[Música] Então olha que que que coisa né bonito eu falo que é muito bonito porque quando eu vejo essas coisas bolinho BR aí como a gente tava falando do Social né da interação que a gente causa tanto com os terapeutas que a gente acaba criando um vínculo junto com o cavalo então a criança já relaciona você junto com o cavalo Então você já quebra também alguma alguma Como que fala algum aspecto que ela tem com alguém sabe assim você já consegue ter um vínculo mais rápido com essa criança essa criança é é raras exceções que
elas não fazem um vínculo imediato com o cavalo tá eh então a gente gosta de fazer a escovação que é o o cuidar do animal a gente faz esse essas mobilizações e essas posições essa posição aqui também ó Imagine você tá de Costa ao movimento né tem uma outra posição também aqui que eu coloquei que Imagine você está de lado ao movimento e ainda lançando uma bola tá quando eu falei da fala que a gente consegue estimular até verbal e não verbal a gente pode dar nome pras Peças Pode pôr eh símbolos nessas peças paraa
criança identificar legal é muito legal aqui embaixo Ó tem bichos entendeu Você consegue fazer muita coisa legal com as crianças então daí a gente consegue os benefícios cognitivos a melhora da atenção e concentração sim porque a gente sempre fica atento perto de de um animal daquele tamanho não tem como não e ainda você montado ou no solo esse esse animal sempre tá se mexendo mudando de posição quando tá andando ele já tá te chamando para aquela aquela aquele momento ali agora então você tem que estar atento querendo ou não Tá bom é muito mento e
ele é muito alto também quando você sobe também você vê que ele é muito alto fica tudo o Val ele sempre tem ele tem essa esse espelho de força empoderamento né que você pode ver os monumentos é tudo o rei leitura dele já já mostra essa força né é já então imagine a criança que que você vai ver as historinhas de de príncipe heróis e e até a própria história da humanidade sempre tem alguém é muito empoderado tipo assim um rei uma figura muito forte né em cima de um cavalo é entendeu Então as crianças
TM essa consciência também e por mais que a gente Ache que elas não entendam tá elas entendem já passa para elas né Elas entendem eh e a gente costuma não trocar de animal para ela ter esse vínculo mesmo tá então já ficae mesm é é só se esse animal Naquele dia naquele momento não está disponível falo assim de bem estar tá fora isso é sempre o mesmo animal isso legal por para essa criança criar o vínculo então tem criança né que agora tá mudando um pouco o perfil de quem tá sendo atendido no começo tipo
assim lá em 2008 que foi aquela primeira fala era muita criança com paralisia cerebral e agora tá invertendo agora tá vindo muita criança com teia tá então imagine a gente conseguir desbloquear algumas coisas dessas crianças com teia é a parte da socialização que pega mais né e é a parte da socialização que pega mais então se você consegue fazer essa criança se socializar com o animal que daí já entra aquela outra aquela outra frase que eu coloquei da ecoterapia que a gente só é um facilitador pra ação dessa criança ou para essa pessoa fazer sua
interação a gente só facilita essa interação na verdade a gente eh a gente faz algum alguns pontos dá uns foques em algumas coisas e libera sabe assim deixa a criança se relacionar entendeu a gente só vai conduzindo só vai levando pro lado que a gente quer mas na teoria é a criança que vai fazer a terapia dela por isso que a gente fala que é praticante tá não paciente porque ela pratica a sua atividade legal é tá então como eu tava falando tem crianças que a gente falar ela não entende né Eh por muitos anos
eh a gente eu tinha uma paciente uma praticante ela paralisia gravíssima que você falava assim a sua criança não entende nada do que tá acontecendo ao redor dela mas a avó que era responsável sempre relatava chega quinta-feira ela muda ela fica bem ela fica ativa e ela vê que tá pondo a roupa para vir para cá e ela já fica com sorriso no rosto e a gente sempre chegava e falava assim ah eh chamava o nome da criança falava vamos montar no seu cavalo lá no PEP por exemplo né essa criança abriu um sorriso de
orelha a orelha impressionante impressionante impressionante assim que você fala É surreal só vendo Então a gente consegue também essas habilidades de resolução de problemas que a gente tá vendo aqui na foto é um problema você ficar ali de lado caval andando e jogar a bola pro terapeuta ali falando joga bola né Como que eu faço isso né Tá e lógico a interação do animal e a natureza e tudo estimula tudo tá a gente fala que a gente tem um ambiente muito estimulador de todos os sentidos que você possa imaginar né tudo que você tem Ah
é o táo é o táti é o auditivo é auditivo é o é o o olfato é o olfato é a degustação é porque às vezes a criança come a cenoura do cavaloes lavando o cavalo e assim que beleza daí como eu tava falando a gente aprende sobre o mundo na né nos sentidos né Essa pirâmide aqui de aprendizado eu falo que a ecoterapia se você for vendo cada quadradinho desse aqui a gente consegue estimular todos todos aí vai do objetivo do terapeuta no que quer estimular tá então eu consigo estimular o sistema tátil o
vestibular o próprio ceptivo a visão a audição o olfato o paladar planejamento motor consciência dos dois lados segurança postural esquema corporal habilidades sensoriais Então você imagina coordenação de olho e mão porque quando essa criança tá lá com essa bola jogando para essa pessoa ela tem que tá olhando para onde ela vai jogar ela tem que pensar que como o cavalo tá andando não é exatamente naquele lugar que ela tá vendo Então é um pouco mais para frente então você consegue ter noção do qu é a gente fala assim Nossa é tão simples parece um passeio
de cavalo não é tá não vai nessa não é então a gente com foco a gente consegue trabalhar todas essas áreas da pirâmide tá bom ai gente eu acho que eu falei um monte né E aí é isso Olha foi até que foi rápido eu queria saber se vocês têm dúvida Nossa eu falaria muito mais é tem idade específica ah os estudos falam que a gente começa a fazer a terapia a partir dos 3 anos tá o síndrome de d a gente avança um pouco para qu a 5 anos por causa da estabilidade atlanto axial
e ele precisa fazer essa avaliação pra gente poder tá liberado para fazer isso na verdade eh a gente faz um acolhimento com os pais vê qual é o desejo desses pais e depois a gente faz uma avaliação em sala tem dependendo do da da do quadro clínico dessa criança são determinadas avaliações E aí depois a gente ainda faz uma outra avaliação eh com essa criança perto do cavalo porque às vezes dá tudo ok ali pai avaliação daí você fala nossa dá para montar no cavalo daí você chega lá às vezes a criança tem alergia do
cavalo Ah porque tem né é uma realidade às vezes ela tem um pavor de cavalo é essa reação de medo é comum o medo é comum e a gente consegue Porque tem toda uma metodologia para você fazer essa aproximação e essa e essa ligação entre o paciente e o cavalo então o medo é comum todo mundo tem medo de uma coisa que a gente não conhece ainda tem muita criança que não conhece pessoalmente um cavalo então é normal ter medo então tem todo uma técnica para você fazer essa aproximação só que tem gente que tem
pavor tem Pânico então daí não dá tá por isso que a gente sempre faz essa primeira aproximação junto com o psicólogo Então as primeiras aproximações são com psicólogo porque ele vai avaliar as reações dessa criança ver como que é se ela vai dar conta de trabalhar esse medo entendeu e dali a gente consegue focar para uma terapia então desde esse primeiro contato demora um pouquinho para ela poder subir no cavalo demora demora demora demora vai de criança para criança tá tem essa também porque daí a gente tem que pensar que tem criança que ama cavalo
chega lá passa a mão no cavalo e já quer montar no cavalo ali não que vai estremar outro ou medo ou eu quero agora é medo não tem nada só só quer aproveitar e mas tem criança que demora já tive criança que ficou dois meses pra gente conseguir montar com essa criança e daí a gente fez toda uma atividade em solo com essa criança então ela não montava daquela questão da altura que ela não era nem medro do cavalo era questão do da altura que ela ficava no cavalo entãoa eu isso comigo também o meu
medo era quando eu tava lá em cima que eu falava gente parece que F mais alto do que eu esperava o medo é da altura Então vai trabalhando-se isso mas a gente conseguia fazer tudo de atividade que poderia fazer em solo com essa criança a gente fazia então a gente essa criança chegava adorava chegar lá adorava arrumar o cavalo dela escovar pôr o material prender o capacete lá para depois ela levava O cavalo dela pra pista E daí como como a gente já sabia que ela tinha esse bloqueio de montar então a gente fazia eh
circuitos na pista para essa criança fazer com o cavalo Então essa criança conduzi o cavalo do chão e daí poucas vezes essa criança montou porque a gente estimulava ela a fazer o mesmo circuito ela em cima do cavalo Ah sim ela tava mais familiarizada né É então algumas vezes ela montava algumas vezes não endeu daí vai não dá para forçar porque se a gente força que eu vejo muito lugar que pega assim já pega criança e monta é não pode fazer isso porque às vezes a gente pode causar um trauma que essa criança nunca mais
volte né É ela Pegue uma versão então é todo um trabalho por isso que eu falo tem um trabalho de aproximação aí tem o psicólogo por exemplo tem criança que chega e já quer montar mas às vezes psico fala ah não segura porque às vezes é Muita ansiedade na hora que vai montar ela vai dar uns 10 passos para trás é vai assustar entendeu então daí gente por isso que sempre as primeiras aproximações e sempre é com psicólogo porque ele vai É lógico que a gente também consegue identificar isso né mas aí a gente vai
trabalhando isso aos poucos então tem criança que monta em três sessões ela já monta tem criança que nunca monta