Boa noite, pessoal. Espero que estejam todos bem. Muito contente eh de estar com vocês novamente.
Eh, passamos o nervoso e ansiedade da primeira aula. Eh, quero pedir desculpas, né, porque eu tô assim com umas olheiras um pouco profundas. Eh, hoje, eh, a minha família tá meio adoentada, com gripe.
Eu estive no hospital tomando medicação, então isso abate um pouco, né? Fizemos teste do COVID e tudo mais, mas eh de saber que eu ia encontrar vocês já me deu uma uma animada, né? Nesses pontos a aula online eh é uma vantagem, né?
Porque se fosse presencialmente eu não poderia estar com vocês, né, para evitar qualquer situação. Mas estamos aqui e vamos continuar nossa aula. Eh, qualquer coisa com som, eh, com imagem, eh vocês vão dando retorno que a gente vai, eh, ajustando.
Eu organizei aqui na plataforma que vocês conseguem baixar os slides. Para mim aparece uma setinha, ã, no canto esquerdo. Não sei se pros para vocês alunos aparecem no mesmo local que vocês já conseguem fazer o download, o download do da apresentação.
A Lívia falou que tá no canto direito. Ah, em cima. Ah, ok, pessoal.
Importante que vocês eh consigam eh consigam baixar, tá bom? E aí qualquer coisa também, se for necessário, eu peço para, não sei se é possível, pessoal do suporte colocar, né, lá na lá no AVA junto com o material, tá bom? Bom, então hoje eh nós vamos eh continuar, né, falando sobre as expressões eh não manuais e vamos dar uma caminhada nesse assunto.
Ao final da aula nós vamos fazer, não é um teste, é como se fosse um teste, né? Assim como vocês fizeram a atividade um e dois, porque na próxima aula, pessoal, eh, bem importante, eu vou fazer com vocês eh um exemplo da atividade três, porque teve alguns alunos que relataram dúvida com a atividade três, que são os tipos de frase, né, e como que as expressões alteram os tipos de frase. Então, já anotem aí.
na próxima aula, né? Quem não conseguir eh assistir presencialmente, assiste depois da gravação. Nós vamos falar sobre os tipos de sentença e vamos fazer um exemplo prático, tá bom?
Da atividade três na próxima aula. Boa noite, Fernanda. Sim, estavam, né?
Vocês estavam em aula de outra componente, sem problemas. Só os recados eh iniciais agora que nós vamos começar com com o conteúdo, tá bom? Então, na aula passada, só retomando, nós eh só demos uma pincelada, né, no conteúdo.
Eh, brincamos um pouco com as micro eh inspeções, né, faciais. Vamos dar uma andada aí no conteúdo. Eh, quando eh eu disse para vocês que nós tínhamos dois tipos de expressões não manuais, né?
Eh, lembrando que expressões não manuais a gente se refere às expressões eh antigamente nomeadas como expressões faciais e corporais, né? que não é errado usar esse termo ainda, mas eh pelas autoras que eu que eu estudo, né, que eu acompanho, então a gente usa essa terminologia, expressões não manuais, tá bom? E elas são eh divididas emocionais e eh gramaticais.
as emocionais, assim como tá lá no meu texto base e tá escrito aqui para vocês a no slide também elas podem ter o nome de afetivas. Vocês podem encontrar algum texto eh trazendo com essa nomenclatura de afetivas. Elas são isso mesmo, expressam eh as emoções que por vezes eh não precisam estar acompanhadas de um sinal.
Só a expressão já tem um significado. Só uma expressão de tristeza, por exemplo, já diz ali: "Eu estou triste". Por vezes nem precisa eh do sinal para conseguir transmitir eh o que se quer passar.
Ah, que hoje eu tô triste, eu não preciso fazer, eu estou triste, né? No momento, você pode só fazer essa carinha de de triste, assim como a Camila fez também, e aí já significa, certo? Então, a expressão não precisa, eh, nesse caso, estar necessariamente acompanhada com o sinal.
E aí, eh, eu preparei uma seleção de imagens para vocês, ã, de expressões afetivas. Boa noite, Cleid. Eh, com as expressões de Aí eu aproveito, falei assim, vou vou pegar fotos de quem?
Aí peguei fotos dos meus artistas favoritos, né? Vamos ver se vocês conhecem ou concordam com o gosto da professora ou nunca ouviram falar, né, que eu, enfim, vamos lá. Essa eh essa expressão, né, desse cantor.
Não sei se vocês conhecem esse cantor, devem conhecer. Algum vai conhecer. né?
Bruno Cardoso, sorriso maroto. E eu a minha câmera ela tá, mas você me ouve, né, Camila? Tá, pessoal.
Às vezes a minha, eu não sei o que aconteceu hoje, a minha câmera ela tá caindo toda hora, mas como o áudio tá funcionando, nós vamos seguindo, tá bom? Tudo bem para vocês? Assim, OK?
Pessoal, me desculpem, eu vou vou verificar essa semana, essa situação pode estar com algum mau contato na entrada, né, da porta USB do notebook. Então, aí eu separei essa expressão porque eh mostra aí uma reflexão, né? Ele tá cantando com os olhos fechados, tá fazendo eh eh ele tá imaginando que ele tá cantando naquele momento.
Eh, só para vocês saberem, por sinal é a minha banda. favorita, uma das favoritas. Eh, próximo que é bem marcante também.
É uma foto, eh, pessoal, é, essa é a é Rita von Hut, né? Ela aí, eh, a Rita é uma drag, né? E ela e essa foto, né, apesar de não ter movimento, eh, eu quis trazer essa foto pelo pelo olhar, né?
Ela tá olhando pro lado e nós e nós trabalhamos na aula passada, lembram, a direção do olhar, nós trabalhamos o vídeo do rimarala, eh, pingpong, lembra que daí ele olha para lado, olha pro outro, olha pro lado, olha pro outro, né? E aí eu escolhi essa foto da Rita. Ah, o Alexandre falou aqui: "Gosto da música Guerra Fria".
Ah, que legal. Gosto também, Alexandre. É uma música do sorriso maroto.
Legal. Ai, aí agora eu vou ter que falar, né? Ai, Alexandre, eu trabalhei como intérprete no show do Sorriso Maroto o ano passado em Curitiba, Sorrisas Antigas.
Então, eu sou fã que a gente sempre traz um pitaquinho das nossas experiências nas aulas, né? Aí, próxima. Olha só a intensidade também é um cantor.
Eh, boa noite, Luciane. Esse cantor não está mais nessa banda. É o Guilherme de Sá.
Era uma é uma banda católica, né? Rosa de Saron. Eh, hoje ele não está mais na banda.
Eh, mas eu gosto muito do OK. Boa noite, Luciane. Vamos fazer a troca dos intérpretes.
Então, aí o Guilherme, né, traz toda a intensidade eh da música, né, a gente vê pela pela expressão da sobrancelha. Isso isso mostra, né, isso mostra, desculpa, como eh tava carregada a expressão dele no momento, tá? Não, a gente não vai tentar entender qual que é a expressão, é só para mostrar eh a força da expressão e que a expressão pessoal que demonstra eh sentimento, as afetivas, elas não são exclusiva da Libras, né?
Ela é própria do ser humano, as expressões são próprias, né, do ser humano. Eh, não existe essa questão, né, ai, de não ter expressão e tudo mais. Próximo.
Vamos ver se vocês conhecem. Eu acho essa esse recorte dessa, é o recorte de um clipe, né? Eu acho bem engraçada o [Música] Noeli, não, Noeli, eh, que tá preocupada com a dificuldade de Libras, mas você vai, aos poucos, você vai se acostumando, eh, se adaptando, eh procurando ter contato no Eli com outras com pessoas surdas.
Eh, se for mais difícil esse contato, assistindo vídeos, né, de qualidade no YouTube, que aí vai eh vai desenvolvendo aí eh agora no curso, né, como você já está no curso, esses dois movimentos vão vão ter que acontecer juntos, né, você eh a aprender a Libras ao mesmo tempo que vai aprender coisas específicas da Libras. vai ser um pouco mais difícil, mas é possível. Tá bom?
Então essa expressão, eh, eu vamos diria assim, eh, parece de uma criança marota, né, danadinha, mas não é uma criança. Eh, o vocalista do System ofal S o A D, que o pessoal pessoal fala, Luciane, S O D, né, que é o as letras das iniciais. É um rock que eu gosto muito, que eles vêm tocar no Brasil, mas eu não vou.
Mas, né? Fica aí. Eh, fica a dica, né?
Luiz, já pensou se eu ganho o ingresso, Luciane? Ai, Ana, tira bastante foto, tá? Tira bastante foto e manda pra pro e fala assim: "A professora te ama".
É brincadeira, gente. Só para dar. Próximo é uma aí já é uma é uma cantora mais famosa, né?
Não parece muito aí que tá super produzida a Anita, né? Com essa com essa expressão, né, de sensualidade, né? Tá assim a a admirada, né?
Eh, ah, Daniela gosta, Daniela? de acompanhar o trabalho da da Anita. É bem legal, Daniela, a gente ter esse eh Luciane, porque a Daniela é é a nossa aluna também, também é surda, né?
E é e eu acho bem que legal. Olha que rico, pessoal. A aluna, a nós temos a Daniela, que é a aluna surda e que e falando da Anita.
Veja só que bacana, né? A Yasmin falou também, Johnny Dep é conhecido por ser um um bom ator, né, da parte de expressão corporal. Ah, que legal.
Vamos pro próximo. Esse então eu não sei dizer se é o sorriso maroto que eu prefiro mais ou esse. Será que alguém conhece esse?
Ana. Ah, que legal. Ana.
Teatro mágico. Eu vou fazer o sinal do vocalista, Luciane. Tá.
Eh, o teatro mágico, eh, não, eh, o grupo não tem sinal próprio, mas, eh, o vocalista principal é o F e a barba. F e a barba que puxa aqui, porque ele usa uma barba eh pininha assim comprida, porque o nome o nome do vocalista é Fernando. Ah, então F e a barba.
Ah, que olha, tá vendo, Luciana? Eles vão em show que a pro gosta, conhece Teatro Mágico. Esses meus alunos são maravilhosos e e ele tem bastante expressão.
E vocês verem que, apesar do rosto pintado, pessoal, a expressão continua ali bem marcada, né? Isso, Fernanda Niteli. Exatamente.
Ana, vou vou ia falar, vou mandar para você um eu coloco em algum lugar. Eu eu fui a um show do Fernando que ele conhecia o meu trabalho, ele me chamou e eu fiz eu interpretei uma música no show do Fernanda Nitelli, voz e violão. Ah, mas vocês não conhecem, procurem lá o Teatro Mágico, vocês vão gostar, tá bom?
Ai, vamos paraa próxima, senão eu não vou parar de falar do teatro mágico. Ó, eu caí de novo, mas eu vou, daqui a pouco eu apareço, pessoal. A câmera tá me boicotando aqui nessa foto.
É a Helena. Essa essa terceira de trás é a bom, vamos melhor explicar. Na primeira sou eu, né?
Aí na frente, no meio é minha filha. E lá no a, vamos dizer no fundo, a terceira, né, com colã rosa, é a Helena Maldita, que ela é participante, foi participante de um programa de drag queens, né? E eu admiro muito eh pelo seu trabalho, porque ela produz as próprias roupas.
Então vocês verem que o meu trabalho é bem é bem eclético, né? Uso o meu o meu gosto também. E e por que eu eu falo?
Porque eu não sei se eh quem já teve oportunidade de assistir alguma apresentação de ã drag queens, elas dublam muito, né? E às vezes elas não sabem a letra, mas aí vai tudo lá na expressão, né? E aí convence na expressão.
Para vocês verem como a expressão, repetindo, pessoal, a expressão eh eh emocional não é uma questão da Libras, é uma questão da humanidade, das pessoas, né? Vocês viram todos que eu mostrei os cantores, né? sempre carregada a expressão.
Nesse evento aqui eu trabalhei como intérprete, eh, que foi a primeira parada gay que teve aqui na região tem uns dois anos. E aí eu trabalhei como como intérprete. Próximo.
Ah, esse eu adoro. É o Homem de Ferro. Eu não sei o nome dele, esqueci.
É, é o Robert Down Júnior, professora. Isso. Obrigada, Yasmin Luí.
É isso. Eu comecei a gostar porque eu tenho um filho, eu tenho um filho que gosta muito de heróis, né? Menino nessa, eh, quando pequeno gosta muito de heróis e fiquei fã.
E eu adoro esse meme aí que ele se faz essa cara de af, né? sempre mando afony Stark, o próprio e essa carinha aí me representa. Eu adoro essa figurinha.
Porque quem é que não tem vontade de fazer essa essa expressão, né? Às vezes, ai, mas não pode, né? É uma expressão que diz tudo.
É, gente, e tem que tomar cuidado, né? Né, Lucian? Às vezes a gente tá com a câmera aberta, a gente trabalhar com a câmera aberta, às vezes esquece e faz umas caretas, mas, né?
Vamos lá pra próxima. Para finalizar, pessoal, que eu amo essa foto. Essa foto é de um aluninho, [Música] eh, 2019.
Ele é uma criança, eu caí de novo, mas já já eu volto, tá? Na câmera. Ele é um aluno autista, né?
né? E aí tem essa, a gente ouve muito isso que o autista não, ah, não tem expressão, o autista não reconhece a expressão e a coisa não, eu aproveitei um o gancho, né, mas a coisa não é por aí. Esse é um sorriso lindo, eh, do Léo.
E eu quis trazer o Léo também porque o Léo sabia que eu sabia Libras e o Léo, às vezes, quando o Léo tava em crise, a gente sentava no chão da sala e fazia alguns sinais em Libras. Ele gostava bastante. E foi a partir do Léo que eu desenvolvi o meu mestrado na área do autismo também.
Mas eh os autistas sentem sim, os autistas não são frios, os autistas amam, os autistas sorri. Essa foto é maravilhosa. Eu sou apaixonada nessa foto.
É o Léo. Certo, pessoal? Então aí vimos essa como as expressões mostram a emoção, né?
Essa foto é mostra a cara da felicidade essa foto, né? [Música] Mas lembram-se que eu falei que as expressões não são só emoção. As expressões não manuais, elas fazem parte da gramática também.
E aí, pessoal, que entra a da Libras mesmo, porque até agora a gente tava vendo expressões que são assim, vamos dizer, universais, né, que o ser humano usa e tudo mais, mas agora a gente vai começar a se aprofundada aí dessa questão de de ver como que interfere na sinalização, né? Então, a gente vai ver primeiro da parte da morfologia, tá bom? E depois eh a partir da próxima aula, da parte de sintasse, tá bom?
Eu vou ver se eu volto, mas a web não quer voltar ainda, a gente continua. Agora nós vamos fazer uma prática, pessoal. Tenho uma, duas, uma, 2, 3, 4, 5, 6.
Eh, tem algum aluno que se sinta à vontade de fazer alguns sinais aqui com a gente e a de abrir a câmera pra gente ir fazendo essa prática de sinais para ver a diferença da expressão gramatical para marcar intensidade. Jéssica, pode abrir, Jéssica. Jéssica, você consegue desses sinais que estão aí, você quer escolher um deles para fazer o que você se sente mais confortável para fazer?
O pior é que é que dá aqui eu só sei falar ou fala falar. Você você conhece o sinal de falar? Conhece o sinal de falar.
É. OK. Mas posso tentar fazer os outros.
É que daí a gente vai dividindo entre os alunos. Então vamos fazer assim, ó. Primeiro fecha seu microfone.
Fecha seu microfone para não dar interferência, tá? Marlene levantou as mãos, depois a gente vê, Marlene, tá bom? Me ajudem a lembrar, tá bom?
Marlene, eh, Jéssica, então faz o sinal para mim eh de falar, como se a pessoa tivesse falando normal, falar. E quando a pessoa tá falando muito, muito, muito, muito, uma tagarela, como você acha que seria o sinal? Sem mudar, ó.
Isso. Mas aí então a Jéssica, eu vou ver se Camila, eu vou ver se a minha volta, senão eu vou pedir a sua ajuda, tá? Que a minha câmera não quer voltar, então vou pedir a sua ajuda.
Então agora, pessoal, é aí que vai mudar, ó. A gente vai usar só o sinal. E o que que vai mudar no meu sinal?
É a expressão, tá? do sinal leve pro sinal forte, a gente não vai acrescentar nenhum sinal. É só na expressão não manual que vai fazer essa diferenciação.
Eu vou dar, vou ver se eu consigo, vou tentar mais uma vez abrir a câmera. Eu vou pedir pro marido vir aqui, mas ele não vai aparecer, então dá para ele vir aqui mexer nos fios enquanto eu continuo. Pode, pode falar que eu tento te ajudar.
Ah, ele ele tá no banho, não vai conseguir vir. Mas aí, então, Camila, a Camila vai dar um exemplo do vento. Faz o que é o primeiro exemplo.
Faz o vento pra gente, Camila. O vento normal. Tá tranquilo, pessoal.
Agora vai ser um vento muito forte, que tá ventando muito, mas só vai mudar na expressão, viu, pessoal? Isso, exatamente, exatamente porque eh o que quando as pessoas falam da dificuldade eh da sinalização ã do português sinalizado, de como fazer a minha sinalização fluir bem, por exemplo, eu não posso eh falar que tá ventando muito, fazer o sinal de vento e o sinal muito porque o vento não é quantidade, certo? Não é quantidade.
O vento não é quantidade. Esse vento forte é da intensidade. Vamos fazer de novo, Camila.
É vento normal. Tá ventando normal agora. Tá ventando muito.
Vento muito forte. A ventania. Olha o que que mudou.
Inflou a bochecha. Tá vendo o corpo? Isso aí agora, Jéssica, então faz de novo.
Vamos no no sinal de falar que você escolheu. Faz o sinal de falar. Falar normal.
Isso. Falar. Agora, se a pessoa tá falando muito, muito, muito, muito, sem acrescentar o sinal de muito, só na expressão, como você acha que poderia aumentar?
Eu não tô enxergando a raíça. Falar, falar, falar. Eu posso usar as duas mãos, pessoal.
É, alguém falou, acredito que você então pessoal, mas não compartilhar minha não é o eu acho que é o como que eu posso dizer, pessoal? Deixa eu tentar novamente aqui. Sabe o a USB que a gente fala onde liga a câmera?
Então ele que não tá ele que o Ingrid. Ingred agora nós não estamos te ouvindo, tá? Nem te vendo.
O problema da câmera da Ingrid não deve ser no na configuração não, porque ela estava com câmera agora a pouco. É, então era isso. É, eu ia eu ia comentar com ela que a minha câmera estava desse jeito e o meu era o antivírus que estava bloqueando a minha webcam.
Eu tive que levar meu note para arrumar e era o antivírus que estava bloqueando. Às vezes pode ser isso, né? Vocês me ouvem agora?
Sim. Então eu acredito que seja a entrada, a entrada USB, sabe onde encaixa? Porque a câmera é externa, não é câmera do computador.
Não sei o que acontece. aproveitar o feriado para para arrumar isso aí, porque ai gente, me perdoem mesmo, preparei essa aula com tanto carinho, mas enfim, já troquei, Ana, do céu, pior que eu já troquei. [Música] Tem problema não, segue aí da próxima vai dar certo.
Então, vamos lá, pessoal. Então, eh, eu agradeço a Jéssica. A Jéssica pode fechar sua câmera.
É isso aí. A gente vai treinando, né? E, e vai indo.
Daniela vai abrir a câmera? Vou. Eu não enxergo a Daniela.
Alguém? Ah, abriu. É porque você tá com Pera aí, deixa eu ver.
Nem eu tô me vendo. Abriu. Mas você tá aparecendo.
Tô aparecendo. Daniela, você tá em dois locais diferente. Um você tem que desligar o áudio, senão vai dar referência.
Tá. Pera aí. Já chegou o meu personal TI, mas tá tá mexendo aqui.
Só não pode. Tô falando para ele. Só não pode mexer aqui.
Manela, você tá em um lugar só ou dois? Dois aparelhos. [Aplausos] Por quê?
Não, porque você tá aparecendo duas vezes. Ah, profe, tenta usar o o telefone, o celular como câmera. Oi, pessoal.
Ai, desculpem. Ai, fiquei tão nervosa que tá parando tudo agora. Então, vamos continuar.
Vamos continuar assim. Desculpa, Camila, desculpa, pessoal. Vamos lá, Daniela, você vai escolher um sinal desses da tabela e aí a gente sinaliza.
Tá bom. É, vocês estão conseguindo me ver? Porque para mim a minha câmera tá preta.
Sim, a gente te enxerga, tá? Eh, eu vou escolher o sinal de dor. Pode fazer novamente dor, eh, dor comum e depois dor, muita dor.
Tá dor e a dor forte. Muito obrigada, Daniela. Pode fechar a sua câmera.
Tá eh, pessoal, vamos continuar com a gente então, Camila, eh, de vez em quando eu vou chamar pessoal porque a gente precisa sim que os alunos eh treinem, que façam um pouquinho. nós temos uma componente curricular que é prática, né? É uma aula prática.
Então, vez outra vamos chamar eh o aluno Sim. Então, vamos fazer eh o sinal de Camila, você consegue eh eh enxergar aí? Eh, nós vamos repassar rapidinho, então.
Vento comum, Camila, ventania. Ó lá, pessoal, bochecha inflada. Deu, deu a intensidade, né?
Agora fome, fome normal. Muita fome. Muita fome, né?
Eh, Cristine, tem alguma dúvida que levantou as mãos? É que eu não sabia esse sinal. Na minha cidade a gente faz sinal.
Eh, posso abrir a câmera? Pode. Pera aí que eu vou abrir aqui.
Era diferente. Eu achei que eu sabia, professora, mas eu não sei. Então, mas tem variação, viu?
É, é próprio da Libras, ter essas variações regionais, tá? Qual o sinal que você não conhecia? Esse de fome lá em Manaus que a gente lá na minha lá no norte, a gente pega aqui na barriga e faz assim, ó.
Ah, como se tivesse apertando a barriga. É legal, legal. É próprio das variações.
Obrigada, Cristine, pela eh contribuição. Tá bom. Muito obrigada.
Vamos continuar. Eh, Camila, peso, um objeto leve e um objeto muito pesado. Olha, pessoal, é sempre na expressão.
Eu não preciso acrescentar outro sinal, né? Nada. O que vai diferenciar a intensidade é a expressão ã não manual.
A colega fez da dor, fez muito bem já. dor, calor. Um calor, um calor normal, muito calor.
Olha o braço, o sinal foi mais alongado, né? A expressão também sempre na intensidade, a bochecha inflada. Eh, tá bom.
E falar que a gente já fez. Agora nós vamos eh paraa outra. Pode repetir o objeto.
É do peso, né? Alguma coisa leve. Leve lá, pessoal.
Tá leve. Não tô fazendo peso para segurar. Agora ele tá bem pesado.
Viram a diferença? Certo, Daniela? Ainda consta uma câmera aberta sua.
A gente vai pedir para fechar só por conta da depois da gravação para aparecer bem a intérprete. Professora, eu vou sair entrar de novo porque tá fechada, só que eu não sei porque que tá aparecendo duas. Eu já volto então que eu acho que é que tá dando uma coisa.
Não precisa sair. Eu consegui fechar para você por aqui. Não precisa sair.
Tá bom. Ah, tá bom. Então, obrigada, viu?
Agora, pessoal, nós vamos eh para essa questão do tamanho, da alteração do tamanho, tá bom? que a expressão ajuda também a diferenciar no tamanho. Lá no texto base, eu dei como exemplo um bebezinho e um bebezão com os braços abertos.
E isso eu dei esse exemplo lá no texto base e é o que nós vamos ver alguns. Por exemplo, o sinal de bola. Uma bola pequena, Camila, pode ser bola de tênis, bola de good, qualquer bolinha.
Agora, eh, uma bola, por exemplo, igual a bola do Kiko do Chaves, uma bolona, né, pessoal? O meu sinal ele não modificou. O que fez a diferença é expressão.
Reparem bem. H, na Camila. Certo.
Eh, continuando, um livro, um livro bem pequenininho, um livro normal. Agora, se o meu livro fosse bem grande, pessoal, grosso lá, ó, com as páginas enormes, tá vendo? É o mesmo sinal.
O que mudou foi o meu corpo. A Camila deu intensidade no corpo, ela deu intensidade eh com a bochecha. Certo?
A Camila tá sendo a nossa professora assistente hoje, né, Camila? Muito obrigada, viu, minha amiga? Tá me salvando aqui agora.
Casa, pessoal. Sinal de casa, né? Normal.
Sinal de casa normal, tranquilo, expressão neutra, né? Agora uma casa grande ou uma mansão ou casarão, né? Ó, fez o sinal da casa, abriu os braços abertos, a bochecha inflada também.
Certo? Não preciso mudar o sinal. Eu vou ficar sendo repetitiva, mas vocês vão gravar isso.
Não precisa mudar o sinal, certo? Eu só, ã, vou pensar, vou eh trabalhar na expressão, tá bom? Aí, próximo, o celular.
O celular antigamente ele era menorzinho, né, pessoal? Então, sinal do celular, pode fazer o celular que você ficou. Oi, Camila.
Deu problema, Camila. Perdeu meu áudio. Pode voltar.
Vai trocar já. A gente tá, a gente se organiza aqui. Pode fal, se quiser.
Pode ir falando se quiser. Ou se gente qualquer coisa, eh, a gente remarca uma aula, eu dou aula de novo, se precisar, tá bom? por conta desses problemas que a gente tivemos, porque esses problemas que a gente teve aí, se precisar a gente faz de novo essa aula, tá bom?
Então, celular, Camila, um sinal de celular, um celular mais simples. Agora esse celular de to screen, agora que ele é maior, né? Ó lá, igual o tablet, que os celulares foram evoluindo e foram ficando maiores.
Certo? Vamos. Vai trocar.
Ah, esse eh eu deixei um exemplo aqui o de pessoa, mas a gente vai pular isso. Na próxima aula eu vou retomar esse sinal de pessoa porque vai confundir vocês agora. Agora, pessoal, sinal de montanha, Lu, um morro pequeno.
OK, perfeito. Agora, pessoal, e se for uma montanha gigantesca? Ó lá, bem grande, né?
A Luciane inflou a bochecha dela para nos dar essa dimensão eh do tamanho, né? Então vocês viram que a intensidade é aí eh no rosto, né? na expressão não eh não manual.
Pessoal, dessa questão de intensidade e de tamanho, ficou alguma dúvida? Porque a gente vai passar para algumas perguntinhas pra gente responder juntos. Se for pequeno o quê, Keila?
Ah, porque você, a gente fez tamanho normal e tamanho grande. Isso você quer dizer menor ainda? Ahã.
Eh, a minha câmera não quer, não quer. Ela não tá, ela não tá feliz. Será que notebook não funciona mesmo que fique ruim?
Oi. Às vezes a câmera do seu notebook funciona mesmo que fique Não, não funciona. Ah, desculpa.
Ai, gente, me perdoe. Eh, a gente já vai usar o feriado e vou resolver essas coisas. E eu testei tudo hoje cedo, mas enfim.
Ahã. Eh, por exemplo, Lu, vamos, eu vou, não vamos usar o sinal de celular, vamos usar outro sinal. Vou pensar em outro sinal que fica mais fácil para eles eh verem.
Por exemplo, a bolinha de good, que é bem pequenininha, pessoal, bem pequenininha. Ó, ela fez o sinal de pequeno e fez o sinal, é a bola pequenininha. Agora, eh, a bola normal, quando a gente sinaliza normal, a bola aí, a bola do do Kiko, por exemplo, que é maior, entendeu, pessoal?
Geralmente eh o sinal de algo que é bem pequeno, as bochechas são para dentro. Como que fala? Não sei o nome técnico.
Isso. E como a Lu tá fazendo? Eh, eu chupo a bochecha.
Não, não é esse o termo, mas enfim. Ó, eu contraio a bochecha quando é pequena. A mesma coisa, Keila.
Eu posso fazer a casa. Faz a casa, Lu. Com a mão bem juntinha.
Com a mão bem juntinha e chupa a bochecha. É uma casinha, entendeu, Keila? Quando a coisa é pequena, então a gente eh eh eh contrai a bochecha quando é grande, infla.
Deu para entender essa diferença? Ah, legal. Mais alguma dúvida, pessoal?
Raquel não está enxergando a intérprete. Os outros enxergam, pessoal. Ah, pode ser a questão da da internet, viu?
Os colegas tão ou você pode entrar e sair. OK. Podemos passar para as perguntas, pessoal.
São perguntas que eu elaborei mais ou menos como as perguntas que vocês fizeram na atividade um e dois avaliativa. Inclusive, quem não fez ainda, eu queria dar uma dica que, na verdade, já foi falado isso para vocês. É, no nosso eh no nosso curso, essas atividades que são automáticas do sistema, nós só temos uma tentativa, só uma chance de responder, tá?
Então, o que que a gente sempre aconselha? Você consegue responder e deixar ali e pode enviar só depois. Entenderam?
Vocês podem responder depois, se ficou com dúvida, vem conversar, vem tirar dúvida no fórum, vem assistir a aula e aí depois vocês conseguem alterar para enviar em definitivo, porque se enviar em definitivo não tem não tem segunda chance, tá bom? Certo. É, Noeli, mas daí com Noeli teve problemas na atividade, mas com as outras então você consegue eh recuperar a nota fazendo as outras atividades.
Certo? Vou passar para pergunta, pessoal. Agora vamos pôr a cabeça para para funcionar mais um pouquinho.
Olha lá, pessoal, as expressões não manuais emocionais, né, que na Libras, que são a que a gente estudou, tá? Elas são usadas principalmente para a representar o tempo verbal, B, indicar emoções e sentimentos, C, marcar sujeito e objeto ou D, indicar plural. Ah, todo mundo respondendo B.
Vamos lá conferir. Resposta certa. B.
Muito bem. Próxima pergunta. Eh, a Alexandra, eh, assim, claro, né?
se o técnico ele consegue abrir, mas a questão que é uma não é a questão que o sistema abre ou não abre, é um combinado, é uma formulação do próprio curso, certo? Por isso que a gente dá essa dica aí da tentativa. Por isso que a gente fala que a gente sabe que vocês ficam nervosos para responder tudo logo, mas que é importante assistir algumas webs antes de responder, né?
Ó, já estão até respondendo, ó. Quando um sinal é acompanhado de uma expressão que indica esforço físico, como por exemplo, peso, né? Ó, Luciane fez peso agora, né?
A Camila fez peso aquela hora de pesado também. Nós estamos falando de uma expressão lexical, emocional ou morfológica. A, B ou C.
Vamos lá. morfológica. Por que que é morfológica, pessoal?
Porque ela consegue alterar a minha palavra, tá bom? O peso, a expressão acompanhada do peso não tá mostrando uma emoção e um sentimento. Ela vem ali eh completar o significado do meu sinal, certo?
Próxima também alternativa correta sobre as expressões não manuais. A, elas são usadas apenas para indicar sentimentos. B, são obrigatórias apenas nas frases interrogativas.
C desempenham funções gramaticais e emocionais ou D são usadas somente quando não tem um sinal. Vamos conferir se é a letra C mesmo. Muito bem.
Elas desempenham funções gramaticais emocionais, como nós vimos hoje as emocionais e depois a gente viu as gramaticais que interferem. A gente viu hoje na intensidade e vimos tamanho. Agora, pessoal, verdadeiro ou falso?
Eu coloquei fato ou fake, mas é a mesma coisa que verdadeiro ou falso. Tá bom? Vamos lá.
Na Libras, pessoal, a expressão facial pode indicar se uma frase é afirmativa, negativa ou interrogativa. Fato ou fake? Tá lá, todo mundo escrevendo que é fato, verdadeiro.
Muito bem. A expressão facial. Lembra da na aula passada a gente deu exemplo.
Você vai à escola que a gente eh se que nem a Luciane fez afirmativa, mas faz luz como se fosse uma pergunta. Agora você vai à escola. A mesma frase mudou a expressão da sobrancelha, né?
Próxima, pessoal, as expressões morfológicas, mas que nem a gente viu hoje, as expressões usadas, né, morfologicamente, elas não interferem no significado do sinal. Fato ou fake? Tá sem áudio, não?
OK. Tá ok, Lu? Fake.
Muito bem, pessoal. É fake porque altera sim, a expressão altera. Vocês viram a frase que a Luciane fez, né?
Nós vamos ver o que a gente pode fazer, que eles não foram bem na atividade dois. Depois vou ver que a gente pode fazer. Próximo, pessoal.
Ó, já estamos com um tempinho aí. A expressão, ó, que a gente, a colega fez hoje, aluna, que, desculpe que não me recordo do nome, dor leve e dor intensa é feita usando sinais diferentes. Fato ou fake?
fake é o mesmo sinal, só mudou a minha expressão. Certo, Cristine não tá ouvindo, entra e sai da sala. A Luía que fez o sinal, foi isso, Luía?
Enfim, vamos paraa próxima. A Libras utiliza apenas as mãos para construir o significado dos seus sinais. Essa é facinho, né?
Fake, totalmente fake. Pessoal, alguma dúvida? Ó, não saiam daí por enquanto, porque eu vou baixar aqui a lista de quem estava aqui comigo, tá bom?
Eh, quando vocês entram, pessoal, sempre que vocês entram, todo mundo que tá na sala não precisa eh dizer o oi, o nome no chat, só de com o nome que vocês colocam lá no chat já fica registrado. Aí eu consigo baixar a lista e a gente tem esse controle, tá bom? Só para vocês saberem.
Deixa eu voltar lá no meu chat. Ai, obrigada, pessoal. Olha, eu quero eh pedir desculpas, né, por essas por esses momentos, mas infelizmente a gente sabe que que a gente é passível dessas coisas, né?
Quando a gente trabalha com tecnologia, às vezes acontece isso. Então, eu vou eu vou pedir paraa coordenação, eu vou gravar um vídeo, tá bom? eh com os exemplos e dando os exemplos eh para colocar lá na plataforma para vocês para dar uma retomada nesse conteúdo.
A Keila levantou a mão. Keila, oi Pro, boa noite. Tá me ouvindo?
Tô ouvindo, Keila. Ah, tá. É porque eh eu vi você comentar aí sobre a questão da chamada duas perguntas.
Se a gente só entrar, não precisa então escrever porque às vezes acontece de cair, voltar aí, mas fica registrado o tempo que você ficou ou só a entrada? Não. Ó, por exemplo, agora, eh, agora, por exemplo, para mim, eu tenho 75 alunos.
75 usuários, né? Porque daí tem eu, as intérpretes e aí eh acaba contabilizando. Mas tirando nós três, vamos supor 72 alunos.
Aí eu baixo, eu baixo essa lista, aparece o nome, o nome desses 72 que estão comigo neste momento. Ah, tá. Então a lista só na hora que você finaliza, que você vai puxar, pega só aqueles que estão no momento, né?
que estão nesse momento. Exatamente. Ah, entendi.
E outra coisa, na hora que você falou sobre a questão da prova, eu fiz a a a segunda, se não me engano, a segunda atividade e era para falar sobre uma das questões intensidade, se tinha intensidade, né, e tamanho, não é isso? dos dois, se não me engano, que modifica, o sinal se modifica por causa do tamanho e da intensidade. Aham.
Certo. E lá tinha uma uma pergunta que era tinha duas intensidades e uma relativa ao tamanho e intensidade. Aí eu acabei errando essa na questão, entendeu?
Tipo assim, marquei a certa e depois voltei lá e marquei a errada. Depois paguei. Então não tem como eu consertar, eu voltar e refazer não.
Se já enviou em definitivo, infelizmente não tem como eh eh retomar. Tá bom. É, mas a gente vai pensar a gente vai pensar em como eh poder ajudar vocês, tá bom?
Mariana, só mais essa dúvida, pessoal, porque já estourou o tempo também das nossas inérpretes, né, professora, eh, eu não tô com dúvida não, eu só queria agradecer pela aula e eu tô muito feliz porque, eh, eu também tô fazendo o curso avançado de Libras e eu tinha dificuldade de terminar esse curso aqui na minha cidade por causa do porque se batia paral do meu trabalho. E lá a gente também tava aprendendo isso, é expressões não manuais. Na primeira aula foi isso.
E eu fiquei muito feliz porque a professora do curso é a minha prima, ela me ensinou a ler, escrever e agora ela vai completar minha formação Libras no curso. Ah, que legal, que legal, Mariana. Fico feliz e obrigada por compartilhar sua experiência com a gente.
Camila, Luciane, obrigado. Vocês eh foram hoje nós tivemos uma codocência. Muito, muito, muito, muito obrigada.
Eh, vocês foram assim, bom, vocês são essenciais de qualquer forma, mas hoje mais ainda, assim, não seria possível a aula ter acontecido sem vocês. Muito obrigada pela parceria, muito obrigada aos alunos que entenderam essa questão. Então, vou ver com a coordenação se a gente consegue eh inserir um vídeo lá e aí eu faço um resuminho para vocês, tá bom?
Muito obrigada. Não esqueçam, na próxima aula nós vamos ter uma atividade eh para vocês conseguirem fazer a atividade três. Nós vamos fazer uma atividade como atividade três, tá bom?
Muito obrigada. Tchau, tchau. Tenha uma excelente noite.
Tchau. Tchau. Obrigada, meninas.
Obrigada, Ingrid. Obrigada, Camila. Tchau.
Tchau, alunos.