sempre que eu me deparo com alguma coisa complexa né alguma coisa sofisticada ou alguma coisa que não tá sabe não tá fazendo muito sentido eu começo a fazer igual minha filha eu faço perguntas vou fazendo por qu por por até eu entender aonde que a gente qual que é o propósito disso né várias vezes né na nossa dinâmica ali do dia a dia de inovação com as outras áreas do BV a gente recebe pedidos de soluções né Eu queria uma solução de um uma plataforma de treinamento para alguma coisa fal não calma mas para que
que você quer isso né né aonde vai ser usado em que contexto Para que tipo de público e por que você precisa treinar essas pessoas [Música] né oi gente bem-vindos ao bish haack cast o podcast da oim parceria com a monken Studios e o Web summit a gente tá aqui com um convidado incrível e convido vocês para acompanhar essa conversa esse bate-papo tenho certeza que vocês vão curtir muito e hoje a gente vai falar sobre os desafios da Inovação no financeiro né como a mentalidade de experimentação né A questão de testar aprender rápido ela é
uma aliada nesse processo eh a gente tem percebido isso com os nossos clientes que essa mentalidade ela é a chave pro sucesso das organizações que querem desenvolver novas soluções e e aprimorar a experiência de relacionamento com os seus clientes desenvolver Novos Produtos eu sou a Janaína truzi eu sou gerente de growth aqui da uim e hoje eu tenho um prazer de receber aqui o Bruno Franco que é Red de Corporate capital Open innovation do Banco BV bem-vindo Bruno Obrigado um prazer est aqui Bruno me conta um pouco bem-vindo e obrigada por estar com a gente
aqui hoje me conta um pouco né sobre a sua trajetória e a gente tava até conversando um pouquinho você tava falando da sua formação como que você chegou até aqui e como que você como que é liderar hoje inovação no banco BV bom legal é primeiro Obrigado pelo convite né um super prazer est aqui nesse espaço super legal adoro est aqui quando quando oportundade de vir aqui no state eh e eu eu eu conto eu costumo falar que eu sou um engenheiro civil não praticante Então me formei me formei engenheiro civil mas eu nunca atuei
na área eu sempre né fui fui logo cedo pro mercado financeiro e e e Vivi durante uma uma boa parte da minha trajetória profissional o mundo mais mais tradicional de mercado financeiro né então trabalhei com investimento trabalhei em banco de atacado trabalhei com operações de investment Banking Fundos então todo esse mundo mais tradicional de banco de atacado eu eu vivi durante um durante uma boa uma boa parte da minha vida e aí em algum momento do tempo por uma série de questões o que eu tava fazendo acabou e eu me vi no momento onde eu
tinha que repensar minha minha vida né ou eu continuava nesse mundo e mudava de lugar mudava de de emprego Eh Ou eu mudava de de de carreira né E aí foi nesse momento que por coincidências do destino acabei me juntando ao time de de inovação do BV naquela época isso foi em que ano Bruno foi 2020 foi foi assim meses semanas antes da pandemia Nossa é um Marco mesmo é E aí eu eu me juntei a um time que era um time que naquela época era inovação EV venture capital junto e eu me juntei a
esse time e comecei a fazer comecei aprender uma série de coisas né e comecei a eh e entender melhor esse mundo né não era um mundo que eu tava muito familiarizado eh e foi um Crash corse né então felizmente depois da pandemia Acho que muita coisa as coisas ficaram muito dinâmicas né muita reunião online Muita muita coisa acontecendo ao mesmoo tempo priorizações repriorização e aí depois esses times se separaram lá no BV e eu acabei ficando com inovação E aí fui fui entendendo mais sobre inovação aberta me especializando e liderando esse tema lá dentro e
aí mais recentemente essas duas áreas se juntaram de novo então inovação e e Corporate venture capital agora são a mesma estrutura e mais recentemente Eu também assumi a frente de Corporate venture capital Então agora eu tô liderando essas duas frentes naé de investimento em startups e de relacionamento parcerias comerciais com startups legal e me fala uma coisa Bruno a gente né Tem comentado até nos projetos que a gente vem conduzindo né em conjunto como que é lidar com Desafios que assim são abstratos ou o conceito não tá tão amadurecido ele não tá bem Aterrado né
como que é qual que é o desafio de você aterrar isso e você colocar essa bola no chão assim né de pegar coisas né e conceitos que não tão claros e fazer com que isso né ganhe uma ganhe uma forma eh eu tenho ten uma técnica no design Thinking que é o não sei se é no design enfim mas no Design em geral que são cinco porquês né Eu uso a técnica da minha filha que é os 59 porquês eh eu vi que tem tem um tem uma pesquisa que fala que crianças nessa na faixa
etária aí de entre 4 e 5 anos fazem 200 perguntas por dia meu Deus É isso aí dá uma média de uma pergunta a cada 3S minutos alguma coisa assim porque são seres né que estão descobrindo o mundo então eles não sabem as coisas fazem perguntas eh sobre qualquer coisa né E aí eles não entendem e continua e continua e continua tem até um um um um trecho de um de um standup Comedy do Luis CC eh que na época ele tinha filhas nessa faixa etária e ele ele faz toda uma uma piada em torno
disso né Eh que o negócio vai ficando abstrato porque eles fazem perguntas que não tem mais resposta né mas eles estão entendendo o mundo então eles têm acho que essa essa liberdade poética de de parecer de parecerem eh não conhecer né eles se dão essa liberdade eu não sei eu sou criança e eu tô aqui tentando entender né e perguntando eu acho que a gente cresce e fica adulto a gente fica com medo de parecer burro né então a gente para de perguntar as coisas e aí a gente assume algumas coisas né finge que entendeu
e sai fazendo eh Então sempre que eu me deparo com alguma coisa complexa né alguma coisa sofisticada ou alguma coisa que não tá sabe não tá fazendo muito sentido eu começo a fazer igual minha filha eu faço perguntas vou fazendo por qu por por até eu entender aonde que a gente qual que é o propósito disso né várias vezes né na nossa dinâmica ali do dia a dia de inovação com as outras áreas do BV a gente recebe pedidos de soluções né Eu queria uma solução de um uma plataforma de treinamento para alguma coisa fal
não calma mas para que que você quer isso né aonde vai ser usado em que contexto Para que tipo de público e por que que você precisa treinar essas pessoas né porque às vez o problema não é a plataforma de treinamento né a gente se deparou com um caso lá recente que era assim eh tem determinado os clientes não estão fazendo determinada coisa num processo de pós-venda e a gente precisa criar um produto para atender ele e e vender esse serviço para eles para fazer por eles e a gente foi pesquisar e entender Por que
eles não estão fazendo isso a gente descobriu que existem uma série de falhas de comunicação se a gente talvez comunicasse eles de que eles tinham que fazer isso E aí comunicação né Tem variadas formas a gente talvez não precise vender um serviço para eles a gente só comunica eles de um determinada ação que ele tem que tomar né então eu acho que eu quando eu me deparo com alguma coisa muito complexa eu vou tentando entender as raízes as razões né o contexto dela então eu faço a dinâmica dos dos 50 porquês muito bom e isso
essa sua resposta me levou para dois caminhos assim eh um que quando a gente normalmente a gente recebe as demandas né como área de inovação normalmente as pessoas pedem uma solução ela e é o nosso trabalho é investigar Qual é a dor porque a solução pode ser simplesmente uma comunicação ou qualquer outra coisa então a gente tem Ah eu preciso de uma ferramenta preciso disso mas eu acho que é um processo de descascar cebola né ou dos 50 porquês pra gente entender o que que Qual que é o c ali na questão Qual que é
a dor né E aí buscar caminhos para resolver isso e a outra coisa que me chamou atenção na sua resposta foi hoje a gente né Tem uma aquela váha máxima Ah não são as respostas que movem o mundo são as perguntas e agora com essa questão da engenharia de prompt ou e agem O que que a gente tá tendo que fazer e as pessoas estão sendo convidadas a fazer boas perguntas sim com certeza como que é isso né Como que você enxerga isso esse esse momento e essa questão né da de saber fazer as perguntas
de conseguir né elaborar um raciocínio essa interação do humano com a máquina no contexto de inovação é é que eu acho também ess assim não quero também culpar as pessoas né Eu acho que elas eh tem o o contexto onde as pessoas vivem os incentivos acho que também a gente vive num cenário de tantas pressões de curto prazo que as pessoas são são levadas a buscar soluções rápidas né E às vezes problemas complexos exigem eh soluções complexas né e e e eu eu acho que a gente tem que tentar casar essas coisas né e eu
assim eu tenho uma uma filosofia eu tive um chefe Mineiro ele tinha tem uma Filosofia de vida que era assim um boi a gente come aos bifes né acho que é um ditado lá em Minas então assim qualquer problema complexo você não vai resolver ele de uma vez né você vai resolver ele por fases né então eu eu acho que a gente precisa ir e quando uma coisa é muito grande muito complexa muito sofisticada eh a gente precisa óbvio que você não vai resolver tudo não é um problema complexo não vai ser resolvido no curto
prazo ao mesmo tempo você tem necessidade de curto prazo que você precisa ter entender não tem como fugir disso né então eu acho que você tem que como que eu fatio isso né crio alguns quick wins crio algumas coisas que resolvem e e endereçam ou atendem alguma coisa de curto prazo enquanto eu vou criando alguma coisa mais estalia com antiinflamatório antifebril até chegar no antibiótico é isso então você acho que você precisa tratar algumas coisas entregar resultados de curto prazo eh ao mesmo tempo que você vai construindo e preparando uma coisa mais mais perene legal
e e você falou aqui um pouco dessa questão de equilibrar isso né Eh E como que você vê essa questão de trazer as pessoas né conseguir cativar as pessoas para paraa questão da Inovação muitas vezes é Um Desafio uma bola que não tá tão Redonda que é o que a gente falou um pouco você tem coisas que você tenta né de alguma maneira a gente tenta endereçar isso entregando coisas de curto médio e longo prazo Como que você consegue né cativar as pessoas trazer as pessoas né priorizar isso porque muitas vezes a Inovação ela é
uma uma uma você vai ter a percepção da entrega ou do resultado no médio e longo prazo não no curto prazo como é que você consegue trazer as pessoas né priorizar isso internamente dentro do banco o que que você usa de artifício assim quais caminhos Você percorre e o que que você já aprendeu nesse processo acho que tem duas camadas aqui que é uma a Inovação ela também é uma solução né do mesmo jeito quando as pessoas vem e me pedem uma plataforma de Treinamento ou um chatbot e eu falo assim não calma que problema
você quer resolver eu não posso chegar nas pessoas e falar ass não você você precisa Inovar né Você precisa fazer coisas com startups ou com soluções inovadoras do mercado porque senão eu também tô empurrando uma solução né a pessoa do lado dela deveria se perguntar assim mas que problema que o Bruno quer resolver né eh e aí a minha abordagem nunca é chegar para as pessoas e falar não você precisa Inovar é assim Você precisa resolver os seus problemas de negócio né Quais são os problemas de negócio que você precisa resolver então Quais são os
seus objetivos de curto médio e longo prazo eh que você não está conseguindo resolver com as ferramentas que você tem então Putz em geral isso daí se divide em algumas categorias né se divide em Putz eu preciso mais eficiência né redução de custo alguma coisa do tipo produtividade ou eu preciso eh mais receita eu preciso novos mercados novos clientes e E aí eu acho que as ferramentas que a gente tem de inovação né seja inovação aberta seja investimento seja né um leque de de ferramentas que a gente tem eles servem a esses propósitos Então o
meu approach ele é sempre assim como que eu uso as ferramentas que eu tenho para ajudar os stakeholders de negócio a atingir os objetivos deles porque daí eu entro na agenda dele né eu entro nas coisas que ele vai priorizar nas coisas que são prioritárias para ele dado o planejamento estratégico dado outras questões né que envolvem que envolvem a empresa Então essa é a minha abordagem agora tem um segundo ponto que assim também não adianta eu querer e colocar algumas coisas e sugerir inovação como uma solução sugerir conexão com Startup sugerir pensar o novo se
se tem uma infraestrutura de processos de políticas e de cultura que também não favorece né então uma das coisas que a gente fez no BV nos últimos anos foi criar uma infraestrutura paraa inovação né uma vez um uma eh uma pessoa de negócio com quem eu tava interagindo no projeto me falou assim Bruno eu adoro o que você tá me trazendo Pô acho que seria super legal a gente trazer uma Startup aqui para esse caso mas assim se eu for fazer um negócio com o Startup eu só vou fazer isso na minha vida porque leva
tanto tempo e é tão complicado que eu não posso eu tenho tenho o meu trabalho para fazer né eu tenho várias coisas aqui que são as minhas atividades então eu não posso me dar ao Luxo de fazer um negócio com Startup aí eu falei cara a gente precisa mudar isso né Isso não pode assim não conflita né eu falar paraas pessoas que elas precisas Inovar que elas precisam fazer coisas com com inovação aberta e elas não TM as ferramentas então uma das coisas que a gente fez nesse processo nesse processo ao longo dos Últimos dos
últimos 5 anos foi criar uma infraestrutura para inovação né então a gente tem tem um programa lá que a gente chama de limpa Trilhos onde a gente identificou né Por onde passa né um processo de inovação aberta né Quais são as esteiras todas Quais são as áreas envolvidas todas que se que que que opinam ou que dão pareceres ou que né Por onde percorre uma contratação de uma solução com parceiro externo e a gente criou um um um como se fosse um Fast track né então um trilho novo Eh para que essas soluções passem então
isso permitiu que hoje a gente consiga começar uma poque com uma Startup em 10 10 15 dias isso isso é sensacional é uma Sprint né sensacional é então assim e isso também eh faz com que o os os as pessoas de negócio as pessoas que estão lá lidando né com com operações com produtos com negócios consigam olhar inovação aberta como uma possibilidade o que antes a pessoa falava Cara isso aqui vai ser tão complicado que eu não posso me dar o luxo de fazer agora ela já fala pô Será que não ten um parceiro externo
que pode me ajudar e acelerar isso aqui em vez de eu ter que desenvolver dentro de casa então a gente que é o tal do make your Buy né faço dentro de casa eu trago alguém para me ajudar a construir is E aí começa a ser decisões e mais Racionais assim tem um negócio que é mais estratégico tem um negócio que é mais é mais importante para mim pô deveria construir tem um negócio que talvez eu não tenho uma expertise eu posso me apoiar num expertise externa pô vamos trazer um parceiro E aí isso começa
a se tornar viável Então eu acho que também não adianta Só cobrar as pessoas né a gente precisa também dar as ferramentas dar os instrumentos e eu acho que a gente conseguiu ao longo do tempo criar criar esses incentivos e criar essas ferramentas para as pessoas usarem legal e tem em algum você chegou a né você falou desse programa limpat Trilhos Eu adorei o nome eh e você passou né Vocês tiveram um um trabalho um processo de olhar pra cultura treinamento preparar essas pessoas que iriam trabalhar com com inovação dentro da companhia Sim a gente
eh quando a gente começou essa agenda de inovação aberta parte do que a gente a gente tem um eh um pilar de de treinamento né e e e conhecimento não adiant também né a gente sair sair eh pedindo paraas pessoas interagirem com com Startup sem contar o que é uma Startup Sem explicar Qual que é a dinâmica de um empreendedor é um outro idioma é um outro idioma é outra língua né outra lngua eu falo que às vezes o meu trabalho ele ainda é como se fosse de um intérprete né eu tenho que traduzir o
finanz pro startups né e fico ali no meio do caminho para garantir que tá todo mundo falando a mesma língua né e uma vez eu participi de uma reunão onde uma pessoa falou assim não mas será que eles têm e tem aguentam a escalabilidade a outra pessoa tinha entendendo uma coisa completamente não a gente tá na WS na WS permite eu falei não mas o que ele tá falando não é isso a preocupação do cara interna era era uma questão financeira e a do outro ele tava falando do ponto vista de tecnologia então às vezes
você fica no meio do caminho você tem que ficar fazendo tradução simultânea mas a gente fez durante a gente continua fazendo né É que agora tá menos intenso mas durante o começo dessa agenda a gente a gente teve uma uma carga super alta de treinamentos E aí a filosofia Nossa para esses treinamentos era sempre que fossem com pessoas de fora né então a gente aplicou a Inovação aberta também para essa para essa PR essa parte eh de treinamento e de Cultura né de conhecimento então a gente trouxe pessoas de comunidades de inovação do Brasil a
gente trouxe empreendedores a gente trouxe a gente fez eventos focados para operações e trouxemos startups empreendedores que tinham serviços de backoffice a gente fez uma pro time de pessoas e trouxe startups que tinham soluções pro time de pessoas a gente fez várias dessas temáticas a gente fez algumas mais abrangentes a gente eh foi patrocinador dos últimos dois web summits e a gente levou uma uma uma galera assim super diversa do banco de diversas áreas não só de negócio de produto mas áreas de controle áreas de suporte áreas de apoio sabe para que todas as pessoas
tivessem óbvio que eu não consigo levar Levar a a organização inteira mas de pouquinho em pouquinho né então a gente vai pro soft summit leva me2 vai lá pro Rio de Janeiro leva mais 10 vai a gente vai levando as pessoas para esses eventos e e Óbvio que não consigo também levar todo mundo para fora mas a gente faz a gente sediou um monte de eventos que não eram nossos mas a gente usou o nosso espaço para sediar a gente criou eventos nossos lá lá no no banco funcionários para pessoas de fora tentando misturar esses
públicos a maior parte do tempo a gente sediou um fuck up Nights que é um evento para para pessoas né aberto para pro mercado falarem de falhas falarem de erros né ele é ele é auto-organizado n temos pessoas que que puxam isso mas a gente usou o nosso espaço para sedar inclusive tivemos algumas pessoas do do do Banco BV que foram lá e contaram suas experiências de de erros e falhas eh Então a gente tem feito tentado né trazer e este conhecimento não não nós falando né Não quero ser um pregador né mas trazendo as
pessoas para falarem né levando as pessoas pros eventos Então acho que super importante e durante as primeiras os primeiros momentos da de inovação aberta a gente também fazia isso com caráter muito cultural né então assim eh a gente fala que é igual aprend a dirigir né tem aula teórica e aula prática né você tem que pegar na direção em algum momento com o professor do lado mas você tem que pegar na direção e e testar né então a gente fazia várias iniciativas de inovação aberta que não eram temas Ultra estratégicos mas era importante pra gente
criar essa cultura de de de colaboração com o ecossistema externo de testar as soluções de fora de incorporar essas soluções eh de fazer com que não só o quem tava o sponsor da iniciativa mas a todas as áreas que tocam o tema né então compli pld compras tecnologia segurança também tivesse oportunidade de tocando né e interagindo e e entendendo como como funcion essa dinâmica então a gente fez um pouco dessas aulas teóricas e um pouco das aulas práticas a gente continua fazendo mas acho que com o tempo a gente também vai sofisticando né então os
temas que a gente traz agora para conversar né nesse nesse aspecto mais de Cultura são temas mais cada vez mais sofisticados e as iniciativas de inovação aberta são cada vez mais estratégicas ainda fazemos algumas que tem um caráter cultural fazemos mas a gente vai cada vez mais eh o mix vai vai mudando para mais pro estratégico legal e uma das coisas que a gente tinha conversado é essa esse desafio né que você falou do o papel da tradução e para além da tradução acho que tem a conexão com o que tá acontecendo fora e com
o mundo interno do banco Como que como que é isso né Eh essa coisa da participação dos eventos de tá conectado né com consultorias com empresas de inovação aberta com universo dos startups Como que você eh condu isso né no seu dia a dia o que que você tem de dica nesse sentido para quem né tá interessado né em ir para esse lugar fazer uma transição ir para essa área também né com como começar a emergir dentro desse universo eu acho que tem várias várias vários formatos né eu eu vivi isso né lá em 2020
quando eu fiz essa transição num contexto que a gente tava de casa né É então e eu acho até Talvez assim eh o o momento da pandemia e tal acelerou uma série de coisas que eram presenciais acabaram virando online e acabaram virando muito mais acessíveis né mas o que que eu fiz assim eu eu eu eu mergulhei de cabeça em qualquer coisa que aparecia que tinha oportunidade de eu aprender sobre isso então assim newsletters fórums grupos eh grupos de investidor anjo me tornei investidor anjo nessa época né acho que é uma fonte super super rica
né para você tá em contato com com as coisas mais mais novas né que estão acontecendo né então assim os empreendedores que estão criando as novas empresas que ainda estão nos seus estágios iniciais então puts eh faço parte de alguns grupos e todo mês a gente avalia 30 40 empresas né potenciais eh para investir Então eu acho que assim se se se colocar nos ambientes onde tá sendo discutido visto inovação eh tem uma série de newsletters né que que que estão acompanhando esse mercado tô acompanhando startups acompanhando inovação eu gosto muito da do startups.com.br eu
acho que ela ela dá um Panorama bom assim de do que tá acontecendo não só de investimento mas de novas empresas novos negócios acho que é bem legal dar um Panorama bom do do do que tá acontecendo eh eu acho que trocar com outras pessoas também né Acho que Putz n é legal e tal mas a parte de conexão é muito importante eh acho que a minha principal fonte de de na minha onde eu tô com antena ligada que onde eu sei que tá que eu a minha principal fonte de conteúdo de informação e de
conexão hoje é um grupo de líderes de inovação que eu faço parte chamado se reels eh que começou como como um grupo de pessoas que tinham papéis parecidos com o meu em outras organizações Mas a vida é tão dinâmica que agora tem alguns empreendedores tem alguns que viraram Consultores tem tem pessoas de diversos e backgrounds lá e Putz tudo que tá acontecendo em termos de evento um relatório novo que saiu uma tendência putz é ali que eu acabo me me né absorvendo Essas coisas e e eu acho que assim você falou como que eu faço
a transição de carreira para uma PR PR inovação né Eu acho que as pessoas não precisam estar numa área de inovação né todo mundo no seu próprio papel Tenho certeza absoluta que você tem uma Liberdade poética de Testar algo diferente né de fazer uma coisa nova nem que seja 5% do seu tempo 2% do seu tempo né então você pode ser um um inovador né fazer coisas novas testar coisas novas no seu contexto então eu não acho que necessariamente você precisa est num papel de inovação corporativa né dentro de uma empresa numa área de inovação
numa área com esse título eh você pode ir incorporando isso no seu dia a dia e no final eu acho que o o futuro desse desse eh das áreas de inovação é que elas não existam né se eu fizer meu trabalho bem feito né hoje na agenda de inovação aberta do Banco BV o meu papel agora é de centralizar eu acho que a gente nunca centralizou né a gente nunca foi um gargalo mas a gente tinha um papel assim protagonista no tema e cada vez mais o meu papel é dar as ferramentas dar os instrumentos
e capacitar as pessoas para que todo mundo Possa possa se beneficiar de inovação aberta eu acho que toda empresa no futuro né que tem uma área de inovação a meta deveria ser com que isso seja disseminado e e incorporado na nas áreas então todo mundo tem um papel de inovação no fim do dia né toda área todo todo o escopo deveria ter uma uma parte do seu tempo que você não olha só pro dia a dia você tá olhando para Como que eu faço novo como que eu faço diferente então eu acho que todo mundo
tem essa essa possibilidade essa capacidade e deveria ir incorporando isso no seu dia a dia legal e nesse sentido como é que você enxerga né A questão do do Z né das das falhas né dessa questão da mentalidade né de experimentação queria que você falasse um pouco até nessa linha de falou ah todo mundo poderia Inovar e mas como é que assim eu vou é o que você falou você avalia 30 empresas 30 40 empresas no mês para provavelmente selecionar uma ou duas que sa e dessas muitas vão ficar ao longo da sua trajetória e
vão morrer no meio do caminho como é que na sua perspectiva a gente linda com essa questão de fazer alguma coisa né tentar Inovar ou fazer uma coisa diferente e isso não a princípio a gente encarar isso como um erro ou isso não dá certo né a partir da perspectiva ou com a informação que você tinha no momento como que é isso para você essa mentalidade de fazer coisas diferentes experimentar fazer coisas novas eh é É acho que é um é um fator crítico de sucesso pra inovação funcionar né porque inovação quando você tá falando
de fazer o novo você não sabe se vai dar certo né Tem até um meme que eu gosto que é assim tem dois botõezinhos né você fala assim se sei que vai dar certo e se não sei que vai dar certo se você sabe que vai dar certo ou sabe que vai dar errado não é inovação se você já sabe a resposta né então fazer o novo pressupõe que você não sabe o resultado E aí quando você não sabe o resultado pode dar certo ou errado precisa existir um ambiente com uma certa segurança para errar
é óbvio que você não vai errar numa coisa crítica né você não você não administra uma usina nuclear e vai testar se uma coisa funciona no processo crítico um médico né isso ou você não quer ter você não quer descobrir se algum processo crítico de transação de cartão de crédito de pix ou de análise de crédito Você vai testar alguma coisa lá e vai descobrir se vai dar certo ou se vai dar errado então eu acho que sim é óbvio que você precisa calibrar o seu apetite a risco né sua sua tolerância a erros e
falhas conforme o processo eh mas mesmo nesses processos críticos tem formas de testar ou em pequena escala ou não em produção eh e assim eu acho que tem que existir uma tolerância falha Tem que existir as pessoas não podem ser punidas por isso né então se você vai testar um negócio e de repente os clientes Não gostaram tudo bem faz parte assim que a gente deveria o que a gente não pode fazer é fazer um big bang e rol outar uma solução para todo mundo e descobriu o que ninguém Gostou né então acho que criar
os mecanismos criar os processos para testar e aprender e e ter a permissão de errar em coisas onde a gente pode errar é essencial e e eu acho que não é só uma questão cultural né É uma questão também de processos eh várias vezes e assim eu já me deparei com situações as pessoas falaram assim cara eu não posso errar porque eu só tenho um orçamento para testar uma coisa então se eu só tenho para testar uma coisa ela precisa dar certo então também é uma parte de processos né a gente às vezes vai fazer
alguma alguma ação e vai estimular com que as pessoas sejam mais tomem mais risco ou ou sejam mais eh inovadoras testem mais se você também não der as ferramentas e os instrumentos elas também não vão conseguir fazer então acho que é um mix de processos né processos que habilitam essa tomada de risco e um pouco de cultura as pessoas não podem ser punidas não podem ser né apedrejadas então tem que equilibrar eu acho que cada companhia tem um vai ter uma cultura vai ter um apetite a risco diferente eh as pessoas às vezes Falam assim
Putz Bruno mas no no banco a gente tem o Bacen é super complexo tem uma série de regras Eu sei mas toda empresa que a gente fala tem uma série de regras né Você vai no Setor farmacêutico não mas aqui temos uma série de regras é farmácia Você vai em varejo não mas aqui tem uma série de regras ág todo lugar tem uma série de regras a gente não tem que des cumpriras Regras eu tem que ver assim com as regras existentes o que que permite a gente fazer eu tenho certeza que olhando com carinho
a gente vai entender Putz aqui tem um espaço aqui a gente pode testar dessa forma aqui a gente contorna dessa maneira sem fazer nada irregular sem fazer nada ilegal mas sempre olhando onde há espaço para testar experimentar errar em pequena escala né e ir aprendendo com isso acho que essas coisas são inseparáveis muito legal e uma coisa que a gente né eu tinha anotado aqui pra gente falar e eu não sei né o o quanto como que você tá percebendo essa coisa do ai da Inovação não tem como a gente não falar disso né Eu
acho que ela é a pergunta né que talvez a gente não tenha todas as respostas o que eu acho que a gente tá nesse momento de descobrir mas eu queria escutar na tua perspectiva e e se você já no banco já estão implementando práticas nesse sentido né que envolvem a questão da Inteligência Artificial aplicada a Inovação e o que que você tem Senão no banco o que que você tem visto e qual que é a tua percepção sobre esse movimento eh eu acho que é um assunto é assim é um assunto que ficou quente de
1 ano e meio né acho que 1 ano e meio dois para cá principalmente com generative ai né que eu acho que foi onde todo mundo abriu a cabeça e falou meu Deus existe um mundo desconhecido mas existe um mundo de de ai eh preditiva né que já existe há anos né e bancos usam isso para análise de crédito há anos então eu acho que assim eu gosto de separar esses dois mundos Então tem um mundo de vou chamar de tradicional a de ai mais preditiva que a gente a gente tem eh eh já por
tradição ter isso né já existe há bastante tempo e e o bv tem uma série de modelos rodando hoje paraas mais diversas funções não só análise de crédito tem previsões assim se eu quero entender se um cliente é mais propenso H umaa comunicação no canal digital ou não eh réguas de cobrança eh como que eu faço uma nova oferta para ele nos nossos canais digitais dependendo do histórico dele com a gente então a gente tem uma série acho que tem quase 300 modelos hoje é funcionando rodando eh com resultados assim fantásticos né ano após ano
de uso desses modelos então acho que esse é um mundo mais conhecido e tem um mundo mais novo que é o mundo do generative ai que aí eu acho que assim expandiu eh o uso de ai para uma série de outras coisas que a gente não tinha pensado né Então como que eu me comunico com cliente pô uma a generativa é muito mais capaz de criar texto criar imagens né criar coisas que eu posso usar para me comunicar com o cliente ela é muito mais capaz de resumir coisas então para processos internos de eficiência ela
pode pegar grandes volumes de dados e resumir para as pessoas e facilitar muito alguns trabalhos então a gente tá num momento né de de experimentar essas coisas eh e aí por todas as questões que envolvem a né de dados e de Putz como que esse negócio alucina ou não eu posso pôr para cliente a gente criou uma governança Então tem um centro de excelência eh que tá que todos os projetos de Ai que a gente desenvolve dentro de casa ou que a gente faz com parceiros passam por eles porque a gente já tá aprendendo Putz
que testes que eu deveria fazer que controles que eu deveria aplicar porque a gente Principalmente quando vai coisa para cliente a gente não quer deixar eh naquele naquele negócio de riscos que eu quero tomar ou não então não quero deixar uma ia que tá conversando com o cliente alucinar e de repente faz falar uma mensagem alguma coisa que que eu que eu não aprove então a gente tá começando entender quais os guard reios que a gente precisa criar e tudo mais e E aí para para processos mais internos acho que é mais é mais fácil
a gente testar porque tem sempre um humano né envolvido que consegue Av avaliar essas coisas mas tem um centro de excelência que tá avaliando tem sei lá dezenas de casos lá alguns já em produção alguns em testes algun começando a escalar mas a gente tá tá tocando agora eu acho que tem um tem um uso que eu que eu vejo falar pouco mas que afeta diretamente o meu mundo de inovação que é generative ai paraa inovação e e a gente teve a oportunidade de fazer um Case recente né com com uma empresa parceira né com
uma Startup chamada din que tá explorando o uso de generative ai para processo de inovação por meio de criação de vou chamar aqui de personas sintéticas talvez não seja melhor não personas digitais onde a gente consegue alimentar eh eh os algoritmos né os mod os llms com uma série de dados sobre meu contexto né de banco de mercado e do tipo de cliente que eu atendo e aí eu consigo quando eu quero testar uma coisa nova uma proposta de valor nova eu posso fazer com os meus clientes reais e isso leva um tempo ou eu
posso fazer com esses clientes virtuais né digitais isso acelera demais os processos de inovação demais então eu consigo rapidamente entender se Algumas propostas de valor fazem sentido ou não fazem sentido eu posso testar com diferentes personas diferentes diferentes propostas de valor eu posso criar alguns produtos ou alguns serviços ou algumas jornadas e testar com eles se funciona ou não então acho que isso é um é uma é uma quebra de paradigma na forma que a gente faz inovação eh eu acho que tem um potencial gigante de acelerar Eu acho que não obviamente não elimina a
gente de falar com com pessoas Reis né entender e e e e e ver na prática né como como as as coisas que a gente tá criando atendem ou não as suas necessidades mas eu acho que é um acelerador então no meu mundo de inovação eu acho que tem muita coisa legal sendo feita e que a gente pode aproveitar para também acelerar a nossa nossas agendas incrível e para além do que a gente falou aqui quais outras tendências né Eh você tá percebendo no que T de inovação inovação aberta eh que você queira compartilhar com
a gente eu eu acho que eh eu não sei se é uma tendência Geral do mercado mas eu tenho visto muito a muito lá dentro de casa né do BV eh a gente tá cada vez mais eh acho que houve um momento onde a gente tinha uma agenda de inovação aberta de conectar com soluções existentes né putz vamos trazer soluções legais que existem fora e conectar com necessidades nossas de negócio eu acho que cada vez mais conforme a gente vai ganhando maturidade nisso eu acho que a indústria como todo vai ganhando maturidade cada vez mais
a gente consegue cocriar soluções com parceiros né então por exemplo eh parceiros nossos que que tratam que que tem capacidade de tratar dados vindos do Open finance cara tem uma série de oportunidades na mesa pra gente criar junto produtos de dados que atendem nossas necessidades específicas que a gente talvez não fosse capaz de de de desenvolver sozinhos mas que pô com um parceiro que tem Mega expertise nisso e a gente que tem Mega expertise em crédito Mega expertise nos nossos negócios a gente consegue cocriar uma uma solução legal um produto de dado legal eh ou
um outro caso onde a gente tem um a gente é líder de financiamento de carro legal então a gente tá muito envolvido nesse mundo né na jornada do dos nossos clientes eh pré-compra do carro e pós-compra do carro no uso do carro então tem uma série de processos de eh burocráticos né de Detran de documentação que a gente queria ajudar o nosso cliente em algum em algumas dessas jornadas Pô a gente procurou o mercado e não tinha nenhuma solução pronta de mercado mas a gente achou um parceiro Eh que que tá envolvido nesse meio né
de regularização de trâmites trâmites operacionais ele falou Pô eu acho que isso aqui é um super produto eu acho que faria super sentido a gente construir junto e aí a gente começou a quatro mãos desenvolver e construir um produto juntos que hoje tá em piloto tá rodando lá a gente tá vendendo para alguns clientes ainda em caráter de teste para entender demanda entender canal entender precificação mas que a gente ele não existia né até se meses atrás a gente criou junto então acho que conforme a gente ganha maturidade o mercado do ganha maturidade a gente
consegue não só conectar com soluções existentes mas também cocriar junto com esses parceiros né Eu acho que aí a gente começa a gerar um valor grande mesmo para todo mundo né Desse ecossistema não perfeito e a gente tá encaminhando para encerramento eu queria ficar mais aqui eu tenho uma série de perguntas que eu tinha listado né o papo foi muito rico agradeço demais e eu queria suas últimas palavras aqui Qual é a sua mensagem que você quer deixar pro pessoal que tá assistindo a gente que tá aqui acompanha no canal e também seus contatos eh
Então meus contatos Pode me procurar no linked Bruno q Franco eh eu fazer eu trabalho no bvx né o bvx é a unidade de de parcerias digitais e inovação então é a nossa unidade lá que a gente colocou no BV um guarda-chuva que que conecta todas essas essas contatos interações Ela não é uma área então não é um time que é o bvx né é um guarda-chuva então vários times se beneficiam dessa desse guarda-chuva e desse relacionamento que a gente criou e uma mensagem final eu acho que assim Putz eh eu tô na indústria financeira
né e eu eu eu vejo muita inovação acontecendo Então tem muita coisa legal acontecendo né o open finance que vem acontecendo aí ao longo dos últimos quatro 5 anos eu trouxe muitas facilidades pro cliente né e e não para de de de de chegar novidades né Tem iniciação de pagamento tem mil coisas acontecendo que te permitem eh criar novas jornadas novas experiências tem o drex Né que é o Real digital que tá em piloto e a gente também tá participando super próximo disso e o drex para mim é é é é transformar o dinheiro em
software né tudo que a gente faz hoje ele é digitalizado mas ele ainda é dinheiro né ele não é programável e o drex acho que vai colocar uma camada de program bilidade no dinheiro que vai permitir Reinventar a indústria financeira nos próximos anos então putz é um tema super quente pra gente é um tema super importante eh e e eu eu eu vejo uma agenda de pagamentos também super sofisticada né Cada dia que passa você vê um um uma modalidade nova de pxs né Agora eu vi que tem o pix por aproximação e já tá
em algumas carteiras digitais Então eu acho que assim o pix foi uma revolução no no no mercado financeiro né mas ele não foi uma revolução estanque né não é que a gente criou un pagamento instantâneo e pronto agora temos pagamento instantâneo ela tá sempre evoluindo tem sempre uma feature nova tem sempre uma funcionalidade nova então tem uma agenda de inovação do banco central assim super avançada referência no mundo então eu acho que é um privilégio trabalhar no Brasil no mercado financeiro neste momento da história eh e tá em contato com esses temas assim que são
referências no mundo assim pessoas estudam os cases brasileiros e vem para cá para aprender sobre o Brasil e a gente tá aqui vivendo isso na prática como usuário e como e como banco né na na fronteira do conhecimento criando essas coisas então para mim é um super prazer e privilégio participar dessa agenda e é assim é é com entusiasmo que eu que eu que eu tá junto com vocês nessa jornada tem sido incrível fiquem ligados para outras conversas inspiradoras Sigam o nosso canal aqui né no no BC eh Sigam o perfil da oim e a
gente se vê logo mais até a próxima um beijo tch tchau valeu [Música]