Olá, professora, olá, professor. Bem-vindos à ATPC EFAPE. Eu sou a professora Gislaine Minhaco Reis, formadora EFAPE.
Sou uma mulher branca, estatura mediana, cabelos de olhos castanhos e faço uso de óculos. Hoje estou vestindo uma blusa branca e uma calça estampada nos tons marrom escuro, marrom claro e azul bem clarinho. Então vamos ao nosso ATPC de hoje, do Ensino Médio, Matemática, Teorema de Pitágoras.
Nosso objetivo, então, é encaminhar propostas didático-pedagógicas ao corpo docente relativas ao conteúdo exposto no material digital, aula 27, 1ª série, quarto bimestre. A habilidade de hoje é demonstrar relações métricas no triângulo retângulo, entre elas o Teorema de Pitágoras, utilizando, inclusive, a semelhança de triângulos. Como dissemos, vamos falar da aula 27, Teorema de Pitágoras, 1ª série.
O conteúdo vai ser o Teorema de Pitágoras, mas eu chamo a atenção aqui no objetivo. O nosso objetivo hoje nessa aula é demonstrar o Teorema de Pitágoras a partir do conceito de áreas em quadriculações. Eu fiz um destaque aí em quadriculações, que é justamente pra gente não perder esse foco.
Como que o autor pensou essa aula? Todinha trabalhado na malha quadriculado, mas aí a gente vai conversando no decorrer da aula, de como a gente pode fazer esse desenvolvimento. Ele traz então aqui pra nós, no Para Começar, uma primeira atividade.
Determine o valor de X na figura. Então ele traz um triângulo retângulo, um dos catetos ele chamou de X, o outro tem 8 centímetros e a hipotenusa 10 centímetros. Então ele está indicando pra ser usado o Virem e Conversem, levar cinco minutos, pra falarmos sobre o Teorema de Pitágoras.
Então ele pede pra determinar o valor da figura. Nesse Para Começar, é pra deixar o aluno livre, de que maneira ele vai trabalhar esse Teorema de Pitágoras? É pra resgatar o Teorema de Pitágoras, porque esse aluno, ele está na 1ª série, no final, mas ele já trabalhou com o teorema de Pitágoras.
E aí ele coloca um Para Refletir. O quadrado da hipotenusa é igual à soma do quadrado dos catetos. Então, ele chama a atenção pra essa questão do que seria, então, o Teorema de Pitágoras.
Então, o aluno já está com a sua dupla, já pensou, em como fazer essa resolução, tem a resolução, e ele aí então traz a correção. Nessa correção ele traz a prática De Ollho no Modelo, então ele traz a aplicação do Teorema de Pitágoras. Ele vai fazendo linha por linha, a partir daquele, refletindo o que ele trouxe, é a hipotenusa ao quadrado, é igual ao quadrado dos catetos somados.
Então ele faz essa resolução, ele chega que X é é mais ou menos 6, mas como esse x se refere a um cateto, a um lado do triângulo, a gente pega somente a resposta positiva. Então ele traz ali a demonstração, aliás, pra fazermos a demonstração desse Teorema de Pitágoras, ele traz esse Para Começar já a resolução desse Teorema de Pitágoras pra que a gente, então, discuta essa demonstração. Mas isso é um assunto pro próximo bloco.
Fique agora com o primeiro Saiba Mais e eu já volto. Olá, pessoal, hoje vamos falar sobre a técnica Mude o Ritmo, que consta no livro Aula Nota 10, do Doug Lemov. E pra falar dessa técnica comigo hoje, chamei o Elton.
Elton, qual é o objetivo da técnica? Olha, essa técnica, Vivi, ela prevê que a gente tenha um fluxo dinâmico na nossa aula. Prevê a incorporação de outras técnicas previstas no mesmo livro, e também alguns tipos de atividades que a gente vai ver agora, não é isso?
Isso, existem umas sugestões, né? Me fala um pouquinho então, Elton, sobre a instrução direta, assimilação de conhecimento. É a mais importante de todo esse processo, tá?
Inclusive a conceituação. É através dela é que as outras vão acontecer também. E não adianta trazê-la de uma forma muito longa.
Ela tem que ser sucinta e prevista a prática pro estudante também. E aí tem a prática guiada com questionamentos guiados. Exatamente.
Parece um pouco com o Puxe Mais, aonde o professor sempre vai incorporar nessas perguntas algo pra extrair desse estudante aquilo que ele realmente entendeu. Fale um pouco sobre a prática independente? A prática independente é normalmente usada no final, onde esse estudante vai fazer as anotações, aquilo que ele de fato compreendeu de todo esse processo.
Tem também a reflexão e geração de ideias. Isso é algo além dessa prática independente, porque ele vai refletir além, aquilo que, por exemplo, pode interferir na sua vida, aqueles conceitos. E tem a discussão.
A discussão, tem o Vire e Converse, que nesse momento a gente pode trazer junto, onde vira uma discussão, algumas estratégias a gente pode trazer nesse sentido, e pra finalizar tem uma parte de revisão. Revisão da Prática e Prática de Recuperação. Exatamente.
Nesse momento aí de recuperação e revisão, e lógico, a gente está falando aqui de ritmo, ela tem que vir de uma forma rápida ali, também estar atrelada ao que está sendo trabalhado naquele momento, mas sem perder de vista aquilo que a gente já trabalhou ao longo de todo esse processo, Vi. Em termos gerais, em linhas gerais, a gente tem a técnica trazida dessa forma, nesse momento. no próximo momento a gente já traz exemplos práticos aí pra todos vocês, professores.
Até daqui a pouco. Estamos de volta ao nosso segundo bloco, estamos desenvolvendo a aula 27. E nessa aula nós vamos desenvolvê-la pra demonstrar o Teorema de Pitágoras.
Mas Profe, eu vou ficar só com a demonstração do Teorema de Pitágoras? Sim. E aí, então, essa é importância do Escopo-Sequência.
Quando eu olho pro Escopo-Sequência, ou lá no repositório que eu vou olhar as outras aulas, eu percebo que ele vai continuar esse desenvolvimento. Então, quando a gente olha pra aula seguinte, que é a aula 28, ele traz justamente a aplicação do Teorema de Pitágoras parte 1. Olha lá no objetivo, resolver e elaborar situações-problema que requerem a aplicação do Teorema de Pitágoras.
Então essa aula nós vamos demonstrar o Teorema de Pitágoras, mas na próxima aula ele vai trabalhar a aplicação do Teorema de Pitágoras. Então eu vou trabalhar as resoluções. Nessa a gente vai se preocupar então com a demonstração.
Mas eu já demonstrei pra minha turma, eu já trabalhei isso com os meus alunos, então você pode seguir pra fazer a aplicação do Teorema de Pitágoras. Daí a importância de olharmos pra todas as aulas, pra vermos o que foi pensado e proposto para o quarto bimestre. E aí você consegue se planejar.
Ele traz então, o Pause e Responda, que é justamente pra consolidar essa questão. Qual das relações abaixo representa o Teorema de Pitágoras? Então, se o meu aluno entende que o quadrado da hipotenusa num triângulo retângulo é sempre igual à soma do quadrado dos catetos, que essa é a resposta correta a essa pergunta, qual das relações abaixo representa o Teorema de Pitágoras.
Então esse Pause responda, ele vem pra checarmos junto aos nossos alunos se eles compreenderam então como é o Teorema de Pitágoras, que ele é o quadrado da hipotenusa é sempre igual à soma do quadrado dos catetos. E ele traz então a primeira atividade. Então eu vou chamar a atenção de vocês aí nessa primeira atividade, que ele fala o seguinte, olha, na malha quadriculada a seguir, cada quadrado representa uma unidade, construa três quadrados de lados 3, 4 e 5, respectivamente.
Ele está indicando a prática de gestão de sala de aula, Todo Mundo Escreve, traz um recorte da malha quadriculada, onde cada quadradinho ali tem uma unidade, e ele faz algumas perguntas. Se cada quadrado for uma unidade de área, determine a medida da área do quadrado de lado 3, de lado 4 e de lado 5. Então veja, eu chamei a atenção de vocês lá no objetivo da aula.
Ele trabalha quadriculações. Nessa primeira atividade chama atenção também na malha quadriculada. Mas e se eu já trabalhei com o meu aluno dessa forma?
Eu posso trabalhar com um software, por exemplo? Sim, o GeoGebra. Eu tô trazendo o GeoGebra aqui pra vocês.
E aí depende muito também se você gosta de trabalhar mais com digital, se a sua turma também gosta de trabalhar mais com digital, você conhece a sua turma. Então o material digital traz tudo nas quadriculações, na malha quadriculada, pra fazer a demonstração desse teorema. E aí você analisa, se você já trabalhou essa demonstração, se você agora gostaria de trabalhar com o GeoGebra, dá pra fazer?
Sim. Aí você vai fazendo as adaptações. Qual que é o objetivo dessa aula aqui?
Demonstrar o Teorema de Pitágoras. O que o autor escolheu pra demonstrar o Teorema de Pitágoras? A Malha Quadriculada.
Mas se você já trabalhou a Malha Quadriculada e quer trazer isso de forma diferente, também está valendo. A minha sugestão aqui é o GeoGebra. Por quê?
Porque o GeoGebra, como vocês estão vendo aí, é um software útil pras aulas de matemática. E eu vou trazer aqui pra vocês uma sugestão de leitura, que os especialistas em matemática trouxeram lá no ATPC Por Dentro do Currículo, e que eu tô trazendo aqui pra vocês, porque eu achei bastante interessante esse livro. Então, os organizadores são o Fábio e a Cíntia.
E ali, o que a gente tem? A gente tem objetos de aprendizagem usando o recurso, o software GeoGebra. Então, objetos de aprendizagem são recursos educacionais digitais que podem ser utilizados pra facilitar o processo de ensino e aprendizagem.
Este livro é uma coletânea de artigos elaborados por professores de matemática que detalha a construção de objetos de aprendizagens básicos, como gráficos e figuras geométricas, utilizando para isso ferramentas de álgebra e de geometria. Então, eu posso sim, seguir usando o GeoGebra, caso eu já tenha trabalhado a malha quadriculada. Eu não preciso repetir isso com os meus alunos da 1ª série.
Você está aí com a sua turma, conhece, já sabe o que você trabalhou. Então, essa aula é pra desenvolver malha quadriculada. Então, eu vou ficar com a malha quadriculada.
Mas tem a sugestão ali do desenvolvimento acontecer no GeoGebra. Então, a correção ele traz, na malha quadriculada, construa três quadrados de lado 3, 4 e 5 respectivamente. E foi feita a construção.
Do quadrado de lado 3, de lado 4 e de lado 5. Na correção, ele traz ali duas possibilidades pro nosso aluno fazer, que é contando, a primeira possibilidade, na hora de calcular a área, ele conta os quadradinhos ali dentro, ele chega que são 9 unidades, então ele tem ali 9 de áreas, ou usando a fórmula, como é um quadrado, é lado ao quadrado. E aí ele faz isso pro quadrado de lado 3, pro quadrado de lado 4 e para o quadrado de lado 5.
E ele traz a prática de gestão de sala de aula De Olho no Modelo. Então, ele está trazendo ali o modelo e mostrando quais são as possibilidades de resolução dessa área. Na sequência, no Foco no Conteúdo que ele traz aqui, o que que a gente observa, nós temos aqui um resumo do que ele trabalhou na aula anterior.
Então ele traz aqui um resumo de relações métricas no triângulo retângulo, ele traz um triângulo retângulo já com todas as nomenclaturas que ele precisa, destaca os elementos desse triângulo, e ele vai trazendo relação por relação a partir da primeira, trabalhando as projeções. Então ele trabalhou a relação 1, 2, 3 e 4, e chega na relação 5. Todas elas, porque ele precisa dessa retomada de relações métricas pra que o aluno entenda o que virá em seguida, e isso ele traz da aula anterior, olha só, então a importância de olharmos pra todas as aulas, de visualizarmos tudo o que está acontecendo.
Então na aula 26, nós estamos desenvolvendo a aula 27, já falamos da aula 28, que vai ser a aplicação do teorema, mas na aula 26, relação métrica no triângulo retângulo, ela foi dada também pra que ele pudesse reconhecer o triângulo retângulo e seus elementos, porque ele vai usar isso agora no Teorema de Pitágoras, então, e ele traz um resumo, esse resumo é importante. Ele é quase que um Organizador de Conhecimentos, porque eu tenho tudo a partir desse slide. E ele indica Um Passo de Cada Vez.
Então, vamos entender porque que ele está indicando essa estratégia, Um Passo de Cada Vez. Porque ele vai trabalhar um novo conteúdo. Então, olha, vocês estão vendo ali no slide que eu trouxe um passo a passo pra vocês, pra que a gente possa entender esse Um Passo de cada Vez.
Então, apresentar o novo conteúdo em pequenos passos nos auxilia na resolução das atividades após cada etapa e na prática orientada. Também vai trabalhar a memória de trabalho, que ela é limitada. A memória de trabalho processa pequenas quantidades de informações ao mesmo tempo.
Então, por isso, apresentar o conteúdo de uma só vez pode confundir os nossos estudantes. E aí tem a Verificação e o Reensino, verificar a compreensão e reensinar quando necessário, e ensinar com exemplos concretos e práticas orientadas. Então, como ele traz esse Um Passo de Cada Vez, ele traz o que já foi trabalhado na aula anterior, ele ativa novamente como resolver o Teorema de Pitágoras, pra que ele então consiga fazer a demonstração desse teorema.
Então é muito importante essa prática que ele está usando, Um Passo de Cada Vez. Na atividade 5, ele vai trabalhar, então, o plano cartesiano. Mas antes de falarmos sobre essa atividade 5, a gente vai chamar nossa primeira Pergunta Interativa e eu já volto.
Estamos de volta então, pra pensar esse Teorema de Pitágoras agora no plano cartesiano como vocês estão vendo ali na atividade. Então a atividade traz o plano cartesiano e ele pede pra construir um triângulo retângulo e marcar os seus vértices por meio de três pontos distintos, o ponto A, o ponto B e o ponto C. E ele faz duas perguntas, qual a medida do cateto que é o lado AB?
Qual a medida do cateto que é o lado AC? E aí, então, a partir da construção que ele faz no plano cartesiano, ele consegue enxergar ali o que está sendo pedido. Então, qual a medida do cateto?
Quem é esse cateto que ele se refere? É o lado AB. Então, olhando pro AB, ele percebe que o AB tem ali três unidades.
Qual a medida do cateto que é o lado AC? Quatro unidades. E ele traz a atividade 6.
Na atividade 6, o que me preocupa aqui é que ele pede pra reproduzir os quadrados da atividade 4, então, quando ele faz, ele pede pra fazer essa reprodução aqui que a gente tem, o que que acontece? O meu aluno consegue, na malha quadriculada, fazer o quadrado de lado 3 tranquilamente. Consegue fazer o quadrado de lado 4.
Mas, e quando chega na hipotenusa? Como é que ele vai fazer essa reprodução? Como é que ele vai trazer ali um quadrado perfeito pra que ele consiga entender o que está sendo falado?
Então o lado do quadrado 3 sobre o cateto, o lado AB, o 4 sobre o lado AC e o 5 sobre o lado BC. E aí, na correção, ele traz essa imagem que vocês estão vendo ali, os quadrados feitos. Mas eu tô na malha quadriculada, então qual que é a minha sugestão aqui, pessoal?
É, que como eles já construíram o quadrado na malha quadriculada lá na atividade anterior, que ele fez, a gente trabalhar com recorte, talvez ele recortar aquele quadrado e trazer pra esse, fazer uma sobreposição, o quadrado dessa hipotenusa, a construção dele fica mais fácil e ele consegue visualizar os quadrados pra fazer a contagem e entender que aquele lado 5 tem a quantidade de 25 quadradinhos que ele fez lá na outra atividade. Mas isso a gente ainda vai pensar um pouco mais sobre essa demonstração usando os quadriculados. Eu cheguei ao final do segundo bloco, fique agora com o segundo Saiba Mais e eu já volto pra finalizar.
Olá, chegou o momento de trazer a técnica Mude o Ritmo para a nossa prática em sala de aula. E pra contribuir com isso, Elton, novamente, fale um pouquinho sobre as instruções diretas de assimilação de conhecimento. É aquela parte conceitual, como a gente já disse, ela pode vir para o Começo de Conversa presente no nosso material.
Então vamos imaginar que o intuito da aula fosse permear ali a discussão a partir de uma palavra. Nesse momento, a gente faz a conceituação das palavras ali, e aí, de uma forma contextualizada, os estudantes precisariam olhar pra uma frase, como ela chega nessa frase, e assim ele pratica aquele conceito informado inicialmente. E pra pôr na prática guiada e o questionamento guiado na prática?
Então, esse questionamento muitas vezes vai ser em tom do quê? Por exemplo, na aula ali onde eu tô vendo a pressão da água dentro do recipiente. E aí eu pergunto, o que que acontece ao aumentar a temperatura dentro do recipiente?
Ah, vai aumentar a pressão, o estudante responde. Mas por que que a pressão aumenta? E aí você vai nesse vai e volta, trazendo como exemplo aí pra essa atividade.
E nós temos outra prática, a prática independente. Então, a prática independente, por exemplo, dentro de todo aquele conceito, vamos pegar um outro exemplo aqui, uma coisa histórica. Então, esse estudante ia fazer uma comparação de como é a vida dele hoje e como seria em 1880, historicamente.
E aí ele vai escrever, trazer todo esse conceito de como ele aprendeu, mas fazendo essa comparação de como é hoje. E nós temos também a reflexão e geração de ideias. Então, essa reflexão é além dessa prática independente.
E aí, por exemplo, como as práticas de 1880 interferem hoje na vida dele? Por que que, de repente, por exemplo, as mulheres agem de uma forma hoje em detrimento do que acontecia lá atrás. E a atividade de discussão, já é muito trabalhada, mas fala um pouquinho mais referente nessa técnica.
E como ela é dirigida, Vivi, à discussão, então, por exemplo, a gente poderia trazer aqui um exemplo de matemática, onde esse estudante, a gente formasse ali uma dupla de estudantes, onde um tivesse que analisar onde o outro errou, na operação lá que ele está desenvolvendo. E aí a gente traz, até na prática, no nosso material digital, nesse momento aí, é uma discussão dirigida aonde eu posso depois também usar o De Surpresa, perguntar pra eles o que foi trabalhado, o que foi dialogado naquele momento. E aí também é uma coisa mais habitual, que é a revisão da prática.
Exatamente. Então, como que a gente traz a revisão dentro da aula que o professor está fazendo ali? Então, digamos que foi visto um capítulo lá de um livro, e aí você, ao analisar o capítulo em vigor, pergunta, ah, mas o que aconteceu no capítulo anterior mesmo?
A pulseira foi roubada dessa personagem? P porquê que ela foi roubada? O que estava acontecendo ali?
Ali, instiga, eles revisitaram realmente os conhecimentos já, trazido naquele, pra o entendimento ser melhor alicerçado agora. E como nós falamos sobre todo o material, usamos o material digital, você tem alguma seção que você indica pra essa técnica? É, ao longo da nossa fala já coloquei ali a parte conceitual, também o Na Prática.
Enfim, isso pode ser aplicado de diversas formas. Essa técnica que é super interessante, e incorpora várias outras técnicas nesses momentos aí, professor. Fica a dica aí pra vocês.
Essa foi a técnica Mude o Ritmo. Espero que a gente tenha ajudado, né, Elton? Exatamente.
E até a próxima. Até a próxima. Estamos de volta no nosso terceiro bloco pra finalizar o desenvolvimento da aula 27 sobre a demonstração do Teorema de Pitágoras usando a Malha Quadriculada.
Então, na atividade 6, ele traz essa demonstração, que eu consigo construir em cada lado do triângulo 3, 4 e 5, os quadrados que ele trouxe no início. E ele tem, na atividade 7, ele continua a partir dessa figura, dessa imagem. Então em relação às áreas dos quadrados, determine a área do quadrado 1 construído sobre o cateto AB, que é aquilo que nós estávamos falando, dele conseguir visualizar essa área.
E aí ele pede a área do quadrado 2, do quadrado 3 pede a soma das áreas do quadrado 1 e 2 construídos, e aí sim ele pede a medida do cateto AB, do cateto AC e do cateto CB. Então, quando ele vai responder é interessante que ele visualize isso na figura, por isso a importância dessa construção do quadrado da hipotenusa dar essa condição a ele de conseguir contar esses quadrados, de entender ou usar a fórmula a partir do lado que, é lado ao quadrado, 5 vezes 5, 25, e ele conseguir responder a todas as perguntas que ele faz, que é justamente pra que ele visualize aquilo que queremos demonstrar no Teorema de Pitágoras. E na atividade 8, ele traz, pede que ele explique, explique com suas palavras como calculou a medida da hipotenusa BC do triângulo ABC.
E ele traz, ali está escrito Na Prática, mas ele traz a resposta como um encerramento, que é quando a gente vai ouvir o nosso aluno, a explicação do nosso aluno. Por isso a importância dele ter construído ali naquele triângulo retângulo, quadrados que ele consiga perceber essas quantidades de quadradinho, que ele consiga perceber que as áreas são, a área da hipotenusa é a soma das outras duas áreas. É importante que ele consiga verbalizar isso, que ele traga pra você nesse encerramento essa discussão e ele verbalize isso, que ele entenda como isso foi trabalhado.
Isso a gente pensando nessas quadriculações, na malha quadriculada. E eu vou trazer aqui pra vocês a questão dessa finalização, e eu vou trabalhar com o vídeo aqui. Usar o vídeo como ilustração, porque ele pode ajudar a mostrar o que está sendo falado em aula.
Então, tudo aquilo que a gente falou, a gente consegue trazer um vídeo rápido e curto ali, demonstrando, pensando que, a gente tem alunos que aprendem de várias maneiras diferentes, eu trouxe três vídeos diferentes ali pra você trabalhar essa questão do vídeo com os nossos alunos como uma ilustração. Você desenvolveu a aula, demonstrou o que você precisava e agora o vídeo vem pra coroar isso, pra trazer a visualização daquilo que foi trabalhado com os nossos alunos. No primeiro vídeo, eu trago um vídeo em que ele traz, é um vídeo bem ilustrativo, Porque a proposta é essa, esse vídeo ilustrar aquilo que foi falado, diferentes demonstrações.
Então, vai depender muito da sua sala, da sua turma, do que você quer trabalhar. O segundo vídeo já traz uma demonstração a partir de EVA, que ele pode ver o vídeo, você pode assistir o vídeo, professor, e aí trazer a dica que a professora dá do uso do EVA. Ou pode apresentar o vídeo aos estudantes.
E o terceiro vídeo, ela trabalha tudo no GeoGebra. Como a gente deu como sugestão de desenvolvimento da aula também a partir do software, esse vídeo ele traz, ele mostra a destreza da professora em trabalhar com o GeoGebra, em como que ela dá a aula dela a partir do GeoGebra. Então, sempre nessas duas vertentes.
Eu trago o vídeo aqui, que pode ser o vídeo pra você usar e ter como inspiração para o que levar pra sala de aula pros seus estudantes, ou trabalhar o vídeo como um encerramento da sua aula, uma ilustração de tudo aquilo que você falou. Os três vídeos dá pra trabalhar nessas três formas, pra você assistir e ver de que maneira você vai levar isso pros seus alunos, ou apresentar o vídeo, sim, aos alunos. Dá pra fazer das duas maneiras.
Fica a sugestão ali de duas formas, ok? E por que o vídeo? A gente tá seguindo a vertente ali de que o vídeo trabalha uma linguagem diferente.
O Moran, ele diz no seu artigo, O vídeo na Sala de Aula, que a linguagem escrita, que a gente desenvolveu a aula na linguagem escrita, desenvolve mais o rigor, a organização, a abstração e a análise lógica. Enquanto a linguagem audiovisual, que é a linguagem do vídeo, desenvolve múltiplas atividades perceptivas, como a observação e a interpretação. Sempre pensando nas diversas maneiras de aprender dos nossos estudantes.
Então, a gente sugere aqui o vídeo pra fazer esse encerramento, pra amarrar tudo aquilo que foi falado e desenvolvido durante a aula. E aí vem então a sessão que é só da matemática, Aprofundando. Ele traz ali uma questão do ENEM, que é um velho conhecido nosso.
Mas antes de trabalharmos essa questão do ENEM, a gente vai trazer então a segunda Pergunta Interativa pra vocês e eu já volto. Estamos de volta então, pra falarmos sobre a sessão Aprofundando. Então na sessão Aprofundando, ele traz uma questão do ENEM de 2019, Ela já apareceu no material do ano passado, inclusive eu também já falei aqui numa formação sobre essa questão.
Ela é uma questão bastante interessante, que vai trabalhar com dobradura, mas que no final ela é nada mais nada menos do que a aplicação do Teorema de Pitágoras. Ele traz essa correção, que a meu ver, essa correção seria mais pra você, professor. Você usar isso na sua fala, na hora de demonstrar, na hora de colocar lá, mostrar quais são os ângulos que são iguais, mostrar que quando você faz a dobra eu tenho um teorema, um triângulo reto.
Então um triângulo com ângulo reto, então eu consigo aplicar o teorema de Pitágoras, ele faz toda uma demonstração ali falando, mas que esse final aqui seria de fato a correção para os nossos alunos, que os nossos alunos entendam que esse triângulo, da onde saem esses valores. A minha caneta aqui, ela está um pouco com o tempo diferente. Então, vamos olhar pra esse desenho.
A gente tem ele ali, que o 12 é o lado do retângulo. Que se todo ele vale 18 e uma parte dobrada fica de 12 centímetros, o que restou é o 6. Então aí a gente aplica o teorema de Pitágoras, onde a hipotenusa é o D de diagonal, que ele colocou assim ali, então D ao quadrado é igual a 12 ao quadrado mais 6 ao quadrado.
Ele chega em D ao quadrado igual a 180. Não é um número que não tem raiz quadrada, então eu tenho que decompor e eu chego na resposta 6 vezes raiz de 5, então ele chega nessa resposta, aplicando. Então eu finalizo essa aula com uma aplicação do Teorema de Pitágoras, que olha que interessante, que é a próxima aula.
Na próxima aula ele vai trabalhar toda a aplicação do Teorema de Pitágoras. Com isso eu encerro o desenvolvimento dessa aula, mas antes eu convido você, professor, a participar da ATPC A Rede na EFAPE. Compartilhe sua experiência com o material digital.
Traga aqui pra gente as suas boas práticas, uma aula que você considere que foi muito bem, que deu muito certo, ok? Eu te desejo um excelente dia de trabalho, sucesso nas suas práticas pedagógicas, com certeza eu lhe vejo na próxima formação. Até mais.