relato de um vigilante é uma moça que nos conta bom Oi Ana assombrados meu nome é fulana e o relato que vou contar Vem de um vigilante que costumava fazer serviço na nossa Rua Ana eu sou do Amazonas mas hoje moro em São Paulo nasci e fui criada no centro histórico da cidade tendo como vizinhos os antigos casarões Portugueses e o belo famoso e Assombrado teatro Amazonas por volta de 2006 2006 2007 os meus pais meu irmão e eu costumávamos conversar com os vizinhos até tarde da noite na frente de casa durante essas conversas o
vigilante seu Carlão sempre se juntava a nós ele era um senhor alto quase com 90 de altura e bem robusto Parecia mal encarado mas era um doce de pessoa seu Carlão costumava informar aos moradores o que acontecia na região já que cuidava de três estabelecimentos em nossa rua um prédio em frente à nossa casa cedido a prefeit da cidade o restaurante do Seu Pedro e o Restaurante da Dona Marlene que ficava próximo ao teatro Amazonas em uma noite Estávamos conversando como de costume quando o seu Carlão se juntou a nós meu irmão comentou com ele
que ao chegar na madrugada de sábado por volta das 2:30 ou 3 da manhã não o viu e queria saber se havia acontecido alguma coisa pois esse era o horário em que o seu Carlão costumava fazer as rondas nos estabelecimentos e ele respondeu o seguinte ah rapaz eu vi você chegando mas eu não saí não aliás eu não saio mais para fazer a ronda nesse horário Nem com nojo da última vez que fiz a ronda nesse horário quase peço demissão do emprego e o meu pai Perguntou mas como assim ah acontece tanta coisa nesse horário
que vocês nem imaginam Olha seu Antônio não olha seu Antônio ele eu sou um homem muito cético em relação a essas coisas Mas o que eu vi na última Ronda eu não tenho explicação E aí o meu pai Perguntou mas então homem o que foi que aconteceu né e o seu Carlão nos contou o seguinte fato seu Antônio quando deu 2:30 da manhã eu me levantei para fazer a ronda peguei o celular que estava na tomada carregando a bateria tava sem peguei meu radinho e saí fui ao restaurante do se peda tudo certo Restaurante da
Dona Marlene e também tava tudo certo subi e fiquei conversando com os meus colegas vigilantes aqui do Largo depois resolvi voltar pro prédio peguei minha cadeirinha e fiquei sentado do lado de dentro do portão pois estava bem ventilado Liguei meu radinho e nada dele funcionar achei que fossem as pilhas Mas lembrei que eu as tinha comprado na noite anterior então não teriam tido tempo de estragar Ainda bem resolvi deixar isso de lado peguei meu celular para ver se eu conseguia ouvir o alguma música no rádio ou jogar algum joguinho mas estava sem bateria Aí eu
pensei mas gente como eu praticamente Acabei de tirá-lo do carregador me levantei fui até o portão e reparei que estava tudo quieto não se ouvia nenhum barulho até o vento tinha parado achei estranho abri o portão Olhei para um lado Olhei pro outro e nada não tinha uma Alma viva na rua resolvi fechar o portão mas antes olhei de novo PR os l foi quando olhei pro meu lado esquerdo e levei um susto descendo a rua a poucos passos de onde eu estava vinha uma mulher ah nessa hora eu paralisei senti meu coração disparar levei
a mão no peito e pensei De onde surgiu essa mulher meu Deus do céu não faz nem dois minutos que eu olhei pro mesmo lado e não tinha ninguém tipo do segundos né ela era Negra usava roupas meio antigas e pareciam trapos velhos Mas não era só isso em seus braços ela carregava uma criança de aproximadamente um ano ou talvez até menos que dormia tranquilamente eu lembro ainda de ter pensado mas o que que uma mulher tá fazendo na rua a essa hora com uma criança fiquei observando enquanto ela passava por mim e foi aí
que eu notei o seu olhar era um olhar vazio sem expressão ela parecia estar em trans pois ela nem me viu seu olhar estava fixo em um ponto um pouco frente e eu até olhei na mesma direção mas não vi nada enquanto ela passava por mim eu senti um vento gelado Como se tivessem ligado um ar condicionado bem no meu rosto e logo esse vento frio se espalhou pelo meu corpo arrepiando até mesmo os cabelos dos pés a cabeça em lugares que eu nem sabia que eu tinha cabelo Ela acabou de passar por mim quando
recuperando um pouco do susto decidi segui-la Pensei que talvez fosse apenas uma mulher precisando de AJ ajuda sei lá mesmo com a boca seca cheguei a chamá-la com uma voz fraca e rouca eu acho que devido ao susto né quase não saí a voz eu falei moça moça tá tudo bem a senhora precisa de ajuda e ela nada respondeu só continuou andando ela estava a uns 2 m de distância de mim quando virou a esquina em direção ao restaurante da Marlene assim que eu cheguei na esquina e virei para segui-la novamente pro meu espanto Não
havia mais ninguém aí colega meu coração acelerou ainda mais não havia mais ninguém naquela rua olhei ao Meu Redor e realmente estava sozinho como Alguém poderia desaparecer assim do nada pensei que alguém poderia ter aberto uma porta para ela entrar mas certamente eu teria ouvido alguém fazendo barulho abrindo uma porta né lembrei que aqui só tem comércio também né não tem residência para onde essa mulher Poderia ter ido cocei a cabeça esfreguei os olhos e pensei meu Deus eu não posso estar louco eu vi essa mulher e a criança olhei mais uma vez ao meu
redor para ter certeza de que estava sozinho e para completar o susto o meu radinho ligou sozinho e começou a funcionar perfeitamente na minha mão eu nem havia percebido que ainda estava segurando ele pude voltar a ouvir os barulhos dos carros que passavam ao longe e o vento também voltou olhei mais uma vez ao meu redor E não havia ninguém então subi até o Largo chamei alguns colegas que eram vigilantes no teatro e contei o que havia acontecido um deles Chegou a me dizer o seguinte Ah você viu uma aparição meu amigo isso é comum
por aqui e apontou pro Teatro Amazonas e continuou e por essas áreas na semana passada mesmo o vigia novato pediu para ser transferido porque não aguentava mais trabalhar aqui no teatro sempre havia alguém chamando o nome dele mas quando ele ia verificar não tinha ninguém e aí o outro vigilante me disse aqui apontando pro Teatro aqui vemos de tudo desde gargalhadas risadas conversas aplausos e até gritos choros passos névoas a temperatura muda de uma hora paraa outra já diminuiu cerca de 5 graus de repente outro dia mesmo o vigia saiu daqui dizendo ter ouvido o
barulho de uma carroça ou uma charrete Ana aqui eu me arrepiei pois eu mesma a moça que tá contando que que enviou o relato né me arrepiei aqui pois eu mesma já havia escutado esse barulho meu banheiro tinha uma janelinha que dava pra rua e às vezes costumávamos ouvir o sons de fora e eu já havia escutado esse mesmo barulho de charrete bom voltando aqui ao que o vigilante estava dizendo pro seu Carlão e quando foi verificar não havia ninguém olha ser vigia aqui no centro não é para qualquer um não você vai se acostumar
a ver essas coisas Carlão Ana acho que com o passar do tempo ele costumou pois o meu irmão relatou que algum tempo depois ele via ali o seu Carlão na rua fazendo a ronda nesse horário de 2:30 3 horas da madrugada esse vigilante faleceu há algum tempo E por coincidência ele começou a passar mal na rua em que costumava trabalhar hoje em dia o prédio em que ele trabalhava tem alguns acontecimentos estranhos luzes acendem e apagam quando não há mais expediente uma vez avistaram uma sombra em uma das janelas durante um final de semana mas
não sabemos se pode ele ou não bem muito obrigada por ler o meu relato e espero que tenham gostado um beijo para você muito obrigada Será que o seu Carlão agora sombra o local e esse episódio dessa mulher andando na rua com esse olhar parado esse lance de tudo parar a a o rádio não funcionar a bateria do celular acabar ser sendo sugada assim é não ter barulho de nada o vento parar será que ele não foi para outra dimensão Será que foi só o Fantasma passando o Fantasma daquela mulher ou ele adentrou uma realidade
paralela ali que que vocês acham bom Alguém já morou nessa região tem alguma experiência conta pra gente