Então vamos lá respondendo aqui a pergunta vou fazer esse trajeto com vocês então vou tentar aqui começar do zero até chegar no final para a gente conseguir fazer juntos essa ideia aqui e compreender bem essa questão do metabolismo das bilirubinas indo Desde da sua formação até a sua excreção Tudo bem então vamos aqui juntos o que que acontece geralmente a dificuldade é porque como Às vezes a primeira vez tá tendo um contato com esses termos novos vários termos como são várias palavras novas fica mais difícil de entender de primeira então coisa vocês retomam repete o
vídeo você já viram outras vezes no GT mas se ficar difícil também essa outra vez vocês estão vendo agora essa nova vez retomem o vídeo vão de novo Leiam também outros livros vam tabelas vão de maneiras diferentes até fixar Mas vamos aqui juntos Geralmente os livros trazem essa ideia do metabolismo da B rubina começando com a ideia das emass porque a b rubina vai ser formada principalmente do processo de degradação das emass vamos entender isso aqui juntos vamos vamos aqui acompanhe Digamos que a gente tem Emas certo senescentes senescentes é o nome bonito que os
livros dão para velhas Tá bom então a gente tem hemácias velhas senescentes que estão ali chegando no seu final de vida Nós seres umes V até 100 anos a os nossos 100 anos seri os 120 dias da emass assim só para fazer a analogia então geralmente as massas TM 120 dias de vida em condições fisiológicas Então ela chegou ali na idade da senescência né tá ali muito velha que que vai acontecer ela vai ser destruída vai ser morta né vai morrer e isso vai acontecer principalmente no sistema retículo endotelial como eu já comentei mas só
reforçando sistema retículo endotelial não é nada mais nada menos do que um sistema que engloba aquele conjunto de macrófagos diferentes tecidos Tá bom então os macrófagos do fígado do Basso etc etc formam o sistema retículo IOL mas aqui a gente tá falando principalmente dos macrófagos do Basso Tá bom então eles que vão fazer essa papel principalmente da degradação dessas hassas velhas e dos produtos que tem nas hassas vou chegar lá mas calma aí só para explicar que ess questão do Basso é importante porque a gente até vê que a questão da hemocaterese que é a
reciclagem das hassas né que é aquele nome que o Bassa é como se fosse o Gari das hassas você deve já ter visto em algum lugar mas vamos lá antes de seguir aqui que as hassas são degradadas vamos entender que o que é principalmente degradado ali da emass é uma substância que tá ali na emass chamada de hemoglobina Tudo bem então as hemas velhas morrem e vão ser degradadas e liberam hemoglobina essa hemoglobina por sua vez só para entender que ela também é degradada no próprio macrófago Ou seja no próprio sistema retículo endotelial mas só
para deixar isso bem claro tá então aqui vou até colocar aqui tudo bem que o sistema retículo endotelial age na degradação da hemoglobina vamos entender aqui como isso aqui é importante pra gente a hemoglobina o próprio nome ajuda a gente a lembrar que ela é formada por duas coisas vamos quebrar o nome no meio pelo uma porção m e uma porção globina tudo bem essa globina aqui não interessa tanto pra gente ela é mais uma proteína Não interessa pra gente nesse nesse contexto nessas circunstâncias que a gente tá falando das Bil rubinas mas entender que
ela também faz parte da hemoglobina como ela não é tão importante vou só apagar aqui para não ficar muita coisa e vamos falar um pouquinho do m o m por sua vez é formado de maneira simplificada depois vocês podem ver nos livros exatamente os compostos Mas é por ferro e por outra substância essa outra substância eu não vou colocar o nome porque eu não acho tão importante saber esse nome mas vocês vão estudar depois vão poder ver mas só para não ficar o quadro muita coisa tem até sua devida importância mas só para não ficar
muita coisa não vou escrever mas seria os próprios Anéis pirrólicos tá bom vocês forem ler depois e esses Anéis pirrólicos seria essa outra substância que é liberada junta do ferro tá bom ferro também não importa tanto pra gente aqui mas essa outra substância por sua vez vai ser convertida em uma substância chamada de B verdina olha aqui agora a gente já tá entrando no jogo né Bil rubina Bil verdina as coisas estão começando a fazer mais sentido Então essa outra substância é convertida em B verdina tudo bem aonde Pedro a gente ainda tá no território
ali do sistema retículo endotelial O que é isso Pedro relembra é justamente a região dos macrófagos então que a gente estaria dentro dos macrófagos Onde está ocorrendo toda essa degradação por sua vez a b verdina vai sofrer um outro processamento quando eu falo processamento eu quero que se sub entenda-se que são enzimas que estão atuando aqui eu vou citar só a principal que eu acho mais paraa frente não vou citar as outras sen não Ach vai muita informação mas entender que são enzimas naquela mesma analogia que eu gosto de dar nós temos uma fábrica na
fábrica a gente tem a matéria e a matéria prima sofre ali um processo de fabricação um produto final que eu vou chegar lá por meio de ferramentas essas ferramentas são as enzimas Tudo bem então só retomando a b verdina por sua vez depois de passar por um processamento vai dar origem a b rubina indireta ou também chamada não com julgada ou também chamado alguns autores de livre vamos entender o seguinte B rubina Indireta não conjugada livre tudo bem Não conjugada Vou apagar aqui para não ficar muitos nomes mas eu quero focar nesse nome de de
não conjugada o fígado ele é um local que é o palco de um processo chamado de conjugação o fígado repetindo é um palco de um processo chamado conjugação a gente viu que ele faz conjugação também em outro contexto que não é justamente naquele contexto da fase dois lá da detoxificação Opa da detoxificação dos metabólitos enfim dos fármacos etc então o fígado é o palco de um processo chamado conjugação então agora fica fácil de não trocar não esquecer se a Bil rubina aqui ainda não passou pelo fígado faz todo o sentido ela ser não conjugada porque
o fígado não é o palco da conjugação Então se ela não passou no fígado só pode ser não conjugada Tudo bem então vamos lá a bilirubina indireta ela não é tão hidrossolúvel e ela vai ser liberada pelo macrófago aonde no sangue então o que que ela vai fazer como é que ela vai fazer porque ela não é tão hross solúvel se ela não é tão hross solúvel não vai ficar fácil dela ser transportada então justamente quando ela é liberada pelo macrófago passa um táxi bem rápido já busca ela esse táxi não é ninguém mais ninguém
menos esse Uber não é ninguém mais NM menos aqui pra gente do que principalmente a Albumina a Albumina vai exercer esse papel de transportar a meia rubina indireta até onde Pedro até o nosso segundo palco ou nosso segundo palco não desculpa o nosso palco que seria precisamente aonde no fígado no fígado que é o palco onde ocorre o show da conjugação então agora no fígado essa bilha rubina indireta vai poder ser finalmente conjugada eu vou apagar aqui para colocar em mais preciso ainda porque o fígado é uma estrutura muito grande como a gente viu no
começo da aula então mais precisamente no é patoso quando chega no hepatócito esse Uber que é a Albumina trazendo a milha rubina não conjugada vai haver justamente o quê O Passageiro vai descer e vai entrar diretamente aqui no local novo que é o hepatócito o local novo melhor dizendo vai chegar na no ponto de chegada né que seria o hepatócito quando chegar no hepatócito vai se dar início ao processo de conjugação que que vai acontecer a bilirubina indireta vai ser conjugada se ela vai ser conjugada conjugação conj união não faz todo sentido ela vai casar
com uma outra substância essa substância que Bil rubina indireta casa é na maior parte das vezes uma substância chamada de ácido glicurônico tudo bem esse processo de União da belir rubina indireta e do ácido glicurônico só é possível por causa de uma ferramenta melhor dizendo uma enzima e essa enzima é a udp glu botar aqui para baixo glucuronil transferase essa união da belha rubina indireta da Bil rubina não conjugada com o ácido Opa com o ácido glicurônico por meio da ferramenta mediante que só ocorre né Graças a essa enzima A essa ferramenta que é a
glucuronil transferase vai dar origem finalmente aqui só para falar o que tá acontecendo o processo vai dar origem finalmente a Bil rubina direta ou também chamada de conjugada porque ela acabou de passar por um processo de conjugação de união união da B rubina indireta com ácido glicurônico que formou né deu origem a um novo composto que a abelha rubina direta que a abelha conjugada tudo bem e por sua vez agora essa bilha rubina direta o que que vai acontecer com ela vamos lá isso que eu vou querer abordar aqui agora eu vou só apagar primeiro
esse trechinho aqui da hemoglobina porque já tá aqui né Acho que já ficou Clara essa primeira parte que que vai acontecer com essa B rubina direta ela vai sofrer um destino o destino é ser excretado como ela vai ser excretada eu vou trabalhar agora com vocês ela vai ser excretada principalmente quase que na sua totalidade pela bile Tá bom então a b rubina direta vai ser quase que totalmente excretada pela bile a bile é liberada no trato gastrointestinal Tudo bem então a b rubina direta ela vai ser liberada na b então a bile além de
conter né aí que eu já adianto já falei Em outro momento mas só revisando a b tem um colesterol tem os ácidos biliares sendo os ácidos biliares S responsável por aquela principalmente aquela parte da da própria questão da micela e tudo mais só revisando mas não vou revisar tudo porque senão vai ficar muita informação mas a b rubina direta vai pegar uma carona na bile e a bile tem várias dessas outras substâncias e agora vai contar com a b rubina direta ou seja com aquela Bil rubina conjugada então a bly vai contar com essa aqui
na sua composição quando essa bly chegar no tgi consequentemente a Billy rubina direta também vai chegar no trato gastro intestinal quando a bilha rubina direta chega no trato gastro intestinal ela pode dar origem após também um processamento enzimático a uma nova substância essa nova substância só apagar aqui essa nova substância não é nada mais nada menos do que o urin agora o que que acontece esse urobilinogênio ele é hidrossolúvel tudo bem acompanhe agora esse novo raciocínio aqui beleza Pedro te acompanhei aqui tudo até a chegada do urobilinogênio que agora está numa nova localização essa nova
localização é ali no trato gastrointestinal tudo bem acompanhei até aí e agora o que que vai acontecer com esse urobilinogênio que tá ali no trato gastro intestinal Então vamos lá aqui onde ocorre a conjugação saindo do trato gastro intestinal Vamos jogar Os óleos para cá onde ocorre a conjugação é o fígado tudo bem guardem que o fígado tá ali Esse urobilinogênio é hidrossolúvel no trato gastro intestinal nós temos vasos esses vasos chegam na veia porta se o urobilinogen é hidrossolúvel ele pode ser reabsorvido por esses vasos se o urobilinogênio É reabsorvido por esses vasos do
trato Gas intestinal chega na veia porta e chega no fígado chegando no fígado é geralmente que a gente chama daquela circulação em entero hepática então enteropatia né é gastroenterologia entero de intestino de Trato gastro intestinal tudo bem e hepática de fígado então circulação enterohepática que os autores trazem é essa circulação do urobilinogênio entre o trato gastrointestinal êntero-hepática circulação sanguínea aqui eu vou apagar bobinas pessoal porque acho que já ficou claro que é o tema da explicação tudo bem falando já os minutos a já enfim vamos lá o urobilinogênio chegando na circulação sanguínea o que que
pode acontecer ele pode agora sofrer dois destinos ele pode chegar ele não está hidrossolúvel ele pode chegar no nosso INSS e ser excretado no INSS quando o urobilinogênio É excretado nos INSS os INSS formam urina produto final da excreção aí dos INSS é a própria urina que é excretada pro meio externo então Digamos que os zins formaram finalmente a urina e a urina chegou no meio externo essa urina não tá contendo o urobilinogênio por todo o raciocínio que eu já comentei com vocês esse urobilinogênio que tá ali na urina quando chega no meio externo entra
em contato com ar com oxigênio se entra em contato com oxigênio sofre oxidação a oxidação do urobilinogênio que acontece quando o urobilinogênio entra em contato com o meio externo como assim a urina saiu do ali do trato urinário e chegou ao meio externo como a urina com te urobilinogênio o urobilinogênio entrou em contato com o meio externo quando isso acontece a formação da [Música] urobilina Tudo bem então chegamos aqui na urobilina que é um dos produtos finais qual seria o outro vamos voltar aqui não falei o quê que a urobilinogênio não alcançou a circulação sanguínea
novamente beleza uma parte dele uma parte do robelin gênio mas uma parte continua ali no fígado beleza e continuando no fígado ele pode sofrer uma re excreção se ele tá sendo re excretado vai haver o quê vai haver uma passagem desse urobilinogênio para onde do fígado pra bile então agora o urobilinogênio vai sair pela bile e vai chegar no tgi pode sofrer esse ciclo né que é por isso que é circulação Epá porque há um ciclo circulação etc mas acontece que o roblin nogo pode agora Finalmente uma parte ser excretada pelo tgi e essa parte
que vai ser excretada pelo tgi como é que vai acontecer parte desse urobilinogênio aqui que foi foi re excretado ou que já estava aqui enfim parte desse urobilinogênio que está no trato gastro intestinal pode ser reabsorvido novamente etc mas aqui vai ser excretada que que vai acontecer vai haver uma formação ali ainda no trato gastro intestinal de uma substância chamado esterco bilinogenio Tudo bem então urobilinogênio pode formar o estercobilina beleza e esses dois aqui tem urobilinogênio e tem com bilinogenio esses dois podem ser excretados nas fezes Tudo bem então pode ser que seja conjugada uma
parte em estercobilina gênio e uma parte em urobilinogênio Ô perdão pode ser isso exatamente me confundi mas já não me confundir quer dizer que o estercobilina nogo urobilinogênio pode ser excretado nas fees uma parte estobel uma parte urobilinogênio parte um parte outro nas feses as feses uma hora ou outra vão também entrar em contato com o meio externo quando as feses entrarem em contato com o meio externo oogo a gente já tá craque urobilinogênio quando entra em contato com ar com meio externo sofre oxidação e forma o qu meio externo tá urobilina agora o estercobilina
quando entra em contato com o oxigênio o ar do meio externo forma o quê sterco bilina portanto Chegamos aqui em dois produtos finais também que podem estar ali nas fezes tudo bem estercobilina E urobilina a estercobilina por sua vez colocar aqui um asterisco Porque é importante a estercobilina faz o quê dá aquela coloração marrom das fezes Tá bom então esse aqui vai ser importante não vou adentrar tanto senão vou alongar demais a explicação mas isso aqui vai ser importante Quando vocês forem estudar um sinal Clínico chamado de acolia fecal esse sinal Clínico faz parte de
uma síndrome chamada de síndrome colestática então acolia fecal ou hipocolia fecal é comando das as feles não tão tão marrons mas isso vai ser assunto mais da frente Não se preocupem então espero que tenha ficado claro essa questão do metabolismo das bilirubinas tudo bem