pública em defesa do seu mandato que está ameaçado de cassação. Nós estamos com você, viu? Se fosse depender da gente, você não será cassado. Com certeza. Com certeza. Com certeza. O, vou fazer agora a primeira pergunta emendando aqui a sua apresentação. O motivo oficial de seu pedido
de cassação feito pelo partido novo, o novo, justamente o novo, que nada do que o novo faz é bom, se deve a agressão ao Integrante do MBL em 2024. Quando o Conselho de Ética aprovou a abertura do processo de cassação, você fez uma greve de fome em protesto contra a decisão. Conta pra gente como foi a articulação com o presidente da casa, Hugo Mota, que o levou a suspender a greve. O que foi que tu conversou lá com Vocês sabem que na greve de fome disseram é para aparecer. Algumas pessoas falaram: "Ah, tá querendo aparecer".
Era isso mesmo. Claro que era para aparecer, né? para amplificar a denúncia para que as pessoas soubessem o que tava acontecendo, porque tinha um plano de cassação sumária, votar rapidamente no conselho, na comissão de constituição e justiça e já levar pro plenário. A greve de fome combinada com a solidariedade das pessoas é a que garantiu que eu posso estar aqui conversando com vocês hoje e com todo mundo que tá nos acompanhando sem estar Como um deputado caado. Por quê? Porque houve um recu por parte da mesa diretora da Câmara. Eu só conversei com o Hugo
Mota por 30 segundos durante esse processo, porque eu tava em greve de fome, então eu tinha que economizar energia. Quem ficou responsável pelas articulações e que era também porta-voz era Sâmia. E ela fez uma articulação junto com Lindberg e o Hugo Moto. Então foi ele quem propôs que eu suspendesse a Greve de fome e ele assumiu o compromisso de não colocar em votação nos próximos 60 dias depois da aprovação na comissão de constituição e justiça. Um dia tava Lindberg sentado, Sâmia e Talíria, que é líder do pessoal na Câmara e o Hugo Mota ligou pro
Lindberg. E existiu uma dúvida por parte do Hugo Mota de que ele daria uma manifestação pública de ampliação de prazo, mas que eu continuaria na greve de fome. Eles estavam desconfiados que Eu não ia cumprir. Aí eu falei com o Lindberg, me dá esse telefone aqui, Lindberg. Lindberg não, não queria passar. Eu acho que ele ficou com medo do que que eu vou dizer, né? Falei: "Pode me dar aqui o telefone, Lindberg?" Alguém Lindberg me passou e eu falei: "Presidente, eu não faria isso. Se Sam Lindberg já assumiram um compromisso em meu nome, combinados comigo,
de que se houver esse recuo com a ampliação do prazo, eu vou defender a suspensão da Greve de fome na reunião com os movimentos, eu vou fazê-lo." E foi exatamente o que aconteceu. Foi isso. Quando ele fala em Sâmia, para quem não sabe, Sâmia Bonfim, também deputado federal, a mulher do companheiro também do pessol e mãe de Hugo. São que vai fazer 4 anos, dia 24 de junho. Coisa fofa. Bem pertinho do seu aniversário também, né? Verdade. Bem pertinho. Pronto. E Lindberg, a Lindberg faria-se, líder do PT na Câmara. A a GZ Hoffman também teve
um papel nesse, porque assim, o governo nessas horas tenta não se meter e tals, mas houve essa fala, né, de que a GZ também, como ela tem proximidade com Hugo Mota, enquanto eu tava em greve de fome, a presença dela junto com Lindberg e com o ministro Sidônio teve um papel importante porque ela é a ministra da articulação política. Sim. Uhum. Então eu leio, mas essa é minha leitura, minha interpretação, que a presença dela foi Também um sinal verde pro conjunto do governo. E aí eu contei lá depois com a visita de aproximadamente nove ministros
e ministras e isso ampliou a repercussão do caso, sem dúvida nenhuma. Então ajudou. Olha, e assim foi bem naquele período de Semana Santa que tava o período mais tenso. Eu eu pensando com os meus botões, meu Deus do céu, o E tudo para, né? O Congresso para, é um período bem esvaziado, mas mesmo assim deu para reverter. Então, você sabe que Inclusive essa foi uma coisa que na minha avaliação foi uma tática. Sim. Que naquela semana eh esvaziaram de qualquer sessão presencial em Brasília. Uhum. Para quê? Para não ter repercussão ali onde eu tava. Exatamente.
Só que o tiro só pela culatra foi o contrário, porque a imprensa de Brasília, sem as sessões e deliberações no plenário, sem pauta, pa. A pa sim a de fome virou a pauta. É exato. E e aí quando a gente pensa assim, ah, casos de deputados cassados, Né? A gente pegou aqui um levantamento do jornal Estado de São Paulo de abril de 2021, que mostrou em duas décadas anteriores, o Conselho de Ética recebeu pedidos de cassação de 148 parlamentares, mas apenas 22 foram punidos de fato, um pessoal, um percentual menor, né, do que 15%. E
o caso mais preminente, claro, foi do Eduardo Cunha, né? Aquele que você xingou, eh, MDB do Rio também. E e depois aí a gente teve o caso da da, por Exemplo, da Flor de Lis, que pegou 50 anos de prisão por mandar matar o marido e também não teve eh a cassação. O brasão que mandou matar Mariele, né, tá aí eh sendo eh denunciado por isso, só foi caçado por falta, não pelo fato em si de ter sido ali apontado como mandante e essa cassação por faltas faz com que ele mantenha os direitos políticos, né?
Pois é. Então se aí se ele não for condenado, se ele conseguir escapar disso, ele ainda volta a ser Candidato tranquilamente, né? Exatamente. É isso. E aí eu sei que você tem outros fatores além do dessa agressão ao sujeitinho lá do MBL, que queria mesmo chamar atenção e queria que você reagisse dessa forma. Para além disso, né? Tem essa questão com o Artur Lira. O que que acontece? Qual é o clima e o por que que o Lira te fora do da lá da do Congresso? Alegação é a minha reação ao provocador do MBL. Sim.
Importante eu dizer que foram sete vezes De ataques dele contra mim em locais públicos e que daquela vez na Câmara não foi a última, aquela foi a quinta. Depois daquela foram mais duas vezes. Da primeira vez que esse rapaz chegou, a gente faz uma roda de conversa toda segunda-feira no centro do Rio de Janeiro ao meio-dia Largo da Carioca. E aí ele chega e me faz perguntas, eu não conhecia. Eu respondi as perguntas dele, eram perguntas de ataque ao MST, eu respondi, só que não Ficou bom para ele. Ele publicou nas redes e os próprios
seguidores começaram a, pô, mas aí você foi mal e tal, não sei o quê. Partir da segunda ele veio mais violento, na terceira mais violento, na quarta mais violento ainda, ao ponto de chegar pro Fábio, que é coordenador do meu mandato, e dizer: "Fabinho, eu sei onde sua mãe mora". F ameaçando mesmo. Ameaça. Margarida que tem mais de 70 anos. E isso inclusive fez com que existisse um boletim de Ocorrência contra esse sujeito. Na quinta vez foi aquela vez na Câmara onde para além dos ataques que ele fez a mim, os ataques que ele fez
a minha mãe, que tava fora da arena política já há bastante tempo, porque tava com Alzheimer avançado e que veio a falecer alguns dias depois, inclusive dos ataques dele. Então essa é a alegação. Mas na Câmara todo mundo sabe que não foi a minha reação que levou a tração ao prosseguimento desse processo no Conselho de Ética. Quem deu tração a esse foi Artur Lira, o ex-presidente da Câmara. Por que motivos? Sim. por conta do mandato ter batido de frente com ele e principalmente por conta das denúncias relacionadas ao orçamento secreto, porque eu sou testemunha e
um inquérito na Polícia Federal de um processo que foi aberto a partir do pedido do ministro Flávio Dino. Mas essa ameaça do Artur Lira, ela vem mais tempo. Em 2022, ele anuncia numa reunião do colégio de líderes, onde todos os deputados eh representando as suas bancadas estão lá para saber qual vai ser a pauta. Ele anuncia então que colocaria em votação um projeto de entrega do controle acionário da Petrobras. Na prática era a privatização da Petrobras. E ele diz que faria isso num projeto por maioria simples, ou seja, sem que ninguém no Brasil tivesse sabendo,
ele ia colocar em votação a Entrega da Petrobras numa sessão relâmpago. E aí naquele dia, eh, de maneira proposital, para chamar a atenção também do que tava acontecendo, eu pergunto no plenário se ele não tinha vergonha de colocar aquele projeto em votação por maioria simples. reage, desliga o meu microfone, diz que vai botar a polícia legislativa para me tirar do plenário e naquele dia ele diz no microfone: "Eu vou ficar muito feliz quando você não tiver mais aqui como Deputado". No dia seguinte o Pell, a pedido dele entra com uma representação pedindo a cassação do
mandato. A avaliação que a gente tinha no mandato era: "Se eu perder as eleições, porque era um ano eleitoral, ele vai caçar para tentar dar uma inelegibilidade por um período de 8 anos. Mas se vencer as eleições fica difícil, porque você vai caçar alguém que acabou de ser respaldado pelas urnas. E eu fui reeleito com praticamente o dobro da Votação em relação à eleição anterior. E o Artur Lira, então, ainda naquele ano, no final, ele no plenário vira no microfone e fala: "Deputado Glabro, eu gostaria que o senhor fosse conversar comigo na minha sala e
tal". Tava tendo um embate meu com um deputado lá, o tal de Zé Medeiros. O Lira fala isso. Eu não fui, mas Sam era líder da bancada e tem a reunião do colégio de líderes toda semana. E na nessa reunião o Lira vira Para ela e fala: "Glab vai continuar com isso?" Ela continua com o quê? Ele tá exercendo o papel dele, o mandato dele. E ela fala: "E você quis caçá?" Aí a resposta dele foi: "Mas ele não se reelegeu. Ele não se reelegeu bem. Ali era uma senha, né? A senha era, se ficar
calado, calado, eu vai ficar tudo bem. Se não ficar, eu vou avançar. E em 2023 tem o momento mais trágico da vida da nossa família, que foi o assassinato Do meu cunhado no Rio de Janeiro. Ah, aquele médico, médico na Barra da Tijuca. Exato. E um inquérito aberto para saber qual era a causa. E Sam tinha uma recomendação de manutenção de uma escolta porque ainda não sabia a motivação exata. E ela então vai conversar com quem autoriza a escolta da Polícia Legislativa. Autoriza não, autorizava a continuidade porque ela já tava com a escolta. Ela vai
a ele, ele fala: "Não pode contar". E Ainda diz: "É chato andar com escolta, né?" Por um motivo que pode parecer banal, no dia seguinte, eu faço uma cobrança no plenário para que as galerias fossem abertas, para que o movimento social pudesse acompanhar uma votação. Ele vai e corta a escolta de SAM, né? Por eu ter feito essa cobrança. Então, quem é capaz de fazer isso? Ele tem uma marcação especial contigo, porque imagino que tem outros críticos, mas assim, contigo ele Decidiu mirar, decidiu decidiu caçar mesmo, tomou a decisão de caçar. Que coisa. E aí
as denúncias continuam em relação a ele prioritariamente sobre o grande esquema e articulação que ele montou e que ele eh colocou peso, que foi o orçamento secreto, que faz com que ele hoje maneje bilhões de reais, o que fez inclusive com que as denúncias que eu faço no plenário me levassem a ser eh testemunha nesse inquérito da Polícia Federal. Aí eu passei a ser, tá, mais Uma vez marcado para ser caçado, porque basicamente pode eh desmontar o esquema do dinheiro infinito que eles têm, né? Esse é o motivo da cassação. Por um lado é vingança,
mas por outro lado é também silenciamento e recado, porque se ele me caça, ele vai estar dizendo pros outros: "Olha o que que acontece com quem mexe comigo". E é tão baixo, só um detalhezinho, que ele envolve a deputada SIA, que é uma Parlamentar que tá lá e já o mandato dela, mas ela envolve, ele envolve o Lira, que é que tu chamou ele de vagabundo? Bandido. Pois é, o bandido Lira envolve a Sâmia. É, eu não consigo perdoar isso, né? Porque uma coisa é ele fazer o enfrentamento, outra coisa é para por causa de
uma cobrança que eu faço, tirar uma escolta de uma questão que era ainda um inquérito em aberto por uma questão de mul no momento de mais Vulnerabilidade, né? Havia dúvida se se a motivação fosse política. Havia demais. Cabra é baixo. Ave Maria, né? Pois é. A gente tava conversando, o deputado, a discussão que a gente tá achando que a discussão sobre a anistia dos golpistas do dia 8 de janeiro estava até bem forte, mas agora a gente tá achando que entrou assim em banho maria lá no no Congresso. Será possível barrar essa barbaridade? A decisão
há poucas semanas de livrar o Alexandre Ramage, Né, que teve aquela votação, 351 votos, não foi? Parece foi. Eh, que é hoje aquele ex-deputado ex-ministro da justiça do 315, né? se eu não tô enganando. E um foi um um por aí, bem pouquinho, foi um monte e e os outros um p que a gente ficou até assim, meu Deus, olha aí essa votação. Eh, teve essa votação, será que é indicativo aquela votação de que poderá ser votado o anistia? Como é que tu tá vendo lá o Congresso? Eu acho que A pressão da extrema direita
é pela votação de humanistia. Acho que a mesa diretora da Câmara e o atual presidente Hugo Mota quis tentar dar aquela sinalização também para diminuir a pressão relacionada à tentativa de anistia que tá sendo tocada pela extrema direita. E a resposta rápida do Supremo dizendo que o conjunto daquela decisão não valeria, ela foi importante para colocar um freio numa escalada de natureza golpista, né? E para não responsabilização daqueles que tentaram, evidentemente, dar um golpe de estado, mas essa turma vai continuar pressionando para que a anistia seja votada, né? E é por isso que eu tenho
dito que essa caravana nossa em defesa do mandato contra a cassação é uma caravana também de responsabilização dos golpistas. Quem achou que faria com o meu caso algum tipo de troca, né? Ah, não, um peloto. Não, esse o primeiro a não aceitar isso Sou eu mesmo. É porque isso também tava sendo falado, né, de é, vamos deixar vamos antiar o Glauber e vamos antiar, né? É, exatamente. Uma coisa pela outra. Isso foi colocado. Não, eu não aceito essa comparação e não aceito porque eh são coisas incomparáveis. Eu defendi a honra da minha mãe, eu denunciei
o orçamento secreto e bati de frente com quem articula o orçamento secreto. Eu não tentei dar golpe de estado não. E eu não fiz um plano, inclusive que tinha Como objetivo assassinar o presidente da República eleito, o Lula. Quem fez isso foram os golpistas, aqueles que tentaram dar o golpe do dia 8 de janeiro. É o o Ramagem. É isso. Ele faz parte daquele primeiro grupo, né, dos idealizadores do golpe. Tava com a minuta do golpe, tudo ali na mão, tudo assim. E aí foi protegido. É isso. É uma coisa muito esquisita. o que você
fez, por mais que beleza, não é uma coisa boa, agradável de ver um deputado, né, expulsando uma Figura, quem quer que seja, né, a sei lá, pontapé, mas nem é não chega nem perto de coisas muito mais graves que são ali eh validadas pelos coleguinhas, né? Sobre essa questão, inclusive, né, da minha reação, teve um dia desse que eu tava no aeroporto Santos Domon, fui lá esperar Sâmia e aí um senhor gritou: "Aí lá vem a cassação, hein? Sim. Aí eu voltei de onde eu tava, fui lá calmamente falar com ele. Aí falei: "Ah, já
paciência". Falei: "O senhor, o Senhor defende o orçamento secreto?" Ele: "Não, de jeito nenhum. O senhor defende Artur Lira?" Ele falou: "Não, não, não, de jeito nenhum". Falei: "Agora que eu vou pegar ele". Falei: "O senhor defende a família?" Aí ele: "Defendo." Falei: "E o que que o senhor faria se atacassem a sua mãe que já tivesse doente?" Ele não respondeu mais nada. Sabe o que que ele fez? Ele esticou o braço e me Cumprimentou. Então, ol esse tema da reação e das suas circunstâncias é algo que inclusive consegue dialogar com pessoas que não são
do nosso campo, inclusive, porque a pessoa ela pode não aprovar o feito, mas ela entende que em circunstâncias específicas, se acontecesse com ela, ela poderia ter feito a mesma coisa, né? tem graus de punição. Então se houvesse uma censura, até uma suspensão, vamos lá, né? E o nosso e o que não é do quem não É do nosso campo fica condenando como ele começou a insultar o Glá, porque a a o que ele ouve, o que passam para ele é outra história, né? Na hora que ele escuta a história verdadeira, aí muda. Qual é a
a o que passa para esse pessoal? A caravana tem servido para isso também, pra gente dialogar e apresentar todos os elementos dessa história. Aí falando de emenda, né, da do orçamento secreto, emendas parlamentares, né, eh, tá mais do que Claro que esse modelo de emendas que aumentam cada vez mais, né, você vê cada ano que passa eles acrescentam valores em relação ao orçamento do ano anterior e estão tomando praticamente todo o orçamento federal, assim, não tem dinheiro para investimento e distorcendo qualquer ideia de planejamento. O governo não consegue pensar num projeto nacional de nada porque
não tem como aplicar, né? Eh, mesmo o PAC que a gente tem aí tem muitas obras, mas sem Garantia de continuidade de recurso, porque é isso, o orçamento secreto toma e e você tem que ficar pedindo pelo amor de Deus pros parlamentares ficarem darem um pouquinho do dinheiro para complementar. E aí no meio dessa história, a gente tá vendo uma frente de combate, aí você se coloca nesse nessa frente, mas que é o ministro Flávio Dino no Supremo Tribunal Federal, né? ex-deputado, ex-senador, ex-ministro Flávio Dino. Eh, a base do governo, por Outro lado, dá impressão
às vezes de aceitar o orçamento, até gostar também do orçamento. Não tem uma oposição assim, o governo ali, a articulação dos deputados que defendem o governo não me parecem muito convicta em relação a um combate real a esse orçamento. É impressão ou é assim mesmo? Olha, hoje aqueles que de alguma forma articulam uma posição de orçamento secreto ou que indicaram emendas do orçamento secreto, Eles estão presentes em siglas das mais variadas, né? Isso não tem nenhuma dúvida. Eu acho que o governo em si, ele gostaria de bater frente com isso. Essa é minha impressão, é
minha interpretação, porque isso representa uma chantagem permanente estabelecida contra o governo. E o governo, quanto mais recurso orçamentário tenha para fazer o investimento nas suas políticas, melhor, mais forte fica. Mais forte fica. Agora, eh, acho que existe um medo Mesmo, ou seja, um medo de bater de frente com isso e os resultados que vêm a partir dessa decisão política de enfrentar essa história. Eh, fica muito ainda pairando eh na cabeça das pessoas o que foi o caso do Eduardo Cunha. Ah, não, a decisão política de enfrentá-lo levou ao impol, né? Mas eu acho que não
tem jeito. Ou seja, tem que enfrentar, tem que enfrentar essa história, porque como você disse, o orçamento público tá Asfixiado. Se você, hoje, o governo federal tem para fazer novos investimentos, uma escola, uma creche, uma estrada, R bilhões de reais por ano. De orçamento da emenda são 50 bilhões. É 1/4 do orçamento geral. E parte significativa desse dinheiro sem identificação de autoria. Então assim, o que o ministro Flávio Dino tá pedindo, ele não tá nem questionando nas suas decisões o volume De recursos. A única coisa que ele tá dizendo é quem indica. Pronto. Quem é
o dono? Quem é o dono? Quem é o dono? E e a pergunta que fica é por que que um deputado que indica uma emenda para determinada região não quer ser identificado? Por quê? Se ele vai ter o bônus político eleitoral de ter feito a indicação daquela emenda. Coisa boa não é, né? Coisa boa, não é? Exatamente. Então, a decisão do Flávio Dino vem nesse sentido. Tem que dizer quem é que Tá fazendo a indicação daquela emenda. Eh, eh, é o mínimo. Eu espero que um dia nem exista emenda parlamentar, ou seja, que o conjunto
do orçamento público seja definido pelo povo, acompanhado pelo povo de maneira participativa. nosso mandato, inclusive nós fazemos com as emendas individuais, aquelas que são públicas, a gente faz emendas participativas, 100% das emendas discutidas em plenárias públicas abertas, onde as pessoas apresentam as Ideias, votam e depois formam comitês de acompanhamento da aplicação do recurso da emenda. Eh, a gente chama de um ensaio de poder popular, mas emenda não pode substituir a luta estrutural pelo orçamento público. Não pode. Não pode substituir a luta estrutural do orçamento pela educação pública, pela saúde pública. Por isso a nossa posição
crítica também em relação ao arcabolso fiscal, porque ele vai congelando os investimentos públicos que precisam ser Realizados para que você tenha melhorias substantivas nas mais variadas áreas. Agora, 200 bilhões para investimento o governo tem e 50 bilhões ser só de emenda. Isso é uma desproporção absurda. Já o nome já não gosta emenda. Emendando. Emendando o qu, cara, né? Mas vamos aqui. Isso aí já é ruim. A gente tá achando que a reforma eleitoral também que tá em curso no Congresso tem tudo para piorar também, não é, né? Ixe, tá tão negativo. Mas não, eu acho
que a Gente tá muito negativo, mas é porque o Congresso cadê pauta positiva, né? Difícil. A reforma eleitoral que tá em curso no Congresso tem tudo para piorar ainda mais o sistema político que nós temos a unificar todas as eleições em uma mesma data, né? tá querendo isso. Eu acho é aí é que ninguém vai querer nem saber dos candidatos ao legislativo, que é o problema. A gente às vezes faz uma campanha, a gente querendo ser bem, sabe? Vamos fazer uma campanha para todo Mundo votar bem para deputado, como se a gente alcançasse esse o
Brasil todo, sabe? Mas a gente peleja, né? Porque isso mas já é difícil em eleições separadas. Imagina, além disso, acabar com a reeleição ao executivo parece ser mais uma forma de minar o poder dos gestores e ampliar o do parlamento. Como você, o senhor está vendo essa movimentação, dessa reforma você mesmo, é você mesmo. Olha, eu a bancada ainda não se reuniu para discutir essas Alterações pontuais que foram aí indicadas, mas vocês já trazem na pergunta preocupações que são as minhas preocupações também. Se por um lado as organizações políticas, os partidos ficam muito voltados paraa
construção eleitoral, porque você sai de uma eleição, você já tá se preparando para a próxima eleição, isso impede que partidos ideológicos, principalmente de esquerda, tenham tempo suficiente paraa organização de lutas que estejam para Além do calendário eleitoral. Isso. Então esse poderia ser considerado um ponto teoricamente positivo, mas quando você eh unifica também as eleições, que é uma preocupação presente na pergunta, você acaba transformando a eleição pro legislativo numa eleição também muito relacionada ao voto pro executivo local, né? E o voto pro executivo local, ele dificulta que a proporcionalidade de temas e pautas que são fundamentais
pro Brasil possam ser priorizados no debate Político. Então, uma agenda que às vezes é minoritária socialmente, mas que tem um público importante a defender aquela agenda, fica prejudicado, porque a pressão política sobre aqueles temas vão ser para que o candidato ou a candidata ao cargo legislativo não fale sobre aquele assunto, porque pode, entre aspas, prejudicar a eleição majoritária, né, ou a eleição, eh, para cargos eh no executivo eh local e estadual. que tende a ser em alguns momentos mais Conservador até do que um espaço ou uma pequena abertura que nas eleições nacionais existem. Então eu
eu vejo com muita preocupação qualquer reforma política ou eleitoral, na nossa avaliação, tinha que caminhar para um processo de ampliação da participação política, ampliação da democratização dos espaços públicos e de diminuição da eh incidência do poder econômico sobre a representação dos mandatos. Essa devia ser a preocupação Prioritária. Essa não vai nessa linha e ainda assim tem preocupações importantes como aquelas que vocês elencaram, mas a gente vai sentar e avaliar como bancada para fazer uma discussão mais profunda daquilo que tá vindo do Senado. É, eu fico pensando eh se numa eleição normal, assim separada, né, a
gente já tem, por exemplo, quando tem eleição presidencial, governo do estado, senador, deputado federal, estadual, já é um bocado de voto. as pessoas já não Sabem direito em quem votar. Fica muito a cobertura eh da mídia mesmo concentrada no nacional, né, na candidatura eh majoritária nacional. Eh, em segundo plano, os estaduais ali, os governos, né, candidatos a governo, senado quase ninguém fala nada e deputado, então ninguém fala. Imagina junto, coitado dos prefeitos, né, candidato a prefeito também vai ser um que ninguém vai saber. E a discussão sobre a cidade, que é muito diferente da Discussão
para da presidência da República, é, né? Vai ficar tudo misturado ali. Mas vou fazer uma de advogado do diabo aqui com quem tá com quem tá formando convicção, mas que tem as mesmas preocupações que vocês. Mas isso não seria também uma oportunidade para você ampliar a presença de voto ideológico à esquerda nas câmaras municipais e no executivo? Talvez do que que eu tô falando? Você chega numa cidade, por exemplo, onde a Esquerda teve no segundo turno maioria absoluta de votos. Aí você vai ver quantos vereadores ou vereadoras tem de esquerda, não tem nenhum. É porque
as pessoas ali votam como se fosse uma eleição, onde o que deve prevalecer é simplesmente o interesse de natureza local. Só tô colocando como reflexão mesmo de quem não eh se aprofundou nesse debate, mas enquanto você vinha falando, eu fui pensando sobre isso, porque muitas vezes A gente quer mobilizar forças para ampliar a presença desse voto ideológico também nos legislativos municipais. Eu acho que isso se faz com ampliação da participação política como um todo, não necessariamente com uma unificação de calendários, mas deixo aqui como um um ponto pra gente pensar junto. Eu gostei, eu gostei
assim, é isso também, é isso. É, é enxergar também possíveis, é o lado positivo, talvez. Eh, ainda falando de Congresso, outra discussão Que tá que tá muito avançada e que preocupa demais é o tal do PL da devastação. Absurdo, que é assim, foi aprovado no Senado, basicamente ele libera as licenças ambientais para uma autolicência, né? As os empreendimentos, os projetos vão poder se autollicenciar, dizer: "Olha, eu tô tudo certinho, eu tô fazendo tudo certo, pode deixar". e aí recebe a licença sem ter a participação mais ativa de do IBAMA, do das secretarias, superintendências Estaduais, enfim,
de meio ambiente. Eh, se a assim é dado assim como meio certo que a Câmara vai passar também esse projeto e a gente vai ver um desmonte dessa rede de que garante minimamente uma coisa que já é muito precária no Brasil, que é o licenciamento ambiental. a gente já vê a devastação que é nesse país. Aqui teve tem vários ensaios disso aqui os municípios que tem um município que é na serra, sabe? Que que que tem área preservada, tem eh Mata Atlântica Ainda lá. Aí a prefeitura de Guaramiranga, que é uma cidade que tem 15.000
habitantes, se eu não me engano, eh aprovou a criação de uma secretaria lá na prefeitura para aprovar todo tipo de loteamento lá na serra. é de meio ambiente, mas na verdade tudo. É o senhor secretaria, imagina sem infraestrutura, sem nada. Aí a gente todo mundo denunciou, inclusive companheiro Renato Rosen foi um o que que conseguiu sustar junto ao Ministério Público e parou. Agora tem é é uma coisa isso aqui é ampliado a a agora a miranga pequenininho e essa PL lá da é a coisa ampliada, pois ele queriam fazer aqui a prefeito. E agora esse
aí é dar o o o é aquela coisa de carimbá liberou geral e assim essa parte de defesa do meio ambiente é tão frágil, né? Assim é isso mesmo, tá? Estamos na casa do sem jeito, ainda mais num ano de COP no Brasil. A gente vai acontecer isso. Vocês citaram, né, a luta do Roseno e do Gabriel. Isso É a luta é Gabriel Biologia. Essa luta já é tão difícil e é tão fundamental e imprescindível a presença de camaradas como esse que fazem essa luta, mas que ainda conseguem se basear na legislação existente para evitar
o absurdo dos absurdos. Agora você imagine que se nem essa legislação a gente tiver mais. É isso. Então, menina ali é a concretização da passada da boiada do Ricardo Sales de maneira objetiva, né? E eu tenho esperança de reverter isso na Câmara. A minha esperança não tá na correlação de forças dentro da Câmara, tá numa mobilização social popular mesmo, que faça inclusive com que a própria presidência da Câmara se constranja em colocar uma matéria como essa em votação. Que aconteceu, por exemplo, com o próprio Lira, quando ele tentou colocar em votação o pele do estupro.
Aí foi isso. As mulheres em todo o Brasil e aliados se mobilizaram, fizeram grandes manifestações e ele não Colocou em votação. Acho que foi o último momento de mobilização forte para impedir alguma coisa mesmo. Então nós temos que fazer uma mobilização como essa e fazer com que isso seja gerador inclusive de constrangimento público contra a aprovação desse absurdo total. Porque é isso mesmo, né? Não tá sendo chamado de PL da devastação à toa. É o que vai acontecer, né? Porque é o desmonte. Exatamente. Não é não é fingimento. É isso. Pois é. Aqui teve Uma
mobilização assim o o Gabriel que sempre são, mas é pouca gentefil é pouca gente que que luta com isso. Olha, mas nós vamos ter uma atividade hoje de solidariedade ao mandato, né? e a atividade, todas as notícias que a gente vem recebendo aqui vai ser grande e a gente tem que aproveitar esse espaço também para mobilizar essas pautas. Então nós vamos estar lá falando sobre isso, falando sobre a necessidade de Amplificação desse tema para reverter o que é uma tendência de aprovação hoje também. E quanto mais a gente puder fazer isso, ocupar a rua, o
espaço público, isso faz toda a diferença. Diferença, faz aquela que você lembrou bem aquela tal da pele do estupro, foi ter a gente foi pra rua. Fomos pra rua. Fomos. É, não, não ia, é, a gente adora a rua. A gente gosta. Mas agora voltando, a rua é vocação da esquerda, né? A direita ocupa a rua Ocasionalmente para atender objetivos específicos, mas eles não gostam de rua. Quem gosta de rua somos nós tá difícil. Pessoal tá gostando dentro do sofá. Eu tô achando que a que a esquerda tá gostando muito de rua. Não, outro outro
dia não, eu uns dois meses tava no aqui no evento aqui no interior e veio o deputado Renato Freitas. Sim. Do Paraná, né? Estadão. Excelente. Aí a gente conversando, dizendo que parece que a esquerda tá com medo de ir pra rua. Parece que ficou com medo. Acho que desde 2013 ficou com medo. Nós estamos muito mais medo, cara. Tem que botar esse povo na rua, pelo amor de Deus. Povo frouxo. Concordo plenamente, mas talvez eu esteja eu esteja um pouco eh eh tocado positivamente com o que a gente tá vivenciando na caravana, graças a Deus.
Na caravana, onde a gente tá percorrendo todos os estados, né? A gente já percorri 13. Eh, e todos os encontros em Espaços públicos têm sido maravilhosos, né? com muita gente, com mobilização. Mas, mas você notou isso também, que houve assim um recu da Notei. Por isso, inclusive, a gente fez essa opção política na luta de defesa do mandato de priorizar a rua, de priorizar o espaço público. Por quê? Porque eu podia exclusivamente fazer uma priorização institucional, a não é conversar com os deputados dentro do seus gabinetes. Eu converso, converso com deputado que Queira ouvir os
argumentos, mas o principal dessa história é exatamente mostrar que a mobilização de fora do parlamento realizada pela esquerda tem um papel importantíssimo em modificar cenários que parecem ser impossíveis de serem mudados. E aí a gente tem que acompanhar muito a mobilização das mulheres daquilo que foi feito no pele do estupro, que demonstrou essa força. E a gente tem que fazer isso o tempo inteiro com as mais Variadas pautas, né? Tem que ocupar, tem que ter planos de mobilização e de luta, de ocupação do espaço público. Imobilizar, às vezes eu fico pensando, tiro, tô achando tão
pouca gente jovem aqui que eu vejo um pessoal que tá na rua, quando eu vou pra rua, o mesmo pessoal que foi na rua há 500 anos atrás, né? de mim quando meus colegas morreram, inclusive eu, quem é que vem pra rua? Tu tá entendendo? Tem um bocado de Coroa que o Não acha graça, não é? Unos vel assim como eu, o Não vejo a juventude no há uma época atrás era a juventude é que era a a o que puxava, eh, que era que guiava. Você se lembra do de um caras pintadas do tempo
que que derrubamos o colo, né? Aí hoje em dia você vê, menino, eu vejo tanto coroal de viesses aí morrerem. Quem é que vem? Porque os meus colegas, quem é que vem? Mas tem uma almoçada, tem almoçada agora no teu, na tua, na tua caravana, tá? Moçada? Tem, tem uma moçada grande e firme, né? que tem participado do conjunto das atividades, que tem mobilizado lutas, coisa boa, eh, importantes de organizações políticas diferentes e que hoje, se a gente puder estar junto mais tarde um pouquinho, vocês vão ver que vai ter um uma moçada que vai
que entra com força e com radicalidade. que nós estamos gravando, avisar aqui para o nosso público direito e de esquerda que tem uma mobilização Hoje, mas quando o episódio for ao ar já já houve, mas é na próxima da Gentilândia, realmente ali vai ali é o foco. É a área da universidade. Manda Inês aqui essa que a gente adora falar do pessoal. É, a gente tem a pergunta do pessoal, a gente adora falar do pessoal beijinho. Os beixinhos. Sim, menino. Vai ou não vai? Companheiro bolos vai ser ministro do Lula. Então, e eu queria saber
porque assim, a gente sabe que tem posições diferentes dentro do pessoal, Deixa contextualizar. É, tem uma parte que quer bolos no governo, tem uma parte que não quer, a suposição é contrária. Eh, não exatamente sobre o bolos, mas da participação direta do pessoal no governo. Já tem a Sônia Guajajara, né? Eh, e aí, como é que tá isso? A Sônia foi aprovada como uma possibilidade de indicação direta pela PIB, pelo ineditismo, inclusive da criação do ministério dos povos indígenas, dos povos originários, né? Qualquer nova Definição de ocupação de espaço e de cargos dentro do governo
um novo ministério, vai ser debatida novamente pelas forças políticas do próprio pessoal. O que a gente sempre e pelas suas instâncias, né, seja direção nacional ou no caso que fosse uma questão estadual numa direção estadual. O que a gente defende é que você não precisa estar num cargo para fazer enfrentamentos que são fundamentais. defender o governo Lula Contra todo ataque que venha de desestabilização da extrema direita, mas ter também a liberdade política de fazer enfrentamentos que no final acabam ajudando o próprio governo. Eu dou um exemplo, sim, o exemplo do orçamento secreto. Quando você faz
parte da base e partidos do centrão são da mesma base, você é tensionado a fazer com que esse tema não possa ser publicizado, porque ele constrange outros partidos da base. Quando você tem a possibilidade de fazê-lo sem ter o cargo no governo, você vai ter mais liberdade política para dizer que aquilo não pode e não deve acontecer. Essa é uma questão que pra gente é muito relevante, é muito importante, né? Eh, e evidentemente o partido vai se debruçar sobre isso, mas por enquanto só teve especulação na imprensa. Não houve ainda uma definição ou uma posição
do próprio bolos de ocupação do ministério ou da Confirmação formal desse convite, né? Ou seja, a ocupação é para quê? é para mobilizar a quente a pauta política de enfrentamento à extrema direita, combinando com isso, né, de fazer com que não tenha a colocação em prática de medidas de austeridade. Esse é um cenário. é para diminuir a força de mobilização e de movimentação que inclusive se enfrente com o centrão e com a extrema direita em pautas Políticas onde você acaba ficando amarrado a depender do posto que se ocupa, são coisas diferentes, né? Então, a posição,
a nossa posição é de que para fazer esse enfrentamento e para ter essa independência que é importante em temas que são fundamentais para que a extrema direita não volte à presidência da república, não precisa ter ocupação de cargo. Mas quem vai se debruçar sobre isso são as instâncias, é a direção nacional. Eu não faço parte da direção Nacional, mas também não, mas também não me eximo de quando perguntado falar sobre o assunto de maneira livre, como a gente tá fazendo aqui. Faça a impressão que o, assim como o Lula quando levou a Gace Hoffman, né,
pro pro governo, ele colocou alguém com uma força, uma visibilidade diferenciada, né, o o Padilha tinha, né, uma pessoa, né, com bom trato, mas não tem a mesma presença, a mesma força de expressão mesmo que a Gaz tem. É outra, assim, mudou bastante. A impressão que dá é que o Lula talvez queira chamar o Bolos também para isso, para tentar reforçar a a tropa de choque, né, o pessoal que vai à frente, porque o Marcos Macedo na Secretaria Geral não tem essa essa força toda, né? Mas mesmo assim você acha que é o caso, tem
que fazer essa reflexão e talvez o papel do bolos fora seja melhor. E aí eu pergunto inclusive porque eh o que saiu na imprensa é que o bolo se disporia inclusive a não se candidatar à Reeleição para ficar até o final do de 2026 no governo, ou seja, ter um mandato, um um período no ministério mais longo. Essa é uma outra questão, né, para um partido que tá precisando ultrapassar a cláusula de barreira com a votação que ele teve de mais de um milhão de votos. Essa é uma questão que eu acho que também tem
que ser refletida, mas eh procurando eh responder ao teu questionamento de maneira objetiva, qual é o pior cenário Que a gente pode vivenciar em 2026, o retorno da extrema direita ao Palácio do Planalto? Claro. Uhum. para que isso não aconteça, que movimentos são fundamentais? Na nossa avaliação, o governo tem que fazer uma disputa a quente. Não dá, por exemplo, para manda o projeto da isenção do imposto de renda para quem ganha até 5.000, que é uma medida importante. E vamos esperar para ver o Que que sai lá do relatório do Lira, porque o relatório do
Lira vai ser para beneficiar quem tá no topo da pirâmide, não vai ser para beneficiar quem tá na base, para quem passa por dificuldade. Então você tem que mandar uma proposta como essa e se mobilizar com o povo, entrar em cadeia nacional, mostrar o que tá acontecendo, se reunir com as pessoas, percorrer os estados, dizendo: "Olha, tem uma matéria muito importante que precisa ser aprovada. nos ajudem a Mobilizar, se mobilizem com os deputados do seu estado para que isso aconteça. Isso é um ponto. O segundo ponto, as medidas prioritárias econômicas, elas não podem ser medidas
de austeridade, elas têm que ser medidas que consigam exatamente amplificar a avaliação do povo que aumentou comida na mesa, que melhorou a saúde, que melhorou a educação pública. Eu acho que a eleição de 2026 vai ser muito parecida com a última. Você vai Ter ali, né? 30% de quem já pende pra direita, extrema, direita, 30% para quem pende para alguma posição mais à esquerda e 30 40% que estão no meio do caminho que podem pender para um lado e pro outro. Para pender pro nosso lado contra a extrema direita, você tem que ter medidas econômicas
que a pessoa que o trabalhador olha e fala assim: "Não, olha, a minha vida melhorou significativamente em relação a esse Período da extrema direireita que era terra arrasada, que privatizou tudo, que só priorizou o grandão e combinado com isso, mobilizando o tempo inteiro, não ficando dependente só das articulações congressuais. Nesse sentido, acho que tem uma pauta que é fundamental. que é o fim da escala 6 por um. Sim, o fim da escala 6 por um mobiliza e traz pro nosso lado contra a extrema direita, a parte significativa da classe trabalhadora que eh vai ficar contra
a Extrema direita porque eles não defendem essa pauta e além de não defender, eles ficam constrangidos e na parede quando essa pauta é colocada no debate. Eu eu fico assim pensando, tem que mobilizar, vamos mobilizar. Eu não vejo isso, esse movimento, esse essa garra, isso por parte do governo federal, eu não vejo. Por exemplo, o escânds era para vir, cara, a a pro povo. Olha, meu povo, quem quem começou isso foi fulano. Explicar bem Direitinho, não fui eu, não, porque vai passar, tá? Passa porque o Lula é ladrão. Olha o governo do Lula roubando o
NSS. É assim, eu eu isso é que eu eu vejo daqui e vejo, falo pelos olhos também do do povo, da opinião que quer que a gente ouve. Não tem essa força. Eu acho que isso tem que ser uma opção política. Porque inclusive o governo ele vai ser tensionado por parte da frente amplíssima. O setor da direita da frente Amplíssima vai querer exatamente o contrário do que você tá defendendo, porque vai dizer o quê? Não. Ou seja, essa mobilização quando ela vem, ela amplia também a pressão por medidas econômicas que sejam de garantias do direito
do povo. Uhum. Que é exatamente o que a sala direita não quer. Só que a sala direita da Frente Amplíssima pode estar momentaneamente contra Bolsonaro, mas daqui a pouco eles largam e ficam com taxísio, tá certo? Com governador de São Paulo. Eles vão olhar para onde os interesses dele vão se se manter inalterados. Por isso que eu acho que é fundamental, e eu concordo plenamente contigo, isso tem que ser uma opção política. Nós vamos fazer uma disputa quente com medidas econômicas que possam garantir direitos pro trabalhador e que ele sinta quem é que tá do
lado dele e quem é que tá contra. Você já viu a a já se delineia a pauta de 26. O presidente do PL é todo o tempo na televisão, Aquele horário deles que eles têm o horário eleitor eleitoral, não é? É gratuito político. É só dizendo que a sua comida, você não bota mais comida na mesa, que o preço tá caro. Botando na cabeça do povo que tá que esse tal do ovo que eu digo mim, onde é que vocês compram este ovo tão caro? Porque eu compro ovo de 20 ovos por R$9,90. Onde é
que vocês compram este este ovo tão caro? E não tem uma pessoa do governo para esclarecer isso. Eu fico doente, Minha fica irritadazinha. É, é. Calma, calma. Aí você falou dessa dessa medida dos da isenção de do imposto de renda de até 5.000 que tá lá no Congresso parada, né? O governo apresentou, deu aquela confusão danada. Aí tem uma outra medida econômica também que agora foi apresentada eh pelo Hadad na semana passada sobre um reajuste do IOF para ampliar a arrecadação dessas transações financeiras, que nem foi uma coisa assim extraordinária, era de 3,38 para 3,5.
Eh, equalizou assim, o Hadad fala difícil, né? Falou, vamos, nós decidimos equalizar porque era isso, o pessoal ia viajar pro exterior e a e aí jogava o dinheiro numa conta no exterior sem pagar imposto, né? Sem pagar a taxa, enfim, ele quis cercar isso aí e estão fazendo uma tempestade no copo d'água, assim, como se fosse a pior coisa do mundo. E claramente o Congresso tá trabalhando para reverter isso. E o que que vai acontecer na prática? O governo Que com essas medidas eh e com um condenciamento maluco que quase estrangulou, por exemplo, as universidades.
Eu trabalho na Universidade Federal do Ceará, tava numa situação assim de penúria não ter dinheiro para pagar as contas básicas de todo mês por causa daquela do só estavam liberando 18 avos em relação ao orçamento, sendo que as contas são 1 12, né? Você você todo mês ali tem as bolsas para pagar, os salários para pagar, as Contas de luz, de água, tudo é um uma por mês, não é? 18, né? Não é dividido por 18. Enfim, isso foi revertido agora pelo pelo governo federal. Mas fora, então tem o conjamento aí com essa medida de
aumento do IOF, ah, beleza. O Hadad falar, né, vamos chegar aí no zero a zer, né, vamos evitar o déficit, né, que é para atender o mercado. Mas o Congresso não quer que o governo atenda o mercado, quer que o governo que o que o que o país mantenha o déficit, pelo Visto, porque vai repetir. Mercado também não quer essa medida. Pois é, não quer essa medida porque o mercado sabe que essa alteração pontual do IOF, ela incide prioritariamente não sobre quem tem baixa renda, mas aqueles que têm maior renda, né? Então eles querem cortar
de onde? Eles querem cortar dos benefícios sociais. Só falam disso. Eles querem cortar do BPC. É isso que o mercado quer. Ele prefere cortar do BPC do que Aumentar uma alíquota ou uma alteração específica percentual do IOF que vai incidir sobre quem faz eh transações de maior renda. Bom, eh e qual é a solução, né? Por uma questão como essa, eu acho que não tem outra solução. Tem que revogar o arcabolso fiscal e fazer uma alteração objetiva em relação a esse pagamento de emenda de R$ 50 bilhões deais. Ah, é difícil. É, é difícil. Primeiro
porque o arcaboço fiscal ele Acaba sendo a imposição de um alto teto que não deveria ter sido realizado, porque é uma amarra colocada pelo próprio mercado na política de investimento do governo. Mas se não faz agora a pressão do mercado para que você tenha a desconstitucionalização dos mínimos para saúde e educação, ela só vai aumentar. Então, acho que é isso. Ou seja, essas duas frentes eh tem que ser tocadas porque senão de fato isso aí acho que são coisas que o Hadad foi ele Que criou, acabou, ele não vai desfazer. O problema é que se
você não faz isso, você não vai fechar as contas para cobrir é aquilo que o mercado tá exigindo e aquilo que foi pactuado previamente. E aí você vai tirar de onde? Aí vem a investida para fazer reforma administrativa, como o Hugo Mota agora anunciou, a formação de um grupo de trabalho paraa reforma administrativa. E a reforma administrativa é para quê? Reforma Administrativa é para fazer com que o serviço público como um todo ele tenha diminuída a sua capacidade de intervenção social. você tem diminuído a capacidade de ter um serviço público de qualidade, ampliando os setores
de mercado que vão ter os seus interesses atendidos com rodadas de privatização ou de precarização do que é público. Então essa é uma encruzilhada que não tem muito jeito. Ou seja, se não mexer nisso, ganha força as medidas de Austeridade que vão forçar como essa da reforma administrativa. Ai Jesus, eu fico só pensando que tudo que esse pessoal quer de a direitona quer ano que vem eles vão ficar repetindo que eles querem fazer o que Milei fez. E o e o pior é que a imprensa é é sério. E a imprensa ela cai no discurso
de que ah, Argentina tá melhor. Não vão lá mostrar a miséria que tá assim a fome e a desgraça que tá acontecendo com boa parte da população. Mas aí mostra uns números, ah, diminui a inflação, aumentou, não sei nem se tá dando superait, enfim, mas é uma é uma situação falsa, fajuta que tá sendo mostrada. E aí, fome, né? Esses são os números tem que ser analis. Exatamente. Não. Eh, como reta final, Inês Aparecida. Pois é. Tava olhando ali, tava olhando ali o o relógio. Exatamente. Eles ficam passando aqui. Peguei um movinho aqui. Pode pegar.
Aqui é para comer. Não é enfeitado não, Menino. É, é, não é. Não é de não é de, ei, não é de cera não. Esse, esse, esse bichinho também é ótimo. Ei, é porque eu fico me entalando. Exatamente. A gente deixa para comer no fio porque senão a gente não fala. É, mas deixa eu falando sério mesmo, não ficar achando graça, não. E essa história, o ô Glaub, como é que tu tá vendo essa possibilidade de interferência externa, sobretudo pelas mãos das Big Tech? falar nisso hoje e ontem quando a gente tá gravando, teve Uma
reunião aqui até o coisa ruim veio o Cramunhão, eu chamo aquele com Google, com Facebook, com Facebook, teve aqui em Fortaleza reunião encontro do PL com aulas desse pessoal do Google e tudo mais de como aproveitar melhor as redes para redes. Aproveitar melhor as redes, a gente já sabe o que é, né? Exatamente. Então, como é que você tá vendo essa interferência externa, essa nas mãos das bigtecs, o governo dos Estados Unidos, o o outro filhote de Satanás? lá nos Estados Unidos atacando o governo brasileiro. Essas ameaça de punição ao ao Xandão, né? É só
o Xandão que ele que ele tem, né? Não, é o Xandão. É o principal o principal. Eh, e o Sim, aí o o Elon Muskosk até já disse que o Lula vai perder em 2026, né? Ele tá para, tu viu ele dizendo o Lula vai perder em 2026. que ele é, ele falou respondendo pra Janja, é quando a Janja eh mandou, não? E foi depois, ele já disse de novo, já disse de novo, mas eh E agora vai ter o o STF vai retomar a votação do Marco, né, da da aquele que a direita chama
censura da das redes sociais, né? Vai vai retornar se aí como é que tu tá vendo essa movimentação? Os Estados Unidos se metendo, as BigTech se metendo, se metendo com a gente. Eduardo Bolsonaro tá lá fazendo a caveira do Brasil. que ele faz, ele faz muito é enchame, bota mais cadeiras que aquele lá tem cartaz com aquele povo. Não, pois é, sei lá. Mas olha, eh, é uma Interferência evidente na nossa soberania. Pois não é, cara. Para além da regulamentação, essa presença do Eduardo Bolsonaro, ela é escandalosa. É a licença que ele tirou na Câmara
Federal é uma licença específica que diz que você pode se afastar para cuidar de problemas pessoais ou privados. Não é o caso não. Ele tirou uma licença política para Conspirar fora do Brasil contra o Brasil. Exatamente. E tá fazendo isso respaldado pelo cargo de deputado federal, ainda que licenciado, quando o que de fato ele fez foi um abandono do mandato. Então, as ações que existem contra ele, tanto na Câmara dos Deputados, no Conselho de Ética, quanto nas investigações pela Polícia Federal em relação ao que ele tá fazendo, são corretas, porque ele tá se utilizando do
Poder que tem para ferir a nossa soberania e tá fazendo isso respaldado por forças políticas do que há de mais racionário do mundo. E especificamente sobre as bigtecs, tem que ter regulamentação. Tem que ter, ah, qual é a regulamentação que vai ter que ter? Nós temos inclusive que discutir soberania tecnológica. Na minha avaliação, isso é um assunto que a gente precisa se aprofundar no Brasil para não ficar eh eternamente dependente daquilo Que o algoritmo vai dizer que pode eh ser colocado ou não ou que é lucrativo ou não paraas próprias eh corporações. Agora, eh para
além disso, tem que ter regulamentação mínima e a regulamentação não tem nada a ver com censura, né? É uma regulamentação inclusive de natureza econômica, né? o essa essa questão da da de você regulamentar, gente, e e entender o seguinte, as plataformas elas não são neutras. A gente vê a o alcance que aqueles vídeos do Chupetinha Nicolas Ferreira tem quando ele faz um vídeo e que alcança milhões e milhões de pessoas mais do que a população brasileira, alcança uma coisa assim absurda. Não é normal. Não é normal. Não é o impulsionamento normal. Isso não é queica
não é que todo mundo tá curioso para querer saber o que ele tá falando. Não é isso, sabe? É isso, é uma ação direta das plataformas. É a plataforma Decidindo o que que vai espalhar. E é horrível que a gente tá vivendo esse momento, porque aí, por exemplo, o a esquerda, o pessoal mesmo, PT, todo mundo precisa dessas plataformas para amplificar suas ideias também. não tem outras opções. E é o que você tá falando, senão a gente, se a gente não discute soberania e informacional, digital, enfim, o nome que se queira dar, eh a gente
vai ficar sempre só repetindo e tá na mão deles. Quem decide São eles. São interesses privados, ideológicos. Sim. A gente tá tá escancarado isso nos Estados Unidos. O governo eles nem escondem mais, né? Então não escondem mais. Eles tentavam disfarçar. O Zberg teve uma época que apoiou iniciativas de jornalismo, eh, de busca pela verdade. Pronto, acabou, caiu a máscara. Não tem mais nenhuma nenhum problema com isso. Ele, o Elon e achei até todo mundo, como é? Condenou A Janja lá, ela falando no quando ela falou na China, mas ela também tem, ela tem razão nessa
história do preocupante, tá? Essa vai o tema não é, é, o tema não é problema. A gente já discutiu sobre as divergências do ponto de vista. Deixe para lá. Deixe para lá. Deixa para lá. Pois é. Olha aí. Chegamos. É, batemos uma hora, aí a gente tem um momento que é mandar cheiros, fazer alguma recomendação, alguma coisa do gênero, certo? Então vai pensando aí. Cheiro é Beijo, tá? Mandar beijo, um alô. Para quem que eu vou mandar beijo? Beijo, beijo, cheiro que você quiser. Porque aqui tem, não sei se tu assim foi no interior, acho
que não. Novo Friburgo é o interior, mas aqui no interior nas rádios fica mandando alô pros outros, né? Alô, ful. Alô, fulano. Não sei o quê. Eu digo é muito do meu eu para o teu ter um cheiro não sei o quê, né? Fica. E aqui é igualzinho o nosso podcast no final. Maravilha. Vamos Lá. Está está me lembrando um programa de rádio, porque eu fiz muito programa de rádio durante bastante tempo. Aí tá me lembrando um prefeito de um município do interior do Rio que fazia um programa de rádio antes de mim. Eu tava
lá esperando, ouvindo para poder entrar depois. Ele pegou o microfone e falou assim: "Fulano, você tá dizendo aí que não vê minhas obras, que eu não tô fazendo nada na cidade, é porque você vive bêbado aí não sei quê". Aí eu Utilizar ai foi utilizava o rádio para fazer a briga política lá. Pois é, quase quase. Sim. Aí, só antes de eu dar o cheiro, só bem ligeirinho. Esse esse coisa ruim, esse Eduardo Bolsonaro lá nos Estados Unidos morando numa bela casa, a mulher destilando com as já viu as bolsas dela? Aquelas bolsas que custa
14.000, 15.000, não sei para que que a pessoa ter uma bolsa dessa aí não. Será que tem? E desce e ficar mesmos 50 centavos que tem dentro. Pois bem, aí Ela fica lá e e ele também e não é caçado não. E o dinheiro ele tá recebendo o verba lá da Não, ele tá licenciado. Hum. Ele tá licenciado sem vencimentos e foi chamado suplente. Mas o que acontece é que o artigo que possibilitou o licenciamento dele fala especificamente que é para cuidar de questões privadas, particulares, pessoais, o que não é o caso. Não é o
caso. É, ele tá é Arruaçando lá. Pois bem, mas vamos aqui aos cheiros. Alexa Farias, um cheiro para você, tudo que você quiser. Ela é personal trainer. Débora Vieira. Professora da Unilab. Olha aí, viu? Ouve a gente foi ela que fez a cabeça da Márcia Roberta Falcão. A pessoa ouve demanda. Olha, ouve as cunhas. É legal, né? Muito bom. Aí tem o Marcos Marciel. Ele é ele é ouve a gente desde quando aqui só era mato, como a gente diz. Aí tem uma uma um @ que é podosferabrasil, Um nome, mas disse que podia eu
mandar beijo para cheiro. Beijo que Podosfera Brasil. Sabia quem era a Maria José Protázio. Fiquei muito triste com a posição da Camila com a J. Mandou dizer oí mandou dizer. Tá bom. Não, Protaso, não tem problema não. John Soares. John John. Aí ele disse assim o N manda um recado para Velker deixar de enrolar ele. Tá aí o recado. Não entendi não, mas tá aí. Velker não enrola o John não, viu? Pronto. Aí né igualzinho interior. E borda. Frida borda mora na Alemanha. Foi tua aluna. Pronto. Ela disse: "Sou aluno da Camila. Adoro vocês aqui
na Alemanha porque eu fico escutando o sotaque e me atualizando com a com a com". É, a gente tem e tem um de Nuremberg. Oli, tem um também que nos ouve. Menino, o que é que tu pensa? No Japão, tem um cearense que faz mestrado no Hiroshima, aí fica escutando as cunhas, porque eles querem se atualizar. E também disse que é para matar a Saudade do sotaque. Maravilha. Ó os meus cheiros. Já acabou? Acabei. Pronto. Vou mandar os meus. Vou mandar pra Débora Brito, que encontrei outro dia no High Five lá no lançamento do Freezo.
É um livro gigantesco desse tamanho sobre rock de Fortaleza de todos os tempos. Negócio assim impressionante. Impressionante. No meio do livro. Você pensa assim que só tem forró no Ceará? Não tem rock. E ele fez uma coletânia gigante. Então a Débora Brita um cheiro, A Patrícia Alves que é contadora, mulher, melhor conversa sobre imposto de renda, uma coisa maravilhosa. Altas conversas, a Priscila Lima, o Eric também. Aí o o Marco Braga diz que a Evely escapou de ganhar chocolate lá na Argentina. Ele ele quase se desse encontrava com ela e dava um chocolate para ela.
E o Daniel Moreira que também tem, ele diz que tem de cor o começo do nosso episódio sempre que a gente começa a falar assim, aí ele já tem que olá, Estamos de volta com as cunhaças pode ele diz que toda vez que começa assim ele já tá com com essa e esse início na cabeça. A Dani, ela diz que tu já mandou cheiro para ela, pronto, tô mandando também. Então o povo tão carente fica assim, eu quero cheiro de novo. Para que essas carências? Agora o povo pede cerveja, whisky, caipirinha, eu mando porque é
virtual, né? É tudo virtual assim, a gente manda a pessoa se sente se sente contemplada, né? E por fim, de Cheiro pra Mel, que participa do grupo Mulheres do Brasil, é nossa ouvin ouvinte assim, Zete mesmo, chegou, ai meu Deus, o cabelo não sei o quê, né? mandou um cheiro, eh, pedi um cheiro. E aí eu tenho uma recomendação também que vai acontecer no próximo dia 7, sábado, o TEDEX Mucurip, que é um encontro, né, com várias discussões bacanas, muitos palestrantes, vai ser no cinema do Shopping Del Passeio, organizado pela Eugênia, a maravilhosa que a
gente chama De paixão, é, da da Caramelo, o Lucas de Paula, que trabalha comigo, é, são jornalistas incríveis, estão fazendo esse esse evento sobre afetos. E aí são vários palestrantes. Entre os palestrantes tá o Denis Laceda, sabia? Ah, é? É. Tá. Tá o Denis Lacda. Gente, a gente vai deixar aqui na tela o caminho para quem quiser se inscrever e saber mais toda a programação, tá certo? Então vocês vão lá e também na descrição do episódio, tá bom? Eu acho que vale a Pena. É um momento assim, aquela discussão que você vai para se sentir
conectado com outras pessoas que pensam igual a você ou que pensam um pouco diferente, mas enfim, que querem se conectar e ao mesmo tempo, né? É aquele, dá aquele calorzinho no coração. Calorzinho no coração. Não é, sabe o que é que eu vou dizer? Prefeitura. Prefeito, pelo amor de Deus, pague o povo que vocês botaram para fora. Os terceirizados não estão recebendo não Fund de garante são as empresas. Sim. As empresas terceirizadas que são contratadas, que a prefeitura não contrata terceirizada. Aí bota o povo para fora e não paga os direitos do povo, viu? Por
favor, viu? Pronto. Gláber. Acabou. Glanda teu cheiro, teus beijos, teus recados. Glá fica. Vai lá. Bom, vou mandar um cheiro e um beijo pro meu filho Hugo. Ah, e pra Sâmia. Muito bem. Claro, pode. E não mande nada. Só, só que mandando o beijo pro Hugo e pra Sâmia, eu lembro que se não mandar pra minha sogra, ela também não fica satisfeita. Então eu quero mandar pra sogra um abraço pra minha sogra, dona Tuninha. Oi. Mas mandando pra dona Tuninha, eu tenho que mandar também pro seu Domingos, o sogro. Muito bem. Só que aí tem
que mandar pra dai também, a cunhada. Muito bem. Só que se eu fizer isso e não mandar pro meu pai Roberto, vai ficar ruim. Então eu mando pro meu Pai Roberto, pra minha irmã Ivana aí, tá vendo? E para Lis, minha sobrinha. Oi. Pronto. É. Muito bem, muito bem. E aí, deixa eh tem algum site, alguma coisa onde as pessoas podem saber mais sobre a caravana ou é sua rede social? A gente tá colocando todos os dias informações novas sobre a caravana, certo? No Instagram, nas outras redes também, mas o Instagram que tem tido mais
acesso, que é Glauberbraga_line, certo? Inclusive a gente tem Compartilhado eh postagens do comitê Glauberfica que foi formado aqui no Ceará, comitê do Ceará. Legal. Então, quem puder também procurar lá nas redes, porque aí pode participar de ações, atividades aqui no próprio estado, que é uma coisa que a gente tem feito é quando passa por um estado, a gente combina e forma comitês também para que dialoguem com os deputados localmente, para saber quais são as posições, como é que ele tá refletindo, se tem alguma dúvida sobre Esse processo. Então é por aí. Massa demais. Eu acho
que é é super importante mesmo. Obrigada, viu, Gláber? Foi muito legal. Foi ótimo. Você gostou? Adorei. O problema, o problema é a hora de ir embora. É, é acabar. Não, e a gente nem perguntou, porque eu sei de uma história que seu nome é por causa do Global Rocha, né? Ah, é? E a gente tem aqui um parlamentar que é um senador que ele tem uma história de Não, não, o o ele sabe quem é aquele idiota Giroquina, que é Senador pelo Ceará, Eduardo Girão, que uma vez foi fez o pronunciamento em inglês, a Sam
Eduard Giral falando para ela músculo, não sou dando essa história, ele fala e ele anda sempre com um fetozinho de silicone na mão mostrando contra o aborto. Ele é um idiota. do ele é do partido novo de quando ele recebeu o aí ele ele uma vez a ele disse não se quecha que é não, ele é um oportunista aí ele disse que recebeu uma mensagem uma psicografia do Glauber Rocha diom invente outro cineasta invente outro diretor porque uma pessoa Glauber Rocha pois ele diz isso. Mas é o senador Eduardo Girão. O nome do o Rocha,
ele é tão forte que toda semana, e eu não tô exagerando, sei confundem o meu sobrenome. Vai boter Rocha fala agora. Gostaria de chamar o Glauber Rocha, deputado Glauber Rocha. Toda semana isso acontece. Quando é aliado, falo: "Não tem problema nenhum". É. E explico essa história, não. E foi Dado em homenagem ao Berro por minha mãe e meu pai. Agora, quando é inimigo, eu me aproveito também. Eu mudo o sobrenome do inimigo. Então já aconteceu com dois, um foi Eduardo Cunha, chamou lá da tribana agora deputado Glober Rocha pela segunda ou terceira vez e ele
fez sem querer mesmo que ele ficou, eu falei: "Pois não, presidente Eduardo Pais, né? Com ele ainda, com ele, com ele ainda fui leve. Com ele ainda fui leve, mas o Malafaia, Silas Malafaia Também errou e falou: "Deputado Glauber Rocha". Eu falei, pois não, pastor Silas Mala cheia. Pronto, troquei o sobrenome também. Glário, muito obrigada. Eu que agradeço. Obrigada. E depois de Fortaleza, você vai para onde? Bom, amanhã eu vou tá, deixa eu me localizar aqui. Amanhã eu tô no Maranhão. Aham. Tô em São Luís. Na segunda-feira tô em Pernambuco, em Recife. Muito bem. Certo.
E ele vai terminar com a caravana, né, do Rio para Brasília. É, no dia 26 de junho, que é o dia do meu aniversário, eu vou ter percorrido os 26 estados brasileiros e o Distrito Federal. Com essa previsão de votar no dia primeiro de julho em Brasília, se de fato se confirmar, eu vou sair em caravana do Rio até Brasília. Não vai dar para ir caminhando todos os trechos porque senão não daria tempo. Mas a gente vai caminhar por 23 municípios. Eh, e os outros três fazendo De carro até chegar a Brasília. Eita! Vamos acompanhar.
Vamos acompanhar. Obrigado por tudo. Adorei. Foi massa. Gente, chegamos ao final de mais episódio. Agradecemos demais a sua companhia com a gente aqui. Acho que foi bom, né? Foi bom demais. Reforçando, quer apoiar as cunhosas. Vamos lá, apoia esse podcast aqui. Então, aí com você sempre toda semana. Apoia, apoia. Gente, quer fazer os itinerantes pelo interior e precisa de Vamos, vamos fazer, vamos Fazer, vamos tá perto de fazer, de termos o primeiro episódio deste ano, é, que a gente fez já no no Icapuí. Vamos fazer em alguma cidade interior ainda. Mas bom, então quer apoiar
é pelo site apoia.se/ascunhaspodcast, pics para chave
[email protected] ou então pelo Aurelo, se você nos escuta por lá. Na produção do episódio, estivemos eu, Camila Fernandes, Eb Rebolsas, que não está aqui, mas está, mas está. Ela não Está, mas ela está. e a Ines Aparecida, o a gravação, edição, pãezinhos, frutinhas, é da Pró Produções. O apoio nas redes sociais é a empresa pontoind trilha Sonora barroada gag da banda breculé, inclusive o autor, um dos autores está presente hoje, que é meu cônj Fábio Marques. E e é isso, meu povo. Até a próxima semana. Tá, tchau. [Música]
[Aplausos]