Pessoal, a gente vai continuar a nossa série. A gente tem falado nos últimos domingos, né, sobre a gente tem caminhado nessa série juntos aqui falando eh sobre nós sermos filhos de Deus. Quantos é que têm sido abençoados, têm sido confrontados, t sido tocados pelo Senhor?
A gente lá em casa tem sido tão afetado, né, por essas palavras sobre identidade. A gente começa a ver a nossa história de vida, né, as ausências paternas, ausências que a gente vem reconhecendo e que às vezes elas refletem hoje naquilo que a gente é e como a gente enxerga Deus. Então, eu quero te desafiar você continuar eh meditando nas palavras.
E a gente tem falado, então, né, inclusive a gente não teve filar, a gente só orou sobre os temas da dessas palavras. Falado sobre identidade, né, que não é apenas algo que a gente recebe, mas algo que a gente escolhe, escolhe, pera aí, travou, escolhe viver, que orfandade não é o nosso lugar, né? Não é lugar de nós, Deus não tem orfandade para nós.
Não tem, nós não somos chamados apenas para sermos servos, né, e vivemos distante de Deus, inseguros, tentando eh merecer o amor de Deus ou como filhos que não eh distantes do Pai. A gente tem aprendido que eh identidade do filho, entender isso muda como a gente se relaciona com Deus, né? Com as pessoas, com a gente mesmo, né?
que a gente não é chamado para viver na nesse lugar de rejeição, de medo, de comparação. Quantas coisas, né, a gente tem ouvido falar e tem mexido no nosso profundo do nosso coração. E eu quero hoje falar um pouquinho mais com vocês sobre frutificação e maturidade.
Porque um filho, nós não somamos chamados apenas para sermos filhos de Deus, amém? Mas para sermos filhos maduros. para sermos filhos maduros que cada dia caminham para se tornarem, para alcançarem a estatura do varão perfeito.
Quem é Cristo, né? Ah, então a gente tá falando sobre sermos a imagem do filho, sobre sermos alcançar essa estatura do estatura do filho mais velho que é Jesus. E quão desafiador é para nós esse processo.
Então, eu quero falar um pouquinho hoje sobre frutificação e maturidade, né? Então, abre sua Bíblia comigo aí num texto muito conhecido que tá lá em João 15. Nós vamos ler do versículo 5 ao 8.
João 15 do 5 ao 8. E fala assim, Jesus tá dizendo assim: "Eu sou a videira, vocês são os ramos. Se alguém permanecer em mim e eu nele, esse dará muito fruto, pois sem mim vocês não podem fazer coisa alguma.
Se alguém não permanecer em mim, será como o ramo que é jogado fora e seca. Tais ramos são apanhados, lançados ao fogo, queimados. Se vocês permanecerem em mim e as minhas palavras permanecerem em vocês, pedirão o que quiserem e será concedido.
Meu Pai é glorificado pelo fato de vocês darem muito fruto e assim serão meus discípulos. A partir dessa verdade, desse texto que a gente leu, eu quero caminhar com vocês aqui pelo por alguns princípios centrais dessa palavra e pra gente entender como a frutificação eh revela na prática a imagem do filho sendo formada em nós. Amém.
E o primeiro ponto que quero falar com vocês aqui é que a frutificação ela começa na conexão e não no comportamento. Aqui Jesus tá falando eh eu sou a videira e vós sois os ramos. E essa afirmação aqui, ele define de maneira muito clara a fonte da nossa vida espiritual.
Porque o ramo em si, então imagine uma planta, o ramo em si sozinho, separado, não produz nada. Sim ou não? Ele não tem vida por por si próprio.
Ele só tem vitalidade, capacidade e força para gerar algo, para frutificar, para exercer ali a sua função na natureza. A partir do momento em que ele está o quê? Conectado na videira, na árvore toda.
Sim ou não? Então Jesus aqui nos ensinando que a frutificação ela não começa na correção externa de comportamentos que a gente tem, de coisas que a gente acha que a gente tem que mudar, que a gente ouve das pessoas a nosso respeito. Não.
A o que Jesus quer de nós é uma conexão viva e profunda com ele que gereiva bruta, né? Que gere vida e nos faça frutificar. Amém.
Sabe o que interessante? que e Jesus quando ele ele fala esse texto aqui, ele provavelmente os estudiosos eles dizem que Jesus estava no templo de Jerusalém quando ele tava falando, saindo do templo, quando ele tava ensinando seus discípulos sobre esse texto e que lá em Jerusalém, se você sabe, mas existia e ainda existe muitas videiras. Jerusalém é cercado por videiras.
Jerusalém até hoje, né, tem ou naquela época era muito mais eh efetivo a uva e o vinho, como eh eram ele era eram matérias primas, né, eram produtos centrais na economia de Jerusalém. Inclusive o próprio templo ele era cheio de videiras desenhadas e esculpidas. Inclusive na própria, na frente do templo, naquela época existia uma videira dourada, porque a Bíblia lá no Antigo Testamento vai falar de Israel como a videira do Senhor.
Então, a videira tem uma simbologia muito grande. Tinha naquela época quando Jesus ensinava. Jesus nunca foi um um professor sem intencionalidade.
Tudo que ele ensinava era por analogia, por simbologia daquela época. Então ele fala que olha que coincidência, ele diz: "Eu sou a videira no lugar rodeado de videiras". Ele quer dizer o quê aí nesse lugar?
Que eu sou a videira verdadeira. E isso é algo radical, porque enquanto Israel dizia: "Nós somos a videira", Jesus diz: "Não, não, vocês não, eu sou a videira". Isso quer dizer que a vida espiritual não se parte, não se fundamenta na religiosidade, no que fazemos, no que somos, mas em Cristo ele é a vida.
Nós não devemos estar firmados numa religião, igreja, numa religiosidade, em falar um pouquinho mais sobre isso, mas nós precisamos estar firmados e conectados na videira que é Cristo. Amém. [música] Isso não vem da religião, não vem do templo, não vem da descendência, isso vem da nossa conexão inteira.
viva, genuína com Jesus. Amém. Então, é por isso que esse texto, o primeiro princípio aqui, é que a frutificação aqui, ela não ela começa na conexão, não comportamento, não o que você faz que diz se você frutifica ou não.
É quando você está conectado com Cristo ou não. Amém. Isso eu vou falar um pouquinho mais paraa frente, porque sabe, o comportamento transformado não é o ponto de partida da vida cristã.
Isso é um escândalo. É por isso que a o evangelho ele é um escândalo, porque aqui tá falando que eh eh dependência, relacionamento, submissão diária, isso é vida cristã. Jesus aqui no texto ele não fala assim: "Frutifique".
Ele fala isso aqui, frutifique, dê frutos, frutifique a 100 por um. Ele tá falando isso. Que que ele fala aqui várias vezes?
Qual é o verbo? Permaneça. Permaneça.
Permaneça. Permaneça. Por quê, igreja?
Porque frutificar é uma consequência natural de quem está permanecendo em Cristo. Então, não é o comportamento transformado que diz: "Eu tô na videira ou não. " É a minha isso é não é o ponto de partida, isso é a consequência de eu estar permanecendo firmado na vida.
Então ele usa uma metáfora muito simples aqui, mas ao mesmo tempo profunda para dizer: "Eu sou a videira, vocês são os ramos e o ramo não se esforça. " Alguém aqui, já até acho que já falei isso aqui uma vez, alguém aqui já parou no meio da estrada, no meio de uma floresta, no meio da da rua aqui e escutou assim? Não é que vocês estão pensando não.
Alguém queria viu um ramo. Pera aí, pera aí, pera aí. Vai sair uma maçã.
Pera aí. Nossa, saiu a maçã. Alguém já viu?
Nossa, pera aí. Vai sair a banana. Aí saiu o caixo de banana.
Não, não existe. Por quê? Porque é natural.
O ramo tá lá, a seiva tá correndo, faltou tá acontecendo e tá lá tudo, tudo indo bem, a seiva bruta, a seiva não sei o quê. E aí de repente na época certa, na estação certa, R, o fruto aparece, a gente se deleita. Então, é por isso que eu quero começar dizendo para vocês que o grande problema da vida cristã não é na maioria das vezes a falta de disciplina espiritual.
Nossa, pastora Marta faz uma heresia agora. Você é contra? Não, a gente fala isso todo domingo, ler a palavra, orar, jejuar, ter comunhão, sim ou não?
Mas o grande problema não é isso. É a nossa falta de permanência em Jesus. todos os dias e o dia todo.
É a nossa incapacidade muitas vezes de ouvir a voz de Deus ou de se manter conectado com ele, mesmo quando nós não estamos exercendo ou fazendo alguma das atividades espirituais que a gente já aprendeu aqui, de ler a Bíblia, de orar, de jejuar, de vir ao culto. É por isso que muitas vezes existe um abismo tão grande entre o culto do domingo, a gente vem aqui e a segunda-feira 6 da manhã em que você acorda para trabalhar. Às vezes a gente vem aqui, eu vou falar isso por mim, mas você também pode se encaixar, a gente vem aqui, a gente tá no culto e Deus tá nos tocando, a gente chora e diz: "Senhor, eu vou fazer diferente, eu vou acordar.
" Quem que já pensou isso? Eu vou acordar mais cedo, segunda-feira, porque eu quero te buscar mais, Senhor. Eu vou te jar três vezes na semana, Senhor.
Eu te amo tanto. Eu quero me dedicar tanto a você que agora eu vou entrar no ministério do alcance social porque eu quero te servir mais, Senhor. Eu vou no GPS toda quarta-feira, eu vou e aí você tá, você tá no culto fervoroso e chorando, dizendo: "Senhor, eu te amo, eu quero te".
E aí você vai paraa sua casa, come o seu frango com macarrão delicioso, tira aquele cochilo, arruma seu uniforme do dia seguinte e segunda-feira você acorda, nossa, hein? chuva chata ou você acorda atrasado. Aí tudo aquilo que você falou aqui já foi.
A semana começou, você brigou com seu marido, você bateu o dedinho na quina, você atrasou, perdeu o buzão, você não pagou a conta, o cartão virou, você não tem limite, acabou. Só eu, gente. É, é, é uma realidade da nossa vida ou não é?
Então, queridos, por quê? Porque nós muitas vezes temos a mentalidade de que o que nós nos faz permanecer em Deus é apenas eu entrar no ritual de praticar disciplinas espirituais. Mas eu não sei falar com Deus, eu não sei ouvir a Deus, eu não sei sentir a Deus, eu não sei perceber a Deus quando eu não estou fazendo estas coisas.
Entende o que eu quero dizer? Eu não tô aqui para dizer para você não fazer mais pelo amor de Jesus Cristo. Pelo contrário, devemos nos dedicar cada vez mais e mais profundo.
Mas nós precisamos entrar no lugar, igreja, de permanecer em Jesus, independente do que nós fazemos, a ouvir a voz do Senhor, a sentir sua presença, a estar sensível àquilo que ele quer falar e fazer em nós durante todo o tempo. Isso é permanecer. Por quê?
Porque nem sempre você vai tá com a sua Bíblia hora do braço. Mas Jesus quer que você permaneça nele no seu trabalho, na sua faculdade, na sua casa, lavando a sua louça, fazendo o seu almoço, cuidando dos seus filhos dentro da igreja, entende? É por isso então que eu volto a falar aqui nesse ponto aqui que a frutificação ela começa na conexão.
Então, filhos maduros que vivem a imagem do filho, eles estão entendendo que não é o que não é só um comportamento externo que vai mostrar se eu tô ou não em Cristo. É a minha conexão todo dia com ele. É minha conexão constante com ele.
É quando eu fecho a Bíblia, muitas vezes no meu devocional, eu vou viver meu dia e agora como eu vou reagir às dificuldades, as notícias ruins, aos problemas, as dores, como eu vou reagir? Amém. Segundo ponto, então é por isso que o problema não é fazer pouco ou fazer muito para Deus.
O problema é estar pouco conectado na videira, estar pouco conectado com Jesus. Não é ausência de prática espiritual, mas é ausência de um relacionamento profundo com ele. E o segundo ponto aqui é que o fruto, como eu falei aqui, já introduzir, o fruto não é esforço, ele é uma consequência.
Quantos querem frutificar em Deus? Quantos querem dar muitos frutos? Eu quero.
Mas isso é uma consequência. Depois que a gente entende que frutificação ela começa na conexão com Jesus e não no nossos comportamentos externos, porque isso é uma consequência também. Jesus, ele vai nos ensinar que o fruto não é uma cobrança espiritual, mas é uma consequência inevitável da gente permanecer.
Como eu falei aqui, tô repetindo aqui várias vezes, ele diz: "Quem permanece em mim e eu nele dá muito fruto". Ele não mostra uma meta a ser alcançada. Jesus não cobra da gente, mas ele já sabe que se você tiver em mim como ramo vivo, você vai frutificar e meu pai será glorificado.
Que é isso que ele fala no final. Amém. Sabe, o fruto ele vem depois de um permanecer.
Quando a gente tenta inverter essa ordem, igreja, a gente cai no quê? num ativismo religioso, a gente cai numa frustração espiritual e a gente cai muitas vezes em uma fé marcada pela culpa e pelo cansaço. Porque a gente acha que tem que fazer, fazer, fazer, fazer, fazer, fazer para dar fruto, fruto, fruto, fruto, para mostrar, para mostrar, para mostrar.
E não é nada disso. A gente se frustra com as pessoas, se frustra com a gente mesmo, se frustra com Deus e a gente não cresce e vive como filhos imaturos. Primeiro a gente permanece, depois a gente se frutifica.
E essa é a vida que Deus tem para nós, uma vida leve, coerente e cheia de propósito. Quantos querem viver isso? Uma vida cristã leve, coerente e cheia de propósito.
Amém. A fé autêntica, a frutificação autêntica é aquela que carrega Cristo, que expressa o seu caráter e glorifica a Deus. Tudo que você faz, tá no trabalho, você tá glorificando a Deus.
Por quê? que você tá permanecendo nele e frutificando ali. Tá na sua casa, você tá permanecendo em Jesus.
Você tá frutificando ali, glorificando o Pai ali. Amém. Um terceiro ponto, fruto não é dom, é caráter transformado.
Fala comigo assim. Fruto não é dom, é caráter transformado. Vamos pra Bíblia lá em Gálatas.
Abre aí sua Bíblia comigo. Gálatas é um também um versículo conhecido. Gálatas 5 22 ao diz: "Entretanto, o fruto do espírito é amor, alegria, paz, paciência, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio contra essas virtudes.
" Não, a lei. Sabe, quando eu falo de fruto, quando eu falo aqui então de permanecer na videira, quando eu falo aqui então de a gente eh romper essa mentalidade de fazer antes de ser ou de expressar uma mudança externa, quando lá dentro nada tá mudando de achar que isso tem mais valor do que permanecer em Deus. Eu tô falando aqui desse fruto que é o fruto do espírito.
Quando Jesus diz que nós vamos que permanecendo nele há transformação. E onde a transformação há fruto, é esse fruto aqui que deve acontecer na nossa vida. É o fruto do espírito.
E olha só a lapada que vem, né? Porque não é uma coisa só que a gente tem que fazer. É, é um monte de coisa dentro de um, é uma mxirica, né?
Então, a gente tem a mxirica lá, ela é um fruto só, mas ela tem vários gomos. Nós somos chamados para frutificarem Jesus, para desenvolver amor, alegria, paz, paciência, benignidade, bondade e lealdade. Não bastaste isso.
Tem mansidão e domínio próprio. Misericórdia, Jesus. Quem pode falar misericórdia?
Misericórdia, Jesus. É por isso que frutos não diz respeito à habilidades, queridos. Não diz respeito a habilidades naturais e e espirituais que você carrega.
Isso aqui é outra coisa, mas fruto tem a ver com a formação do caráter. Então, o apóstolo Paulo aqui, quando ele vai escrever aos Gálatas, ele não tá dando uma lista de dons ou manifestações espirituais extraordinárias, mas ele tá falando aqui de algo que tem que ser produzido internamente, nosso interior, pelo Espírito Santo, uma vida rendida. É por isso que a gente precisa permanecer, porque se você der a bobeira de não permanecer, meu amigo, minha amiga, vocês estão aqui comigo, né?
Quando a gente não tá em Cristo, é só bo. Fala a verdade. É uma resposta que você dá errada.
É uma ira que você se você você fica doido a cabeça. É tantas coisas, a nossa carne vindo à tona. Por quê?
Porque nós não estamos na videira. A gente tá querendo viver fora da fonte de Jesus. Então o Espírito Santo ele não apenas ele forma comportamentos, queridos, a gente tá aqui como igreja para te ensinar e formar comportamentos na sua vida.
A nosso papel como igreja aqui é te encorajar a permitir com que o Senhor molde o seu coração. Arranque as raízes que tem que ser arrancadas. Arranque dores que t que ser arrancadas.
Arranque traumas que t que ser arrancados. Arranque perspectivas erradas, pensamentos errados e molde o seu coração. A imagem de Cristo, amor.
Amém. Amor, alegria, paz, bondade, benignidade. Às vezes a gente vê uma pessoa que não é cristã e a gente fala assim: "Ai, ela é tão boa, só falta Jesus".
Mentira, tá tudo nela. Porque a Bíblia diz que até o nosso, o que há de bom em nós é dele. Até o que há de, até o que a gente pensa que há de bom em nós é da natureza de Deus em nós que o pecado corrompeu.
Então, nosso papel aqui como filhos, igreja, não é somente entender que somos filhos de Deus e andarmos como filhos imaturos. Nós temos que crescer ser. E o crescimento é evidenciado a partir do momento que a gente começa a frutificar.
Que fruto? o fruto do espírito. Amém.
Quando as reações que você tinha antes começam a deixar de existir, porque você tá se esforçando por conta própria, não. Porque você é um ramo ligado na videira, cheio do espírito, tá sendo transformado diariamente pelo Espírito Santo e se tornando cada vez mais parecido com Jesus. E aí é nesse lugar aqui, qual o que tem a ver frutificação com maturidade?
Porque nesse lugar aqui, quando eu começo a entender isso, eh, e, eu, e, e permitir com que o Senhor me faça frutificar o fruto do espírito, é que a minha maturidade vem. Por quê? Porque se antes eu reagia de uma forma, hoje eu não reajo mais por esforço, não, pelo agir do poder de Deus na minha vida.
Então, não é mais um comportamento sendo mudado, é a minha natureza sendo transformado. Entende a diferença? Porque a aparência a gente não sustenta por muito tempo, igreja.
Aparência uma hora ela cai, uma hora ela rui. Lembra Jesus, Jesus metendo a boca nos fariseus, raça de víboras, cambada, sem vergonha. Vocês são o quê?
Um sepulcro caiado. Por fora, muito bonito, mas por dentro vocês são fedentos, estão mortos. Por quê?
Porque a aparência tava maravilhosa, orando, jejuando lá no templo, nas sinagogas, todo mundo vê, mas internamente não existia nada de Deus fluindo ali. Era apenas da boca para fora. Então, o fruto revela maturidade, sabe?
Os dons são muito bons. Nós viemos aqui para falar pros líderes dessa casa que eles têm que se mover nos dons. Temos um treinamento para eles.
Sim ou não? É muito importante, mas o dom não sobrepõe caráter, igreja, nos últimos dias Jesus vai vir e vai, muitos vão falar: "Senhor, Senhor, em teu nome eu expulsei, em teu nome eu fiz isso, em teu nome eu fiz aquilo". Ele vai dizer: "Aparta-te, porque eu não te conheço.
" Porque o que glorifica o Pai é caráter transformado. Dons podem ser momentâneos. Podemos fazer igreja sem Cristo.
Podemos fazer um igreja, um culto sem Cristo, com piratecnia, com músicas bem tocadas, com tudo muito bem ajustado. E Jesus pode não estar nesse lugar, sim ou não? Podemos nos mover nos dons, Jesus fazer não tô aí.
Por quê? Porque não tem espaço para caráter transformar. O que vai dizer se nós somos filhos, a imagem do filhos a imagem do filho é o quanto o nosso caráter tá sendo moldado, transformado dia após dia.
Esse é o maior desafio da nossa fé cristã, do nosso sim para Jesus. Então, a maturidade não é medida pela nossa visibilidade do ministério, pelo quanto nós fazemos, quanto nós servimos, quanto nós agimos. Isso é uma é uma consequência.
Mas é por quanto nós estamos sendo moldados, querido. O quanto você pegou tua cruz, pôs no seu lombo e tá seguindo Jesus, tá renunciando pecados de estimação, tá renunciando eh heranças, tá renunciando dores, tá pondo aos pés de Cristo, as suas as suas crecas, suas suas naca. E o fruto do espírito, então, ele revela uma restauração progressiva da imagem do filho.
Amém. Sabe, queridos, eu vou dizer uma coisa, a gente fala isso aqui muito. A gente tá num processo de transformação e santificação.
Amém. Jesus não tem pressa em nos transformar. Aquele que é de nós é permanência e constância.
Mas cada um aqui, cada um eu, você, nós estamos num processo. Hoje eu tô numa fase da minha vida tá pegando de um jeito em algumas áreas, [música] mas tem um monte de área para pegar. Fal isso vai devagar.
Vocês també não falam isso? Porque se você for arrolar todas as suas, o que tem que ser transformado, vai dar uma lixinha boa, não vai? Eu tenho certeza que vai, porque você tá no mesmo limbo que eu, limbo da carne, do pecado.
Sim. Então Jesus, ele vai nos processos de glória em glória, um dia após o outro. Hoje é uma coisa, cheque, amanhã é outra e vai.
E umas demoram três semanas, uma demora 3 anos, uma demora 30 anos. Eu não sei, talvez eu vai chegar no dia que Jesus voltar e vai ter umas crecas ainda, porque não deu tempo de consertar, mas amém. Graças a Deus que ele voltou.
Amém. Mas nós temos que entender que o fruto, então, que a maturidade ela vem de um lugar da gente entender que nós temos permanecer. E permanecer fala sobre constância.
Eu quero falar aquiqu rapidamente, daqui a pouquinho sobre a algumas características de filho imaturo com filho maduro. Nós temos que ser um povo constante no [música] Senhor, permanecer. Jesus tá difícil, mas eu permaneço.
Jesus eu tô com raiva, mas eu permaneço. Jesus eu tô com ódio, eu permaneço. Jesus eu tô triste.
Jesus eu tô endividado, eu permaneço. Jesus, eu tô chateado. Eu tô feliz, eu permaneço.
Independente das circunstâncias que você tá vivendo, a gente tá permanecendo entre os vales e montanhas. Nós estamos permanecendo em Jesus. É isso que Jesus quer de nós.
Amém. Jesus não quer que a gente fique exibindo frutos, mas que a gente carregue mesmo quando ninguém tá olhando. Porque quando a gente vive, igreja, uma vida de permanência em Jesus, na videira, ali firmado, conectado com Jesus, isso traz um alinhamento à nossas reações, emoções, ali, nossas motivações, nos nos transforma nossa maneira de decidir as coisas, de escolher as coisas, de se relacionar com as pessoas.
Sim ou não? é muito mais amplo. Então, a nossa vida por completa, ela é afetada.
Isso impacta como a gente serve na igreja, serve as pessoas fora, como a gente decide as coisas, como a gente compra as coisas, como a gente escolhe coisas e pessoas. Então, nós precisamos carregar o fruto do espírito. Amém.
Não para mostrar, mas para eh glorificar ao pai. Aleluia. Então, frutificar é permitir com que Jesus transformado, é formado dentro de nós, de dentro para fora.
Amém. E o quarto ponto, maturidade é crescer, como eu falei aqui, a medida de Cristo. Não é um padrão humano.
Não é olhar pro pastor, falar: "Eu quero crescer igual". Não faça isso, pelo amor de Deus. Crescer igual a pastora Mar, igual o pastor Luís, igual o meu líder de GPS.
Use isso como inspiração, mas olhe para Cristo, porque nós também estamos no mesmo barco. Precisamos crescer a estatura de Cristo. De Cristo.
Amém. Vamos lá para Efésios. Abre essa Bíblia aí comigo em Efésios.
Efésios 4, Efésios 4, do versículo 13 ao versículo 15, diz: "Até que todos alcancemos a unidade da fé e do conhecimento do filho de Deus e cheguemos à maturidade, atingindo a medida da estatura da plenitude de Cristo. Cristo. O objetivo é que não sejamos mais como crianças, levados de um lado para o outro pelas ondas teológicas, nem jogados para cá e para lá por todo o vento de doutrina e pela malícia de certas pessoas que induzem os encaltos ao erro.
Longe disso, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é o cabeça, Cristo. Cristo. Amém.
Abi, nós aqui entendemos que a frutificação nasce da conexão com Cristo, que o fruto é consequência da permanência e que o fruto revela um caráter sendo formado. E aqui também eu quero encerrar dizendo que eh a maturidade ela não é um desempenho religioso, mas é Cristo sendo formado em nós. Eu tô meio repetitiva hoje.
Eu sei que um única no outro, mas é importante você entender isso, sabe? Maturidade não tem nada a ver com o tempo de igreja, queridos. Maturidade não tem nada a ver com quanto você serve na igreja, não.
Não tem tempo, não tem não. Na Bíblia não tem essa conversa. Quanto mais nem na vida, nem na vida natural, né?
Hoje em dia, adolescente até 25 anos, não sou atendendo essa conta. Ah, hã, cadê? Mas cadê as psicólogos daqui?
Psicólogo, psicanalista. É ou não é? As tá falando aí que até 25 anos Cauezinho se vai tomar chinelada na bunda.
Mas é, mas é uma realidade. Mas na vida que na vida da palavra aqui na nas escrituras, a maturidade espiritual não é medida pelo nosso tempo de caminhada. Deveria ser.
Amém. Mas não é. Tem muita gente que recebe a Cristo e tem muito menos caminhada com Jesus no tempo no tempo Cronos, no tempo Cronos mesmo, que é mais maduro do que muita gente que tá velho de igreja.
Por que igreja? Isso acontece porque ele entendeu que ele precisa permanecer em [música] Jesus. Porque ele entendeu que ele precisa ser transformado por Jesus.
Porque ele entendeu que ele precisa ter o caráter dele restaurado, a sua vida transformada. E ele se colocou nesse lugar. Ah, então tá bom, então me transforma.
E ele é tem vivido uma experiência de transformação de dentro para fora muito mais intensa, intencional e poderosa do que muita gente que tá aqui e entra e sai da mesma forma. 1 ano, 2 anos, 5 anos e você fala: "Meu, a pessoa não vira o disco. " É ou não é verdade?
Então, Paulo tá nos ensinando que crescimento em Cristo nos livra da instabilidade espiritual para que a gente não seja como crianças, levadas para cá e para cá, sem saber o que tá fazendo da vida. Fala sobre a gente ser maduro. E maturidade não é sobre não ter desafios, igreja.
Pelo contrário, quanto mais maduro, quanto mais adulto, que tem, mais boleto, mais bo. É ou não é verdade? Eu falo, falo: "Filhos, não tenham pressa de crescer, por favor, não tenham pressa.
Mas sabe vocês o que é chegar um carnê do carro? 6 anos para pagar. Ã, dia 5, o aluguel, hã, a ministade da escola.
Ela não tem a pressa, queridos. O mercado, né? A pipoca, a pipoca era 5 R$ 3, tá 12.
Falei: "Que que é isso? A pipoca da noar no CR. Falei: "Não é possível".
Fiquei inconformado na no mercado semana passada e R$ 12 a pipoca. Falei: "Me congelaram, eu sabia se congelou agora sair sair pro mundo, perdi alguma coisa. Possível?
" Vocês também pensam isso? Eu falo: "Não tenha pressa, fiquem, desfrutem da vida, o descanso do que o pai e a mãe cuida, porque eles querem crescer, né? Mas então o filho maduro não é aquele que não enfrenta desafios, mas aquele que permanece firme em meio aos desafios, que deixa com que Jesus transforme o caráter em meio aos desafios, que é renovado em meio aos desafios.
Amém? que não se define, como nós cantamos aqui nessa manhã, pelas circunstâncias ou adversidades, mas define pela verdade da paalavra, a partir de Cristo, do Espírito Santo em nós todos os dias, que permanece ali. Amém.
Para eu encerrar, eu quero pôr aqui na tela algumas características de filho imaturo com o filho maduro. Filho maturo é aquele filho que vive a fé, movido por emoções e circunstâncias. O filho maduro é aquele que vive a fé firmado na palavra, na verdade e na permanência em Cristo.
Faça uma autoanálise no seu coração nessa manhã. Quanta imaturidade há em você, na minha vida? Será que nós temos carregado isso e nos conformado ou a gente tá buscando viver como filhos maduros?
Deus só é bom quando tudo vai bem. Quando Deus Quando não vai bem, não vem na igreja, não ora, não busca, não seiona, desconecta da videira. Filho maturo é aquele que reage de maneira impulsiva.
O filho maduro é aquele que responde com discernimento espiritual. Imagina um filho fazendo birra no supermercado que ele quer o Todinho. Esse é o filho imaturo.
O filho maturo é aquele que busca resultados rápidos. O maduro é aquele que entende processos e ele espera o tempo de Deus firmado na videira, conectado na videira. Amém.
O filho maturo é aquele que confunde identidade com desempenho. O maduro é aquele que descansa na identidade de filho. O imaturo precisa ser constantemente afirmado, validado.
Não pode ser confrontado, não pode ser eh exposto, não pode ser eh corrigido. O filho maduro caminha em perdão e errei. Sabe quem é?
Em Deus. O filho imaturo se ofende com facilidade. O maduro caminha em perdão, imaturidade emocional.
O imaturo vive centrado em si mesmo. Ele só quer. É só para ele.
É só o melhor para ele. É só para ele. É só para ele.
O maduro vive para glorificar o Pai. O que eu posso dar? O que eu posso fazer?
Onde eu posso servir? Onde eu posso melhorar? Onde eu quero me transformar?
Onde que eu posso te entregar a Jesus? O filho imaturo é aquele que serve quando é conveniente e o filho imaduro é aquele que serve com alegria e constância em qualquer lugar. Qualquer lugar.
Exemplo de igreja. Se você pô ele para ficar na recepção, ele é excelente. Se você pô ele para pregar, ele é excelente.
Você pode ele para lavar o banheiro, ele é excelente. Qualquer lugar que tenha que servir, ele serve com alegria e constância. O trabalho ele não é ele não é um t-rex, né?
Braço curto, ele serve, ele abençoa, ele hã tá cheio de crente trex. Pessoa só faz aqui, ó. Não quer servir ninguém, fazer mais.
Ah, não. Eu só eu ganho para fazer isso. Se eu fizer isso, é acúmulo de função, hein?
Vou processar. É verdade. Preguiçoso.
Muito crente faz isso dentro e fora da igreja. Filho maturo depende de estímulos externos. Tem ficar carregando em toda hora.
Vai, vai, vai, vai. Vamos lá, vamos lá. Ele, se você não empurrar ele não faz nada.
O filho maduro é governado pelo Espírito Santo, responsável, disciplinado. O imaturo busca dons e posições. Ele ele quer o extraordinário.
Ele quer só o o exibido de para fora. O maduro é aquele que busca caráter e transformação. O imaturo tem dificuldade em permanecer e o maduro permanece mesmo quando é difícil.
Ah, igreja, como nós temos que melhorar, não é? Não, o filho imaturo gera conflitos nos relacionamentos. Ele tumultua tudo.
Onde ele passa, ele semeia discórdia, ele lança palavras erradas, ele tumultua, ele julga, ele xinga, ele, em vez dele ser aquele que resolve ou promove reconciliação e paz, ele é aquele que põe a lenha na fogueira. E o maduro é aquele que promove reconciliação e paz. O filho imaturo, é aquele que vive como órfão espiritual e o maduro vive como filho amado e seguro.
E para acabar, o filho imaturo ele consome o reino e o filho maduro ele multiplica o reino. Tudo que põe na mão dele, ele é 100 por um, 100 por um, por um, por um. Amém.