futebol e política se misturam sim senhor vote você ou não nunca pensei em ceder a recorrida pelo direito para mostrar a beleza bruno formiga na área mendigando logo o seu lay a sua inscrição ea sua notificação o canal zinho tem crescido maneira relevante no último mês a produção ainda é recente porém os resultados já são bem bons portanto você chegou aqui por acaso se inscreva no canal ajude a nossa produção de conteúdo toque na notificação para toda vez que tiver vídeo novo você será automaticamente avisadas sem ter trabalho de ficar buscando às vezes se esquece
que esse canal existe a notificação para ele lembrou ainda tem alguma coisa legal sendo produzido ali é você vai lá e clica e já ajuda a gente isso você tiver temas interessantes pra gente tratar aqui futebol sociedade e política enfim tudo o que envolve o campo e um fora de campo se for lá os comentários roque vamos falar de ditadura militar ea relação da ditadura militar com o futebol não só no brasil porém antes da gente falar deste link é altamente relevante que a gente mostre ou defina aqui o que é ditadura militar e depois
a gente mostra que sim no brasil houve uma ditadura militar o mais que existe um movimento discreto um movimento o pequeno porém barulhento tentando fazer um revisionismo histórico para mudar a nomenclatura é para mudar o nome para dizer que o brasil viveu não foi uma ditadura militar mas um regime militar mas aí seria encaixado em que era um regime militar presidencialista o regime militar parlamentarista era um regime militar democrático não era é um regime militar ditatorial a ditadura militar ela é caracterizada por um governo autoritário que tínhamos no brasil é caracterizado também por um governo
que o poder está nas mãos das forças armadas tínhamos isso no brasil equador militar também é um tipo de governo que instalar censura prévia tinha 16 no brasil a ditadura militar é um modo de governo que usa da tortura tínhamos isso no brasil a ditadura militar ela concentra os poderes no executivo que vemos isso no brasil lembremos que por duas vezes o congresso foi fechado por atos institucionais foram 17 atos institucionais ao longo de todo o período e um ato institucional mais famoso o mais cruel mais emblemático foi o ato institucional número 5 foi o
ato mais autoritário de todos os atos institucionais que sempre tinham a idéia de tentar legitimar o governo de legitimar aquele sistema que estava instalado e muitas vezes tirar um pouco do peso o início do período não se tinha a percepção exata do que estava acontecendo de fato as forças armadas tiveram um enorme apoio popular apoio de parte do empresariado apoio de parte da sociedade civil e apoio da imprensa então a ditadura militar ela não foi instalada aqui é somente na base da força tinha um apoio popular e no dia 31 de março quando as forças
armadas ocupam as ruas é a deixa para a retirada do poder do rolar vamos lá deixa o poder sabendo que a pressão já era insustentável no dia 1º de abril a partir do dia 1º de abril a dever-se instalada a ditadura militar no brasil as forças armadas no poder executivo que é uma outra característica de ficar duras militares portanto tivemos tudo o que define a ditadura militar para qualquer a historiografia para qualquer bibliografia e falha na história tivemos todas essas verídicas e aí não adianta tentar fazer é malabarismos argumentativos para tentar encaixar o que o
brasil viveu aqui uma outra comentou natura com a ditadura militar e o que é mais lamentável que a gente tem vivido aqui e daqui a pouco o toque no treino específico de futebol é que tem gente que até admite que houve ditadura militar porém relativiza dizendo que não mas foi uma ditadura do bem era uma ditadura necessária para evitar um ditadura comunista mas só para a gente matar aqui e fechar as definições ditadura militar e mostrar que sim tivemos um ditadura militar no brasil mais óbvio que pareça tem gente questiona é sempre importante a gente
lembrar falamos já a censura prévia da censura na imprensa na censura artística e temos limitações de direitos individuais não temos participação popular é na escolha do governante e de fato não havia durante o período militar não houve eleição presidencial até ouvir mas eram eleições indiretas e absolutamente controlados ou seja não tinha participação popular não era um regime democrático onde o poder está com o povo que é o que define democracia portanto todas as características em qualquer ditadura militar que tivemos em outros lugares inclusive na américa do sul como o chile argentina paraguai enfim todas as
características se encaixam no que houve no brasil porém o pessoal que ou se informa coco ou que não faz questão de informar o que de fato tenta manipular na história o fazer esse revisionista maluco que a gente tem visto acontecer aí usa ou se pega alguns argumentos para criar uma auto verdade tenta contar uma mentira se pegando algumas verdades como por exemplo não mais tinha eleições municipais tinham eleições é estaduais é de fato no período tivemos eleições municipais e estaduais porém com absoluto controle do que acontecia no poder executivo e aí primeiro não existia mais
o tururi partidarismo ou seja vários partidos eles foram dissolvidos os direitos políticos de muita gente eles foram cassados e vocês tinha dois partidos arena que era o partido oficial do governo e o mdb e depois virou o pmdb ea oposição autorizado uma posição controlada não tinha nada de democrático a outra balela falar que não foi um bom ditador militar com o povo apoiava ou porque a imprensa época dizia que não era ditadura militar é sempre lembram o editorial do jornal o globo enfim assinar pelo roberto marinho e quando você tem distanciamento histórico é que você
consegue de 4 observar porque é preciso nem pra gente fazer um exercício para refrescar a memória é hitler quando subiu ao poder ele não subiu o poder com um golpe com força nenhum ele subiu o poder de uma maneira legítima e total apoio social e do empresariado naquele momento de crise na alemanha de crise institucional de crise econômica de crise social as pessoas enxergavam aquele discurso é um discurso que poderia lhes dá esperança portanto hitler subiu ao poder com apoio popular e não deixou de ser um regime ditatorial lá do outro lado de nazismo isso
já se repetiu em outros lugares na história momentos de crise são momentos historicamente favoráveis para discursos extremistas subirem ao poder seja no brasil seja na argentina seja em qualquer lugar dizer que o apoio da imprensa é minimiza o nome do que ouvi aqui não se sustenta porque naquele momento as pessoas viviam aquilo elas não estavam descoladas daquele momento para fazer uma uma visão crítica porém pouco tempo depois do golpe militar e da ditadura instalada as críticas já começaram a acontecer às denúncias de corrupção de tortura e de abuso de poder elas foram pipocando na imprensa
e aí surge o ato institucional número 5 que de fato instalar a censura prévia a qui a partir dali o trabalho da imprensa ficou absolutamente imitar por um governo que estrangulou a oposição que estrangulou a crítica que estrangulou a imprensa e estrangulou investigações inclusive recentemente um documento encontrado na itália mostra que ao invés das seis mil pessoas torturadas que era um número oficial esse número pode ter 20 mil pessoas torturadas ou seja bem mais do que o número que se conseguiu comprovar e você tinha aí pessoas que eram contra o regime que tinha uma outra
ideologia que pensavam diferente e combatiam o regime seja na imprensa seja nas artes seja na política sim nesse meio você teve gente que foi para a luta armada como em todo o regime ditatorial a oposição eu não estou aqui defendendo muitas vezes vai para a luta armada mas a luta armada não existia antes do período militar ele foi uma conseqüência do período militar e aí a gente precisa entender lá a loucura que é dizer que o brasil caminhava para o ditador comunista repetindo que acontece em cuba cuba e brasil tem gavetas totalmente diferentes por interesse
da união soviética por exemplo quem estava por trás da revolução cubana lá o brasil não despertava o interesse da união soviética não existir registro aqui é desta luta armada desta mobilização popular que se falava que acontecia no nordeste loucura absoluta que nunca foi comprovado em um documento e um testemunho em nada o governo do do joão goulart ele estava de mãos dadas com os empresários e com o capital com uma coisa é a crise econômica a outra coisa é você falar que ali você tinha uma uma linhagem ou um pensamento comunista primeiro quem fala isso
não sabem o que significa com ele o comunismo ele não reconhece ele é contra a propriedade privada coisa que não aconteceu no governo joão goulart nem aconteceu recentemente no governo do pt que defende o estado controlando os meios de produção coisa que também não acontecia lá atrás que também não acontece agora portanto dizer que aqui a gente caminhava pra isso pra aquilo é uma loucura semântica tal lá como cá as pessoas vão pegando ali o salto verdade e construir um discurso e o discurso chegou a um ponto tão exacerbado naquele momento que resultou no que
resultou no então o distanciamento histórico hoje deixa claro que sim tivemos uma ditadura militar no brasil por mais que se tente pegar que o o argumento para minimizar ou mudar o termo mas não tem outro tempo que define o t no meio disso aí o futebol contra o papel não só no brasil mas em outros lugares do mundo nós temos historicamente o futebol ora resistindo hora sendo usado como máquina de propaganda mas nunca dissociado futebol e política futebol e ditadura eles se misturam sim porque você tem no futebol uma grande ferramenta de movimentação e macy's
brasil poucos fenômenos eu diria que nem é fenômeno tem este poder logo ele ficar à parte do que está acontecendo seja hoje ou seja lá atrás é uma ilusão e é um reflexo também no futebol muitas vezes reflete o que está acontecendo no entorno por exemplo durante o período militar foi criado o campeonato brasileiro em 1971 ea arena o partido oficial do governo ele espalhando equipes e convidando a equipe para o campeonato em estados onde o apoio popular é pequeno em relação à ditadura militar a arena controlou influenciou em show o campeonato brasileiro para tentar
fazer do campeonato uma bandeira de unificação nacional nesse mesmo período que focaram em vários estados do brasil grandes estádios estádios enormes para ônibus também fazia parte do projeto de unificação nacional seleção de 70 também entra neste bull vários militares estavam na condição técnica que foi para o méxico vários militares estavam espalhados nas federações estaduais até hoje você tem coronéis enfim militares que estão aí com cargos importantes nas federações é na cabeça no comando do futebol brasileiro você tinha uma pegada é militar também que o pelé por exemplo ele chegou a falar neste período pouco depois
da copa de 70 que não existia a ditadura militar no brasil só que antes da copa de 74 e foi pressionado a ir pra copa uma copa em que ele é um jogo em que o brasil acabou eliminado pela holanda curiosamente uma equipe revolucionário o pelé não vai à copa de 74 dá uma entrevista à geneton moraes neto geneton é tinha um blog em um blog muito bom por sinal ainda os arquivos estão lá e ele publicou em 2010 numa entrevista com o pelé eo pelé falando que naquela época ele já vinha conversando com pessoas
percebendo entendendo o que acontecia no brasil falando da tortura das perseguições da censura enfim de tudo o que acontecia no país dele e por isso eles colaboraram com aquilo estava acontecendo e decide não ir hoje é visto como um cara que não se coloca que muitas vezes tiram o pé de questões mais polêmicas como esse cara já se colocou com ele foi importante determinado momento de uma maneira ruim e de uma maneira boa tão o futebol não está à parte disso e nos anos 80 a gente tem talvez a grande representação de estudo que a
democracia corintiana movimento começa de dentro pra fora e não só os jogadores mas por membros da comissão técnica também faziam parte desse movimento democrático e alguns expoentes disso acabaram participando das diretas já e caminhava lhe propor o fim da ditadura militar e pedia a volta da participação popular na escolha do presidente da república ele neste movimento tivemos um casagrande o sócrates enfim é boa parte desses jogadores do corinthians que que lideravam esse movimento também sendo usados pelo movimento das diretas já e óbvio passando um recado para milhões de torcedores para pessoas que acompanha o futebol
poder de influência desses caras ele é muito grande tanto que até hoje e hoje mais do que nunca esses carros representam marcas esses caras são chamados para serem embaixadores de projetos beneficentes como a unicef faz com a onu faz com grandes nomes então se o jogador não tivesse esse poder de influência que o jogador fosse uma figura à parte e não estaria envolvido um momento tão importante então é possível que futebol e ditadura militar ou que futebol e política estejam próximos para passar recados durante a ditadura franco na espanha também temos o exemplo da ligação
futebol e política com a resistência de athletic bilbao e barcelona ao regime que acontecia nada o próprio real madrid vai ganhando vencendo e é usado pelo regime como um exemplo é da espanha que dá certo lá nem nega que houve a ditadura militar como também nega que houve ditadura militar no chile e na argentina que são outros dois lugares no futebol tem uma participação importante aí recentemente inclusive todos os clubes da primeira divisão da argentina se uniram numa campanha a ditadura nunca mais lembrando os mortos lembrando os perseguidos lembrando os censurados não os torturados e
deixando claro que isso não pode se repetir no estádio nacional do chile que foi usado como prisão coletivo durante um bom tempo durante o regime pinochet até hoje você tem um memorial a é importante o memorial inclusive fotos bem fortes lembrando de todo aquele período voltando ao brasil alguns personagens como o nano irmão do músico inclusive pulando coimbra foi o primeiro jogador de tiago ele foi perseguido foi torturado teve a carreira altamente prejudicada porque se opõem ao regime é uma característica de ditaduras militares você muitas vezes cultura de inimigo quem é contra você não necessariamente
aqueles que vão para a rua o que pegam em armas se você faz produções intelectuais escreve contra se coloca contra e representa uma ameaça em termos de ideia aquilo que está estabelecido você já está rotulado como inimigo e vários desses atos institucionais foram flexibilizando aquilo que é dito com um inimigo então qualquer um seja artista jornalista político professor é que se opuseram se ao regime começava a ser rotulado já legalmente com o ime tem muita lenda no entorno era um período de menos comunicação era um período que não tinha rede social e no período que
você ter informação era mais difícil até porque você tinha censura então essa sensação que as pessoas da época tinham que a coisa mais paz sem são recordes individuais numa realidade coletivo que não era essa e é por isso que existe a história porque olha com a lupa de fora mas um distanciamento e consegue ver um todo não partes individuais assim um depoimento individual representa a realidade coletivo não dá pra você pegar natural dizia que era mais tranquilo então foi uma verdade esses números e estatísticas fazer comparações para chegar a uma definição e não comprar um
discurso individual que fala por exemplo naquela época a educação é muito melhor o ensino público o ensino público de fato é melhor que o que é hoje neste período começou o sucateamento e nesse período você começa a ter o surgimento de várias faculdades particulares escolas particulares que vão crescer e se espalhando pelo país todo neste período a gente muito mais analfabetos do que tem hoje era uma massa de chuva ad analfabeto espalhadas pelo brasil todo com essa história de dizer que a educação era melhor não era porque ela chegava muito menos gente e claro a
educação pública ela era melhor mas ela já era melhor antes do regime militar então voltando ao futebol o futebol não está na parte da sociedade como já falei que a ditadura militar espalhou militares em vários espera do futebol brasileiro ele esteve muito presente na campanha do tricampeonato ela esteve muito presente é esse inchaço do campeonato brasileiro é agora os estádios eles foram não só aqui mas em outros lugares no ambiente de resistência que o ambiente democrático plural que reunia muita gente um ambiente onde era muito mais difícil você controlar as pressões populares então você viu
surgir na torcida do corinthians por exemplo a gaviões da fiel que nasce ali naquele período final dos anos 60 e 270 é as primeiras baixas resistências pelos gritos de resistência contra a ditadura e se você for olhar lá atrás eu citei há pouco um período de franco na espanha é nos estádios onde tanto na catalunha enquanto em bilbau por exemplo país basco você podia falar a linguagem dos locais não tinha o proíbe então os estádios de futebol por catalisar e propor juntar tanta gente sempre por ambientes propícios a estas manifestações de resistência e que isso
continue a gente tem visto recentemente nos estádios pelo brasil já desde o ano passado movimentos contra por exemplo o governo está o tema é a gente viu muita faixa é tentando falar sobre a marielly são expressões populares dentro de um estádio de futebol então achar que futebol e política não se mistura é não entender ou de futebol ou não entender de político no entender de nenhum dos dois militantes se torcedores eles têm muitas semelhanças às vezes a seguir às vezes a alienação às vezes a violência mas é preciso entender que não é só isso na
política não é de todo ruim o futebol também não é de todo mundo todo militante é maluco em todo torcedor é violento é possível ser um torcedor é possível ser um militante é possível gostar de um partido consiga se envolver na política no futebol de uma maneira saudável e eu dei aqui vários exemplos de jogadores de clubes e entidades que se colocaram por exemplo a roma ela nasce lá atrás como solino período fascista na itália ela nasce amigo próximo à bandeira do fácil desde o nome até o símbolo da equipe só que a torcida que
era formada por uma classe trabalhadora não permitiu e com o tempo a roma foi se distanciando se dissociando totalmente da extrema direita o afonsinho no brasil por exemplo neste mesmo período que eu citei o nando falei da democracia corintiana ele é o primeiro cara a bater de frente contra a questão do passe livre ou a favor do passe livre é o primeiro cara a tentar brigar confederações com clubes no período em que você não tinha direitos em que os direitos eram limitados no que o brasil vive esse regime é autoritário é impositivo o afonsinho foi
lá e brigou por causa disso tem uma carreira extremamente prejudicada também então é isso tivemos ditadura militar no brasil não pelos motivos que tentam colocar muitas vezes aí não dá pra utilizar o termo tempo é este e neste período o futebol foi usado de maneira a favor e contra o ambiente de um clube de futebol e altamente político de disputas políticas de disputa de idéias vários dirigentes viraram políticos jogadores viraram políticos então a associação que se faz ela é muito clara por mais que as pessoas têm que dizer não sei que é só entretenimento isso
aqui é só diversão é fundamentalmente entretenimento diversão mas dentro deixa entretenimento e diversão você tem vários braços e várias pernas políticas muito obrigado pela audiência pela paciência se inscreva no canal tocar notificação comente abaixo temas que você quer que apareçam aqui no nosso canal zinho e volte sempre estar deixa aquele seu leque maroto excelente eu já pedi mas eu já pedi eu peço de novo quer ter de graça no custo tocar naquele jovem ali se inscreva o pixi e volte sempre compartilha conteúdo também pega o linkedin e só naquele grupo de zap solte no seu
histórico no instagram forte no seu twitter em espalhe o público a tônica por aí já que a gente está crescendo agora crescendo bem diga se de passagem um beijo para todos que chegaram até aqui já se inscreveram e voltem sempre seja muito limpo beleza um abraço conjunto valeu a noite ao ar livre