o olá eu sou o professor ricardo e hoje a gente vai estar falando um pouco sobre o conceito de supply chain management ou gestão da cadeia de suprimentos a gente tá falando nas nossas disciplinas de logística e administração de materiais do curso técnico em administração da própria da escola técnica estadual professora célia siqueira localizada em são josé do egito sala vale tanto para o médio integrado com uma modalidade subsequente ou é a de enfim pode servir para todo mundo que tem interesse em conhecer um pouco mais sobre esse conceito essa prática tão rotineira vamos assim
no mercado brasileiro e mundial no que diz respeito à logística certo vamos lá então e a gente começa falando sobre a evolução do próprio conceito tá certo tendo em vista que nem sempre a gente teve esse conceito de supply chain e mesmo nem sempre as coisas foram assim definidas e por isso a gente precisa fazer um resgate histórico para poder caracterizar melhor a forma como tudo foi ganhando contornos né digamos assim nessa área certo e a gente começa então na década de 60 quando o setor de marketing então responsável pela distribuição das mercadorias ainda não
haviam departamento de vamos assim responsável por atuar nessa movimentação externas do externas dos itens a partir da década de 70 o termo administração de materiais então ele fez tem gesso somente ao transporte a maizena armazenamento e distribuição dos produtos que a gente sabe são atividades essenciais e nem todas as atividades primárias nós são essenciais entretanto ainda não dava uma um apanhado ele não envolve as atividades por completo que a gente conhece hoje como atividades primárias ou de apoio né na cidade lojista na década de 80 logística então começou a ser entendida como um sistema integrado
de matérias e organizações então aí o conceito se espande ganha o novo termo ea logística passa então a lidar com a integração de todos os materiais de todas as matérias e também para as organizações certo na década de 90 e o atendimento eficiente ao consumidor eu usei massa da tecnologia de informação foram duas digamos assim atividades certo e se juntaram para que o conceito né de suplex sem o de gestão da cadeia de suprimentos que ganhasse mais força porque essas atividades até então eram feitas de maneiras isoladas realizadas de maneira separadas não integrados dessa forma
não havia muito planejamento estratégico vamos assim uma visão mais ampla de como elas poderiam ser utilizado a partir da década de 90 então é isso foi essas duas esses dois lados digamos assim na mesma moeda foram se aproximando né e a partir dos anos 2000 então é que a gente percebe o uso mesmo de uma gestão integrada da cadeia de suprimentos que remete ao alinhamento das operações desde o fornecedor da matéria-prima até o consumidor final a cadeia de suprimentos que o conceito então é o conceito da cabeça de cadeia de suprimentos ele se origina exatamente
na ciência logística né e uma cadeia de suprimentos ela pode ser definida como os processos que envolvem fornecedores e clientes e ligam empresas desde a ponte da matéria-prima fundamental as atividades acontecerem até mesmo ponto de consumo acabado e a gente não pode envolver aí até a logística reversa que é um conceito relativamente novo né não tão novo mas nos dias de hoje mas em comparação a outros conceitos dentro da logística é um dos mais novos dos mais recentes e nesse caso e a dá um tom ainda mais complexo de começa a cadeia funciona mas que
fique claro envolve desde o fornecedor da matéria-prima fundamental até o consumidor final e alguns outros conceitos se complementam né esse que foi dito é o seguinte a cadeia de suprimentos abranger todas as atividades relacionadas com o fluxo de transporte de mercadorias isso desde o estágio da matéria-prima até o usuário final da e além disso é importante sempre salientar que a logística também na movimentação do fluxo de informações em vista que o processamento de pedidos uma das atividades primárias da logística e sem a qual nada poderia sair de qualquer lugar e chegar ao seu destino o
as tecnologias de informação que nós temos hoje tudo fica muito mais integrado e um produto correto então vai chegar até a pessoa correta de vida exatamente esse processamento de pedidos com base nos fluxos de informação e um conceito um pouco mais sucinto mas bem carregado de é de conteúdo série a cadeia de suprimentos é uma cadeira de múltiplos negócios de relacionamento porque é exatamente assim que a gente entende que é uma cadeia de suprimento em várias unidades de negócios atuando juntas para que o produto chegue na perfeita condição até o consumidor final e dar margem
para gente elaborar o nosso próprio conceito ou pelo menos explorar um pouco mais esse esse conselho de gestão de cadeia de suprimentos e destacando algumas palavras chaves é consiste na colaboração entre empresas certa essa colaboração entre diversas organizações que ocupam um espaço dentro de uma linha vamos assim lógica de alinhamento entre organizações e dependem umas das outras para impulsionar o posicionamento estratégico e melhorar a eficiência operacional porque a um ganho de eficiência muito grande quando as empresas atuam alinhadas no sentido de que já existe uma previsão planejamento muito maior acerca das atividades que serão realizadas
nos produtos ou serviços que serão produzidos e também dos clientes finais que serão atendidos e quando se trata de do conselho de gestão de cadeia de suprimentos também interessante essa ilustração vem para facilitar que a gente compreenda a forma como se organizam vamos ver seus participantes dessa cadeia né vai desde o fornecedor né que vai poder fornecer produtos e serviços informações e vão adicionar valor aquilo que é produzido né vale a pena reforçar esse ponto até o consumidor final então a gente pega como tá aqui ó fornecedores produtores distribuidores varejo consumidor essa seria a linha
lógica de uma cadeia de suprimento e quando se trata de uma estrutura de cadeia de suprimentos é importante que a gente também lustre com um exemplo né nesse caso exemplo muito conhecido a empresa boticário né aqui a gente tem do início até o fim né da cadeia de suprimentos os fornecedores 5.400 materiais produtivos ou seja matérias-primas que vão chegar no até o consumidor final já trabalhadas processadas enfim a gente tem nesse caso todos os fabricantes para não os fornecedores enviando materiais para as unidades produtivas que vão gerar um portfólio de 900 produtos nas redes franqueadas
que a gente pode considerar como sendo os varejistas nesse caso e que chegaram até o consumidor final como está dito aí em todos os estados do brasil em todos os municípios com mais de 100 mil habitantes tem em oitenta por cento dos municípios como a mil habitantes então é uma expressiva cadeia que sim espande ano após ano e que já ocupa as principais cidades do país classificação dos membros da cadeia é importante também que a gente saiba caracterizar classificar cada uma dessas unidades deve cada uma dessas organizações que fazem parte da cadeia de suprimentos a
gente começa com a empresa focal que é o centro é o foco dessa cadeia é o é para onde tudo converge digamos assim em termos de planejamento porque o que acontece essa empresa ela vai ditar o a forma como tudo vai acontecer ainda que eu esteja falando de uma cadeia por exemplo no sistema puxado ele vai falar mais adiante mas ainda assim a empresa focar o coração de todos os processos é a unidade produtiva certo o fornecedor de primeira camada certo seriam os fornecedores que a gente tem a logo no início pode ser chamada de
fornecedores de fornecedores os fornecedores de segunda camada já seriam os fornecedores mais próximos da unidade produtiva a gente vai ilustrar isso mais a gente vai ficar mais fácil para compreender temos também os distribuidores que estejam exatamente aquelas organizações que após a empresa fabricar no atacado receberiam essas mercadorias para distribuir para os varejistas e aí já entra a classificação dos varejos aqueles aquelas organizações ou por exemplo aqueles mercados que não vendem no atacado nós se vender itens separados no formato de varejo para quem para o cliente final o consumidor final que seria o último elo dessa
cadeia de suprimento os frutos da cadeia a gente tem alguns conceitos relacionados a aonde estamos na cadeia e para onde o fluxo está se direcionado você tem o fluxo montante ou estrear no sentido duas fornecedor cadeia para cima certo a o fluxo acontecendo no sentido do fornecedor e o downstream e aí seria no caso no sentido do cliente final a jusante digamos assim a cadeia para baixo é como se a gente tivesse a saída do fornecedor e para a unidade produtiva como um fluxo com uma com características que diferem um pouco das características que acontecem
oxidam que aparecem que surgem emergem no fluxo já da unidade produtiva para o cliente final ea gente ainda tem também como caracterizar esse frutos esses grupos no sentido do conceito de logística reversa como eu falei que aí já se apresenta no fluxo reverso e aí se dá de uma forma onde a tudo aquilo que era pensado cidade de maneira reversa é o produto acabado esgotado voltando para a unidade produtiva que pode direcionar algo também para os seus fornecedores de matéria-prima e aí a gente tem para ficar mais claro ainda uma ilustração de todos esses exercícios
vocês que a gente tava falando né os fornecedores de segunda camada será que eles fornecedores mais distantes mais distantes perdão da unidade produtiva os fornecedores de primeira camada imagine por exemplo uma uma cebola eu acho que dá para ilustrar bem assim conforme você vai abrindo as camadas vai se aproximando do centro então a primeira camada que ela mais próxima do centro fornecedores mais próximos a unidade produtiva são chamadas de fornecedores de primeira camada olá tudo acontece dentro da unidade produtiva então fluxo de fornecimento parte dos fornecedores para a unidade produtiva da empresa focal é um
detalhe escrito por uma operação do outro e aonde a gente tem por exemplo a gestão de compras da empresa focal comprando dos fornecedores é o fluxo do montante até nesse caso do outro lado a gente teria os clientes de primeira camada que seriam por exemplo os distribuidores e os crentes de segunda camada a gente ela teria aí por exemplo os nossos consumidores finais ou até mesmo alguns tipos de varejistas tá certo esse caso desse outro lado a gente não tem mais a gestão de compras mas a gestão da distribuição física da movimentação dos itens fora
dos limites da empresa certo é a gente não trata mais de fornecimento conceito agora é demanda ah não aí onde a gente junta os as duas gestões de compras distribuição física e temos a gestão de materiais e quando pegamos todo o processo como está lá embaixo na figura gestão da cadeia de suprimento a classificação dessas cadeias né a cadeia total ou seja ela vai ter todos os níveis aquela que envolve todas as relações cliente fornecedor da matéria-prima até a compra do produto final conjunto completo das atividades a cadeia imediata que seria aquela em que estão
os fornecedores e os consumidores quanto com que a empresa faz o negócio diretamente então aqueles que são de primeira camada digamos assim e a cadê interna que diz respeito à cadeia de suprimento dos locais ou seja produtos internos entre departamentos ou células de setores da própria empresa então existe uma cadeia de materiais cadeira de fluxo de materiais dentro da própria organização isso também pode e deve ser considerado uma mente que nós estudamos gestão da cadeia de suprimento tô vendo uma visão em perspectiva a gente pode novamente ilustrar dessa maneira os fornecedores de segunda camada passando
para os fornecedores de primeira camada chegando até a operação produtiva a unidade produtiva onde nós temos os clientes depois de primeira camada de creche de segunda camada e vejam logo abaixo na ilustração à rede imediata de fornecimento ou seja o relacionamento entre os fornecedores e clientes de primeira camada e a rede total de suprimentos que já envolve toda a cadeia de suprimentos que a gente ilustrou vamos classificar então os membros dessa cadeia né nós temos os membros primários e os membros de apoio os membros primários seriam aqueles que executa atividades que vai agregar valor ao
longo dessa cadeia de suprimentos né o que acontece assim são pessoas que estão organizações que estão as vidas a parte que o produto seja manipulado sejam feitas benfeitorias nessa nesse produto nessa matéria prima e fica esse produto seja transformado e tenha valor agregado para o consumidor final os membros de apoio àqueles que fazem com que tudo aconteça da melhor forma sem interferir diretamente na agregação de valor a gente pode levar em consideração presa para as atividades de transporte é uma atividade de apoio e não necessariamente está agregando valor diretamente vamos neto fala assim no processo
produtivo mas que afeta a cadeia como um todo e sem atividade de transporte a gente não teria movimentação dos materiais e aí então são agitado além de várias outras questões a escolha da melhor estratégia de cadeia porque o que acontece a gente tem que escolher bem na a planejar uma cadeia de suprimentos para que a gente saiba o que é que é mais adequado ao nosso mercado por que essa escolha aí vai afetar diretamente a eficiência ea eficácia da nossa cadeia duas fases estratégias mais significativas quais são aquelas onde nós temos uma produção empurrada ou
peixe ea a expressão em inglês onde o canal de suplementos planejar suas atividades com base no histórico de demandas de acidente produzindo empurrando a mercadoria e os itens ao longo da caneta assim o seu fornecedor já sabe que você vai precisar ele já vai produzir essa matéria prima já te passa você já recebe sabendo que existirá uma demanda histórica e inclusive se deu com base em fatos históricos e registros históricos da empresa e o seu consumidor já sabe que vai ter acesso essa mercadoria porque essa mercadoria vem independentemente do estímulo desse consumidor em alguns itens
de commodities são ruim encaixam bem isso aí produtos mais básicos se encaixa mais facilmente nesse tipo de cadeia já pronto já uma outra perspectiva fornecimento puxado uma produção puxada digamos assim entra uh né configura o canal de suplementos visando o máximo de responsividade ou seja cada pessoa cada cada membro da cadeia muito ciente da sua participação uma responsabilidade ainda mais aumentada porque nesse caso o consumidor final a demanda puxada por ele então tudo que é produzido é pautado com base na provocação dos que estão no fim na ponta dessa cadeia produtiva porque é uma forma
de reduzir custos onde diversos como o estoques instalações físicas enfim é uma forma de não ter capital empregado e pará é transformado em mercadoria então a gente espera a provocação do mercado para quem então o fluxo produtivo se inicie então a cadeia produtiva só vai atuar a partir da provocação de mercados é um que funciona no contexto de uma metodologia de fabricação enxuta de produção enxuta just-in-time um exemplo disso é uma cadeia de suprimento de uma empresa como a toyota certo parece que se originou esse pensamento de produção enxuta de cada enxuto e aí está
chegando ao fim e eu deixo aqui essa sugestão de vídeo né estratégias hoje e po tá certo é para que a gente possa complementar um pouco essa discussão tá dar o mérito ao professor que produziu o vídeo é uma indicação que eu deixo aqui e me coloco à disposição para dirimir qualquer dúvida para tirar qualquer dúvida a responder qualquer questionamento ou mesmo de bater algo que não foi contemplado nesse vídeo mas que porventura vocês que estão assistindo sentou necessidade de discutirmos certo um bom estudo bandas todos a todos e se você acha que precisamos discutir
algo mais por favor comenta nesse vídeo ou então entre em contato comigo pelas redes sociais nas salas virtuais aí onde a gente está inserido beleza a atenção bons estudos a todos