[Música] Boa tarde a todas as pessoas aqui presentes bom eu gostaria de começar a agradecendo tanto algum como megafalda pela oportunidade de estar aqui nesse momento de consagração eu acredito de alguns meses para não dizer anos de sonho de trabalho de para que tudo isso se concretizasse e para gente Para mim particular Esse é um motivo de muita alegria poder estar aqui com vocês hoje com Malcon superando uma série de faturas que esse livro traz o diagnóstico promovendo vínculos e alianças entre grupos diversos né que envolvem desde ativistas climáticos durante racistas academia e também formuladores
de políticas públicas que tratam de questões ambientais e de igualdade racial a gente tem visto nessas últimas semanas Como que o público composto de fóruns como eles conseguem agregar essa diversidade né bom eu acho que o mal que pediu para contar um pouquinho sobre como a gente chegou até aqui de alguma maneira né eu pude conhecer o mal com enquanto eu fazia o estágio sanduíche na França e Paris a gente estudava na benéfica biblioteca pública de Paris a gente não se conhecia mas a gente compartilhava olhares porque o espaço muito branco e para mim foi
com muita alegria quando depois eu soube que o Malcom também trabalha com questões ecológicas né super fácil com a questão de ordem Colonial racial e eu fui de fato conhecer o mal com dois anos depois ainda na França sobre marronagem quando eu descobri de fato o livro dele e desde então a gente começou trocas de e-mail e não foi nem um pouco difícil né convencer algo de abraçar esse projeto e abraçou de uma maneira primorosa né assim toda a equipe do oriente aqui a Maria que de fato fizeram o trabalho belíssimo de tradução um texto
difícil de ser trabalhado mal com ter uma escrita poética instigante então tiveram uma série de percalços nesse momento de tradução e agora também na disseminação do livro eu acho que a gente está diante de um trabalho crítico crítico no sentido de decisivo diante das questões que eles nos coloca e eu tenho certeza que o que a gente já tá vendo ele tem potencial de mudar conversa daqui para frente sobre a interface entre questões de ordem ecológica e questões raciais e coloniais eu sou antropólogo para nós que viemos da antropologia não é muita novidade de um
lado pensar os limites da oposição entre natureza também aqui no Brasil e na América Latina não é novidade a virada do Colonial latino-americano né mas a gente está diante de um livro que como poucos conseguiu colocar e conversa essas duas tradições de pensamento e essas duas Arenas né esse livro faz isso a partir de um operador analítico chamado a dupla fratura colonial e ambiental Ou seja a maneira como tanto a tradição Colonial a porta problemas políticos de ordem Colonial né Sem extrair as últimas consequências da crise climática Mas também como a tradição ambientalista e do
Malco se distingue da ecologia o ambientalismo enquanto uma ideologia do habitar Colonial como que a tradição ambientalista também possuem uma simpatia sem vínculo o conceito que o mal utiliza com os movimentos antirracistas anticoniais pós-coloniais e coloniais e esse operador analítico que o álcool nos oferece a dupla fratura e de algum modo respostas para superar essa dupla fratura aparece no livro A partir de três grandes imagens Inclusive essa é uma questão importante né é um livro sobre ecologia mas que faz do Imaginário o problema fundamental para Ecologia Talvez um álcool possa inclusive falar sobre isso né
o imaginários se torna aqui um problema de primeira ordem para Ecologia pensar Ecologia e produzir a política de ordem ecológica significa desabilitar imagens configurações vinculadas atrações específicas em pensamento né no caso do mal três imaginários que compõem esse livro três embarcações o Imaginário da Arca de Noé o Imaginário do navio negreiro e o Imaginário do navio mundo esses essas três embarcações compõem essa experiência de pensamento para justamente superar a dupla para toda de um lado esse Imaginário da Arca de Noé que se atualiza em Literatura filmografia teoria social sobre a saída do mundo de alguns
poucos escolhidos frente a tempestade que a catástrofemática ambiental e se Imaginário da Arca de Noé hábito tanto uma política do embarque pouquíssimos são escolhidos para entrar na isso se atualiza em políticas de conservação ambiental partes naturais umas sete questões primeira ordem que a gente lida a gente trabalha com estas ambientais e mal como nos fornece todo um Lex por uma gramática para trabalhar com essas questões do outro lado na sequência um navio negreiro e a sua política do desembarque Navio Negreiro pensado aqui para além de uma embarcação cria um dispositivo político da modernidade que produz
corpos em perda corpos escravizados corpos sem mundo corpos sem mundo que por sua vez está ligado diretamente com a alienação que particularmente o ocidente vive hoje em relação as questões ecológicas por isso que por malton reparar esses corpos em perda escravizados é um gesto evidentemente Ecológico então a separação entre restauração ambiental e reparação da escravidão reparação história e por fim nessa superação dessa dupla fatura o mal como nos fornece uma terceira embarcação que é um navio mundo é um navio mundo que se vincula a uma ecologia do mundo perceba que não estamos mais aqui diante
de uma ecologia do planeta uma Ecologia dos viventes nenhuma uma Ecologia da terra mas é uma Ecologia que faz do mundo o seu objeto principal de análise de ação eu acho que essa é bom esse diante desse quadro eu queria te perguntar [Música] porque fazer do mundo e não da terra do planeta o objeto de uma ecologia [Música] ele é a pessoa que apresentar o livro a esperança e o mundo que eu a crescer e eu também mas eu vou tentar para português e quando eu quero falar sobre questão um pouco um pouco mais complexa
[Música] e eu que eu agradeço a conta [Música] sua apresentação deu meio deu meio livro é muito legal mas esta pergunta porque uma ecologia do mundo porque não o ego já deve ter muito importante Essa dupla fatura numa fratura que vai separar a questões a história da econização da escravidão e questões do meio ambiente [Música] fundamental para compreender ou entender a modernidade [Música] então meu livro eu tenho uma conversa como as narrativas clássicas ambientalistas mas também o que eu casei um pouco mais eu eu tanto de né e não vou a história do Cariri a
história da vitalidade como uma superação de estatura eu vou parar um pouco mais sobre isso depois então eu vou contar uma história uma história da colonização também uma história da humanidade tem uma maneira Onde está separação não não a gente e o primeiro capítulo deste livro [Música] [Música] uma terra e é uma maneira de entender o que é a colonização a colonização você saber você está vendo é uma maneira de impor uma dominação sobre como original pretas é um processo mas também é uma maneira de habitar até relacionar com outras pessoas então a acronização vai
separar da destruir a relação das populações humanas e eu acho que a vez as políticas ambiental e continua esta imaginário de uma segunda os Papas as reservas a vez estava construindo a condição de excluir as provações [Música] a forma mais no Imaginário a forma mais importante desta política é a queda e Então por que o Maicon já do mundo é uma maneira de Superar Essa dupla e de fazer do mundo o ponto para começar e também ao Horizonte de uma Ecologia Qual é a Horizonte de uma política Mentalista se o horizonte é só uma preservar
uma uma reservar ecossistemas sim os seres humanos é possível de justificar muitas formas de dominação então a proposição de uma Ecologia Colonial é passar juntos a necessidade de representar as condições de viver mas também as histórias desejo os desejos [Música] e as condições as perguntas digitar e de qualidade de Justiça de liberação das populações negros do mundo [Música] passado público poder colocar questões mas só mais uma tem mais um conceito que é bastante potente do seu livro que a ideia de Simpatia sem vínculo essa é uma noção importante porque ela nomeia o que alguns outros
filósofos como Isabele Estão onde é chama da maldição da tolerância Ou seja quando o reconhecimento da diferença e da dignidade do outro não é levado às últimas consequências né E você fala que a simpatia sem vínculo é um sintoma bastante presente nos encontros entre movimentos ambientalistas e mesmo sócio ambientalistas e movimentos e também pensadores racistas e anticoloniais que eles se encontram mas eles não está exibidos consequência pode falar um pouco mais sobre a ideia desse simpatia conceitos [Música] para fatura e este conceito de uma simpatia simples são situação que eu eu tenho essa pergunta como
associações ambientalistas a França eu sou da maquininha que faz parte da produção que tem história da escravidão de comunicação como o Brasil a maior parte da população na comunicação Então minha própria Esperança viver ao morar com Paris e falar com na universidade ele da produção parar como currículos apoio da experiência de particular e muitas vezes eu eu até pessoas que vai me dizer mas não vai reconhecer de que maneira o mundo de vivendo o mundo de evitar aqui e tem muitos exemplos [Música] a gente a gente tem uma prima e crítica muito importante quando agroxítonas
[Música] foi utilizado [Música] e não vai estar em 5% da produção a partir [Música] então [Música] na produção de que eles estavam Grande talvez de fazer e de representar uma figura que uma mulher que se chama grow EAD [Música] a atitude suas peças para a sua própria escolha da escravidão [Música] muitas lugares onde é possível viver estas estas simpática assim bem como talvez legais de dar muita oracismo mudar a onde vou pagar onde eu vou comprar onde eu vou ver é minha aluna eu sou eu vou mostrar Esse creme para fazer uma proposta que é
possível primeiro é possível de de ter uma outra visão da ecologia e esta visão precisa reconhecer porque aos poucos da época da vida do Brasil e da França tem sua Qual que é o nosso corpo que você sabe a capacidade de falar de participar no mundo e também por você para nós então tem uma série de outras questões mas talvez Se alguém quiser colocar alguma questão acho que é importante também aproveitar esse momento essa cirurgia porque gostaria Muito obrigado é boa tarde eu tive o privilégio de fazer essa edição da capa a direção da arte
emocional para você um grande prazer [Música] e o que que muito curioso vai saber sobre as estratégias de dessa retomada dessa Regeneração essas fissuras aqui no Brasil a gente tem visto o levantar de das vozes de terreiro né uma conta baldina que graça Santana e muitos nomes que propõe essa visão mais integrada da natureza eu gostaria de saber da sua formação porque parece que isso passa um pouco a largura do que você escrita onde tem essa informação [Aplausos] [Música] [Aplausos] maneiras de Superar Essa dupla natural e eu acho também que tem uma dinossauro espiritual que
eu continuo que eu seja então [Música] curar e para curar E como como o Guilherme estava falando eu acho que tem que curar curar dos Campos não é possível assim toda me curar até se também procurar consideração como a parceiras e eu acho que eu tô bem aqui a gente precisa um carinho espiritual como então eu acho que a gente tem que falar um pouco mais porque eu gosto porque ele Talvez me buscar eu tô muito muito triste [Música] Olá boa tarde no que foi apresentado sobre sobre a obra recebo essa essa dicotomia entre o
individualismo e o colectivismo né então o individualismo como essa essa dinâmica Colonial que tende a encarnar muito indivíduo o poder e também a sua dominação sobre a terra sobre os outros e essa transição para uma outra perspectiva perspectiva do mundo onde a gente começa a pensar de uma maneira mais holística e pensar isso de uma maneira engajada no sentido mais profundo mesmo não tem não e não apenas a gente pode pensar no ativismo é como muitas críticas por exemplo o modelo ativista de integrantes de greece por exemplo que vão ter uma ação ecológica de luta
e fica mais principalmente como uma necessidade uma vontade de Exposição individual e se colocar quase uma posição de protagonismo mas que efetivamente não há um engajamento profundo a essa essas questões e aí pensando nisso foi mencionado no começo acho que o Guilherme falou de questões políticas públicas e como isso acaba acaba interagindo e fazendo com que isso realmente aconteça E aí eu fiquei pensando se você vai também na discussão de casos e experiências que isso realmente a gente vê saída se encontra embarcações para o navio do mundo né porque essa questão é a gente até
Consegue hoje entender de uma maneira de uma maneira intelectual nesse processo mas e na prática você vai até essa discussão primeiro é importante de reconhecer que o Nilo faz parte de uma coisa cumprida também que vai quando deve ajudar e participar um debater nesse livro eu eu falo de dentes [Música] e [Música] de práticas que eu costumo ensinar como praticar Michael Jardim Colonial e muitas vestes são praticadas [Música] infelizmente não tem não não tanto que não tem no Brasil mas a ideia do que não vou sempre estará na língua também da maneira de ver de
pensar sua distância natural até onde quando tem baixa a gente vai as pessoas também de que mas eu a gente tem uma para ficar que está com o Jardim o Jardim ele tem um jardim que se chama mais algum tem uma língua que se chama e a língua não tem a mesma conotação negativa que tem aqui no Brasil e eu já até incrível é maneira de habitar alterar que é muito diferente da proteção da habitar Colonial que tá é um princípio da terra onde temos que a gente tem que tirar transforma em curso e justificar
todas as tornas iluminação das boas das primeiras para tirar o dinheiro e os já tem piolho a gente parar de já dando Não não são monocultura da plantação tem árvores [Música] e é também um lugar dar as distâncias a partir de novo quando acabou de escrever depois é como um programa de outros projetos livros agora estou esperando sobre um caso [Música] como uma perspectiva um pouco muito as características e Boa tarde meu nome é Jerônimo Eu trabalho no Instituto Chico Mendes que é o órgão Brasileiro que trabalha com as unidades de conservação federais você falou
agora pouco mal da questão dos parques nacionais mas no Instituto Chico Bento a gente também tem as luterais de conservação de Uso Sustentável por exemplo as reservas extrativistas que são em tese criadas por Demanda de populações tradicionais a minha pergunta para você você que familiaridade você tem com a situação do Brasil em relação a isso mas em que medida essas unidades e aí assim descontada esse período de trevas que a gente viveu Nos últimos quatro anos aí com uma da tarde felizmente não é mais uma batalha nós presidentes mas que medida essa nossa política pública
de reservas extrativistas têm reserva de desenvolvimento sustentável também ela contribui para esse cuidado com o mundo de fato no Brasil é uma espécie de salvo o produto para a gente continuar com a política de descuido com o mundo sabe não sei se eu conseguir ser Claro na minha pergunta e também é verdade que até neste livro é sempre perguntar a horizontal da política É verdade que temos que precisa conquistar conquistar intelector onde ele vive e sim não não ser exatamente estão servindo para alguma coisa para esse estômago tradicionais ou não vem comigo uma política que
participava a garantia direitos para os danos é importante Mas eu posso pegar carona para colocar né Porque de fato Muito boa essa questão mas também Porque de fato o livro do Malcom né o seu livro abre um programa de Pesquisas né justamente para demonstrar como que o ambientalismo não é algo homogêneo e único Existem tradições e abre um programa de pesquisa para se fazer genealogias do pensamento ambientalista né e também do pensamento sócio ambientalista que o Brasil fornece para o mundo no caso muito particular a partir da Aliança dos povos da Floresta né então o
sócio-dentalismo brasileiro tem a sua singularidades que não se encaixa por completo na imagem do Caminhante solitário que você trabalha no livro né bom mas uma série de questões também para pensar disso né porque ao mesmo tempo em debate colonial no espírito Sensu né É E os mundos que são próprios as comunidades para outros tradicionais não necessariamente entram nos modelos de conservação inclusive de unidades de Uso Sustentável né mas pegando carona nessa questão eu queria te perguntar Talvez para encerrar né porque [Música] do artigo Indefinido uma porque uma Ecologia da colonial e não há Ecologia ter
Colonial surdo no mesmo modo que existem diversos ambientalismos né recomendo não é uma coisa única né você traz sua tecnologia de uma delas né assim é é uma posição de comunidade eu não vou dizer levantar a teoria que vai a que está que será boa para tudo as patas da terra todo mundo é uma posição de imunidade de onde eu sou eu sou gratificado quero ver e é uma maneira de dizer que até de perguntar a cidade era agir para estar a ter colonialidade não é a mesma forma do Cariri no Brasil no Senegal ou
africano do [Música] Pacífico e até mais e mais muito assim nós que levavam utilizar esse taca virou de uma de Ecologia economia porque eu vou Reproduzir uma purificada colonial eu vi que também Talvez a pessoa ligasse aqui porque eu tô um pouco rouca mas o que eu gostaria de dizer é sobre expressiva ainda não li ela tem oportunidade de fazer mas a formação econômica do Brasil ela ela vem exatamente da exploração né do Povo preto é e da terra né logo a nossa conexão espiritual com essa terra ela é destruída e totalmente danificada né então
quando você traz essa coisa da subjetividade né a gente também tá quebrando com esse olhar dos intelectuais brancos que dizem que a gente precisa ser neutro mas eles não estão no lugar neutro porque eles falam de um lugar que se diz Universal né então eu acho que a mensagem que eu tiro né de tudo isso é que não existe a cura da terra e muito menos a cura do mundo né sem a cura desse povo Preto né sem a cura dessas diásporas né e é isso a cura vai de diver formas porque somos diversos está
nos espalhados por aí conectados né pela melanina Mas eu acredito que esse livro ele vem para reabrir eu acredito nesse debate no Brasil a gente tem que ter enfrentado nesse momento né situações ecológicas muito drásticas né que são pro que vem tá afirmação econômica do Brasil né na maneira como que se constitui Sobretudo o trabalho né na economia desse país assim então eu quero agradecer Eu acho que é uma contribuição muito importante sobretudo para nós afundiar pônicos pensando aí num Novo Mundo uma nova maneira de ser e de estar [Aplausos] [Música] não vou falar sobre
o Brasil porque você sabe mais que eu nunca mais eu vou falar sobre um pouco da maquininha e a língua a maneira com o que a gente vai falar é muito importante para mim então É verdade que eu que eu eu venho de um tempo deu uma ilha que talvez a teologia está atualizada mas talvez é problema uma ilha da Conquista e eu prefiro eu que eu vou parar de não não tem na vida real que está completamente destruída mas deu uma história de da resistência da história da minha presença hoje na França das populações
negras da criação negra é é uma humilhação para o bres [Música] a nossa própria existência hoje é uma lembranças comunistas da da Caixa gigante lá pertinho bem ali mexe dentro a minha existência a minha presença e o que eu sou vai vai perturbar então muito obrigado pela sua presença [Aplausos] [Música] eu acho que não teria a melhor maneira para encerrar essa atividade de notou e agradecer mal com Mais Uma Vez pelo livro de parabenizar eu quero mostrar não é é a bandeira é a bandeira da Bandeirantes que é muito importante para mim porque meu pai
para construirá e falar com você [Aplausos] e bom é a Maria lembrou de segunda-feira nós teremos três atividades na USP ainda em torno do livro do Malcom né o fórum do livro duas meses umas 10 da manhã outra as duas da tarde onde a gente vai discutir Capítulo do mal né estão todas em todos os convidados e há 5 horas a gente encerra com um combo que vai a gente é foi pensado muita alegria que é uma confluência do mal com o motor Hibisco que é um Pensador quilombola e vai ser um encontro belíssimo E
todas estão convidadas também obrigado pessoal [Música] [Aplausos] [Música] [Música]