é a nossa série para desvendar as pesquisas e atividades produtivas desenvolvidas dentro do instituto de pesquisas energéticas e nucleares continua hoje nós vamos conhecer o centro responsável pela produção do combustível nuclear empregado nos reatores bem o professor adonis é o gerente do centro do combustível nuclear aqui do ipem e é quem vai nos apresentar todo o processo para a produção desse combustível professor que nós vamos conhecer hoje primeiramente bem vindo a tv usp ea gente vai conhecer hoje a fábrica de combustíveis nucleares aqui do ipem ela é única no país a base de alimentação do
combustível nuclear do nosso relatoria ea eb1 aqui do item existem outros tipos de elementos combustíveis que são os do tipo angra é tipo pwr a gente não elabora esse tipo de combustível aqui que são feitos basicamente de um ou dois jogos no rio branco nós não lidarmos com esse combustível que tem uma rota diferenciado o nosso combustível é voltado para reatores de pesquisa tipo mr existe uma rota anterior para a produção de elemento combustível via óxido de urânio mas presentemente o item e já desde o fim do século passado nós tínhamos aí o elemento combustível
já na forma do inter metálico de o 3ds 2 essa liga úteis f2 ela depende de todo um processo ao longo de um caminho químico metalúrgico mecânico metalúrgico para a composição final do elemento combustível então você vem conosco e com o professor adonis conhecer todo esse processo até que o elemento combustível esteja pronto pra abastecer o reator time to operadores o que acontece que faz do processo acontece nessa parte dessa planta nós estamos na planta de produção de f 4 nós transformamos aqui o f6 que é um gás de urânio em qom f4 que é
um pó a gente reduzir isso quimicamente é uma planta química que isso é o processo básico de produção de combustíveis nucleares no na parte que quando a gente faz essa redução a gente está permitindo é produzir uma quantidade é real de urani para sustentar os 9 a nossa produção de combustíveis nucleares nós como se nossa produção de combustíveis nucleares ela se fundamenta em três bases basicamente a parte química à parte metalúrgica a parte mecânica e metalurgia essa é a planta 15 essa planta de drogas onde que a gente realmente faz com que o gás uf6
se transforme em um ou dois f 2 num processo de hidrólise acho que nessa mistura com água com ácido fluorídrico e com o f6 a gente produza o f2 que depois ele é reduzido para o f4 e f4 transforma num pobre onde vocês poderão ver esse pó verde é no nosso quadro demonstrativo agora é é fundamental aqui para todo o processo é a qualidade que a gente tem que produzir material esse material tem que ser nuclearmente então a química do urânio é muito complexo porque se você carreira para o o o reto materiais impuros junto
com ganho isso pode também ter transformações que podem levar a produtos indesejáveis então por isso que a quantidade de material é estranho tem que ser muito bem controlado então a gente tem uma uma classificação química muito bem solicitada e controlada posteriormente pela nossa área tudo em nosso processo de qualidade e quando posso sair daqui eu comentava que ele vai por um processo de secagem é na verdade uma massa gente produzir uma massa verde essa massa elas se transformam não pode pois a secagem a gente seca isso em atmosfera controlada de harmónio se não há um
processo de re oxidação e uma retranca formação que então também um processo controlado essa secagem em formas especiais e quando saí aqui da área do processo químico qual é a próxima etapa a gente tem a transferência essa transferência feita em um dia especial na hora que o material ceca existe toda uma documentação até mesmo para transitar dentro do ipi esse material então é carregado para a área de metalurgia onde que a gente agora a professora que faz do processo nós estamos bom uma vez concluída a parte química do processo já está recebendo nessa área que
é a o material f4 né é o tetra fluoreto de urânio o teto aflorante urânio ele entra num processo de magnésia ter nia isso é eu vou produzir via metalúrgica 11 uma mistura do f 4 com magnésio taí o nome magnésio ter me ia colocá-lo dentro de um reator e fechá-lo selá lo e colocar até 620 graus esse processo é um processo metalúrgico onde que há uma reação muito grande intensa do magnésio com f4 o uro nesse momento o s4 se transforma em urânio metálica eo magnésio se transforma em mgf 2 esse processo é tão
intenso que de 600 graus ele vai a 1.500 graus numa câmera fechada essa câmera fechada a gente só sabe que a reação aconteceu quando o urânio que já passou do seu ponto de ebulição de difusão ele se transforma em líquido e cai violentamente no fundo do cadinho e aí a gente ouve o barulho a gente sabe que a reação aconteceu aí a gente fecha os sistemas durante 24 horas aberto para evitar a explosão durante o urânio com o oxigênio que pode se tornar em candê sente então a gente abre isso depois do resfriamento total solidificação
da da aba da peça de urânio e é esse urânio é tirado nesse momento é levado para um forno de formação de like a mistura se com silício ea gente forma o inter metálico a 1700 graus é um for muito especial onde o 3 s2 ele é formado e refinado ea paz a partir disso a gente morre para levar para uma outra área de produção de combustível nuclear será área final de todo esse ciclo que dura aproximadamente um mês são famílias contando o processo inteiro nós estamos na fase final e essa fase final ela consta
é de fazer com que o combustível nuclear que é o que vem na forma de pó na forma de interpretar logo chamado por 372 ou seja feliz e tudo de urânio ele é misturado com alumínio e aí a gente faz um breguet simulará e se está aqui é um apenas um dani é pra em alumínio só para mostrar a gente o produto se uma pecinha bem parecida com isso só que têm urânio ea num então orani alumínio a gente quer na hora que isso é protegido nesta sequência que vocês viram ali isso é introduzido um
sistema é de moldura onde que a gente encaixa esse elemento combustível esse beckett já combustível dentro dessa moldura e faz o encapsulamento disso com placas ano num então a gente coloca dessa forma e no final a gente vai ter um um elemento inteiro uns poucos esse elemento aqui né que a gente tivesse fazendo agora nós temos um conjunto de três placas e o elemento a gritar ô ô ô ô ô a dispersão de urânio já compactada aqui dentro a gente solta todo esse bloco a gente faz uma soldagem e agora é um processo de aquecimento
e dinâmica então vocês vão poder verificar no processo de eliminação a retirada desse material ea colocação e no final esse material após a alienação se transforma numa chapa como essa que é aí nós aí vem a grande pergunta como que a gente identifica essa chapa ela vai toda assim quebradinha professor não isso aqui vai ser cortado isso então entra toda uma tecnologia é mecânico metalúrgica onde que a gente vai fazer o corte exato do núcleo esse núcleo é visto através de rádio de radiografias aqui então no final que foi radiografado núcleo está aqui dentro então
a gente não veio aqui mas na radiografia a gente vê por que o urânio é é um material que permite diferenciar muito do alumínio o alumínio basicamente é transparente um raio x e urânio não então a gente tem uma imagem mais perfeita a gente vai fazer um encaixe são 18 plaquinhas 10 dentro do elemento combustível ea gente faz um cravamento né lá dentro a gente faz um cravamento dessa placa onde ela não se desloque a mais e aí pode se ver que ela tem aqui nós já temos duas placas o processo já começou e vai
se completar até a 18ª esse elemento combustível ele fica nessa forma que nós temos aqui a você pode ver todas as placas lá dentro e aqui o bocal onde que vai ser encaixado no reator então esse é o local onde que vai ficar na base do reator e o processo acontece daí pra frente ele não é e nunca mais tiraria o advento inclusive ele chega a 50% de queima ou até mais em alguns casos de elementos combustíveis ea partir disso eles estão kim antes nuclearmente falando não só fisicamente falando mais quentes me clemente ficam esfriando
aí até o destino final seria um repositório do de um material nuclear né depois de percorrer com a professora do nis todas as instalações do centro e conferir a complexidade e de felicidade do processo chegou a hora de conhecer os usuários desse combustível dos reatores nucleares existentes no item mas isso é tema de nossa próxima reportagem da série d então até lá