o Olá tudo ser todos finalizando as reflexões sobre o modelo tórax está nós vimos nas aulas anteriores como modelo trate cita quebrou a forte hoje nós veremos Quais foram as condições políticas econômicas estruturais da época que possibilitaram que esse modelo pra ti se tu tivesse ascensão né E quais foram os reflexos desse modelo tô artista para a sociedade de um modo geral lembrando que em nosso curso a um esforço de se pensar administração muitas vezes fora da caixa a partir da ideia de que a gestão ela tem um aspecto importante para uma mudança por mim
inovação para que a gestão por si só ela não é decisiva há que se considerar as dimensões macroestruturais essa crítica que a gente faz muitas vezes aos modelos de livros de autoajuda que por exemplo pega um modelo toyotista e risoles aqui é fantástico a aplicar em qualquer contexto para qualquer infelizmente não é tão simples esse processo já que modelo tá artista ele teve logo porque ele estava no momento exato no tempo certo na hora certa que nós veremos aqui agora né e esse é um esforço que a gente vai trazer para a gestão de um
modo geral o que a gente vê como modelo numa determinada a época como uma referência ele necessita ser ressignificado para outros contextos organizacionais e outros tempos porque muitas vezes as condições externas são condicionantes para reforçar esse pré-suposto que a gente vem desenvolvendo aqui ao longo do curso o que levou a Toyota a esse sucesso tudo bem eles fizeram uma revolução do ponto de vista da estratégia e do ponto de vista da gestão de pessoas mas outros aspectos foram fundamentais esqueçam de trazer uma matéria aqui da mídia é que mostra o seguinte a crise do petróleo
de 1973 foi um dos fatores para o sucesso mundial do Toyota e a própria matéria da grande mídia enfatizando que teve uma crise mundial do sistema capitalista e que essa crise mundial do sistema capitalista veio favorecer o que veio favorecer a dos adoção a Adesão desse novo modelo de gestão no setor automobilístico é o que explica isso a gente pode trazer o seguinte o que aconteceu no final da década de 60 o quê que foi essa essa representatividade né essa crise do petróleo pós-guerra 1945 o mundo de um modo geral estava devastado Europa devastada os
Estados Unidos não está dizendo syntax mas Europa devastado Japão devastado né é o que acontece num contexto de pós-guerra muitas vezes quando as questões materiais estão escassas a uma demanda para o reconstrução a gente possível a partir de 1950 vários planos é o plano macho por exemplo de Reconstruir o Japão a própria Europa num processo de reconstrução isso elevou o que de 1950/1970 uma grande demanda por produtos e serviços e esse foi um período Áureo da economia fase dos anos dourados da economia numa visão social-democrata e fez com que a partir do apoio do Estado
e financiando entrar no suporte para as empresas o estado possibilitando leis trabalhistas que garantisse emprego e que incentivasse a demanda ou seja né os consumidores estavam cor uma sociedade de consumo que já vinha desde 1930 quando a gente viu o sucesso do modelo fordista só que esse processo e chegou em 1970 esgotado Então se o modelo fordista que nós vemos a vídeo aula anterior teve um pacto com o setor fordista teve um pacto com o governo que incentivava por exemplo a políticas sociais que gera se renda para os trabalhadores que gerasse emprego Políticas de incentivo
ao consumo com a sociedade estagnada já que foi reconstruída Europa 1970 começou que uma crise os cara Mundial essa crise ocasionada por um excesso de produção é muito foi exatamente nesse momento da década de 70 que esse modelo de liderança proposto por isso ele terá inclusive defendido filosoficamente por ordem como nós vimos que dizia que se a sociedade produz muito e consegue produzir barato todo mundo tem acesso as mercadorias Não teremos mais pobreza e os empresários estariam conseguindo vender muito esse modelo 1970 põe foi estagnado E aí a partir desse momento de 1970 que surgiu
a crise do petróleo que mostra que toda economia tava globalizada e que por uma guerra de petróleo isso impactou as economias que esse modelo de liderança por custo passou a ser substituído em grande parte por modelos vinculados a diferenciação de produtos Ou seja a gente já não consegue mais vender em larga escala o setor automobilístico e até chega no mercado em que fala olha se já tá difícil competir em larga escala Por que que a gente não começa a adotar um produto de alto valor agregado para nichos de mercado e é esse momento de ruptura
da década de 70 que vai ocasionar também mudanças na própria filosofia do marketing que vai mudar suas estratégias de marketing né E vai ocasionar mudanças inclusive no papel do estado e vai começar a partir de 1970 modificar as leis trabalhistas aquele pacto taylorista for aquele parque do fordismo de incentivo à demanda de incentivo ao emprego passa a ser questionado e a gente começa a nesse período a emergência de governos liberais e vamos ver seguinte olha não dá para gente trazer um incentivo para demanda a gente tem que trazer mais para o certa e isso passa
pela flexibilização das leis trabalhistas O que é melhor situação do que a Toyota que já estava nesse processo a partir da criação das terceirizadas no exemplo de flexibilização da lei trabalhista e já não contrato mais um funcionário eu terceirizo para as funções meio então esses aspectos de ordem econômica mundial vem mostrar que a Toyota está no momento certo na hora certa adotando estratégias corretas Ou seja a gestão de pessoas teve um peso muito grande a mudanças de ordem estratégica também mas isso só tiveram logo porque os aspectos macroeconômicos contribuíram para tal como nós acabamos de
ressaltar aqui tá é o que reforça mais uma vez o perigo que nós temos que tomar com os livros muitas vezes de autoajuda que não considera esses fatores macroeconômicos Ou pelo menos que subestimamos fatores macroeconômicos Pois é e quais foram os reflexos desse modelo ter artista para a sociedade podemos observar o seguinte tem um artigo muito interessante quem quiser ler pode encontrado o malaguti eu vou citar nas referências abaixo do vídeo que ele diz o seguinte Olha aí deu a ideologia do modelo japonês de gestão nada mais é do que um penhorista melhorado porque ele
mantém todas as condições de precarização do trabalho e de exploração ainda no ritmo mais acelerado e como é que ele vai ressaltar isso aí ele outros autores ele vai mostrar o seguinte a primeira grande sacada do modelo para artista acabar com sindicatos lembrem que Ford não gostava de ser indicado ele dizer que o sindicato era um problema para o processo produtivo e que o trabalhador não precisava descarregar indicando você não que ele poderia trabalhar junto aquela visão taylorista inclusive de Harmonia né não há conflitos no ambiente de trabalho todos ganham se o patrão ganha o
trabalhador ganha era o que dizia Taylor nar é apesar de não ter conseguido comprovar isso empiricamente já que Taylor Foi questionado pela própria pela própria Ministério do Trabalho É mas o modelo estatista resolveu muito bem esse problema para que sindicato se nós temos trabalhadores satisfeitos ganhando bem e com pleno emprego Qual que é a bandeira do sindicato se nos condições de trabalho de emprego né então quando o modelo tão artista adotou esse essa filosofia ele vai dizer que a gente acabou consegui ficar né Lembrando que o serviço precarizados ficaram para as terceirizadas então um primeiro
aspecto Interessante foi o fim dos sindicatos não é é ao mesmo tempo isso gerou também desempregos porque quando você reduzir o processo produtivo e se colocou apenas funcionários altamente qualificados grande parte daqueles trabalhadores que faziam serviços de menor prestígio foram descartados Ou foram para terceirizadas Ou foram descartados com a automatização do processo produtivo seja uso de máquinas muitas muitos postos de trabalho foram foram substituídos por máquinas né então por exemplo Antunes mostra que o tipo de trabalho trouxe uma redução de trinta e três por cento do quadro de operações em relação aos modelos anteriores para
empresa é bom porque há uma redução de custos por para a classe trabalhadora infelizmente mais desemprego eu mesmo tempo interessante é o seguinte quem trabalhavam nas terceirizadas dos modelos japoneses né no Japão e quais eram as condições de trabalho dessas terceirizadas então alguns estudos malaguti vai mostrar que grande parte das terceirizadas oitenta por cento das terceirizadas eram formados por mulheres Lembrando que o Japão uma cultura patriarcal muito forte a mulher não tinha condições de competir com o homem já que o homem saía para trabalhar mulher que cuidar dos filhos então grande parte destas terceirizados eram
formados por mulheres que trabalhavam Inês expediente por exemplo e oitenta por cento formada por mulher e que recebiam condições de remuneração muito inferiores aos trabalhadores que ficaram no pleno emprego e a Toyota ou seja houve uma precarização das condições de trabalho do modelo japonês é a partir das terceirizadas E aí o conclusão que a gente pode chegar muitas vezes segundo malaguti nesse tipo de trabalho aqui o modelo toyotista ele revolução no campo quem tem um carro da Toyota Corolla ver o padrão de qualidade desse carro fantástico as condições de qualidade manutenção aqui é dias que
dizem né que o o carro consumo de um taxista um Corolla muitas vezes né pela qualidade do carro pelo baixo custo de manutenção e pelo valor agregado então é um produto Fantástico só que por detrás desse produto pessoas trabalhando né e quando a gente começa a refletir sobre as condições de trabalho como esse produto foi feio pode-se inclusive se questionar se esse modelo avançou em comparação ao taylorista-fordista ou se ele piorou as condições de trabalho para aqueles que fica e eu tô falando aqueles que estão no pleno emprego da do alto perfil da Toyota mas
as terceirizadas que representa a grande massa né então eu finalizo até com essa charge né Na época taylorista-fordista estão trabalhando desde o seguinte Olha vou ficar o resto da vida nesse chão de fábrica eu vou aposentar amanhã e sabe o que que eu vou saber eu vou até o final da linha da produção para descobrir o que que eu tô fazendo há 30 anos já que eu faço a mesma coisa né e nesses modelos politécnicos esses modelos japoneses que o trabalhador exerce várias funções a muitas vezes essa figura do Povo né que o trabalhador hoje
nesse modelo tor artista trabalha muito mais ou em condições muito mais precarizados do que aquele outro trabalhador no modelo taylorista algumas reflexões aí para gente pensar essas coisas talvez que estejamos assistindo futuramente e o próximo modelo de gestão de pessoas para ver se os carros das peças os carros automáticos a gente vai questionar inclusive os trabalhadores de chão-de-fábrica né já aqui no basicamente essa mim será que talvez mais uma questão do debate Mas enfim temos futuro sair para irmos acompanhando aqueles que conseguirem sobreviver abraço a todos