Mulher, mãe, empresária, se leve uma das maiores empresas da América Latina, uma carreira brilhante. Qual que é a mentalidade dela? Então, eu acho que a minha cabeça ela parece é uma uma janela do navegador assim com 57 tabs abertos, sabe? Assim, sério, processando em paralelo 550 coisas, né? Tem muita coisa em paralelo acontecendo. Se você não organizar, você não tem nem chance. Ela é uma das responsáveis por Transformar o sistema financeiro no Brasil. co-fundadora do New Bank ajudou a criar do zero uma das maiores empresas de tecnologia financeira do mundo e hoje lidera sua expansão.
Engenheira pela USP, com mestrado e MBA pela Kellog School of Management, foi recentemente reconhecida pelo Financial Times como uma das 25 mulheres mais influentes do mundo. A convidada de hoje é Cristina Junqueira. Fal assim: "Cara, será que essa semana não fica triste?" Claro, Acontece alguma coisa, eu me permito ficar triste, mas muito rápido, o meu meu lado racional já entra. Eu falo assim: "O que que essa tristeza vai me ajudar? O que que isso vai trazer para mim? vai fazer a situação melhorar, não vai. Então eu eu procuro focar muito no que vai fazer a
situação melhor, entendeu? Não me permito ficar ai, coitadinho de mim, não sei o quê, não não to. Ah, vamos fundar um banco e do nada sem dinheiro, entendeu? Para Concorrer nesse mercado super concentrado, pod contra as empresas mais poderosas da América Latina. Vamos me chama a fazer as coisas difíceis. Eu quero fazer o difícil. [Música] Turmar, você quer ter a possibilidade de acompanhar um episódio do como você fez isso aqui nos nossos estúdios? Vocês perceberam que já faz alguns episódios que a gente recebe uma plateia aqui nos nossos estúdios e é muito legal a Experiência.
A gente vai recebendo muitas mensagens de vocês querendo participar. Como é que eu faço para tá aí? Então funciona o seguinte. Se você preencher esse formulário constantemente, o time tá selecionando algumas pessoas, porque são milhares de pessoas. Não tem como, a gente saber todo mundo, a gente amaria fazer isso, mas não tem como, porque a comunidade do Como você fez isso é gigantesca e a gente fica muito feliz por isso, mas Você pode ter uma chance. Então, se você quer ter essa chance, clica aqui no formulário, preencha com todas as informações pro time te conhecer
mais, selecionar à vezes qual episódio tem mais a tua cara, caso você selecionado. E obviamente cruza os dedos e eu torço para que um dia você esteja aqui, mas eu torço mesmo porque a gente fique sempre conectado por aqui. Então, recado dado, clique no link abaixo, preenche o formulário e agora vamos voltar ao nosso Episódio. Fala galera, sejam todos muito bem-vindos a mais um episódio do Como você fez isso e eu recebo ela, amiga querido, o papo é sempre bom, como vocês viram na abertura, carreira brilhante, uma pessoa que eu admiro e obviamente vou bater
um papo com ela que eu sempre aprendo muito. E eu queria aplausos da nossa turma pra Cris Junqueira. Tô muito feliz, viu? Olá, um prazer. Que bom que deu certo. E de receber de novo todo o papo com você. Sai, cara, cortes Legais, provocações bacanas. você tem essa capacidade, eh, eu já te falei, né, Cris, essa capacidade de comunicação assertiva, né? É, é, é algo que ao longo da minha carreira eu tive que desenvolver, né? Você teve, mas você já tinha meio que essa essa você já percebeu que, cara, comunicação é uma habilidade que eu
já vim desenvolvendo uma parada que sabe, você era tímida na escola, você tinha vergonha de apresentar um trabalho na faculdade. É, Não, isso eu nunca tive. E além disso, acho que eu tive na minha formação mesmo, na época de escola, eu escrevia muito, eu lia muito. Então, comunicação é isso, né? É, é você contar histórias. Então, eu tive uma formação de base nesse sentido muito, muito, muito boa. E eu acho que isso me ajudou certamente. Agora, eh, falar em público para grandes audiências, câmera, isso é algo que eu tive que desde desde do começo do
NB, isso eu nunca tinha feito antes e eu Tive que fazer e ficar boa, né? Isso eu não, essa experiência não tinha. E eu tô com eu tô com uma missão para mim. que eu sei que vai, que é muito legal. Do jeito que eu faço podcast, é como se eu tivesse tomando um café com a pessoa e eu sei que tem milhares de pessoas ouvindo. Eu queria muito entender mais a fundo a tua cabeça, né? Tudo como você fez isso parte é pautar em cima no como, né? Como é que pensa, meio que Globo
reporter, o que faz, o que come, onde Vivem, né? Onde vive, como se reproduzem, como se reproduzem, né? Como é que como é como que a mente de uma de uma mulher, mãe, empresária, se leve o de uma das maiores empresas da América Latina, eh, com uma carreira brilhante, qual que é a mentalidade dela? Como que que pensa, por exemplo, eu fico um pouco, cara, o que que pensa na cabeça da crise? Sabe por exemplo, segunda-feira, começou a semana, o que que você pensa? Quais são, por exemplo, A a as coisas que você não perde
o foco hoje na sua cabeça? como que você equilibra os seus pratinhos. Então, queria começar primeiro, como que você explicaria a sua própria cabeça? Claro. Vixe. Então, eu acho que a minha cabeça ela parece eh uma janela do navegador assim com 57 tabs abertos, sabe? Assim, sério, processando em paralelo 550 coisas, né? Porque não tem como, é o que você falou, assim, entre o trabalho, hã, eh, casa, Filho, né? eh, saúde, enfim, todas as coisas que a gente precisa encontrar alguma maneira de fazer é muita coisa ao mesmo tempo. Então, de fato, para mim, uma,
se eu tivesse que explicar minha cabeça, seria isso. Tem várias já tem é é uma um navegador aberto com 300 janelinhas. E assim, não é assim, tem uma janela do filho, não. Tem um filho que tá com hoje tem uma filha minha que tá com terçol, tem uma que tá mudando de escola, tem outra que Tá fazendo a primeira comunhão, tem um bebê que a gente tá fazendo introdução alimentar. Então assim, para cada um tem uns cinco assuntos que tá acontecendo, entendeu? Então é é infinito esse número de eh de camadas, né, que que eu
preciso processar assuntos, porque muita coisa do do da dessa minha vida, principalmente relacionado às crianças, eu não delego, sou eu que faço. Então assim, a a minha filha, minha segunda filha tá com terçom, eu que liguei pra Médica, eu que peguei o remédio, eu que fui pingar, eu que fiz com pressa morna, entendeu? Tipo, não tem ninguém, sou eu que faço, né? Eh, então é muita muita coisa ao mesmo tempo, mas você falou: "Cara, começou segunda-feira". Para isso se viabilizar, uma coisa que eu não abro mão foi uma das perguntas que você fez, é de
organizar esse troço, porque é como que você dimin esses pratinhos? Porque ao mesmo tempo que tem muita coisa em paralelo acontecendo, se você não Organizar, você não tem nem chance. Organizando já é difícil, né? Se você não não se organizar, não colocar aquela coisa no seu lugar, não for muito disciplinado com isso, você não você não tem nem chance, você vai morrer antes de começar. Então, eh, a gente em casa é muito firme com a rotina, né? Então, a nossa rotina é mais ou menos assim, eu acordo entre 5:30, 5:40 da manhã. O despertador sem
curiosidade? Ah, cara, normalmente com alguma criança. Eu não, o despertador tá lá. O despertador assim, é o último que toca, entendeu? Mas antes do despertador vem alguma criança, não sei qual, cada dia uma. Sim. Então já tá programado, tem quatro horários, né, de que vão tocar ali. Mais ou menos isso. E aí, enfim, as crianças vão vão acordando. Eu nessa hora eu já boto a minha roupa de treino, porque normalmente eu treino de 6 da manhã até 6:45. Aí as crianças já acordaram, já falei um bom dia e tal. Aí Eu tenho uma babá que
me ajuda com todas as crianças. É o que eu tenho hoje, que eu contratei quando minha terceira filha nasceu. Aí enquanto ela tá botando uniforme, não sei o que, eu tô treinando, toma um banho, encontra as crianças para tomar café, tomamos café juntos. a gente sai dali, leva elas na escola, né? E aí às vezes tem um médico, às vezes tem alguma coisa que precisa fazer e aí eu volto para trabalhar ou ou eu vou pro Nub ou eu volto para casa, Que eu também trabalho bastante de casa. E aí eu vou trabalhar durante o
dia. Eh, o bebê tá em casa, então eu tento, quando eu tenho alguma brechinha durante o dia, ir lá pegar um pouquinho, às vezes coincide com o horário que ele vai mamar, né? Eu dou a mamadeira dele e tal. Eh, mas no fim do dia, chega no fim do dia, por volta de umas cinco, eh, as meninas estão voltando da escola, estão voltando do balé, do que quer que seja, da atividade. Aí eu tô com elas nesse Horário para receber elas em casa, jantar, aí tem a hora do banho, pijama, historinha, botar na cama. Aí
eu boto aí eu leio para elas, boto elas na cama, aí eu vou pegar o Léo, dou uma mamadeira do Léo, boto ele para dormir. Aí dá 7:30 da noite. Então tem uma janela ali entre 5 e 7:30 da da noite que eu tô com as crianças, né, nessa rotina. 7:30 da noite as três crianças dominam, só sobrou minha mais velha acordada. Aí é uma hora que fatalmente aí eu vou Trabalhar mais um pouco, responder email, fazer alguma coisa que eu tenho que fazer. Passo um tempo com a Alice, 9 da noite a Alice dorme.
Aí eu tenho entre 9 e 10 com meu marido. E é isso. E no dia seguinte começa tudo de novo. E você tem uma que é legal, né? Você tava da sua rotina que você tem que fazer e eu acabei de ganhar um presente seu maravilhoso em duas cores. O foca no seu. Cara, quando você trouxe o boné, eu falei: "Cara, não acredito que ela Colocou essa frase que é maravilhosa. Você falou aqui num podcast que a gente gravou explodiu o foca no seu". É, eh, o quanto que esse, primeiro, onde caiu a tua ficha
no foca do céu? Alguém te alguém te falou, Cris, foca no teu? Ou meio que você foi se ligando ou meio que foi uma, sabe, uma uma coisa meio intuitiva. Da onde saiu foca no seu? Você lembra até a primeira vez que você falou essa frase? Não sei. Eu lembro. E foi um pouco antes de eu vir aqui, foi Com o Joel. Legal. Eh, foi no podcast do Joel. Porque assim, eu eh De onde vem isso? Que que que que o foco no seu significa? é sobre não se distrair, porque eu acho que a gente
passa muita, muito tempo. A gente não, porque hoje em dia, graças a Deus, eu tô imune a esse negócio, né? Desde que já tem alguns anos. E e foi assim, foi uma ficha caiu um dia, ele me perguntou, falou assim: "Cris, se você pudesse, ele sempre faz essa pergunta, né? Botar no outdoor para Todo mundo ver, né? Que que você falaria? um recado pro mundo. Foi aí que eu falei, a história do foca no céu. Porque eu acredito nisso que as pessoas passam muito tempo, pedem muita energia, muito tempo preocupados com os outros, cara, olhando
o que que o vizinho tá fazendo, o cunhado, o colega de trabalho, o chefe, entendeu? celebridade, a pessoa nas redes sociais, mas é um tempo, uma energia, aí fica ai, porque fulano ai e se comparando e e Falando assim: "Ah, mas é o o coleguinha ali da área do lado, do do da empresa do lado, o concorrente fez isso, fez aquilo, cara, foca no seu, cuida do seu cliente, cuida do seu objetivo, do seu trabalho, faz a sua coisa, cuida da sua vida, da sua família, dos seus filhos, entendeu? todo esse tempo que você tá
preocupado com o que os outros estão fazendo, olhando o que os outros estão fazendo, eh fofocando, entendeu? eh, tentando entender porque que foi, se foi Injusto, se não foi, o que que a pessoa queria. Pô, todo esse tempo, toda essa energia que você tá gastando com isso, você não tá gastando com você, com a sua família, com os seus filhos, com seu trabalho, com seu resultado. Pô, de pega todo esse tempo. E cara, não é pouco a quantidade, assim, eu via isso na época que eu trabalhava, né, no mundo corporativo, as fofoquinhas, as pessoas chegavam
de manhã, ia pro café, aí ficava falando mal lá da área do outro, Do do chefe, do coleguinha de trabalho, de não sei quem, ou do cunhado ou de Aí, beleza, trabalhava um pouquinho, saia para almoçar, 2 horas meia de almoço, fazendo o quê? Falando mal dos outros, entendeu? Aí voltava, trabalhava mais um pouquinho, cara. Café à tarde. Quanto de que desperdício de energia é isso, gente. Desperdiço de energia de tempo. Famílias inteiras a sabe à noite, qual é a fofoca? Qual é o problema? Ah, é o vizinho. Ah, é a cunhada. Ah, é o
primo. Ah, é não sei quem. Ah, é o político, é não sei o quê. Aí no fim de semana se encontra para fazer o quê? Fala mal dos outros. Gente, pelo amor de Deus, para já que é pecado, né? Vamos começar que, né, os juiz temerários aí, né, da maledeticência já tá errado. Mas assim, mesmo que não tivesse errado, é um de serviço para você. Usa toda essa energia para focar em você. Não tem como dar errado. Não tem como dar errado. Aí foi a primeira vez que eu falei, foi quando Eu fui no Joel,
mas depois eu fiquei assim amadurecendo aquilo, sabe? E quando eu vim aqui foi quando eu eu martelei isso. Muito bom que você falou com o jeito. Então, e e tem esse lance, eh, não sei se você já recebeu esse feedback. Mas você tem a habilidade de pilhar quem tá do seu lado. Você me pilha. Toda vez que eu converso com você, eu sou um cara animado por natureza. Eu sou um cara pilhado já. Mas eu converso com você, Você mete fogo na gasolina, assim, mete gasolina na fogueira. Sim, sim. Ã, é seu isso foi uma
é uma, um estágio natural. Você aprendeu, falei assim: "Não, cara, tô do lado de alguém eu tenho que potencializar essa pessoa porque você é, eu acho que eu a gente já se ligou nisso, né? Você que você pilha as pessoas, né? Já ouvi, já ouvi isso. E assim, pilha do bem, pilha com vontade da pessoa executar e fazer e tal. É que eh a gente Tá falando um pouco disso, né, backstage ali. Eh, eu faço as coisas com muita intensidade. Eu não sei fazer as coisas pela metade, nada. Eu não sei ser mãe. Ah, vou
fazer o meu melhor aqui, o que der. Fazer o que der aqui. Não, eu não consigo. Eh, ou trabalhar ou fazer um evento ou fazer tudo que eu faço, eu eu me jogo naquilo, entendeu? com uma intensidade muito grande. Eu acho que é daí que vem isso, entendeu? Então não sei se você vai lembrar disso. Quando eu Vim aqui a primeira vez, né, no gravar com você, falei assim: "Esse vai ser o melhor podcast da da história do como você já chegou e vamos arrebentar. Qual foi o melhor esse ano?" Foi esse. Então vamos passar.
É. Não foi você lembra disso? Maravilhoso. Eu pilei aí, ó. Então eu não é isso. Se for para fazer, eu quero fazer o melhor, o mais legal, o que mais vai ser visto, que não sei. Tudo na minha vida eu faço assim. Eu não faço nada minha boca. Esse Comportamento? Ah, sei lá. tem um fogo intrínseco. Eu não sei dizer, mas assim, eu eu acho que eu sempre tive uma uma capacidade de de pensar grande, entendeu? Da outra vez que eu tive aqui, a gente falou muito de fome e você falou assim: "Cara, nossa, eu
vejo muito isso em você". Eu falei que eu tinha muita fome, né? Uhum. Eu eu sempre tive muita vontade de realizar coisas grandes. Eh, tem alguns algumas dessas avaliações de perfil, de Personalidade que às vezes a gente faz no mundo corporativo, brinca o horóscopo corporativo, né? Você faz aqueles testes, responde um monte de pergunta, vem o resultado. Tem um desses que é sobre motivadores, né? E eu fiz e o meu principal motivador chama desafio absoluto, que é assim, eu sempre vou querer fazer a coisa mais difícil que existe. Sempre. A minha maior motivação é fazer
coisas muito difíceis, louca. Como chama? Absoluto. É desafio Absoluto. Porque assim, tem gente que se motiva pelo desafio intelectual. É outro tipo de desafio. É, é você pensar em alguma coisa que intelectualmente é muito desafio. É muito, muito difícil. Para mim, eu quero fazer a coisa que for a mais difícil. Ah, vamos fundar um banco e do nada sem dinheiro, entendeu? para concorrer nesse mercado super concentrado, poder contra as empresas mais poderosas da América Latina. Vamos, entendeu? Me chama a Fazer as coisas difíceis. Eu quero fazer o difícil. Você é intensa e você passa isso.
E como é que é a Cris não dando feedback, recebendo? Você recebe bem feedback? Você cava, você pede, você busca? Eu busco, eu peço. Deveria pedir mais. Eu acho que a gente sempre deveria pedir mais. Você acha? Acho pessoas pedem pouco. É verdade. Acho. Eh, eu acho que a gente pede pouco. É que assim, não adianta pedir para qualquer um, né? Hum. Pode mais. É, não, não Adianta pedir para qualquer um. Eh, assim, se você se você deixar ou se você pedir, as pessoas vão falar qualquer coisa para você. E não é porque alguém tá
falando que aquilo é verdade ou que você tem que agir naquilo. Você tem que pedir feedback das pessoas certas. As pessoas que ou construíram alguma coisa que você admira ou que você quer, que fizeram alguma coisa que você quer fazer, certo? Que tem uma qualidade que você quer Desenvolver, entendeu? não pode ser de qualquer pessoa. Eh, então eu deveria pedir mais para poucas para pessoas específicas, né? Tendo dito isso, eh, eu acho que eu eu não sou péssimo em ouvir. Eu poderia ser melhor, porque assim, a minha barra para mim mesmo, é muito alta, muito
alta. É muito difícil alguém me falar alguma coisa. Então, você tá dando feedback para você a todo momento, assim, a todo momento. Isso é bom. É Difícil alguém me falar alguma coisa que eu já não pensei e aí eu já pensei, eu já tenho uma resposta para aquilo que a pessoa tá falando, então parece que eu tô me defendendo, entendeu? Sei. Eh, que não é bonito. Então, eu tenho exercitado muito. Ontem uma pessoa que trabalha comigo me deu um feedback ontem à noite. Foi bom, valioso? Foi. E eu só falei para ela, falei assim: "Você
tá certa, obrigado." Eu na minha cabeça tinha 50 coisas que Eu poderia falar para ela, mas eu só falei assim: "Você tá certa, obrigado, vou pensar". E é uma uma frase muito madura e difícil de dizer, né? Você tá certo, obrigado, né? Só falei isso. Precisa, precisa. E é importante para as pessoas verem você falar isso também, entendeu? Uhum. Porque senão ela desiste. Tudo que ela te traz fala assim: "Ah, não, tá bom, mas eu já sei, mas é que nesse dia não sei o quê. Mas é que na verdade lá Aí ela fala: "Tá
bom, você já sabe tudo. Então o que que eu tô fazendo aqui?" Tem uma, eu queria, o seu ponto de vista, tem uma frase na internet que roda muito, hum, que eu entendo até que pessoas às vezes queram falar para ajudar, mas eu acho que ela acaba sendo nociva, porque a maioria das pessoas não entendem que é empresário, empreendedor, saia do operacional. Uhum. Uhum. Qual que é o teu ponto de vista? Eu nem vou falar Mais não ti Qual que é o teu ponto de vista sobre saída operacional? eh, como se enxerga? Nossa, eu poderia
escrever uma dissertação de mestrado sobre essa, esse maestro Zezinho, uma nota aí, né, do do operacional. Eh, primeiro que eu eu já me incomoda um pouco, eu falo isso paraas minhas equipes, um pouco dessa distinção que, na minha opinião é muito artificial entre o operacional e o estratégico. Sim, me incomoda muito, porque aí você vê, principalmente gente Novinha, né, no começo de carreira, falando assim, não, porque eu quero trabalhar com estratégico. Aí você fala: "Ah, é, o que que é estratégico para você?" Eu acho que a pessoa não tem nem noção do que que isso
significa, sabe? Uhum. Porque para mim cuidar de não tem coisa nada mais estratégica cuidar de cliente, por exemplo, que muitas vezes tá embaixo de uma área que chama operações. Aí começa a confusão, você entende? Sim. Então, eh, Eu sempre defendi muito isso, que operações é muito estratégico e que essa distinção é é muito artificial, sabe? Eh, estratégico para mim é tudo que eh tem um impacto relevante na estratégia da companhia. Isso para mim é estratégico. Então, se se no no caso de um determinado negócio a operação tem um grande, ela é estratégica, você entende? Entendo.
Não, essa essa frase operação é estratégica foi maravilhoso para mim. Então, Nuno Bank é um lugar que eu Sempre falei isso. Para mim, operações é muito estratégico lá, muito, muito, muito, porque é onde você tá em contato com o cliente todo dia, onde mais que acontece, [ __ ] total, entendeu? E não, você vai falar que não é estratégico, pelo amor de Deus, super, né? Então, eu já tenho um problema ali. Segundo, eh, eu acredito em tá muito próximo do que tá acontecendo na realidade. Quanto mais a gente, quanto mais a empresa cresce ou quanto
mais você sobe na sua carreira, é Muito difícil você se manter conectado com a realidade, com o que tá acontecendo lá com o seu cliente, sabe? Uhum. E isso para mim é muito importante. Você já deve ter ouvido a história que no começo no bem que eu eu fiquei mais de um ano fácil, eu atendia todas as ligações. O 0800 tocava no meu celular. Eu respondia todos os e-mails de clientes, todos os chats. Sabia, cara, se eu sabia que você, você pulava muito, mas não sabia. Atendi ligação de Madrugada no banheiro mais de um ano.
E mesmo depois que eu contratei, eu lembro que chegou o dia que eu contratei duas pessoas para atender, que eu treinei, eu contratei, eu treinei, tudo que eles faziam revisava todos os e-mails que eles respondiam, todos os chats que eles respondiam. Aliás, antes deles lerem o chat, eu já tinha lido, eu já falava: "Olha, esse cliente tá falando isso, o que ele quer saber é isso". E aí o que Você tem que falar é aquilo. Controle assim sobre o a experiência que aqueles que os clientes iam ter. Absurdo. E você pulava para que você queria
sentir como tava a temperatura ali na no campo. Até hoje eu quero sentir muito do trabalho que eu faço em redes sociais também. É por isso, porque eu quero sentir como é que tá ali. Quero sentir aquele calor, entendeu? Tem muito cliente que vai para você no inbox. Muito. Eu leio tudo. Cris, tô querendo Um cartão. Como é que faz? aenda meu limite, tem de tudo. Mentira que a galera pede para aumentar o limite. [ __ ] é que assim, hoje em dia os nossos limites já são muito bons. Assim, a gente tem dados que
mostram que os nossos limites no bank são até 20% mais altos que a média do mercado. Uhum. Né? Do que os os clientes têm em outro lugar. Então, mas tinha uma fase que era praticamente só de limite. Hoje em dia, o a tristeza que é assim, muita gente Caindo em golpe, entendeu? E aí assim, a gente a gente faz muita coisa, a gente tem uma porrada de aviso pros clientes, olha, atenção, não sei o que, isso aqui pode ser golpe, mas mesmo assim muita gente cai. O Brasil é impressionante nisso. Fala que ele lidera, fala
que ele lidera mundialmente coisa de fraude, golpe, ex pessoas caem muito, caem muito, caem muito. E assim, a gente faz o nosso melhor. A hora que chega pra gente, a gente já tenta e interceptar, Segurar e a gente recupera muito mais que a média da indústria, tá? Uhum. Mas tem casos que a gente não consegue, que o dinheiro já foi, já passou por um monte de laranja pelo meio do caminho. A gente articula muito com o com as outras instituições francesas. A gente trabalha muito próximo da polícia, inclusive, para desarticular várias quadrilhas eh que fazem
isso. Mas é muito triste, cara. Eu recebo um monte de relato muito triste disso. Como é que você opera, como que você lida com decisões difíceis? Você tem que tomar uma decisão difícil. Qual que é o seu framework de uma decisão difícil? É, então eu acho que tem uma tem toda uma heurística para lidar com decisão difícil. Acho que a primeira coisa é entender de onde a dificuldade vem, porque muitas vezes a gente acha que a decisão difícil é porque ah, sei lá, tem muito risco. É, mas às vezes a dificuldade ela tá Numa complexidade
ali que se você descascar o negócio, você vai ver que é dá para gerenciar. Você consegue simplificar aquilo, eliminar as opções que realmente são muito ruins e aí você sobra com duas que são mais palatáveis para você decidir. Às vezes a gente acha que é é uma decisão difícil porque a gente tá olhando pro cenário e é um cenário que a gente não gosta, mas na verdade não tem nem decisão. Decisão tá tomada, é só um fato difícil. Uhum. Entendeu? É você que a decisão é só se você vai aceitar ou você vai ficar brigando
com aquilo. Muito bom. Mas a decisão tá tomada, entende? Uhum. É, então depende muito do tipo. Uma coisa que independente de qualquer coisa eu gosto de fazer é escrever, botar no papel. Você é do papel e caneta? Muitas vezes só. Ontem mesmo eu tava no escritório lá no bem que eu tava diagramando um negócio lá que eu precisava explicar para alguém. para f Assim, cara, aqui, ó, desse jeito, eh, ajuda muito, porque e escrever especificamente ajuda muito, porque você não consegue escrever algo que faz sentido se você não tá pensando claramente, entendeu? Hum. E às
vezes você tá pensando e tem tanta variável naquela decisão e tem tantos cenários e tal e aquilo não cabe na sua cabeça de uma maneira linear, de uma maneira clara, mas a partir do momento que você se obriga a escrever, a listar, a Comparar, a aí você consegue colocar a bola no chão e olhar para aquilo de uma maneira mais clara, sabe? Isso ajuda muito, ajuda muito. E é nessas horas que aí você consegue, OK? Então, os fatores são esses, os critérios são esses, o que que critérios importam mais para mim? Qual que é o
critério mais importante para tomar essa decisão? Qual que é o menos? Porque às vezes também tá se confundindo porque tem tanta variável e tem umas que não importam. Que legal. Então você faz uma lista de de prioridade de critério. Aham. Aham. Aham. Interessante isso, hein? Sem dúvida. Eh, quais são as coisas que eu não posso abrir mão nessa decisão, né? Eu vou eu vou eh otimizar essa decisão baseado em qual critério? né? Porque são sempre escolhas. Você tem a decisão A, ela vai te dar mais disso, menos daquilo e vice-versa na B, entendeu? E às
vezes não é A e B, é A, B, C, D, E são dois critérios, são 10. E aí as as Combinações que você consegue gerar com isso são muitas, né? Então é importante, bota no papel, visualiza, descarta aquelas que são muito ruins, vai sobrar um número muito menor. Às vezes pra gente processar isso só na cabeça é muito difícil. A maternidade mudou sua forma de liderar? Mudou muito. Mudou muito, né? Aliás, eu gravei gravei com a Thí um conteúdo sobre isso, não foi, tá? Ela me Perguntou, falou assim: "Ah, eh, o que que a maternidade
te ensinou que nenhuma, nenhuma sala de reunião, nenhuma carreira te ensinaria? Não foi? Nossa, que boa pergunta, hein? Maravilhosa. É, e foram várias coisas. Eu acho que eu falei com ela, por exemplo, eh, sobre maturidade, né? Então, eh, a, a maternidade, você se vê na posição, na imensa responsabilidade de cuidar de uma outra pessoa. Isso é definição de Amadurecimento. É você deixar de pensar só em você e você pensar no outro, né? Então, esse esse amadurecimento ele é ele é muito importante, é algo que a maternidade traz muito, me trouxe muito. Outra eficiência, eu já
me achava uma pessoa eficiente depois que eu fui mãe, Jesus, assim, quantidade de coisa você tem, sabe? As as abinhas que eu tava falando? Pensa que eu já tinha assim 15 abinhas, aí depois você é mãe, você fica com 45 abinhas, entendeu? Do tipo assim, Não é um, não é um pouquinho a mais, não é uma aba mais, porque é quartinho, é creche, é parto, é enxoval, é roupinha, é hospital, é não sei o quê, é o pré-natal, é ultrassom, é são 300 janelas ao mesmo tempo na gravidez. Aí a criança nasce, melhorou, não, piora.
Ficou mais fácil, não, mais difícil. só vai piorando. Então, aí você tem mais um filho, pronto, dobra mais de novo as janelas. Então, eh, a questão de eficiência é é muito eh certamente foi Algo que eh que a maternidade me trouxe, né? E a outra coisa que eu falei para ela foi que nada, você vai gostar dessa, olha. Nada fez mais urgente eu me tornar uma pessoa melhor do que ser mãe. Nossa, calma aí. Nada, nada foi eh nada, nada fez ser mais urgente eu, eu me tornar uma pessoa melhor do que ser mãe. Muito
boa essa. Muito boa. Muito boa. Porque assim, eu falo os filhos é meio que, cara, agora chegou as pessoas mais importantes da Minha vida. Mais importante. Peguei e que a coisa mais importante que você pode fazer por elas é o exemplo. É o exemplo. Porque você pode falar o que você quiser pros filhos. Eles não vão fazer o que você fala, eles vão fazer o que você faz. O exemplo clássico que eu dou, eu falo muito sobre inteligência emocional. Eu acho que é uma é um divisor de águas assim entre as pessoas que que vão
mais longe, que tem mais sucesso, eu acho que Não vão assim, entend como você entende inteligência emocional assim para você? Como que você é? Eu acho que é a nossa capacidade de de separar a nossa reação, dá um espaço entre a nossa reação e a situação, entendeu? Uma pessoa que não tem inteligência emocional, ela ela acontece e ela reage de qualquer jeito, entendeu? Muitas vezes da pior maneira possível. E isso só piora a situação dela, só coloca ela numa situação cada vez pior, entendeu? Eh, eu acho que a Inteligência emocional tá nesse espaço que a
gente cria, que a gente consegue abrir entre, ok, isso aqui tá acontecendo comigo, o que que é isso que tá acontecendo comigo? O que que isso significa? De onde isso tá vindo? O que que isso tá me fazendo sentir? Que cenários eu tenho aqui agora? de que maneiras eu posso reagir, qual é a melhor maneira que eu posso reagir para ter o melhor resultado dessa situação ou menos pior resultado dessa Situação? Isso é inteligência emocional. Aí eu falo, não tem nada mais importante para eu passar pras minhas filhas do que isso, tá? Essa é uma
coisa, eu levei muitos anos para aprender isso. E aí você fala: "Legal, aí você vai ficar recitando o livro de inteligência emocional para elas?" Não, você vai ser inteligente emocionalmente, você entende? Exato. Eh, então não adianta você falar: "Ah, eu quero muito que as minhas filhas tenham inteligência Emocional". Aí acontece alguma coisa com você, você dá um chilique histérica, se desorganiza, elas as crianças te vêm eh eh completamente fora do controle, completamente desorganizada, elas vão aprender o quê? Que é assim que você reage quando alguma coisa de ruim acontece, entendeu? E eu vou eu vou
te contar uma história. Manda. Tem uma uma uma colega querida que recentemente ela me ligou, me mandou uma mensagem no WhatsApp, falou: "Cris, posso falar com Você?" E eu até estranhei, né? Porque não é comum. E resumindo muito a história, ela tava nos Estados Unidos para embarcar eh pro para um Cruzeiro da Disney. Ela me ligou por causa da história da Disney. Hum. e que era o sonho da vida dela, dela e do filho, único filho. Ela tava levando não sei o que, eles iam passar uns dias na Disney, iam pegar um cruzeiro pro Alasca,
não sei o quê. Não, não, ela não se tocou que ela precisava de um Visto canadense para entrar de volta no Canadá. Uhum. Via marítima, porque realmente se você entra via aérea, se você tem um visto americano, você não precisa. E aí ela descobriu isso assim dois dias antes dela embarcar. E ela tava completamente desorganizada. Ela não sabia o que fazer com aquela assim, ela tava desesperada. Ela pergun falou assim: "Cr, você consegue pensar em alguma coisa? O que Que dá para fazer e tal?" Não sei. Falei: "Olha, vai na embaixada, né, vai no consolado
do Brasil, vê se tem eu, aliás, do Canadá, vê se consegue um vdeo de emergência e tal, não é? Mas deixa eu te falar uma coisa, é muito provável que não que não vá dar, que não vá rolar. E e aí tem coisas eh de logística que você precisa fazer de ver se você consegue recuperar seu dinheiro, falar com a Disney. Em geral eles são bem acomodativos com essa com esse tipo de Imprevisto, né, para você conseguir reagendar os áudios, você não perder completamente. Mas eu falei assim, é muito provável que você não vai embarcar
nesse, ela, mas é meu sonho. Ela chorava, entendeu? Eu falei: "Olha só, você sabe qual a coisa mais importante que você tem que fazer agora? Você tem que segurar a sua onda pro seu filho, porque ele também não vai realizar o sonho dele e ele te vê desse jeito, é a pior coisa pode fazer por Ele. Você tem que ser forte por ele. Você tem que convencer ele que tá tudo bem. Você tem que falar para ele falar assim: "Filho, olha só, previstos acontecem, a gente vai ter que lidar com isso na vida". Esse é
um e a gente fica mais forte cada vez que alguma coisa dessa acontece. Uau. Você tem que ser essa pessoa para ele. É, é, esse é o seu papel agora nessa situação. Então, se acalme, se organize, porque é isso que você precisa Fazer pelo seu filho, não é outras férias. É, é garantir que ele passe por essa situação e aprenda a lição certa e não veja um exemplo ruim, entendeu? Então é exatamente isso, essa urgência de você ser a sua melhor versão, porque seu filho precisa desse exemplo, entendeu? Cara, essa frase é muito boa. Despertou
a urgência de ser alguém melhor. É muito urgente. É muito urgente. Você não pode se dar o luxo de deixar para Depois você ser melhor e dar um exemplo ruim hoje. Já foi. Aquela lição, ele já aprendeu errado, entendeu? Eu não conhecia a CR 20. Ainda bem. Então, eu queria falar sobre essa crise assim, porque pelo seu estilo, você sempre foi uma pessoa que vamos fazer da execução, bora para cima. Fazia. Uhum. Até que ponto a gente deve proteger o nosso eu bora para cima. Hum. Esse esse lance da entre aspas, poxa, talvez não Consiga
uma outra palavra agora na minha cabeça, sabe? essa impulsividade que tira do chão. Mas como que você aquela coisa de eh sair fazendo, não tem que parar, planejar mais um pouco. Então como que você lida com o lance do planejamento versus ação? Entende? Como que como que essa balança que cara, bora fazer? Ah, não, temos que planejar. É verdade, temos que planejar. Onde fica a Cris nesse nesse água e fogo ali? É, então eu eu sou da turma que Prefere segurar o o cavalo do que ter que ficar picando a mula o tempo inteiro, entendeu?
Sim. Mil vezes, tá? Então assim, se eu tiver que escolher, você prefere segurar maluco, tem que empurrar a mula, pelo amor de Deus, todo dia da semana. Qualquer dia da semana. Sabe que uma das frases suas que eu mais gosto é aquela eu contigo, eu consigo te ensinar tudo menos a tá fim. É, é tipo isso aí. Exato. A pessoa que quer fazer maravilhosos. Eu levo para todos os Lugares. Eu sempre dou o crédito para você porque maravilhoso. É, é isso. Tipo assim, a pessoa que tá fim, ela ela vai achar um jeito de fazer.
Agora a pessoa que não tá fim, eu não vou conseguir nunca, entendeu? Empurrarla para fazer se ela não quiser. Ela tem que querer, sabe? Então vamos partir desse princípio. Prefiro. Tá beleza? Tendo dito isso ao longo do tempo, sim. Eu acho que a maturidade vai trazendo isso, né? Um pouco de erro. E eu passei Suficientemente por vezes que eu me vi numa situação que fala assim: "Hum, deveria ter passado, parado para pensar um pouquinho mais no que eu ia fazer antes de sair fazendo." E ao longo do tempo você vai pegando essa nuance, né, do
do de quais são os momentos. E hoje eu eu eu consigo pensar de cabeça bem rápido sobre o que que o que que são o que a gente chama de non regret moves, quais são as coisas que independente de do que eu pensar eu sei que eu vou ter Que fazer. Então essas dá para sair fazendo. E quais são as coisas que eu deveria assim parar para pensar? Porque pode ser que tenham dois caminhos. E mesmo dessas, eu não lembro se a gente falou disso da outra vez, tá bom? Tem dois caminhos, mas quanto custa
tá errado. Se eu escolher o caminho errado, ah, tá bom, não era isso. Vira e volta, vai, vai pro outro. Você não perdeu nada. Uhum. Versus algumas decisões. Se você for por um caminho, depois para Você voltar, é muito duro. Custo vai custar muito caro. Às vezes você nunca consegue voltar. Então é essa conta. O que que você já pode sair fazendo porque não tem decisão para ser tomada? que você vai ter que fazer de qualquer jeito, essas coisas que você vai ter que dar uma pensada, mas por outro lado você o que que você
pensa só um pouquinho, porque se você tiver errado, se se a outra opção for melhor, rapidamente você vai conseguir ver e você consegue voltar Atrás. E a outra que você essa sim você vai precisar pensar mais, essa você vai precisar investir um tempinho, porque se se você não tomar a decisão certa, custa caro. Pensar mais, até curioso. E porque você tava ontem ou esses dias na Vetex? Aham. tava no palco principal ali entrevistando um autor que você adora, o autor do Clear Thinking, né? É, no Shan. Ah, que insite você pegou? Porque primeiro você fez
uma resenha do livro muito legal um tempo atrás desse livro Eu lembro, eu acompanhei, foi super legal que você fez porque você tava dividindo, a galera super se interessou, falou assim: "Tá, gente, deixa eu, deixa eu dividir". E você pode, olha que legal, né? ano, um ano depois você poôde entrevistar o o autor do do livro num baita de um evento. Que que você pegou assim de insite? Bom, primeiro as duas coisas estão relacionadas, né? Não sei quanto que você sabe, mas assim, eu falei tanto livro, é, obviamente, né? E E aí ele ele ficou
número um e na Amazon no Brasil. Eu comprei por tocaus, então. Muita gente comprou. Ele virou falou assim: "Cara, do nada eu vi que a gente tava número um na Amazon no Brasil". Aí fui ver que você, eu quando eu conheci ele, né, ele me contando e tal, é que a sua explicação foi muito boa ali. Pois é. Eu e é um livro muito bom, né? Enfim. E aí o pessoal que tava montando Vetex Day, uma das diretoras lá da Vetex, ela me segue, ela tinha visto, ela comprou o Livro, ela falou: "Cara, eu quero
trazer o Shane". Mas ela ela trouxe o Shane pro Vtex Day porque ela tinha ouvido dele por mim. Sim. E aí quando ela chamou ele, ela também me chamou para fazer a moderação com ele, entendeu? Então assim, as coisas no fim estão juntas. Deve ter sido uma química legal assim com você. Foi muito legal. Foi muito legal. Ele inclusive é super simpático, um amor é canadense, né? No geral os canadenses são super gente boa, enfim. Eh, mas olha, uma, vou te falar que uma coisa que ficou comigo, que eu perguntei para ele, como é que
foi o processo de escrever? Perguntei um monte de coisa, né? A gente ficou mais de uma hora falando, mas uma das coisas que eu perguntei, falei: "Como é que foi o processo do livro?" E aí, sabe o que ele me respondeu? Ele falou assim: "Eu escrevi o livro para mim e eu achei isso muito interessante, porque ele falou assim: "Pô, eu tava há Tantos anos, porque ele tem o podcast, né, com o knowledge Projects, ele tem a newsletter dele, ele tem o blog, então ele tava tantos anos aprendendo de tanta gente, estudando tanta coisa. E
ele ele falou assim: "Cara, em algum momento eu senti falta de condensar esse conhecimento de alguma maneira lógica, linear, que fizesse sentido para mim". Entendeu? Uhum. E aí saiu o livro, né? E ele falou que ele escreveu o livro três vezes, na verdade, organizando o livro De de diferentes maneiras e tal. E eu achei isso tão interessante porque no fim, e a gente tava comentando aqui eh mais cedo que eu montei o podcast, né, eu vou te mandar o áudio que eu fiz para mim, né, de alguma maneira, porque são áudios que no fim eu
gravo pras minhas filhas ou eu gravo pros meus amigos do tipo assim, eu já tinha esse hábito de de fazer isso, né? E e eu eu tava sentindo falta de organizar isso tudo num lugar só, até para mim. E aí, uma vez que tivesse organizado, por que que eu não ia dividir isso com o mundo, né? E e tá indo super bem, enfim, né? As pessoas têm, eu tenho tido muito feedback muito positivo assim de do quanto as pessoas estão apreciando muito, valorizando muito o conteúdo achei muito legal o nome. Vou te mandar um áudio.
É que eu falo exatamente isso. Você comércio com você, o WhatsApp por áudio. É, eu falo, vou te mandar um áudio, pá, e e gravo e tal. E eu faço Isso no Nubank assim com todo mundo, com os meus sócios, entendeu? Tipo, eu em casa com o pessoal que trabalha comigo, meu marido, todo mundo, eu gravo áudios para minhas filhas de coisas que eu penso que eu falo, cara, quando elas forem adultas, eu quero que elas saibam, sei lá, sobre que que elas que elas tenham um registro desse dia, do que que aconteceu nesse dia,
de como a gente tava se sentindo nesse dia. Eu vou lá e gravo. Então, e aí eu comecei a fazer Isso e eu eu vi essa porque muita gente me pede para escrever um livro e eu não escrevi ainda. Inclusive, eu falei isso para ele, eu falei assim: "Cara, tem tanto livro bom, gente, não precisa do meu, tem um monte de livro bom, tem o seu, tem o dele, tem um monte". Uhum. Entendeu?Um Uhum. O mundo precisa de mais um livro, do meu livro. As pessoas falam que precisa, mas no fim, na minha cabeça, eu
tô escrevendo o meu livro gravando áudio, entendeu? Acho que esse foi o lance. Não, por sinal, vamos colocar na produção, vamos colocar na descrição o podcast da Cris que eu vou, eu vou te mandar um áudio, tá aqui. Se inscreva, não perca, porque tá muito legal. Tá muito legal. Teve episódio novo hoje. Só um um parênteses, uma das, né? Minha mãe já já tá no céu e uma das coisas que eu tenho mais saudade de ouvir a voz dela aí, sabe? A voz tem foto da minha mãe e tal, mas eu tenho poucas coisas com
a voz dela. Ah, aham. Né? Então, eh, ouvir a voz é uma coisa que, né, aproxima muito, cara. Você sabe que o meu meu sonho é criar a a mãe via IA, né, do tipo eh treinar um modelo com todos os áudios paraas minhas filhas e os meus outros áudios, para quando, tô falando sério, quando eu não tiver mais aqui, elas terem um um uma crise, uma mãe Iá, que elas podem conversar, que vai falar com a minha voz, que vai dar o conselho que eu daria, entendeu? Ah, eu já quero esse sonho aí, não
é? Como que Você tá enxergando i como que você tá enxergando no bem que i como que vocês estão conversando? Cara, o nível de conversa vocês devem ter, deve ser surreal, né? Sim. a gente, como você tá enxergando, a assim, todo mundo que a gente conversa sobre isso, eh, e a gente tem muito acesso, né? Porque a gente é uma empresa, claro, a gente nasceu no Brasil, mas a gente é uma empresa muito internacional, a gente tem primeiro dentro do Nubank muitos executivos de Fora. O nosso conselho é formado por executivos, né, por pessoas eh
por investidores, enfim, que são reconhecidos globalmente, que tm investimentos no mundo inteiro, na China, na Ásia, na Europa, muitos Estados Unidos, enfim. Então são pessoas que têm acesso ao que tá acontecendo na fronteira disso tudo, né? E a gente, óbvio, tá muito focado em aprender também tudo que tá acontecendo e numa velocidade bizarra, porque assim, coisa De duas, três semanas já mudou, já tem uma ferramenta nova que tá fazendo uma coisa que já não era possível. Então, a gente tem investido muito, a gente comprou, a gente fez uma aquisição de uma empresa muito bacana de
nos Estados Unidos, a Herplane, eh, que tá que tem sido incrível, que trouxe um talento pra gente nessa, nesse campo muito, muito forte e a gente segue olhando bastante para esse mercado. A gente tá adotando no Nubank hoje, eu te Falo, não tem time no Nubank assim de RH jurídico que não usa A E AI diariamente para tudo, nem que seja um chatt ali para fazer alguma coisa. É assim, a gente é case da Open AI. entrar no site da Opena, tem um um o nosso case lá sobre como como a gente tá usando as
ferramentas deles de maneira proprietária. E então assim, e a gente faz isso tudo e a gente parte do princípio que a gente tá atrás, que a gente tá para trás, que A gente tá pelo menos seis meses atrasado do que de onde a gente deveria estar. A nossa cabeça é sempre essa, porque a evolução é tão rápida aqui, por mais que objetivamente as pessoas falem: "Não, vocês vocês estão adotando muito rápido". a gente fala: "Cara, tá bom, mas a gente provavelmente tá atrasado porque deve ter alguma coisa que a gente não sabe que já tá
na frente." Então assim, a gente a gente tá olhando para isso com muita curiosidade, com Muito interesse, com muita humildade, entendeu? Sabendo que muito provavelmente é uma é a próxima revolução, entendeu? Como a internet foi uma, como o mobile foi outra, agora é o é o próximo. E entrando muito a fundo nisso. E que dica você daria para mim? Hum. Eu representando empreendedores aí fora no sentido, cara, Eu também acredito, eu não quero ficar de fora, mas eu não sei aonde usar nesse momento. Sabe aquela pessoa que acredita, ela eu já comprei essa ideia, sei
sei, mas eu não sei exatamente onde dentro da minha operação eu vou usar. Assim, aqui a gente já tá usando bastante coisa. A gente tá vendo onde funciona, onde não funciona, onde ganhou eficiência, onde gerou distração. Então tá muito nesse aprendizado ainda, né? Mas que dica que Você você tem que que você daria assim, cara? Eu acho que eh estude estude muito sobre isso, porque que nem você falou, eu eu a gente tem exemplos disso também no Bker. Ah, esse aqui gerou eficiência, esse aqui não, tá bom? Hoje, daqui a um mês já mudou, daqui
a um mês talvez gere. Você entendeu? Então assim, a gente não pode descartar nada. A gente tem que estar sempre estudando e vendo o que que de mais moderno tá acontecendo na nas nossas respectivas Áreas, entendeu? Porque é isso, a gente já fez testes de algumas ferramentas que não estavam boas o suficiente, mas elas vão tá. A questão é quando, entendeu? Uhum. É, se você vai levar mais dois meses, seis meses ou um ano, mas ela vai tá. Então, e não parar de se questionar, de reavaliar. Eh, acho que também tem muita coisa acontecendo nesse
espaço. Então, tentar encontrar a sua curadoria do que vai fazer sentido pro seu negócio é importante, né? Então, tô chutando Aqui, me correr se eu tiver enganada, mas tem muitas aplicações de AI para manufatura Uhum. industrial que não são relevantes para você. Você não precisa estudar isso, entendeu? Agora, tudo que tem a ver com criação de conteúdo, você precisa, você precisa saber tudo que tá acontecendo. E assim, as ferramentas de vídeo que há dois meses atrás não eram boa, se bobear, tem alguma hoje que já é, entendeu? Entendi. Então é muito, não só o lance
de saber, mas é aquela coisa De você se manter atualizado, testes constantes, tempo todo, né? O tempo todo. E é complicado, né? Porque tem tanta coisa acontecendo. Outra coisa, se você não fala inglês, né? Não tem uma uma equipe que tá vendo isso acontecendo lá fora. Se você for depender do que chega aqui em português, das ferramentas que foram eh adaptadas para cá, você vai ficar muito atrás. Isso não tenho dúvida. Pausa rápida no episódio. Olha isso daqui. 78% de vocês que estão Assistindo esse episódio, vocês não estão inscritos no canal e vocês vão perder
muita coisa. Às vezes aquele episódio que você não viu tinha o que você precisava. Então, para agora só se inscreva no canal para você não perder nada. Eu tenho certeza que você vai ser o maior beneficiário disso, tá bom? Então, clica agora, se inscreva e você vai garantir que tudo chegue até você, beleza? Então, volta no episódio, se inscreva e Continue assistindo. Você lida bem na pressão? Lida, né? Ah, muito assim. E desde cedo eu eu eu ligo zero paraa pressão. Vou te contar uma história. Eu eu era muito novinha quando eu me formei no
colegial, né? Me formei, tinha acabado de fazer 17 anos. Eu tinha pulado um ano, eu aprendi a ler muito cedo, enfim. E e eu lembro que no meu ano de vestibular eu prestei um monte de vestibulares. E eu morava no Rio na época, né? Eu prestei FVeste aqui em São Paulo, prestei Unicamp, eh prestei vários no Rio. Então assim, vários dias de vestibular, eu fazia prova no Rio de manhã, tinha que sair da prova 1 hora30 antes do horário da prova acabar para pegar uma ponte aérea para chegar aqui antes do portão da Foveste fechar,
por exemplo. Então assim, só isso. Já é uma situação sim complexa, né? Não é que você tem que fazer bem, você tem que fazerem menos tempo que todo mundo e Partir para outra e fazer outra no mesmo dia, pegando vão em outro em outro estado, né? Então eu fiz e e passei assim, primeiro lugar aqui, terceiro lugar ali, né? Enfim, sério. Aham. Suportável, né? maravilhoso. Eu eu eu sempre lidei muito bem com isso, mas a história que eu ia contar é, eu fiz muito vestibular, mas o dia do meu último vestibular, o último era a
segunda fase da no Rio de Janeiro. E eu tinha que estar 7 horas da manhã no Maracanã, que era onde eh na no campo de Aerge no Maracanã para fazer a prova. E na época eu namorava um menino lá no Rio de Janeiro. E 10 horas da noite do sábado, a prova era domingo, 7 horas da manhã, ele aparece na minha casa e termina comigo. Aquela coisa de adolescente, tá? 17 anos. Mundo vai acabar. Chorei a noite inteira, varei à noite chorando, não sei o quê. Fui pra prova chorando e entrei lá. Era a segunda
fase de odonto Inclusive. Tirou quanto? Eu passei em sétimo o o e e eu terminei a prova muito rápido. Abalada, hein, senhores. Em sétimo, eu fui eu estava balada, eu fiquei em sétimo. Eu eu eu fiz a prova muito rápido e eu entreguei a prova, já tava chorando de novo, né? Eu fiz achei, sentei na cadeira, sequei tudo, fiz a prova, entreguei a prova, já saí da sala chorando e eu depois eu quando eu lembro disso, eu falo assim: "Gente, o cara que pegou minha prova deve falar: "Nossa, Essa não acertou nem o nome, né,
cara? Ela, né, tipo assim, chegou aqui chorando, saiu daqui chorando, ela não tem noção. Mas mas é isso do tipo, eu eu lido muito bem. Só uma uma pergunta, o que que você atribui você sempre ter tanta nota boa, alta assim, sabe? Eu falo porque eu sou da outra turma, era da turma dos medíocre que sempre tirava meu, passava raspando, passava na última possibilidade. Eu sempre passei de ano Depois do aniversário de Jesus. Sério? Eu só passava em janeiro, era uma catástrofe. Catástrofe. O que que atribuía? O que que você falou assim, cara? Por causa
disso daqui eu sempre ti muita nota alta. Ah, eu acho que tem um componente genético, né? Meus pais também eh, dentro dos seus respectivos campos foram muito bem. Eh, mas eu acho que um pedaço é uma base muito grande que eu tinha de leitura de de de eh de leitura, de escrita, de storytelling, Porque quando você eu acredito que tem muita gente que, por exemplo, não consegue bem em matemática, em física, porque não consegue entender conceitualmente a premissa do problema. Você entende? Uhum. Eu tinha um pouco disso. Eu era desinteressado. Alguém f assim, ah, vamos
a tabela perió ou sei lá, vamos fazer báscara. Mas para que que eu vou aprender máscara? Me fala onde eu vou usar. Me fala que venceremos Uma guerra por causa por causa do B. Não, não, ninguém vai. Eu sinto te decepcionado. Você já era interessada? Você já tinha esse interesse natural? É, eu não vou dizer que eu tinha muito, mas eu tinha, eu tinha cognitivamente eu tinha muita facilidade. Eu entendia conceitualmente tudo. Eu sempre fui muito competitiva, então assim, eu consigo meio que gamificava também um pouco. Eu eu assim eu eu sabia o que eu
precisava fazer para tirar o 10, Entendeu? Então eu fazia, sabe? Mas eu não era boa aluna não. Eu dormi na aula. Estudava só na véspera quando estudava, mas eu ia bem, eu ia bem. Tinha essa facilidade, sabe? Eu nessa nessa loteria aí eu eu eu fui sorteado, perdi várias outras, mas essa eu essa eu me dei bem. Você tem, por exemplo, eh, tem muita gente que parece ter um um playbook quando se entristece, porque você crise energia, vai lá executor e Vai e casa e trabalha e fala assim: "Cara, será que essa não fica triste,
né? Tem hora que ela tá lá encolhida, sou prdo, sou pequena, chorando em posição fetal". Chorando em posição fetal. Que que você, qual que é muito raro, é? É muito raro. Assim, que que que eu acho? Eu tenho uma uma visão, acho, talvez um pouco históica do do negócio, que é assim da utilidade, da tristeza, sabe? Legal. Eh, então, claro, acontece alguma coisa, eu me Permito ficar triste, mas muito rápido o o meu meu lado racional já entra. Eu falo assim: "Tá, mas o que que essa tristeza vai me ajudar? Que que isso vai trazer
para mim?" Entendeu? vai fazer a situação melhorar, não vai? Vai eh fazer alguém em volta sentir melhor também não vai. Então eu eu procuro focar muito no que vai fazer a situação melhor, entendeu? Você tem esse diálogo interno com você? Você fala Tipo, você fala muito sozinha? Eu falo um pouco sozinha. Falo um pouco sozinha. Eh, então, nessas eu muito e eu falo com as com as crianças também. A Alice é uma que já me ouviu falar isso 25 vezes. Essa altura do campeonato, ela vai fazer 11 anos. Ela já já viveu algumas coisas que
entristeceram e tal, né? N a pré-adolescência. Nossa senhora, né? Minha filha, minha filha vai fazer 10ador. Minha filha entrou esse ano na Bela. Chega em casa, oi pai. Oi. Por quê? Nossa. É tipo isso. É puxado. É puxado. Mas aí você é uma quando eu pego falou assim: "Tá, mas vamos lá, vamos. Você tem duas opções aqui. Fica aí se martirizando. Você pode fazer a, B e C aqui para melhorar essa situação. No que que você quer investir sua energia? Eu eu penso muito nisso. Claro que tem coisas que não tem muita solução e essas
vão me entristecer. Recentemente eu eh a gente Perdeu uma uma pessoa da equipe eh 33 anos. Nossa, ia casar. Eh, super querido. Foi um Isso. Chorei o dia inteiro. Ia fazer o quê? Uhum. entendeu? Uhum. Não tem o que eu fazer. Eh, por outro lado, eu pensei, falou assim: "Cara, vou garantir que a família dele saiba o quão quanto carinho a gente tinha por ele. Vou fazer uma homenagem para ele. O trabalho que a gente tá fazendo aqui nessa equipe, a gente vai Eh colocar o nome dele, entendeu? Tipo assim, fui procurar maneira de honrar
a memória dele, entendeu? Eu eu tento focar no que vai ser no que vai ser útil, sabe? Não que vai fazer diferença. Não me permito ficar ficar ali tomando. Os americanos falam, né, The Py Party, né, a a festinha da pena. Ai, coitadinho de mim, não sei o quê. Isso eu não não topo. Ah, Pergunta. Eu sei que geralmente é sempre um campo mais íntimo nosso, a nossa fé, a nossa espiritualidade. Ah, como que é para você? Como que você eh hoje eh hoje você sabe, principalmente na educação dos seus filhos. Uhum. Eu acho que
uma das funções do pai, pais e mães, é você apresentar seus Filhos a caminho no qual você acredita que sim é o caminho vitorioso, aquele caminho que vai trazer sentido e significado. Eh, e obviamente acaba sendo também um um caminho de fortalecendo, né? Eu eu eu eu ser pai fortaleceu ainda mais minha conexão com o meu Uhum. Uhum. né? Então não há muito. Sim. Então você, na verdade, você enxerga a vida por um outro prisma, né? Sim, sim. Como é que foi para você também isso hoje? Como que Você fala em casa para pras crianças
no trabalho? Obviamente a gente tem que ser sempre com muito respeito, sempre. Mas como que você faz questão de sempre trazer sua fé? Eh, então mesmo, meu Aí eu vou te contar um pouco de história, né? Eu fui criada meio católica de BGE, que a gente brinca, né? Então assim, ah, fui batizada, aí eu estudava numa escola que tinha lá o negócio da Primeira Comunhão, fui lá fazer o negócio da primeira Comunhão, mas uma numa numa casa que não vivia a fé, né? Então, e eu com essa minha cabeça toda muito racional, muito lógica, muito
cedo, logo logo depois que eu fiz a primeira, devo ter feito a primeira comunhão com 9, 10 anos, eu devia ter meus 11, 12. Quando eu comecei a falei assim, pera aí, sabe? Comecei a ver as incoerências, ver as inconsciências. Falei assim, cara. Aí comecei a ver, falar assim: "Pô, mas pera aí, a razão, né? Como é que é? Teoria evolucionista, né? Darwin Uhum. Né? Arca de Noé, Adão e Eva, como é que é? Nã. E eu não tive nunca acesso a a alguém que tivesse boas respostas para as minhas perguntas. Nunca. Pelo contrário, né?
As a a resposta que eu ouvi era: "Cala a boca". Nem resposta você tinha, né? Não, você tá perguntando isso. Fica quieta, engole. Entendeu? É porque é e sabe? E aquilo era uma violência para mim, Assim, para era um insulto a minha inteligência, sabe? Uhum. E isso me afastou muito obviamente da da religião, né? Então eu durante muito tempo me vi assim ateia convicta de que é isso aí, Deus é o Papai Noel dos adultos, entendeu? Uhum. Aquela história que a gente conta para todo mundo, pra gente se sentir um pouquinho melhor e que precisaram
inventar em algum tempo na história da humanidade, porque senão todo mundo se matava, aliás, como se Matava. E é isso, era o que eu achava que era. E assim vivi muitos anos. Até que eu vi, a gente tava falando no no nos bastidores ali, né? E a a Thaís, minha irmã, tá aqui. Eh, e ela passou por um processo parecido. Até que algumas coisas aconteceram, duas coisas aconteceram. As duas mesmas que aconteceram com ela aconteceram comigo. Primeiro, uma série de eventos aconteceu na minha vida. Encontrar meu marido, casar, minha Primeira filha a nascer e eu
ter oportunidade que eu tive de construir no bank com os meus sócios. E eu vi que eu fui tão abençoada de tantas maneiras, né? Eu brinco que Deus esfregou tanto na minha cara, entendeu? Eh, eh, das bênçãos todas que eu tava recebendo. Isso foi uma coisa. A outra coisa foi, eu comecei a ver tantas pessoas que eu também admirava, que eu também respeitava e eu vi que tinham fé, entendeu? Eh, e eu e aí jun juntando Essas duas coisas, fazendo suco, né, e me vendo ali na época com a minha primeira filha, né, e depois
quando a Bela nasceu e falando assim: "Cara, eu preciso pensar o que que eu vou fazer em relação a isso, porque o que eu tava determinada a não fazer é o que eu vivi, que é dizer que falar que tinha fé, mas não não fazer, sabe? viver uma vida completamente incoerente, inconsistente. Então, teve um momento que eu falei, falei assim, eu preciso decidir o que eu Vou fazer com isso daqui, hipócrita eu não vou ser. Então assim, ou eu vou me converter, né, e viver a fé de uma maneira real, né, digna, coerente e consistente,
ou eu não vou, mas eu fingi e falar pros meus filhos que fazerem uma coisa que eu não isso eu não vou fazer, não vou fazer o que fizeram comigo. E e aí eu decidi que eu ia, né, e ela foi uma grande influência. Aí comecei a fazer, eu já tinha sido batizada, fiz primeira com, Mas fiz catequese de adulto, né? Eh, eh, li para caramba. Eh, fiz uma porção de curso, conversei com um monte de gente, com um monte de gente inteligente, etc. E decidi, decidi que eu ia ter fé. Decidi, decidi, falei: "Sou
católica, então". Aí comecei na missa todo domingo, entendeu? Comecei a viver aquilo da melhor maneira que eu podia. Maravilhoso. E e hoje eu é o que eu é o que eu vivo pros meus filhos, né? Então, eh, por sinal, tava comentando lá atrás Com você, né? Eu tenho um bebezinho, vou batizar ele esse sábado. Eh, a minha filha também tá fazendo a primeira comunhão nesse sábado, né? Vai ser um momento muito especial pra gente e e tem sido um processo de muita, eh, de muita reflexão, de muita humildade também, sabe? de você se vê eh
falha humana pecadora, entendeu? Eh, e você tá o tempo todo, eu pelo menos estou o tempo todo perguntando o que Deus espera de mim, o que que Jesus Faria, entendeu? que atitude que ele e é engraçado porque na na minha arrogância até eu pensava assim, falava: "Cara, eu já sou uma boa pessoa, eu já, né, eu eu não preciso ter uma religião para me dizer que eu preciso ser uma boa pessoa, eu já sou uma boa pessoa." Uhum. Eu acreditava muito nisso. Desde que eu me converti, eu me vejo sendo uma pessoa muito melhor do
que eu é, por outro lado, agora muito mais consciente de que Eu não sou tão boa assim, entendeu? Então eu acho que saldo muito positivo, muito positivo. Legal, né? Você você vai poder ser que todo mundo todo mundo passa a ter sempre uma uma referência espiritual também, né? É tão legal quando alguém próximo a nós, um pai, uma mãe, né? Poder poder acompanhar. Então é legal que a partir de você a lógica mudou, né? Muito, muito. Eu e o meu marido também, né? O Rub também da mesma maneira. Ele ele analogamente também tinha se afastado
bastante da religião. Ele sempre foi historicamente mais religioso que eu. Ele quando ele era novo, ele foi coroinha na igreja. Exato. E aí quando a gente tomou essa lesisão, a gente tomou essa lesão junto como uma família. Ele fez a catequese comigo, aí a gente passou aí na missa junto, entendeu? Sim. A gente leu os livros junto, né? Então tem sido um processo muito muito bacana que uniu Muito a gente. Você sempre tem esse e esse esse padrão, né? E o Rubens também, mas primeira coisa, para você topar um projeto, o Rubens tem que comprar
e vice-versa. Ah, com certeza. A gente e e é engraçado, né? Isso é outra coisa que a maturidade traz pra gente. Eu casei muito nova, eu tinha 25 anos, né? É. Eh, e, e mas eu sempre fui proporcionalmente muito madura. E eu era uma pessoa que com 25 anos você não dizia que eu tinha 25, eu já tinha essa cara, né? Então, Enfim, e e também falava dessa mesma maneira com essa assertividade. Então, mas eu acho que ao longo do tempo e principalmente nos últimos anos, eu acho que eu tenho hoje um entendimento muito mais
profundo do que que é o casamento, sabe? Do que que a gente deveria esperar de um casamento, do que que a gente deveria se comprometer num casamento. Crisqueiro, o que é um casamento? Eu levantei essa bola, né? Eh, então, na minha visão, eh, é um é um É um compromisso que a gente assume de construir uma vida para sempre, né? De construir uma vida, de construir uma família, de de ser uma coisa só, né? Então, nisso que você falou do do de um comprar o projeto do outro, precisa muito, porque no fim é uma vida
só, não tem a minha vida e a vida dele, entendeu? Tem a nossa vida só, só tem uma. Então, sem dúvida, a gente tem que tá com os acordos muito muito muito firmes, muito claros. A gente tem que tá Muito comprado um no projeto do outro, a gente tem que estar muito disponível para apoiar um ao outro, né? E a gente tem eh exemplo, por exemplo, quando antes de fundar no Bank, eu pedi demissão do banco onde eu trabalhava, sem saber o que ia fazer. Eu eh só sabia que ali eu não queria ficar. Eu
tava determinada a encontrar um uso muito melhor do meu tempo nos próximos 5, 10 anos da minha vida do que o que eu tava fazendo. Uhum. E cara, ele Segura as pontas, entendeu? Ainda bem a gente estava numa fase da nossa vida que a gente já conseguia se manter, viver com o que dele do que de mim, tá? A real é essa. As pessoas conhecem ele através de mim, gostam mais dele do que de mim, né? Então assim, é muito fácil trazer ele junto, né? Então vamos falar isso. Mas eu acho que além disso é
isso. Não não não eu a minha vida é muito intensa no lado profissional. Se eu não puder trazer isso para muito perto do lado Pessoal, a conta não fecha, entendeu? Eu levo a Alice muitos dos eventos que eu vou, o Ruben estava comigo no Vetex, entendeu? eh às vezes conferências internacionais que a gente vai e e isso é bacana para ele também, porque ele também acaba tendo esse acesso e esse repertório, né, pro pro desenvolvimento dele. Então é isso, a gente a gente é parceiro, várias coisas, muitas vezes ah, sei lá, viagem de trabalho, eu
falo: "Cara, eu só vou se eu conseguir levar Minha família, entendeu? Porque senão não não dá." E é isso. E assim a gente vai, porque senão não, a conta não fecha não. Porque também, quem que fala isso, não sei se é você ou Joel, um dos dois, que nenhum sucesso profissional justifica um fracasso pessoal. Quem que fala isso? É, nenhum sucesso profissional justifica um insucesso na família ou na saúde? A gente fala: "É isso? É isso. Não dá. Concorda muito bom papo com Você, hein? Fácil, não é fácil? É fácil extrair, é fácil tirar coisa
maravilhosa, é fácil baterapo, dá para ficar aqui umas três horas. Muito, muito, muito, muito. É. Ah, eu queria uma seu podcast é, vou te mandar um áudio. Sim. Se você fosse teu direito, Aham. WhatsApp fala assim, Cris, você ganhou uma chance de mandar um e vai para todo mundo. Que áudio seria esse? É, então, provavelmente seria o do Foca no seu, né? Eh, que eu venho evangelizando as pessoas sobre isso em relação a não se distrair, focar no seu, mas eu acho que tenho maravilhoso. Eh, mas eu tenho vários episódios lá que que me eh
que eu acho que são muito importantes e e que tdo um impacto muito grande nas pessoas. Tem um eh especificamente que tá lá que chama Levanta e Anda, que é muito bom. E assim, se quem tá assistindo aqui que Não que não viu ainda, vai lá e ass e ouve, né? E ele fala sobre o seguinte: eh, todo mundo que você conhece, você inclusive vai tomar uma porrada, uma rasteira, um negócio assim que vai te derrubar, entendeu? Em algum momento da vida, muitas vezes em vários momentos da vida. E e é muito fácil a gente
cair e tá ali no chão, eh, porque todo mundo cai, todo mundo chega no chão. E a gente Ficar pensando, ficar preso num numa num lugar ali de isso não é justo, porque que isso aconteceu comigo, né? Mas tá errado, isso não deveria ter acontecido. E você pode até tá certo, pode ser a maior injustiça do mundo, mas ninguém prometeu que o mundo ia ser justo, entendeu? Uhum. Ninguém, ninguém garante nada aqui. E não importa se é justo ou se não é, só importa o que você vai fazer a partir dali. Você tem que levantar.
A diferença São as pessoas que ficam ali nesse, ah, mas ah, mas não deveria ter acontecido. Ah, mas e as pessoas que falam: "Cara, tá bom, não deveria ter acontecido, mas eu vou levantar, eu vou embora, eu vou andar". E e eu sinto que muita gente às vezes se perde nesse lugar e não consegue a força para levantar, porque às vezes ela tá certa e e quanto mais tempo você fica no chão, mais fortes essas vozes ficam: "Ah, mas é Injusto. Ah, mas olha, não deveria. Ah, mas não sei o quê. Ah, mas você precisa
parar de ouvir isso. Você precisa fechar essa voz e levantar, entendeu? Acho que esse é um esse é muito bom para mandar para todo mundo. Levanta e anda. Levanta e anda. Uau! Palmas, senhoras e senhores, foi maravilhoso. Ó, eu vou colocar Cris primeiro. Obrigado, tá? Um prazer. Vou colocar aqui na descrição o link do novo podcast da Cris que já chegou. Você você chegou Fazendo barulho lá na lista, tá? Você sabe, você sabe, ela veio, gente, ela veio, mas bateu desproticioso, gente. Eu fui botando lá os áudios que eu já gravavam, foi menino, passou todo
mundo. Foi maravilhoso. Foi muito legal. Foi muito legal. Isso acho que é é principalmente aquele reconhecimento da turma que é continua, né? É. Então tenho certeza que o seu coração ficou quentinho e começar super forte. Então vai tá na descrição aqui e as redes Sociais da Cris para você acompanhar porque ela abre caixinha toda sexta-feira. O cestou dela é sagrado seu cestou sagrado. E a galera se não abre ela já me contar. Eu abro do hospital depois de ter filho. Não, você o seu cestor é de respeito. É de respeito. Seu cestor de respeito. As
redes sociais da Cris e obviamente Cris de novo, obrigado pela participação, tá? Foi maravilhoso. Para você que acompanhou a gente, tá assistindo pelo YouTube, não deixa de se Inscrever no canal. Coloca a tua curtida que você vai espalhar essa mensagem, esse episódio maravilhoso, inteligente, produtivo para muita gente. E se você está ouvindo pelata de streaming, deixa também a sua avaliação para que você espalhe esse podcast para mais gente, contribuindo com a vida de mais pessoas. A gente fica muito feliz pelo crescimento avaçalador da comunidade do Como você fez isso. A gente constantemente nos top 30
podcasts Brasil de todas as categorias levando uma mensagem cara de incentivo para você tirar os seus projetos do chão. Você empreendedor, você empresário, você que tá na linha de frente batalhando pelo teu objetivo. É um prazer enorme estar com você, Cris. Mais uma vez obrigado. Um prazer a todo mundo. Um meu beijo e até semana que vem. Ciao.