Bom dia, seja bem-vindo, seja bem-vinda a mais uma live do livro com livro novo hoje, A Liberdade é uma escolha de Edit Eva Edger. A Grita já tá aqui, então vamos convidá-la para entrar. A gente lê. Hoje nós vamos até o terceiro capítulo. Oi. Eu tava falando que é curtinho esse livro, né? Quer ver quantos capítulos tem? Uma leitura bem tranquila também da Gente fazer. Todo mundo consegue entender bem. Achei pesado. É, mas dá para entender. Tranquilo, no sentido de entender. Nossa, porque a vivência da a vivência dela é pesada. É. E até importante a
gente falar pro pessoal quem é ela, né? Assim, porque ela tá viva ainda. Isso. Com 98, acho, né? Agora é ela escreveu, ela escreveu, ela escreveu o livro. Acho que ela devia estar com os seus 90 e Pouquinho também. E aí ela hoje deve estar com seus 98 anos, mais ou menos isso. Isso, né? Então assim, eu já vi alguma, eu já tinha visto alguns vídeos dela, mas eu não sabia que ela era ela. Eu não sabia que ela era ela. Aí depois que eu ganhei esse livro, que eu falei: "Caramba". E eu lembrei de
ter visto ela em alguns vídeos, em algumas coisas falando sobre o trabalho dela, né? Então ela é uma conhecer, amiga. Ela é uma sobrevivente, Né? É. Do holocausto, né? Do holocausto, exatamente. Ela era criança quando tudo aconteceu. E aí ela fala muito da vida dela nesse sentido. Tem o outro livro dela que ela fala especificamente do do que ela viveu no holocausto, né? Que é que é a bailarina. Bailarina. Isso. Depois que eu não li esse livro, mas eu entendi o nome só pelo começo deste. É, exatamente, porque aqui ela começa falando sobre a dança,
né? Assim, que ela teve que dançar, é, pro que ela teve Que dançar no meio do holocausto ali pros militares, né, pro pessoal lá da época. E o quanto isso tirou ela daquele mundo de dor. E aí ela entendeu que alguns refúgios mentais são importantes para essas ocasiões, né, assim. Então é é muito interessante. E ela tinha 16 anos quando ela foi tinha exatamente pro local. Ela tinha 16 anos quando, acho que ela tinha 16 na verdade quando ela foi para essa base militar, né? Enquanto os pais Tinham morrido, não é isso? Ele é porque
os pais chegaram lá e já morreram, né? No primeiro dia. É. Então assim, guerra, preconceito, tudo aquilo. Ela tinha 16 e via com os pais e as irmãs, né, no meio da guerra, no meio de tudo aquilo e tudo mais. E aí ela fazia ginástica olímpica, foi cortada da ginástica, tem toda essa história porque levaram toda a família para para fora, né? Os judeus levaram todos eles e tal. E aí elas já perdeu os pais ali, né, assim. É, na introdução ela vai contar um pouco de como foi isso, né? Esse momento em que ela
perdeu os pais, em que ela foi eh que ela ficou ali, né? Tanto é que a a introdução chama liberte-se de suas prisões mentais. Eu aprendi a viver num campo de extermínio. Então, ela vai, o, a introdução, ela vai mostrar como que ela eh se deu a ideia, como que aconteceu a ideia de escrever esse Livro, porque ela resolveu escrever esse livro. Isso. E a princípio eu tinha achado que era totalmente existencial humanista, né, esse livro, logoterapia. Mas depois, conforme eu fui lendo essa introdução aqui, eu fui vendo que ela utiliza de terapia cognitivo comportamental,
de psicologia positiva e da logoterapia, né? Sim. Então, ela vai fazer algumas referências desses autores, né? Claro que o Franquio com a Logoterapia vai ter uma um olhar para essa questão da liberdade ser uma escolha, porque ele vivenciou coisas muito semelhante a ela. Então, os exemplos que ela dá de sentido de vida e tudo mais vai cair nessa questão da logoterapia, mas ela usa de estratégias da cognitivo comportamental, de reflexões sobre a psicologia positiva, né, deste olhar do lado bom da vida, de aprender com a dor. Aí é muito legal assim. E é interessante, o
bom desse Livro, assim, gente, que eu tenho que eu vi aqui nesses três primeiros capítulos, é que ela foi entendendo isso, que a liberdade é uma escolha e ela foi entendendo mesmo depois de ser psicóloga, mesmo depois de de ser doutora em psicologia, né, mesmo depois de muita coisa que ela foi entender que ela não era livre, que ela estava presa lá naquele momento em que ela foi para Achutz, em Que os pais toda que ela era presa naquela história de vida dela. Tanto é que agora eu não vou lembrar se é na introdução. Bom
dia, Gabi. Bom dia. ela vai começar a falar sobre pra família dela quando a filha vai escutar pela primeira vez a história, né, da da guerra do holocausto e comenta com ela, né, viu fotos de pessoas magras E tal. E aí que ela consegue pela primeira vez falar sobre isso, porque nem a nem as próprias filhas não sabiam que ela era uma vítima do holocausto, né? O que eu achei muito bacana no livro é que assim, ela fala coisas da história dela e intercala com casos de pacientes com relação aos traumas. Porque assim, o livro
que que mostra para até agora nesses três capítulos que é com relação aos aos traumas e como a gente vivencia e encara e o que a gente aprende diante Dos traumas que a gente vive, né? Então é muito bacana porque eu percebi que ela tá fazendo isso, como ser livre desses traumas, como você lidar com essas lembranças mentais que vêm, que fazem parte da sua história, né? Porque aí é aquela conta de casos que ela que ela atende, de abusos, né, e de abandono, de tantas outras coisas que vão acontecendo aqui. Então, a gente tá
começando esse livro agora. Quem quiser já comprar para tá junto com a gente, Vale a pena, né? Então, esse primeiro capítulo é o libertas prisões mentais, porque ela vai falando um pouco dessa história dela, do holocausto. E aí uma das coisas, a primeira lembrança que ela traz como um aprendizado quando já ela já é adulta, né, da vida, é que eh esse esse fato de ter que dançar, né, lá no holocausto, quando alguém chega e pergunta: "Você sabe dançar, né, um dos militares e diante de tanta agressão, de tanta violência no meio da guerra." E
aí Ela vai e ela ela fala, né, ela ela vai falando no livro que aí ela se coloca nesse num outro lugar quando ela dança, que é onde ela conseguiu ter lá, né, como se ela não tivesse no meio da guerra, né, uma forma dela, de um escape mental, mesmo assim, de ir para um outro lugar um pouco mais aspas, saudável para dar conta, né? Esse é o ponto. Então, o que que a gente faz para dar conta? das lembranças, dos traumas que a gente tem. Eu fiquei pensando aqui bastante, né, Nessa colocação dela, porque
eh escolher não eh se entregar pro sofrimento, porque foi isso que Frank fez, é isso que ela fez, né? Não não não escolher não se entregar pro sofrimento, que daí ela vai no primeiro capítulo falar da vítima vítimação, né? É uma coisa, é, é, eu assisti esse final de semana, eu não tinha assistido ainda o, ainda estou aqui. Uhum. E quando eu assisti o filme, eu já tinha lido o primeiro, o a introdução e O primeiro a introdução, o primeiro e o segundo capítulo. Eu já tinha lido e aí eu fiquei muito me remetendo porque
o comportamento da, ai, como que ela chama no filme? da Fernanda lá no filme que eu esqueci. Aham. Esqueci o nome da da personagem. Ela é muito isso. Eu não aceito o que tá acontecendo com o meu marido, mas eu não me entrego àela condição de de ser vítima disso, né? Então, ela vai lutar Por, ela vai estudar, ela, claro que o filme não mostra exatamente isso, mas a partir do momento que ela entende, ela ela começa a fazer essas coisas na vida dela, né? Isso. Então, eh, aqui até que aqui na introdução ele, porque
assim, gente, é legal que ela coloca umas frases no meio do livro, sim. Para fixar algum o conteúdo que ela, né, para repetir algumas coisas. E ela coloca assim, ó, eh, ninguém muda até estar pronto, pronto, porque ela não Esteve pronto, pronta por anos, anos, anos para falar sobre essa dança, sobre esse momento. Oi, Bruno. Nossa, saudade. Se formou, Bruno, se formou, pelo amor de Deus, me dá uma notícia boa aí. Bruno é da agronomia, Greta. Que legal. E só que eu parei, eu fiquei, faz quase um ano que eu não dou aula, então ele
já tava se formando. E e aí, gente, então quando ela fala, né, eh, ninguém, às vezes a Gente quer que o outro tenha um insight e, né, não. E e ai não me lembro se foi aqui no livro agora, viu? que agora veio até uma confusão na minha cabeça. O seu agora no meio do ano a preslória a Deus, Bruno. Boa, boa formação, né? Eh, e que que não lembro se era no livro que fala assim, eh, uma coisa é você ter um insight, outra coisa você mudar, uma coisa é você entender o que você
precisa Fazer, outra coisa, né, o que que tá acontecendo. Outra coisa é você realmente pôr isso para mudança, né, prática. Então tem a ver com isso aqui, né, que ela fala, eu sabia de todas as minhas dores, eu usei isso para me formar, para, né, chegar onde chegou na vida profissional, mas ela não conseguia verbalizar, ela não conseguia lidar com aqueles traumas, né? Ela meio que escondeu, né, Greta? Sim, porque ela meio que colocou numa caixinha. Ah, lá você tem uma Ai, BR. É bem isso mesmo, mas é bem bacana o que ela traz nessa
introdução sobre essa questão realmente, né? Tem uma parte que ela comenta aqui, né? A cura terapêutica, a satisfação e a liberdade resultante de alguma coisa que a vida nos apresente e dar sentido e propósito a tudo o que vivemos. Onde que tá isso? Qual que é? Na página 14, 13, 14, lá no finalzinho, bem no bem na nessa Introdução mesmo. E é sobre isso, né? Isso aí, a forma que a gente lida com o que fizeram com a gente. Exatamente, né? Que a gente fala muito sobre, né? Assim, o sofrimento, o fato em si acontece,
ele é inevitável, aconteceu, mas como a gente responde a ele, como a gente lida com ele é a escolha que a gente tem, né? Por isso que o livro chama liberdade de escolha, né? A liberdade é uma escolha, porque como eu sei que existe um problema, eu sei que existe uma Dificuldade, eu sei que existe a dor, como eu vou lidar com ela, né? Porque aí ela entra na no próximo capítulo aqui sobre o essa questão da da vitimização, né? E a gente sabe que existem muitas pessoas que não percebem o quanto usam a vitimização
para viver. é que tá eh é colocar a responsabilidade para outra coisa, né? É. E não se responsabiliza por tá Exato. Então aqui ela fala, ela fala, gente, porque para Fic pensando muito, né? Uma pessoa que viveu lá mesmo no holocausto com tudo aquilo acontecendo, eh, e hoje ser uma profissional de ainda continua sendo uma profissional de 90 e poucos anos, trabalhando na palestra, tudo, ela ela ela é uma sobrevivente, sim. Ela escolheu, né, olhar para isso durante todo o processo de vida, né, e encarar isso de alguma. Então, eu tive a sensação de que
por muito tempo ela Achou que sim, ela é eu eu eh conforme você vai lendo assim, Sim. Você tem a sens eh no começo você logo pelo título, pelas coisas que ela fala, né, na introdução, você fala assim: "Cara, ela pegou do limão, fez uma limonada lá. com 16 anos ela pegou porque ela já teve um comportamento assim lá de de ir longe com a mente enquanto tava fazendo, né, enquanto tava vivendo as dificuldades. Só que depois conforme você vai lendo assim, Não, ela demorou para caramba para ela sublimou, isso é fato, né? Ela usou,
ela pegou aquilo que era um problema para ela, uma dificuldade para ela e transformou numa profissão, numa em ajud pegou, né? Então ela sublimou mesmo aquilo, aquela dor, mas ela não lidou não com a dor inicialmente. Ela levou muito tempo, muitos anos para dor, para realmente eh verbalizar a dor, para realmente discutir sobre a dor. E eu, e É interessante porque a, foram as vivências com os pacientes e com as dores dos pacientes é que deram essa oportunidade para ela. Então, ela entende logo a escolha dela, né? É, ela entende logo lá no começo que
ela precisaria fazer essa escolha para ser livre, mas ela não entendia que ela não tinha, ela não tinha conseguido. É, e ela escolheu fazer um trabalho bem específico, né? Porque ela é psicóloga de veteranos de guerra e vítima de Traumas. Então assim, ela escolheu e a escolha e e com certeza não tem dúvida, né? Pelo que a gente vai ler tudo na nossa vida, né? sempre acha que faz escolhas pro mundo, né? Aí vem aquele paciente que faz você encarar coisas que são suas. Aí você vai se transformando nesse processo. E a história dela é
bem essa. É, ah, escolhi fazer psicologia porque queria ajudar as pessoas. Ah, escolhi ser médico porque eu queria salvar vidas. Na verdade, a tua vida que Você tá salvando, né? É a é é a sua. É, você tá se ajudando, né? Porque você é a primeira pessoa que ganha alguma coisa com aquela escolha. É. Muito, mas é muito bacana mesmo, porque ela, porque ela vai na, ela vai na subliminação, ela vai negando até que ela tem a família dela e aí vem a filha perguntar coisas. Aí depois tem aquela coisa do neto também que pega
uma foto e poxa, então pera aí, né? Fez parte. Tanto é que o capítulo um chama e agora, né? é a Prisão da vitimização, porque ela tá, ela vai contar a história, né, de um, eh, de uma paciente, né, da Emily aqui, que ela vai falar sobre a Emily, mas na verdade o tempo inteiro ela tá trazendo ela nesse papel, né, de vítima do do holocausto, de vítima daquela situação, de aprisionada pelo medo, de é como se ela verbalizasse sobre aquilo, ela ela voltasse lá, voltasse pra história dela, né? Sim. E aí ela já começa
falando, né? O sofrimento é universal, mas a Vitimização é uma opção. Isso, né? Exato. E aqui ela começa a falar um pouco sobre a questão do do autocuidado do amor próprio, né? Porque aí é onde ela fala, quando a gente aprende a se amar, começa a tapar os buracos no nosso coração, ocupa espaços vazios que parecem nunca ser preenchidos. E aí já fazendo descobertas importantes que nos ajudam a ver as coisas de uma maneira diferente, né? Então assim, todos nós podemos ter essa força, essa liberdade e Escolha, né? Agora e assumir com responsabilidade aquilo que
a gente tá aprendendo com a nossa vulnerabilidade, com a nossa dor, com nossa história, né? E tudo isso assim. E é bem pesado esse capítulo aqui, porque a história da Emily, Sim. A Emily foi diagnosticada, né, com 8 meses depois de receber o diagnóstico de um câncer. Onde que é o câncer dela mesmo? Pera aí, lembrar. Não lembra de crianças. Ela tinha, ela é, ela estava doente com câncer. O marido chega num dia do nada e fala que conheceu outra pessoa, que quer separar e, né? Tipo, ela, a pessoa com quem ela achou que achou
que fosse ajudar, dar a mão, tá com ela ali, não tava. E ela ficou assim, né, perplexa, lógico, com essa situação e e achando que não ia superar. E aí então ela viu que ela tava em remissão, que, né, que o câncer dela ia tava indo, né, Acabando ali, que ela tava se recuperando e e a e só que assim, a doença foi embora, o marido também e era um recomeço, né? Então, sim. Aí ela ela, claro, ela começou a se preocupar com os filhos, tal, mas é interessante porque ela ajuda a Emily a entender,
né, que tá, né, você não é o seu câncer, você não é o seu casamento, você não é seu marido. agora, né? Que que você vai, porque eh o tempo inteiro ela fala, né, Que a gente ser a gente, né, que a gente precisa largar essas personas, esses papéis, essas doenças, esse esses passados e ser quem realmente somos, né? Que essa é a única forma da gente ser quem a gente realmente é, que é esse momento em que você eh sai, né? Ah, eu sou psicóloga. Tá, você formou, mas é um papel, né? Sai desse
lugar, né? Porque você é muito mais do que isso. Você é muito mais do que ser mãe, muito mais do que ser Mulher, muito, né? Tem, você é todos esses papéis, né? Numa, né? Num em alguém. Então ela fala: "Nossa, é é muito muito legal, né?" E o medo que a gente tem de ficar sozinha, é, ela traz o medo do abandono mesmo, né? assim, diante de tudo que que foi acontecendo. Então, ah, ela coloca a vitimização, ela tem um uma questão muito forte com essa questão do abandono, da solidão, e que a gente precisa
aprender se libertar Disso, né? Aprender a ficar sozinha, gente, né? Aprender ficar sozinho, sozinha, porque isso não é uma questão da mulher, né? E é, e é muito importante. Hoje eu tava conversando com a paciente sobre isso, assim, né? Ela tava falando sobre como é angustante quando ela se vê sozinha. E a gente tá falando um pouco dessa história do que é estar sozinho e o que está bem consigo mesma, porque aí tem a ver com o amor próprio também, né? Então, quando ela Fala no livro, ela fala bastante sobre isso. E o e e
entra num ponto de de coisas que a gente já vem falando em outras lives também, o quanto a nossa mente inventa tanta coisa para proteger a gente e a gente fica imaginando coisas e é nessas horas que que esse papel de vítima é, né? Ser vítima fica tão forte. Então é um escudo de proteção. É um escudo de proteção. Porque quando eu começo a achar culpados, né, quando eu sou a coitada da situação, ai me largou, Ai tô doente, né? A gente não se responsabiliza. E não se responsabilizando a gente não muda, não melhora, não
sai daquilo. Aprendi a amar estar comigo mesma, mas amo estar aqui com vocês também. Rosinha, é muito bom. E é isso que é importante, né? Porque a solitude, né, e não a questão de uma solidão dolorosa, né, é você aprender estar bem com você, lidar com a história Desse desse sozinho sem uma dor, né, e se ressignificar esse espaço de estar bem com você mesmo, de ter seu autocuidado, de ter coisas que você faz para você, né, se permitir esse cuidado, né, e também estar junto com as pessoas que você gosta, né? É muito importante
olhar, né? Porque o papel de vítima ele ele tem muitos casos que eu vejo assim que percorre anos e anos e anos a pessoa construa esse papel, né? Aí já pode até ser um transtorno de Personalidade borderline. É, tem que olhar para isso. E uma coisa que eu acho que é importante aqui que ela fala aqui na página 26, libertar-se da posição de vítima também significa libertar os outros dos papéis que nós lhe atribuímos. Isso aqui é incrível pra gente parar para pensar, né? Porque dentro do papel de vítima tem aqueles que que ficam nessa
dependência e codependência dessa relação. A partir do momento que eu libero e saio desse Papel, os outros também são liberados para serem quem eles querem ser na vida, né? Quem vieram ser, né? Então é uma liberdade para todos os envolvidos, porque onde existe a vítima, existe aquele dependente codependente, né, que sustenta o teu papel de vítima. Ah, com certeza. É, todo agressor tem um agredido, né? Exatamente. Então, uma pessoa que se que fica, não é se permite, né, mas fica nessa posição. É, tá que ele fala, não existe vítima sem Opressor. É, né? Então, esse
e observar esses papéis, né, gente? E e uma coisa que é interessante é que é assim, né, gente? a os hábitos, o a a tudo isso que a gente tá falando aqui, esse perfil de comportamento, né, essa e tudo isso é aprendido, né? Ninguém nasce assim. A gente pode até ter uma predisposição para, né? Mas a gente É Clara. Oi. É para você ou para mim? Ah, é a Clara. Oi, lindeza. Meus alunos estão sempre comigo, né? Você vê uma belezinha. E então é é já lá na infância a gente vê o comportamento de vítima,
né? Se estabelece na na a vitimização se estabelece na infância, na infância, com com as coisas que foram acontecidas ali, né? a maneira que foi lidado com as situações todas ali. Isso. Que mais aqui desse capítulo? Ah, tem uma coisa que ela fala bem Interessante aqui, né? Porque todo mundo fala assim: "Ai, você tem que se esforçar, eh, você tem que ter atitude, você tem que se posicionar, né? Como se fosse uma coisa assim totalmente eh como se fosse tão simples, né? É como se fosse assim, tipo, né? Ai, as pessoas, é, é igual quando
as pessoas falam: "Ah, você não emagrece porque não quer emagrecer", né? É como se fosse só isso, né? E não não pensasse todos os Padrões, todas as coisas, né? Que a gente vivencia. Sim. E e aí ela coloca aqui, né? atitude não é tudo claro. Não podemos eliminar as dificuldades ou ficar bem apenas mudando de perspectiva, mas a maneira como passamos o tempo, investimos nossa energia mental, com certeza afeta a nossa saúde. Então é o que ela coloca que me deixa assim e que me faz, tá? Você pode até ser consciente das suas dificuldades, mas
se você não ter uma atitude, né, de que existe Outras, além disso, né, existe outro que você não é só isso, é é você também não consegue pra frente, porque você aí que você, né, então atitude não é tudo, você querer mudar não é tudo, mas é já é um empurrão para que isso aconteça, né, empurrão. E começa pela mente, né, que a gente já sabe muito bem disso também, né? O quanto a gente fica prisioneiro disso, porque se continua nesse papel de vítima e prisioneiro da sua mente ali. Então, então eu quero uma mudança,
o que que eu vou fazer para isso, né? E ter essa transição, porque aí é o que ela fala, é uma mudança para pra vida, né? É uma de mentalidade para começo de conversa. É uma escolha de mudança, né? Assim. E é, ela coloca assim, né, que em toda a crise há uma transição. E aí, e eu e eu ve, a gente sempre fala isso, né? As pessoas mudam mais pela dor do que pelo amor. E é fato, porque a dor ela Incomoda de um tanto, né, que a gente quer sair daquilo, daquela circunstância. Então
a gente faz qualquer coisa para isso. Então quanto mais dói, mais movimento a gente tem para sair daquela lama, para transformar aquilo. E o amor, apesar de ser maravilhoso, prazeroso, gostoso, né, e tudo mais, a gente tem uma dificuldade de porque, né, a gente fica na no conforto, né, então o prazer ele gera isso, gera e a gente muda, então eu Tenho que mudar porque eu me amo, eu preciso ficar saudável, né, eu preciso. Só que ao mesmo tempo a gente, pô, tem o conforto de estar num lugar que que eu não quero mexer, que
eu t Então, eu acho que a secundários disso tudo, né? A dor ela é muito motivacional, né? É. E aí todo final de capítulo ela coloca as estratégias, né? Sim, sim. Aqui ela fala bastante aqui. Eu achei bacana com a primeira. Isso foi antes, Agora é assim porque ela fala bastante assim com relação a você fazer um exercício de sair daquela dor, né, assim, de aquilo é o passado, não faz, não é agora se mexe, né? Mexe sim, faz parte da minha história, né? Pegando seu antigo eu pela mão, ela fala, né? E aí eu
não, eu não tô negando que existe o trauma, eu não tô negando que existe aquela experiência, mas eu também não vou viver com isso, né? Exatamente. Não vou Ficar na experiência, não vou continuar na dor dela. É pegar, né? Ela fala assim, pegando o seu antigo eu pela mão, né? E guiar, eu tô aqui, eu vou cuidar de você e a gente vai viver um presente diferente, né? E aí em toda a crise há uma transição, como a gente acabou de falar, que é o poder, né, da mudança do ponto de vista. Ela dá uma
ideia maravilhosa que também sempre concordei, né, que escreva uma carta para alguém que oferiu ou sobre uma situação que Magou recentemente ano passado, seja específico, diga como as ações, né, palavras ou evento, é muito legal que é o que a gente fala, né, a escrita é terapêutica. Crícia terapêutica. E a ideia é você enviar a carta pra pessoa, mas só o fato de escrever, nossa, liberar-se desse sentir que é seu, né? E o outro aproveite sua liberdade, né? Então, perceber quais são os padrões que vão surgindo, entender como eles são, que também é um exercício
extremamente Importante. Aí ela usa um exercício de imagem, né? Quadro de imagem, representação visual do que você quer criar, no que que você quer mudar na tua vida. Isso. E aí você vai olhando isso, mantendo esse quadro perto de você, olhar para ele, né, validá-lo, né, assim, ter essa criação. E aí a gente vem naquela questão, né, que é sempre falada eh da liberdade, né, que nós somos livre de eh livre para, mas não livre de, né? Então, nós não somos livre Do passado, nós não somos livre eh das leis, das regras, né, do envelhecer,
do ter que estudar, né, mas a gente é livre para escolher com que nós vamos fazer isso, com isso, né, e até mesmo se vamos fazer algo com isso, se vamos estudar, se vamos, né, então como vamos dar com isso, né? Que são as escolhas, né, gente? Achei muito legal o nome do capítulo dois. Semar quem é o juiz. A prisão da negação. Muito legal, né? É que ela usa um Exemplo que ela tava conversando com quem mesmo? Com a filhinha dela de 5 anos, né? Não, não. Depois que ela fala doc. Ah, eu acho
que é com um amigo dela, não é? É um amigo. É isso mesmo. É que Ah, é com o Pera aí. é um médico, eu acho. É um médico, né? É um médico que também trabalha com ela. E aí ela fala: "Eu me dei conta ontem à noite que não existia prosacé". Sim. Ou seja, ó, um dos meus pacientes, Um médico viciado em medicamento tarja preta, me ligou um dia bem cedo, né? Doutora? Eu me dei conta ontem à noite de que não existia Prosak em Alchi. Quer dizer, como que você Como deu conta de
tudo isso sem? Mas gente, eu eu isso me fez pensar muito nessa geração, né, que a gente tá nos dias de hoje, né, que é Rivotril, né, essas coisas. É um negócio assim tão tipo, ah, se eu não conseguir dormir, eu tomo umas gotinhas de votril. Você as Pessoas não querem, né, fazer uma higiene do sono, lidar, mudar hábitos, não vai lá. Aí eu não que eu seja contra a medicação, não é isso. Eu acho que tem coisas que tem que ser medicado mesmo, não tem jeito. Mas assim, eh, esse lugar de não não querer
o caminho difícil, né? Só que daí me parece que as pessoas ficam eh como é que eu vou falar? É o que eu quero dizer é que elas ficam a mercer, né? A a Sim. Sei lá, acaba ficando uma situação muito de refúgio, né? E e um lugar de dependência, né, Dani. Então, se eu preciso de um remédio para acordar, eu preciso do remédio para ter atenção, eu preciso do remédio para dormir, eu preciso do remédio para tudo. Aí eu preciso dormidar 300 remédios que cada um vai pedindo outro. Exatamente, né? Em vez de lidar
com o sentir disso, né? Esse eu eu Também não sou contra a medicação, mas assim, o tanto que eu falo, gente, a medicação junto com terapia, então, né? Por quê? Porque você entender o seu sentir e aí você vai ficando livre da medicação. Então, quando ela traz, quando traz aqui, nossa, me dei conta que lá não tinha, ou seja, como que eu dei conta de tudo aquilo vivendo ali naquele trauma, naquela guerra, naquele holocausto todo, sem uma medicação, né? Que são os refúgios mentais, né? Uma Coisa que eu acho muito bacana que ela traz aqui,
né? O oposto da depressão é a expressão. Hum, legal. Isso é extremamente importante da gente entender, né? Quantas vezes a gente fala isso, não adianta ficar no silêncio da dor. Você precisa colocar essa dor para fora. Que dá uma preguiça na depressão, né? A pessoa na depressão não quer conversar, não quer conversar, mas é onde exatamente você precisa, né? É, eu eu ouvindo assim meus pacientes, porque assim, ó, sempre na depressão com meus pacientes param de ir, eles não têm vontade de fazer, de falar, eles vão mais ansiedade, né? Mas e e o que eu
assim, claro que você tiver uma de vulnerabilidade, né, Dan? É que a depressão nos traz uma vulnerabilidade muito forte. É. E a pessoa ela fica tão apática, Sim. tão sem sentido mesmo que ela sem a conversar é perder tempo, sabe? É tipo, Se eu tiver não não tem para que eu falar, isso aqui não tem solução, eu não vou me sentir melhor com isso. Então é difícil pra pessoa. Por isso que muitas vezes ela precisa eh desse movimento familiar, né, de de ir, de falar, de cutucar para ver se a pessoa consegue falar alguma coisa,
né? E por causa desse lugar muito ruim, né? Mas é isso mesmo. A cura é pôr para fora. É, é pôr para fora. Não existe Outro jeito, né? Expressar, liberar, deixar vir. Quando a gente faz isso, as coisas vão com o tempo melhorando, né, gente? E ela fala que as crianças aprendem mais pelo que observam do que os atos que nós falamos. Então, às vezes a gente eh quer, né, ensinar, falar, dar uma aula paraa criança, pros filhos, né, de de como reagir, de como lidar com as emoções, por exemplo. Só que nem a gente
não consegue fazer isso, né? Consegue tá Brigando no trânsito, tá discutindo entre si ali, mas que é uma reação emocional diferente, né, da criança. Sim. Aqui ela traz uma coisa muito legal, gente, que é quando ela visita o museu pela primeira vez, o museu da história do holocausto, porque era uma coisa que ela ela ela se questionava muito se iria ou não visitar. Será que isso faria alguma mudança na vida dela? Já que as memórias estavam dentro da mente dela o tempo todo. Ela já sabia Que ela ela já sabe que eu vivia lá. Eu
estive lá, eu vivi aquilo. Então já sei por que eu vou lá ver de novo. E até que ela vai, né? E ela realmente vem todo pânico de novo, todo sentimento, tudo que ela que ela traz. Ela traz uma coisa que é muito importante, que você não pode curar o que você não sente. Então, quando você se permite realmente sentir, é que vem a cura e ali ela enfrentou. Então, assim, ela já era Adulta, já tinha passado muito tempo, ela já era mãe, vó, né? até que ela realmente vai e enfrenta o o museu que
traz toda essa história de dor dela, né, assim, então ela passou o tempo que ela tava ali, ela vai relatando que ela teve que ficar parada, ela teve que respirar enquanto os outros visitantes iam andando. Então a dor veio, tudo isso e aí a hora que ela saiu de lá de dentro do museu, aquilo aliviou, né? O foi um enfrentamento Fantástico, né? Exatamente. Então, fugir não é um caminho. Fugir não é caminho. É o que ela traz exatamente nesse capítulo. Não adianta você fugir da sua história. Não adianta você fugir da onde dói, né? É,
você tem que sentir para poder curar. E se você fica tomando remédio, você não sente. E é interessante que ela fala aqui, né, que quando ela tava indo pro campo de Concentração, né, ela sentiu muito menos do que ela sentiu quando né, hisória que ela fala que ela não se lembra de chorar quando tava no campo de processação, não chorava tanto lá, mas é porque tava amortecida, né? Talvez amortecido também. Eu eu tenho a sensação de que pare que para muitas pessoas aquele aquilo situação de guerra, né? É porque quando a pandemia quando aconteceu a
pandemia, quantas vezes, eu não sei você, mas muitas vezes Eu falava: "Gente, isso tá acontecendo mesmo?" Negação, né? Né? Eh, eh, não, não era. Eu acho que não era nenhuma negação, porque dava para mais ou menos, né? Né? É, era uma sensação de sonho, de que isso não era real, de pesadelo, né? De que você tá, você tava vivendo uma coisa que a qualquer momento você ia acordar e aquilo ia ter passado, né? Tanto é que o primeiro ano que foi uma negação, né, para todo mundo que a gente falava, vai daqui um mês a
gente volta Paraa aula. Então tudo que aqueles primeiros dias ali, tudo foi eh medidas paliativas, né? Ai daqui uma eu lembro que a a escola liberou a gente numa semana, depois teve que liberar na outra. Daí até que entendeu, entendeu que até que entendeu que era uma pandemia e que ia ter que arrumar um jeito da gente fazer aquilo online. Então acho que nós tivemos quase um mês sem aula para então a gente reagir à aquela situação, né? E mesmo assim Sempre nas aulas tudo que a gente ia falar a gente falou assim: "Ah, mas
daqui a pouco isso passa". Foram 3 anos. Tr anos assim. Ela escreveu esse livro, ela ela editou esse livro na pandemia na época, né? 2021. Ah, tem tudo bem. Então, né? E aí, e até agora às vezes a gente para e fala: "Cara, pare né? Passamos por isso, não dá para acreditar, né? Que foi, e é isso, né? Quem eu eu acredito que a Sensação é é claro que o holocausto foi um uma tragédia criada por homens, né? Sim. Então é um uma coisa assim que tem tem uma questão de crueldade, maldade que não tem
comparação com o vírus, né? que por mais que o vírus tem todas essas teorias de que o vírus e tal, né, foi criado, eh, por mais tenha teorias e teorias sobre isso, é um vírus que ninguém sabe da onde veio exatamente, né, de como que a gente sabe da onde começou, né, como que se espalhou, mas Não é um, não tem nenhuma prova de que foi um homem que foi lá e fez isso. O holocausto tem Osmar querido. Gente, Osmar vem visitar a gente. Fema Rondon começa sábado. Osmar vem para Assis e nos visite por
favor. E aí a gente, né, pensando em tudo isso, a gente fala, eh, tem uma maldade, né? Sangue frio, um monte de coisa. Então a guerra ela tem um peso muito maior, com certeza, né? Guerra. Sim. E aí o que ela Traz aqui, que foi muito importante, foi esse enfrentamento que ela teve, que ela fugia por tantos anos da própria história, né? Por mais que ela falasse uma hora ou outra da história dela, esse enfrentamento se deu quando ela realmente revisitou isso esse passado, né? Ela até fala revisitar esse passado mesmo, né? e aceitar o
sentimento, refletir sobre ele, trazer ele para perto, é uma forma de você acolher e entender, né, que é preciso enfrentar Essa realidade, parar de brigar, de se esconder. Então assim, é quando ela coloca assim, ó, um sentimento é apenas um sentimento, não é essa identidade. Amo isso é mentira que você vai estar aqui. A, eu batendo papo com Osmar. Ai, Osmar, você tiver aqui, você tem que ir lá, ó. 8:30 vai na fema lá na 46. Ai que legal. Vai por favor. Olha quando o sentimento é apenas um sentimento, é aquilo que a gente sempre
fala, não é o todo, né? Não é o todo. Você sente não é tudo, não é você. Exatamente. Muito bom. É. Então nem e como a doença não é você, né? Como a doença não é você, a dor, seu trauma, né? Tudo isso. Que mais desse capítulo, amigo? Ah, ela conta da Caroline, né, que a Caroline não foi a que tomou o tiro, foi que foi o primo, né? É, gente, olha isso. Primo, entra na casa Dela, atira nela, ela tava colocando roupa no varal, atira nela e sai e questiona, não sabe o que tá
fazendo. Não conta tanto a história do primo, mas acreditamos que ele ele foi preso, na verdade, pô, a gente acredita que ele deve ter eh deve ter algumas no sábado de Páscoa. Ó, eu aqui vai ter deve ter algumas questões nesse sentido assim, né? Então ela e então foi um grande trauma que mudou muito o jeito dela ser na vida. É isso que ela traz esse Capítulo, né? Porque ela era uma pessoa alegre, brincalhona, tal e aquilo tirou bastante essa alegria, porque ela vive constante medo de alguma coisa acontecer de novo. Onde ela vai, ela
tem medo dessa violência, porque imagina se é um primo, uma pessoa da minha família vem e faz isso, qualquer outra pessoa pode fazer isso comigo, né? Então ela traz esse medo constante em tudo na vida dela depois de 16 anos que a coisa aconteceu, Tá? Uma coisa que é interessante do livro é que ela é rica de detalhes, tá? Ela conta as histórias assim, você lendo, você visualiza, você vê a tela, porque ela é rica de detalhes. Nossa, ela é, parece que ela tá contando, é que é um livro de história mesmo, né? Que ela
tá que ela tá, então ela vai contando até como que o cara entrou. É bem gostoso de ler, sabe? Porque não, você vai, você imagina tudo que vai acontecendo assim, né? Então ela, a Caroline vive nesse pavor e aí ela busca terapia para olhar para isso, né? Então assim, e aí onde ela fala, tem que reconhecer que o medo existe, que a tristeza existe, porque é muito triste, né? Uma pessoa da tua família vem e faz um negócio desse, né? Todo medo, toda angústia, toda desconfiança. Ela precisou fazer um monte de coisa, né, gente? Ela
precisou, ela ficou um tempo com o sogro e com a sogra, ficou, não tem um tempo depoisar. É. E o medo é Uma coisa constante na vida dela, né? E aí na terapia é que ela começa a trabalhar. É, é isso, né? de liberar raiva, que é uma coisa que ela não sabe, porque que uma coisa que ela fala bastante aqui sobre a história da Caroline é que a Caroline fala não para tudo, então ela não viaja, ela não vai para um restaurante, ela não sai de casa e ela vive essa prisão do medo. Então
a a Edite vai trabalhar com ela essa questão dos sins, né? Quantoss você Deixa, quantas coisas você deixa de vivenciar com a prisão mental, né, do medo, com a ideia de que você vai eh tá sempre e é isso. Eu acho que aqui ela usa muito da terapia cognitivo comportamental, né? Porque ela fala dessa dessa questão do enfrentamento, que se você precisa se movimentar para sair disso daí, né? que você precisa, que não adianta, que você tem que ir lá e fazer para ver o que que vai acontecer com Isso, porque no primeiro dia vai
ser difícil, no segundo pouco menos e assim vai até que você consegue lidar com o desconforto, que o desconforto vai ficando tão menor que você, eu não sei se é possível anular aquilo, porque assim, quando eu sofri acidente na estrada, que eu tava grávida de 5 meses do meu filho mais velho, Eu não deixei de ir paraa Duarina, que era o caminho de ida e volta ali. A gente tinha que passar, não tinha não Fizemos, não tinha outros caminhos, até tinha, mas não compensava, né? E a gente sempre passava nesse mesmo lugar e e já
ia me dando taquicardia assim, olha. E eu, na minha memória, eu nem sabia exatamente o lugar certo, mas eu sabia que era ali. E nossa, ia me dando a eu pegar quando eu chegava no treo, que eu ia entrar para Duarina, na época eu morava em Bauru, né, que eu ia pegar o treil para Entrar em Duarina, eu já começava, pedia pro Júnior diminuir a velocidade, sabe? e ficar assim, mas gente, eu não deixei de ir e aí foi diminuindo, diminuind às vezes eu nem lembro do lugar, eu passo lá e nem lembro e e
não deixou de ser ruim a o que eu vivi, o que aconteceu. Mas se eu não já se eu não tivesse feito esse trabalho, né, de passar, de enfrentar, de lá, não sei o que que seria. Então ela traz muito isso aqui. Falar, eu vejo muitos pacientes às Vezes tentando eh ah, se aquilo me faz mal, eu não vou falar é o contrário. Se aquilo te faz mal, é onde você tem que enfrentar. É igual a história do adolescência lá do do da série, né? Eu tenho amigas que perguntou sobre a série para mim e
falou que não tá com coragem de assistir. Eu entendo, uma delas já vive uma coisa muito difícil com o filho, né? Eh, que tem um um uma condição muito rara e tem muitas dificuldades, né? para e também Sofreu bulins absurdo quando era criança por conta disso. Então é um gatilho muito muito muito muito Mas eu falei para ela, tenta amiga, tenta, começa, vai devagar. É, vai, porque eh é um start, por mais que seja difícil, né, o gatilho só vai deixar de ser gatilho a hora que você você enfrentar é ressignificar, né, dar novas. Eu
sei que é uma série. Você assistiu? assistir. Eu sei que é uma série difícil. Eu eu fiquei muito Incomodada com a série, né? Somente o último capítulo incomodada assim, né? Bate num lugar da gente, né? De pai, de mãe de pai, né? Muito, nossa, muito difícil, né? Eh, mas é necessária, é necessária, muito necessária, né? Porque a gente não conversa sobre as coisas, os nossos, com a urgência do dia a dia, a gente deixa os nossos filhos eh acessarem e ficarem o dia inteiro em celular, na internet e, né, a gente, né, tô falando assim,
Muitas vezes a gente vê o que que tá acontecendo, porque a gente tá trabalhando, cuidando da casa, né, vivendo outras coisas. Então sim, é importante porque sim, é um tapa na cara, né? Mas é importante. É. Aí, aí ela vem falar das estratégias da negação, né? Para libertar da negação, que é o sentimentos curam. Então, incorporar exercícios diários do sentir, né? Sentir cura. Então, o que que eu tô sentindo agora? Perceber seu corpo. Isso, isso eu faço bastante porque também sou da leitura corporal, né? Então, eu trabalho com exercícios de visualização sistêmicas e corporais. Então,
onde onde tá essa dor, né? Como que você sente teu corpo? Onde tá batendo? E sem e sentir, verificar esses sentimentos, dar vazão para ele, dar espaço para ele para poder passar. Agora, sinceramente, para mim, esse aqui, ó, tudo é temporário, cara. Isso é assim fantástico, é muito importante. É Muito importante. As pessoas elas vem tudo como fim do mundo. É tudo como não tem não vai ter ou é isso ou é hoje ou nunca mais ou aquela ansiedade. Por que que nós somos tanto tão ansiosos, né? Porque a gente acha que o mundo vai
acabar amanhã. É sempre assim. A gente sempre tem. E aí as pessoas usam aquela frase, né? Faça eh, como que é? Faça. É para que deixar para amanhã o que você pode fazer hoje, né? Calma, gente. Sim. Não, não. Eh, você não Precisa ficar procrastinando, tá? Não é sua procrastinação. Não é procrastinar, mas isso vira um negócio assim, né? Que eu tenho que est o tempo inteiro aproveitando tudo. Ai, e aí fica naquela angústia, né? Porque eu tenho que fazer escolhas e toda vez que eu faço uma escolha eu perco alguma coisa, mas eu perco
naquele momento. Depois eu retomo. Eu precisar retomar. Depois precisar a vida continua aí se eu precisar, né? E o último oposto da Depressão é a expressão que a gente falou também, né? Assim, é que ela traz aqui um exercício, né? É um exercício, né? Assim, de pensar numa conversa. As estratégias, ela pega o resumo do livro. Isso e vem trazer, né, sentimentos curam, ela fala para escolher momentos e atividades rotineiras, por exemplo, quando estiver sentado à mesa para fazer uma refeição na fila do caixa, né, você fazer uma inspiração, um questionamentos, né? Então ela dá
essas Dicas e aqui na ela ela dá o posto da depressão, a expressão, ela fala para pensar numa conversa recente com parceiro e tentar, né, eh se expressar ali naquele momento. Eu não sabia como expressar isso na época, mas percebi que estava sentindo tal coisa e qualquer situação, qualquer tipo de relacionamento, viu gente? Mas é mesmo, né? Às vezes na hora você não tem como fazer, mas depois você sabe que precisa ser falado algo sobre aquilo que Aconteceu. E é onde você tem que sim olhar para isso. Olha, naquele momento eu não conseguia falar, mas
agora me reorganizei, preciso conversar, preciso, né, reservar esse tempo e falar o que precisa ser falado. E aí ela vem falar da autonegligência, todos os outros relacionamentos vão terminar. A prisão da autonegligência. Aqui vem mesmo, né, o esquema do abandono aqui. Sim. que é, né, essa ideia, quando ela fala a prisão do Autonegligenciário, é porque ela vai trabalhar nesse capítulo a ideia de que as pessoas deixam de se amar, de se cuidar, de olhar para exatamente de de escolher sua profissão por causa de de uma pessoa, de um filho, de um marido, de uma esposa,
né? Sim. E aí, até mesmo pais, né? Quantas pessoas escolhem profissões para não ser abandonados pelos pais? É, e é perigoso a gente colocar tudo isso na vida dos outros. E é mesmo que fica pesado, Gente. É uma das coisas que eu sempre falo, né? Quando você, ah, eu deixo de fazer isso por causa do meu filho, fica pesado pro filho. Eu deixo de fazer isso por causa do meu marido, fica pesado pro marido, né? Então fica avisado para todo mundo que tá envolvido. Então entender o quanto eh esse medo do abandono faz a gente
ter esse tipo de situação e relacionamentos, né? E aí a gente se abandona para poder agradar os outros, né? Assim, para fazer pelos outros. E o Quanto isso não é amor, isso que ela tá falando, isso também não é amar, né? É uma forma de manipular, é uma forma de você ficar no controle, né? E e é isso que ela traz. é esse olhar que ela traz para cá. Então, você se abandonar, você fica nesse lugar muitas vezes de eh de relações, né, de manipulação, de controle, de dependência. Eh, e o que a gente vê
do esquema do abandono, assim, dessas eh dessa crença, né, de que você vai ser abandonado, lógico, gente, é eh Vem lá de coisas que aconteceram mesmo, né? Aí eu falo, tem pais, né, que fala para mim assim: "Ah, eu vou usar a técnica de largar meu filho chorando de madrugada para ver se ele para de chorar, para ver se ele aprende parar de chorar, né?" E eu falo: "Não vai não, abandon não vai não, porque ele vai desenvolver a ideia do abandono, a crença do abandono. Porque a criança não chora à toa, gente. A uma
criança de 3 anos é uma coisa. Um bebê de m é outra coisa. Falei uma criança de 3 anos que chora, ela pode estar querendo chamar a sua atenção, mas um bebê, gente, não, mas tá com alguma coisa, é óbvio, ele tá chorando porque ele precisa de você. Ele acordou, tá, né, se sentindo sozinho ali de alguma forma criança, chora porque não sabe se comunicar, né? Exato. Aí a pessoa não, porque o meu sono é da beleza e eu não posso acordar de Madrugada para atender um filho não tivesse tido um filho. É, você foi
egoísta para ter um filho e agora, né? Porque a pessoa vai lá ter um filho porque quer ou porque não soube se, né, prevenir? É querer quer que o filho agradeça porque veio ao mundo, mas pediu para vir ao mundo. Ai gente, então né? Ai eu fico muito, olha Greta, eu dou aula de Desenvolvimento humano, né? Então eu escuto cada história, meu. E aí eu, né? abandona a criança, deixa a criança chorando no carrinho porque tem que aprender a gente, mas nem na escola não é para fazer isso, nem no bersário não é para fazer
isso. É. E aí a criança se sente abandonada mesmo. Ela não precisa ser abandonada literalmente. Ai só sente quem foi para e às vezes quem foi abandonado de verdade assim abandonado, vai para um orfanato, nem sente, porque Desde pequeno vai para uma casa de pais adotivos e esses pais dão todo o amor que essa criança precisa e ela nem sente o abandono. Presente. É, na verdade, o abandono emocional é aquela história que a gente fala da ausença da ausência, né? É, é presença, né? A pessoa está ali, mas a ausência dela é mais presente do
que ela. Isso é abandono emocional, né? Aqui ela vai falar do neto, né? Sim. bisneto mais Velho, que é que ele fala quando ele que o da medalha, né, assim do que o quanto é interessante que a gente não tem que esconder os nossos sucessos dos filhos, mas também não tem que ficar validando esse sucesso o tempo inteiro, porque isso causa também nos nossos filhos essa questão muito da de ter que ser melhor. É porque às vezes a pessoa ela vem assim, ai, mas a minha época era muito mais difícil que a sua e eu
consegui essas comparações, né? Então é que é assim, né? Os pais ele, o grande erro dos pais é esperar que os filhos vão superá-los. Na verdade, esse acho que é um dos maiores erros. As expectativas, na verdade pode ser que não supere. É, e as expectativas que se criam em cima disso, né? que não não precisa ser dessa forma, porque acaba tendo uma uma pressão muito grande no sentir deles, né? Que aí que é o que ela fala, como é importante a Gente eh não criar essas expectativas, né? Assim, grandes expectativas nesse sentido, né? E
ser mais realista, né? Em algumas situações assim. E validar, na verdade, o que que eu acho que é bem bacana aqui, que ela fala sobre validar qualidades e habilidades de cada um, isso, né? Porque todos somos diferentes, mas todos temos habilidades e qualidades. E aí quando você valida as habilidades de de todos ali, que cada um tem a sua, mas você valida aquilo, você Faz é o pertencimento, né, Dani? É, né? É o pertencimento, né? A importância de se sentir pertencente. E aí ela fala dos rótulos, né? Assim, com relação a eh como é importante
a gente entender que rótulo não é identidade, né? assim, porque isso também pesa, acaba pesando bastante. Que mais? A com bastante frequência somos limitados pelas expectativas, pela sensação de que temos um papel Específico, uma função a cumprir e isso pesa para todo mundo, né? Essa coisa da Então assim, minha liberdade interior me ajudou a sobreviver. Ela o que é interessante aqui que ela fala da importância de ser você, né? que ela traz aqui assim, como é importante a gente ser a gente, a gente eh não negar quem a gente é, levar em conta quais são
as nossas habilidades e que somos diferentes dos outros e se afirmar em ser, né? É muita coragem de Se permitir ser. Você tem que fazer pelo outro, né? E mais por você. Que mais? É que aqui ela conta nesse capítulo também não é aquela conta da filha que caiu e bateu? Não, não. Essa aí foi lá no começo. Ah, porque ela fala ah, não, é que aqui ela tá falando da da que cozinhava, né? é que gosta de cozinhar cozinhar por extinto aí. Aí foi criando-se habilidades. É que foi criando Habilidades, né? Ela fala na
verdade da família interior. O que que seria essa família interior? Ela ela fala que que todos os membros da nossa família fazem parte de quem a gente é nos nossos hábitos, padrões, né? Então a gente tem que entender que isso tudo faz parte de quem a gente é, né? Mas que não significa que a gente tem que ser igual, né? Cada um tem as suas habilidades, que ela entra um pouco nesse processo de olhar para Isso aqui. Que mais? Eu lembrei do inconsciente coletivo de Ung quando ela fala essas coisas, né? Que a gente tem
muito da nossa cultura, da nossa história, da nossa maneira de pensar, né? Ela tá muito atrelada a a a aquilo que foi construído coletivamente. Foi construído de forma coletiva. Isso. E mesmo aconte quando ela fala da família interior, ela basicamente tá falando isso, né? Que de tudo que a gente tem ali coisas que são Familiares, né? Que é da família e que acaba eh de certa forma conduzindo as nossas eh crenças e decisões, né? Ah, aqui ela conta a história, na verdade, na página 57, Dan, aqui ela fala da, é Iris o nome dela, o
pai de Iris foi dispensado do exército, depois desplodiu e ela tinha 12 anos e aí ela ficou aquela a filha que ficou para meio que cuidando de todo mundo. Isso aí ela traz a história da Iris aqui. É, mas antes eu tava falando da que da filha da Aldel, né? Raquel tinha ver com Raquel. É Raquel, só que escreve com ch. Raquel é que aí ela foi esse negócio da IS é bem legal porque a gente vê muito isso, né? Quando morre alguém da família, né? Tipo, morre um pai, uma mãe, o irmão mais velho,
aquele que é mais aizado, alguma coisa. No caso dela, ela não era mais velha, né? Ela não era, mas ela era boa menina. É. Ah, isso. Aspas, a boa menina, né? É, foi ali para ajudar todo mundo. E aí ela Passou muito tempo nesse lugar, né? É tudo que acontecia com tudo, ela ela pegava para ela a preocupação, a culpa. Isso. Para não casar problema ou confusão, porque ela era sempre a mais confiável, a bozinha que tinha mais, né, essa aspas jogo de cintura. E ela se sentia eh que que que é muito interessante aqui
que ela fala, né? Que por não ter tantos problemas iguais os irmãos tinham, ela se sentia sortuda. Por se sentir aspas sortuda, Ela pegou esse papel de sentia. Não, as pessoas era como se as pessoas falassem, chamava, chamava ela de sortuda, você não tem problemas e tal, você é a sortuda, então você pode dar conta de tudo isso, só que isso vai ficando pesado, né? né? Uma das uma irmã dela que foi abusada, né? Isso. Isso. E aí ela ficou nesse lugar de ser então a bozinha e pegou isso para ela, porque comparado à vida
dos outros, ela não tinha tantos problemas. Mas isso foi Ficando pesado para ela. Existia isso muito, né? Olha interessante. Sim. E olha que interessante, né? Não deixa de ser um uma um mecanismo ali de defesa, né? uma tentativa de diminuir a dor, né? Porque será que ela não é boazinha justamente para tá nesse lugar de responsável de quem resolve? Porque não fica claro aqui, mas é uma reflexão pra gente fazer, porque se eh por eu sempre faço essa pergunta pros meus Pacientes, né? Quando alguém vira para mim e fala assim: "Eu não entendo porque os
meus irmãos deixam tudo isso aí para mim. Por que que sou eu que tenho que resolver todos esses problemas?" Aí eu sempre jogo a pergunta pro paciente. Por quê? Por quê? Por que que você tem sempre que resolver? Porque eles eles esperam isso de mim. Porque eles jogam isso para mim. Joga por joga exato, né? Porque é o que a pessoa faz, né? essa essa pessoa, ela se coloca nesse lugar. E aí quando a pessoa entende, né? Ah, eu eh ai acho que eu permito, né? Eu acabo fazendo as coisas. Então, você já pensou em
não fazer? Exatamente. Porque as pessoas não precisam, você entende que ela elas não precisam fazer porque você tá lá sempre disposto, tá lá sempre fazendo necessários, né, gente, né? Outro dia eu escutei assim: "Ai, toda vez que é a minha mãe que vai ao médico, sou eu que tenho que levar. Por quê? Você que tem que levar?" Ai, porque eu Eu sou atenta com as coisas, eu sou da área da saúde, eu anoto as coisas, eu não sei o quê. Você se colocou nesse negócio, mas os seus irmãos não têm condições de fazer isso? É.
Ah, não tem tempo. Aí quando você vai ver é a pessoa que não quer que os irmãos. Ela que se coloca nesse lugar. centralizadora. É ela que que não confia nos irmãos, não. E aí nessa história da Iris, ela ela chega a chegar, ela chega nesse nesse olhar, né? Porque ela fala: "Você faz Com que todo mundo dependa de você e isso impede que eles sejem adultos responsáveis. Não precisa, né? Né? Você faz, o outro não vai crescer." E é bem isso, né? e pesa para todo mundo, porque aí aí você fica no lugar de
você ser melhor que o outro, de uma maneira inconsciente, mas é, e o outro acha que ele não é competente para fazer isso. Aí você continua fazendo, só que pesa para todo mundo, né? E aí ela ela vai chegando nisso, sabe? Eu nem sei se A pessoa se acha incompetente, se ela chega nessa conclusão. Às vezes ela não precisa nem olhar para isso, né? Às vezes nem olha para isso, só vai tocando porque é assim que foi, foi até agora. Ah, quem faz isso é meu irmão. Tipo, para que que eu vou me preocupar? Não
é uma coisa assim. Agora eu tenho a sensação de que essa pessoa que faz tudo, ela fica esperando que alguém enxergue isso, valorize isso, agradeça isso, porque é muito comum que essa Pessoa vira e fala assim: "E ninguém, ninguém, ninguém nunca nem o que eu tô fazendo. Ninguém agradeceu o que eu tô fazendo, cara. Tá vendo como é sobre você? Não é sobre a sua mãe, não é sobre seu irmão, é sobre você querer ser essa pessoa que faz tudo para todo mundo. E aí ela fala uma coisa que eu achei bem bacana, é um
bom momento para você se casar com você mesmo. É, né, do amor próprio, de você só olhar para você agora e, né, e escolher o amor, né, ser Amorosa com você para você e não esperando que o outro reconheça, né? Então é o que ela fecha aqui assim, né, que é bem bacana assim. Ai, mas ninguém ninguém me agradece. E por que você faz, né? Para de fazer, deixa as pessoas fazerem. Nossa, você tá pesado, né? E o pior que eu sou bem assim do jeito que eu tô falando aqui, né? Porque eu não, eu,
eu já escutei de paciente assim: "Você não tem dó, você não tem dó". Eu falo: "Não tem, eu vou Ter dó por ter, né?" E eu eu às vezes eu sou irônica, às vezes eu sou irônica assim porque cara, o óbvio precisa ser dito, né? Então a gente fala o óbvio, mas tipo, tá vendo? É você que quer esse lugar aí você se coloca ainda nesse lugar, você vai continuando nesse lugar, né? Eu tive uma paciente que ela falava do trabalho assim que o meu trabalho é muito difícil, que meu trabalho é muito, que eu
não aguento mais no trabalho, que não Sei o que do meu trabalho, nal e eu aí ela mudou, aí ela mudou de trabalho e a história continuou. Aí eu aí eu vi o moderante, né, perfeitamente. Aí eu falei, ó, então vamos lá. estava lá no outro trabalho e o trabalho era nossa, de fo. Aí eu comecei a trabalhar as crenças, as nucleares assim, né? Da onde vinha isso. E o que que nós entendemos, né? que na verdade Era a crença, ela tinha a crença de que o trabalho só é reconhecido, só é um bom trabalho,
só é um trabalho merecedor se ele for muito difícil, muito trabalhoso, muito desgastante desgastante. É. E aí quando a gente trabalhou isso, ela começou a ver o lado bom do trabalho. É a crença, porque na verdade não era que o trabalho era tão difícil, ela precisava que ele fosse, porque senão ela não era merecedora daquele trabalho. Isso. Ela não ia merecer um aumento, por exemplo, né? Vamos lá. Aqui ela fala, tem umas as frasezinhas, né? Bom ser egoísta e praticar o amor próprio e o autocuidado, que aí eu acho que é essencial. Eu adoro isso
porque olha, tem gente que briga comigo, mas eu eu tem uns livros, né, que fala sobre o egoísmo. Eh, fala sobre o egoísmo, né? E eu não vou me lembrar agora que o ser humano não é egoísta, é altruísta. Gente, é bom Ser egoísta. Nós somos egoístas, sim. E tem hora que a gente precisa ser o limite tá aí, né? Também. Aí o amor é uma palavra de quatro letras que significa tema. ela coloca P e MP, que daí ela vai meio que, né, como é importante a gente entender isso, né, assim, o tempo das
coisas, descansar, reabastecer sua energia, trabalhar com equilíbrio, eh pedir ajuda quando você precisa, ser Autoconfiante, eh, e cuidar de você, né? Exatamente. E ela finaliza. Nossa, agora que eu vi que é meio 15. Ah, eu também vi agora. Vamos longe hoje, né? Tão gostoso aqui. Nem senti. Nem vi. E ela finaliza falando: "Livre-se do hábito de desistir de si mesmo". Ai, perfeito isso. Perfeito mesmo. Então, começa a desistir de outras coisas, mas de si não. De nunca, por favor, né? Descubra o seu eu e continue preenchendo com mais de você. Você não precisa se esforçar
Para ser amado, basta ser você. Então, seja mais você a cada dia. Isso. É isso. Ai, olha demais. Acho que vai ser rapidinho de ler esse livro, né? Porque tem 12 capítulos. Se a gente conseguir ler três por Tá tão gostoso. Por vez, né? Por semana. Sim. Gente, foi um prazer estar aqui com vocês. Sejam todos bem-vindos pras próximas. Comprem o livro se vocês puderem. Fiquem com a gente. É muito lindo, lindo, Lindo, maravilhoso. Amiga, um beijo e um queijo. Beijo. Até a próxima. Boa semana. Você também. Ciao. Ciao