a polícia federal abriu um inquérito para investigar o falso laudo médico apresentado por Pablo Marçal contra Guilherme boulos a justiç eleitoral determinou que o conteúdo da página de Marsal numa rede social não pode ser acessado pelas próximas 48 horas Esta é a mensagem que aparece no perfil de Pablo Marçal na rede social em que Ele publicou o laudo médico contra Guilherme boulos o documento ficou por algumas horas no ar e foi removido pela própria rede o atestado falso apontava que bolos teria tido um surto Psicótico grave e que o exame toxicológico indicava o uso de
cocaína o documento falso apresenta a assinatura do médico José Roberto de Souza que faleceu há do anos Além disso segundo a filha do médico a assinatura do pai era diferente Ele nunca trabalhou na capital paulista onde a clínica funciona e não emitiria um documento psiquiátrico por serat a polícia ainda vai ouvir testemunhas meu pai jamais trabalhou nessa clínica nunca trabalhou nessa clínica que foi divulgada porque e usar a identidade de uma pessoa que inclusive nem nem tá mais aqui ela pode confirmar pra gente se realmente a assinatura é condizente a assinatura do pai dele dela
né se se ela reconhece assinatura ou não é imprescindível que o dono da Clínica e outros funcionários sejam ouvidos até para dizer se esse médico falecido trabalhava na clínica não trabalhava o laudo apresentado por Pablo Marçal ainda apresenta outros indicativos de falsidade como o nome da clínica que está escrito com uma letra a menos o RG do candidato Guilherme boulos também está com o número errado além da Polícia Federal a Polícia Civil de São Paulo também vai investigar o caso hoje o advogado de Guilherme bolos esteve na delegacia e registrou o boletim de ocorrência de
documento particular agora existe os crimes contra honra também que o candidato Guilherme B pode requerer também a instauração para se apurar a justiça eleitoral decidiu que a conta de Pablo Marçal na rede social onde o documento foi publicado fique inacessível pelo prazo de 48 horas à tarde o ministro alre de mor do STF intimou mar aestar depoimento emé 2 sobre o uso da plataforma x proibida no Brasil na decisão diz que a polícia federal identificou intensa atividade a partir do dia 2 de outubro e que hoje foram postados vídeos de uma corrida em campanha eleitoral