Oi, oi, gente. Sejam muito bem-vindos ao meu canal. Eu sou a Leandra e eu conto relatos todos os dias aqui para vocês de segunda a sexta-feira.
Bom, se por um acaso você caiu de para-quedas aqui no canal, eh, eu também conto relatos mais curtos no meu TikTok, no meu Instagram e essas redes sociais estão aqui embaixo na descrição do vídeo. Se por um acaso, né, você tiver aí algum relato para me enviar, os relatos devem ser enviados pro e-mail que já fica aqui embaixo na descrição, assim como o link lá pro Spotify. E bom, gente, como vocês já sabem, né, eh, eu odeio rolar aqui na introdução, então já já vamos para o relato de hoje.
Mas antes não se esqueça, né, de se inscrever no canal, caso você ainda não seja um inscrito, de curtir esse vídeo agora no início, né, porque ajuda muito a divulgar o vídeo aqui na plataforma e hypar o vídeo se tiver aparecendo aí essa opção para você. E bom, agora sim, né, recadinhos dados, vamos ao nosso relato que se chama ex-namorado maledito, amarração amorosa. Sei que vocês amam relato de amarração amorosa, então aqui juntou amarração amorosa, maledito.
Eu pensei assim: "Não, a galera vai amar este relato". Então vamos lá. Eh, deixa eu só ver aqui porque ela tipo respondeu o e-mail.
Ah, tá. Estou reenviando esse e-mail. Eu posso passar o texto todo pelo Gemini.
Não sei se é Gemini ou Gemini, eu não sei como que pronuncia. E também coloquei uns detalhes a mais, não tem problema, tá gente? Igual eh ontem eu até tinha postado, ontem não, antes de ontem, que para não mandar o mesmo relato toda vez, assim, ficar mandando em e-mails diferentes, mas quando faz igual aqui, que ela só respondeu o e-mail, não tem problema, tá?
porque fica tudo num corpo só de mensagem, então não tem problema. Então vamos lá. Eh, oi Leandra, tudo bem?
Eu espero que sim. Você pode falar o meu nome. A gente, como é relato de maledito, amarração amorosa, eu acho melhor não falar o nome dela.
Me chamo fulana porque é o mesmo nome que tá no e-mail, então eu sei que não é fiqutício. Me chamo fulana e os outros nomes que eu irei citar durante o relato já foram trocados. Olha, eu já aviso que o relato será longo, pois o que aconteceu perdurou por muitos anos.
Então vamos começar que eu sei que você não gosta de enrolação. Bom, eu já aviso que esse relato é sobre amarração amorosa e principalmente, né, sobre um maledito. Eu contextualizei tudo antes para que você entenda que tudo de ruim que eu passei foi por causa da magia e do mau caráter que habita o coração dele.
Eu já aviso também que esse relato possui diversos gatilhos como automilação, tentativa de suicídio, é mitomania, que são pessoas que possuem uma compulsão patológica, né, em mentir, abusos sexuais, físicos e psicológicos, relacionamento tóxico no geral e stalker. Meu Deus, tem de tudo. Eu tô até preocupada.
É porque eu não li o relato antes, né? Mas vamos lá. Tudo começou quando eu tinha 13 anos.
Hoje eu tenho 26. Eu era uma criança ainda e tinha iniciado um namoro com um rapaz que na época tinha 16 anos, a qual eu chamarei de Douglas. Sou do interior de São Paulo, uma cidadezinha bem pequena.
E ela falou o nome da cidade, mas assim pediu, né, para eu não mencionar e é bem pequena mesmo. E na época eu estava iniciando a vida, conhecendo o mundo ali pelos olhos de uma pré-adolescente afobada e curiosa. Eu conheci esse rapaz na academia.
Ele ficou me observando por dias até ter coragem de me chamar no Facebook. E isso ocorreu lá pelo ano de 2012. Quando começamos a conversar, ele tentava me conquistar dizendo coisas que olhando hoje em dia eram obviamente mentiras, mas na época, né, eu era muito ingênua.
Ele ficou 8 meses correndo atrás de mim. começou de forma leve baixando séries como o Diário de O Vampiro, filmes e jogos como The Sims, gravando ali CDs. E na época, gente, não existia Netflix e outras plataformas de stream.
Talvez você lembra. Então, eh, a pirataria rolava solta. Eu lembro, gente, eu lembro que eu tinha um amigo que ele amava filmes igual eu.
Eh, eu ainda amo, mas nessa época eu amava muito, muito, muito. Então, a internet dele era melhor que a minha, né? Aí ele baixava vários filmes e tudo mais, ele tinha uma coleção e aí ele me emprestava e eu fazia a cópia dos DVDs, né, que tinha lá o, eu esqueci o nome agora, do programa que eu usava, mas não usava muito internet, entendeu, para fazer.
Eu acho que não usava internet nenhuma para fazer as cópias de um DVD pro outro. Lembro que você botava o DVD no no gabinete do computador, aí você colocava o DVD lá para dentro, aí você fazia a cópia, aí em seguida ele já abria, você tirava o DVD com filme e inseria um DVD virgem. Aí eu fazia as cópias.
Eu sou dessa época, gente. Eu sou da época que as minhas amigas faziam lista das músicas que todo mundo ali da sala e tals queria. Eu chegava em casa, baixava e no outro dia eu passava via Bluetooth, porque por mais ruim que era, a minha internet chegou primeiro do que da na casa das minhas amigas.
Ai gente, meu Deus. Bons tempos. Mas era legal.
Era legal. Era difícil, mas era legal. Bom, após 8 meses, ele atravessou a cidade com um buquê de flores, uma caixa de bombom e um urso gigante nos braços para me pedirem namoro.
Quem via de longe, inclusive eu, achava tudo aquilo muito lindo e romântico. Para uma garotinha, aquele gesto foi importante e marcou muito. Mas por mais que eu achasse tudo lindo, o sentimento que eu tinha por ele não era sério a ponto de eu realmente querer algo, sabe?
E no momento em que ele chegou ao meu portão, minha mãe que estava ao lado ali lavando o quintal, ficou maravilhada e insistindo muito para que eu dissesse sim. E bom, eu acabei cedendo. Juro que eu lembro até do pensamento que eu tive naquele momento, sabe?
Tipo, ah, ok, vou aceitar porque isso aqui não vai passar de três meses. Ah, Leandra, como eu estava enganada, ela ainda botou em caixa alto e [ __ ] para para dar ênfase em como ela estava enganada. Na época, as minhas amigas tinham relacionamentos breves que nunca duravam e eu realmente achei que aconteceria o mesmo comigo.
Eu aceitei por pura insistência dele, principalmente de todos ao redor, que não entendia porque eu estava relutante. Na verdade, nem eu sabia o porquê, mas eu aceitei mesmo assim. Os anos foram passando e no total, gente, foram 5 anos.
Foram os cinco piores anos da minha vida. Era um relacionamento extremamente abusivo, com brigas literalmente todos os dias. Eu chorava de ódio por causa dele.
Não queria vê-lo, mas também não conseguia evitá-lo. As paranoias criadas por ele iam desde achar que eu dava em cima dos amigos dele até achar que eu estava afim do pai dele. Gente, um senhor de mais de 50 anos.
Ele tinha ciúmes até da minha própria mãe. Com o tempo, eu fui me afastando de todos. Por influência dele, eu acabei criando rivalidades inexistentes com pessoas que me amavam, sabe?
Amigos, familiares. Eram coisas que ele enfiava na minha mente, mas era tudo mentira. Outra mentira recorrente era que Douglas dizia que tinha sérios problemas no coração.
O problema que se chama coração grande. Só que, meu Deus, gente, isso era mentira. Quando tínhamos alguma discussão, ele sempre acabava com dores extremas no peito que o faziam desmaiar nos meus braços.
E já adianto, Leandra, era tudo mentira. Ele não tinha nenhuma doença cardíaca e fingia desmaiar para que eu me sentisse culpada por estar causando essa crise nele. Com o tempo eu cheguei a juntar R$ 600 e assim simplesmente entreguei assim de mão beijada para ele para ele fazer exames.
Exames estes que provavelmente nunca foram feitos. E eu não faço ideia do que ele fez com esse dinheiro. Bom, muito do interesse dele era financeiro.
Como minha família sempre teve boas condições, ele aproveitava ali do conforto para viajar pra praia, né, sem pagar nada, porque querendo ou não, né, gente, ele ia, dormia, comia de graça, tudo as custas dos meu, eh, tudo as custas ali dos meus pais, né? Fora que eu também dava muitos presentes e eram presentes caros, tipo celular, TV. Gente, TV é loucura.
Eu sei. E pode ter certeza que eu nunca mais farei algo assim. E eu me arrependo muito de ter gastado o meu dinheirinho suado com ele.
Isso, gente, foi só o contexto, pois é a partir daqui que a história fica mais pesada. Leandra, eu não amava e não conseguia terminar ao mesmo tempo. Eu era muito nova e, como ele foi o meu primeiro namorado, tudo que eu aprendi sobre amor, sexo e relacionamentos foi com ele.
E eu aprendi errado da pior forma. Eu me sentia obrigada a ter relações sexuais. Eu odiava, mas eu não conseguia negar isso.
Isso me causou traumas terríveis. E eu demorei mais de 3 anos pós ali o término, né, após o término, para eu começar a sentir prazer em relações futuras, pois com ele só existia dor e sangramentos. Teve momentos em que eu me embriagava, eh, em que eu, né, me embriagava a ponto de quase ficar inconsciente para não presenciar o ato.
Eu bebia e deixava que ele fizesse o que quisesse comigo. E ressalto que nessa época, gente, eu tinha entre 14 e 16 anos, enquanto ele tinha 17, 19 por aí. Hoje eu reconheço que isso foi um abuso sexual, mas na época eu não enxergava dessa forma.
Como disse, eu aprendi que isso era normal dentro de um relacionamento. Bom, depois de alguns anos, já no último ano de namoro, eu comecei a receber e-mailos de ameaça. Sim, Liandra, e-mail.
Na época já tínhamos acesso ao WhatsApp, Facebook, então receber em específico e-mails era algo bem estranho. Esses e-mails vinham do que parecia ser um ex-ficante de quem o Douglas tinha muito ciúme. Eu chamarei esse exíficante de Gustavo.
Os e-mails diziam para eu largar o Douglas e voltar para ele. Ele mandava fotos dos meus amigos e familiares com um X. sabe, vermelho no rosto da pessoa, dando a entender que essas pessoas estavam em perigo.
Nessa época, uma gatinha minha sumiu. Eu fiquei desesperada e dias depois eu recebi um e-mail com a foto de um gato morto muito parecido com ela. Sinceramente, eu não sei se era ela, mas aquilo me atormenta até hoje.
Gustavo também enviava mensagens com ofensas, me chamando de gorda e feia. Minha autoestima era péssima e em certo momento eu cheguei a mutilar os meus pulsos em desespero pela culpa que eu sentia. Nesse dia, eu enviei uma foto do meu braço para o Douglas pedindo ajuda.
E ele, ao invés de me confortar, também cortou os próprios pulsos, o que me deixou confusa e desesperada. É o protagonista, né? Tudo tem que ser sobre ele.
Nada pode ser do próximo. Tudo tudo é dele. Tudo dele, nada do outro.
Nunca vi assim. E fomos para a escola no dia seguinte com os pulsos enfaixados. Lembro que uma professora chegou até nós curiosa com o fato de que nós dois estávamos com o pulso enfaixado e gente, ela achou que tínhamos feito tatuagens iguais.
E eu posso ser a louca das tatuagens, um gibi ambulante, como dizem, eh, como normalmente sou chamada. Mas desde aquela época até o final de minha vida, eu nunca teria o nome de um namorado ou algo do tipo tatuado. Bom, eu estava fazendo cursinho e vestibulares em outras cidades na esperança de passar e ir embora para me livrar dele.
Ele de forma obsessiva não me deixava sozinha. pagou o cursinho que não era barato e claramente o dinheiro fazia falta para ele. Na época eu ficava chateada porque eu não entendi o motivo dele estar se colocando nessa situação, sabe?
Sabe, eu ficava, cara, isso é culpa minha, enfim, eu tô causando isso. E, gente, ele ia nas viagens comigo para fazer as provas, os vestibulares, sabe? isso em outro estado, mas ele não tinha intenção alguma de estudar ou passar nesses cursos.
O único objetivo era ser um guarda-costa chato e obsessivo. E nessas viagens chegaram mais e-mails do tal Gustavo dizendo que estava nos seguindo, mandando fotos ali da fachada do hotel em que estávamos hospedados. Fora que ele também mandava foto, gente, das roupas que assim de detalhes das roupas que estávamos usando ali em um certo momento.
Era tipo um stalker. E Leandra, nessa época eu estava assistindo a série Prolers. Aí eu amava essa série.
E eu fazia o Douglas assistir comigo. Lembro que eu ficava chocada com o modo ali como as protagonistas da série estavam sendo estalqueadas. Eu até cheguei a comentar que viver esse tipo de coisa seria assustador.
Eu estou contando isso, pois eu creio que irá fazer e que irá trazer mais sentido sobre os fatos a seguir. E mais para frente vocês irão entender melhor. Após eu reclamar, chorar e ter diversas crises de pânico, o Douglas disse que iria dar um susto, entre aspas, no Gustavo.
Ele alegou que alugou uma van preta com um amigo. usaram moletons com capuz e sequestraram o Gustavo e o ameaçaram. Cena de filme, né?
Eu sei. Mas lembrando, gente, que eu era uma adolescente extremamente ingênua, OK? Então, assim, na época eu acreditei.
Então, por favor, não me julguem por cair nesse papinho. Mas o estranho é que os e-mails paravam por uma semana, porém depois voltaram. nos últimos eh nos últimos eh eita, queiji.
Nos últimos e-mailos aconteceu um sequestro, entre aspas. Eu recebi, meu Deus, não tô lendo isso não, gente. Esse Douglas, ele ele extrapolou o nível da esquizofrenia.
Eu recebi fotos do Douglas amarrado, vendado e amordaçado dentro de um carro. E o texto dizia: "Dê tchau para ele ou volte comigo". Gente, eu fiquei desesperada e na hora eu respondi que eu voltaria.
E exatos 10 minutos depois, o Douglas apareceu no portão da minha casa, como se nada tivesse acontecido. Ele não quis falar sobre o assunto e eu sentia que eu estava enlouquecendo. No final desse mesmo ano em questão, quando íamos completar 5 anos de namoro, eu passei na faculdade dos meus sonhos, que era medicina veterinária.
No ano de 2018, jurei que terminaria o relacionamento, pois não arrastaria aquele homem para essa nova fase. No dia em que terminei, ele nos trancou no meu quarto, pegou uma tesoura enorme que estava à toa por ali no móvel e ameaçou se matar. Mas como não teve coragem, pegou as minhas mãos, fechou-as em torno ali da tesoura e puxou contra o próprio peito.
Leandra, eu usei toda a minha força e se eu não tivesse resistido, a tesoura teria entrado no peito dele e hoje eu seria provavelmente uma assassina, pois não havia testemunhas. E eu finalmente consegui terminar esse relacionamento, mas minha vida desmoronou. Eu não conseguia estudar, me afundei em drogas pesadas, minha saúde emocional estava destruída e o pior é que eu não fazia ideia disso.
Alguns anos depois, eu tranquei minha faculdade, pois a situação com as drogas pioraram muito e eu pedi para ser internado em uma clínica psiquiátrica. Eu sofri abusos e situações bem humilhantes. Tranquei a faculdade no terceiro ano e perdi o meu brilho.
E sabe, todo o meu sonho estava indo por água abaixo. E agora o choque. Quem enviava os e-mails não era o Gustavo, mas o próprio Douglas.
Sim, Leandra. Meu próprio namorado se passava pelo ex de quem ele dizia e de quem ele dizia ter tantos ciúmes. Ele forjou o próprio sequestro.
Eu analisei as fotos depois ele estava amarrado no próprio carro. Eu recuperei essas fotos na lixeira do drive e estou até Gente, ela botou aqui no e-mail. Ai depois eu quero ver.
Ai gente, pena que vocês não, eu acho que vocês não vão poder ver, né? Vamos ver o que ela vai falar no final. E eu estou anexando para você ver.
Ah, é apenas você. E deixando claro, eu não modifiquei nada na foto, pois parece coisa de novela. E muitas pessoas na época escolheram não acreditar em mim.
Na época eu fui atrás do Gustavo e descobri que ele estava estudando engenharia em outro estado, totalmente alheio a tudo. Mas um plot twist disso é que lá pelo ano de 2021, 2022, eu tive um breve relacionamento com o Gustavo e foi assim que eu consegui confirmar 100% que ele não teve absolutamente nada a ver com esses e-mails. E lembra que eu mencionei sobre a série, né, a eh PLL, né, Pror?
Eu gaguejo toda vez. Pr Little Liers PLL. Bom, as mensagens que eu recebia eram muito parecidas com as mensagens que as protagonistas das séries, né, de A, que era a Stalker da série, recebia.
Então, eu tenho para mim que Douglas se inspirou na série para fazer esses jogos psicológicos, forjando um stalker. Acredito ser isso, pois eu realmente não entendo o motivo dele. Hoje em dia, 2025/2026, após anos de acompanhamento psiquiátrico, eu descobri que o Douglas fez uma amarração amorosa para mim quando eu tinha 15 anos de idade.
Faz 10 anos que essa magia foi feita e eu consegui terminar o namoro mesmo com a magia agindo, creio que com a ajuda dos meus guias. E hoje eu sei que os meus guias me protegeram muito naquela época, mas como a magia não me fez voltar com ele, ela destruiu a minha vida. Os obsessores que foram enviados juntos ali com a magia, pois toda a demanda é enviada com pelo menos um ou vários obsessores, tudo isso me levou à depressão profunda, tentativas de suicídio e surtos psicóticos.
Hoje eu estou tomando medicações controladas diariamente e fui diagnosticada com transtorno de personalidade borderline. E eu tenho assim que eu tenho consciência, né, de que foi desencadeado por tudo que eu passei. Eu descobri a amarração em agosto de 2025, após fazer um corte energético com esse meu ex, que por mais que tivesse se passado 10 anos, eu ainda não conseguia esquecê-lo e não entendia o motivo.
Só então quando uma amiga bruxa conseguiu ver nas cartas. Eliandra, algumas magias elas são tão densas que levam anos para serem descobertas, pois elas ficas e elas ficam, né, escondidas, entre aspas, debaixo de outros problemas. E só após retirar uma grande camada de energia ruim sobre a tal pessoa, no caso o corte energético, é que eu fui capaz de enxergar essa amarração.
E lembra que eu disse que eu não conseguia terminar mesmo odiando ele? Então era a amarração agindo. Eu nunca contei isso em lugar nenhum.
Eu tentei resumir, mas há muitos detalhes. Hoje eu estou deixando o passado para trás. A amarração foi desfeita e eu acredito que o karma voltará para ele.
Hoje em dia, eu não tenho nenhum contato com ele, então eu não sei dizer se o karma já está agindo ou não, mas eu espero que sim. Pois também descobri que ele não tem noção de maldade. Eh, ele não tem noção da maldade que me fez.
Foi me dito no baralho que ele é uma pessoa extremamente infantil e narcisista, do qual não entende nem se responsabiliza pelas consequências de seus atos. E esse foi um dos meus relatos. Não tenho muitas histórias sobrenaturais, porém se for para falar de maledites e maleditos, pessoas que tentaram me destruir, creio que eu encheria o seu e-mail de relatos.
Gente, eu tô rindo porque ela mesmo riu aqui, tá? Eh, obrigada por ler, Leandro. Um beijo para você, para os gatinhos e para todos que estão assistindo.
Não perco nenhum vídeo seu. Continue postando, porque nós, Leandrete, somos apaixonados pelos relatos e pelo carinho e respeito que você tem com o público. Observação.
Eu já enviei um relato curto sobre uma aparição no meu quarto. Eh, está sem título apenas. Ah, tá.
Eu não vou falar eh enfim, eu não vou falar porque se nesse outro relato porque é um tema que eu faço, eh, ai meu negócio ficou no chão. É um tema que eu faço coletânea com frequência, então pode ser que nesse outro eh fale explicitamente mais coisas sobre ela, sabe? Então aí as pessoas podem identificar, então não vou falar o título.
E aí ela botou eh atenciosamente o nome dela e deixa eu só ver se veio a foto, gente. Ai, gente, é porque ai moça, que vontade de jogar um blue assim, uma coisa. Ai gente, eu queria muito mostrar essa foto para vocês porque é muito tosca.
Ai, mas ela era adolescente. Ai gente, que vontade de sei lá, jogar no Gemini, gemini, sei lá, e falar assim, tipo assim, eh, chat, muda a cor da camisa. Isso e isso, só pra galera ver como ele estava amordaçado.
Ai, mas eu eu tenho medo de fazer isso. Aí eu tenho que tirar o vídeo do ar porque é uma história e tanta, né? Então não vou fazer isso não.
Mas gente, pensa numa e aqui, tipo, ele parecia ser muito mais velho do que ele realmente era. Ele não parecia ter só tipo 17, 16, 17 anos, não. Ele parecia ser mais velho.
Um marmanjo desse. Ai gente. E quem será que tirou essa foto para ele?
Pelo ângulo aqui foi alguém que tirou alguém, alguém ajudava ele nessas tramo aí. Alguém alguém entrava com ele nessa psicose braba aqui. Gente, mas que relato, né?
[ __ ] que pariu. É, gente, é complicado. Então, assim, eh, uma coisa que que eu assim que eu penso é o seguinte.
Eh, eu só tô olhando aqui, gente, para ver se tem, não é isso mesmo. Tá certinho. Não tem mais relatos, não.
É porque ela respondeu. Eu só tô vendo se tá tudo certinho. É uma coisa que, assim, eu penso muito, né?
Eh, cara, namoro na adolescência é uma coisa delicada. delicada, porque você pode dar sorte de, tipo assim, você ter um namoro tranquilo, um namoro bom, uma coisa assim que não te traga ali muitas dores de cabeça, mas pode acontecer um negócio desse, porque assim, eh, eu vou ser bem sincera, eu achei um pouco estranho a questão da idade, porque, tipo, ela ter 13, tá, tipo, 13, 14, 15, 16, três aninhos de diferença, né? Eh, só que gente, eu acho que em determinadas fases da nossa vida, essas pequenas diferenças de idade, em algumas fases faz diferença e em outras não muito.
Por exemplo, hoje em dia você ter, tipo, ali é 25, aí 25, 26, 27, você namorar uma pessoa de 28, tipo isso, entendeu? Não tem tanta diferença assim. Agora eu acho que você de 13 namorar uma pessoa de 16 é um pouquinho diferente, porque eu lembro que quando eu tinha 13 anos, aí depois eu lembro quando eu tinha 16, é uma discrepância, apesar de que tem pouca idade de diferença de uma idade para outra, mas a gente muda tanto o nosso cérebro, enfim, as nossas atitudes.
Então, é, eu acho assim que os pais, né, tem que ter um certo tato para lidar com isso, igual ali a menina extremamente eh, visivelmente desconfortável, não querendo aceitar e os pais, né, empurrando. Não tô dizendo que é culpa dos pais, porque a gente não tem culpa, nem os pais, nem a menina, nem ninguém tem culpa de encontrar um [ __ ] ali pelo meio do caminho. Mas eu acho que às vezes a o pai e a mãe, por ser o mais velho daquela situação ali, tem que olhar direito para essas coisas.
E tipo, cara, isso aqui não tá saindo um pouco do controle não. Porque assim, gente, ela morava, no caso, a seguidora que enviou o relato, ela morava com os pais. Então, será que em nenhum momento os pais via, por mais que às vezes ela podia esconder, né, omitir algumas coisas?
Gente, tem coisa que você morando debaixo do mesmo teto da pessoa, não tem como passar batido, tipo a questão das eh dos cortes, né, no pulso, enfim, tipo, querendo ou não também 13, 14 anos, você pegar um pouco ali às vezes o telefone do seu filho. É lógico que sem assim eh sem, como que eu vou dizer, gente? Não é você invadir a privacidade da criança ali, do adolescente também, né?
Não, da criança tem que invadir sim. Falando do adolescente, mas sei lá, né? tipo, sei lá, uma hora conversar, ó, tá tudo OK, tá tudo bem, eh, enfim, conversar mais para essas coisas não virar ali uma bola de neve, igual virou esse caso aqui.
Eu, eu realmente, eu leio esse tipo de coisa, eu fico muito triste porque, eh, ela não contou se ela terminou ou não a faculdade, né? Inclusive depois se ela se sentir confortável, talvez impor nos comentários se ela conseguiu voltar pro curso, né, o que que se sucedeu. Mas eu fico realmente triste porque, cara, ele não faz ideia do que ele fez na vida dela, porque ele é um, né, sei lá, um psicopata, uma pessoa doida das ideias.
E ele realmente não deve sentir remorço nenhum, muito pelo contrário, ele ainda deve falar por aí que ela que fez mal ele, ela que abandonou ele para fazer faculdade em outro lugar. E aí a pessoa, né, tem aí a vida, não vou falar vida destruída porque ela é super nova ainda, mas pô, tem a vida ali atrasada por conta de um encosto desse. Então é aquilo, gente, ó, pais e mães que me acompanham, vocês que têm filhos aí na adolescência, entrando na adolescência, adolescentes também que seguem o canal, peguem relatos como esse, assim como exemplo, eh, procurem conversar mais com o filho de vocês e vocês adolescentes.
Eh, procurem conversar com os pais de vocês também, procurem contar as coisas. Eu sei que às vezes é um pouco difícil, mas tenta ter ali uma relação de amizade, né, com as pessoas mais velhas da sua família, porque às vezes tem muita gente que é criada por avó, por tio, tia, enfim, mas ali aquela figura materna ou aquela figura paterna que você tem, porque às vezes você vai aceitando, aceitando igual já pensou, se ela em um determinado momento: "Ai, quer saber? chega, [ __ ] a opinião dos meus pais, [ __ ] a opinião de todo mundo, eu vou terminar com esse garoto.
Olha, nada disso teria acontecido. Então assim, eh, procurem seguir também a intuição de vocês. Eu acho que isso é muito importante.
Mas é claro, gente, que eu não falo isso culpando a moça do relato, culpando a vítima, isso não. Eu só tô falando para servir de exemplo para quem tá assistindo, porque coitada, ela não tem, né, tipo, culpa do que ela passou, né? Óbvio que não.
Tipo, ele era doido, doido das ideias. Você pode ter certeza que ele deve fazer isso com outras e outras pessoas. Enquanto ele não tiver assim, dar um estalo na cabeça dele, ele procurar um tratamento, ele vai fazer isso o resto da vida dele com qualquer um que for aparecendo pelo caminho dele.
Ai gente, esse relato me deixou [ __ ] porque eu queria pegar esse menino na porrada, né? Mas eu não posso, gente. Eu tenho ai, eu tenho pavor disso, dessas coisas de gente que destrói a vida do outro assim.
É troco de nada. Ai, mas é isso. Olha, moça, muito obrigada, tá?
Por você ter enviado o relato. Eu espero de coração que hoje realmente esteja tudo bem com você, que você consiga dar a volta por cima. Se você não terminou o curso, que você consiga terminar em alguma etapa da sua vida.
Se hoje não for seu sonho, mais também, mas que você consiga eh pôr em prática todas as suas vontades, todos os seus desejos, tá? E é isso. E eu espero que esse menino, mas ai gente, vou nem falar o que eu espero pra vida dele, não.
É, a gente tá em quaresma, né? A gente tem que é um é um período que a gente não pode ficar fazendo falando essas coisas, né? Vou me vou me abster aqui do que eu, do que eu pensei.
Mas enfim, é isso, gente, ó. Um grande beijo a todos, tá? Muito obrigado por terem assistido até o final.
Tchau tchau e eu vejo vocês no próximo vídeo.